COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

© Bloomberg via Getty Images

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Lo si annunciava da mesi, ora è arrivato. Il Servizio Meteorologico degli Stati Uniti, Noaa, ha annunciato che El Niño è iniziato nel Pacifico tropicale. L’agenzia federale americana prevede che il fenomeno meteorologico si intensificherà fino a raggiungere un livello moderato o forte in autunno. Stando alle previsione dei meteorologi c’è una probabilità del 63% che le temperature superficiali del mare aumentino di 2,0 gradi nella regione del Pacifico monitorata. Superata quella soglia la Noaa riqualifica l’evento come Super Niño: un’anomalia per quell’area del globo che si verifica in media ogni 15 anni con effetti devastanti.
El Niño è un evento raro ma che si forma ciclicamente, in media ogni 2-7 anni. Quando si verifica, produce un riscaldamento da 0,5 a 3 gradi delle acque superficiali del Pacifico centro meridionale ed orientale, di fronte alle coste dell’America Latina, producendo però effetti in tutto il mondo. Dura dai 9 ai 12 mesi e tra gli effetti principali ci sono inverni caldi e secchi nel Nord degli Stati Uniti e tempeste e neve negli stati meridionali. Nonostante la sua ciclicità, si tratta di un fenomeno difficile da prevedere perché, come spiegato da Ken Graham, direttore della Noaa, “ogni El Niño è diverso. Ognuno è unico e lascia la propria impronta sul nostro clima”.
Di solito è proprio nel periodo invernale che El Niño tende ad essere più intenso, soprattutto per l’emisfero settentrionale del mondo. In un tipico inverno caratterizzato da questo evento atmosferico, la corrente sull’Oceano Pacifico settentrionale si sposta verso sud, muovendo le tempeste verso la fascia meridionale degli Stati Uniti. Per questi motivi, spesso si traduce in un inverno più caldo del normale nell’America del Nord. Come un effetto a catena, i venti in quota più forti tendono a sopprimere lo sviluppo di tempeste e uragani nel bacino atlantico, mentre quelli più deboli favoriscono lo sviluppo di cicloni tropicali nei bacini del Pacifico orientale e centrale. Da qui il rischio di inondazioni dovute all’alta marea, soprattutto nella costa occidentale degli Stati Uniti.
Gli effetti di El Niño colpiscono anche la fauna marina e gli altri organismi oceanici, provocando cambiamenti nella migrazione dei pesci. Le specie di acqua calda infatti si spostano verso nord, mentre quelle che prediligono temperature più fredde si spostano ancora più a nord del normale, prediligendo acque profonde. Tutti comportamenti fuori dalla normalità che influiscono negativamente su crescita, sopravvivenza e riproduzione, provocando, come accaduto in passato, anche la formazione di alghe nocive nelle coste a ovest degli Stati Uniti.
L'articolo “È iniziato El Niño”. L’allarme del servizio meteorologico Usa: “Probabile che diventi un evento ‘super'” proviene da Il Fatto Quotidiano.
A semana encerra com chuvas se espalhando por grande parte do Brasil. Um sistema de baixa pressão atmosférica, que nos últimos dias se deslocava pela altura do Paraguai, avançou pelo continente e chegou ao oceano, dando origem a um ciclone extratropical. O fenômeno influencia as condições do tempo nesta sexta-feira (12) e, em seguida, forma uma frente fria.
Imagens de satélite mostram nuvens se concentrando na região Sul do Brasil e avançando pelas regiões Centro-Oeste e Sudeste. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alertas de temporais para diversas cidades, classificadas em zonas amarela e laranja no mapa meteorológico. As áreas marcadas em laranja indicam situação mais crítica.
A faixa que vai do nordeste do Rio Grande do Sul até o Paraná concentra as chuvas mais intensas do dia. Porto Alegre (RS) deve registrar até 35 milímetros de precipitação, tornando-se a capital mais chuvosa do país nesta sexta-feira (12), com temperatura máxima de apenas 16°C e tempo bastante fechado.
Em Florianópolis (SC), a máxima chega a 20°C com 20 milímetros de chuva previstos. Já em Curitiba (PR), o dia começa com 13°C e não deve ultrapassar os 17°C, com nuvens carregadas tomando conta do céu da capital paranaense desde as primeiras horas da manhã.
Além das chuvas, há alerta de ventos fortes, com rajadas de até 60 km/h no centro-sul do país.
Em São Paulo, o sol aparece na maior parte do dia, com pancadas mais pontuais e isoladas previstas para o período. A precipitação máxima esperada na capital paulista é de 5 milímetros. A temperatura não deve ultrapassar os 21°C.
O Rio de Janeiro apresenta cenário semelhante de chuvas isoladas, porém com máxima de 29°C e sensação de calor à tarde. Em Belo Horizonte (MG), a chuva é um pouco mais expressiva, podendo chegar a 15 milímetros. Em Campo Grande (MS), a máxima fica em 24°C.
Brasília (DF), que normalmente apresenta tempo seco em junho, também registra previsão de chuva nesta sexta-feira (12), com até 10 milímetros. O ciclone extratropical puxa umidade pelo Centro-Oeste, o que explica o céu encoberto sobre a capital federal, onde a temperatura máxima fica em torno de 25°C.
Goiânia (GO) apresenta cenário semelhante, com nuvens carregadas se formando desde a manhã e previsão de chuva ao longo do dia.
Na costa leste do Nordeste, voltam os alertas de temporais entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco. Em Recife (PE), a chuva já se fazia presente em alguns pontos da capital desde as primeiras horas, com previsão de 20 milímetros de precipitação e tempo bastante fechado.
Em João Pessoa (PB), são esperados 11 milímetros de chuva, com pancadas mais intensas previstas para a tarde. Pela manhã, o sol predomina e as temperaturas sobem, chegando à máxima de cerca de 30°C, com sensação de tempo abafado.
O sol predomina apenas no estado do Tocantins e no interior do Nordeste. No Norte do país, as pancadas perdem força ao longo do dia.
Nos próximos meses, espera-se uma redução das chuvas no Nordeste em decorrência do El Niño. A NOAA (Administração Nacional para Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos) declarou oficialmente o início do fenômeno, que tem cerca de 60% de chance de atingir intensidade muito forte durante o próximo verão do Hemisfério Sul.
As temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do Brasil, com chuvas concentradas na região Sul.




© BARBARA WALTON/EPA

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