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Especialistas preveem El Niño positivo para safra argentina

12 June 2026 at 20:33

Embora condições intensas do El Niño possam ​prejudicar as colheitas em grande parte ​do mundo, o fenômeno climático provavelmente impulsionará a produção agrícola na Argentina no segundo semestre do ano, afirmaram especialistas em clima.

Na quinta-feira, o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos informou que as condições do El Niño se intensificarão à medida que o segundo ⁠semestre de 2026 avança.

O ​fenômeno El Niño causa o aquecimento das águas oceânicas ​na região central e oriental do Pacífico equatorial, levando a uma ⁠redução das chuvas em grande parte ⁠da Ásia e da Austrália e gerando temores ​quanto ‌à diminuição do abastecimento global de alimentos e ao aumento dos ⁠preços devido às secas.

Mas na Argentina, um dos principais exportadores de soja, milho e trigo, o fenômeno aumenta a frequência e a intensidade ‌das chuvas, ⁠o que ‌geralmente favorece o desenvolvimento das culturas, afirmaram especialistas em clima.

“A safra de 2026/27 será inteiramente marcada pela presença do El Niño e ⁠será um fator positivo”, disse German ⁠Heinzenknecht, meteorologista da Consultoria Argentina de Climatologia Aplicada.

O último El Niño intenso ocorreu no ‌ciclo 2015/16, quando a Argentina registrou a segunda maior safra de soja de sua história, com 59,1 milhões de toneladas métricas, e a produtividade média do milho foi 7% superior à média ‌dos últimos 10 anos, segundo dados oficiais.

“No coração agrícola, uma área que não sofre inundações por ter boa drenagem de água, ⁠o El Niño produz rendimentos muito bons”, disse o especialista em clima Eduardo Sierra.

O plantio de milho na Argentina começará em setembro ​e o de soja em outubro.

Os produtores do país já estão ​semeando a safra de trigo 2026/27, que pode chegar a 20 milhões de toneladas, segundo a Bolsa de Rosário, o que seria a terceira maior safra do cereal ‌para a Argentina.

Como o produtor financia a safra no Brasil?

Previsão do tempo: semana termina com chuvas espalhadas pelo país

12 June 2026 at 13:25

A semana encerra com chuvas se espalhando por grande parte do Brasil. Um sistema de baixa pressão atmosférica, que nos últimos dias se deslocava pela altura do Paraguai, avançou pelo continente e chegou ao oceano, dando origem a um ciclone extratropical. O fenômeno influencia as condições do tempo nesta sexta-feira (12) e, em seguida, forma uma frente fria.

Imagens de satélite mostram nuvens se concentrando na região Sul do Brasil e avançando pelas regiões Centro-Oeste e Sudeste. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alertas de temporais para diversas cidades, classificadas em zonas amarela e laranja no mapa meteorológico. As áreas marcadas em laranja indicam situação mais crítica.

Sul do Brasil registra as condições mais severas

A faixa que vai do nordeste do Rio Grande do Sul até o Paraná concentra as chuvas mais intensas do dia. Porto Alegre (RS) deve registrar até 35 milímetros de precipitação, tornando-se a capital mais chuvosa do país nesta sexta-feira (12), com temperatura máxima de apenas 16°C e tempo bastante fechado.

Em Florianópolis (SC), a máxima chega a 20°C com 20 milímetros de chuva previstos. Já em Curitiba (PR), o dia começa com 13°C e não deve ultrapassar os 17°C, com nuvens carregadas tomando conta do céu da capital paranaense desde as primeiras horas da manhã.

Além das chuvas, há alerta de ventos fortes, com rajadas de até 60 km/h no centro-sul do país.

Sudeste e Centro-Oeste também sob influência do ciclone

Em São Paulo, o sol aparece na maior parte do dia, com pancadas mais pontuais e isoladas previstas para o período. A precipitação máxima esperada na capital paulista é de 5 milímetros. A temperatura não deve ultrapassar os 21°C.

O Rio de Janeiro apresenta cenário semelhante de chuvas isoladas, porém com máxima de 29°C e sensação de calor à tarde. Em Belo Horizonte (MG), a chuva é um pouco mais expressiva, podendo chegar a 15 milímetros. Em Campo Grande (MS), a máxima fica em 24°C.

Brasília (DF), que normalmente apresenta tempo seco em junho, também registra previsão de chuva nesta sexta-feira (12), com até 10 milímetros. O ciclone extratropical puxa umidade pelo Centro-Oeste, o que explica o céu encoberto sobre a capital federal, onde a temperatura máxima fica em torno de 25°C.

Goiânia (GO) apresenta cenário semelhante, com nuvens carregadas se formando desde a manhã e previsão de chuva ao longo do dia.

Nordeste enfrenta retorno de temporais

Na costa leste do Nordeste, voltam os alertas de temporais entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco. Em Recife (PE), a chuva já se fazia presente em alguns pontos da capital desde as primeiras horas, com previsão de 20 milímetros de precipitação e tempo bastante fechado.

Em João Pessoa (PB), são esperados 11 milímetros de chuva, com pancadas mais intensas previstas para a tarde. Pela manhã, o sol predomina e as temperaturas sobem, chegando à máxima de cerca de 30°C, com sensação de tempo abafado.

O sol predomina apenas no estado do Tocantins e no interior do Nordeste. No Norte do país, as pancadas perdem força ao longo do dia.

Nos próximos meses, espera-se uma redução das chuvas no Nordeste em decorrência do El Niño. A NOAA (Administração Nacional para Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos) declarou oficialmente o início do fenômeno, que tem cerca de 60% de chance de atingir intensidade muito forte durante o próximo verão do Hemisfério Sul.

As temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do Brasil, com chuvas concentradas na região Sul.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Agência dos Estados Unidos confirma início do fenômeno El Niño

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional para Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês), do governo dos Estados Unidos, declarou ter observado condições condizentes com o fenômeno El Niño ao longo da primeira semana de junho. Segundo a agência, a previsão é que o fenômeno continue até o final do inverno no hemisfério norte, em fevereiro de 2027.

O órgão afirmou que o início do período de aquecimento é percebido em medições ao longo de toda a faixa tropical do Oceano Pacífico.

Notícias relacionadas:

Em geral o período é classificado como de El Niño quando a média das temperaturas medidas ao longo da faixa equatorial do oceano, entre a Indonésia e a América Central, é de 0,5 grau Celsius acima da média histórica. Na primeira semana de julho as medições apontaram 0,7 grau acima.

A análise dos cientistas do NOAA apontou, ainda, que a probabilidade de um aquecimento com mais de dois graus celsius acima da média é de 63%. Isso configura um El Niño bastante intenso, concentrado entre novembro de 2026 e fevereiro de 2027.

No Brasil, isso determina um período de chuvas mais curto e menos intenso nas regiões Norte e Nordeste, ampliando a possibilidade de secas, além de uma concentração considerável de chuvas na região Sul, afetando principalmente Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As duas condições foram observadas em 2024, última incidência do fenômeno, quando o Rio Grande do Sul enfrentou enchentes históricas.

Aquecimento dos oceanos

O professor Ricardo de Camargo, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explicou que é difícil fazer afirmações sobre o aumento da frequência ou a redução do intervalo entre fenômenos relacionados ao aquecimento dos oceanos, bem como estabelecer uma relação direta de que esses eventos estejam mais intensos. 

“É importante considerar que a região monitorada é bastante extensa e ela ficando mais quente que o normal é de se esperar que as médias globais de temperatura aumentem, o que aconteceu nesses últimos anos. Também precisamos considerar que os oceanos estão acumulando boa parte desse calor. A gente precisa tomar cuidado para não confundir mudança climática com variabilidade climática. Fenômenos como o El Niño fazem parte da variabilidade natural do planeta”, explica 

Para o professor, os critérios de avaliação do NOAA são consolidados e refletem pesquisas acadêmicas atuais e dados de uma rede ampla de coleta, com dados coletados na atmosfera, na superfície e através de uma rede de boias de profundidade.

"No entanto, a gente sabe que os pesquisadores desses órgãos federais americanos estão enfrentando restrições do uso de certos termos, que foram meio que banidos pela administração Federal nos Estados Unidos, negacionista quanto à importância das mudanças climáticas”, pondera o pesquisador, que destaca a existência de outros centros importantes, como os europeus, o japonês e o australiano. 

Segundo Camargo, as telemetrias e os modelos adotados por esses centros são confiáveis, porém a rede de bóias de profundidade é mantida basicamente pelos Estados Unidos, e sua perda pode afetar consideravelmente a qualidade dos dados. 

O governo Trump já sinalizou o interesse em desligar tanto a rede de bóias do Pacífico e seu equivalente, no Atlântico.

A próxima avaliação do NOAA para o El Niño deve ser publicada em 9 de julho.

Agência dos Estados Unidos confirma início do fenômeno El Niño

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A Agência Nacional para Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês), do governo dos Estados Unidos, declarou ter observado condições condizentes com o fenômeno El Niño ao longo da primeira semana de junho. Segundo a agência, a previsão é que o fenômeno continue até o final do inverno no hemisfério norte, em fevereiro de 2027.

O órgão afirmou que o início do período de aquecimento é percebido em medições ao longo de toda a faixa tropical do Oceano Pacífico.

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Em geral o período é classificado como de El Niño quando a média das temperaturas medidas ao longo da faixa equatorial do oceano, entre a Indonésia e a América Central, é de 0,5 grau Celsius acima da média histórica. Na primeira semana de julho as medições apontaram 0,7 grau acima.

A análise dos cientistas do NOAA apontou, ainda, que a probabilidade de um aquecimento com mais de dois graus celsius acima da média é de 63%. Isso configura um El Niño bastante intenso, concentrado entre novembro de 2026 e fevereiro de 2027.

No Brasil, isso determina um período de chuvas mais curto e menos intenso nas regiões Norte e Nordeste, ampliando a possibilidade de secas, além de uma concentração considerável de chuvas na região Sul, afetando principalmente Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As duas condições foram observadas em 2024, última incidência do fenômeno, quando o Rio Grande do Sul enfrentou enchentes históricas.

Aquecimento dos oceanos

O professor Ricardo de Camargo, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explicou que é difícil fazer afirmações sobre o aumento da frequência ou a redução do intervalo entre fenômenos relacionados ao aquecimento dos oceanos, bem como estabelecer uma relação direta de que esses eventos estejam mais intensos. 

“É importante considerar que a região monitorada é bastante extensa e ela ficando mais quente que o normal é de se esperar que as médias globais de temperatura aumentem, o que aconteceu nesses últimos anos. Também precisamos considerar que os oceanos estão acumulando boa parte desse calor. A gente precisa tomar cuidado para não confundir mudança climática com variabilidade climática. Fenômenos como o El Niño fazem parte da variabilidade natural do planeta”, explica 

Para o professor, os critérios de avaliação do NOAA são consolidados e refletem pesquisas acadêmicas atuais e dados de uma rede ampla de coleta, com dados coletados na atmosfera, na superfície e através de uma rede de boias de profundidade.

"No entanto, a gente sabe que os pesquisadores desses órgãos federais americanos estão enfrentando restrições do uso de certos termos, que foram meio que banidos pela administração Federal nos Estados Unidos, negacionista quanto à importância das mudanças climáticas”, pondera o pesquisador, que destaca a existência de outros centros importantes, como os europeus, o japonês e o australiano. 

Segundo Camargo, as telemetrias e os modelos adotados por esses centros são confiáveis, porém a rede de bóias de profundidade é mantida basicamente pelos Estados Unidos, e sua perda pode afetar consideravelmente a qualidade dos dados. 

O governo Trump já sinalizou o interesse em desligar tanto a rede de bóias do Pacífico e seu equivalente, no Atlântico.

A próxima avaliação do NOAA para o El Niño deve ser publicada em 9 de julho.

Sul, Sudeste e Centro-Oeste podem ter final de semana de chuva intensa

Logo Agência Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta sexta-feira (12) chuva nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com a chegada de temporais, acompanhados de rajadas de vento, descargas elétricas, chuva intensa em curto período de tempo e eventual queda de granizo em toda a região Sul do país.

A presença do fenômeno El Niño voltou a se estabelecer no Oceano Pacífico e deve ganhar intensidade nos próximos meses, podendo alcançar intensidade forte durante a primavera de 2026, de acordo com o Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, da sigla em inglês (NOAA), desenvolvida em cooperação com a Agência Espacial Americana (Nasa), divulgada nesta quinta-feira (11).

Região Sul 

Notícias relacionadas:

De acordo com a meteorologia, nesta sexta-feira, as instabilidades perdem força e pancadas de chuva com eventuais trovoadas devem ocorrer no leste catarinense e em demais áreas do Sul. Os acumulados variam entre 15 milímetros (mm) e 60 mm em 24 horas. 

Também são previstas rajadas de vento entre 40 e 60 km/h ao longo do dia. As temperaturas mínimas variam entre 10°C no Planalto Sul do Rio Grande do Sul e 20°C no Norte do Paraná e no Nordeste do Rio Grande do Sul e Oeste de Santa Catarina.

Já entre a madrugada e a manhã do sábado (13), as instabilidades se afastam da região Sul, mas ainda influenciam na ocorrência de chuva fraca e isolada, principalmente no leste dos estados. Há previsão de geada em áreas do Rio Grande do Sul e Paraná, acompanhada de nevoeiro.

A Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina prevê nesta sexta-feira (12) chuva intensa e temporais, devido à frente fria, que avança pelo estado associada a um sistema de baixa pressão, que intensifica no mar dando origem a um ciclone extratropical.

Região Sudeste 

Nesta sexta-feira (12), a presença de instabilidade em áreas do Oeste e Sudoeste de São Paulo podem provocar temporais com raios, rajadas de vento, chuva intensa, acompanhada de queda de granizo. A instabilidade se intensifica no Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais, provocando pancadas de chuva no Espírito Santo.

No sábado (13), ao longo da madrugada e da manhã, segue a condição de temporais com chuva, eventual queda de granizo, descargas elétricas e rajadas de vento no Estado do Rio e nas divisas com o Espírito Santo e Minas Gerais. A chuva perde força ao longo da tarde.

Região Centro-Oeste 

Para sexta-feira (12), existe a previsão de chuva para todos os estados e o Distrito Federal. A chuva pode ser mais intensa entre a manhã e à tarde, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Há possibilidade de queda de granizo entre o centro-norte e o leste de Mato Grosso do Sul. 

Para sábado (13), ainda pode chover em toda a região, atingindo maior intensidade entre o Mato Grosso, no Vale do Aporé, divisa com São Paulo, e Goiás. Há previsão de chuva de menor intensidade para o centro de Goiás, incluindo o Distrito Federal, e o norte mato-grossense. 

Região Norte

Para sexta-feira (12), existe a previsão de formação de áreas de instabilidade na região que favorecem a ocorrência de pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas.

Os maiores acumulados são esperados para o noroeste do Amazonas, com chuvas intensas, que podem atingir também o sul do Pará. Já o estado do Tocantins permanecerá com tempo estável, predomínio de sol e sem chuva.

Para sábado (13), as condições seguem semelhantes, com maiores acumulados esperados para o noroeste do Amazonas.

Região Nordeste 

Para sexta-feira (12) e sábado (13), a previsão de chuva concentra-se principalmente na faixa litorânea que se estende desde o Maranhão ao norte de Alagoas.

Nesta área são esperadas chuvas isoladas. As demais áreas do Nordeste têm previsão de tempo firme com predomínio de sol, com as temperaturas máximas atingindo os 36ºC, nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Sul, Sudeste e Centro-Oeste podem ter final de semana de chuva intensa

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta sexta-feira (12) chuva nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com a chegada de temporais, acompanhados de rajadas de vento, descargas elétricas, chuva intensa em curto período de tempo e eventual queda de granizo em toda a região Sul do país.

A presença do fenômeno El Niño voltou a se estabelecer no Oceano Pacífico e deve ganhar intensidade nos próximos meses, podendo alcançar intensidade forte durante a primavera de 2026, de acordo com o Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, da sigla em inglês (NOAA), desenvolvida em cooperação com a Agência Espacial Americana (Nasa), divulgada nesta quinta-feira (11).

Região Sul 

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De acordo com a meteorologia, nesta sexta-feira, as instabilidades perdem força e pancadas de chuva com eventuais trovoadas devem ocorrer no leste catarinense e em demais áreas do Sul. Os acumulados variam entre 15 milímetros (mm) e 60 mm em 24 horas. 

Também são previstas rajadas de vento entre 40 e 60 km/h ao longo do dia. As temperaturas mínimas variam entre 10°C no Planalto Sul do Rio Grande do Sul e 20°C no Norte do Paraná e no Nordeste do Rio Grande do Sul e Oeste de Santa Catarina.

Já entre a madrugada e a manhã do sábado (13), as instabilidades se afastam da região Sul, mas ainda influenciam na ocorrência de chuva fraca e isolada, principalmente no leste dos estados. Há previsão de geada em áreas do Rio Grande do Sul e Paraná, acompanhada de nevoeiro.

A Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina prevê nesta sexta-feira (12) chuva intensa e temporais, devido à frente fria, que avança pelo estado associada a um sistema de baixa pressão, que intensifica no mar dando origem a um ciclone extratropical.

Região Sudeste 

Nesta sexta-feira (12), a presença de instabilidade em áreas do Oeste e Sudoeste de São Paulo podem provocar temporais com raios, rajadas de vento, chuva intensa, acompanhada de queda de granizo. A instabilidade se intensifica no Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais, provocando pancadas de chuva no Espírito Santo.

No sábado (13), ao longo da madrugada e da manhã, segue a condição de temporais com chuva, eventual queda de granizo, descargas elétricas e rajadas de vento no Estado do Rio e nas divisas com o Espírito Santo e Minas Gerais. A chuva perde força ao longo da tarde.

Região Centro-Oeste 

Para sexta-feira (12), existe a previsão de chuva para todos os estados e o Distrito Federal. A chuva pode ser mais intensa entre a manhã e à tarde, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Há possibilidade de queda de granizo entre o centro-norte e o leste de Mato Grosso do Sul. 

Para sábado (13), ainda pode chover em toda a região, atingindo maior intensidade entre o Mato Grosso, no Vale do Aporé, divisa com São Paulo, e Goiás. Há previsão de chuva de menor intensidade para o centro de Goiás, incluindo o Distrito Federal, e o norte mato-grossense. 

Região Norte

Para sexta-feira (12), existe a previsão de formação de áreas de instabilidade na região que favorecem a ocorrência de pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas.

Os maiores acumulados são esperados para o noroeste do Amazonas, com chuvas intensas, que podem atingir também o sul do Pará. Já o estado do Tocantins permanecerá com tempo estável, predomínio de sol e sem chuva.

Para sábado (13), as condições seguem semelhantes, com maiores acumulados esperados para o noroeste do Amazonas.

Região Nordeste 

Para sexta-feira (12) e sábado (13), a previsão de chuva concentra-se principalmente na faixa litorânea que se estende desde o Maranhão ao norte de Alagoas.

Nesta área são esperadas chuvas isoladas. As demais áreas do Nordeste têm previsão de tempo firme com predomínio de sol, com as temperaturas máximas atingindo os 36ºC, nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

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