18h. Donald Trump diz que acordo com o Irão está "próximo"


Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.
A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.
Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.
O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.
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A certificação da Linha do Algarve continua atrasada e impede o reforço ferroviário da Linha do Alentejo, indicou o Governo.
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Um incêndio rural deflagrou na manhã desta quarta-feira, na localidade de São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, mobilizando um forte dispositivo de combate por parte dos meios de emergência e proteção civil. O alerta foi dado às 11h49, na zona de São Luís – M532, Lameiros, segundo dados da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Ao início da tarde, o incêndio encontrava-se ainda em curso, sendo combatido por 163 operacionais, apoiados por 56 viaturas terrestres e cinco meios aéreos, numa operação coordenada para evitar a propagação das chamas numa área de mato e vegetação rural.
As condições meteorológicas, frequentemente marcadas por temperaturas elevadas e vento no Alentejo nesta altura do ano, podem representar um desafio acrescido às operações no terreno, dificultando o controlo do incêndio e aumentando o risco de propagação para zonas envolventes. Até ao momento, não há indicação oficial de habitações ameaçadas ou vítimas associadas ao fogo.
Os bombeiros e restantes forças de proteção civil continuam a acompanhar a evolução da situação, enquanto os meios aéreos realizam descargas estratégicas para conter as frentes ativas do incêndio. As autoridades apelam à população para evitar deslocações desnecessárias à zona afetada e manter-se atenta às informações oficiais.
Este incêndio ocorre numa altura de maior vigilância devido ao aumento do risco de incêndio rural em várias regiões do país, reforçando a importância da prevenção e da rápida mobilização de meios de socorro.
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O incêndio que teve início esta manhã na zona de São Luís, concelho de Odemira, está a ser combatido por 140 operacionais dos bombeiros, de acordo com fonte da Proteção Civil.
O incêndio em São Luís, está a consumir uma área de mato e teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.
No local estão envolvidos 140 elementos dos bombeiros apoiados por 47 viaturas.
No combate às chamas estão envolvidos sete meios aéreos.
A reafetação de material circulante ferroviário diesel para fazer face a necessidades na Linha do Alentejo está bloqueada pelo atraso no processo de certificação da modernização da Linha do Algarve, indicou o Governo.
Este é um dos argumentos do gabinete do ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, na resposta à pergunta que o deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo lhe dirigiu há um mês, consultada hoje pela agência Lusa no site do parlamento.
Assinalando ter conhecimento da «existência de constrangimentos na disponibilidade de material circulante ferroviário» no país, a tutela diz que a situação resulta de «um prolongado período de desinvestimento na renovação da frota».
E isso faz com que seja utilizado «material com elevada antiguidade, o qual exige níveis acrescidos de manutenção e, consequentemente, condiciona a sua disponibilidade operacional», adiantou.
No caso da Linha do Alentejo, o ministério de Pinto Luz explica que «o atraso no processo de certificação da modernização da Linha do Algarve tem vindo a impedir a reafetação de material circulante diesel atualmente afeto àquela linha».
«Essa circunstância limita a flexibilidade na gestão da frota e na programação das intervenções de manutenção, com impacto na oferta disponível», salienta.
De acordo com o gabinete do ministro, a conclusão da eletrificação da Linha do Algarve está prevista para Julho, o que vai permitir «uma gestão mais eficiente da frota diesel da CP» e o reforço dos serviços ferroviários não eletrificados.
A tutela diz que há um acompanhamento do cumprimento das obrigações de serviço público, revelando estarem «em curso ações de monitorização e fiscalização, através das quais se avaliam os níveis de serviço prestado e se identificam medidas corretivas».
Segundo o Governo, a CP «dispõe de mecanismos operacionais para mitigar situações de rutura de oferta, incluindo a reafetação de material circulante entre linhas, adaptação de horários e, sempre que possível, reforço de meios alternativos de transporte».
O gabinete do ministro admite que o aluguer de material circulante é «uma solução que tem vindo a ser analisada no contexto da gestão global da frota, tendo em consideração as limitações técnicas, operacionais e financeiras associadas».
Nesta resposta, a tutela destaca ainda a compra de 22 automotoras da Stadler e de 153 da Alstom para reforço e substituição gradual do material circulante existente.
«Prevê-se que as primeiras três automotoras bimodo [diesel e elétrica] da Stadler entrem ao serviço no primeiro trimestre de 2027, estando prevista a sua alocação à Linha do Alentejo», acrescentou.
Em meados de Maio, o deputado Fabian Figueiredo questionou o Governo sobre o que dizia ser a «degradação do serviço ferroviário na Linha do Alentejo», alertando para dois incidentes ocorridos no troço Beja-Casa Branca, no dia 5 daquele mês.
Um dos episódios está relacionado com uma automotora, que, devido a uma avaria, ficou parada com os passageiros no seu interior, a cerca de cinco quilómetros da estação ferroviária de Casa Branca, referia então o parlamentar.
O outro diz respeito ao transporte rodoviário substituto de uma automotora avariada, que, por causa de uma estrada cortada devido a obras, «acabou por se desviar para um caminho de terra batida», quando seguia para Casa Branca.
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Um incêndio em São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, está neste momento a consumir uma área de mato.
O incêndio teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.
No combate às chamas estão envolvidos 44 operacionais dos bombeiros apoiados por 12 viaturas.
No local, numa intervenção inicial, estão empenhados três meios aéreos.

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A Quercus associou-se à produtora Wonder Maria no apoio à divulgação da longa-metragem “18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, que estreia no
feriado do dia de Portugal dia 10 de junho, nas salas NOS.
Esta parceria nasce do reconhecimento de um projeto cinematográfico que, para além de abordar na sua narrativa a relação entre o ser humano, o território e as alterações climáticas, integrou práticas concretas de sustentabilidade ao longo de todo o processo de
produção, desde a conceção até à rodagem.
Além disso, parte da receita de bilheteira ajudará a Quercus na reflorestação de áreas afetadas pelos incêndios, com 1% dos lucros da produtora Wonder Maria a reverter para o projeto Criar Bosques.
Para a Quercus, este filme constitui um exemplo relevante de como a criação artística pode contribuir para a sensibilização ambiental, promovendo o debate público sobre os impactos das alterações climáticas, a transformação do território e a forma como as comunidades se relacionam com os lugares que habitam.
Esta colaboração aproxima a cultura, o cinema e a ação ambiental, reconhecendo o papel da arte enquanto ferramenta de reflexão,
mobilização e transformação social.
“18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, é uma coprodução entre Portugal, Itália e Argentina e integrou seleções oficiais de festivais internacionais como Tallinn e Mar del Plata, estando igualmente confirmado na seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara.
É o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, distinção que reconhece práticas sustentáveis implementadas em produções audiovisuais. Este reconhecimento foi destacado pela Portugal Film Commission, no âmbito do programa PIC Portugal.
A Alfândega de Sines entra em funcionamento em janeiro de 2027, anunciou na sexta-feira, dia 9 de Junho, o ministro das Finanças, que salientou a mudança importante para o principal porto do país.
«De facto foram muitos anos, um certo imobilismo não efetuou esta alteração [que] pode parecer, sobretudo aos olhos de quem está de fora, cirúrgica e se calhar com menos impacto, mas para quem está aqui era de facto uma alteração muito relevante», referiu Joaquim Miranda Sarmento.
O governante falava na cerimónia de lançamento da Alfândega de Sines, que se realizou ontem no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).
«Esta decisão que tomámos é de facto muito importante para ajudar no dinamismo desta região e com isso no dinamismo do país», realçou.
Em comunicado, o Governo revelou que a nova Alfândega, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 1 de Janeiro de 2027.
A decisão de transformar a atual delegação aduaneira numa Alfândega deve-se à «evolução da atividade aduaneira» devido «à crescente relevância estratégica do Porto de Sines no contexto do comércio internacional e das cadeias logísticas globais», sublinhou.
Segundo o ministério das Finanças, o reforço desta estrutura da Autoridade Tributária permitirá igualmente «assegurar uma gestão mais eficiente e especializada das operações aduaneiras» neste complexo portuário.
Por seu lado, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, também presente na cerimónia, referiu que a futura alfândega permitirá prestar um melhor serviço à comunidade, às empresas e ao país.
«A facilitação do comércio internacional legítimo passa pela simplificação e digitalização de processos. Cada minuto poupado num terminal, cada documento eliminado, representa ganhos de competitividade reais para as empresas e para a economia nacional», salientou.
Já para o presidente do conselho de administração da APS, Pedro do Ó Ramos, tratou-se de um «dia histórico» e de um «ato de justiça» para o maior porto nacional.
«Não se percebia como o maior porto nacional, o Porto de Sines, que movimenta mais de 50% da carga marítima de todo o país, não tinha uma alfândega. E é, neste momento ainda, uma delegação de Setúbal», sublinhou.
No seu entender, a nova estrutura vai permitir maior celeridade, proximidade e capacidade de decisão no apoio aos operadores económicos, reforçando a competitividade do porto.
Segundo um comunicado da administração portuária, a criação da nova Alfândega de Sines vai implicar o reforço de sete trabalhadores, assim como a expansão das instalações.
A nova estrutura passará a «contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um diretor e um diretor adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos», indicou.
Segundo o Governo, no âmbito da reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, proceder-se-á à eliminação da Alfândega do Jardim do Tabaco, prevendo-se a sua reconfiguração como delegação aduaneira.
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A adoção de cães durante as Festas de Santo António de Reguengos de Monsaraz, que decorrem de 10 a 14 de junho no centro da cidade, com o apoio na divulgação da iniciativa pela Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, vai merecer a promoção da autarquia.
No stand da instituição, situado na Praça da Liberdade, os utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) vão incentivar a adoção de 16 cães, machos e fêmeas, que terão as fotografias em exposição no gradeamento do edifício da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz.
A Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz acaba de divulgar que quem desejar adotar um cão deverá contactar a autarquia para dar início ao processo.
Nesta exposição haverá cães de várias raças, como Braco Alemão, Border Collie, Epagneul Bretão, Rafeiro do Alentejo, Pointer e Labrador Retriever.

A iniciativa pretende dar visibilidade a animais que procuram uma família e sensibilizar a população para a importância da adoção responsável. Ao envolver os utentes do CACI nestas atividades, a Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz promove igualmente a participação ativa na vida da comunidade, valorizando o papel de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva, solidária e consciente.
Paralelamente, também durante as Festas de Santo António, na Loja Capacit’Arte, situada no Mercado Municipal, decorre a iniciativa “Suculentas com o coração e adoção de animais”, através da qual os visitantes poderão adquirir arranjos de suculentas produzidos pelos utentes do CACI. As receitas revertem a favor da Associação Ani+, contribuindo para o apoio aos animais acolhidos e para o desenvolvimento do trabalho de proteção animal realizado pela instituição.
Refere a autarquia, por último, que a adoção representa uma oportunidade de proporcionar um novo lar e uma nova vida a animais que aguardam uma família, sendo também um gesto de solidariedade e compromisso. Ao mesmo tempo, importa reforçar a mensagem de que o abandono é um ato de negligência com graves consequências para o bem-estar animal e para a própria comunidade.
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No Auditório da Administração dos Portos de Sines (APS) e do Algarve, SA realizou-se ontem, 9 de junho, uma cerimónia em que esteve presente o Ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e a Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, para anunciar a criação da Alfândega de Sines.
Em causa, a implementação de uma medida, que confere autonomia aduaneira ao principal porto nacional e responde a uma reivindicação há muito defendida pelos agentes económicos da região.
Saliente-se que com esta decisão, Sines deixa de funcionar como delegação da Alfândega de Setúbal, passando a dispor de uma estrutura própria, adequada à dimensão e relevância estratégica do complexo portuário e logístico, passando a contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um Diretor e um Diretor Adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos.
Em nota distribuída à imprensa é salientado que a criação da Alfândega de Sines representa um passo importante para o reforço da competitividade do porto, contribuindo para uma maior agilidade operacional, maior capacidade de resposta às necessidades das empresas e uma gestão mais eficiente dos processos aduaneiros.
De acordo com o presidente do Porto de Sines, Pedro do Ó Ramos, “a criação da Alfândega de Sines constitui um reconhecimento da importância estratégica que o Porto de Sines assumiu para Portugal e para a Europa. Esta decisão reforça a eficiência do ecossistema logístico e industrial instalado em Sines e contribui para aumentar a competitividade de toda a cadeia de valor associada ao comércio internacional”.
Saliente-se que o Porto de Sines tem vindo a afirmar-se como uma das principais plataformas logísticas da Europa Atlântica, desempenhando um papel determinante nas cadeias globais de abastecimento, no comércio internacional e na captação de investimento industrial e logístico. A criação da Alfândega de Sines acompanha esta evolução e reconhece a crescente relevância do complexo portuário, industrial e logístico no contexto nacional e europeu.
Por outro lado, a autonomização da estrutura aduaneira acompanha o crescimento sustentado da atividade portuária e o aumento dos fluxos de mercadorias movimentados através de Sines, reforçando as condições para a continuidade do seu desenvolvimento.
A cerimónia contou com a presença de membros do Governo, presidentes da Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Sines e representantes da Autoridade Tributária e Aduaneira, entidades da administração pública, autoridades portuárias e agentes económicos ligados aos setores marítimo-portuário, logístico e industrial.
Portugal continental vai registar temperaturas elevadas entre hoje e sábado, dias 10 a 13 de Junho, com as máximas a chegarem aos 40 graus Celsius no Alentejo na sexta-feira, adiantou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Esta quarta-feira, dia 10, a temperatura máxima irá variar entre os 25 e os 35°C, com «exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores», referiu o instituto em comunicado.
Já no dia 11, quinta-feira, a subida será «mais acentuada», podendo subir cerca de 10°C em alguns locais.
Sexta-feira, dia 12, será o dia mais quente deste período, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40°C na generalidade do território.
Para já, no continente só o distrito de Faro escapa aos avisos amarelos por «persistência de valores elevados da temperatura máxima» previstos para sexta-feira, dia em que Évora pode chegar aos 40°C.
As temperaturas elevadas são esperadas até sábado, dia 13.
«Para além de se esperarem dias de céu pouco nublado ou limpo, a diminuição da intensidade do vento irá contribuir de forma significativa para uma sensação de aquecimento mais significativa», assinala o IPMA.
O instituto realçou que a temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20°C até à noite de 13 para 14 de Junho.
O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
De acordo com o IPMA, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».
«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», explicou o instituto.
O conteúdo Temperaturas máximas sobem e podem chegar aos 40°C no Alentejo na sexta-feira aparece primeiro em Sul Informação.
O Município de Odemira assinou um contrato‑programa com a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) e o Fundo Ambiental, no valor de 750 mil euros, para financiar intervenções urgentes de recuperação e restabelecimento das zonas costeiras afetadas pelas tempestades.
A formalização deste financiamento decorreu na segunda-feira, 8 de Junho, em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, no âmbito da iniciativa “Territórios Resilientes”.
A representar o Município de Odemira esteve o vice-presidente da Câmara, Ricardo Cardoso.
A cerimónia foi presidida pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e contou também com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da APA, José Pimenta Machado.
No concelho de Odemira, o contrato-programa destina-se à reconstrução de infraestruturas das zonas costeiras danificadas e na reposição de condições de segurança, designadamente a beneficiação de escadas, passadiços, rampas e consolidação de acessos.
As obras financiadas ao abrigo destes contratos serão executadas pela autarquia, sendo que algumas intervenções já estão em curso, com a autorização do Governo para avançar com os trabalhos após as tempestades.
Este financiamento é assegurado pelo Fundo Ambiental, sob gestão da Agência para o Clima.
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