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Man ‘disappears in Guadiana River’, near Mértola

7 June 2026 at 18:16

Authorities have been searching this afternoon for a 37-year-old man who got into difficulties while swimming in the Guadiana river, near Mértola. According to reports, the man, a Brazilian, ‘called

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President, PM call on emigrés, and offspring, to “come back to Portugal!”

7 June 2026 at 18:06

President António José Seguro, has said today that Portugal is now a modern country “that wants its people back”. The president was speaking at an event with the Portuguese community

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50,000 take part in Lisbon’s 27th ‘LGBTQIA+ Pride March’

7 June 2026 at 14:04

Thousands came together in Lisbon yesterday to take part in the 27th LGBTQIA+ Pride March (bringing together lesbians, gays, bissexuals, transexuals, intersexuals and ‘other identities’). Under the banner “no silence,

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Defence minister insists NATO must remain Europe’s principal defensive front

7 June 2026 at 13:13
Nuno Melo

At an exceptionally delicate point (both collectively and specifically for Portugal) in the military relationship with the United States, defence minister Nuno Melo has attempted to dial back on all

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Fim de ciclo para Vítor Gamito no Rebordosa

7 June 2026 at 11:48

VTM

“Chega ao fim um ciclo que me deixa orgulhoso, não apenas pelos resultados alcançados, mas sobretudo pelas pessoas com quem o partilhei.” Foi desta forma que Vítor Gamito anunciou o fim da sua ligação ao Rebordosa, colocando um ponto final numa passagem de duas temporadas no comando técnico da equipa sénior.

Numa longa mensagem de despedida, o treinador deixou palavras de agradecimento à direção, ao staff, ao departamento de formação, à sua equipa técnica, aos sócios e simpatizantes, reservando uma menção especial aos jogadores, que considerou os “verdadeiros protagonistas deste percurso”.

“Que grupo! Que forma de competir!”, escreveu Gamito, destacando o facto de o Rebordosa ter sido a única equipa pós-laboral presente na Fase de Subida do Campeonato de Portugal. Para o técnico, esse feito reflete “o caráter, a ambição e o compromisso” demonstrados pelo plantel ao longo da época.

Apesar do percurso positivo, o treinador reconheceu que a equipa não alcançou o objetivo pretendido. “Não terminámos a época com o objetivo que pretendíamos alcançar. Assumimos essa responsabilidade. Poderíamos e deveríamos ter feito mais e melhor”, admitiu, referindo à tão ambicionada subida à Liga 3.

Na despedida, Vítor Gamito evocou ainda os ensinamentos do falecido treinador Vítor Oliveira, lembrando que “os finais de época são passageiros. Os vencedores terão de provar novamente o seu valor. Os vencidos terão a oportunidade de redefinir objetivos e voltar a competir”, acrescentando que “Rebordosa é valente. Vai seguir em frente.”

Do lado do Rebordosa, a direção fez saber, em comunicado, que a decisão partiu do próprio treinador e aproveitou para agradecer o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dois anos.

“O seu compromisso foi fundamental para o crescimento, desenvolvimento e profissionalização do clube e da sua estrutura”, lê-se na nota, publicada nas redes sociais.

“O seu compromisso foi fundamental para o crescimento, desenvolvimento e profissionalização do clube e da sua estrutura. Foram 65 jogos, 35 vitórias e momentos inolvidáveis, desde o apuramento para os oitavos de final da Taça de Portugal, à presença na fase de subida à Liga 3, bem como ao recorde de invencibilidade no Campeonato de Portugal”, destaca o clube, aproveitando para desejar a Vítor Gamito “e a toda a sua equipa técnica os maiores sucessos pessoais e profissionais, com a certeza de que esta será sempre a vossa casa”.

Recorde-se que o Rebordosa ficou em 1º lugar da série B, com 58 pontos. Na fase de subida a equipa ficou aquém das expectativas. Em seis jogos, somou apenas quatro pontos e falhou os lugares de acesso à Liga 3.

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Ariadna Costa e Antonio Miguel Ramos conquistam primeiro título do Sand Series em Portimão

Torneio mais importante da Europa acontece na Praia da Rocha até domingo

Ariadna Costa e Antonio Miguel Ramos sagraram-se campeões de pares mistos do primeiro Sand Series a acontecer em Portimão e conquistaram o primeiro título do fim de semana na Praia da Rocha, o palco escolhido pela Federação Portuguesa de Ténis para organizar o maior torneio de ténis de praia da Europa.

Já com o sol a pôr-se, os espanhóis, segundos cabeças de série, venceram os brasileiros Flaminia Daina e Fabrício Neis, que formaram a dupla mais cotada e foram campeões em Matosinhos, em duas partidas, com os parciais de 7-6(5) e 6-0 após 57 minutos.

Para Costa, de 22 anos, e Ramos, de 32 anos, a vitória no Sand Series de Portimão traduziu-se no terceiro título lado a lado, segundo este ano — ambos na categoria máxima. A mais nova passou a contar com 15 títulos no palmarés, o mais velho com impressionantes 91 troféus de campeão.

Antes, ainda durante a tarde, o segundo Sand Series a acontecer em Portugal (o primeiro realizou-se na temporada transata em Matosinhos) ficou com as meias-finais femininas e masculinas definidas.

Na competição feminina, as oito jogadoras mais cotadas do ranking mundial garantiram um lugar no Dia D.

Campeãs em Matosinhos, as italianas Giulia Gasparri e Ninny Valentini deram mais um passo em direção ao 40.º título enquanto dupla ao vencerem as compatriotas Greta Giusti e Nicole Nobile por 5-7, 6-1 e 10-4.

O triunfo das segundas cabeças de série foi o único da competição feminina a ser resolvido no match tie-break e permitiu-lhes marcar encontro com as quartas, Veronica Casadei e Ariadna Costa Graell, que passaram por Giulia Trippa e Marcela Vita com os parciais de 6-1 e 6-4. Juntas, Casadei e Graell já venceram quatro provas, a mais recente este ano, no Sand Series das Ilhas Canárias.

As líderes do ranking, Sophia Chow e Vitoria Marchezini, passaram com autoridade (6-2 e 6-4) pelas transalpinas Sofia Cimatti e Flaminia Daina para se aproximarem de mais um título.

Sophia Chow e Vitoria Marchezini (Foto: Carlos Vidigal)

Já com 22 lado a lado, dois deles esta época e um no nível Sand Series, as primeiras pré-designadas discutirão o acesso à final com Elizaveta Kudinova e Anastasiia Semenova. Terceiras favoritas, as russas — campeãs mundiais em 2025 e de outros 21 títulos lado a lado — completaram o elenco das meias-finais ao superarem Patrícia Diaz e Rafaella Miiller por equilibrados 7-6(2) e 7-6(2) ao cabo de 1h50.

No torneio masculino, Nicolas Gianotti e Mattia Spoto deram mais um passo em direção a um segundo título em Portugal. Vencedores em Matosinhos no ano passado, o francês e o italiano chegaram a Portimão como líderes do ranking e primeiros cabeças de série, estatuto que voltaram a confirmar este sábado ao vencerem os brasileiros Fabrício Neis e Allan Oliveira por 6-2 e 7-5 no primeiro encontro dos quartos de final.

Nicolas Gianotti e Mattia Spoto (Foto: Luís Branca)

Campeões de 39 torneios lado a lado, quatro deles já esta época (e os dois mais recentes na categoria Sand Series), Gianotti e Spoto vão lutar por mais uma final em Portugal com Andre Baran e Michelle Cappelletti, quintos favoritos e responsáveis pelo afastamento de Niccolo Gasparri e Antonio Miguel Ramos Viera (quartos) ao vencerem por 6-1 e 6-3.

Finalistas em Matosinhos, Giovanni Cariani e Daniel Mola não tiveram a mesma sorte que os campeões e despediram-se de Portimão nos quartos de final.

Segundos cabeças de série, os brasileiros perderam por 7-6(3), 0-6 e 10-8 frente aos italianos Mattia Bazzi e Dario Jublin, que discutirão a passagem às meias-finais com Felipe Cogo Loch e Gabriele Gini. Os terceiros favoritos levaram a melhor sobre Diego Bollettinari e Carlos Vigon por 6-2 e 6-3.

Este domingo, as meias-finais masculinas acontecerão em simultâneo a partir das 10h30, seguidas das femininas. A decisão masculina está agendada para não antes das 14 horas e a feminina para não antes das 15h30.

Com colaboração do Gabinete de Imprensa do Portugal Beach Tennis Open

“O Treinador em Portugal” – Estudo de caracterização do treinador

Ser Treinador é desenvolver pessoas, equipas e o futuro do desporto. Mas o futuro da profissão de treinador depende do conhecimento da sua realidade atual.

A Confederação de Treinadores de Portugal, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), está a desenvolver o Estudo de Caracterização do Treinador – Projeto de Investigação “O Treinador em Portugal”.

Este estudo nacional visa conhecer melhor quem são os treinadores com Título Profissional de Treinador de Desporto (TPTD) em Portugal, como exercem ou exerceram a sua atividade e quais os desafios que enfrentam ou enfrentaram, contribuindo para a definição de futuras políticas, medidas e estratégias que reforcem o reconhecimento, a valorização e o desenvolvimento da profissão. 

Este questionário demora cerca de 8 minutos a preencher e pedimos a vossa melhor colaboração uma vez que é uma oportunidade para dar voz aos treinadores e ajudar a construir o futuro da profissão do Treinador em Portugal.

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Portugal avança na Agenda 2030, mas impacto das catástrofes aumenta

By: Lusa
7 June 2026 at 11:15

Portugal registou progressos na maioria dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desde 2015, mas continua a acumular atrasos em áreas consideradas críticas para cumprir a Agenda 2030.

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Rede Europeia Anti-Pobreza receia que “trabalho social” da nova Prestação Social única aumente estigma sobre pobres

7 June 2026 at 10:20

A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal receia que a imposição de trabalho social a quem recebe a Prestação Social Única (PSU) aumente o estigma sobre os beneficiários, penalizando ainda mais quem está em situação de pobreza ou exclusão social.

A organização considera que a nova prestação deve garantir, desde logo, um acesso mais simples à proteção social para as pessoas mais vulneráveis, reduzindo o risco de não recurso aos apoios sociais e evitando que cidadãos em situação de fragilidade fiquem excluídos de direitos a que têm acesso.

A EAPN alerta, contudo, que a proposta de lei apresentada pelo Governo prevê a participação obrigatória de alguns beneficiários em “atividades de solidariedade social” e em situações de “emprego conveniente”, uma opção que, na sua perspetiva, pode transmitir a ideia de que as pessoas que recorrem às prestações sociais são pobres por responsabilidade própria.

Segundo a organização, esta obrigatoriedade assume um caráter “compensatório ou corretivo”, em vez de integrar uma lógica de inserção centrada nas necessidades individuais, na capacitação das pessoas e na criação de oportunidades para uma inclusão social efetiva.

“Este facto pode acentuar o estigma que já existe sobre as prestações de mínimos sociais, como o RSI, e pode também aumentar o não recurso e agravar ainda mais estereótipos e situações de aporofobia”, refere a organização.

Para a EAPN, a futura Prestação Social Única deve assentar, antes de mais, na definição de mínimos sociais que garantam condições de vida dignas e constituam uma resposta eficaz para a saída da pobreza.

A organização defende, por isso, mudanças estruturais que passem pelo reforço de oportunidades de emprego digno, pelo acesso a serviços públicos, pela formação inclusiva e por mecanismos de apoio social que não sejam geradores de estigma.

A posição da EAPN surge a propósito da proposta de criação da Prestação Social Única, prevista na Estratégia Nacional de Combate à Pobreza e atualmente em discussão parlamentar, e também na sequência da divulgação de um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre esta prestação social.

Segundo a EAPN, o estudo da OCDE refere que melhorias no sistema atual poderão contribuir para uma maior redução da pobreza, quer através de apoios mais direcionados, quer por via do incentivo ao aumento dos rendimentos e de uma utilização mais eficaz das prestações sociais.

A EAPN considera ainda fundamental que o processo legislativo inclua a participação dos destinatários da medida, dos profissionais que acompanham situações de vulnerabilidade e das organizações da sociedade civil.

“É fundamental que as pessoas que recebem as prestações, assim como os profissionais que estão no acompanhamento e as próprias entidades da sociedade civil, sejam ouvidas e participem na definição da mesma”, sustenta a organização.

Segundo a rede, essa participação é necessária para garantir que a Prestação Social Única se torne “um instrumento eficaz de inclusão social” e de combate à pobreza.

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