Amanhã, sábado, dia 6 de junho, entre as 10h00 e as 17h00, o Parque Municipal de Loulé recebe mais uma edição do “Bora Lá ao Parque”. Numa iniciativa do Município de Loulé, e com a forte participação de parceiros locais, o evento, de entrada livre, oferece dezenas de atividades gratuitas, incluindo cultura, desporto, oficinas e […]
A Escola Profissional de Cândido Guerreiro anuncia a realização de um conjunto de formações modulares, com a duração de 25 horas cada, em regime pós-laboral, dirigidas à comunidade em geral. As ações formativas visam proporcionar oportunidades de aprendizagem flexíveis e acessíveis, conciliáveis com os horários profissionais e pessoais dos participantes. Com uma oferta diversificada e […]
O Parque Municipal de Loulé recebe este sábado, dia 6, entre as 10 e as 17h00, mais uma edição do “Bora Lá ao Parque”.
Numa iniciativa do Município de Loulé, e com a forte participação de parceiros locais, o evento, de entrada livre, oferece dezenas de atividades gratuitas, incluindo cultura, desporto, oficinas e jogos ao ar livre para toda a família, sessões dedicadas à saúde e bem-estar ou ao ambiente, e muita animação, em vários pontos daquele que é o “pulmão verde” da cidade.
O presidente da Câmara Telmo Pinto fará a abertura do evento, no Anfiteatro António Aleixo, pelas 10h00.
A partir daí, as propostas são muitas, promovidas por dezenas de associações locais, instituições desportivas, recreativas e culturais, forças de segurança e projetos sociais, num programa dinâmico e bastante diversificado.
A organização desafia ainda os residentes e visitantes a trazerem a sua lancheira para aproveitarem os espaços verdes do Parque, num “Piquenique em Família”, entre as 12h00 e as 14h00.
«Este será um dia em que o Parque Municipal de Loulé volta a transformar-se no grande ponto de encontro comunitário e intergeracional e espaço de partilha de saberes entre grupos de pessoas de diferentes faixas etárias», salienta a Câmara de Loulé.
Esta iniciativa, assente nos princípios da Carta das Cidade Educadoras, tem a chancela do “Loulé Cidade Educadora” e do programa “Bora Lá… Brincar!”, promovendo o direito ao brincar e o convívio entre pessoas de diferentes idades.
Prime minister Luís Montenegro has ‘guaranteed’ today that he will ‘clarify parties’ doubts’ on the single social benefit (PSU) which the government appears to be trying to bring in at
O director do Centro de Estudos Portugueses da Universidade da Califórnia em Berkeley, Jeroen Dewulf, foi recebido esta semana na Reitoria da Universidade de Coimbra, no âmbito da cooperação académica existente entre as duas instituições. A visita contou com a…
A Infraestruturas de Portugal vai avançar com obras de alargamento de uma estrada confiante com a Linha do Sul, em São Bartolomeu de Messines. Segundo o concurso publicado esta sexta-feira, 5 de junho, em Diário da República, o investimento previsto é de 800 mil euros.
President Seguro has called out the spiralling costs of old people’s homes in a country where old people already vastly outnumber the young. Just in the last 12 months, monthly
This year’s ‘wildfire season’ officially opened on June 1, with 13,335 firefighters; almost 80 aircraft and almost 3,000 appliances at the ready. These will be beefed even further in July
A escritora algarvia Lídia Jorge vai distinguida com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo, numa cerimónia, presidida pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto, marcada para as 18h30 da próxima segunda-feira, 8 de Junho, no Auditório do Solar da Música Nova, em Loulé.
«Será a oportunidade de reconhecer uma das grandes intérpretes do Portugal contemporâneo, com uma obra que reflete, de forma sensível e profunda, as transformações sociais das últimas décadas», afirma a ministra Margarida Balseiro Lopes.
O evento contará com a participação do artista Dino D’Santiago e de um quinteto de sopros do Conservatório de Música de Loulé.
Esta distinção integra-se na 4.ª edição do Fórum Cultura, que decorre na segunda e terça-feira, 8 e 9 de Junho, no Algarve.
O Fórum Cultura arranca na manhã de dia 8, no Museu Zer0, em Tavira, o primeiro do país dedicado à arte digital, com a habitual reunião de trabalho à porta fechada com os responsáveis pelas entidades tuteladas pelo Ministério na área da Cultura e representantes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. A partir das 14h30, o mesmo espaço acolhe a sessão pública “Impacto da tecnologia na Cultura: efeitos e novas expressões”.
Especialistas de várias áreas, como o artista Leonel Moura, a professora catedrática Mirian Tavares, o cineasta Mário Patrocínio, a cantora Viviane ou Pedro Pina, vice-presidente do YouTube, abordam os desafios da digitalização e as novas formas de criação artística.
Para Margarida Balseiro Lopes, «a tecnologia deve estar ao serviço da Cultura, mas não pode substituir a visão, o pensamento crítico, a sensibilidade e a experiência humana».
No dia 9, o Teatro das Figuras, em Faro, recebe a sessão “Políticas Culturais para a Música: da criação à circulação” com vários agentes e entidades culturais.
A iniciativa pretende identificar respostas para um setor em transformação, marcado por novos modelos de negócio e desafios para a criação artística. “É preciso refletir sobre as condições da produção e da circulação da música e os novos padrões de consumo e os impactos no trabalho, valorização e reconhecimento dos artistas portugueses”, considera a ministra.
O Festival das Escaidinhas, que tem lugar em Ferragudo por ocasião do Solstício de Verão, regressa no próximo dia 21 de Junho, domingo, entre as 18 e as 23 horas, afirmando-se como uma celebração da identidade, da criatividade e do património humano e arquitetónico da vila.
Inspirado no momento em que o sol atinge o seu ponto mais alto e os dias alcançam a sua maior duração — uma época que, desde tempos ancestrais, foi assinalada por diversas culturas europeias através de festividades ligadas à luz, à abundância e à renovação — o festival convida a comunidade e os visitantes a redescobrirem a vila através da arte e da partilha.
Na edição deste ano, e considerando o ambiente associado ao Mundial de Futebol, a organização procurou enquadrar o evento em espaços onde o fervor futebolístico não se faça sentir de forma predominante.
Em paralelo, «optou-se por uma redução dos dias de programação, privilegiando uma experiência mais contemplativa, com maior foco na fruição e perceção artística», explica a Junta de Freguesia de Ferragudo, que organiza o festival.
As escadinhas, travessas, largos e recantos que moldam a personalidade única de Ferragudo transformam-se em palcos inesperados, onde se cruzam música, teatro, dança, poesia, artes visuais, gastronomia e outras expressões culturais.
O próprio percurso pela vila integra a experiência, despertando um olhar renovado sobre espaços carregados de história e memória coletiva.
O percurso artístico terá início junto ao Salva-Vidas de Ferragudo, seguindo em direção à igreja e culminando no Cruzeiro de Nossa Senhora da Conceição.
Ao longo deste trajeto, o público poderá encontrar atuações de bandas musicais, piano, exibição de curtas-metragens e, após o pôr do sol, um momento de DJ set.
O Festival das Escaidinhas continua a afirmar-se como um projeto de valorização do espaço público enquanto lugar de encontro, promovendo a criação artística e fortalecendo a ligação entre residentes, visitantes, associações e agentes culturais.
Para os artistas, representa uma oportunidade singular de apresentar o seu trabalho num contexto de proximidade e grande beleza. Para o público, é um convite a percorrer a vila de forma livre, surpreendente e inspiradora.
O Festival é uma co-produção de A Boia Associação Cultural e da Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa.
O nome Escaidinhas é uma homenagem à forma como a palavra “escadinhas” é dita nesta zona do Algarve.
Veja aqui a reportagem sobre a edição do ano passado do Festival das Escaidinhas:
In 2018, when the Democratic Republic of the Congo (DRC) experienced a severe Ebola outbreak, more than 30 experts from the Centers for Disease Control and Prevention (CDC), close to 20 disaster-response specialists from the U.S. Agency for International Development (USAID), and 120 additional USAID staff were on the ground attempting to manage the outbreak, according to estimates from Friends of USAID, an advocacy organization mainly made up of ex-USAID staffers. With that level of staffing in 2018, by and large, they succeeded in limiting the extent to which the disease spread.
This year, as a particularly virulent strain of the Ebola virus — the Bundibugyo strain, against which there is no approved vaccine and for which there are no medicinal cures — runs rampant in the Democratic Republic of the Congo, Friends of USAID estimate there is only one CDC staffer on the ground there, along with five additional State Department personnel. There are of course no USAID workers present, since the Trump administration dismantled USAID during the purges led by the so-called “Department of Government Efficiency” (DOGE) in 2025, summarily firing local health care contractors around the world, including in countries with extreme poverty rates such as the Democratic Republic of the Congo.
The consequences have already been devastating. In past Ebola outbreaks, even before mass testing of disease victims got underway, the CDC and USAID were able to tell when an epidemic was picking up steam based on on-the-ground medical observations and data about excess mortality figures. And, in response, they were able to position medical resources effectively.
In the current outbreak, the decimated remnants of the CDC were caught unawares, only finding out about the outbreak once hundreds, and possibly thousands, of people had already been infected — thus making it far more likely that this outbreak will prove particularly difficult to corral.
Because so many experts have been fired over the past 16 months, and because political overseers have been limiting what the remaining scientists can say and write, “the CDC is not really functional anymore,” Angela Rasmussen, professor of virology at the University of Saskatchewan in Canada, told Truthout. Rasmussen, who also serves as science chair for the Save America Movement, a nonpartisan organization that works to stop ongoing assaults on public health, added that the administration was no longer bothering to consult remaining CDC experts when making policy to respond to the outbreak. “It used to be an evidence-driven process and now it’s a political-driven process,” Rasmussen said.
“I equate it to having the mayor’s office taking on a fire without having a fire department or a fire hose,” Demetre Daskalakis, former director of the CDC’s National Center for Immunization and Respiratory Diseases, told Truthout. Daskalakis, who resigned last August because he was so concerned about the direction that the Department of Health and Human Services was taking under Robert F. Kennedy Jr.’s leadership, says that when faced with grave public health challenges, the administration is simply resorting to “a lot of posturing, with, I think, bad consequences.”
I equate it to having the mayor’s office taking on a fire without having a fire department or a fire hose.
Faced with the twin public health emergencies of the Ebola virus outbreak in the Democratic Republic of the Congo and Uganda, alongside the hantavirus outbreak on a cruise ship from which people disembarked to the four corners of the Earth, the Trump administration’s response has been, at best, ad hoc. Instead of implementing expert-driven protocols, it has leaned on its nativist instincts to simply attempt to lock the virus out. That attempt proved a colossal failure during the early days of the COVID-19 pandemic. And, according to Rasmussen and Daskalakis, the signs are not auspicious for it being a successful strategy against the global health crises of 2026.
For U.S. residents exposed to hantavirus, the Trump administration has ordered mandatory 42-day quarantines in a secure facility in Omaha, Nebraska — despite the fact that experts say the virus doesn’t spread easily and that home quarantine would be just as effective. For U.S. residents exposed to the Ebola virus in Africa, the response has been to refuse them entry back into the United States and to instead have them isolated and, if need be, treated in Kenya — a situation that Rasmussen and other experts say makes little sense given the huge investments made over the past decade in secure biocontainment units in the U.S. “They’re throwing evidence-based risk assessment out the window, and are trampling people’s 14th Amendment rights,” Rasmussen told Truthout. “If we’re going to take Americans’ freedom away, there should be a real basis for that — and there’s not.”
It took so long for the CDC to say anything about hantavirus or to hear from the DRC about Ebola. Relationships that took decades to build have simply disappeared.
Telling people in the U.S. that if they get exposed to the Ebola virus, they won’t be allowed back into their home country for months is, experts believe, a surefire way to discourage U.S. doctors and public health professionals from heading to Africa to try to contain the outbreak. In other words, it is a strategy all but guaranteed to make a bad situation worse.
At the same time, African victims of the disease, who could certainly benefit from access to the treatment center being established in Kenya, are being deliberately excluded from it. “There’s an equity issue,” Daskalakis says of this policy. This, too, will end up hurting public health, as the Ebola patients denied access to the Kenyan facility will, in all likelihood, end up spreading the disease further in their communities or in poorly resourced medical facilities to which some eventually may turn.
Aryn Backus, a CDC employee who has been on administrative leave for more than a year since her job was targeted by DOGE, and who is now deputy executive director of the National Public Health Coalition, told Truthout that the ham-handed U.S. response to the outbreak overseas makes it more likely that the disease will ultimately find its way to the United States. “Diseases don’t understand borders,” she said. And, without detailed international coordination, the likelihood of their spreading far and wide grows.
“We are seemingly not at the table anymore,” Daskalakis added, as he detailed the myriad ways that the U.S.’s role as global public health leader has been corroded. “It took so long for the CDC to say anything about hantavirus or to hear from the DRC about Ebola. Relationships that took decades to build have simply disappeared.”
As Ruínas Romanas de Milreu, monumento afeto ao Património Cultural, promovem, no dia 12 de junho, às 10h00, uma visita aos trabalhos arqueológicos que estão em curso no monumento, no âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia.
Este ano, o tema das jornadas é “Arqueologia a Acontecer”.
«Seguindo a temática proposta pelo Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (Inrap), a atividade será dedicada à arqueologia preventiva e ao seu papel na proteção, salvaguarda e valorização do Património Arqueológico», explica o instituto Património Cultural.
As Ruínas Romanas de Milreu estão temporariamente encerradas ao público devido à execução da empreitada de “Requalificação do Centro Interpretativo e Outros Trabalhos”, desenvolvida no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Esta visita constituirá, por isso, uma oportunidade para conhecer de perto os trabalhos em curso.
Os participantes têm de acompanhar o grupo durante toda a visita, não sendo permitido circular livremente pela área da obra.
Devem usar calçado raso, fechado e confortável e respeitar todas as orientações de segurança no espaço da obra, incluindo o uso obrigatória do equipamento de proteção individual fornecido (capacete e colete).
Just as people thought it was ‘safe to go back into the fully-functioning world’ (afer the double whammy of a general strike, followed by a national holiday), STRN – the
O arquiteto paisagista Gonçalo Duarte Gomes é o novo diretor de departamento de Conservação da Natureza e Biodiversidade do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) no Algarve, tendo assumido essas funções no passado dia 1 de Junho.
Gonçalo Duarte Gomes sucede no cargo ao engenheiro florestal Paulo Silva e à bióloga marinha Ana Margarida Magalhães, que foi a primeira diretora deste departamento, depois da reestruturação do ICNF, em 2019.
Gonçalo Duarte Gomes é licenciado em Arquitetura Paisagista pela Universidade do Algarve (2006), tendo sido aluno de Fernando Santos Pessoa. Tem uma pós-graduação em Direito do Urbanismo e do Turismo pelo Instituto de Ciências Jurídico-Políticas (2020). Foi professor assistente convidado na Universidade do Algarve (2024).
Era, até agora, técnico superior especialista em Coordenação Transversal de Administração e Políticas Públicas na Secretaria-Geral do Governo (Abril 2025 – presente), tendo, antes disso, sido técnico superior na Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros (Dezembro 2023 – Abril 2025) e na Agência Portuguesa do Ambiente (Dezembro 2021 – Dezembro 2023).
Foi ainda Chefe de Projeto na Parque EXPO 98, S.A. (Setembro 2009 – Abril 2016), assumindo depois as mesmas funções na Polis Litoral Ria Formosa, S.A. (Abril 2016 – Dezembro 2021).
Antes tinha sido técnico superior na Câmara Municipal de São Brás de Alportel (Abril 2007 – Abril 2008). Foi também arquiteto paisagista em regime de profissional liberal (2002 – 2021).
É vereador em regime de não-permanência na Câmara Municipal de Faro (Outubro 2025 – presente), eleito como independente nas listas do PSD.
Gonçalo Gomes sempre esteve muito ligado às questões do Património Natural e Cultural, tendo sido vice-presidente da Direção Nacional da Liga para a Protecção da Natureza (LPN) e presidente do Núcleo do Algarve da LPN, bem como presidente da Direção da Al-Portel – Associação de Defesa do Ambiente e do Património Cultural de São Brás de Alportel, secretário da Direção Nacional da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas e ainda membro do CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística, da Universidade de Évora.
Veja o currículo completo:
Dados pessoais:
Nome: Gonçalo Manuel Duarte Gomes Data de Nascimento: 22 de Maio de 1980
Formação Académica:
Licenciatura em Arquitectura Paisagista pela Universidade do Algarve (2006) Pós-graduação em Direito do Urbanismo e do Turismo pelo Instituto de Ciências Jurídico-Políticas (2020)
Experiência Profissional mais relevante:
Vereador em regime de não-permanência na Câmara Municipal de Faro (Outubro 2025 – presente) Técnico Superior Especialista em Coordenação Transversal de Administração e Políticas Públicas na Secretaria-Geral do Governo (Abril 2025 – presente) Professor Assistente Convidado na Universidade do Algarve (2024) Técnico Superior na Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros (Dezembro 2023 – Abril 2025) Técnico Superior na Agência Portuguesa do Ambiente (Dezembro 2021 – Dezembro 2023) Chefe de Projecto na Polis Litoral Ria Formosa, S.A. (Abril 2016 – Dezembro 2021) Chefe de Projecto na Parque EXPO 98, S.A. (Setembro 2009 – Abril 2016) Técnico Superior na Câmara Municipal de São Brás de Alportel (Abril 2007 – Abril 2008) Arquitecto Paisagista em regime de profissional liberal (2002 – 2021)
Formação/capacitação profissional mais relevante:
Percurso para Dirigentes e Técnicos da Administração Local, do Programa de Formação em Territórios Inteligentes (2025) Curso Executivo – AI Business School AP (2024) Gestão Florestal Sustentável (2012) Restauração de Rios com recurso à Engenharia Natural (2011) Monitores de Educação Ambiental (2007) Formador Certificado em Igualdade de Oportunidades pela REAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza (2007) Formador Certificado pelo IEFP, I. P. – Instituto de Emprego e Formação Profissional I. P. (2007) Concepção e Gestão de Projectos (2006) Liderança, Gestão e Negociação de Conflitos (2006)
Informação complementar:
Membro do CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística, da Universidade de Évora Arquitecto Paisagista inscrito na APAP – Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas e Delegado (cooptado) do Distrito de Faro Ex-representante cooptado da APAP na Comissão de Acompanhamento da Política Nacional de Arquitectura e Paisagem Ex-secretário da Direcção Nacional da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas Ex-Vice-Presidente da Direcção Nacional e ex-Presidente do Núcleo do Algarve da Liga para a Protecção da Natureza Ex-Conselheiro Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve Ex-membro do Conselho de Região Hidrográfica do Algarve Ex-Presidente da Direcção da Al-Portel – Associação de Defesa do Ambiente e do Património Cultural de São Brás de Alportel Autor de um livro, de diversos artigos de investigação e divulgação, na comunicação social, e capítulos de livros Orador e moderador convidado em diversos eventos nacionais e internacionais
Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo. Obrigado por fazer parte desta missão!
Conforme estava previsto, reabriram, esta sexta-feira, as portas de um dos mais populares supermercados Lidl entre os residentes dos concelhos de Lagoa e Portimão.