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Condenan a 16 meses de prisión a unos padres por un delito de abandono de sus hijos menores, dos de los cuales dieron positivo en cocaína

12 June 2026 at 15:50

Un hombre de 41 años y una mujer de 28 años de nacionalidad británica han sido condenados a una pena de 16 meses de prisión por un delito de abandono de menores. Ambos son padres de tres niños de seis meses, un año y cuatro años, a los que dejaron solos en un hotel de Benalmádena (Málaga) el pasado miércoles. Tras ser alertados, agentes de la Policía Nacional arrestaron a la pareja, que se encontraba en otra zona del complejo turístico. Los niños fueron trasladados a un centro hospitalario, donde dos de ellos dieron positivo por cocaína. Todos han quedado bajo la tutela de los Servicios Sociales de la Junta de Andalucía, que tramitará su traslado hasta Reino Unido.

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© EUROPA PRESS (EUROPA PRESS)

El juzgado de Torremolinos, en una imagen de archivo.

Mais de 270 doses de droga apreendidas em operação da GNR em Lamego

12 June 2026 at 13:38

VTM

Três homens, com idades compreendidas entre os 23 e os 38 anos, foram detidos no concelho de Lamego pelo crime de tráfico de estupefacientes, na sequência de uma operação desenvolvida pelo Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Lamego.

Segundo nota da GNR, a ação decorreu no âmbito de uma investigação relacionada com o tráfico de droga e culminou no cumprimento de três mandados de detenção e nove mandados de busca, dos quais quatro domiciliárias e cinco em veículos.

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Durante as diligências, os militares apreenderam 177 doses de cocaína, 66 doses de canábis e 32 doses de heroína, bem como 90 gramas de produto utilizado para corte de estupefacientes. Foram ainda apreendidas duas botijas de óxido nitroso, quatro balanças de precisão, 10 telemóveis, dois tablets e dois computadores portáteis.

A operação permitiu apreender ainda três navalhas utilizadas no corte da droga, uma arma branca, um bastão extensível, um recipiente de gás pimenta, uma munição e vários veículos, entre os quais um automóvel, um quadriciclo e outros três veículos motorizados.

De acordo com a GNR, foram também apreendidos 442,30 euros em numerário, alegadamente relacionados com a atividade criminosa investigada.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Viseu.

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Prisão preventiva por suspeita de tráfico de droga

12 June 2026 at 13:19

VTM

O homem foi detido, na terça-feira, na sequência de uma investigação relacionada com a introdução e comercialização de droga na cidade de Chaves.

Em comunicado, a PSP revela que durante a operação foram apreendidas 217 doses individuais de heroína, com um peso aproximado de 38,73 gramas, e 110 doses individuais de cocaína, num total de cerca de 46,45 gramas.

Os agentes apreenderam ainda um telemóvel, dinheiro em numerário, uma arma proibida classificada como arma da Classe A e duas viaturas alegadamente utilizadas na atividade criminosa investigada.

No âmbito da operação foram realizadas buscas domiciliárias que permitiram recolher diverso material considerado relevante para o desenvolvimento da investigação.

O suspeito foi presente à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

Em comunicado, a PSP reafirma o seu compromisso no combate ao tráfico de estupefacientes, sublinhando que “continuará a desenvolver ações de prevenção e repressão deste tipo de criminalidade, com o objetivo de reforçar a segurança pública e proteger a comunidade”.

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Homem de 23 anos detido por tráfico de droga em Grândola

12 June 2026 at 10:31

Um homem de 23 anos foi detido na terça-feira pela GNR por suspeitas de tráfico de droga, no concelho de Grândola, tendo-lhe sido apreendidas 192 doses de canábis resina, segundo esta força de segurança.

O Comando Territorial Setúbal indicou, em comunicado, que o suspeito foi detido durante uma fiscalização rodoviária, depois de os militares terem detetado a existência de droga no veículo.

Além do canábis resina, a guarda apreendeu 33 euros em dinheiro e uma faca alegadamente utilizada no corte da droga.

O suspeito foi detido e constituído arguido, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Grândola.

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Agente apanhado a snifar cocaína é afastado de funções

11 June 2026 at 10:18
Agente da PSP foi afastado de funções, mas terá perseguido e ameaçado ex-traficante de droga que divulgou vídeos e fotografias. Caso transitou para PJ e será alvo de inquérito.

© CNN/ rede X

"Ele soube que eu tinha vídeos dele antigos e os policiais começaram a me perseguir para apagar os vídeos e ameaçaram-me de morte"

10h.Uber da Droga. FPJ surpresa com caso de Jorge Fonseca

10 June 2026 at 10:14
Presidente Sérgio Pina mostra-se aliviado por o atleta ser apenas testemunha e diz que nunca recebeu nenhuma notificação de problemas. Ainda, maio foi o segundo mais quente alguma vez registado.

GNR apanha traficante de droga que fazia negócio em Guimarães

9 June 2026 at 23:58

A GNR deteve, na segunda-feira, um homem suspeito de tráfico de droga no concelho de Guimarães, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a GNR refere a detenção ocorreu na cidade do Porto, após o cumprimento a quatro mandados de busca domiciliária, um de busca não domiciliária e cinco buscas em veículo.

O suspeito foi detido em flagrante delito e foram apreendidos 16,28 gramas de MDMA, uma pistola de calibre 6,35, 70 euros em numerário, dois telemóveis, um revólver de alarme, uma pistola de alarme, uma caixa de munições de 22mm, cinco cartuxos de caçadeira de calibre 12mm, um colete balístico, diversas munições de diferentes calibres, diversos artigos de pirotecnia, diversas peças de fardamento das forças de segurança (PSP e Guarda Prisional), diversos logótipos exclusivos das forças de segurança, uma luz de emergência (pirilampo) de uso exclusivo das forças de segurança e duas box de IPTV.

GNR apanha traficante de droga que fazia negócio em Guimarães
Artigos apreendidos pela GNR. Foto: GNR

O detido foi libertado e os factos foram comunicados ao Ministério Público de Vila Nova de Famalicão.

A ação foi levada a cabo pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Guimarães e contou com o apoio da estrutura da Investigação Criminal do Comando Territorial de Braga bem como da PSP do Porto.

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Os pontos quentes do Uber da Droga em Lisboa

9 June 2026 at 23:38
Andava por toda a cidade — e pelos arredores — em eventos musicais, festas e à porta de discotecas. Operação da PSP revela os locais onde dealer dos famosos atuava.

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

Coltivazione piante di papavero da oppio in zona vietata per la frana di Niscemi: due denunciati

9 June 2026 at 13:20

La scoperta ha sorpreso anche i carabinieri. In un’area impervia di Niscemi (Caltanissetta), sottoposta a interdizione dopo la frana del gennaio scorso, c’era una intera piantagione di piante di papavero da oppio. I militari dell’Arma hanno trovato una coltivazione di circa 720 piante di Papaver somniferum.

Il ritrovamento è avvenuto nel corso di un’operazione condotta dai militari dello squadrone eliportato Cacciatori Sicilia, con il supporto dei carabinieri della Stazione locale. La zona, caratterizzata da fitta vegetazione e condizioni di difficile accesso, è risultata completamente isolata e rientra tra quelle interdette per motivi di sicurezza legati al dissesto del terreno.

Secondo quanto ricostruito dagli investigatori, le piante si trovavano in avanzato stato di maturazione e sarebbero servite alla produzione di sostanze stupefacenti. I carabinieri hanno denunciato alla Procura di Gela un uomo di 57 anni e una donna di 48 anni, entrambi residenti a Niscemi, ritenuti responsabili della coltivazione. Su disposizione dell’autorità giudiziaria, l’intera piantagione è stata sequestrata.

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Caso “Uber da droga”. José Carlos Pereira, Jorge Fonseca e Marta Gil referidos na investigação

By: ZAP
8 June 2026 at 17:10
Em causa está uma rede de tráfico de droga que operava na Grande Lisboa liderada por Nuno Santos, apelidado de “Uber da droga”. Nuno Santos foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão efetiva. Os nomes dos atores José Carlos Pereira e Marta Gil, bem como do judoca olímpico Jorge Fonseca, surgem associados a escutas telefónicas realizadas no âmbito da investigação policial que desmantelou uma rede de tráfico de droga na Grande Lisboa, liderada por Nuno Santos, conhecido pelas autoridades como o “Uber da droga”. A informação foi avançada pelo Observador e resulta de um processo que acompanhou

Embarcação suspeita de narcotráfico apreendida a sul de Faro, outras duas escaparam

8 June 2026 at 14:45

Uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV), alegadamente utilizada por organizações dedicadas ao tráfico de droga por via marítima, foi apreendida a sul de Faro, enquanto outras duas escaparam às autoridades, revelou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Após um alerta recebido para «a existência de uma EAV imobilizada em águas oceânicas a sul de Faro», elementos do Comando Regional da Polícia Marítima do Sul, com o apoio do Destacamento de Abordagem dos Fuzileiros, da Marinha, e em cooperação com a Polícia Judiciária, realizaram ações de vigilância e fiscalização na costa, lê-se em comunicado.

Durante a aproximação dos meios das autoridades, explica a AMN, «foram identificadas outras duas embarcações nas proximidades que, ao aperceberem-se da presença policial, iniciaram uma fuga a alta velocidade».

«De imediato, foi realizada uma perseguição marítima, durante a qual as embarcações suspeitas efetuaram diversas manobras evasivas com o objetivo de evitar a interceção. Apesar dos esforços desenvolvidos pelos meios empenhados, não foi possível intercetar estas EAV», relatam as autoridades.

A embarcação inicialmente detetada foi apreendida e rebocada.

«Estas ações enquadram-se no esforço contínuo da Polícia Marítima para combater a utilização da costa portuguesa como plataforma logística para atividades criminosas transnacionais», referem as autoridades.

A Polícia Marítima mantém um «elevado nível de vigilância e prontidão operacional», recorrendo a meios navais, equipas especializadas e à cooperação permanente com outras entidades nacionais e internacionais, «reforçando a capacidade de deteção, acompanhamento e interceção de embarcações suspeitas associadas ao tráfico de droga».

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Strage di Erba, l’ex compagno di cella di Azouz Marzouk chiede gli atti al ministero della Giustizia di un’inchiesta per droga. Il legale: “Elementi di interesse”

8 June 2026 at 13:40

A quasi vent’anni dalla strage di Erba e a oltre un anno dalla definitiva chiusura del capitolo giudiziario della revisione, c’è ancora chi continua a cercare negli archivi, nelle intercettazioni e nei fascicoli paralleli elementi che possano riaprire il caso che costò la vita a Raffaella Castagna, al piccolo Youssef Marzouk, a Paola Galli e a Valeria Cherubini. L’ultima iniziativa arriva da Abdi Kais, indicato dalla difesa dei coniugi Romano come un possibile “supertestimone” nell’ambito delle iniziative volte a rimettere in discussione la ricostruzione della strage.

Attraverso il suo legale Vito Daniele Cimiotta, Kais si è rivolto direttamente al ministero della Giustizia chiedendo un intervento per ottenere copia di atti investigativi e intercettazioni contenuti in un fascicolo relativo a un’inchiesta sul traffico di stupefacenti del 2007-2008 che coinvolgeva lui stesso e la famiglia Marzouk. Secondo il difensore, nonostante ripetute richieste, la documentazione non sarebbe ancora stata resa disponibile dalla cancelleria del Tribunale di Como.

L’obiettivo dichiarato è verificare se in quel materiale possano emergere elementi utili a un ulteriore riesame del massacro compiuto l’11 dicembre 2006, il cui unico sopravvissuto, Mario Frigerio, diventò testimone nei processi che portano alla condanna Roba Bazzi e il marito Olindo. Abdi Kais, che era stato diventato di Azouz Marzouk, aveva dichiarato l’uomo gli disse, in sostanza, “sono tanto preoccupato per mia moglie e mio figlio. Quando esci dacci un occhio tu, per favore”. Gli atti d’indagine e le intercettazioni richiesti “potrebbero contenere elementi di interesse investigativo e risultare utili nell’ambito delle iniziative volte a riesaminare il caso della strage di Erba” ha spiegato il legale.

La richiesta

La richiesta si inserisce però in un contesto processuale che appare difficilmente aggirabile. La revisione del processo, infatti, è già stata chiesta, discussa e respinta. Per mesi la Corte d’Appello di Brescia ha esaminato le istanze presentate dalla difesa e dall’allora sostituto procuratore generale di Milano Cuno Tarfusser (censurato dal Csm e smentito dai giudici per questo, ndr), arrivando a dichiararle inammissibili. Decisione successivamente confermata dalla Corte di Cassazione con una sentenza che ha posto un ulteriore sigillo sul caso ribadendo i “riscontri innumerevoli e minuziosi” e le “prove solide” con i due condannati.

Una sentenza “costituita da un tessuto logico-giuridico di notevole solidità non solo per la forza espressa da ognuna delle principali prove acquisite in ragione della loro autonoma consistenza (“confessione dei due imputati, ancorché ritrattata, ammissione di colpa riportata in appunti manoscritti e in scritti diretti a terzi, deposizione dibattimentale dell’unico testimone oculare, Frigerio, presenza di traccia ematica riconducibile a Valeria Cherubini sull’auto di Romano”), ma – scrivevano un anno fa gli ermellini nelle motivazioni – anche per la presenza di innumerevoli e minuziosissimi elementi di riscontro”.

Il giudicato e il processo mediatico permanente

Non si tratta soltanto di una condanna passata in giudicato. Nel caso di Olindo Romano e Rosa Bazzi si è avuta una convergenza assoluta tra i diversi gradi di giudizio. La sentenza di primo grado, quella d’appello, il vaglio della Cassazione e, da ultimo, il procedimento di revisione celebrato davanti ai giudici di Brescia hanno tutti confermato la responsabilità penale dei due coniugi. Le prove ritenute decisive dai giudici sono state sottoposte per anni a un duplice controllo: scientifico e giuridico. Dalle confessioni, poi ritrattate, alle dichiarazioni dell’unico sopravvissuto Mario Frigerio, fino agli elementi materiali e ai molteplici riscontri valorizzati nelle sentenze. Un patrimonio probatorio che ha superato ogni verifica prevista dall’ordinamento.

Questo non significa che la ricerca della verità debba arrestarsi per principio o che il sistema delle impugnazioni straordinarie non debba essere utilizzato quando emergano elementi realmente nuovi. La revisione esiste proprio per evitare errori giudiziari. Ma altra cosa è trasformare ogni sentenza definitiva in un punto di partenza per una contestazione senza fine, alimentata da ipotesi già esaminate e respinte nelle sedi competenti. Negli ultimi anni il caso Erba – e il pensiero non può non andare alla nuova indagine sul delitto di Garlasco – è diventato anche il simbolo di una tendenza più ampia: quella di sottoporre il giudicato a un processo mediatico permanente. Un fenomeno che ha trovato sponde in campagne televisive, ricostruzioni alternative e iniziative personali, come quelle portate avanti dallo stesso Tarfusser anche dopo il rigetto della revisione e nonostante le ripetute bocciature ricevute nelle sedi giudiziarie.

Resta naturalmente il diritto di chiunque di avanzare istanze, chiedere documenti e proporre nuove verifiche. Ma resta anche un dato che troppo spesso finisce sullo sfondo del racconto pubblico: nel nostro ordinamento le sentenze non sono opinioni. Sono il risultato di processi celebrati nel contraddittorio delle parti, davanti a giudici diversi e sottoposti a molteplici controlli. Nel caso della strage di Erba, dopo quasi vent’anni di indagini, processi, appelli, ricorsi e richieste di revisione, tutte le decisioni assunte dalle autorità giudiziarie sono andate nella stessa direzione. Continuare a presentare il caso come un mistero irrisolto significa ignorare una realtà processuale che, piaccia o meno, appare tra le più solide e scrutinata della recente storia giudiziaria italiana.

Tutte le prove contro i condannati

Ecco quali sono i riscontri e le prove che hanno portato all’ergastolo. Le intercettazioni, le due confessioni, il Dna, la testimonianza del sopravvissuto, gli appunti su una Bibbia. Per i giudici le intercettazioni dei due coniugi, finiti immediatamente nel mirino degli investigatori, “esprimevano un pensiero che suonava quasi come una confessione“. Il 20 dicembre 2006, a nove giorni dalla mattanza nella Palazzina del Ghiaccio di via Diaz, moglie e marito sono in macchina perché già pensano di essere sotto osservazione e dicono: “Perché non mettono sotto torchio lui ed i suoi amici marocchini …. Però quando noi andavamo dai carabinieri che dicevamo quello che succedeva … va se alzavano il culo e venivano giù … eh se loro alzavano il culo non succedeva …. “. Per i magistrati – che hanno individuato negli scontri condominiali tra i coniugi e Raffaella il movente degli omicidi premeditati – Bazzi e Romano spiegano già con quelle parole di aver agito e perché. Il giorno prima del fermo, eseguito l’8 gennaio, i due erano convocati e la donna dice: “… è andata male eh?” … non hai paura? … ” aggiungendo “… io ho paura… come quella sera che siamo andati a Como … “.

Il Dna

Alla base del fermo all’epoca c’era stata la traccia di Dna rilevata nella Seat Arosa della coppia e la testimonianza di Mario Frigerio. Il sangue, non visibile a occhio nudo, venne repertato sull’auto sul battitacco del conducente insieme ad altre tre tracce che non erano sangue. Una “traccia di alta qualità, perché il Dna di quella traccia è strato tratto da sangue vicino al sangue puro, senza particolari fattori degradanti” scrivono i giudici nelle motivazioni della sentenza di primo grado citando le parole del perito. Era sangue di Valeria Cherubini, la moglie di Frigerio che fu trovata morta al secondo piano, dopo essersi trascinata. Come era finita quella traccia di sangue puro nell’auto dei coniugi? Il processo ha risposto anche a questa domanda: non per contaminazione come ipotizzato, ma semplicemente perché era sul corpo di Olindo Romano che sul punto aveva risposto al pm che gli chiedeva del sangue: “Ma non dai piedi, per me ce l’avevo in testa. Sì, perché il resto mi ero cambiato tutto. Io quella sera … ho cambiato anche le calze, e quelle macchie … erano sotto le calze e sotto i pantaloni, e quindi le cose che ho perso in macchina, le ho perse sicuramente dai capelli… “.

I magistrati sottolineano come non sono state trovate tracce residue di sangue nel cortile subito dopo la strage, il fuoco (i due appiccarono anche un incendio), l’acqua utilizzata dai vigili del fuoco intervenuti “ha reso vano ogni tentativo di rinvenire orme, impronte digitali o tracce ematiche a partire dal portoncino di ingresso della palazzina del ghiaccio … Ed allora non resta che concludere che gli imputati possono essere stati contaminati da quella traccia di sangue solo la notte stessa della strage, e solo per essere stati proprio sulla scena del delitto, e questo prima che il fuoco e gli interventi dei primi soccorritori devastassero l’ambiente”.

Le confessioni

Appena fermati marito e moglie negarono, ma il 10 gennaio confessarono e poi confermarono due giorni dopo davanti al giudice per le indagini preliminari. “Io vi racconto tutta la verità adesso, poi qualche piccolo particolare poi dopo, lo rivediamo magari dopo perché … Niente quella sera lì eravamo in due, e io ero fuori che fumavo e mia moglie era in casa. Quando è arrivata la Castagna con la macchina del padre e la figlia e il nipote, io ero già fuori. Mia moglie è uscita, le abbiamo lasciate salire e nell’andare in là abbiamo messo i guanti, tutti e due, i guanti di tela bianca … Siamo entrati prima io e mia moglie penso che ce l’avevo subito dietro, ho colpito la Raffaella subito, ho colpito la madre subito e mia moglie è corsa dal bambino. Poi, mia moglie è ritornata e mi ha dato una mano a finire la mamma della Raffaella, poi siamo passati sulla Raffaella ed abbiamo finito anche lei …. ”.

“L’ho colpito alla gola e poi io mi ricordo che è rimasto lì per terra ecco. Poi c’era mia moglie lì da parte sulla signora Valeria, e so che sono andato là con il coltellino a dargli una o due coltellate sulla testa, adesso non so se era una o se erano due. Ecco, e questo è quello che mi ricordo io…”. Rosa racconta, rispondendo alle domande del pm, come ha preso il bambino, come l’ha colpito mentre era sul divano dopo avergli stretto la faccia in una mano. Perché l’ha ucciso? “Perché piangeva e mi dava fastidio, mi aumentava il mal di testa quando sentivo … , e allora l’ho preso”. I colpi? “Uno” da sinistra a destra alla gola da lei che è mancina.

La dinamica e il particolare dei cuscini

“Dunque non una, ma due confessioni assolutamente spontanee, in nessun modo coartate – scrivono nelle motivazioni i giudici – impossibili da concertare nei dettagli eppure assolutamente complementari, confessioni rilasciate ai Pubblici Ministeri a soli due giorni dal fermo, in data 10.1.2007. Ma non è tutto, perché sia Romano Olindo che Bazzi Rosa, ad ulteriori due giorni di distanza, davanti al Gip, il 12.1.2007, ancora una volta entrambi, senza avere peraltro avuto modo di consultarsi, ribadiscono le rispettive ammissioni di colpa. Ed anche questa volta, val davvero la pena di sottolinearlo senza fare assolutamente alcun accenno alle presunte pressioni subite”. A fronte di racconti particolareggiati e perfettamente complementari ai risultati delle indagini, all’inizio dell’udienza preliminare il 28 febbraio 2008, Romano con una breve dichiarazione, Bazzi con 29 parole su un foglietto scritto a mano dicono di essere innocenti e di aver confessato per non essere separati.

I due coniugi avevano confessato circostanze ancora non verificate dagli investigatori e conoscevano particolari che solo chi aveva portato a termine la strage poteva sapere. Entrambi hanno raccontato come è morta Valeria Cherubini. Gli stessi inquirenti all’inizio pensavano che l’aggressione alla donna si fosse conclusa nel suo appartamento dove era stata ritrovata. Mentre sono stati i due coniugi a rivelare, “cosa che poi è stata confermata da tutte le risultanze processuali – scrivono i giudici in sentenza – che l’aggressione si era conclusa sul pianerottolo del piano sottostante e che, quindi, era stata la donna da sola a riuscire a trascinarsi sino al suo appartamento”. C’è il particolare dei cuscini ritrovati vicino i corpi di Raffaella e della madre, usati per soffocare i lamenti. Particolare che non erano noto a nessuno e che all’inizio neanche gli inquirenti avevano preso in considerazione, eppure Rosa Bazzi ne parla e dice come e perché li ha usati.

La Bibbia

È agli atti del processo una lettera che nell’aprile del 2007 la coppia fece arrivare a un religioso: “Non ci siamo ancora resi conto di ciò che abbiamo fatto. Il perdono, il pentimento, si contrappongono all’odio e alla rabbia, alle umiliazioni subite in questi anni, la nostra colpa, la responsabilità di chi poteva evitare tutto questo e non lo ha fatto”. Ci sono poi gli appunti di Romano sulla Bibbia che gli fu regalata dal cappellano del carcere durante i primi mesi di detenzione. Anche questi scritti sono agli atti “… accogli nel tuo regno il piccolo Youssef, la sua mamma Raffaella, sua nonna Paola e Cherubini Valeria a cui noi abbiamo tolto il tuo dono, la vita … ” e poi ” … oggi a colloquio con la mia vita mi ha raccontato che sono alcune notti che vede Raffaella davanti alla branda come quella sera col sangue che le scende sul volto ed i colpi che gli ho inferto quando l’uccidemmo … ” e sotto il commento:” … stiamo scontando la nostra pena per causa tua e della tua famiglia … “. In altri appunti il rancore verso le vittime, verso il padre di Raffaella Castagna “… Dio lo ha punito, un uomo che si rifugia in chiesa, cattolico per interesse. Sapeva tutto e non ha fatto niente per evitare una strage annunciata … “; verso Mario Frigerio e Valeria Cherubini: “… dovevano farsi i cazzi suoi … “.

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PSP de Bragança detém quatro pessoas em três dias

8 June 2026 at 12:43

VTM

Três das detenções estão relacionadas com suspeitas de tráfico de estupefacientes e uma resultou do cumprimento de um mandado de detenção internacional.

A primeira ocorrência teve lugar no dia 5 de junho, em Mirandela, onde agentes da PSP deram cumprimento a um mandado de detenção internacional emitido por suspeitas da prática de um crime de roubo ocorrido no Brasil. A detida é uma mulher de 54 anos, que será presente ao Tribunal da Relação de Guimarães para os procedimentos legais subsequentes. A operação contou com a colaboração da INTERPOL, através do Departamento de Investigação Criminal da PSP e do Núcleo de Investigação Criminal do Comando Distrital de Bragança.

No dia seguinte, 6 de junho, a Divisão Policial de Bragança deteve um homem, de 50 anos, por suspeitas de tráfico de droga. Durante a intervenção policial foram apreendidos 11,41 gramas de cocaína, 1,07 gramas de heroína e 4,81 gramas de haxixe.

Já no dia 7 de junho, em Mirandela, foi detido um homem, de 52 anos, no âmbito de uma investigação em curso relacionada com tráfico de estupefacientes. Na sua posse foram encontradas e apreendidas 501,33 gramas de haxixe, 26,24 gramas de cocaína e 14,4 gramas de heroína.

Ainda nesse dia, na cidade de Bragança, a PSP deteve outro homem, de 57 anos, também por suspeitas de tráfico de droga. A operação resultou na apreensão de 12,07 gramas de cocaína.

Os três suspeitos detidos por tráfico de estupefacientes serão presentes às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório judicial e eventual aplicação de medidas de coação.

Em comunicado, o Comando Distrital da PSP de Bragança reafirma que “continuará a desenvolver ações de prevenção e combate à criminalidade, em articulação com as autoridades competentes, no cumprimento da sua missão de garantir a segurança pública”.

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Empresa de Castro Alves apresentou empresário condenado a projeto de cannabis medicinal

By: ZAP
8 June 2026 at 11:20
A corrida às licenças de cannabis medicinal em Portugal expôs fragilidades nos controlos de investidores, depois de a consultora de Eurico Castro Alves ter intermediado contactos entre a Sync Nature e uma empresa de um empresário brasileiro investigado por tráfico internacional de droga. A consultora fundada por Eurico Castro Alves, antigo presidente do Infarmed e ex-secretário de Estado da Saúde, apresentou a uma empresa portuguesa de cannabis medicinal uma sociedade controlada por um empresário brasileiro que viria a ser condenado em Portugal por tráfico de cocaína. Este empresário já estava identificado pelas autoridades brasileiras numa investigação sobre tráfico internacional de

Minacce alla figlia e droga da spacciare per ripagare un debito: l’incubo di una coppia nel “supermercato online” della cocaina

7 June 2026 at 16:32

Un “debito” da 19.500 euro trasformato in una condanna a spacciare droga per conto dell’organizzazione. È uno degli aspetti più inquietanti dell’indagine dei carabinieri della compagnia di Civitavecchia che ha portato alla denuncia di otto persone, sette italiani e uno straniero, accusate a vario titolo di detenzione ai fini di spaccio di sostanze stupefacenti in concorso, sequestro di persona, estorsione aggravata e violenza privata. Al centro dell’inchiesta, avviata nel luglio del 2025 tra Cerveteri e la frazione di Campo di Mare, c’è una coppia che, secondo la ricostruzione degli investigatori, sarebbe finita nelle mani di un gruppo criminale specializzato nel traffico di cocaina e nella gestione di un vero e proprio “supermercato della droga” online.

La vicenda ha avuto origine dal sequestro di quasi 400 grammi di cocaina trovati dai carabinieri nell’abitazione di uno dei custodi dello stupefacente. La sostanza faceva parte di un quantitativo più ampio, circa due chilogrammi destinati allo spaccio al dettaglio. Da quella perdita sarebbe nato il presunto debito che l’organizzazione avrebbe attribuito ai due conviventi. Secondo gli inquirenti, la coppia sarebbe stata sottoposta a pesanti intimidazioni. Minacce di morte, pressioni psicologiche e violenze avrebbero accompagnato le richieste di pagamento. Tra gli episodi contestati figura anche la minaccia di uccidere la figlia minorenne dei due e quella di compiere violenze sessuali sulla donna.

Non essendo in grado di restituire il denaro richiesto, i conviventi sarebbero stati costretti a lavorare per il gruppo criminale, spacciando altra droga senza ricevere alcun compenso. Una sorta di “lavoro forzato”, secondo la definizione degli investigatori, imposto per ripianare il debito accumulato. In uno degli episodi ricostruiti nel corso delle indagini, la donna sarebbe stata obbligata a trasportare un ingente quantitativo di stupefacente fino a Campobasso.

L’inchiesta ha inoltre fatto emergere un sistema di spaccio altamente organizzato. A guidarlo sarebbe stato un uomo detenuto in carcere che, nonostante fosse in carcere avrebbe continuato a dirigere le attività del gruppo grazie a un telefono cellulare introdotto illegalmente nell’istituto penitenziario. Attraverso applicazioni di messaggistica criptata come Telegram e Signal, il presunto promotore dell’organizzazione coordinava clienti, corrieri, consegne e pagamenti relativi alla vendita di cocaina. Secondo i carabinieri, il gruppo avrebbe imposto il proprio controllo sul territorio utilizzando metodi particolarmente aggressivi e intimidatori, facendo ricorso anche ad armi da fuoco per rafforzare la propria capacità di pressione.

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GNR detém cerca de dez pessoas por dia e apreende 2 249 doses de droga

2 June 2026 at 14:46

A GNR deteve, em média, cerca de uma dezena de pessoas por dia no Algarve, por diversos crimes, e apreendeu uma quantidade significativa de estupefacientes, durante a semana de 25 a 31 de maio.

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Mais de duas mil doses de droga apreendidas no Algarve na última semana

1 June 2026 at 11:56

A GNR apreendeu, na última semana, no Algarve, 1144 doses de cocaína, 605 doses de haxixe, 500 doses de canábis e três balanças de precisão.

Nas operações de combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária e promoção da segurança pública, que decorreram também entre os dias 25 e 31 de Maio, foram detidas 74 pessoas em flagrante delito, destacando-se 42 por condução sob o efeito do álcool, 16 por condução sem habilitação legal e duas por tráfico de droga.

No trânsito foram detetadas 588 infrações, destacando-se 153 por excesso de velocidade, 98 por falta de inspeção periódica obrigatória, 39 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 24 por falta de seguro de responsabilidade civil,15 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução e 14 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças.

Neste período, a GNR registou ainda 42 feridos leves, uma morte e seis feridos graves.

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