Normal view

De la calle a la cancha: así sonó el día que México volvió a abrir un Mundial

12 June 2026 at 18:26
.

El momento más esperado por el mundo del fútbol llegó. Este jueves 11 de junio, el mítico Estadio Azteca se convirtió en el primer recinto de la historia en albergar tres ceremonias inaugurales de un Mundial, tras las de 1970 y 1986.

Seguir leyendo

Diseño y desarrollo:

Mónica Juárez Martín

Edición de audio:

Gladys Serrano

Audios:

Aurea del Rosario, Angélica Escobar y Carlo Echegoyen

Foto:

Emiliano Molina, Aurea del Rosario, Nayeli Cruz, AP y Reuters

¡Dímelo a mí!

12 June 2026 at 04:30

Esto, querido lector, es una correspondencia entre dos de las grandes plumas de las letras hispánicas. Martín Caparrós y Juan Villoro, amigos y fanáticos futboleros, iniciaron una conversación –íntima y pública al mismo tiempo– con la excusa de la celebración del Mundial de Qatar, en 2022. Ahora, cuatro años más tarde, retoman esa misma seríe, titulada ‘Un mundial de ida y vuelta’, para seguir con idéntica pasión el día a día de este otro Mundial que acogen EE UU, México y Canadá.

Seguir leyendo

© Isaac Esquivel (EFE)

Aficionados en las afueras del Estadio Azteca antes a la inauguración del Mundial de la FIFA 2026 este jueves.

Presidenta de México felicita a selección tras triunfo ante Sudáfrica

11 June 2026 at 23:41

Ciudad de México, 11 jun (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, felicitó hoy a los integrantes de la selección nacional, luego de su victoria 2-0 ante el conjunto de Sudáfrica en el partido inaugural de la Copa Mundial de Fútbol 2026.

The post Presidenta de México felicita a selección tras triunfo ante Sudáfrica first appeared on Noticias Prensa Latina.

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

Logo Agência Brasil

A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

Notícias relacionadas:

Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

Logo Agência Brasil

A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

Notícias relacionadas:

Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

Una ceremonia neutra para un Mundial revuelto

12 June 2026 at 05:03

El Mundial más norteamericano empezó con un zumbido prehispánico y terminó con el gringísimo Let’s go. Como una premonición, la caracola marina que servía igual para llamar a la lluvia que a la guerra, sonó esta vez para dar arranque a la primera Copa repartida entre los tres vecinos, Estados Unidos, México y Canadá. Los Tres Amigos, que no atraviesan precisamente el mejor momento de su amistad, tendrán cada uno su propia ceremonia de inauguración. La mexicana, en la que no estuvieron presentes ninguno de los tres presidentes de los países anfitriones, tuvo guiños decorativos prehispánicos, mucho español y bastante de inglés. Una ceremonia neutra para tiempos revueltos.

Seguir leyendo

© Mario Guzmán (EFE)

Ceremonia de inauguración de la Copa Mundial 2026 en el Estadio Azteca.

Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

Capital de México vibra con cultura, tradición y diversidad

10 June 2026 at 07:59

Ciudad de México, 10 jun (Prensa Latina) La capital de México vibra hoy con una mezcla de cultura, tradición y diversidad a través de iniciativas como la Aldea Global, uno de los eventos turísticos más importantes vinculados al Mundial de Fútbol 2026.

The post Capital de México vibra con cultura, tradición y diversidad first appeared on Noticias Prensa Latina.

Mondiali 2026, il giro del mondo in sedici stadi. Dall’Azteca della “Mano de Dios” di Maradona alla finale al MetLife nel New Jersey

9 June 2026 at 09:15

La Coppa del Mondo 2026 attraverserà Canada, Messico e Stati Uniti con sedici impianti diversi. Si parte dall’Azteca di Città del Messico, stadio di Pelé e Maradona, e si chiude al MetLife Stadium nel New Jersey, dove sarà assegnato il titolo.

L’Azteca apre il torneo, il MetLife assegna la Coppa: il viaggio nei sedici impianti

Il Mondiale 2026 avrà sedici stadi e tre Paesi ospitanti. La Coppa del Mondo, in programma dall’11 giugno al 19 luglio tra Canada, Messico e Stati Uniti, userà il numero più alto di impianti dai tempi di Corea-Giappone 2002, quando gli stadi furono venti.

La partenza sarà in uno dei luoghi simbolo del calcio mondiale. L’Azteca di Città del Messico, inaugurato nel 1966, ospiterà la gara inaugurale tra Messico e Sudafrica. È lo stadio di Pelé e Maradona, delle immagini entrate nella memoria collettiva, e nel 2026 diventerà il primo impianto della storia ad accogliere partite di tre diverse edizioni della Coppa del Mondo. Nel suo calendario ci saranno tre gare della fase a gironi, un sedicesimo e un ottavo di finale.

La finale si giocherà invece nel MetLife Stadium, casa dei New York Giants e dei New York Jets. Per Leo Messi non è un luogo qualunque: lì perse la finale della Copa America Centenario 2016 contro il Cile, dopo i calci di rigore. A Miami, nell’Hard Rock Stadium, sono previste la finale per il terzo posto e una partita dei quarti di finale.

Il programma tiene insieme stadi storici, impianti da football americano e arene di nuova generazione. Lo stadio Akron di Guadalajara è tra i più riconoscibili per la sua struttura su terreno rialzato. Il primato di capienza spetta all’AT&T Stadium di Arlington, con 94.000 posti, già sede del Super Bowl XLV e destinato a ospitare una semifinale.

A Boston, il Gillette Stadium può contare sul più grande tabellone ad alta definizione degli Stati Uniti. A Kansas City, l’Arrowhead Stadium porta in dote un primato diverso: è certificato dal Guinness dei Primati come l’impianto sportivo all’aperto più rumoroso al mondo. Nel suo calendario ci sono quattro partite della fase a gironi, un sedicesimo e un quarto di finale.

Tra gli stadi più moderni c’è il Mercedes-Benz Stadium di Atlanta, indicato come uno degli impianti più sostenibili al mondo. Ha un tetto retrattile, un display video a 360 gradi e ospiterà una delle semifinali.

La mappa si completa con il BMO Field di Toronto, il BC Place di Vancouver, l’Estadio BBVA di Monterrey, l’NRG Stadium di Houston, il SoFi Stadium di Los Angeles, il Lincoln Financial Field di Philadelphia, il Levi’s Stadium di San Francisco e il Lumen Field di Seattle.

Nel lungo elenco manca il Rose Bowl di Pasadena, teatro della finale del Mondiale 1994 persa dall’Italia contro il Brasile ai rigori. Un assente di lusso, come gli azzurri.

LEGGI TUTTE LE NOTIZIE DELLA SEZIONE SPORT

L'articolo Mondiali 2026, il giro del mondo in sedici stadi. Dall’Azteca della “Mano de Dios” di Maradona alla finale al MetLife nel New Jersey proviene da Affaritaliani.it.

❌