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É oficial: esta cidade portuguesa foi eleita uma das melhores do mundo para amantes de gastronomia

11 June 2026 at 20:00

Lisboa voltou a colocar Portugal no mapa internacional da gastronomia. A capital portuguesa surge no 10.º lugar da lista das melhores cidades do mundo para comer em 2026, divulgada pela Time Out, marca internacional de media e entretenimento, num ranking liderado por Lima, no Peru, e baseado na opinião de mais de 24 mil residentes de 150 cidades, além da avaliação de mais de 100 editores e especialistas locais.

Lisboa entra no top 10 mundial da gastronomia

De acordo com a Time Out, Lisboa foi considerada uma das melhores cidades do mundo para comer, ficando na 10.ª posição da lista global. A capital portuguesa é uma das quatro cidades europeias presentes no top 10, juntamente com Londres, Barcelona e Atenas, num ranking de gastronomia que coloca Lima, Bangkok e Cidade do México nos três primeiros lugares.

A presença de Lisboa no ranking é sustentada por uma avaliação positiva dos próprios residentes. Segundo a mesma fonte, 86% dos lisboetas classificaram bem a cena gastronómica da cidade e 63% consideraram que comer fora continua a ser acessível, dois dados que ajudaram a capital portuguesa a destacar-se entre destinos internacionais muito competitivos.

Neo-tascas ajudam Lisboa a destacar-se

Um dos pontos mais valorizados pela Time Out foi o crescimento das chamadas neo-tascas em Lisboa, espaços que têm contribuído para renovar a gastronomia da capital. A publicação descreve estes restaurantes como locais de bairro autênticos e acolhedores, mas com precisão técnica e menus criativos inspirados na tradição portuguesa

Entre os exemplos referidos pela fonte estão O Velho Eurico, Polémico, Vida de Tasca e Gancho by Louise Bourrat. Para a publicação, estes espaços mostram como a cozinha portuguesa tradicional pode ser reinterpretada com criatividade, sem perder a ligação aos sabores de origem.

No caso do Gancho, a Time Out destaca propostas como arancini de cabidela e tártaro de vaca à Brás, exemplos de pratos em que receitas e referências portuguesas surgem combinadas com técnica contemporânea.

Gastronomia lisboeta também se afirma pela pastelaria e pelas sanduíches

Além das neo-tascas, é sublinhado o peso das pastelarias e dos espaços dedicados a sobremesas na forma como os lisboetas vivem a cidade. Segundo a publicação, estes locais foram apontados como alguns dos grandes destaques da oferta gastronómica da capital.

A publicação refere ainda uma tendência mais casual dentro da gastronomia lisboeta: o crescimento de espaços especializados em sanduíches, como Tosta e Bibs. Para a Time Out, os lisboetas têm mostrado entusiasmo por este tipo de propostas, que juntam informalidade, criatividade e rapidez sem afastar a cidade da sua identidade gastronómica.

Como foi feito o ranking internacional de gastronomia

A lista das melhores cidades do mundo para comer em 2026 foi criada a partir de um inquérito a mais de 24 mil residentes em 150 cidades, complementado pela avaliação de mais de 100 editores e especialistas da Time Out. A classificação final resultou de uma ponderação em que 70% da pontuação veio da opinião dos locais e 30% da avaliação dos especialistas.

Entre os critérios avaliados estiveram a qualidade dos restaurantes, a acessibilidade de preços, a qualidade da oferta alimentar, a forma como os residentes descrevem a cidade e a avaliação especializada da cena gastronómica em 2026. Para garantir maior diversidade geográfica, apenas a cidade mais bem classificada de cada país entrou na lista final.

As 10 melhores cidades do mundo para comer em 2026

O ranking de gastronomia é liderado por Lima, no Peru, seguida por Bangkok, na Tailândia, e Cidade do México, no México. Londres surge em quarto lugar, Barcelona em quinto, Ho Chi Minh em sexto, Melbourne em sétimo, Pequim em oitavo, Atenas em nono e Lisboa fecha o top 10.

A editora de viagens da Time Out, Grace Beard, afirmou que as cozinhas “de Lima a Lisboa” estão a divertir-se com a comida em 2026, experimentando combinações inesperadas de sabores e elevando pratos clássicos.

A mesma responsável sublinhou que a lista mostra opções para diferentes tipos de consumidores, desde quem procura refeições mais acessíveis até quem privilegia experiências gastronómicas mais elaboradas.

Leia também: Vai assar chouriço nos Santos Populares? Estes truques fazem toda a diferença

Autarca alerta para desafios que o Douro enfrenta na abertura da feira de vinhos

VTM

A sessão de abertura contou com a presença do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em representação do Governo, aproveitando a visita para deixar uma mensagem de reconhecimento aos agentes económicos da região.

“Portugal não é Lisboa nem o litoral, é todo o país”, afirmou, sublinhando a importância de iniciativas que ajudam a fixar população e a dinamizar a economia do interior. “Quero dar uma palavra de estímulo a todos aqueles que lutam para poder ter um negócio e para poder sustentar a economia, criar emprego, para criarem coesão territorial, que é isto que o vinho faz, assim como o turismo”, disse o ministro aos jornalistas, acrescentando que “esta área económica é muito importante para o país”.

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El restaurante Noma regresa a Copenhague con una nueva dirección tras las denuncias de abusos a su chef, René Redzepi

11 June 2026 at 10:30
Tras la crisis reputacional de la pasada primavera por las acusaciones de presuntos abusos psicológicos y físicos a antiguos empleados, el espacio danés cambia de planes y reabre el 5 de agosto en su sede central de Copenhague, liderado por un rejuvenecido equipo de gestión Leer

Tras la crisis reputacional de la pasada primavera por las acusaciones de presuntos abusos psicológicos y físicos a antiguos empleados, el espacio danés cambia de planes y reabre el 5 de agosto en su sede central de Copenhague, liderado por un rejuvenecido equipo de gestión

¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado?

11 June 2026 at 04:30

Lo sabemos: en los 16 años que llevamos haciendo El Comidista, le hemos dado mil vueltas al gazpacho. Hemos enseñado su preparación básica y los ocho errores más comunes a la hora de hacerlo. Hemos dado trece trucos para mejorarlo, hemos comparado las recetas de cocineros famosos y hemos publicado la fórmula del más vendido en España. Hemos hecho una lista de gazpachos envasados de mejor a peor, y también hemos recomendado otros con frutas, almendras o hierbabuena que se salen de la tradición. ¿Por qué? Pues por la misma razón que hoy volvemos a la carga con una cata de gazpachos de supermercado, después de haber hecho otra parecida hace ya 10 años: porque consideramos el gazpacho un alimento básico cuando hace calor.

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© Mikel López Iturriaga | UNTO

¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado? | EL COMIDISTA

La Mar de Tazones aterriza en Madrid de la mano de Sala de Despiece con una pop up que reivindica la conserva gourmet

11 June 2026 at 02:16

En una ciudad donde las aperturas gastronómicas se suceden a ritmo frenético, pocas colaboraciones consiguen despertar tanta curiosidad como la que han puesto en marcha La Mar de Tazones y Sala de Despiece. La marca asturiana de conservas premium ha elegido Fundación del Producto (FDP), el espacio creado por Sala de Despiece en Chamberí, para inaugurar su primera pop up en Madrid, una propuesta que podrá visitarse hasta finales de julio.

No es una alianza cualquiera. Sala de Despiece lleva más de una década siendo uno de los restaurantes más influyentes de Madrid. Desde su apertura en 2013, el proyecto de Javier Bonet ha construido una identidad propia alrededor del culto al producto, una estética inspirada en mercados, lonjas y salas de trabajo industriales, y una cocina que reduce la intervención al mínimo para que la materia prima sea la auténtica protagonista. Un lenguaje gastronómico reconocible que ha convertido al restaurante en una referencia para cocineros y aficionados.

Precisamente esa filosofía fue la que llevó a Dimas Noval, fundador de La Mar de Tazones, a ver una conexión natural entre ambas marcas. "Siempre hemos admirado el universo de Sala de Despiece. Nos parece un proyecto disruptivo", explica. La amistad que le une a Bonet hizo el resto. La idea de colaborar surgió durante las conversaciones sobre Fundación del Producto, el espacio concebido para dar visibilidad a pequeños productores afines al ideario de la casa.

Conservas creadas en exclusiva para Madrid

Para la ocasión, La Mar de Tazones no ha querido limitarse a trasladar su catálogo habitual. La firma asturiana ha desarrollado tres conservas inéditas que solo pueden encontrarse en esta colaboración: una anchoa 00 del Cantábrico, una ventresca de bonito en aceite de oliva y unos mejillones en escabeche seleccionados específicamente para Fundación del Producto. "Queríamos corresponder a esa confianza con algo único", explica Noval. Para conseguirlo, la búsqueda de materia prima llevó al equipo a recorrer algunos de los mejores puertos de Galicia y Cantabria hasta dar con piezas de calidad excepcional.

Junto a estas novedades también pueden degustarse algunas de las referencias que han convertido a La Mar de Tazones en una de las marcas más singulares del sector: las ostras salvajes en agua de mar ozonizada, las navajas ahumadas en aceite de oliva, la carne de centollo o su conocido plancton marino liofilizado.

Una degustación que va más allá de abrir una lata

La experiencia funciona como una pequeña barra de aperitivo contemporáneo. Durante la visita, las conservas se presentan prácticamente desnudas, permitiendo apreciar cómo cambian las texturas y matices respecto a sus versiones frescas. Las ostras salvajes sorprenden especialmente. La conserva transforma por completo la textura habitual del molusco y ofrece una experiencia muy distinta a la de una ostra recién abierta. También destacan los mejillones en escabeche y las navajas ahumadas en aceite de oliva, dos ejemplos del nivel de detalle con el que trabaja la firma asturiana. Incluso unas sencillas patatas fritas se convierten en una declaración de intenciones cuando aparecen cubiertas con plancton marino, aportando una intensa profundidad salina que recuerda al Cantábrico.

Quienes quieran jugar con los sabores pueden acompañar las conservas con las salsas artesanas de Quietud. La de chipotle y cacao aporta complejidad y notas tostadas; la de chile y miel resulta probablemente la más adictiva; mientras que la versión reposada con vino y vinagre de Jerez ofrece un perfil más suave y equilibrado.

La propuesta líquida también mira al norte. Las conservas encuentran un aliado natural en los vermuts de Ver Mouth, el proyecto de dos emprendedoras cántabras cuyos elaborados encajan especialmente bien con el carácter marino de las latas.

Los bocadillos que justifican la visita

Aunque las conservas son las protagonistas, una parte importante del atractivo de esta pop up reside en los bocadillos desarrollados por el equipo de Sala de Despiece. Lejos de construcciones imposibles, la apuesta se basa en una idea sencilla: pan excepcional y producto excepcional. El resultado son bocadillos —probamos uno de ventresca y otro de mejillones— servidos con tomate y elaborados sobre un espectacular pan de tornillo desarrollado por su panadera de confianza, Rosa, una pieza que está a la altura de la calidad de las conservas que acompaña. "La honestidad de la propuesta nos conquistó desde el principio. Cuando juntas un pan artesano sobresaliente y una conserva extraordinaria, no hace falta nada más", resume Dimas Noval.

El éxito de proyectos como La Mar de Tazones refleja el momento que atraviesa el sector. Las conservas han dejado de ser un recurso de despensa para convertirse en un producto gastronómico de primer nivel. Para Noval, una conserva premium se sostiene sobre tres pilares: una selección obsesiva de la materia prima, investigación y desarrollo antes de cada lanzamiento y producciones limitadas en micro-lotes. Solo así, asegura, es posible mantener intacta la calidad.

Hasta finales de julio, Madrid tiene la oportunidad de comprobarlo en primera persona. Una excusa perfecta para descubrir cómo una simple lata puede convertirse en una experiencia gastronómica de alto nivel cuando detrás hay producto, conocimiento y una buena historia que contar.

© Cedida

Algunas de las conservas que se pueden probar Fundación del Producto

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Javier Bonet y Dimas Noval

© Cedida

La Mar de Tazones x Fundación del Producto

Vai assar chouriço nos Santos Populares? Estes truques fazem toda a diferença

10 June 2026 at 20:00

Com a chegada dos Santos Populares, há petiscos que ganham lugar obrigatório à mesa. Além das sardinhas e das bifanas, o chouriço assado continua a ser uma das escolhas mais populares, seja num arraial, numa festa em casa ou numa refeição descontraída entre família e amigos.

Apesar de parecer simples, assar chouriço exige alguns cuidados para que o resultado fique no ponto certo. A escolha do enchido, o tipo de assador, a quantidade de álcool e o tempo de exposição ao lume fazem toda a diferença entre um chouriço suculento e outro demasiado seco ou queimado.

O chouriço assado é apreciado precisamente por juntar sabor intenso, textura crocante por fora e interior mais macio. Quando bem preparado, fica pronto em poucos minutos e acompanha na perfeição com pão fresco, broa ou até outros petiscos típicos da época.

A escolha do chouriço faz diferença

De acordo com o Notícias ao Minuto, o primeiro passo está na escolha do chouriço. Deve preferir uma peça com equilíbrio entre carne e gordura, já que a gordura ajuda a manter o enchido mais suculento durante a confeção. Se tiver pouca gordura, o chouriço pode secar depressa e perder parte do sabor.

Ainda assim, também não convém escolher um chouriço demasiado gordo, pois pode libertar excesso de gordura durante a confeção e tornar-se enjoativo. O ideal é procurar um enchido de boa qualidade, com aspeto firme, aroma agradável e composição equilibrada.

Entre as opções mais recomendadas está o chouriço de porco preto, muitas vezes mais saboroso e adequado para este tipo de preparação. Já os chouriços mais secos podem ser melhores para fatiar e servir crus ou em tábuas, mas nem sempre são a melhor escolha para assar.

Antes de o levar ao lume, deve dar alguns golpes no chouriço ou picá-lo ligeiramente com um garfo. Este passo ajuda a gordura a derreter de forma mais uniforme e evita que o enchido rebente ou fique cozinhado de forma irregular.

O assador de barro continua a ser uma boa opção

O assador de barro é uma das formas mais tradicionais de preparar chouriço assado. Além do efeito visual, com a chama à vista, este tipo de assador ajuda a distribuir melhor o calor e permite controlar a confeção com mais facilidade.

Antes de começar, é importante garantir que o assador está limpo e completamente seco. Qualquer resto de gordura, água ou álcool usado anteriormente pode interferir com a chama e tornar o processo menos seguro.

O álcool deve ser colocado apenas no fundo do assador, em pequena quantidade. Duas a três colheres de sopa costumam ser suficientes para assar um chouriço, dependendo do tamanho da peça e da intensidade da chama.

Deve usar álcool etílico próprio para uso alimentar, geralmente entre 70% e 90%, e nunca despejá-lo diretamente da garrafa junto da chama. O mais seguro é colocar primeiro o álcool no assador, afastar a garrafa e só depois acender com um fósforo comprido ou um isqueiro adequado.

Como assar sem deixar queimar

Quando a chama estiver acesa, coloque o chouriço sobre o assador e deixe cozinhar lentamente. O segredo está em virar a peça com frequência, idealmente a cada 30 segundos, para que todos os lados recebam calor de forma equilibrada.

O objetivo não é queimar o chouriço, mas sim caramelizar o exterior e aquecer bem o interior. Se ficar demasiado tempo exposto à chama no mesmo ponto, pode escurecer depressa e ganhar um sabor amargo.

Em média, o chouriço fica pronto entre seis a oito minutos, embora o tempo possa variar conforme o tamanho, a espessura e a intensidade do lume. Deve estar atento à cor, ao aroma e à textura para perceber quando está no ponto certo.

Se a chama apagar antes de o chouriço estar pronto, pode adicionar mais uma pequena quantidade de álcool, mas sempre com o lume apagado e com cuidado. Nunca deve colocar álcool diretamente sobre uma chama ativa.

Um toque diferente no final

Para quem gosta de sabores mais intensos, há pequenos truques que podem transformar o resultado final. Nos últimos segundos de confeção, pode pincelar o chouriço com um pouco de mel e aguardente, criando uma camada ligeiramente caramelizada.

Este passo deve ser feito com moderação, para não tapar o sabor natural do enchido. A ideia é apenas acrescentar brilho, doçura e um aroma diferente, sem transformar o petisco numa preparação demasiado pesada.

Depois de assado, o chouriço deve repousar durante um ou dois minutos antes de ser cortado. Desta forma, os sucos assentam e a textura fica mais agradável. O ideal é servir em rodelas, ainda quente, acompanhado de pão.

Também pode usar forno ou air fryer

Quem não tem assador de barro em casa pode preparar chouriço no forno. Neste caso, deve pré-aquecer o forno a 200 ºC, colocar o chouriço num tabuleiro e deixar assar durante cerca de 15 minutos, virando a meio do tempo.

A air fryer também é uma alternativa prática. Basta colocar o chouriço no cesto, programar cerca de oito minutos a 180 ºC e virar a meio da confeção. Tal como no assador, deve dar alguns golpes antes de cozinhar.

Embora estas alternativas não tenham o mesmo efeito tradicional da chama, conseguem um resultado saboroso e mais simples para quem quer evitar o uso de álcool ou não tem espaço para preparar o chouriço no assador.

No fim, o segredo está em três pontos simples: escolher um bom chouriço, controlar o calor e evitar cozinhar em excesso. Com estes cuidados, este petisco típico dos Santos Populares fica pronto em poucos minutos e com sabor digno de arraial.

Leia também: Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

Once buenas marcas de legumbres cocidas para preparar comidas rápidas

10 June 2026 at 04:30

Quieres comer legumbres, pero a) te has olvidado de ponerlas a remojo la noche anterior, b) no tienes tiempo para cocerlas c) no tienes ganas de hacerlo. Si alguna o todas estas respuestas son correctas en tu caso, este artículo te interesa. A quienes lleven ya un tiempo visitando esta sección, no les resultará nuevo leernos recomendando el consumo de legumbres. No solo porque son buenas para nuestra salud, para el bolsillo o para el planeta, sino porque con ellas se pueden preparar muchísimos platos, desde los más clásicos de cuchara hasta las ensaladas más ligeras.

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© Arx0nt (Getty Images)

Con un bote de legumbres puedes hacer muchas cosas

Art Laietà celebra 25 vendimias con más de 500 profesionales del sector

9 June 2026 at 15:43

Art Laietà (conocida durante años como Alta Alella) celebró ayer 25 vendimias acompañada por 500 profesionales del sector vitivinícola. Aunque el proyecto comenzó hace 35 años, los primeros vinos y cavas no llegaron al mercado hasta 2001. Una trayectoria que no solo habla de tiempo, sino también de coherencia y fidelidad a una manera de entender el vino: arraigada al territorio, respetuosa con la naturaleza y comprometida con la expresión del paisaje de Alella.

El encuentro profesional permitió a los asistentes descubrir algunos de los espacios más emblemáticos de la bodega, como la Cava Vella, donde reposan los cavas de larga crianza; el Celler de les Aus, escenario de las catas; y los nuevos viñedos de la finca Cal Regent.

Un territorio único a través de catas inéditas

El Celler de les Aus acogió la mayor parte de las catas de la jornada. La primera fue la Cata del Canto de los Pájaros, dirigida por Mireia Pujol-Busquets, segunda generación de Art Laietà, el periodista Jordi Luque y el ornitólogo Pere Alzina. Durante la sesión se degustaron los vinos Puput, Tallarol y Merla, mientras los asistentes descubrían estas especies que habitan en el Parque Natural de la Serralada de Marina y sus cantos.

A continuación, tuvo lugar la cata Ópera Vertical de Cau d’en Genís, con las añadas 2024, 2021 y 2014, dirigida por el sumiller de Alella Marc Guallar y maridada con tres piezas de ópera interpretadas por la mezzosoprano Helena Ressurreição y la pianista Oriana Kemelmajer.

El fundador de la bodega, Josep Maria Pujol-Busquets, y el primer Master of Wine catalán, Álvaro Ribalta, protagonizaron la tercera cata, una vertical en la que se degustaron seis añadas de los cavas de colección AA10 y AA5.

Y para los amantes de los vinos dulces, el Centro de Enoturismo acogió un show de chocolate maridado con el vino Dolç Mataró (añadas 2023 y 2010), a cargo de Miquel Antoja, chef y fundador de Foodlona, y Mireia Pujol-Busquets.

Homenaje a Javier Pagés y otras actividades

Más allá de las catas, la bodega acogió numerosas actividades durante toda la jornada. Degustación de todas las referencias de Art Laietà, propuestas gastronómicas de chefs y restaurantes de proximidad, visitas a los nuevos viñedos, cata de vinos seleccionados de todas las bodegas de Grandes Pagos de España, arte en directo sobre los Oeuf de Beaune y la presentación de la última novedad de la bodega: su primer vino low-alcohol de Macabeo (8 % vol.).

Al mediodía se vivió un momento muy especial durante un acto sorpresa en el que Mireia y Josep Maria Pujol-Busquets rindieron homenaje a Javier Pagés, presidente en funciones de la D.O. Cava, por la labor realizada durante los últimos ocho años. En el acto participó también Joaquim Tosas en representación de la Asociación de Elaboradores de Cava (AECava).

El DJ Axel Pi (Sidonie) puso el broche final a la celebración en la Terraza Mirador, en un ambiente festivo y cercano, con los pájaros sobrevolando los viñedos y el mar como telón de fondo.

© Jordi Gatell

Una jornada intensa

Para repetir agora? Lenda diz que no Mundial de 1966 Portugal ganhou todos os jogos em que a equipa comeu isto na véspera

9 June 2026 at 12:46

A ligação entre a Seleção Nacional e o bacalhau voltou a ganhar força à medida que se aproxima mais uma grande competição internacional. De acordo com o Correio da Manhã, há décadas que circula entre adeptos uma teoria curiosa: a de que algumas das maiores conquistas e exibições da equipa portuguesa tiveram o mesmo denominador comum à mesa. Embora não existam provas de qualquer relação entre resultados e alimentação, a história continua a alimentar conversas entre gerações de adeptos.

A origem desta narrativa remonta ao Mundial de 1966. A lenda diz que Portugal terá consumido bacalhau antes de todos os encontros disputados nessa competição, exceto antes da derrota frente à Inglaterra, resultado que ditou a eliminação da equipa. A história nunca foi oficialmente confirmada, mas permaneceu viva ao longo dos anos e transformou-se numa das superstições mais conhecidas associadas à Seleção.

Com o passar do tempo, foram surgindo novos relatos que ajudaram a reforçar a ideia. Alguns adeptos garantem que Ricardo terá comido bacalhau antes do histórico jogo frente à Inglaterra no Euro 2004, quando defendeu um penálti sem luvas e marcou o remate decisivo. Outros recordam episódios ligados à final desse mesmo Europeu ou à conquista do Euro 2016, sempre com o mesmo ingrediente a surgir como protagonista das histórias.

Bacalhau continua presente

Mais do que superstição, o bacalhau tem sido uma presença frequente nas refeições da equipa nacional. Conforme a mesma fonte, durante o Mundial de 2018 alguns jogadores demonstraram preferência por pratos tradicionais portugueses preparados com este alimento.

Entre os exemplos mais citados estão Cristiano Ronaldo e Ricardo Quaresma, que terão escolhido bacalhau à Brás, enquanto Pepe terá optado por bacalhau grelhado acompanhado por cebola. Estes episódios contribuíram para reforçar a associação entre a Seleção e um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia portuguesa.

Quando a realidade alimenta a teoria

Um dos momentos que mais chamou a atenção dos adeptos aconteceu em 2021. O Correio da Manhã recorda que a comitiva portuguesa levou cerca de 150 quilos de bacalhau para acompanhar a equipa durante uma competição internacional.

Para muitos, tratou-se apenas de uma decisão logística relacionada com hábitos alimentares e conforto dos atletas. Para outros, foi mais um capítulo de uma tradição não oficial que continua a sobreviver ao longo das décadas.

A verdade é que o bacalhau ocupa um lugar especial na cultura portuguesa e, por isso, não surpreende que também esteja frequentemente presente nos estágios e concentrações da Seleção.

Entre o futebol e a tradição

Não existem dados que permitam concluir que o consumo de determinado alimento influencia diretamente os resultados dentro de campo. Ainda assim, o futebol sempre viveu de símbolos, crenças e pequenos rituais que ajudam a construir a identidade das equipas e dos adeptos.

É precisamente nesse espaço entre a realidade e a superstição que a história do bacalhau continua a ganhar novas páginas. Se funciona ou não, ninguém consegue demonstrá-lo. Mas sempre que Portugal entra em campo, esta velha narrativa volta inevitavelmente a ser recordada.

E talvez seja essa a principal razão para a sua sobrevivência: num país onde futebol e gastronomia fazem parte da memória coletiva, o bacalhau continua a ocupar um lugar especial, tanto à mesa como no imaginário dos adeptos.

Leia também: ‘Maldivas portuguesas’: espanhóis rendidos ao parque de campismo desta ilha algarvia

Vila Vita Parc celebra Santo António com sardinhas, manjericos e música

9 June 2026 at 11:45

Vila Vita Parc assinala Santo António com sardinhas, música ao vivo e ambiente de arraial estilo Santos Populares, no dia 13 de junho de 2026, a partir das 18h00.

O conteúdo Vila Vita Parc celebra Santo António com sardinhas, manjericos e música aparece primeiro em Barlavento.

Município do Nordeste bate recorde de maior bolo de milho do Brasil

8 June 2026 at 19:32
Campina Grande bateu recordes nacionais nesta segunda-feira, 8. O município da Paraíba, estado do Nordeste do país, conquistou os títulos de maior bolo de milho e maior quadrilha junina do Brasil.Os recordes anteriores estavam com a própria cidade, que lidera a disputa pela 12ª vez consecutiva. A contagem oficial é feita anualmente pelo Instituto Ranking Brasil, durante os festejos juninos da cidade, chamados de ‘O Maior São João do Mundo’. Leia Também: RECEITA Caldo de pinto: aprenda fazer essa receita ideal para os dias frios GASTRONOMIA Pudim em 20 minutos: aprenda a fazer receita de forma prática NOVIDADE Baiana lança acarajé da Copa do Mundo com as cores do Brasil; confira De acordo com dados divulgados pelo instituto, o maior bolo de milho do país mediu 50,53 metros e pesou 705,9 quilos. Já a maior quadrilha contou com 2.638 pessoas ao todo, reunidas em 1.319 pares.Em 2025, o bolo de milho conquistou as medidas de 49,41 metros e peso de 692,14 quilos. Enquanto a quadrilha recebeu 2.606 participantes, que permaneceram dentro do Parque do Povo até o final da contagem.

Este bolo de chocolate cremoso tem três ingredientes e está viral no Brasil: aprenda a fazê-lo em casa

8 June 2026 at 15:10

Um bolo de chocolate com apenas três ingredientes tornou-se viral no Brasil, ganhando destaque nas redes sociais pela simplicidade da preparação e pelo resultado cremoso. A receita foi partilhada por uma conta de Instagram dedicada a culinária saudável e rapidamente se espalhou entre utilizadores que procuram alternativas rápidas e com poucos ingredientes.

De acordo com a página de Instagram “Receitas Fitness da Érika”, a popularização deste bolo está ligada ao facto de exigir apenas três componentes básicos e de poder ser preparado tanto no forno como na air fryer. A conta, que reúne mais de 980.000 seguidores, tem divulgado várias versões simplificadas de sobremesas tradicionais.

Ingredientes simples e preparação rápida

A receita inclui 200 gramas de chocolate com 70% de cacau, 200 gramas de iogurte natural ou creme de ricota e quatro ovos. O processo começa com a fusão do chocolate em banho-maria ou no micro-ondas, sendo depois misturado com os restantes ingredientes até se obter uma massa homogénea.

A massa é colocada numa forma forrada e levada à air fryer a 150 graus durante cerca de 30 minutos ou ao forno a 170 graus durante 40 minutos. Segundo a mesma fonte, o resultado pode ser ajustado com a adição de coberturas ao gosto de cada pessoa, mantendo a base minimalista da receita.

Papel do cacau na receita viral

O ingrediente principal do chocolate, o cacau, é o fruto do cacaueiro e apresenta um sabor naturalmente amargo antes de ser processado com açúcar e outros componentes. No processo de transformação alimentar, explica o site do Hospital Lusíadas, este ingrediente mantém propriedades nutricionais relevantes.

Conforme a mesma fonte, o cacau contém polifenóis e flavonoides com ação antioxidante, ajudando a proteger as células contra radicais livres. Também inclui catequinas associadas à redução do colesterol LDL, bem como fibras que contribuem para o funcionamento intestinal.

Nutrientes e impacto no organismo

O mesmo site refere ainda que o cacau é fonte de vitaminas do complexo B, ferro e magnésio, nutrientes ligados ao metabolismo muscular, à prevenção de anemia e ao funcionamento cardiovascular. Entre os compostos destacados estão ainda substâncias como a teobromina e a anandamida, associadas a sensações de bem-estar.

Segundo o Hospital Lusíadas, o cacau contém também triptofano, aminoácido envolvido na produção de serotonina e melatonina, neurotransmissores relacionados com o humor e o equilíbrio emocional. Estes elementos ajudam a explicar a valorização nutricional do ingrediente na alimentação contemporânea.

Leia também: Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

8 June 2026 at 11:57

As Festas dos Santos Populares já arrancaram um pouco por todo o país e a sardinha continua a ocupar um lugar central nas celebrações. Entre arraiais, marchas e noites passadas na rua, o peixe mais associado ao mês de junho volta a atrair milhares de pessoas, embora este ano o preço para manter a tradição esteja mais elevado em vários pontos do país.

De acordo com o Correio da Manhã, o valor da sardinha servida no pão oscila entre 1,50 euros e três euros por unidade. A diferença depende da localização e da data das festividades, sendo que os preços mais elevados tendem a surgir nos momentos de maior afluência de público.

Noites em que a procura faz subir os preços

A véspera de Santo António, em Lisboa, e a noite de São João, no Porto, continuam a ser os momentos mais procurados dos Santos Populares. Nestas datas, a procura intensifica-se e acaba por refletir-se nos preços praticados pelos vendedores e estabelecimentos que participam nos festejos.

O jornal refere que o valor máximo de três euros por sardinha no pão deverá voltar a ser praticado em Lisboa na noite de 12 de junho e no Porto a 23 de junho. Também as celebrações ligadas a São Pedro, a 28 de junho, poderão registar preços semelhantes em concelhos como Sintra e Seixal, onde as festividades costumam atrair milhares de visitantes.

Um dos peixes mais importantes para o setor

A relevância da sardinha vai muito além das festas populares. Trata-se de uma das espécies com maior importância para a atividade piscatória nacional, representando uma parte significativa das capturas realizadas em Portugal ao longo do ano.

Segundo o Correio da Manhã, foram capturadas 36.333 toneladas de sardinha no último ano, um crescimento de 13,8% face ao período anterior. Este volume corresponde a cerca de um terço de todo o pescado capturado, confirmando o peso que a espécie continua a ter na economia ligada ao mar.

Da lota às prateleiras dos supermercados

O aumento da procura nesta altura do ano também tem impacto nos preços ao longo da cadeia de comercialização. Entre a primeira venda em lota e o valor pago pelo consumidor final existe uma diferença significativa, influenciada pelos custos de transporte, armazenamento e distribuição.

Conforme a mesma fonte, a Docapesca registou recentemente preços distintos consoante a região. Em Quarteira, o quilo da sardinha foi vendido em lota por 2,97 euros, enquanto em Viana do Castelo o valor se situou perto de um euro. Já nos supermercados, o preço da sardinha fresca ronda atualmente os seis euros por quilograma.

Quanto custa manter a tradição à mesa?

Embora muitos consumidores optem por comprar sardinha para grelhar em casa, continuam a ser milhares os que escolhem os restaurantes e os arraiais para celebrar esta tradição. A combinação entre a procura sazonal e os custos associados à restauração acaba por refletir-se no preço final das refeições.

O mesmo jornal escreve que uma dose composta por cinco ou seis sardinhas, acompanhada por batata cozida e salada, pode custar entre 12 e 18 euros. Ainda assim, a sardinha mantém o estatuto de símbolo gastronómico dos Santos Populares. Servida acabada de sair da grelha, sobre uma fatia de pão e com um fio de azeite, continua a ser uma presença obrigatória nas mesas e nos arraiais de norte a sul do país, mesmo num ano em que os preços voltam a dar que falar.

Leia também: Pode levar o cão à praia no Algarve? As regras que muitos donos ainda desconhecem

Sardinhas, bifanas e caldo verde no Hyatt Regency Vilamoura

7 June 2026 at 11:42

Hyatt Regency Vilamoura promove dois jantares de Santos Populares com sabores tradicionais portugueses, nos dias 12 e 23 de junho.

O conteúdo Sardinhas, bifanas e caldo verde no Hyatt Regency Vilamoura aparece primeiro em Barlavento.

Santos Populares levam música e tradição a todo o concelho de Castro Marim

7 June 2026 at 08:44

Manjericos, sardinhadas, marchas populares, mastros e bailes voltam a marcar o mês de junho no concelho de Castro Marim, com mais uma edição dos Santos Populares, que decorre entre os dias 9 e 27 de junho.

A programação promete levar música, animação e convívio a várias localidades do concelho, mantendo viva uma das tradições mais emblemáticas do calendário popular.

Os bailes e arraiais vão decorrer em diferentes pontos do território, passando por Furnazinhas, Castro Marim, Altura, Azinhal, Rio Seco, Monte Francisco, Alta Mora, Junqueira, Barrocal e Odeleite.

Associativismo mantém tradição dos mastros populares

O movimento associativo volta a ter um papel central na dinamização dos Santos Populares em Castro Marim. Várias coletividades do concelho recebem bailes e arraiais nas suas sedes, contribuindo também para a produção dos tradicionais mastros populares.

A iniciativa pretende reforçar a ligação entre as comunidades locais, as juntas de freguesia, o município e as associações, preservando uma tradição que continua a mobilizar residentes e visitantes.

Marchas populares e Grande Arraial de São João em destaque

As marchas populares são um dos momentos mais aguardados da programação e serão apresentadas na Praça 1.º de Maio, em Castro Marim, no dia 12 de junho, a partir das 21:00.

O ponto alto das celebrações está marcado para 23 de junho, também em Castro Marim, com o Grande Arraial de São João. A iniciativa contará com sardinhada para toda a população e desfile das marchas populares.

Os Santos Populares são organizados pelo Município de Castro Marim e pelas juntas de freguesia, em parceria com várias coletividades do concelho.

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La nueva revolución alimentaria se cocina con fermentación e inteligencia artificial

By: EFE
6 June 2026 at 17:33

La alimentación del futuro no dependerá solo de plantas y animales, la combinación de fermentación e inteligencia artificial (IA) está abriendo una nueva etapa en la industria agroalimentaria, con tecnologías capaces de transformar residuos en ingredientes de alto valor añadido, desarrollar alimentos más saludables y reducir el impacto ambiental de la producción.

Empresas como 'MOA Foodtech', una startup biotecnológica española, ya aplican estas herramientas para diseñar los ingredientes que, según los expertos, formarán parte de la alimentación del futuro. Su CEO y fundador, el navarro Bosco Emparanza, es una de las voces que mejor representan esta nueva etapa de la innovación alimentaria.

"La innovación ya no es una opción para la industria alimentaria, sino una necesidad", asegura con motivo de su participación en el Foro Nacional "Alimentar el Futuro: Sostenibilidad e Innovación en la Industria Alimentaria", celebrado en Palencia y organizado por el Centro Tecnológico de Cereales de Castilla y León (CETECE), donde se analizaron las tendencias y tecnologías que marcarán el futuro del sector.

El bioquímico navarro asegura que la industria alimentaria atraviesa una transformación profunda impulsada por la necesidad de producir de forma más sostenible, eficiente y saludable y, en ese proceso, la fermentación y la inteligencia artificial desempeñarán un papel decisivo.

En su opinión, "la fermentación y la inteligencia artificial ya están transformando el futuro de la industria agroalimentaria". De hecho, como destaca Emparanza, las principales compañías internacionales de ingredientes ya están apostando por estas tecnologías porque representan "la forma más eficiente y sostenible de producir nuevos y mejores alimentos".

Por eso, insiste en que el futuro del sector pasa por combinar el conocimiento biotecnológico con la capacidad de la inteligencia artificial para diseñar procesos cada vez más precisos, rentables y respetuosos con el medio ambiente.

Del residuo al ingrediente

Con esa filosofía nació en 2021 'MOA Foodtech', una empresa con sede en Pamplona que ha desarrollado una plataforma capaz de combinar biotecnología e inteligencia artificial para transformar subproductos de la industria agroalimentaria en ingredientes de alto valor añadido mediante procesos de fermentación. "La sociedad se alimenta hoy de plantas y animales, pero en el futuro habrá un tercer pilar, los microorganismos", resume su fundador.

Estos organismos, explica, permitirán desarrollar ingredientes con mejores propiedades nutricionales y funcionales, además de contribuir a una producción alimentaria más sostenible y con menor dependencia de los recursos tradicionales.

Su plataforma de inteligencia artificial es capaz de identificar qué microorganismos son los más adecuados para alimentarse de cada subproducto y qué proceso de fermentación permite obtener el resultado deseado.

"Si recibimos un residuo procedente de la industria del pan, como una corteza o una harinilla rica en almidón, la plataforma selecciona automáticamente los microorganismos más adecuados para transformarlo en un ingrediente concreto", explica.

Uno de los desarrollos más avanzados de la compañía permite obtener, a partir de residuos ricos en almidón, un ingrediente con propiedades similares a las del huevo para usar en la elaboración de productos de panadería y bollería.

El resultado es un ingrediente libre de alérgenos, producido mediante fermentación natural y capaz de sustituir tanto al huevo como a determinados aditivos empleados habitualmente por la industria alimentaria.

Inteligencia artificial y biotecnología

La aportación diferencial de 'MOA Foodtech' reside en la aplicación de la inteligencia artificial a la microbiología, ya que la empresa secuencia el genoma de sus microorganismos y cruza esa información con una base de datos que contiene las características de distintos subproductos agroalimentarios.

A partir de ahí, la plataforma calcula las combinaciones más eficientes para alcanzar un objetivo concreto. "Esto nos permite diseñar procesos óptimos y muy eficientes porque los microorganismos crecen de forma exponencial", señala Emparanza.

Gracias a esta tecnología, la compañía puede desarrollar ingredientes con funcionalidades distintas a partir de una misma materia prima, adaptándose a las necesidades de la industria alimentaria.

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