17h. Mais de 140 operacionais combatem incêndio em Odemira


Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.
A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.
Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.
O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.
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O incêndio que teve início esta manhã na zona de São Luís, concelho de Odemira, está a ser combatido por 140 operacionais dos bombeiros, de acordo com fonte da Proteção Civil.
O incêndio em São Luís, está a consumir uma área de mato e teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.
No local estão envolvidos 140 elementos dos bombeiros apoiados por 47 viaturas.
No combate às chamas estão envolvidos sete meios aéreos.
VTM
A sessão solene, integrada no Dia Distrital do Bombeiro, reuniu dirigentes associativos, comandantes, autarcas, entidades da Proteção Civil, forças de segurança e representantes da Liga dos Bombeiros Portugueses.
O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real, Hernâni Carvalho, referiu, na sua intervenção, que o propósito da instituição é “valorizar os bombeiros”.
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© HENRIQUE CASINHAS/OBSERVA§§

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR
Uma família que estava desaparecida desde a última quinta-feira (04/06) foi encontrada neste domingo (07/06) após o carro em que viajava despencar em uma ribanceira na zona rural de Teresina de Goiás, no Nordeste goiano. O acidente terminou com a morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente, que permaneceu preso às ferragens por cerca de três dias.
As vítimas foram identificadas como Odilon Gonzaga dos Santos, de 77 anos, e Aline da Silva Souza, de 42 anos. O motorista, Marcos Cezar da Silva Santos, foi resgatado com vida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) e recebeu atendimento médico. Segundo informações apuradas no local, Odilon era pai de Marcos, enquanto Aline era companheira dele.
De acordo com os bombeiros, a família retornava de uma visita a parentes em Palmas, no Tocantins, quando deixou de manter contato com familiares. A última informação repassada pelos ocupantes indicava que eles trafegavam pela região de Campos Belos. Após isso, tentativas de comunicação não tiveram sucesso.
O Fiat Uno foi localizado apenas neste domingo em uma região rural de difícil acesso. Conforme o CBMGO, o automóvel saiu da pista e caiu em uma ribanceira. As circunstâncias exatas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades.
Durante a avaliação da ocorrência, os socorristas constataram que Odilon morreu em decorrência dos graves ferimentos provocados pelo impacto. Já Aline sobreviveu inicialmente ao acidente, mas morreu no interior do veículo no dia seguinte à queda.
Marcos permaneceu preso às ferragens até a chegada das equipes de socorro. Segundo os bombeiros, a ingestão de água foi fundamental para sua sobrevivência durante o período em que aguardou resgate. Após ser retirado do carro, ele foi encaminhado para uma unidade hospitalar.
Os socorristas informaram que Marcos apresentava fraturas no tornozelo e no antebraço direito. O resgate ocorreu com apoio de militares de Alto Paraíso de Goiás, que realizaram o transporte da vítima para atendimento especializado.
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Quatro pessoas ficaram feridas após uma colisão frontal entre dois veículos na tarde de sábado (06/06), na GO-430, na zona rural de Formosa. O impacto envolveu um VW Gol e um Jeep Renegade, o que mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e da Polícia Militar.
O condutor do Gol, de 24 anos, sofreu os ferimentos mais graves. Ele ficou preso às ferragens e apresentou múltiplos traumas, além de fraturas expostas em uma das pernas. Após trabalho de desencarceramento realizado pelos bombeiros, a vítima recebeu atendimento pré-hospitalar e seguiu para uma unidade de saúde.
Um menino de 10 anos, que ocupava o banco do passageiro do Gol, também se feriu no acidente. A criança foi avaliada ainda no local e apresentou quadro considerado estável. Depois dos primeiros socorros, ela foi encaminhada ao hospital para exames complementares.
No Jeep Renegade estavam um homem de 77 anos e uma mulher de 69 anos. O motorista apresentou escoriações e dores no joelho, enquanto a passageira relatou apenas desconforto na região pélvica. Ambos receberam atendimento das equipes de resgate.
Os quatro envolvidos foram levados ao Hospital Estadual de Formosa (HEF). A mulher que estava no Jeep acompanhou o marido até a unidade e recusou atendimento médico após a chegada ao hospital.
Após o resgate das vítimas, a Polícia Militar permaneceu no local para controlar o trânsito e registrar a ocorrência. As circunstâncias que provocaram a colisão ainda não foram informadas oficialmente.
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Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.
Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.
Um corpo, ao que tudo indica ser do homem de 37 anos e nacionalidade brasileira, que se encontra desaparecido desde a tarde de hoje, 7 de junho, foi encontrado no rio Guadiana, nas Azenhas do Guadiana, no concelho de Mértola.
Na sequência das operações de busca, as equipas de mergulho dos Bombeiros Voluntários encontraram um corpo, tendo-o retirado da água.
O auto de verificação do óbito será efetuado pela Delegada de Saúde Regional, e após contacto com o Ministério Público, o corpo será transportado para o Gabinete Médico-Legal do Baixo Alentejo, pelos Bombeiros Voluntários de Mértola.
O Comando Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António encontra-se a tomar conta da ocorrência.
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Um incêndio rural deflagrou hoje, sábado, 6 de janeiro, pelas 12:38 horas no sítio do Pereiro, concelho de Alcoutim, segundo o registo constante na plataforma da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
O alerta deste incêndio de hoje, que apenas se refere a um fogo que está a consumir mato, nesta região do nordeste algarvio, devido à rápida intervenção dos Bombeiros de Alcoutim, passou rapidamente à situação de Controlado.
Para combater este incêndio, segundo informa a Proteção Civil, foram mobilizados 7 operacionais, dos Bombeiros, auxiliados por 2 veículos terrestres de combate a fogos florestais.
Se efetivamente se justificar, voltaremos a atualizar esta informação.
Uma sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul obteve na Justiça o direito de utilizar o hijab, véu tradicional islâmico, sobre o uniforme da corporação durante o exercício de suas funções.
A decisão liminar foi concedida pela 7ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre em caráter de urgência, após ação civil pública apresentada pela Associação Nacional de Juristas Islâmicos (Anaji).
O pedido da militar para usar o acessório religioso havia sido negado pela direção da corporação. Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que cumprirá a determinação judicial. A Procuradoria-Geral do Estado também confirmou o cumprimento da liminar e afirmou que irá avaliar as medidas judiciais cabíveis.
Na ação, a Anaji argumentou que a corporação não apresentou estudos técnicos ou laudos que comprovassem qualquer risco operacional ou incompatibilidade entre o uso do hijab e os equipamentos utilizados no serviço.
Segundo a entidade, a administração pública baseou a negativa em argumentos relacionados à uniformidade institucional, à neutralidade do Estado e à ausência de regulamentação específica para o uso da vestimenta religiosa.
Antes de recorrer à Justiça, a associação encaminhou um pedido de reconsideração ao comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Ricardo Mattei Santos. Em resposta, o comandante informou que analisou os argumentos apresentados, mas manteve a decisão já adotada internamente pela corporação.
A liminar determina que o Estado se abstenha de restringir o uso do hijab pela militar e de aplicar qualquer tipo de punição disciplinar em razão da vestimenta religiosa. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária. A decisão também estabelece que o governo estadual regulamente o uso do véu em serviço de acordo com as exigências e condições da atividade profissional. Ainda cabe recurso.
A Anaji sustenta que o pedido está amparado pelo artigo 5º da Constituição Federal, que garante a liberdade de crença e de manifestação religiosa. A entidade também cita como precedente uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu o uso do hijab em fotografias para documentos oficiais.
Para a associação, a discussão vai além do caso individual da sargento e envolve o direito de mulheres muçulmanas de ingressarem e permanecerem em carreiras públicas sem abrir mão de preceitos considerados fundamentais de sua fé.
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A requalificação da Ponte Velha, um desejo desde há anos da população, a necessária requalificação de uma escola do 1° ciclo em Alcantarilha e a promoção da eficiência energética do edifício dos Paços do Concelho, novas viaturas para as corporações de bombeiros para melhorar a capacidade de resposta, a prevenção e o combate a incêndios, e um passo mais além na recolha seletiva de resíduos. São estas algumas das operações que os fundos europeus geridos no ALGARVE 2030 está a cofinanciar, em Silves, no âmbito de candidaturas apresentadas pelo Município aos fundos europeus do Programa Regional.
Ao todo, o Município de Silves candidatou 11 operações ao Programa Regional ALGARVE 2030, que representam um investimento total de 13 milhões de euros, com a comparticipação de fundos europeus de 60%, a atingir, no somatório, 6,42 milhões de euros.
Uma das obras mais emblemáticas deste “pacote” de investimentos é a reabilitação da Ponte Velha de Silves, que há anos está encerrada, mesmo à travessia pedestre, por motivos de segurança.
Com o apoio dos fundos de coesão da União Europeia, a Câmara Municipal de Silves avançou com uma empreitada que permitirá reabrir esta passagem à circulação pedonal, com o reforço da estrutura da ponte e outros trabalhos de reabilitação, orçada em 672 mil euros (672.625 euros) e com uma comparticipação do FEDER de 403 mil euros (403.575 euros).
«A nossa Ponte Velha é realmente um ex-libris da nossa cidade, mas não só. Diria que, pelo valor que tem em termos de património histórico, [é um ex-libris] quer da cidade de Silves, quer da região e mesmo do país», ilustrou Luísa Conduto, presidente da Câmara de Silves.
«Ao final de muitos… eu nem sei como classificar, porque estamos a falar de uma obra que esteve adjudicada a dois construtores. Depois de muitos contratempos, da última vez tivemos sorte, porque também temos que ter sorte às vezes. (…) Temos uma empresa que tem cumprido com aquilo que estava previsto», revelou a autarca.
Esta é, também, a obra em curso que Luísa Conduto assume que será concluída ainda no ano de 2026.
«Esperemos que não haja por aí mais nenhuma intempérie que atrase a intervenção. Devido às intempéries que decorreram em janeiro, tivemos aqui alguns atrasos, mas o empreiteiro, felizmente, tem estado a ultrapassar e esperemos que daqui a dois ou três meses possamos abrir» a ponte à circulação do público.

Outra obra emblemática é a remodelação e ampliação da EB1 de Alcantarilha, uma escola que estava degradada e que, com o apoio do ALGARVE 2030, vai ser alvo de uma melhoria de toda a infraestrutura, adequando-a às necessidades atuais da comunidade escolar.
Neste caso, «após dois concursos, conseguimos, finalmente, um empreiteiro. A obra está adjudicada e agora é dar-lhe início», algo que a presidente Luísa Conduto espera que aconteça «em breve».
Esta intervenção tem um custo total estimado de 1,26 milhões de euros (1.263.423 euros), com o ALGARVE 2030 a financiar a obra com 905 mil euros (905.065 euros).
Luísa Conduto realçou ainda a obra em curso em Armação de Pêra, na Rua João II, uma intervenção «importantíssima para esta vila piscatória e turística, também com comparticipação do ALGARVE 2030 na questão do saneamento e da água», duas componentes da obra.
Tendo em conta a forte procura que Armação tem, na época alta, as obras irão agora ser suspensas e só recomeçarão após o Verão. «A intervenção tem estado a ser faseada. Se a memória não me falha, começou no ano passado, em fevereiro de 2025. Portanto, vamos com mais de um ano de obra».
A operação de “Requalificação Urbana da Rua D. João II Armação de Pêra”, que foi candidatada a fundos europeus em conjunto com a “Requalificação Urbanística da Rua das Telecomunicações – S.B. Messines”, tem um custo total de 1,43 milhões de euros (1.436.021 euros) e uma comparticipação de 816 mil euros (861.612 euros).

De resto, a Câmara de Silves aproveitou os fundos europeus disponíveis no Programa Regional para fazer diversas obras ligadas ao ciclo urbano da água, quer no abastecimento, quer no saneamento.
Neste campo, além das obras em Armação de Pêra, há mais cinco empreitadas previstas: “Beneficiação do Reservatório de Vale de Lousas” (1.900.000 euros no total/1.140.000 euros de comparticipação); “Abastecimento de Água à Zona de Tinhosas” (1.161.140 euros / 557.254 euros); “Execução da Rede de drenagem de Águas Residuais da Estrada do Monte Boi” (445.818 euros / 253.612 euros); “Beneficiação da Estação Elevatória da Portela” (471.143 euros / 250.286 euros); e “Abastecimento de Água à localidade de Mouricão” (641.849 euros / 378.319 euros).
«Para os municípios, se não existisse financiamento, seria muito difícil investir na requalificação das redes de água e de saneamento. Neste campo, o Município de Silves enaltece o trabalho técnico que tem sido desenvolvido pelos serviços, porque só é possível concorrer aos fundos quando há trabalho realizado. Caso contrário, seria tudo promessas vãs», realçou Luísa Conduto.
«É um orgulho para nós ter a equipa que temos a trabalhar nesta área, porque o Município de Silves, não há muitos anos, era o terceiro pior município do país em termos de perdas de água – nem sequer era da região, era do país! Isso revelava bem o ponto em que estavam as nossas redes», reforçou.
«Este é o tipo de obras que muitas vezes eram deixadas para trás, mas, no ponto em que o município estava, era impossível não as realizar. Felizmente, os fundos europeus têm ajudado e muito para que estas obras possam ser feitas», ilustrou a presidente da Câmara de Silves.
No que toca à reabilitação dos Paços do Concelho, uma obra que ascende a mais de «dois milhões e meio de euros» (2.545.241 euros/ comparticipação 319.490 euros), a intervenção centra-se em medidas de eficiência energética, designadamente, «na cobertura, nas janelas, nas portas, mas também no acesso a pessoas com mobilidade reduzida».
Relativamente à proteção civil, «o concelho de Silves tem duas corporações de bombeiros, uma em São Bartolomeu de Messines e outra na cidade. Pela extensão que temos de território, sendo o segundo maior concelho do Algarve, com quase 700 quilómetros quadrados, e uma enorme área florestal, obviamente temos também de apetrechar os nossos bombeiros na medida do que nos é possível», explicou.
«Avançámos de uma forma muito ambiciosa, uma vez que candidatámos oito veículos de combate a incêndios, quatro veículos para cada uma das corporações, sendo dois já neste ano, e depois mais um para o ano de 2027 e outro para o ano de 2028, em igual parte para ambas».
Neste caso, o investimento global que será feito pela autarquia ascende aos 1,9 milhões de euros (1.939.800 euros), com um financiamento do ALGARVE 2030 (1.098.000 euros).

O outro projeto apoiado pelos fundos europeus do ALGARVE 2030 é a recolha seletiva de biorresíduos, com um orçamento total de 610 mil euros (610.159 euros) e 366 mil de comparticipação (366.095 euros).
Para Luísa Conduto, apesar da água ser, neste momento, a grande prioridade da região, não é a única. «Outra prioridade, que não é apenas do concelho de Silves, são os resíduos», ilustrou.
A autarca salientou que, em Silves, já há vários programas municipais de recolha diferenciada ou de valorização de resíduos, nomeadamente a «compostagem comunitária, a compostagem doméstica e a recolha de biorresíduos nos restaurantes, pastelarias e similares, em todas as localidades do concelho, à exceção de duas: São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra», revelou.
Além de medidas de prevenção, minimização, triagem, reutilização e reciclagem, o projeto da Câmara de Silves apoiado por fundos europeus contempla ainda a aquisição de veículos próprios para a recolha de biorresíduos.
«É desses que estamos à espera, para que possamos alargar o serviço. Também nesta área os fundos comunitários têm sido realmente fundamentais», explicou Luísa Conduto.
Quanto a prazos para conclusão das obras, a presidente da Câmara de Silves, à exceção da obra da Ponte Velha, que já está muito avançada, não se quer comprometer com datas específicas.
«Olhando para o mercado que temos neste momento, quer em termos de empresas, quer em termos de mão de obra, com o agravamento que veio a seguir às intempéries que tivemos no Centro do país e com toda a situação económica internacional, que tem repercussões também no nosso país, é sempre complicado podermos avançar com datas», explicou.
«Estamos expectantes que as empresas consigam cumprir com aquilo que lhes está adjudicado, dentro dos prazos que estão previstos», disse apenas.
Quanto ao financiamento do ALGARVE 2030 que a Câmara garantiu, «é determinante, não só no concelho de Silves, mas na maioria dos municípios, principalmente naqueles que não têm um poder económico tão elevado. Mas, seja qual for o município, se não existisse esta comparticipação, dificilmente a maioria das obras sairia do papel, disso não tenho a menor dúvida».
«Todos sabemos, até pela escalada de preços que ocorreram nos últimos anos, que era quase impossível fazer o número de obras que temos em curso no nosso concelho sem esse financiamento. Neste momento, temos mais de 20 obras a decorrer e seria impensável, exclusivamente com o orçamento do município, ter este número de empreitadas em curso», concluiu Luísa Conduto.

O conteúdo Algarve 2030 financia o restauro da Ponte Velha, reabilitação de escola e viaturas de bombeiros em Silves aparece primeiro em Sul Informação.
Realizou-se ontem, 30 de maio, a cerimónia de entrega simbólica da chave da Viatura Florestal de Combate a Incêndios (VFCI),
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