Nevada is set to have one of nation's premier races for governor as Democrats seek to reclaim seat



“Un caso sfortunato e spiacevole”. Così Gianni Infantino – presidente della Fifa – ha commentato il caso diventato internazionale dell’arbitro somalo, Omar Artan, a cui è stato negato l’ingresso negli Stati Uniti, dove si era recato in quanto arbitro designato per i Mondiali 2026. “È spiacevole quello che è successo a… Omar, l’arbitro somalo. Ma, ripeto, non possiamo controllare tutto“, ha dichiarato Infantino in una conferenza stampa alla vigilia del torneo.
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Omar Artan, che nel 2025 è stato eletto come miglior arbitro dell’Africa da parte della Federazione africana, è stato trattenuto e interrogato per 11 ore in aeroporto e alla fine è stato rimandato indietro, in Somalia, dove è stato accolto da eroe. “Non mi lascio scoraggiare, nel 2030 tornerò e renderò la Somalia orgogliosa”, ha detto Artan al rientro a Mogadiscio. Successivamente è stato anche portato in uno stadio, accolto da migliaia di tifosi.
Artan è stato cacciato senza una motivazione ufficiale. Nel frattempo, un funzionario del Dipartimento di Stato americano parlando con i media francesi ha dichiarato che l’arbitro era “legato a presunti membri di organizzazioni terroristiche” e che dunque “il viaggiatore non era idoneo all’ingresso negli Stati Uniti”. Come spiega però il New York Times, potrebbe trattarsi di un clamoroso caso di omonimia, visto che Artan ha più volte ribadito di non sapere nulla di organizzazioni terroristiche – di Al-Shabab nello specifico – e di essere solo un arbitro di calcio.
La decisione è stata presa “per ottime ragioni”, si è limitato a dire Andrew Giuliani, direttore esecutivo della task force Fifa della Casa Bianca. “Ci sono cose di cui non possiamo parlare. Posso dire che chiunque parli con ‘soggetti negativi‘ che mirano a danneggiare gli Stati Uniti non saranno ammessi nel nostro paese. Non permetteremo che un torneo di calcio, anche se enorme, diventi una minaccia per gli americani. Siamo orgogliosi del lavoro che è stato fatto sinora a livello di visti: vogliamo che ci sia massima sicurezza per tutti”, ha aggiunto a Sky News
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Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.
قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي
— Équipe du Maroc (@EnMaroc) June 1, 2026
🗒️Squad list of our Women's National Team called up for the training camp #DimaMaghrib 🇲🇦 pic.twitter.com/hOxMqa1Aox
Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.
Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar.
O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos. A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano.
Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito. Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.
“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista.
O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália.
O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final.
“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva.
Sadio Sadio Sadio ❤️ 🇸🇳 pic.twitter.com/FBqgKR8bzQ
— Football Senegal (@FootballSenegal) January 20, 2026
Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.
“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.
A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.
Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.
A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem. Antes, o país ainda competia como Zaire.
De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026
— Federação Cabo-verdiana de Futebol (@fcfcomunica) June 4, 2026
Estes foram os países africanos que representaram o continente no Mundial de futebol, sendo a primeira aparição em 1934 com o Egitohttps://t.co/3jbUwhpBYt
📊📸 CAF
-----#FIFAWorldCup | #FIFAWorldCup2026 pic.twitter.com/R3hIoW1kKm
Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.
Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.
“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.
África do Sul
Argélia
Cabo Verde
Costa do Marfim
Egito
Gana
Marrocos
República Democrática do Congo o
Senegal
Tunísia
Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.
قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي
— Équipe du Maroc (@EnMaroc) June 1, 2026
🗒️Squad list of our Women's National Team called up for the training camp #DimaMaghrib 🇲🇦 pic.twitter.com/hOxMqa1Aox
Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.
Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar.
O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos. A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano.
Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito. Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.
“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista.
O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália.
O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final.
“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva.
Sadio Sadio Sadio ❤️ 🇸🇳 pic.twitter.com/FBqgKR8bzQ
— Football Senegal (@FootballSenegal) January 20, 2026
Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.
“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.
A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.
Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.
A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem. Antes, o país ainda competia como Zaire.
De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026
— Federação Cabo-verdiana de Futebol (@fcfcomunica) June 4, 2026
Estes foram os países africanos que representaram o continente no Mundial de futebol, sendo a primeira aparição em 1934 com o Egitohttps://t.co/3jbUwhpBYt
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Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.
Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.
“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.
África do Sul
Argélia
Cabo Verde
Costa do Marfim
Egito
Gana
Marrocos
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Tunísia

Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança em um resultado positivo contra o Marrocos. A equipe comandada por Carlo Ancelotti entra em campo no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
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Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, Lula comentou a expectativa para a partida e afirmou acreditar em vitória brasileira. Em tom de brincadeira, o presidente lembrou previsões feitas em Copas anteriores que não se concretizaram, mas reforçou o otimismo com o desempenho da Seleção.
“Olha, sinceramente, o meu palpite é de que o Brasil vai ganhar. Eu já errei em 1982, em 1986, mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas acho que o Brasil vai ganhar”, disse Lula.
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A partida contra o Marrocos marcará o início da campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. O duelo será disputado em Nova Jersey e representa o primeiro compromisso da Seleção no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.
Apontado como o adversário mais forte do Grupo C, o Marrocos surge como o principal desafio da fase inicial para a equipe brasileira. O confronto também será o primeiro teste de Carlo Ancelotti em uma Copa do Mundo à frente da Seleção.
O Brasil chega ao Mundial em busca do sexto título da história. A estreia diante dos marroquinos é vista como um passo importante para as pretensões da equipe na competição, que reúne 48 seleções pela primeira vez.
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Ukraine remains ready to continue issuing permits for Polish exhumation work despite intensifying historical disputes between Ukraine and Poland, Ukrainian Foreign Ministry spokesperson Heorhii Tykhyi says, per Ukrinform. Exhumation work at the site of the Huta Pieniacka continues.
The current Polish-Ukrainian historical dispute centers on Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy's 27 May decision to confer the honorary title "named after UPA Heroes" on the Separate Center of Special Operations "Pivnich" of Ukraine's Special Operations Forces. The Polish Foreign Ministry condemned the decision.
The Ukrainian Insurgent Army (UPA) is a deeply contested figure in Polish-Ukrainian historical memory. Ukrainian historiography presents UPA as anti-Soviet and anti-Nazi independence fighters. Polish historiography emphasizes UPA's association with the 1943-44 Volhynia massacres.
Tykhyi also stated that the honoring of UPA heroes had no anti-Polish subtext. He noted that the history of the Polish and Ukrainian peoples contains both glorious and tragic pages.
The diplomat added that preparations for the Ukraine Recovery Conference (URC 2026), scheduled for June 25–26 in Gdańsk, are proceeding as planned and in a regular working mode.
“We hope that the conference will be held successfully,” Tykhyi emphasized.
The Vinnytsia-Kielce bus dispute earlier this week is the latest concrete example of how historical memory tensions have affected practical Polish-Ukrainian cooperation, Euromaidan Press reported. Polish sister-city Kielce refused to transfer 20-year-old municipal buses to Vinnytsia, a Ukrainian city under regular Russian strikes, over a street named after Bandera.
Stepan Bandera, the Ukrainian nationalist leader, led the Organization of Ukrainian Nationalists (OUN) and the UPA.
Russia actively uses its propaganda, referring to Ukrainians as “Banderites” and portraying Ukrainian statehood as a continuation of Nazism.
Portugal defronta a seleção da Nigéria esta quarta-feira, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, para o último teste antes do Mundial 2026. A Seleção Nacional estreia-se no Campeonato do Mundo diante da República Democrática do Congo, no dia 17, numa fase de grupos em que vai enfrentar ainda o Uzbequistão e a Colômbia.



A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, uma operação de segurança envolvendo a seleção do Senegal provocou repercussão internacional. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram jogadores e integrantes da delegação sendo submetidos a revistas com detectores de metal diretamente na pista de um aeroporto nos Estados Unidos.
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As imagens rapidamente geraram críticas de torcedores, jornalistas e internautas, que apontaram um suposto tratamento diferenciado em relação a outras seleções classificadas para o torneio. Nas gravações, atletas aparecem ao lado das bagagens enquanto agentes realizam inspeções individuais antes do embarque.
Diante da repercussão, a Federação Senegalesa de Futebol divulgou um comunicado esclarecendo que a ação fez parte de um procedimento previamente organizado para agilizar a logística da equipe. Segundo a entidade, a delegação deixou o hotel e seguiu diretamente para a área de embarque na pista do aeroporto, evitando os terminais convencionais. Dessa forma, as verificações de segurança foram realizadas ao lado da aeronave, permitindo um embarque mais rápido.
Mesmo com a explicação oficial, as imagens continuaram alimentando debates sobre os protocolos de entrada e circulação adotados pelos Estados Unidos durante a realização da Copa do Mundo. A discussão ganhou força porque registros de outras seleções mostram recepções consideradas mais discretas e sem procedimentos semelhantes expostos publicamente.
O episódio ocorre em um momento de atenção redobrada às políticas migratórias e de segurança norte-americanas. Nos bastidores do torneio, relatos sobre fiscalizações mais rigorosas envolvendo cidadãos de determinados países têm gerado preocupação entre dirigentes e representantes de delegações estrangeiras.
O Senegal está no Grupo I da Copa do Mundo e fará sua estreia no dia 16 de junho contra a França. A equipe ainda enfrentará Noruega e Iraque na fase de grupos
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No estarán vestidos de corto, pero la influencia de las decisiones que tomen desde el banquillo puede ser determinante para las aspiraciones de sus selecciones en el Mundial de Canadá, México y Estados Unidos que arranca este jueves. Un total de 48 entrenadores, procedentes de 27 nacionalidades diferentes, buscarán conducir a sus equipos hacia sus respectivos objetivos en la Copa del Mundo más extensa y con más participantes de la historia.

Doveva essere pronta prima dell’arrivo di Lionel Messi e delle centinaia di migliaia di tifosi attesi per il Mondiale 2026. Doveva rappresentare la risposta di Kansas City a quella che le autorità locali consideravano una delle principali sfide dell’evento: gestire l’inevitabile aumento di arresti, disordini e reati minori legati all’afflusso di visitatori. Invece la cosiddetta “prigione dei Mondiali” rischia di diventare il simbolo di un’altra storia: quella di un progetto costato 25,8 milioni di dollari che non sarà pronto in tempo. A Kansas City il calcio è arrivato accompagnato da promesse, investimenti e aspettative enormi.
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La città del Missouri ospiterà 6 partite della Coppa del Mondo e si prepara ad accogliere circa 650mila visitatori. Tra le attrazioni più attese c’è l’Argentina di Messi, ma anche le Nazionali di Inghilterra e Paesi Bassi hanno scelto l’area metropolitana come base operativa durante il torneo. Per una città di circa 2,2 milioni di abitanti, la più piccola tra le 11 sedi statunitensi del Mondiale, si tratta di un banco di prova senza precedenti. È proprio questo scenario che, negli ultimi due anni, è stato utilizzato dai politici locali per giustificare la costruzione di una struttura detentiva modulare da 100 posti letto. Kansas City non possiede una prigione municipale dal 2009: chi viola le ordinanze cittadine viene trattenuto nelle stazioni di polizia oppure trasferito in strutture situate a oltre 80 chilometri di distanza.
Un problema logistico che, secondo gli amministratori, sarebbe diventato ancora più grave durante il Mondiale. Come riporta The Athletic, già nel maggio 2025 il city manager Mario Vasquez aveva avvertito che la città doveva essere pronta ad affrontare “alcuni degli spiacevoli eventi che potrebbero verificarsi” durante la competizione, accelerando la realizzazione di una struttura capace di gestire eventuali violazioni penali o comportamenti scorretti dei visitatori. Da quel momento, media locali e attivisti hanno iniziato a ribattezzarla la “prigione dei Mondiali”. La struttura avrebbe dovuto aprire il primo giugno 2026, appena due settimane prima della gara tra Argentina e Algeria. Non accadrà. I ritardi nella consegna di alcuni componenti da parte dei produttori e quelli nella formazione del personale hanno fatto slittare l’entrata in funzione.
A fine maggio, l’ufficio del city manager ha confermato che durante il torneo i detenuti non saranno ospitati nella nuova struttura. Il paradosso è evidente. Per rispettare le scadenze, il consiglio comunale aveva perfino autorizzato deroghe alle consuete procedure ambientali. L’opera, inoltre, è stata finanziata interamente attraverso una tassa locale destinata alla sicurezza pubblica, ossia un’imposta dal valore di 24 milioni di dollari annui. Insomma, per questa prigione modulare è stato speso più dell’intero bilancio annuale. Ma le polemiche non riguardano soltanto i ritardi. Quando i consiglieri comunali hanno visionato le immagini aeree dell’edificio, alcuni lo hanno paragonato a un magazzino, altri a un centro di detenzione dell’Ice. Le fotografie della struttura, priva di finestre visibili e composta da moduli prefabbricati, hanno alimentato ulteriormente le critiche.
Le associazioni contrarie al progetto hanno organizzato manifestazioni con slogan come “Lo sport unisce, le carceri separano”. Secondo Dylan Pyles, del gruppo Decarcerate KC, la struttura sarebbe servita soprattutto a “ripulire le strade mentre la città è sotto i riflettori del mondo”. Un’accusa respinta dall’amministrazione, che insiste sul fatto che l’edificio sarà dotato di servizi medici, aree ricreative all’aperto e spazi progettati per garantire condizioni dignitose. Nel frattempo anche il racconto politico è cambiato. Se fino a pochi mesi fa i Mondiali venivano indicati come una delle ragioni principali dell’urgenza del progetto, oggi diversi amministratori preferiscono minimizzare il collegamento.
Nel luglio del 2025, il consigliere Wes Rogers dichiarò: “Che siamo pronti o no, i Mondiali arriveranno, quindi dobbiamo assolutamente costruire questa struttura. Lo scorso maggio ha invece parlato della Coppa del Mondo come di una semplice “nota a piè di pagina” in una questione più ampia: la necessità di dotare Kansas City di una prigione municipale”. Dei quasi 160 milioni di dollari di fondi pubblici e aiuti federali mobilitati per il torneo nell’area di Kansas City, quei 25,8 milioni rappresentano forse la spesa più controversa.
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A Copa do Mundo de 2026 iniciará nesta quinta-feira (11), com o duelo entre México e África do Sul no Estádio Azteca, na Cidade do México. A partida, marcada para as 16h, abre oficialmente a programação do torneio.
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Antes da bola rolar, a cerimônia de abertura está prevista para as 14h30 (horário de Brasília). O espetáculo contará com apresentações de Shakira, J Balvin, Belinda, Burna Boy, Danny Ocean, Lila Downs, Los Ángeles Azules e Maná, reunindo artistas latinos e africanos em uma abertura voltada à diversidade cultural do Mundial.
A programação musical da Copa será distribuída ao longo da competição, com apresentações previstas em diferentes jogos e países-sede, integrando o calendário esportivo às atrações culturais do torneio.
Na sexta-feira (12), a rodada inaugural segue com dois jogos. Canadá e Bósnia se enfrentam às 16h, no BMO Field, em Toronto. Mais tarde, às 22h, Estados Unidos e Paraguai entram em campo no SoFi Stadium, em Los Angeles.
Reedição de duelo histórico marca abertura de 2010
O confronto entre México e África do Sul também resgata uma lembrança marcante do futebol mundial. As seleções repetem o jogo de abertura da Copa de 2010, disputada na África do Sul. Na ocasião, o empate por 1 a 1 no FNB Stadium teve gols de Tshabalala, para os anfitriões, e Rafa Márquez, para os mexicanos.
Agora, 16 anos depois, as equipes voltam a se enfrentar novamente em um jogo de abertura de Mundial, revivendo um duelo que marcou a história recente da competição.
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Some 61% of Ukrainian citizens trust President Volodymyr Zelenskyy, according to a new poll by the Kyiv International Institute of Sociology (KIIS) conducted between 7 May and 3 June 2026. Meanwhile, Kharkiv Mayor Ihor Terekhov tops the trust-balance ranking among Ukrainian political and public figures at +32%, followed by Defense Minister Mykhailo Fedorov at +29% and Zelenskyy at +27%.
Terekhov leads as Mayor of Kharkiv, Ukraine's second-largest city, which has been under sustained Russian missile and drone attack since 2022. Fedorov leads Ukraine's drone-development push and the broader $113 million "Logistics Lockdown" rear-area strike program announced in May.
Among the 61% who trust Zelenskyy, 33% reported "complete" trust and 28% "rather" trust. Among the 34% who do not trust him, 20% reported "complete" distrust and 13% "rather" distrust. The 5% remaining were undecided or refused to answer.
Compared with KIIS's April 2026 reading, trust and distrust shares are within the margin of error, with the trust-distrust balance improving slightly from +22% to +27%.
KIIS noted a methodological nuance specific to this round: questions were asked about 18 different public figures in random order, and a weak correlation emerged: respondents who were asked about Zelenskyy later in the sequence trusted him slightly more than those who were asked earlier.
KIIS's trust-balance ranking among politicians and public-political figures:
Zelenskyy's 61% absolute trust is the highest in the ranking. But the trust-balance metric, which weights both trust and distrust, places two other figures above him: Terekhov and Fedorov.
Liashko and Prytula, despite having relatively high absolute trust (47% and 46%), have correspondingly high distrust (43% and 44%). The ranking thus differentiates two distinct kinds of public support: consensus support (Terekhov, Fedorov, Zelenskyy, Kim) versus polarized support (Liashko, Prytula).
The KIIS poll surveyed 2,007 Ukrainian citizens aged 18 and older via computer-assisted telephone interview (CATI), using random sampling of mobile phone numbers, exclusively in territory under the control of the Ukrainian government. It means that the data does not include displaced Ukrainians abroad or Ukrainians in Russian-occupied territories.

© BONNIE CASH
A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.
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Another one for the all-time top scorer 🏴@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023
- Copa terá cerimônias de abertura separadas no México, Canadá e EUA.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
- Vinicius Júnior diz que Brasil não é favorito para Copa do Mundo.
Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).
Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).
O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.
©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023
O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.
Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.
A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.
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— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025
Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.
O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.
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Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).
A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.
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Another one for the all-time top scorer 🏴@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023
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Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).
Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).
O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.
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O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.
Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.
A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.
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Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.
O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.
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Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).