Gianni Infantino sale a escena y el trofeo de la Copa del Mundo le espera en la mesa. Lo levanta como si fuera una botella de agua y lanza una sonrisa burlona. “Estamos en la vigesimotercera Copa del Mundo. Es un momento de júbilo, de alegría. Yo sé que hay otros temas, quisiera pedirles que el enfoque real sea el fútbol”, pidió durante sus primeras palabras ante los medios de comunicación reunidos en el centro de prensa del Estadio Azteca, hoy llamado Ciudad de México.
Assim que a bola rolar nesta quinta-feira (11) para o duelo entre México e África do Sul, partida de abertura da Copa do Mundo de 2026, o Estádio Azteca se tornará recordista.
A CNN Brasil separou três curiosidades sobre o Azteca, uma para cada Copa.
Primeiro gol foi brasileiro
O primeiro gol da história do Estádio Azteca foi marcado por um jogador brasileiro.
Arlindo, atacante capixaba revelado pelo Botafogo, estreou as redes do “Colosso de Santa Úrsula” no amistoso inaugural do estádio entre América, do México, e Torino, da Itália.
Atleta da equipe mexicana, Arlindo abriu o placar do empate por 2 a 2, no confronto disputado em 29 de maio de 1966, que celebrou a abertura do Azteca.
O local foi palco, por exemplo, do futebol masculino, modalidade em que a Hungria ficou com a medalha de ouro ao vencer a Bulgária na decisão por 4 a 1.
Único estádio de Copas a receber gols de Pelé e Maradona
E o Azteca pode se gabar do fato de ser o único estádio da história das Copas do Mundo que recebeu gols tanto de Pelé quanto de Maradona.
Em 1970, o Brasil disputou todas as suas partidas em Guadalajara, com exceção da final, contra a Itália, realizada no Azteca. Diante dos italianos, Pelé abriu o placar de cabeça na goleada por 4 a 1.
Já em 1986, a Argentina alternou jogos entre a cidade de Puebla e a Cidade do México. Na capital mexicana, mais precisamente no “Colosso de Santa Úrsula”, Maradona marcou os dois gols mais célebres de sua carreira, ambos na vitória sobre a Inglaterra, nas quartas de final: o da Mano de Dios e o Gol do Século.