André Ventura referiu-se à reunião que terá com o primeiro-ministro na quinta-feira, antecipando que lhe dirá que "não há caminho para andar" se não aceitar as reivindicações que o Chega tem colocado.
André Ventura referiu-se à reunião que terá com o primeiro-ministro na quinta-feira, antecipando que lhe dirá que "não há caminho para andar" se não aceitar as reivindicações que o Chega tem colocado.
Luís Pereira Nunes rejeita "problemas" com a distrital de Lisboa e quer dedicar-se às funções na AML. Apresentou demissão com "efeitos imediatos", mas direção não permite nomear substituto para já.
Luís Pereira Nunes rejeita "problemas" com a distrital de Lisboa e quer dedicar-se às funções na AML. Apresentou demissão com "efeitos imediatos", mas direção não permite nomear substituto para já.
PSD acusa Chega de populismo e de ameaçar a Segurança Social ao propor baixar a idade da reforma. Ainda, Marcelo Rebelo de Sousa diz que as leis atuais não estão preparadas para o desafio da IA.
O líder do Chega indicou que a reunião em princípio será no dia 11 de junho, mas não quis dizer qual das partes propôs esse encontro. Ventura referiu que ficará decidido o destino da reforma laboral.
Para salvar milhões do PRR, vale legislar à pressa e contar os tostões aos mais pobres. Entre o assobiar do PS e o bloqueio do Chega, a reforma parece um "faz de conta" nacional.
O presidente do Chega atira uma decisão sobre a reforma laboral para depois do encontro. Ainda, o PSD acusa o Chega de apresentar propostas que põem em causa a sustentabilidade da segurança social.
Carla Barros (PSD) alerta que as medidas do Chega ameaça a sustentabilidade financeira da Segurança Social. Eduardo Teixeira (Chega) diz que as contas estão feitas e que a segurança social pouparia.
Pedro Lomba lamenta o impasse na revisão constitucional. O antigo secretário de Estado critica a rotatividade política, por acreditar que instabilidade de chefias impede uma cultura de rigor e mérito.
PSD e Chega apresentaram requerimento para adiar a entrega dos projetos: Isabel Moreira fala de uma situação sem precedentes. Ainda, Irão acusa EUA de serem responsáveis por ataques de Israel.
Isabel Moreira do PS fala de uma afronta do PSD e do Chega, com a conivência do Presidente da AR. Vanessa Barata do Chega diz ser uma não-questão. Paulo Núncio do CDS duvida da necessidade do pedido.
Jorge Bravo (que chama a atenção para o "desconhecimento" do Chega), o PS (que nunca quer controlar o dinheiro) e o nosso Estado (que é duplamente incompetente) são o Bom, o Mau e o Vilão.
António José Seguro marca pontos no arranque, mas o cenário é negro no Parlamento. Com PS e Chega a travar reformas, o país pode ficar paralisado. Será que vamos direitinhos a eleições?
Jorge Fernandes responde a ouvintes sobre possíveis explicações para as críticas de Passos Coelho e avalia o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.
A direita está desunida não por existirem muitos partidos, mas porque o eleitorado de direita pensa de forma diferente sobre temas essenciais. É o eleitorado que vota à direita que está dividido.
Medidas de Ventura para aceitar lei laboral violentam objetivos da AD, que tem grupo a estudar reforma da Segurança Social. Tecto para pensões milionárias foi defendida por Passos, mas noutros moldes.