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Tavira | Delfins nas festividades do Dia da Cidade

8 June 2026 at 21:44

No dia 24 de junho, o Município de Tavira assinala mais um Dia da Cidade, o qual inclui a atribuição de medalhas de bons serviços e dedicação aos funcionários com 20 e 30 anos de serviço e de mérito municipal, assim como o concerto da banda de pop rock portuguesa: Delfins. As comemorações integram, pelas […]

Finais de campeonatos nacionais de basquetebol em Albufeira

8 June 2026 at 21:27

O Pavilhão Desportivo de Albufeira recebeu, este fim de semana, as Fases Finais dos Campeonatos Nacionais de Basquetebol Sub-14 Masculinos e Sub-16 Femininos.

O conteúdo Finais de campeonatos nacionais de basquetebol em Albufeira aparece primeiro em Algarve Marafado.

Albufeira | Finais de Basquetebol Sub-14 masculinos e Sub-16 femininos disputadas no Pavilhão Desportivo

8 June 2026 at 21:24

Albufeira voltou a afirmar-se como palco de grandes eventos desportivos ao acolher as Fases Finais dos Campeonatos Nacionais de Basquetebol Sub-14 Masculinos e Sub-16 Femininos. Disputadas no Pavilhão Desportivo, as competições reuniram atletas de todo o país e proporcionaram um fim de semana marcado pelo talento, espírito competitivo e celebração do desporto de formação. O […]

Albufeira recebeu congresso da Confederação de Treinadores no âmbito da cidade europeia do desporto

8 June 2026 at 19:51

Albufeira acolheu, no sábado passado, o Congresso da Confederação de Treinadores, um encontro nacional que reuniu profissionais de diversas modalidades desportivas para promover a partilha de conhecimento, a atualização de competências e a valorização do papel dos treinadores. A iniciativa integrou a programação de Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026 e contou com a presença […]

Carbono azul ganha espaço na agenda climática dos oceanos

Logo Agência Brasil

Na corrida para frear as emissões causadoras do aquecimento global, ambientalistas chamam a atenção para um aliado pouco lembrado: o "carbono azul". No Dia Mundial dos Oceanos, celebrado nesta segunda-feira (8), especialistas destacam o papel dos ecossistemas costeiros no enfrentamento das mudanças climáticas.

O conceito de carbono azul se refere ao dióxido de carbono (CO₂) capturado e armazenado por ambientes marinhos, como manguezais, marismas (pântanos de água salgada) e pradarias. Esses ambientes funcionam como sumidouros do gás carbônico, ao retirá-lo da atmosfera, reduzindo os impactos do aquecimento global.

Notícias relacionadas:

“O oceano absorve cerca de 30% das emissões globais de CO₂ e produz mais da metade do oxigênio que respiramos, de acordo com dados da SOS Oceano”, diz Natali Piccolo, diretora do Programa Costeiro Marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil).

“A Amazônia é comumente chamada de ‘pulmão do mundo’, mas o oceano cumpre o equivalente a esse papel. O que não descarta, claro, a importância da floresta tropical na regulação do clima”, completa.

Além disso, essas vegetações costeiras fornecem abrigo para a biodiversidade, sustentam a pesca artesanal e ajudam a proteger comunidades costeiras contra erosão, ressacas e eventos climáticos extremos.

 

Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlântica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Costa brasileira

O Brasil abriga o maior sistema contínuo de manguezais do mundo, na costa da Amazônia, condição que coloca o país em posição estratégica para liderar soluções baseadas na natureza voltadas ao enfrentamento da crise climática.

Porém, para a analista de conservação do WWF-Brasil, Marina Corrêa, o oceano recebe menos atenção do que outros biomas brasileiros.

“O mar ainda é, em muitos aspectos, o sistema invisível da conservação brasileira. Historicamente, o oceano foi tratado como uma imensidão azul vazia, quando na verdade é um território vivo, cheio de biodiversidade, cultura, trabalho e modos de vida”, diz a analista.

Ela lembra que o Sistema Marinho-Costeiro brasileiro ocupa cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a aproximadamente 40% do território nacional, e que mais da metade da população vive nesse ecossistema. Ainda assim, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica concentram a maior parte da atenção pública, política e financeira voltada à conservação.

Povos tradicionais 

O crescimento do interesse por projetos de carbono azul também tem levantado discussões sobre direitos territoriais e participação das comunidades tradicionais. Para a analista da WWF-Brasil, resultados duradouros dependem do respeito aos direitos territoriais e repartição justa dos benefícios gerados.

“O sucesso dessas iniciativas não deve ser medido apenas pela quantidade de carbono armazenado, mas também pela capacidade de fortalecer territórios, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que historicamente cuidam desses ecossistemas”, diz Marina Corrêa.

Quando degradados, esses ambientes deixam de oferecer serviços essenciais, como a manutenção dos estoques pesqueiros, a proteção natural da costa e a conservação da biodiversidade.

A destruição desses ecossistemas também pode liberar para a atmosfera o carbono acumulado ao longo de décadas ou séculos, agravando o aquecimento global.

 

Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Além do carbono

Para organizações ambientais, proteger os oceanos significa também proteger empregos, segurança alimentar, culturas tradicionais e formas de subsistência construídas ao longo de gerações.

“Globalmente, a maior renda do oceano é gerada pela pesca, que sustenta 100 milhões de empregos e produz 80 milhões de toneladas de pescado marinho, além de 30 milhões de toneladas da aquicultura marinha, o que sustenta a segurança alimentar de milhares de pessoas, por fornecer proteína de alta qualidade”, diz Natali Piccolo.

No Brasil, cerca de 1,7 milhão de pescadores artesanais dependem diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos, segundo o Registro Geral da Atividade Pesqueira, do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Nesse sentido, o trabalho conjunto de instituições públicas com organizações da sociedade civil é essencial para garantir um futuro mais promissor para os oceanos.

“Nossa atuação é sistêmica, para preencher as lacunas da proteção, manejo e restauração dos ecossistemas marinhos (manguezais, recifes de corais, restingas), enquanto ajudamos os povos do mar a prosperarem, bem como a sociedade brasileira a desenvolver o conhecimento e a experiência do oceano”, diz Natali Piccolo, da CI-Brasil.

Marina Corrêa, da WWF Brasil, explica que a estratégia da organização para os próximos anos está organizada em quatro grandes frentes: fortalecimento das áreas marinhas protegidas, conservação e restauração de recifes de coral (ecossistema mais vulnerável às mudanças climáticas), promoção de uma transição energética justa e incidência política para fortalecer a governança dos oceanos no Brasil e internacionalmente.

Carbono azul ganha espaço na agenda climática dos oceanos

Logo Agência Brasil

Na corrida para frear as emissões causadoras do aquecimento global, ambientalistas chamam a atenção para um aliado pouco lembrado: o "carbono azul". No Dia Mundial dos Oceanos, celebrado nesta segunda-feira (8), especialistas destacam o papel dos ecossistemas costeiros no enfrentamento das mudanças climáticas.

O conceito de carbono azul se refere ao dióxido de carbono (CO₂) capturado e armazenado por ambientes marinhos, como manguezais, marismas (pântanos de água salgada) e pradarias. Esses ambientes funcionam como sumidouros do gás carbônico, ao retirá-lo da atmosfera, reduzindo os impactos do aquecimento global.

Notícias relacionadas:

“O oceano absorve cerca de 30% das emissões globais de CO₂ e produz mais da metade do oxigênio que respiramos, de acordo com dados da SOS Oceano”, diz Natali Piccolo, diretora do Programa Costeiro Marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil).

“A Amazônia é comumente chamada de ‘pulmão do mundo’, mas o oceano cumpre o equivalente a esse papel. O que não descarta, claro, a importância da floresta tropical na regulação do clima”, completa.

Além disso, essas vegetações costeiras fornecem abrigo para a biodiversidade, sustentam a pesca artesanal e ajudam a proteger comunidades costeiras contra erosão, ressacas e eventos climáticos extremos.

 

Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlântica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Costa brasileira

O Brasil abriga o maior sistema contínuo de manguezais do mundo, na costa da Amazônia, condição que coloca o país em posição estratégica para liderar soluções baseadas na natureza voltadas ao enfrentamento da crise climática.

Porém, para a analista de conservação do WWF-Brasil, Marina Corrêa, o oceano recebe menos atenção do que outros biomas brasileiros.

“O mar ainda é, em muitos aspectos, o sistema invisível da conservação brasileira. Historicamente, o oceano foi tratado como uma imensidão azul vazia, quando na verdade é um território vivo, cheio de biodiversidade, cultura, trabalho e modos de vida”, diz a analista.

Ela lembra que o Sistema Marinho-Costeiro brasileiro ocupa cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a aproximadamente 40% do território nacional, e que mais da metade da população vive nesse ecossistema. Ainda assim, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica concentram a maior parte da atenção pública, política e financeira voltada à conservação.

Povos tradicionais 

O crescimento do interesse por projetos de carbono azul também tem levantado discussões sobre direitos territoriais e participação das comunidades tradicionais. Para a analista da WWF-Brasil, resultados duradouros dependem do respeito aos direitos territoriais e repartição justa dos benefícios gerados.

“O sucesso dessas iniciativas não deve ser medido apenas pela quantidade de carbono armazenado, mas também pela capacidade de fortalecer territórios, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que historicamente cuidam desses ecossistemas”, diz Marina Corrêa.

Quando degradados, esses ambientes deixam de oferecer serviços essenciais, como a manutenção dos estoques pesqueiros, a proteção natural da costa e a conservação da biodiversidade.

A destruição desses ecossistemas também pode liberar para a atmosfera o carbono acumulado ao longo de décadas ou séculos, agravando o aquecimento global.

 

Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Além do carbono

Para organizações ambientais, proteger os oceanos significa também proteger empregos, segurança alimentar, culturas tradicionais e formas de subsistência construídas ao longo de gerações.

“Globalmente, a maior renda do oceano é gerada pela pesca, que sustenta 100 milhões de empregos e produz 80 milhões de toneladas de pescado marinho, além de 30 milhões de toneladas da aquicultura marinha, o que sustenta a segurança alimentar de milhares de pessoas, por fornecer proteína de alta qualidade”, diz Natali Piccolo.

No Brasil, cerca de 1,7 milhão de pescadores artesanais dependem diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos, segundo o Registro Geral da Atividade Pesqueira, do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Nesse sentido, o trabalho conjunto de instituições públicas com organizações da sociedade civil é essencial para garantir um futuro mais promissor para os oceanos.

“Nossa atuação é sistêmica, para preencher as lacunas da proteção, manejo e restauração dos ecossistemas marinhos (manguezais, recifes de corais, restingas), enquanto ajudamos os povos do mar a prosperarem, bem como a sociedade brasileira a desenvolver o conhecimento e a experiência do oceano”, diz Natali Piccolo, da CI-Brasil.

Marina Corrêa, da WWF Brasil, explica que a estratégia da organização para os próximos anos está organizada em quatro grandes frentes: fortalecimento das áreas marinhas protegidas, conservação e restauração de recifes de coral (ecossistema mais vulnerável às mudanças climáticas), promoção de uma transição energética justa e incidência política para fortalecer a governança dos oceanos no Brasil e internacionalmente.

Salário mínimo continua a aproximar-se do salário mediano e atinge 91% em 2025, alerta BdP

8 June 2026 at 18:53

O salário mínimo nacional continua a aproximar-se do salário mediano e, no ano passado, e já representava 91% dos níveis centrais da distribuição salarial, de acordo com o boletim económico do Banco de Portugal (BdP) de junho, apoiado nos microdados da Segurança Social.

Em seis anos, passou de 87% (2019) para 91% (2025). Esta atualização confirma a tendência de aumento dos salários mais baixos acima dos mais altos. “A evolução recente da distribuição salarial, num contexto de atualizações expressivas do salário mínimo nacional, traduziu-se numa subida do índice de Kaitz (rácio entre o salário mínimo e o salário mediano), refletindo a aproximação do salário mínimo aos níveis centrais da distribuição salarial”, lê-se no relatório publicado esta segunda-feira pelo banco central.

Detalhando por decil da distribuição salarial, os trabalhadores no primeiro decil, ou seja, com rendimento junto do salário mínimo, tiveram um crescimento médio do salário base superior a 8%. No último decil, ligeiramente abaixo dos três mil euros mensais, o aumento foi quase de 5%, de acordo com o BdP, que recorda os aumentos significativos em termos nominais e reais dos salários nos últimos anos.

“Este padrão, caraterizado por crescimentos mais elevados nos níveis salariais mais baixos, traduz-se numa compressão da distribuição salarial”, alerta a instituição liderada por Álvaro Santos Pereira.

“Nos últimos anos, os salários registaram aumentos significativos em termos nominais e reais. Em 2025, o crescimento anual do salário médio por trabalhador foi de 5,6% em termos nominais, após 6,2% em 2024 e 6,4% em 2023. Em termos reais (descontando a inflação), os salários cresceram 3,1% em 2025, 3,4% em 2024 e 1,5% em 2023”, detalha o banco central.

“Em síntese, a distribuição salarial em Portugal tem registado uma compressão gradual nos últimos anos, refletindo aumentos salariais mais elevados nos níveis salariais inferiores. Esta evolução traduziu-se numa redução da desigualdade salarial, num contexto em que o salário mínimo nacional desempenha um papel central na formação dos salários. A compressão da distribuição salarial em torno do salário mínimo nacional levanta questões importantes relativamente aos incentivos dos trabalhadores e à dinâmica da produtividade da economia”, lê-se no documento.

O Boletim Económico revela que os salários em Portugal se tornaram “menos desiguais” ao longo dos últimos anos, ou seja, a diferença entre quem ganha mais e quem ganha menos diminuiu.

Para esta conclusão o BdP analisou dois indicadores que em conjunto sugerem que houve uma diminuição da desigualdade salarial em Portugal.

O Boletim detalha que “o rácio entre os percentis 90 e 10  da distribuição do salário total diminuiu de 4,1 em 2010 para 3,3 em 2025, indicando uma menor diferença entre os salários mais elevados e os mais baixos. De igual modo, o coeficiente de Gini do salário base reduziu-se de 0,31 para 0,24, enquanto o coeficiente de Gini do salário total passou de 0,33 para 0,28 no mesmo período. Esta evolução sugere uma distribuição mais equilibrada dos rendimentos do trabalho”.

O indicador P90/P10 compara o salário dos trabalhadores que estão entre os 10% mais bem pagos (percentil 90) com o salário dos 10% menos bem pagos (percentil 10). Em 2010, os trabalhadores do grupo superior ganhavam, em média, 4,1 vezes mais do que os do grupo inferior. Em 2025, essa diferença reduziu-se para 3,3 vezes. Isto mostra que os salários mais baixos cresceram relativamente mais do que os salários mais elevados, aproximando os rendimentos dos diferentes grupos de trabalhadores.

O coeficiente de Gini é outro indicador utilizado para medir a desigualdade. O seu valor varia entre 0 e 1: quanto mais próximo de 0, mais igualitária é a distribuição dos rendimentos; quanto mais próximo de 1, maior é a desigualdade. A redução do coeficiente de Gini do salário base de 0,31 para 0,24 e do salário total de 0,33 para 0,28 indica que a distribuição dos salários se tornou mais equilibrada ao longo do período analisado.

A comparação internacional dos indicadores de dispersão salarial mostra que Portugal apresenta atualmente um dos níveis de desigualdade salarial mais reduzidos da área do euro, destaca o Banco de Portugal.

Intermediários de crédito triunfam nos mais velhos, com rendimentos mais baixos e menor literacia financeira

Dados do Banco de Portugal relativos a 2025 revelam que 51% do crédito ao consumo e 56% do crédito à habitação foram comercializados com a intervenção de intermediários de crédito. O fenómeno é mais expressivo junto de mutuários mais velhos, com menor escolaridade e rendimentos mais baixos — e está associado a taxas de juro mais elevadas no crédito pessoal.

Os dados do Banco de Portugal mostram que os mutuários que usam intermediários tendem a ser mais velhos — com uma proporção significativamente maior de reformados (17% face a 7% na contratação direta) —, têm menor escolaridade e rendimentos mais baixos.

A menor literacia financeira parece ser um fator relevante na escolha do canal de contratação, segundo o BdP.

Em 2025, existiam 4.835 entidades registadas junto do Banco de Portugal com autorização para exercer esta atividade — um número que não para de crescer desde que o Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito (RJIC) entrou em vigor, em janeiro de 2018. Na prática, fazem a ponte entre quem precisa de financiamento e as instituições financeiras que o concedem.

Os dados do Boletim Económico revelam que os intermediários estão espalhados por todo o território nacional. Em sentido inverso, a rede de agências bancárias tem-se contraído — e os dados sugerem que as duas tendências estão correlacionadas negativamente, ou seja, a saída dos bancos de determinadas zonas parece abrir espaço para novos intermediários.

Uma das conclusões mais relevantes da análise prende-se com o preço do crédito. No crédito pessoal, empréstimos semelhantes concedidos a mutuários semelhantes através de intermediários apresentam, em média, uma Taxa Anual de Encargos Efetiva Global (TAEG) cerca de 1,2 pontos percentuais acima da praticada na contratação direta. No crédito automóvel, essa diferença não é estatisticamente significativa.

Isto é que o crédito pessoal sai 1,2 pontos percentuais mais caro no intermediário do que no banco.

O Banco de Portugal admite que o diferencial possa refletir o que o consumidor está disposto a pagar para evitar procurar crédito por conta própria e beneficiar da ajuda do intermediário.

A atividade dos intermediários está fortemente ligada ao crédito automóvel. Cerca de 61% dos intermediários a título acessório registados no BdP têm como atividade principal o comércio de veículos automóveis, motociclos e acessórios. No total, mais de 80% do volume de crédito automóvel concedido em Portugal passa por este canal.

No crédito pessoal, o peso dos intermediários é mais modesto — cerca de 20% do total —, mas tem vindo a crescer. Neste segmento, destacam-se finalidades específicas como saúde, educação, energias renováveis e obras em casa, com uma representação claramente superior à da contratação direta nas instituições.

O Banco de Portugal deixa algumas ressalvas apesar de reconhecer a utilidade do papel dos intermediários financeiros. O supervisor refere que os intermediários de crédito podem trazer benefícios reais ao mercado: simplificam o processo de contratação, reduzem os custos de pesquisa para o consumidor, contribuem para a inclusão financeira de pessoas com menor acesso direto ao sistema bancário e podem reforçar a concorrência entre mutuantes.

Mas o modelo tem riscos. O regulador alerta para a relação de agência — os incentivos do intermediário nem sempre estão alinhados com os interesses do cliente. Na ausência de regulação adequada, um intermediário pode orientar o consumidor para as propostas das instituições que melhor o remuneram, em vez das mais favoráveis para quem contrata. Em Portugal, a grande maioria dos intermediários é remunerada pelas instituições financeiras que representa, não pelo consumidor.

O banco central defende a importância da transparência no mercado e da literacia financeira como condições essenciais para garantir o acesso equitativo ao crédito — sobretudo para os grupos que mais dependem dos intermediários.

Manuel Biscoito e Helena Encarnação lançaram livro sobre peixes da Madeira

8 June 2026 at 18:24
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, elogiou o percurso científico e profissional do biólogo Manuel Biscoito, curador do Museu Natural da Madeira, chefe da Divisão de Ciência da CMF e director da estação de Biologia Marinha do Funchal. Albuquerque proferiu os elogios no salão da Assembleia Municipal do Funchal, no decurso da apresentação do […]

Galeria Anjos Teixeira apresenta mostra “CYAN” de Irene Quintal

8 June 2026 at 18:17
A Galeria Anjos Teixeira inaugura na próxima quinta-feira, 11 de Junho, às 19 horas, na Rua João de Deus nº 11, no Funchal, uma nova exposição da autoria de Irene Quintal, com o título “CYAN”. Esta nova mostra insere-se na programação da Galeria Anjos Teixeira que assinala os 200 anos da primeira fotografia, e tem […]

Albufeira hasteia primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026

8 June 2026 at 18:13

Albufeira acolheu o hastear da primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026 e mantém 24 praias distinguidas com o galardão.

O conteúdo Albufeira hasteia primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026 aparece primeiro em Barlavento.

Concelho de Albufeira com vários assaltos a automóveis nas últimas semanas

Vários carros foram assaltados nas últimas semanas em plena luz do dia no concelho de Albufeira, alguns deles na zona das Açoteias, de acordo com publicação no website do Correio da Manhã (CM) e com informação chegada ao jornal diariOnline Região Sul.

O último assalto ocorreu no passado sábado, 6 de junho, quando “uns clientes americanos estavam a almoçar e tinham o carro estacionado à porta do restaurante“, segundo um empresário da zona declarou ao CM.

Um vizinho viu um carro alugado com o vidro partido e alertou os turistas. “Levaram malas, portáteis e passaportes que estavam nos bancos“, adianta o empresário.

Também neste sábado, 6 de junho, outras viaturas foram furtadas no estacionamento da praia dos Tomates, situada na zona das Açoteias, cujo clima de insegurança tem deixado os empresários apreensivos. “Sabemos que a GNR faz o que pode com os meios que tem, mas era importante reforçar o patrulhamento nesta zona” afirma o empresário.

Um outro automóvel, de um funcionário de um restaurante também no concelho de Albufeira, foi vandalizado, tendo-lhe sido partidos os vidros e roubados todos os documentos.

O CM adianta na sua publicação que a GNR tomou conta das ocorrências e tenta localizar os suspeitos.

Festival de Aves estreia-se na FEI-TUR

8 June 2026 at 11:58

Vila Nova de Milfontes recebe, de 11 a 14 de junho, a FEI-TUR – Feira de Turismo do SW, que este ano integra uma novidade dedicada à natureza: o Festival de Aves, organizado pela SPEA – BirdLife, em parceria com o Município de Odemira. A iniciativa pretende valorizar o património natural e cultural do concelho, aproximar residentes e visitantes da biodiversidade local e sensibilizar para a conservação dos habitats.  

Inserido na programação da FEI-TUR, o Festival de Aves propõe várias atividades gratuitas, pensadas para diferentes públicos, desde observadores de aves a famílias com crianças. O programa inclui passeios de observação de aves em horário diurno e ao pôr do sol, o ponto fixo de observação “De Olho nas Aves”, o Escape Game das Aves e o atelier infantil “Ovos Musicais”.  

No dia 12 de junho, o Festival arranca com o Escape Game das Aves, uma atividade que desafia os participantes a resolver enigmas e códigos inspirados no mundo das aves, entre as 17h00 e as 19h00. No mesmo dia, entre as 19h00 e as 21h00, realiza-se uma observação de aves ao pôr do sol na Praia das Furnas Rio, com travessia de barco incluída e percurso pedestre até às ruínas, para observação da avifauna local e dos habitats estuarinos.  

A 13 de junho, o programa começa às 8h00 com um passeio de observação de aves no paul de Vila Nova de Milfontes, uma zona húmida relevante para a avifauna local e migradora. Durante a tarde, decorre o atelier infantil “Ovos Musicais”, dedicado aos ovos e ninhos das aves, seguido de uma edição do Escape Game das Aves para famílias. Entre as 17h00 e as 20h00, junto ao Farol de Vila Nova de Milfontes, estará disponível o ponto fixo “De Olho nas Aves”, com binóculos, telescópios e guias de identificação, numa atividade de participação livre e sem necessidade de inscrição.  

O Festival de Aves termina no dia 14 de junho com um passeio de observação de aves no Monte do Zambujeiro, com percurso pedestre por diferentes habitats da área envolvente e regresso de barco a Vila Nova de Milfontes.  

As atividades do Festival de Aves são gratuitas. Algumas requerem inscrição prévia através do site do Município de Odemira; o ponto fixo “De Olho nas Aves” tem participação livre.  Informações e inscrições em CM Odemira / FEI-TUR – Feira de Turismo do SW

A FEI-TUR decorre ao longo de quatro dias e reúne experiências de turismo de natureza, desporto, gastronomia, produtos locais, música, workshops, artesanato e animação infantil. Numa organização do Município de Odemira e Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, o evento afirma Vila Nova de Milfontes como referência nas atividades náuticas e promove o território como destino de excelência para a prática desportiva em plena natureza. As entradas na FEI-TUR são livres.  

Lista de atividades com inscrição obrigatória: 

Dia 12 de junho  

17h00 – Escape Games das Aves 

19h00 – Observação de aves ao pôr do sol, com travessia de barco 

Dia 13 de junho 

8h00 – Passeio de Observação de Aves 

13h00 Atelier infantil “Ovos Musicais” 

16h00 – Escape Games das Aves 

Calendário da Copa do Mundo de 2026: confira datas e os jogos do torneio

8 June 2026 at 17:49

A Copa do Mundo de 2026 está prestes a começar e promete entrar para a história como a maior edição já realizada pela Fifa. Pela primeira vez, o torneio reunirá 48 seleções e contará com 104 partidas disputadas em 16 cidades-sede espalhadas por Canadá, México e Estados Unidos.

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A abertura está marcada para esta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México, palco do confronto inaugural do Mundial. A decisão do título será realizada em 19 de julho, na região de Nova York e Nova Jersey, enquanto a disputa pelo terceiro lugar acontece um dia antes, em Miami.

A Seleção Brasileira inicia sua caminhada em busca do hexacampeonato no próximo sábado (13), quando enfrenta Marrocos pela primeira rodada do Grupo C. A chave ainda conta com Haiti e Escócia.

Confira abaixo a tabela completa da Copa do Mundo de 2026 com datas, horários e confrontos.

1ª rodada

11 de junho (quinta-feira)
16h – México x África do Sul – Grupo A
23h – Coreia do Sul x República Tcheca – Grupo A

12 de junho (sexta-feira)
16h – Canadá x Bósnia – Grupo B
22h – Estados Unidos x Paraguai – Grupo D

13 de junho (sábado)
16h – Catar x Suíça – Grupo B
19h – BRASIL x Marrocos – Grupo C
22h – Haiti x Escócia – Grupo C
01h (sábado para domingo) – Austrália x Turquia – Grupo D

14 de junho (domingo)
14h – Alemanha x Curaçao – Grupo E
17h – Holanda x Japão – Grupo F
20h – Costa do Marfim – Grupo E
23h – Suécia x Tunísia – Grupo F

15 de junho (segunda-feira)
13h – Espanha x Cabo Verde – Grupo H
16h – Bélgica x Egito – Grupo G
19h – Arábia Saudita x Uruguai – Grupo H
22h – Irã x Nova Zelândia – Grupo G

16 de junho (terça-feira)
16h – França x Senegal – Grupo I
19h – Iraque x Noruega – Grupo I
22h – Argentina x Argélia – Grupo J
01h (terça para quarta-feira) – Áustria x Jordânia – Grupo J

17 de junho (quarta-feira)
14h – Portugal x RD Congo – Grupo K
17h – Inglaterra x Croácia – Grupo L
20h – Gana x Panamá – Grupo L
23h – Uzbequistão x Colômbia – Grupo K

Palco de jogos da Copa do Mundo de 2026, o Estádio dos Dallas Cowboys é uma das arenas mais modernas do torneio | Foto: Divulgação

2ª rodada

18 de junho (quinta-feira)
13h – República Tcheca x África do Sul – Grupo A
16h – Suíça x Bósnia – Grupo B
19h – Canadá x Catar – Grupo B
22h – México x Coreia do Sul – Grupo A

19 de junho (sexta-feira)
16h – Estados Unidos x Austrália – Grupo D
19h – Escócia x Marrocos – Grupo C
21h30 – BRASIL x Haiti – Grupo C
01h (sexta para sábado) – Turquia x Paraguai – Grupo D

20 de junho (sábado)
14h – Holanda x Suécia – Grupo F
17h – Alemanha x Costa do Marfim – Grupo E
21h – Equador x Curaçao – Grupo E
01h (sábado para domingo) – Tunísia x Japão – Grupo F

21 de junho (domingo)
13h – Espanha x Arábia Saudita – Grupo H
16h – Bélgica x Irã – Grupo G
19h – Uruguai x Cabo Verde – Grupo H
22h – Nova Zelândia x Egito – Grupo G

22 de junho (segunda-feira)
14h – Argentina x Áustria – Grupo J
18h – França x Iraque – Grupo I
21h – Noruega x Senegal – Grupo I
00h (segunda para terça) – Jordânia x Argélia – Grupo J

23 de junho (terça-feira)
14h – Portugal x Uzbequistão – Grupo K
17h – Inglaterra x Gana – Grupo L
20h – Panamá x Croácia – Grupo L
23h – Colômbia x RD Congo – Grupo K

O BC Place Stadium, em Vancouver, será uma das sedes da Copa do Mundo de 2026. A arena canadense receberá sete partidas do torneio | Foto: Divulgação

3ª rodada

24 de junho (quarta-feira)
16h – Suíça x Canadá – Grupo B
16h – Bósnia x Catar – Grupo B
19h – Marrocos x Haiti – Grupo C
19h – Escócia x BRASIL – Grupo C
22h – África do Sul x Coreia do Sul – Grupo A
22h – República Tcheca x México – Grupo A

25 de junho (quinta-feira)
17h – Equador x Alemanha – Grupo E
17h – Curaçao x Costa do Marfim – Grupo E
20h – Tunísia x Holanda – Grupo F
20h – Japão x Suécia – Grupo F
23h – Turquia x Estados Unidos – Grupo D
23h – Paraguai x Austrália – Grupo D

26 de junho (sexta-feira)
16h – Senegal x Iraque – Grupo I
16h – Noruega x França – Grupo I
21h – Cabo Verde x Arábia Saudita – Grupo H
21h – Uruguai x Espanha – Grupo H
00h (sexta para sábado) – Egito x Irã – Grupo G
00h (sexta para sábado) – Nova Zelândia x Bélgica – Grupo G

27 de junho (sábado)
18h – Croácia x Gana – Grupo L
18h – Panamá x Inglaterra – Grupo L
20h30 – RD Congo x Uzbequistão – Grupo K
20h30 – Colômbia x Portugal – Grupo K
23h – Jordânia x Argentina – Grupo J
23h – Argélia x Áustria – Grupo J

2ª Fase

28 de junho (domingo)
16h – 2º A x 2º B – Segunda fase 3

29 de junho (segunda-feira)
14h – 1º C x 2º F – Segunda fase 9
17h30 – 1º E x 3º ABCDF – Segunda fase 1
22h – 1º F x 2º C – Segunda fase 4

30 de junho (terça-feira)
14h – 2º E x 2º I – Segunda fase 10
18h – 1º I x 3º CDFGH – Segunda fase 2
22h – 1º A x 3º CEFHI – Segunda fase 11

1º de julho (quarta-feira)
13h – 1º L x 3º EHIJK – Segunda fase 12
17h – 1º G x 3º AEHIJ – Segunda fase 8
21h – 1º D x 3º BEFIJ – Segunda fase 7

2 de julho (quinta-feira)
16h – 1º H x 2º J – Segunda fase 6
20h – 2º K x 2º L – Segunda fase 5
00h (quinta para sexta) – 1º B x 3º EFGIJ – Segunda fase 15

3 de julho (sexta-feira)
15h – 2º D x 2º G – Segunda fase 14
19h – 1º J x 2º H – Segunda fase 13
22h30 – 1º K x 3º DEIJL – Segunda fase 16

Casa do Kansas City Chiefs, da NFL, o Estádio será uma das sedes da Copa do Mundo de 2026. A arena receberá seis partidas do torneio, incluindo um confronto das quartas de final | Foto: Divulgação

Oitavas de final

4 de julho (sábado)
14h – Venc. Segunda fase 3 x Venc. Segunda fase 4 – Oitavas 2
18h – Venc. Segunda fase 1 x Venc. Segunda fase 2 – Oitavas 1

5 de julho (domingo)
17h – Venc. Segunda fase 9 x Venc. Segunda fase 10 – Oitavas 5
21h – Venc. Segunda fase 11 x Venc. Segunda fase 12 – Oitavas 6

6 de julho (segunda-feira)
16h – Venc. Segunda fase 5 x Venc. Segunda fase 6 – Oitavas 3
21h – Venc. Segunda fase 7 x Venc. Segunda fase 8 – Oitavas 4

7 de julho (terça-feira)
13h – Venc. Segunda fase 13 x Venc. Segunda fase 14 – Oitavas 7
17h – Venc. Segunda fase 15 x Venc. Segunda fase 16 – Oitavas 8

Quartas de final

9 de julho (quinta-feira)
17h – Venc. Oitavas 1 x Venc. Oitavas 2 – Quartas 1

10 de julho (sexta-feira)
16h – Venc. Oitavas 3 x Venc. Oitavas 4 – Quartas 2

11 de julho (sábado)
18h – Venc. Oitavas 5 x Venc. Oitavas 6 – Quartas 3
22h – Venc. Oitavas 7 x Venc. Oitavas 8 – Quartas 4

Semifinal

14 de julho (terça-feira)
16h – Venc. Quartas 1 x Venc. Quartas 2 – Semifinal 1

15 de julho (quarta-feira)
16h – Venc. Quartas 3 x Venc. Quartas 4 – Semifinal 2

Disputa do 3º lugar

18 de julho (sábado)
18h – Perd. Semifinal 1 x Perd. Semifinal 2

Final

19 de julho (domingo)
16h – Venc. Semifinal 1 x Venc. Semifinal 2

Dos Estados Unidos ao Canadá e México, os estádios da Copa do Mundo de 2026 estão prontos para receber a maior edição da história do torneio, que reunirá 48 seleções e 104 partidas entre junho e julho | Foto: Divulgação

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FC Barreirense e Sporting sagram-se campeões nacionais em Albufeira

8 June 2026 at 17:18

FC Barreirense e Sporting CP conquistaram os títulos nacionais nas fases finais dos Campeonatos de Basquetebol realizadas em Albufeira.

O conteúdo FC Barreirense e Sporting sagram-se campeões nacionais em Albufeira aparece primeiro em Barlavento.

Esta terra do concelho de Portimão vai estar em festa dois dias

8 June 2026 at 16:40

Este mês, nos dias 20 e 21 de junho, realiza-se a Festa de São João Baptista da Figueira, aldeia da freguesia da Mexilhoeira Grande, concelho de Portimão.

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Albufeira acolhe Congresso da Confederação de Treinadores

8 June 2026 at 15:39

Albufeira recebeu, no passado sábado, o Congresso da Confederação de Treinadores de Portugal, um encontro que reuniu profissionais de várias modalidades desportivas no Auditório Municipal, no âmbito da programação de Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026.

Organizado pela Confederação de Treinadores de Portugal – entidade que congrega treinadores de todas as modalidades em território nacional – o congresso constituiu uma oportunidade de formação e debate sobre os desafios atuais e futuros do desporto, bem como um momento de troca de experiências entre profissionais.

Durante a intervenção, o vice-presidente, Jorge Carmo destacou “a relevância do papel do desporto e da sociedade”, sublinhando que “o seu trabalho vai muito além da vertente técnica e competitiva”. O autarca salientou que “os treinadores acompanham diariamente os atletas, transmitem valores, ajudam a formar cidadãos e desempenham uma importante missão educativa, humana e social.”

Jorge Carmo recordou igualmente que “a realização deste congresso assume um significado especial num ano em que Albufeira é a Cidade Europeia do Desporto” e que “o Município tem procurado afirmar o desporto em todas as suas dimensões, apostando não apenas na realização de grandes eventos, mas também na qualificação dos profissionais que diariamente contribuem para o desenvolvimento da atividade desportiva.

A participação no congresso conferiu a certificação para o Título Profissional de Treinador de Desporto (TPTD), bem como a certificação para Professores de Educação física, reforçando a componente formativa desta iniciativa.

Algarve History Association Summer Concert

8 June 2026 at 15:21
From left, Luisa Cordell, Laurentiu Zapciroiu, Irene Ainstein, Helena Duarte

The Algarve History Association’s ninth and last concert this season will take place at Quintinha da Música, near Tavira, on Sunday, June 21, at 5pm, featuring a relatively new ensemble, Camerata

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