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Irã denuncia 'violação de cessar-fogo' depois de ataques dos EUA

6 June 2026 at 16:03

O Irã denunciou, neste sábado, 6, ataques noturnos americanos contra instalações de radar e de vigilância costeira no Golfo e os qualificou de uma "violação flagrante do cessar-fogo" em vigor desde 8 de abril.

Trata-se de "uma agressão militar contra a soberania nacional e a integridade territorial da república islâmica do Irã", afirmou o Ministério de Relações Exteriores em um comunicado, no qual condenou "o comportamento hostil e provocador do regime americano".

Ataques do Irã

O comunicado foi divulgado depois de o Exército americano ter apontado que abateu mísseis balísticos e drones iranianos em direção ao Estreito de Ormuz e aliados árabes do Golfo. Washington também admitiu ter atacado radares de vigilância de Teerã.

Apesar da interceptação americana, o Irã conseguiu atacar países do Golfo nos últimos dias, como o Kuwait e o Bahrein.

O Ministério das Relações Exteriores do país do Golfo classificou os ataques como uma "grave escalada" e uma "flagrante violação de sua soberania".

O Comando Central dos EUA informou nas redes sociais na noite de sexta-feira, 5, que o Irã disparou sete mísseis balísticos em direção ao Kuwait e ao Bahrein. As forças americanas interceptaram seis dos mísseis e o sétimo não atingiu o alvo. Os militares disseram que não houve relatos de feridos entre os militares americanos.

As forças armadas do Kuwait disseram que estavam interceptando mísseis e drones que atacavam o país, enquanto o Bahrein acionou sirenes de alerta aéreo e orientou os moradores a se deslocarem para o local seguro mais próximo e a seguirem as instruções oficiais.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter como alvo a base aérea de Ali Al Salem, que abriga forças americanas no Kuwait, e a 5ª Frota da Marinha dos EUA na pequena nação insular do Golfo, o Bahrein, de acordo com a agência de notícias estatal IRNA.

Bloqueio

As forças armadas dos EUA estão impondo um bloqueio aos portos iranianos em resposta ao controle de Teerã do Estreito de Ormuz, corredor crucial para os embarques globais de petróleo e gás natural.

A habilidade do Irã de controlar a passagem estratégica fez com que os preços da energia disparassem e criou problemas políticos para o Partido Republicano do presidente Donald Trump antes das eleições legislativas de meio de mandato.

As negociações para um acordo mais abrangente que acabe com a guerra de forma definitiva estão travadas. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

 

© Reprodução do X / @CENTCOM

Irã denuncia 'violação de cessar-fogo' depois de ataques dos EUA

Escalada perigosa no Médio Oriente; perigo grave no Sudão do Sul

By: Lusa
6 June 2026 at 15:17
Ataques do Irão ao Kuwait e ao Bahrein, respondendo a ataques dos EUA. Milhares de pessoas expostas a grave perigo no leste do Sudão do Sul. O Irão atacou hoje alvos no Kuwait e no Bahrein em resposta a ataques norte-americanos, apesar do cessar-fogo, prejudicando ainda mais as negociações que marcam passo, nomeadamente devido à questão dos bens iranianos congelados. Desde a trégua de 8 de abril que as hostilidades tinham quase cessado entre os Estados Unidos e o Irão, mas foram retomadas recentemente, em particular em torno do estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para os hidrocarbonetos controlada

A nova definição de “cessar-fogo”: Trump ridicularizado

6 June 2026 at 11:30
“Naquela parte do mundo, um cessar-fogo significa que os disparos são feitos de forma mais moderada”. Como diz? Donald Trump falou com os jornalistas sobre a situação no Médio-Oriente, deixando uma definição diferente sobre “cessar-fogo”. Assegurou que as forças armadas dos EUA poderiam “exterminar todos” no Irão, mas disse que prefere a diplomacia, que continuará a procurar um acordo para travar as ambições nucleares de Teerão. Contou aos jornalistas que as negociações “correram muito bem” – quando, dois dias antes, disse à CNBC que as mesmas negociações com o Irão começaram a ficar “muito aborrecidas” e já nem “quer saber”

Massiccio attacco di droni ucraini su Mosca e San Pietroburgo, Zelensky: "I nostri attacchi stanno funzionando"

San Pietroburgo e la regione di Leningrado sono finite nel mirino di un massiccio attacco con droni, mentre almeno cinque velivoli sono stati intercettati alle porte di Mosca. Sul fronte diplomatico, il Pontefice esprime preoccupazione per l'escalation in Ucraina e sollecita una soluzione negoziata per porre fine alla guerra.

"Il Mossad spia Witkoff e alti vertici americani". Le accuse degli Usa a Israele

Sale nuovamente la tensione tra Stati Uniti e Iran nell'area strategica dello Stretto di Hormuz. Il Centcom ha riferito che nella notte le forze americane hanno abbattuto quattro droni d'attacco iraniani considerati una minaccia per il traffico marittimo e successivamente hanno colpito alcune postazioni radar di sorveglianza costiera iraniane a Goruk e sull'isola di Qeshm.

La risposta di Teheran non si è fatta attendere. Secondo il comando militare statunitense, l'Iran ha lanciato sette missili verso Kuwait e Bahrein: sei sarebbero stati intercettati, mentre il settimo non avrebbe raggiunto il bersaglio. Washington ha inoltre smentito le affermazioni iraniane secondo cui sarebbe stato colpito il quartier generale della Quinta Flotta americana in Bahrein.

Sul fronte diplomatico, restano bloccati i colloqui tra i due Paesi. Mohsen Rezaei, consigliere militare della guida suprema iraniana, ha dichiarato alla Cnn che un eventuale accordo dipende dalla decisione dell'amministrazione Trump di sbloccare 24 miliardi di dollari di beni iraniani congelati. Secondo Teheran, 12 miliardi dovrebbero essere liberati alla firma di un'intesa preliminare e altri 12 in una fase successiva.

Attriti tra Usa e Israele: stando a diversi rapporti di intelligence e del Pentagono, Witkoff e altri alti negoziatori sono stati intercettati dal Mossad durante le loro trattative per cercare di raggiungere un accordo di pace con l'Iran

Nunca esqueçam como os EUA usaram o agente laranja durante a Guerra do Vietname #vietname #guerra #agentelaranja

5 June 2026 at 23:46
Isto é o que os EUA chamam de danos colaterais. O Agente Laranja foi uma mistura herbicida potente utilizada pelos militares dos EUA durante a Guerra do Vietname. Como parte da Operação Ranch Hand (1962–1971), aviões pulverizaram aproximadamente 11 milhões de galões do produto químico sobre florestas tropicais densas e terras agrícolas para privar as […]

Putin recusa encontro com Zelenskyy. “Que fraco”

5 June 2026 at 21:30
“Não faz sentido”, disse o presidente da Rússia. Presidente da Ucrânia fala em “resposta fraca” de quem não quer terminar a guerra. Foi um avanço inédito na guerra na Ucrânia. Não no terreno, mas na diplomacia, no “diálogo” entre os presidentes de Ucrânia e Rússia. Volodymyr Zelenskyy escreveu uma carta aberta a Vladimir Putin, a propor um encontro entre os dois. “A Ucrânia propõe acabar com esta guerra através de um envolvimento directo entre nós. Proponho um encontro”, escreveu o presidente da Ucrânia na carta. Primeiro, o Kremlin disse que Zelenskyy poderia encontrar-se com Putin em Moscovo “a qualquer momento”.

“Stop al supporto dell’Italia alle guerre”: oltre cento sigle convocano un corteo alla base aerea Usa di Aviano

5 June 2026 at 13:34

La base aerea Usa di Aviano è da oltre due mesi una specie di sismografo dell’attività statunitense sul fronte della guerra contro l’Iran. Gli arrivi e le partenze si susseguono, consentendo gli scali di aerei cargo che trasportano materiali non meglio identificati sulle rotte del conflitto. Alcuni partono da Fairford nel Regno Unito e si dirigono verso la Giordania, facendo scalo nel centro friulano o a Ramstein in Germania. Altri aerei sono stati segnalati sulla rotta da Lakenheath, nel Suffolk, a Incirlik, in Turchia ai confini con la Siria (dove si trovano una cinquantina di testate atomiche), per poi rientrare in Europa attraverso Aviano, che a sua volta è un deposito atomico. A tenere meritoriamente il monitoraggio di questo flusso aereo è il giornale on line pordenoneoggi.it, che segue anche il via vai delle truppe che, a bordo di Boeing 747, raggiungono la base di Camp Lemonnier a Gibuti, nel Corno d’Africa. “Continuano giornalmente anche i voli da e per Ramstein e la Romania, dove gli Usa hanno una base molto importante per lo scacchiere europeo, considerando che la Romania aiuta l’Ucraina nell’invio di droni di fabbricazione statunitense”, spiega il giornalista Alessandro Rinaldini.

In quell’extraterritorialità della guerra su cui possono contare gli americani in Italia, Aviano è uno snodo importante ed è lì che associazioni pacifiste e movimenti politici contro la guerra si sono dati appuntamento per sabato 6 giugno. Al momento 112 sigle hanno dato la loro adesione, a cominciare da Anpi Friuli-Venezia Giulia, Cgil, Tavolo della Pace, Global Sumud Flotilla, Rete italiane Donne in Nero che fanno da capifila. Il raduno è previsto alle 15 davanti al Duomo, da dove si snoderà il corteo fino all’ingresso della base. “Aviano, una voce collettiva per la pace, contro la guerra e il riarmo” è il tema della manifestazione. “La pace non appartiene soltanto ai governi o alle istituzioni, ma nasce anche dalla responsabilità e dall’impegno quotidiano della collettività”, si legge nel manifesto. “Un fermo No alla guerra e a ogni escalation militare si alzerà con voce unica, per riaffermare l’urgenza per la pace e per un modello di società alternativo fondato sulla dignità e sul rispetto delle persone, dei popoli e di ogni essere sul pianeta”. I temi si intrecciano: si va dalla denuncia della corsa globale agli armamenti e dei “rigurgiti nazionalisti” al rischio sempre più concreto di un mondo dominato dalla logica della deterrenza e dello scontro permanente. “Ci opponiamo fermamente al supporto politico e militare fornito dal governo italiano e dai governi europei a Israele nel genocidio del popolo palestinese, così come alla guerra condotta da Israele e dagli Stati Uniti contro Iran e Libano. Il nostro pensiero e la nostra solidarietà vanno a tutte le vittime dei conflitti in corso nel mondo, dall’Ucraina al Sudan, dal Myanmar al Congo e all’Eritrea”.

“La manifestazione sta riscuotendo un forte consenso”, ha detto in conferenza stampa Maurizio Marcon, segretario generale della Cgil di Pordenone. “La mobilitazione vuole essere anche una proposta, non soltanto una denuncia. Chiediamo al governo italiano e alle istituzioni di investire nelle politiche sociali e nelle misure urgentissime per affrontare i disastri ambientali e il cambiamento climatico, anziché nelle spese militari”. Antonella Lestani, coordinatrice regionale dell’Anpi, ha aggiunto: “Richiamarsi all’articolo 11 della nostra Costituzione equivale riaffermare la promessa originaria della democrazia italiana: mai più la guerra come strumento di potere, e centralità della convivenza democratica tra i popoli. Abbiamo scelto Aviano per lanciare un messaggio politico e umano contro la normalizzazione della guerra”. Michele Negro, rappresentante friulano della Rete per i diritti, l’accoglienza e la solidarietà internazionale, ha fornito alcuni dati: “Abbiamo oltre 12mila testate nucleari nel mondo, quando sappiamo che ne basterebbero cinquanta per distruggere l’umanità. Mentre crescono gli investimenti per la produzione di armi e per le infrastrutture militari, abbiamo situazioni economiche esplosive come i licenziamenti dell’Electrolux. Di fronte a ciò, l’Italia sceglie di investire quasi mille miliardi in dieci anni per arrivare al 5% del Pi, in spese militari”. Altri numeri sono stati aggiunti da Massimo Marchini, attivista della Flotilla di terra: “La maggior parte delle vittime delle guerre oggi sono i civili. A Gaza, degli oltre 80mila morti registrati, circa l’85% sono civili, un quarto delle vittime sono bambini. Un dato terribile”.

L'articolo “Stop al supporto dell’Italia alle guerre”: oltre cento sigle convocano un corteo alla base aerea Usa di Aviano proviene da Il Fatto Quotidiano.

Il regime al tracollo economico. E la faida superfalchi-riformisti fa "impazzire" la trattativa

«Lo spirito da leader martire» ha impedito ad Ali Khamenei di «rifugiarsi nei bunker». Così il ministro degli Esteri iraniano Abbas Araghchi racconta ad Al Mayadeeen, una tv libanese vicina ad Hezbollah, la scomparsa della Suprema Guida dilaniata dalle bombe israeliane la mattina del 28 febbraio scorso. Un racconto in prima persona, visto che quel giorno Araghchi era nel bunker della Suprema Guida in attesa di riferirgli i risultati delle trattative con gli americani condotte a Ginevra. Ma proprio l'essere stato messo in attesa ha salvato Araghchi. «Nel momento del martirio di Ali Khamenei, mi trovavo nel suo ufficio, ma l'ala in cui eravamo è rimasta illesa. Quando sono uscito dalle macerie, il mio solo pensiero è stato per lui. Continuavo a chiedermi se fosse stato colpito o si fosse salvato». Quel colpo fatale sulle prime non diede i risultati sperati. Anzi la nomina di Mojtaba Khamenei, il figlio della Suprema Guida sopravvissuto all'attacco nonostante le gravi ferite, è sembrata irrigidire il regime e regalare maggior potere a pasdaran e falchi ultra conservatori.

Oggi però l'apparente monoliticità sembra sul punto di sfaldarsi. Il primo ad ammetterlo è proprio Mojtaba Khamenei. «I nemici dell'Iran dopo la sconfitta sul campo - scrive in una lettera la Suprema Guida - cercano di creare divisioni interne e indebolire la resilienza del popolo». A chi si rivolge? Capirlo non è difficile. Il primo ad aver creato «divisioni interne» opponendosi prima alla nomina del figlio di Ali Khamenei e poi all'egemonia dei pasdaran è stato il presidente Masoud Pezeshkian. Eletto nonostante la passata fede «riformista», Pezeshkian è ormai un presidente di facciata. Non a caso, in una lettera di fine maggio indirizzata all'invisibile Suprema Guida, ha offerto le proprie dimissioni motivandole con l'impossibilità di svolgere il proprio ruolo. Una proposta che non è stata presa in considerazione per non rendere evidente la profondità dello scontro interno. L'uscita di Pezeshkian gli è valsa però numerosi attacchi. Tra i più duri quello del deputato Kamran Ghazanfari, un superfalco pronto ad accusarlo di aver trattato il cessate il fuoco e accettato il negoziato con gli Usa senza l'autorizzazione della Suprema Guida.

Ma gli strali dell'ala dura evidenziano anche le crepe interne al gruppo conservatore. Nei giorni scorsi l'ayatollah Jafar Sobhani, vicino ai vertici del potere, ha elogiato la trattativa con Washington. «Dobbiamo appoggiare i negoziati ed ottenere dei buoni risultati», ha detto l'ayatollah spiegando che una «buona trattativa» risponde all'interesse nazionale. Ma quel che fa più paura a Mojtaba e ai pasdaran suoi alleati sono i motivi di queste divisioni ovvero i timori di un tracollo economico. Chi, come Pezeshkian, punta a negoziare teme il collasso economico di un Paese dove il contro-blocco americano di Hormuz e le mancate vendite di petrolio hanno azzerato le entrate e dove oltre un milione di iraniani hanno perso il lavoro e dove mezzo chilo di formaggio - venduto a marzo a 4 milioni e 500mila rial (meno di 3 euro) - si compra oggi a circa 8 milioni di rial. Tra due mesi Teheran non avrà più petrolio da vendere alla Cina. Una situazione da incubo che rischia di portare il Paese al collasso se, come previsto, le scorte di valuta estera si esauriranno entro due mesi. Del resto Pezeshkian lo ripete da settimane. «La guerra principale si combatte sul fronte dell'economia».

In Libano la regia degli ayatollah. Hezbollah spara sulla tregua

Accordo respinto. La milizia sciita che rappresenta il "gioiello della corona" dell'asse filo-Iran, Hezbollah, boccia l'intesa di cessate il fuoco raggiunta fra il governo di Beirut e quello di Tel Aviv. E in Libano non si vede tregua all'orizzonte. Nonostante gli annunci ottimistici, le speranze di pace sono totalmente contraddette dai fatti. I razzi e i droni di Hezbollah continuano a martellare il nord di Israele, con le sirene di allarme che sono tornate a suonare appena pochi minuti dopo la visita del primo ministro israeliano Benjamin Netanyanu nell'area tartassata dai terroristi sciiti. Allo stesso tempo, le bombe israeliane non smettono di colpire il Sud del Paese dei cedri. Il Libano si conferma fronte di guerra ancora aperto e caldissimo nel conflitto fra Israele ed Hezbollah, ma soprattutto il vero pomo della discordia nelle trattative per un'eventuale pace fra Stati Uniti e Iran. Tutto ciò a dispetto dell'intesa raggiunta a Washington fra governo libanese e israeliano

Dopo l'ennesimo round di negoziati a Washington, durato altre 9 ore, nella notte fra mercoledì e giovedì, il governo di Beirut e quello di Tel Aviv hanno infatti annunciato di aver raggiunto un accordo per il rinnovo del cessate il fuoco del 16 aprile, anche se il fuoco fra le due parti non si è mai fermato in questi due mesi. L'intesa è subordinata alla "cessazione completa" degli attacchi di Hezbollah e all'allontanamento di tutti i suoi membri dal Libano meridionale, a nord del fiume Litani. L'accordo prevede inoltre la creazione di "zone pilota" in cui le forze armate libanesi "assumeranno il controllo esclusivo del territorio, escludendo qualsiasi attore non statale", leggasi proprio Hezbollah, il "Partito di Dio", contro il quale Israele ha avviato un'escalation militare, che dal 2 marzo ha già provocato oltre 3500 morti.

Appena poche ore dopo l'annuncio gravido di speranze, l'esercito libanese ha effettivamente iniziato a entrare nelle aree da cui l'esercito israeliano dovrebbe ritirarsi. Ma i droni israeliani hanno continuato a martellare il Sud del Paese. E i razzi e i droni di Hezbollah hanno proseguito a puntare sul nord di Israele. Ai combattenti islamisti è arrivato l'ordine di scuderia del leader Naim Qassem, che ha definito i negoziati "vergognosi", "una resa e una sconfitta" e ha chiesto il ritiro completo delle forze israeliane da tutto il territorio libanese. Un rifiuto del cessate il fuoco previsto e coordinato proprio con il grande regista del disordine e del terrorismo mediorientale: l'Iran. Non a caso il regime degli ayatollah, tramite i Guardiani della Rivoluzione, ha ribadito che "la richiesta di base della resistenza è il ritiro del regime occupante alla posizione che deteneva prima dell'inizio della guerra dei 40 giorni". "Non ci sarà pace nella regione - dicono - senza il ritiro di Israele dal Libano".

Di contro, il ministro della Difesa israeliano Israel Katz ha spiegato che "Israele continuerà per il momento le proprie operazioni di terra nel sud del Libano e non consentirà il ritorno dei residenti libanesi sfollati dalle aree interessate dalle attività militari". Tra i due contendenti è un'escalation anche di minacce. Hezbollah avverte che colpirà Tel aviv e Haifa, se Israele attaccherà di nuovo Beirut. Israele minaccia di bombardare la capitale libanese se i terroristi attaccheranno. La tregua è solo sulla carta.

"L'attuazione potrebbe iniziare entro 24 ore dall'approvazione definitiva", ha specificato fiducioso il presidente libanese Joseph Aoun, convinto che il cessate il fuoco rappresenti "l'ultima opportunità" prima di un accordo complessivo da concordare nei nuovi colloqui del 22 giugno.

A sei mesi dalla fine della missione Onu in Libano, il Paese resta nel caos e sotto le bombe. Un soldato serbo di Unifil è rimasto ucciso, secondo gli israeliani da un colpo di mortaio di Hezbollah, e due militari spagnoli feriti.

Anche nella Striscia di Gaza si continua a morire. Almeno nove le vittime, fra cui quattro bambini, in un raid delle Idf sulla città di Gaza. Un incontro tra Hamas e i mediatori per la tregua, previsto per ieri in Egitto, è stato rinviato a domenica. I terroristi chiedono a Israele di fermare gli attacchi.

L'apertura di Putin: "Ora negoziamo". Zelensky: "Vediamoci". Trump: "Bellissimo"

Una tregua sembra una chimera. La pace ancor di più. E allora, nel momento in cui il conflitto in Ucraina sembra non poter finire mai, scendono in campo i leader. Vladimir Putin prova il bluff e si dice aperto al negoziato nonostante le sue pretese rimangano su posizioni massimaliste. Volodymyr Zelensky decide di "vedere" e gli scrive una lettera aperta proponendo un faccia a faccia per concludere immediatamente la guerra. Un botta e risposta serrato e nel giro di poche ore che potrebbe rappresentare la tanto attesa svolta mentre il conflitto va avanti secondo uno spartito chiarissimo: Kiev colpisce in profondità le infrastrutture energetiche russe forte di uno sviluppo tecnologico notevole, la Russia replica con attacchi indiscriminati sulle città colpendo sempre più spesso obiettivi civili, anche per nascondere quella difficoltà sul campo ormai palese.

Lo Zar, dalla sua San Pietroburgo colpita nei giorni scorsi dai droni ucraini, è tornato a parlare di un possibile negoziato, spiegando che Trump avrebbe sollecitato la Russia a compiere alcune concessioni. "Mosca è disponibile a fare compromessi, purché anche l'Ucraina accetti di farne", ha detto Putin, pur sostenendo che le forze russe stiano avanzando "lungo tutto il fronte" e che il Paese disponga di tutte le risorse necessarie per i propri obiettivi militari. Dichiarazioni che, dopo oltre quattro anni di conflitto, sono smentite dai fatti, al punto da arrivare ad ammettere che le difese aeree russe sono da migliorare. Ma le parole di Putin sono già state sentite e risentite più volte senza mai arrivare a reali concessioni da parte di Mosca. Con lo Zar che tra l'altro ribadisce: "Non siamo contrari a Kiev nell'Ue, siamo contrari alla trasformazione dell'Ue in un blocco militare" e ribadisce di volere l'impresentabile Schroeder come mediatore. Passa pochissimo e Zelensky replica con una lettera aperta: "Ora la scelta è tua. Basta con la guerra. L'Ucraina propone di porre fine a questa guerra con dignità e con garanzie", scrive il leader di Kiev che chiede "un dialogo diretto tra noi e voi. Propongo un incontro", dice Zelensky ipotizzando Svizzera, Turchia o Paesi arabi come campo neutro. "Sono i leader a risolvere le questioni chiave. È sempre stato così e lo sarà sempre. Propongo di fissare una data precisa - incalza - L'Ucraina è pronta per un cessate il fuoco completo per tutta la durata dei negoziati", ipotesi già esclusa dallo Zar. Zelensky poi spiega che "dobbiamo stabilire quale futuro attende le generazioni di ucraini e russi che verranno dopo di noi" e attacca frontalmente: "Se non giungerete alla conclusione che è ora di porre fine a questa guerra, l'Ucraina continuerà a lottare per la propria sopravvivenza. Ma anche voi dovrete lottare molto più duramente per la vostra stessa esistenza. Non è una minaccia, è un fatto. Puoi fermare la tua guerra". Con il Cremlino che replica provocatoriamente: "Ok, venga a Mosca quando vuole", ipotesi già esclusa da Zelensky.

Una possibile svolta benedetta anche da Donald Trump, che mette in parte Putin spalle al muro in caso di bluff: "Sono contento che stiano parlando di incontrarsi. Credo che il mio contributo in tal senso sia stato notevole - ha detto il tycoon - Entrambi dovranno scendere a compromessi, l'ho suggerito io e ho avuto un ruolo determinante nella vicenda". Il tycoon poi lancia l'ennesima frecciata all'Europa: "Non abbiamo bisogno di loro, non ci hanno aiutato in Iran".

Nel quadro di dialogo potenziale, cozzano le parole del ministro degli Esteri russo Lavrov: "Siamo pronti a negoziare, ma non troviamo con chi parlare, non vediamo disponibilità al dialogo dall'altra parte. Non riusciamo a trovare interlocutori con cui poter dialogare". Lavrov che rilancia gli improponibili accordi di Anchorage tra Russia e Usa che prevedevano di fatto una resa incondizionata di Kiev e il consigliere presidenziale russo Dmitriev che riferisce di aver avuto una conversazione telefonica con l'inviato Usa Witkoff e con il genero del presidente Kushner, più che per un dialogo, per accordi relativi a un tunnel che colleghi la Russia e gli Stati Uniti attraverso lo Stretto di Bering che Dmitriev definisce imminente. Ma in campo, ora ci sono i leader. Se Putin prova a bluffare, Zelensky cerca di stanarlo. Ma finché al tempo delle parole non seguirà il tempo dei fatti, resterà il tempo della guerra, delle bombe, dei missili e dei droni.

Kiev istituisce l'unità Scorpio: cosa sappiamo della nuova forza speciale della polizia militare ucraina

Le Forze Armate ucraine stanno rafforzando in modo progressivo il proprio sistema di sicurezza interna, con un’attenzione crescente alla gestione della disciplina, alla protezione delle infrastrutture militari e al contenimento delle vulnerabilità che possono emergere nelle retrovie operative. In questo processo s’inserisce la creazione della nuova unità speciale Scorpion, pensata per garantire capacità di intervento rapido all’interno del dispositivo militare.

L’annuncio è stato diffuso dalla Vijskova sluzhba pravoporyadku ZSU, organismo della polizia militare incaricato del mantenimento dell’ordine e della disciplina nelle Forze Armate ucraine. La nascita del nuovo reparto risponde all’esigenza di disporre di uno strumento in grado di intervenire con tempestività nelle situazioni critiche che interessano la sicurezza interna, in particolare nei casi di sabotaggio, violazioni disciplinari gravi e minacce rivolte alle infrastrutture militari.

Cosa sappiamo

Secondo fonti ufficiali la Scorpion è stata concepita come unità di pronto impiego integrata nei distaccamenti zonali della polizia militare, con una struttura flessibile e una capacità di reazione rapida su scala territoriale. Il suo impiego è previsto nei casi in cui si verifichino eventi che richiedono un intervento immediato e non gestibile attraverso i normali canali di controllo disciplinare.

Il mandato include la prevenzione e la repressione dei reati militari, il monitoraggio delle violazioni del regolamento interno e la tutela del patrimonio delle Forze Armate ucraine. Particolare attenzione è rivolta alla protezione di asset considerati strategici, come armamenti, mezzi, depositi e infrastrutture logistiche, elementi essenziali per la continuità delle operazioni sul terreno.

Questa forza speciale è inoltre chiamata ad agire in presenza di possibili azioni di sabotaggio o di minacce dirette contro installazioni militari sensibili. In questi casi, l’obiettivo è ridurre i tempi di risposta e contenere l’impatto di eventuali vulnerabilità interne sul funzionamento complessivo del sistema difensivo.

Impiego sotto legge marziale e contrasto alle minacce ibride

Con l’attivazione della legge marziale o dello stato di emergenza, il raggio d’azione viene ampliato. Il reparto può essere impiegato anche nel supporto alle operazioni di contrasto a gruppi di ricognizione e sabotaggio, operando in coordinamento con le strutture già responsabili della sicurezza e della difesa territoriale.

Sotto questi auspici, l’unità non si limita alla gestione delle emergenze interne, ma contribuisce anche al contenimento di minacce ibride che si sviluppano al di fuori del fronte tradizionale e che incidono direttamente sulla stabilità delle retrovie.

Nel contempo, la nuova creatura di Kiev svolge anche un ruolo nel mantenimento della disciplina interna delle Forze Armate, intervenendo nei casi in cui sia necessario ristabilire rapidamente condizioni di ordine e garantire la continuità funzionale delle unità.

Valenza strategica nel sistema di sicurezza ucraino

La decisione di costituire questa unità riflette il rafforzamento della dimensione interna della sicurezza militare ucraina, in risposta a un quadro in cui la gestione delle minacce non si limita più alla sola dimensione frontale.

Secondo analisti, in questa condizione, la polizia militare assumerà un ruolo più strutturale nella stabilità del sistema difensivo, mentre unità specializzate come la Scorpion rappresenteranno uno strumento per garantire tempi di reazione più rapidi, maggiore controllo delle situazioni critiche e rafforzamento della resilienza complessiva delle Forze Armate.

Hezbollah rejeita cessar-fogo e Israel mantém tropas no Líbano

By: ZAP
5 June 2026 at 10:30
O líder do movimento pró-iraniano Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou esta quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo entre Israel e o Líbano, numa altura em que os novos combates dificultam os esforços para pôr fim ao conflito. Numa declaração transmitida pela televisão, Naim Qassem classificou as negociações como “humilhantes” e “insultuosas” para o Líbano, afirmando que foram rejeitadas por amplos setores da população libanesa. “O que nos preocupa é o fim da agressão, o cessar-fogo e a retirada de Israel”, afirmou, acrescentando que o Hezbollah não assumiu qualquer compromisso de cessar os combates enquanto as aldeias não estiverem seguras. Segundo

Putin: "Lettera di Zelensky maleducata, non ci sono motivi per incontrarlo". La replica: "Sceglie la guerra". Starmer: "Mosca può attaccare la Nato nel 2030"

La guerra in Ucraina torna al centro della giornata con nuovi attacchi russi nella notte: tre le vittime in diverse regioni del Paese, mentre Kiev riferisce l’abbattimento di 198 droni su 216 lanciati da Mosca. Negli Stati Uniti la Camera approva un pacchetto di aiuti e sanzioni contro la Russia. Intanto Londra lancia l’allarme sui rischi di escalation e in Romania un drone navale esplode nel porto di Costanza senza causare feriti. La Nato monitora la situazione.

La fatica sul fronte, i costi della guerra e i droni di Kiev sulla sua Davos: cosa c'è dietro l'apertura di Putin

Per ora è solo un’apertura a parole: una lettera da Kiev, una replica del Cremlino e l’invito russo a eventuali colloqui a Mosca. Difficile capire tempi, formato e reale possibilità di arrivare a incontri di alto livello. Ma il punto politico è un altro: perché Putin apre proprio ora?

La risposta va cercata non solo nella diplomazia, ma nell’escalation militare e psicologica che Mosca sta costruendo attorno all’Ucraina. Nei giorni della “Davos russa” di San Pietroburgo, colpita da droni ucraini, mentre un drone russo violava lo spazio Nato cadendo in Romania, il Cremlino ha iniziato ad alternare segnali negoziali e pressioni sempre più aggressive. Non è una contraddizione: è una strategia. Colpire Kiev, intimidire il fianco orientale della Nato, mostrare l’asse con la Cina e presentarsi al tavolo da una posizione di forza, anche se il contesto reale è molto meno comodo per Mosca.

L’ultima accelerazione russa non può essere letta solo come l’ennesima fase brutale di una guerra ormai entrata nel suo quinto anno. Dietro i raid su Kiev, il linguaggio sempre più aggressivo verso i Paesi baltici e il viaggio di Vladimir Putin da Xi Jinping c’è una strategia di pressione multilivello: colpire l’Ucraina dove è più vulnerabile, intimidire il fianco orientale della Nato e mostrare che Mosca non è isolata, perché può ancora contare sulla profondità economica e politica della Cina.

Ma questa escalation racconta anche un’altra cosa: il Cremlino non si muove in un contesto comodo. Sul fronte, l’avanzata russa si è fatta più lenta e costosa, mentre l’Ucraina ha migliorato la capacità di colpire retrovie, logistica e nodi militari russi con una produzione sempre più ampia di droni. La guerra che Mosca voleva trasformare in logoramento dell’Ucraina sta diventando anche logoramento russo. E il bilancio federale, già piegato dalle spese militari, mostra crepe sempre più evidenti.

Il fronte non corre più per Mosca: Kiev avanza poco, ma cambia il ritmo della guerra

La novità non è che l’Ucraina stia ribaltando improvvisamente il conflitto con una grande offensiva convenzionale. La novità è più sottile: Kiev sta lentamente modificando il rapporto tra costi e risultati. Le forze russe continuano a premere lungo più assi, ma con guadagni territoriali ridotti, perdite elevate e una logistica sempre più esposta agli attacchi ucraini.

Negli ultimi mesi, la produzione di droni ucraini e l’uso sistematico di strike a medio raggio hanno reso meno sicure le retrovie russe. Depositi, centri di comando, linee ferroviarie, basi e concentrazioni di truppe sono diventati bersagli più frequenti. Non è una svolta spettacolare, ma è una trasformazione operativa: Mosca deve spendere di più per ottenere meno, deve arretrare asset logistici, disperdere le forze, proteggere infrastrutture che prima considerava relativamente al riparo.

È in questo quadro che l’escalation russa assume un significato politico. Quando il fronte non produce vittorie nette, il Cremlino cerca di produrre shock altrove: nei cieli di Kiev, nella comunicazione nucleare, nelle minacce verso i diplomatici stranieri, nella pressione sui confini Nato. La violenza diventa messaggio. Serve a dire agli ucraini che la capitale resta vulnerabile, agli europei che la guerra può allargarsi, agli americani che ogni trattativa avrà un prezzo.

I raid su Kiev e il fronte baltico: colpire la capitale, spaventare la Nato

I giorni di raid violenti su Kiev si inseriscono in questa logica. Gli attacchi combinati con missili e droni non mirano soltanto a distruggere obiettivi militari o infrastrutture. Mirano a saturare le difese aeree, logorare psicologicamente la popolazione e mandare un segnale agli alleati occidentali: senza nuove batterie, nuovi intercettori e nuove forniture, l’Ucraina resterà esposta.

La minaccia russa di continuare a colpire centri decisionali e la richiesta ai diplomatici stranieri di lasciare Kiev hanno alzato ulteriormente il livello dello scontro. È una comunicazione studiata per trasformare la capitale ucraina in un problema internazionale permanente. Mosca vuole mostrare che può colpire anche mentre si parla di negoziati, che può imporre il calendario dell’escalation e che nessun sostegno occidentale è privo di rischio.

Lo stesso vale per la querelle con i Paesi baltici. Estonia, Lettonia e Lituania sono da anni il punto più sensibile del fianco orientale della Nato: piccoli territori, memoria storica dell’occupazione sovietica, confini diretti o prossimi alla Russia e alla Bielorussia, altissima esposizione a guerra ibrida, cyberattacchi, provocazioni aeree e pressione migratoria. Le tensioni di questi giorni, alimentate anche dalle accuse russe e dagli incidenti legati ai droni, servono a Mosca per testare i nervi europei.

Il messaggio è duplice. Da una parte, la Russia cerca di rappresentarsi come potenza assediata, circondata da un’Europa ostile e militarizzata. Dall’altra, prova a dividere gli alleati Nato tra chi chiede fermezza e chi teme l’escalation. È una vecchia tecnica del Cremlino: spostare il conflitto dal campo militare alla sfera psicologica, costringendo gli avversari a discutere non solo di come aiutare Kiev, ma anche di quanto rischio siano disposti ad assorbire.

Secondo Lauri Hussar, presidente del Parlamento estone, la Russia rappresenterà una minaccia strutturale per l’Europa ancora per molti anni, ben oltre il conflitto ucraino, puntando a ricostruire una sfera d’influenza paragonabile a quella dell’ex Unione Sovietica. In un’intervista all'Adnkronos, Hussar ha ribadito la necessità di rafforzare la sicurezza europea attraverso una deterrenza credibile e una maggiore capacità di difesa. L’Estonia, che ha portato le spese militari al 5,4% del Pil, considera questo investimento una risposta diretta all’aggressione russa contro l’Ucraina e non una scelta simbolica.

Putin da Xi: l’urgenza di chi ha bisogno di soldi, tecnologia e profondità strategica

Il viaggio di Putin a Pechino va letto dentro questa stessa cornice. La Cina non è solo un partner diplomatico: è la retrovia economica più importante della Russia. Compra energia, offre sbocchi commerciali, garantisce una sponda politica contro l’Occidente e permette a Mosca di attenuare l’effetto dell’isolamento. Ma il fatto stesso che Putin abbia bisogno di rafforzare continuamente l’asse con Xi rivela una dipendenza crescente.

Secondo un’analisi del Financial Times, la spesa russa per la guerra rischia di superare il budget previsto di almeno 2.000 miliardi di rubli nel 2026, con scenari ancora peggiori negli a venire. Il ministero delle Finanze avrebbe, infatti, chiesto di congelare spese non militari per coprire i costi del conflitto, mentre difesa e sicurezza assorbono ormai una quota enorme del bilancio pubblico. Anche l’aumento del prezzo del petrolio può dare ossigeno, ma non basta a cancellare il problema: la guerra costa sempre di più, mentre crescita, investimenti e spesa sociale vengono compressi.

È qui che l’escalation diventa anche una corsa contro il tempo. Putin deve dimostrare ai russi che la guerra resta sostenibile, agli ucraini che la resistenza sarà punita, agli europei che il prezzo del sostegno a Kiev aumenterà, e ai cinesi che Mosca è ancora un partner utile, non un alleato in declino da mantenere artificialmente in piedi.

La visita da Xi, con nuovi accordi e una retorica comune contro l’ordine dominato dagli Stati Uniti, serve quindi a proiettare solidità. Ma dietro la scenografia del fronte anti-occidentale c’è un rapporto sempre più asimmetrico. La Russia porta energia, materie prime, tecnologia militare e disponibilità geopolitica; la Cina porta mercato, liquidità, componenti, copertura diplomatica e una posizione negoziale molto più forte.

Mosca colpisce Kiev perché non riesce a piegare rapidamente il fronte. Minaccia i Baltici perché vuole spaventare l’Europa. Cerca Xi perché ha bisogno di profondità economica. E aumenta la spesa militare perché, senza la guerra, l’intero impianto politico putiniano perderebbe il suo principale strumento di mobilitazione. È un sistema che ha trasformato la guerra in motore politico, industriale e identitario. E quando quel motore comincia a costare troppo, il Cremlino non rallenta: accelera.

Attacco con droni al porto dell'Oman, interrotto il carico di petrolio. I pasdaran: "Nessun trasferimento concordato per l'uranio arricchito"

La situazione in Medio Oriente continua a rimanere instabile. Lo spiraglio per una possibile tregua in Libano si è chiuso, dopo che gli Hezbollah hanno respinto il cessate il fuoco con lo Stato ebraico. Il porto di Al-Fahal in Oman è stato scosso da esplosioni, probabilmente dovute ad un attacco di droni. E Trump sostiene di non aver bisogno dell'aiuto degli europei per vincere la guerra contro l'Iran.

Numa carta aberta a Putin, Zelenskyy pede reunião e cessar-fogo

By: AFP
5 June 2026 at 06:00
“A Ucrânia propõe acabar com esta guerra através de um envolvimento directo entre nós. Proponho um encontro”, afirmou Zelensky na carta. O Kremlin diz que o presidente ucraniano pode encontrar-se com Putin em qualquer altura — em Moscovo. Putin admite um acordo, se a Ucrânia fizer cedências. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, propôs esta quinta-feira um encontro presencial com Vladimir Putin, numa rara carta aberta dirigida ao líder russo, pouco depois de o chefe do Kremlin ter admitido que Moscovo precisa de reforçar as suas defesas aéreas na sequência de uma vaga de ataques ucranianos. O presidente dos Estados

Zelensky scrive a Putin: "Incontriamoci", il Cremlino: "Venga a Mosca quando vuole". Trump: "Devono vedersi"

Vladimir Putin si dice pronto a "una soluzione pacifica". Ma il presidente ucraino gli indirizza una lettera aperta: "Poniamo fine a questa guerra con un dialogo diretto". Mosca: "Non contrari all'adesione dell'Ucraina alla Ue". E Trump esulta: "Sarebbe bellissimo se si incontrassero"

Dalla par condicio alla pax condicio: parte la campagna No Peace No Panel per ripensare la narrazione della guerra sui media

4 June 2026 at 12:48
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Silenziata dalla narrazione mediatica dominante, resa vuota dal modo retorico in cui ne parla la politica, banalizzata dal mondo della cultura e dell’arte: la pace non è mai stata così necessaria, eppure non è mai stata così latitante, a partire dai nostri feed social.

È da questa urgenza che nasce No Peace No Panel, la campagna sostenuta da giornalisti e giornaliste del servizio pubblico e privato, cittadini e cittadine comuni, direttori e direttrici di testate nazionali, intellettuali, vertici degli enti di categoria e associazioni giornalistiche e dalle più importanti associazioni e reti pacifiste. L’obiettivo è quello di ripensare la narrazione (soprattutto mediatica) passando dal concetto di par condicio a quello di pax condicio: per i dibattiti (e i contenuti) che trattano gli svariati temi contemporanei è sufficiente il consueto equilibrio tra destra e sinistra (par condicio), ma quando si parla di guerra questo schema non basta più, perché l’unico contraddittorio all’altezza del conflitto, è la pace. Allora bisogna iniziare a chiedersi se è presente almeno un portavoce di pace, se si sta rappresentando solo il bellicismo, se si è dato spazio alla pace e alle sue idee (pax condicio). Il decalogo è stato presentato anche in Commissione di Vigilanza Rai ed è in attesa di un voto che tarda da più di un anno e mezzo a causa dello stallo della Commissione. Intanto l’escalation mediatica continua, le guerre si moltiplicano e la voce della pace non trova spazio. Così oggi, grazie Fatto Quotidiano e alla creatività di MammaStudio, nasce una campagna social che prova a comunicare sui temi di pace in maniera nuova.

Parlare di pace è problematico perché per farlo dobbiamo prendere per forza in considerazione il suo opposto: la guerra. La pace sembrerebbe costituirsi solo per negazione: è il segno meno sulla guerra a dettare la pace, come se l’assenza, anche parziale di conflitto determinasse di per sé la pace. In questo modo, però, si priva la pace della sua dimensione narrativa e quindi della sua capacità trasformativa e resistente. Una condizione necessaria: se non alleniamo la pace, non avremo “muscoli” sufficienti per portarla sul ring e mandare al tappeto l’ennesima guerra. Proprio quello che sta succedendo.

Il pacifismo sembra avere le armi spuntate sia nella realtà – basti pensare a quante manifestazioni nazionali unitarie pacifiste si è stati in grado di organizzare in Italia in questo momento storico, che è considerato il più grave periodo di conflitti dalla seconda guerra mondiale ad oggi – così come nel racconto mediatico. I portavoce di pace sono gli ultimi chiamati a dire la loro e quindi non hanno modo di costruire opinione né leadership (cosa potremmo rispondere, ad esempio, alla domanda: chi è il nuovo Gino Strada?). La pace non è in grado di diventare virale sui social e ci sono pochissimi distributori di cultura e arte capaci di andare oltre lo sventolio di una bandiera arcobaleno e un pacifismo da “volemose bene”.

Intanto, il bellicismo imperversa. In questo ecosistema di dibattito pubblico la pace sembra un concetto debole, noioso, retorico, astratto. La guerra invece è concreta, necessaria, spettacolare, immediata. Nelle chiacchiere da bar – riflesso del talk show medio italiano – sembra sempre “vincere” il più informato di geopolitica, il più cinico e cosciente sugli equilibri tra potenze globali, insomma quello che alla fine dei conti porta avanti senza neanche saperlo un concetto basilare quanto tossico: la guerra è inevitabile. Come se il conflitto fosse la normalità e la pace l’eccezione. Per non parlare dell’opinionista da “se vuoi la pace, prepara la guerra”, come se la pace fosse derivativa e il suo fare dipendesse dalla guerra (sorvolando sul fatto che forse, dopo 1300 anni di sanguinosi conflitti, sia giunto il tempo che questa locuzione latina venga superata). E via discettando fino a chi si aggrappa a vecchi slogan tipo “il mondo non si cambia con i fiori”, per dare alla pace una cornice da ingenui sessantottini. O ancora “i pacifisti non sanno come funziona la realtà”, come se la realtà fosse una condizione perpetua di lotta.

Di fronte a tutto questo, la pace è disarmata. E anche chi sente dentro di sé che è la cosa giusta, non ha strumenti semplici e a portata di mano per parlarne. Il pacifista che è in noi capisce di doversi informare troppo, di dover cercare troppo su Google o di dover leggere troppi libri per poter far fronte al plotone d’esecuzione dei commentatori da tavolino pronti a metterlo all’angolo con un: “questi pensano di fermare i carri armati con i fiori”. Certo, trasformare la pace da concetto morale a fenomeno culturale non è un gioco da ragazzi. Lo dimostrano i tantissimi portavoce di pace (associazioni e reti, movimenti non-violenti, Ong che operano su territori di guerra) che, troppo spesso ignorati dai media mainstream, si battono da anni, con coraggio, per farlo.

La campagna No Peace No panel propone una soluzione, che non è l’unica. Il concetto è chiaro: fino a quando la voce della pace non verrà rappresentata equamente nei dibattiti e nei contenuti, questa verrà relegata nella spirale del silenzio e non emergerà, non avrà modo di guardarsi, ascoltarsi, immaginare nuovi significati, diventare popolare o criticata, ma comunque presente. È anche un problema di applicazione della Costituzione. “L’Italia ripudia la guerra” sì, ma solo lì, nella Costituzione (art .11).

Nel Paese e nel suo sistema informativo e culturale no, lì si parla quasi solo di guerra e il risultato è scontato: la guerra si moltiplica. Ecco perché pensiamo di dover passare dalla par condicio, alla pax condicio. Una proposta che riguarda non solo i dibattiti, ma anche i contenuti. In un Paese nel quale la maggioranza della popolazione nei sondaggi è sempre sfavorevole alla guerra e all’utilizzo della guerra come mezzo di risoluzione delle controversie internazionali, si parla troppo poco di pace: gli stessi sondaggi sono poco diffusi, c’è poco spazio per i libri usciti sul tema, le campagne dei pacifisti non vengono citate, le tesi del disarmo quasi mai rappresentate. Intanto c’è un militare o ex militare a fare da opinionista in ogni talk show (quando sarà possibile vedere la realtà analizzata da una prospettiva diversa, per esempio di un costruttore di pace?) e la narrazione giornalistica non riesce ad andare oltre la cronaca di guerra e l’immagine di scenari sempre più allarmarti. È l’escalation mediatica.

Noi vorremmo una pace dai toni forti, che sia in grado di essere anche pop, ironica, riconoscibile. Perché no: “memizzabile”. In grado di operare inversioni di senso: riuscite a immaginare una “propaganda di pace”? Una parola che andrebbe risemantizzata, perché oggi non riesce a contenere l’enorme somma di bellezza che produce: le vite senza droni sulla testa, senza guerra nei tg, senza paura dell’invasore, con le menti sgombre dall’angoscia, libere di sognare un mondo migliore, di dedicarsi a salvare il pianeta dalla crisi climatica o semplicemente vivere un’esistenza di pace.

Eppure come spiega l’artista visual Tommasina Giuliasi con il suo progetto artistico di proiezioni su bandiere bianche: non ci danno pace. E noi, non dovremmo iniziare a prendercela da soli?

Max Brod: Giornalista Rai e coordinatore della campagna No Peace No Panel

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Droni su San Pietroburgo. Kiev sfida la Davos di Putin

Nelle stesse ore in cui a San Pietroburgo si apriva il Forum Economico Internazionale, la cosiddetta "Davos russa" voluta dal Cremlino per mostrare al mondo un Paese tutt'altro che isolato, il cielo sopra la seconda città della Federazione veniva attraversato da velivoli ucraini diretti contro infrastrutture strategiche, terminal petroliferi e installazioni militari. È l'immagine più efficace di una guerra combattuta sempre più in profondità nei territori dei contendenti, ma accompagnata da un'intensa attività diplomatica che prova a immaginare il giorno dopo. Grazie anche alle parole di Zelensky, che si dice pronto a incontrare Putin senza la mediazione di Washington.

La giornata si è aperta con una delle operazioni ucraine a lungo raggio più significative dall'inizio della guerra. Droni di Kiev hanno colpito il terminal petrolifero di San Pietroburgo, snodo energetico strategico sul Golfo di Finlandia, a circa 1.100 chilometri dal confine. Le autorità russe confermano l'attacco e riferiscono di feriti e danni nell'area di Kronstadt, dove si concentrano infrastrutture portuali e militari sensibili. L'esercito ucraino sostiene di aver colpito navi e asset logistici, tra cui la corvetta lanciamissili Boykiy. Il presidente Zelensky ha riferito anche di un raid contro un'azienda del settore militare nella regione di Tambov. Sul versante opposto un drone avrebbe centrato un autobus diretto in Crimea: il bilancio è di otto morti. Il Cremlino promette rappresaglie e la prosecuzione dell'offensiva.

Mentre i combattimenti continuano senza tregua, Kiev lavora per consolidare il sostegno politico e militare dell'Occidente. In visita in Ucraina per una riunione del Consiglio Atlantico, il segretario generale della Nato Mark Rutte ha affermato che è Mosca, e non Kiev, a trovarsi oggi sotto pressione, pur ribadendo che l'adesione ucraina all'Alleanza non è all'ordine del giorno. Rutte ha inoltre assicurato la prosecuzione delle forniture dei missili intercettori PAC-3, sebbene le scorte dei sistemi Patriot restino limitate, e ha confermato il funzionamento del programma Purl, attraverso il quale i Paesi alleati acquistano armamenti dagli arsenali statunitensi destinati all'Ucraina.

Nel colloquio con Rutte, Zelensky ha però manifestato la preoccupazione che l'attenzione della comunità internazionale possa allontanarsi dal conflitto, e si è detto disposto ad avviare un dialogo diretto con Putin, senza attendere un eventuale intervento Usa. Da Washington, tuttavia, il segretario di Stato Rubio ha assicurato che gli Usa sono pronti a tornare a svolgere un ruolo attivo negli sforzi diplomatici.

Parole importanti, ma il quadro resta contraddittorio. Il premier ungherese Magyar ha proposto Budapest come possibile sede per futuri negoziati di pace, mentre da Mosca la portavoce del ministero degli Esteri Zakharova afferma che non sono arrivate proposte europee concrete su un mediatore. Il Cremlino rilancia il nome dell'ex cancelliere tedesco Schroder. Questo scenario fa da sfondo all'apertura del Forum Economico Internazionale di San Pietroburgo, vetrina delle nuove relazioni costruite dalla Russia dopo l'isolamento seguito all'invasione dell'Ucraina. All'evento partecipano 130 Paesi, anche Rodney Mims Cook Jr per gli Usa. Presente anche l'ex sottosegretario del governo gialloverde Michele Geraci, con un millantato incarico ministeriale smentito però dall'esecutivo. Atteso l'intervento di Putin, che tornerà sul conflitto, tra segnali di apertura o nuove rigidità.

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