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Jad Tabet : "ce qu'il se passe au Liban Sud, c'est une table rase, une politique de terre brûlée"

6 June 2026 at 20:45
Malgré un nouveau cessez-le-feu entre Israël et le Liban, les frappes israéliennes se poursuivent sur le Sud du pays. L'armée israélienne y pratique une politique de la terre brûlée, détruisant des villages entiers. L'inquiétude est maximale aussi pour le patrimoine libanais, dont des dizaines de sites historiques classés à l'UNESCO sont menacés de destruction totale ou partielle. Jad Tabet, conseiller du ministre libanais de la Culture Ghassan Salamé, était l'invité d'Au cœur de l'info. 

Zeno’s Paradox: When Achilles, Greece’s Fastest Hero, Lost to a Tortoise

6 June 2026 at 20:30
Triumphant Achilles dragging Hector's body around Troy, from a panoramic fresco of the Achilleion
Triumphant Achilles dragging Hector’s body around Troy, from a panoramic fresco of the Achilleion. Credit: Franz Matsch / Public Domain

He was the swift-footed Achilles, the greatest warrior of the Trojan War, a semi-divine hero whose very name was synonymous with speed and power. And yet, for centuries, the smart brilliance of an ancient Greek philosopher has left him perpetually—and quite comically—stuck behind a tortoise. Zeno’s paradox presents a philosophical conundrum that still captivates people millennia after it first questioned the intellectual doctrines of Ancient Greece.

It is a paradox that prompts us to question the nature of motion and reality itself. Specifically, it compels us to explore the infinite—a concept that still confounds quantum physicists today.

Zeno’s Paradox: The problem with Achilles and infinite steps

Picture the scene: Achilles, in all his glorious, muscular beauty, lines up against a tortoise. The tortoise, naturally, gets a head start—a gesture of fair play, one might say, that quickly devolves into philosophical torture.

Achilles and the tortoise
Credit: Loco Steve, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0 (left), Greek Reporter archive (right)

During this event, Achilles, being well, would instantly sprint past the slow tortoise. But Zeno, with a mischievous twinkle in his eye, argued otherwise. Before Achilles can even reach the position where the tortoise started, the cute little animal will have managed to go forward a little compared to its initial position.

When Achilles finally arrives at that particular spot, the tortoise has moved again. This would carry on forever. This continuous cycle, Zeno noticed, continues ad infinitum, meaning Achilles is forever playing catch-up, never truly reaching the tortoise. It sounds childish and blatantly wrong, but is it? Think about it. It makes sense. It’s enough, at least, to make you wonder about what’s real and what isn’t.

Zeno of Elea's Achilles paradox
Zeno of Elea’s Achilles paradox. Credit: Aelwyn. CC BY-SA 4.0/ Wikimedia Commons/Aelwyn

This confused the ancient Greeks, whose understanding of infinity was still rudimentary. It challenged the very idea of continuous motion, suggesting that movement itself might be an illusion, a series of frozen moments rather than a fluid progression. Indeed, Zeno’s mentor, Parmenides, had famously argued that reality was static and unchanging, and our perception of movement was nothing but a trick of the senses.

Zeno, always the loyal—and brilliant—student, used his paradoxical skills skillfully as an intellectual shield for this peculiar paradox. One can almost imagine the expressions on the faces of Athenian philosophers as Zeno calmly explained why their fastest runner could never quite outrun a slow tortoise.

Of course, modern humans comprehend concepts such as calculus, therefore understanding that Zeno’s apparent deadlock is resolved. Mathematicians like Newton and Leibniz, centuries later, demonstrated that an infinite series of ever-decreasing distances can indeed sum to a finite total.

This means that in Zeno’s paradox, Achilles does overtake the tortoise; the finish line, for him, is not an illusion. Yet, to dismiss Zeno’s paradox completely as a mathematical footnote and a logical mistake would be to miss its profound impact on human thought.

It was a puzzle that had such a consequential effect that it shaped our understanding of the universe. Consider quantum mechanics, for example, where particles seem to exist in multiple states simultaneously—a concept similar to Zeno’s discomfiting fragmentation of reality.

Our digital devices work by breaking down continuous processes into tiny, distinctive steps. This is similar to how a movie creates the illusion of motion from individual frames. This approach, which traces back to Zeno’s ideas about infinitely dividing space and time, is embedded in much of our modern technology.

However, beyond academia and the complex equations of physics that ordinary people can’t even comprehend, the paradox of Achilles and the tortoise has a surprisingly relatable, almost melancholic, wisdom for our own lives that is easier to grasp.

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Modern life sometimes feels like the paradox of Achilles and the tortoise: A never-ending struggle to reach our goals, only to realise it’s not possible. Credit: Greek Reporter

Achilles and the tortoise as a modern metaphor for our lives

How many times have we felt like Achilles, tirelessly chasing a goal, a dream, or even just the promise of a calmer, better tomorrow, only for it to perpetually remain just out of reach? Life, too, often feels like a series of infinite, tiny steps, each requiring immense effort, each seeming to bring us no closer to the finish line despite the progress we make daily.

Yet, Achilles and the tortoise, when illuminated by the light of calculus, can become a story of hope. It tells us that even an infinite process can have a finite, tangible result, perhaps representing the better tomorrow we all strive for. Progress is undeniably real, however gradually it arrives.

So, the next time you feel stuck, relentlessly pursuing a goal that seems to go further away with every step, remember Achilles and that remarkably slow tortoise.

Zeno, the ancient Greek mastermind, may have created this paradox to confound his contemporaries. But in doing so, he left us with a timeless truth: movement—whether through space, thought, or life itself—is never as simple as it appears. Yet, if we keep putting one foot in front of the other, even if the journey feels impossibly long, like Achilles, we will get there. Eventually.

Related: The Strange Paradoxes and Puzzles of Zeno of Elea

Sim, podemos ser alérgicos ao exercício físico

6 June 2026 at 20:30
As pessoas que não gostam de fazer exercício brincam, por vezes, dizendo que são “alérgicas” à atividade física. Mas o que muitos não sabem é que a alergia ao exercício existe mesmo — e pode ser perigosa se não for detetada a tempo. A anafilaxia induzida pelo exercício é uma reação alérgica grave, pouco conhecida, desencadeada por exercício moderado. Pode causar comichão intensa em todo o corpo, seguida rapidamente por dificuldade em respirar. Estima-se que entre 2,3% e 5% de todos os casos de anafilaxia no mundo sejam desencadeados pelo exercício físico. Esta condição induzida pelo exercício foi identificada pela

Sem-terra plantam 5 mil mudas na semana do Meio Ambiente

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) mobilizou, nos últimos dias, cerca de 10 mil pessoas, em 15 estados brasileiros, onde realizou uma série de atividades de defesa do meio ambiente, com críticas ao agronegócio.

Segundo a organização, os sem-terra plantaram mais de 5 mil mudas e semearam cerca de 30 toneladas de sementes em Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Sergipe.

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A iniciativa faz parte da Jornada Nacional em Defesa da Natureza e seus Povos, que começou na última segunda-feira (1°) e termina neste domingo (7), marcando a Semana Mundial do Meio Ambiente.

Este ano, a jornada teve como lema o mote “combater o agronegócio é cuidar da natureza!” e serve como plataforma para o MST defender a reforma agrária “como solução para o avanço dos cuidados com o meio ambiente”.

Ao mesmo tempo, a organização denuncia o que classifica como “crimes ambientais do agro-hidro-minero-negócio” e os “que exploram os bens comuns da natureza em larga escala”, em um momento em que, na avaliação do movimento, “o agronegócio aprova leis que aumentam a destruição ambiental”.

Incinerador

Neste sábado (6), em São Paulo, o MST promoveu um ato contra a instalação de um incinerador no bairro de Perus, na zona noroeste da capital paulista. Além dos sem-terra, a manifestação reuniu moradores da região, ambientalistas e integrantes de outras organizações sociais.

O incinerador integra o chamado EcoParque Bandeirantes, que a prefeitura de São Paulo pretende instalar no antigo Aterro Sanitário Bandeirantes, em parceria com uma empresa privada.  

O aterro funcionou por 28 anos e teve suas operações encerradas em 2007. Desde então, consta da lista de Áreas Contaminadas em Processo de Remediação (ACRe), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Além do incinerador, o projeto do EcoParque prevê um biodigestor, uma unidade de compostagem, outra de biossecagem, e uma central mecanizada de triagem de resíduos. E, segundo a prefeitura, visa a “otimização da reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, a agregação de valor aos diversos subprodutos gerados, a geração de energia com baixa emissão de GEE e a redução dos volumes destinados à disposição final em aterros.

No entanto, de acordo com o MST, o projeto contraria os interesses de diferentes segmentos sociais que coabitam o bairro de Perus e região, incluindo indígenas que vivem no Pico do Jaraguá, próximo ao antigo aterro sanitário.

“O projeto de instalação do Incinerador em Perus mostra qual é o projeto da burguesia e do agronegócio para o Brasil: para a periferia, para o povo pobre, para os camponeses, para a classe trabalhadora é sempre a poluição, os detritos. Para deixar bonita a área da burguesia, empurram para nós os detritos”, criticou, em nota, Luciano Carvalho, da direção estadual do movimento.

Jovens preparam carta para encontro internacional da ONU sobre água

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Jovens de bairros periféricos e de comunidades vulnerabilizadas estão reunidos, neste sábado (6), na Fundição Progresso, espaço vizinho aos Arcos da Lapa, antigo aqueduto colonial do século 18 e que hoje é cartão-postal no Centro do Rio de Janeiro.

Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. É justamente a água o assunto que faz esses ativistas se encontrarem. Eles participam de uma série de painéis sobre o direito à água, saneamento e resiliência climática.

Notícias relacionadas:

O encontro é organizado pela organização da sociedade civil Águas Resilientes e terá, ao fim do dia, a confecção de uma carta com propostas, a Declaração das Juventudes. O documento será endereçado a autoridades brasileiras e à Conferência de Águas da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, de 2 a 4 de dezembro.

O evento global no país árabe é considerado o mais importante encontro sobre o tema e busca fortalecer a governança da água e elevar o assunto na agenda internacional.

Custo de não fazer

A especialista em planejamento urbano Andrea Pulici levantou a discussão sobre o custo da universalização do saneamento no Brasil. Ela lembrou que o Marco Legal do Saneamento, conjunto de leis e regulações voltadas a todas as esferas de governo, determina que o país alcance a universalização até o fim de 2033. Isso representa a meta de ter 99% da população brasileira com acesso à água tratada; e 90% à coleta e tratamento do esgoto.

De acordo com a especialista, são necessários investimentos na ordem de R$ 114 bilhões por ano para atingir o objetivo. O dado vai ao encontro da estimativa já divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), órgão federal que regula o setor, que projeta até R$ 900 bilhões em 2033. 

Para Andrea Pulici, mais importante que o investimento necessário, é preciso foco no “custo de não fazer”.

“Quanto vale ter uma comunidade inteira sem medo de ter uma inundação? Quanto custa para uma família ter, de fato, acesso à água e com isso ter acesso a serviços?”, questiona ela.

Ela  exemplifica a falta de saneamento como obstáculo à cidadania quando uma família não tem água na escola do filho. “Será que não ter isso não é muito mais caro que os R$ 114 bilhões?”, completa.

Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico apontam que 84,1% da população é atendida com rede de abastecimento de água. Em termos de coleta, 62,3% da população é atendida com rede coletora de esgoto, enquanto 51,8% do volume gerado de esgoto é tratado. 

Água e dignidade

A ativista Johari Silva, da organização não governamental Ação da Cidadania, defende que o debate sobre direito à água deve ser relacionado à dignidade.

"Sem água a gente não tem dignidade, não tem sobrevivência alimentar, não tem saúde, a gente não tem nada”, afirma.

Johari defende que a “diplomacia climática” não pode ser restrita a governos e entidades privadas, sem ouvir as organizações da sociedade civil. “Precisa ouvir as comunidades tradicionais, as periferias urbanas, os povos indígenas, os ribeirinhos e todos os outros grupos que são impactados diretamente pela falta de acesso à água”, sustenta.

A ativista também é educadora e ressaltou que a Ação da Cidadania possui projetos voltados para “instrumentalizar jovens”. “Para que eles consigam ocupar espaços de tomada de decisão de onde, muitas vezes, somos tirados ou não conseguimos ter acesso”.

Carta para encontro da ONU

A diretora de Planejamento da Águas Resilientes, Verena Meirelles, aponta que a missão do instituto é desenvolver estratégias para o acesso a água.

“Qual estratégia é melhor que escutar quem pensa e quem passa na pele as dificuldades sobre o acesso a água?”, indaga.

Ela espera que levar a Declaração das Juventudes para o encontro da ONU seja um passo a mais na concretização da missão do instituto.

“Fazer com que todos saibam que não dá para deixarmos para depois essa pauta, devemos agir agora e com todos”, pontua.

O fundador e diretor-presidente da organização, Erleyvaldo Bispo, enxerga na declaração uma forma de mostrar ao mundo “a importância da valorização da água” e incluir o Brasil e toda a América Latina e o Caribe no centro do debate.

“No mundo temos 2,2 bilhões de pessoas que não têm acesso a uma fonte segura de água e no Brasil são aproximadamente 35 milhões”, contextualiza. 

Ele ressalta que a maioria dessas pessoas está no chamado Sul Global, espaço geopolítico que reúne países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Precisamos ser vistos nesse espaço multilateral e estar na tomada de decisão. Aliás até quando a água será subvalorizada?”, pergunta.

Força da juventude

Ao comentar o papel dos jovens na sociedade, a gerente de programas para democracia na América Latina na Open Society Foundations, Sylvia Siqueira, aponta que eles "não são apenas o futuro", mas também "as referências que o mundo precisa para o futuro poder existir".

“Vocês são nossas referências de imaginário e poder de sonho. Então, vamos continuar sentindo essa força e essa chama, não só ao longo do dia de hoje, mas por muito tempo adiante”, declarou Sylvia.

O cientista político e estrategista internacional Matheus Marlisson classifica a crise climática como “o maior desafio que a gente está enfrentando nesse milênio”.

Ele defende que o Brasil tem lugar de destaque na diplomacia global sobre água e meio ambiente, que precisa unir proteção ambiental e desenvolvimento justo, sustentável e próspero.

“O Brasil no debate da Conferência da Água, pode trazer uma visão cada vez mais integrada com a sociedade civil, com a política e com outros atores que fazem parte desse processo de desenvolvimento”, disse à Agência Brasil.

Ele acredita que a juventude brasileira é “extremamente potencializada” e caminha para lugar de referência no debate global.

“A gente vê nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades ribeirinhas, no Nordeste, no contexto rural que a juventude não está parada”, avalia.

A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL-RJ), criada na comunidade de São Carlos, região central do Rio de Janeiro, relaciona justiça pela água e justiça climática. “Os dois temas andam atrelados”.

Ela aponta que a governança de temas ligados à água é “um desafio” e que encontros como o deste sábado, com jovens de territórios vulnerabilizados, contribuem para que haja marcos de governança territorial.

“O espaço do debate desse encontro é o primeiro passo importantíssimo, porque não existe gestão democrática de recursos que não seja com participação cidadã”, afirmou à Agência Brasil.

A parlamentar preside a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

TV Brasil transmite Sesi Araraquara x Sampaio Basquete neste domingo

6 June 2026 at 20:00

Logo Agência Brasil

A TV Brasil exibe neste domingo (7), a partir das 10h45, o confronto que repete as últimas três finais da Liga de Basquete Feminino (LBF): Sesi Araraquara x Sampaio Basquete. O jogo é válido pela 18ª rodada do segundo turno da fase classificatória do campeonato.  

O mandante da partida, Sesi Araraquara, chega para o confronto ocupando a vice-liderança ao lado do Unimed Campinas, ambos com 29 pontos. Do outro lado da quadra estará o líder isolado da competição, o Sampaio Basquete com 31 pontos, que viaja a São Paulo com a missão de defender o topo da tabela. No confronto do primeiro turno, a equipe maranhense levou a melhor e derrotou as atuais tricampeãs paulistas por um placar de 76 a 49. 

A tela do esporte feminino 

Notícias relacionadas:

As transmissões da LBF integram a estratégia da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade. 

Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Ainda traz para a telinha as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. 

As disputas ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino. 

Ao vivo e on demand 

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. 

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTVhttps://tvbrasil.ebc.com.br/webtv

Serviço 

Liga de Basquete Feminino (LBF) – Sesi Araraquara x Sampaio Basquete – Domingo (7), a partir das 10h45, na TV Brasil. 

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Criança fica sem dedo do pé num McDonald’s holandês

By: ZAP
6 June 2026 at 19:45
O incidente aconteceu enquanto a menina brincava num escorrega integrado na área de lazer do estabelecimento em Huis ter Heide, Utrecht. Uma criança ficou gravemente ferida depois de um acidente ocorrido num parque infantil interior de um restaurante McDonald’s em Huis ter Heide, Utrecht. O incidente aconteceu enquanto a menina brincava num escorrega integrado na área de lazer do estabelecimento nos Países Baixos. Não se sabe o nome ou a idade da criança. Segundo o jornal Algemeen Dagblad, ouviu-se um grito repentino e ficou claro que tinha sofrido uma lesão grave no pé, com uma hemorragia significativa. Foi de urgência

World War II veteran reveals 1-word feeling before D-Day 82 years later

6 June 2026 at 19:35

World War II veteran Arthur Rose read a letter written a few days after June 6, 1944, at a ceremony Saturday in Normandy, France, as part of a commemoration of the 82 years since D-Day.

"Dear mom and dad and kids, About a month before we landed, I had a feeling I might be part of the invasion. I couldn't quite believe, though, that I would. I kept thinking, what could I possibly do in an invasion? Pull engines in the middle of a battle? I figured men like me would come along afterwards — after they cleared the wreckage and the damage had passed," Rose read to the crowd.

"But two weeks before D-Day, I was told I would go along and do whatever I could. We had moved to the assault port. Thousands of ships and landing craft of every description filled the harbor. Everyone worked day and night preparing fuel, provisions, ammunition and secret material. Everything was checked and rechecked and checked again. You can imagine the confusion and activity," he continued.

"Then came the day we began loading supplies for the invasion: food, blankets, ammunition, and all the countless things that would be needed once the men landed in France. We knew then the invasion could not be far. Then came the word: D-Day will be June 6th.

WORLD WAR II VETERANS TRAVEL TO NORMANDY FOR EMOTIONAL D-DAY COMMEMORATION

"I can't describe the feeling exactly. It wasn't fear, and it wasn't excitement. Just a funny feeling — nervousness, expectancy, and wondering what was going to happen next. Then we sailed. The sea was rough, windy, and miserable. I was seasick most of the time. Everyone expected bombing, submarines, battleships, and all hell to break loose at any moment. But the first attempt was called off because the sea was too rough, and we returned to the harbor. That was a real letdown," Rose continued.

"The next day, we sailed again. Near the coast of France, we could see flashes in the distance and hear the explosions continuously. In went the landing craft. We expected terrible destruction, as there was shelling, and men died. But not all of us," he read.

"Then our work truly began: back and forth, day and night, bringing in equipment, medical supplies, and ammunition. What had once been just another stretch of French coast had suddenly become a vast harbor filled with hundreds of ships and thousands of men."

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At this point, Arthur stopped reading and said aloud, "I don't remember writing this.

"I will always be grateful to my commander for taking me along. Don't worry about me. I am well, and whole, and happy. Love, Art."

U.S.-Iran exchange of fire in Gulf tests fragile ceasefire

Iran fired ballistic missiles and drones toward Bahrain and Kuwait that were intercepted early Saturday, Bahrain's government said, and called on Tehran to halt attacks on Gulf neighbors that test a fragile ceasefire in the Middle East conflict.

Ministra do Ambiente destaca água como prioridade e aponta novos investimentos

6 June 2026 at 19:16

 A ministra do Ambiente destacou hoje a água como “o maior exemplo” da articulação entre agricultura e ambiente, apontando investimentos em curso e o reforço da capacidade de rega como prioridades do Governo. 

Na sessão de abertura da Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, a governante afirmou que a estratégia nacional para a água “não é uma manifestação de intenções, é um plano de execução”, sublinhando que já há obras no terreno e projetos em fase avançada.

Segundo disse, no Algarve estão em curso intervenções no ciclo urbano da água que totalizam cerca de 800 milhões de euros, incluindo reutilização de águas residuais, reforço de infraestruturas e aproveitamento de recursos existentes.

A ministra indicou que o foco do investimento está agora a deslocar-se para o Alentejo, onde destacou a barragem do Pisão, uma obra “esperada há 70 anos” e atualmente em execução, bem como projetos das Águas Públicas do Alentejo avaliados em mais de 250 milhões de euros.

Referiu ainda o lançamento iminente da barragem de Girabolhos, no Mondego, destinada ao controlo de cheias, abastecimento público e produção de energia.

Como resultado da recuperação das reservas hídricas, a governante adiantou que a Agência Portuguesa do Ambiente levantou a maioria das restrições à captação de águas subterrâneas, mantendo limitações apenas numa massa de água no Algarve.

No âmbito do reforço da disponibilidade hídrica para a agricultura, Maria da Graça Carvalho anunciou um aumento do volume máximo anual de Alqueva de 620 para 730 hectómetros cúbicos, permitindo concretizar o bloco de rega de Moura, há décadas reivindicado.

“São promessas com décadas que estão finalmente a avançar”, afirmou, defendendo que o atual Governo está a concretizar projetos adiados por sucessivos executivos.

A ministra enquadrou estas medidas numa visão mais ampla de articulação entre agricultura, ambiente e energia, salientando que o setor agrícola é “essencial” para a economia, o emprego e a coesão territorial, mas também para a sustentabilidade e a resposta às alterações climáticas.

“Falar de agricultura é cada vez mais falar de ambiente, de biodiversidade, de recursos hídricos e de energia”, afirmou.

Nesse âmbito, destacou a aposta no biometano como prioridade governativa e programas de apoio à eficiência energética e à produção de energia renovável no setor agrícola, incluindo o agrofotovoltaico.

A governante sublinhou ainda a cooperação entre os ministérios do Ambiente e da Agricultura, apontando medidas conjuntas como os apoios ao pastoreio para redução de combustível florestal, financiados em 30 milhões de euros pelo Fundo Ambiental.

Questionada pela Lusa sobre as críticas da associação ZERO, que considera a construção de barragens um modelo ultrapassado, a ministra rejeitou a acusação, defendendo que os projetos são alvo de “grande escrutínio ambiental” e têm sido validados judicialmente.

A associação ambientalista ZERO tem criticado a aposta do Governo na construção de novas barragens, considerando que esta resposta à escassez hídrica assenta num modelo ultrapassado, com impactos nos ecossistemas.

“Há um grande rigor e escrutínio ambiental nos projetos”, disse.

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Google Wants to Be the ID Checkpoint for Europe’s Internet

By: SGT
6 June 2026 at 20:00
by Ken Macon, Reclaim The Net: Google wants to sit between you and the growing list of websites that now demand proof of who you are. The company used its Money 20/20 Europe announcement to confirm that Google Wallet will start holding government digital IDs in select European Union countries this summer, with Ireland, Spain, France, Italy, […]

Foreigners Working for NIH Charged With Smuggling in Monkeypox

By: SGT
6 June 2026 at 18:00
from Moonbattery: One reason we need to support agencies like ICE rather than demonizing and attempting to defund them as Democrats do is that not everyone who comes into our country can be counted on to behave responsibly. Some may even try to smuggle monkeypox into the USA. Via FOX2 in Detroit: Vincent Munster and Claude Kwe […]

Clown World Lunatic Award! Democrats Did It! They Erased Mom and Dad

By: SGT
6 June 2026 at 16:30
by M Dowling, Independent Sentinel: Democrats did it. They erased mothers and fathers with the stroke of a few pens and a crazy bill. Instead of “Mother” and “Father” in state law, we have “gestating parent” and “non-gestating parent.” Eventually, we won’t have a clue what we’re talking about. It passed the legislature and is […]

Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas

6 June 2026 at 19:45

A Taviraverde - Empresa Municipal de Ambiente lançou o concurso para a aquisição de serviços de aluguer operacional de nove viaturas ligeiras de mercadorias.

O conteúdo Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas aparece primeiro em Algarve Marafado.

Invest Madeira diz que há “gigante” farmacêutico interessado em apostar na RAM

6 June 2026 at 19:23
A missão oficial da Madeira à China permitiu posicionar a Região como uma plataforma privilegiada para a entrada de empresas chinesas no mercado europeu, ao mesmo tempo que abriu novas perspectivas de internacionalização para empresas madeirenses no espaço asiático, afiançou a directora executiva da Invest Madeira, Filipa Ferreira, que classificou a deslocação a Macau, Hengqin […]

Rubina Leal endereçou felicitações à atleta madeirense Madalena Costa

6 June 2026 at 19:18
A presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, Rubina Leal, felicitou calorosamente a atleta madeirense Madalena Costa pela extraordinária conquista do título de Campeã da Taça do Mundo de Patinagem Artística no escalão de seniores, alcançado em Cesena, Itália. Ao conquistar o seu segundo título mundial consecutivo neste escalão, com um total de […]

Massive Roman Defensive Wall Unearthed at Ancient Amathous in Cyprus

6 June 2026 at 18:53
Collapse layer east of the Late Roman wall
Collapse layer east of the Late Roman wall. Credit: Department of Antiquities, Cyprus

Archaeologists in Cyprus have uncovered a massive Late Roman wall at the ancient city of Amathous that may have formed part of a defensive system protecting the summit of the acropolis.

The structure, discovered on the site’s Western Terrace, offers new evidence of efforts to fortify one of the island’s most important ancient urban centers during the Late Roman period.

Details of the defensive wall

The wall reaches up to 2 meters (6.6 feet) in thickness and was built using large limestone ashlar blocks, smaller stones, and clay mortar. Excavation evidence shows that it underwent at least two construction phases, suggesting it remained an important feature of the acropolis over time.

Researchers also uncovered a floor surface associated with the wall, fallen architectural blocks, roof tiles, and mudbrick fragments from a collapsed structure. Together, the finds provide new insight into construction methods and defensive planning at Amathous during the final centuries of Roman rule.

The discoveries were made during the second excavation season of the French Archaeological Mission of Amathous, held from March 30 to April 24, 2026. The project is directed by Dr. Anna Cannavo and focuses on the Western Terrace of the Acropolis.

Expanded excavations reveal a substantial wall

The wall was first identified during excavations in 2025 following a geophysical survey conducted in 2024. During the 2026 season, archaeologists expanded Trench 1 and uncovered a much larger section of the structure.

The wall runs parallel to the natural edge of the terrace, with its southern section turning slightly toward the west. Its eastern face was constructed from large limestone ashlar blocks, while the interior was packed with smaller rough stones bonded with clay.

Researchers identified evidence for at least two building phases. The original wall measured about 135 centimeters (4.4 feet) in thickness. It was later strengthened by adding a second row of limestone blocks and filling the space between the two walls with stone rubble.

Foundations and associated floor date to the Late Roman period

A small trench excavated along the eastern side of the wall exposed its foundations and revealed a floor directly connected to the structure. Part of the floor was paved with reused roof tiles laid over a gravel bedding.

Excavation evidence indicates that both the wall and the floor date to the Late Roman period. East of the structure, archaeologists uncovered destruction deposits containing fallen ashlar blocks, roof tiles, and mudbrick fragments from the building’s upper portions.

Findings highlight the strategic importance of the Acropolis

Iron Age terracotta figurines and pottery
Iron Age terracotta figurines and pottery. Credit: Department of Antiquities, Cyprus

A second excavation area, known as Trench 3, was opened at the northern end of the terrace. Although no architectural remains were found there, archaeologists recovered a rich collection of Iron Age artifacts, indicating earlier activity in the area.

Researchers believe the newly discovered wall formed part of a defensive system protecting the summit of the acropolis and the basilica that had replaced the sanctuary of Aphrodite, one of the most important religious centers in ancient Cyprus.

Future excavations will investigate the full extent of the fortification and determine whether the Late Roman remains were built over earlier structures, helping researchers better understand the long-term development of Amathous.

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