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¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado?

11 June 2026 at 04:30

Lo sabemos: en los 16 años que llevamos haciendo El Comidista, le hemos dado mil vueltas al gazpacho. Hemos enseñado su preparación básica y los ocho errores más comunes a la hora de hacerlo. Hemos dado trece trucos para mejorarlo, hemos comparado las recetas de cocineros famosos y hemos publicado la fórmula del más vendido en España. Hemos hecho una lista de gazpachos envasados de mejor a peor, y también hemos recomendado otros con frutas, almendras o hierbabuena que se salen de la tradición. ¿Por qué? Pues por la misma razón que hoy volvemos a la carga con una cata de gazpachos de supermercado, después de haber hecho otra parecida hace ya 10 años: porque consideramos el gazpacho un alimento básico cuando hace calor.

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© Mikel López Iturriaga | UNTO

¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado? | EL COMIDISTA

Escala 5×2 é inviável para pequenas empresas, diz presidente da Abras

11 June 2026 at 01:18

A adoção da escala 5×2 representa um desafio para pequenas empresas do setor supermercadista, segundo o presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), João Galassi. Embora a entidade avalie que o modelo pode ser implementado sem repasse de custos ao consumidor em parte do setor, negócios de menor porte teriam dificuldades para se adaptar, especialmente em um cenário de redução da jornada semanal.

O tema ganhou força com o avanço da PEC que prevê o fim da escala 6×1. De acordo com Galassi, a Abras iniciou estudos sobre o assunto antes mesmo da apresentação da proposta. A entidade realizou pesquisas e testes práticos com diferentes formatos de jornada, incluindo os modelos 12×36 e 5×2, mantendo a carga horária de 44 horas semanais.

Segundo o presidente da Abras, os resultados mostraram que a escala 5×2 é bem recebida pela maioria dos trabalhadores e pode ser absorvida pelo setor sem aumento de preços, desde que as 44 horas sejam preservadas.

“Se nós mantivermos as 44 horas, o colaborador terá que fazer 4 horas distribuídas em 5 dias”, explicou. Caso as empresas assumam essas horas sem compensação, o custo adicional acabaria sendo repassado ao consumidor, afirmou.

Apesar disso, Galassi destacou que a realidade é diferente para os pequenos negócios. Estabelecimentos com equipes reduzidas, como açougues e padarias, teriam dificuldades para reorganizar as escalas.

“Elas não conseguem fazer uma escala 5 por 2, muito menos reduzindo para 40 horas”, disse.

O dirigente também ressaltou a forte pulverização do setor supermercadista brasileiro. Enquanto em países como Chile e Peru três empresas concentram entre 80% e 90% do faturamento do segmento, no Brasil são necessárias mais de mil empresas para alcançar 60% do faturamento total.

Para Galassi, essa característica exige atenção especial às condições de adaptação dos pequenos empreendedores.

Diante desse cenário, a Abras defende que uma eventual redução da jornada de 44 para 40 horas semanais seja implementada gradualmente e acompanhada da reforma tributária. A proposta da entidade é sincronizar a mudança com a conclusão da reforma, prevista para 2033, quando a cesta básica nacional passará a ter alíquota zero de impostos.

Segundo Galassi, o benefício fiscal poderia ajudar a compensar os custos da redução da jornada para as empresas.

Outra medida defendida pela associação é a criação do contrato horista, modelo que permitiria a formalização de trabalhadores informais e atenderia às necessidades de empresas menores.

De acordo com o presidente da Abras, o formato preservaria direitos trabalhistas, como férias, 13º salário e FGTS, ao mesmo tempo em que ofereceria maior flexibilidade para empregadores e empregados.

Para Galassi, a discussão sobre o fim da escala 6×1 deve ser construída de forma conjunta entre empresários, governo e Congresso.

Ele afirmou que há consenso em diversos setores sobre a necessidade de reduzir a jornada de trabalho, mas defendeu uma transição mais gradual para minimizar impactos sobre empresas, empregos e preços ao consumidor.

Mercado de trabalho tem disputa entre quiet quitting e quiet hiring

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Supermercados em Goiás poderão abrir normalmente aos domingos após decisão do TRT

Uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) garantiu aos supermercados de Goiás a possibilidade de manter o atendimento normal aos domingos. A medida, tomada nesta quarta-feira (10), suspendeu parte de um acordo coletivo que limitava o funcionamento dos estabelecimentos até as 11h nesses dias.

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A análise da Justiça ocorreu após um pedido apresentado pela Associação Goiana de Supermercados (Agos), que contestou um dos dispositivos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) firmado entre o Sindicato dos Empregados no Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios no Estado de Goiás (Secom-GO) e representantes do setor. O documento havia sido mediado pelo Ministério do Trabalho e Emprego no último dia 2 de junho.

De acordo com o entendimento do TRT, a cláusula questionada poderia gerar tratamento diferenciado entre empresas do mesmo segmento. O texto previa que supermercados filiados ao Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios no Estado de Goiás (Sincovaga-GO) e em dia com as contribuições sindicais estariam dispensados de firmar um novo acordo para ampliar o horário de funcionamento aos domingos.

Regra previa multas para empresas

Pelas condições estabelecidas no ACT, os supermercados deveriam encerrar as atividades às 11h aos domingos. A extensão desse horário seria permitida apenas mediante a assinatura de um acordo específico com o Secom-GO.

Entretanto, a exigência não se aplicava aos estabelecimentos vinculados ao Sincovaga-GO que estivessem adimplentes com suas obrigações sindicais. Para a Justiça do Trabalho, a previsão poderia representar uma forma de diferenciação entre empresas e até mesmo estimular a filiação sindical para obtenção de benefícios.

O acordo também estabelecia sanções para casos de descumprimento. A multa prevista era de R$ 500 por trabalhador que estivesse atuando em desacordo com as regras. Desse valor, metade seria destinada ao funcionário e a outra metade ao Secom-GO.

Outro ponto previsto no documento tratava da fiscalização dos estabelecimentos. Caso representantes sindicais fossem impedidos de realizar inspeções, as empresas poderiam ser penalizadas com multas de R$ 5 mil, quando classificadas como de pequeno porte, e de R$ 50 mil para as de grande porte.

Com a suspensão da cláusula contestada, os supermercados seguem autorizados a funcionar normalmente aos domingos enquanto o tema continua sendo analisado.

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Supermercados Apolónia anunciam nova Diretora de Marketing e Comunicação

8 June 2026 at 16:20

Os Supermercados Apolónia, marca premium de referência no setor da distribuição alimentar, anunciam a nomeação de Rute Rodrigues para o cargo de Diretora de Marketing e Comunicação. Com mais de 10 anos de experiência nas áreas de marketing, comunicação e branding nos setores do turismo, hotelaria e retail, Rute Rodrigues integra agora a equipa de liderança da insígnia algarvia, […]

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