A Prefeitura de Goiânia se prepara para iniciar a aplicação da vacina Pneumo 20 na rede pública de saúde assim que as primeiras remessas do imunizante forem entregues ao município.
A nova vacina passará a integrar o calendário de vacinação infantil do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem como principal objetivo ampliar a proteção contra doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite e otite.
A expectativa da administração municipal é que a adoção do novo imunizante contribua para a redução de casos graves entre crianças, especialmente aqueles que demandam internação hospitalar e ocupação de leitos de terapia intensiva.
Nos últimos anos, o aumento das síndromes respiratórias e de infecções pneumocócicas elevou a pressão sobre a rede pública de saúde da capital. A estratégia adotada em Goiânia segue o planejamento definido pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), que coordenará a distribuição da vacina para os 246 municípios goianos. O início da aplicação dependerá da conclusão do envio das doses pelas regionais de saúde, processo previsto para ocorrer ao longo das próximas semanas.
Como ficará o esquema de vacinação
Com a chegada da Pneumo 20, o calendário infantil passará por uma fase de transição. De acordo com a orientação da SES-GO, a primeira dose aplicada aos bebês, aos dois meses de idade, será feita com o novo imunizante. A segunda dose, administrada aos quatro meses, continuará utilizando a Pneumo 10. Já o reforço previsto para os 12 meses será realizado novamente com a Pneumo 20.
As autoridades de saúde também estabeleceram orientações para crianças que estejam com a vacinação atrasada. Meninos e meninas entre 1 ano e 4 anos, 11 meses e 29 dias que não completaram o esquema vacinal poderão receber uma dose única de reforço com a Pneumo 20.
Por outro lado, não haverá necessidade de revacinação para quem já concluiu corretamente o esquema anterior com a Pneumo 10. Nesses casos, o calendário será considerado completo e não serão indicadas doses adicionais.
A Pneumo 20 oferece proteção contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica, ampliando a cobertura em comparação às vacinas utilizadas anteriormente pelo SUS. A expectativa é de que essa ampliação aumente a capacidade de prevenção contra as variantes mais associadas a quadros graves e hospitalizações.
A incorporação do imunizante faz parte de uma estratégia nacional coordenada pelo Ministério da Saúde. O governo federal iniciou a distribuição de um primeiro lote com mais de 500 mil doses para os estados e prevê o envio de aproximadamente 6,1 milhões de unidades em todo o país nos próximos meses.
Com a implementação gradual da nova vacina, o Ministério da Saúde pretende substituir progressivamente os imunizantes pneumocócicos atualmente utilizados na rede pública, ampliando a proteção oferecida à população infantil e aos grupos considerados mais vulneráveis.
A medida é vista como uma importante ferramenta para o enfrentamento da doença pneumocócica, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma das principais causas de mortes evitáveis por vacinação entre crianças pequenas. Dados do Ministério da Saúde apontam que milhares de atendimentos relacionados a infecções pneumocócicas graves são registrados anualmente no país, gerando impacto significativo na estrutura hospitalar do SUS.
A vacina Pneumo 20 recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim de 2023. Antes de sua incorporação ao sistema público, o imunizante estava disponível apenas na rede privada. Com a oferta gratuita pelo SUS, a expectativa das autoridades sanitárias é ampliar o acesso à prevenção e reduzir, a médio e longo prazo, os gastos com internações e tratamentos de alta complexidade.
Os torcedores que forem acompanhar a Copa do Mundo de 2026 presencialmente não poderão utilizar vuvuzelas nas arquibancadas. A proibição faz parte do código de conduta estabelecido pela FIFA para os estádios que receberão partidas do torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.
A entidade definiu uma série de restrições voltadas à segurança e à organização das arenas, incluindo a proibição de objetos considerados capazes de provocar ruídos excessivos durante os jogos. Entre eles estão as tradicionais vuvuzelas, que ficaram conhecidas mundialmente durante a Copa do Mundo realizada na África do Sul, em 2010.
Produzidas em plástico e utilizadas por torcedores para criar uma atmosfera festiva nos estádios, as vuvuzelas se tornaram um dos símbolos daquele Mundial. Ao mesmo tempo, o som contínuo emitido pelo instrumento dividiu opiniões entre jogadores, narradores, espectadores e dirigentes esportivos, que frequentemente apontavam dificuldades de comunicação durante as partidas.
Regras incluem restrições a outros itens e comportamentos
Além das vuvuzelas, a FIFA também vetou a entrada de apitos, buzinas de ar comprimido e quaisquer dispositivos capazes de gerar ruídos considerados excessivos. A restrição será aplicada em todos os 16 estádios que receberão jogos da competição.
O regulamento ainda impede o acesso de equipamentos que emitam feixes de laser, incluindo apontadores e dispositivos semelhantes. Segundo a entidade, a medida busca evitar situações que possam comprometer a segurança dos atletas, árbitros e torcedores.
As normas também estabelecem regras de comportamento dentro das arenas. A FIFA esclarece que pinturas corporais e tatuagens não substituem vestimentas. Dessa forma, torcedores não poderão utilizar apenas pinturas no corpo para acessar os estádios.
Outra conduta proibida é a invasão do gramado. Também estão vetadas ações que envolvam a exposição de partes íntimas do corpo ou a retirada de roupas com esse objetivo durante as partidas.
Entre os itens barrados aparece ainda a entrada de garrafas reutilizáveis de água. A justificativa apresentada pela entidade está relacionada aos protocolos de segurança adotados para o evento.
O código de conduta prevê punições para quem descumprir as determinações. Dependendo da situação, o torcedor poderá ser impedido de entrar na arena ou retirado do estádio durante a realização da partida.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira edição da história com a participação de 48 seleções. O torneio está programado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México. A partida de abertura será disputada no México, que enfrentará a África do Sul no dia 11 de junho.
A equipe de pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) divulgou nesta sexta-feira (5) uma nova peça de comunicação voltada à disputa presidencial de 2026. O material traz a música “Vem com Fé”, apresentada como um dos elementos da estratégia para ampliar a identificação do eleitorado com o parlamentar.
Produzido em ritmo sertanejo, o vídeo reúne imagens de Flávio participando de eventos públicos, encontros com apoiadores e momentos descontraídos, incluindo registros em que aparece dançando. A letra da música aposta em mensagens de esperança e recuperação do país.
Além de destacar a trajetória do senador, o conteúdo também recupera cenas do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O vídeo exibe imagens de manifestações de apoiadores, eventos políticos e momentos da família Bolsonaro reunida.
Estratégia mira fortalecimento da imagem junto ao eleitorado
O jingle foi desenvolvido pelo marqueteiro Alexandre Oltramari e pelo publicitário Rafael Rizzo, com consultoria de Eduardo Fischer, que atua na área estratégica da pré-campanha. A avaliação da equipe é de que a linguagem musical e os elementos visuais utilizados no vídeo podem ampliar o alcance da mensagem entre apoiadores do campo conservador.
A divulgação ocorre em um momento de movimentação dos possíveis candidatos à corrida presidencial de 2026, mesmo com o calendário eleitoral ainda distante. Nos bastidores, partidos e lideranças políticas já começam a intensificar ações voltadas ao fortalecimento de suas imagens públicas.
Pesquisa aponta Lula à frente em cenário de primeiro turno
Também nesta sexta-feira (5), uma pesquisa do instituto Vox Brasil apresentou um cenário de intenções de voto para a eleição presidencial. De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança com 42,1% das intenções de voto em um eventual primeiro turno contra Flávio Bolsonaro, que registra 33,6%.
Os números indicam crescimento do petista em relação ao levantamento anterior realizado em maio. Na comparação entre as pesquisas, Lula passou de 34,3% para 42,1%, avanço de 7,8 pontos percentuais.
Já Flávio Bolsonaro apresentou oscilação negativa no período analisado. Segundo o instituto, o senador saiu de 36,5% para 33,6%, uma queda de 2,9 pontos percentuais.
Imagens de uma discussão entre um homem e uma mulher foram divulgadas nesta quarta-feira (03/06) e mostram um suposto desentendimento motivado pela falta de assistência da esposa ao companheiro. No vídeo, o homem questiona repetidamente por que a mulher não teria aberto uma porta para ele, elevando o tom da conversa e cobrando explicações. A gravação ocorreu em setembro de 2025.
O momento de tensão acontece quando o homem se dirige até a mulher, que estava na cozinha, a segura pelos braços e a encurrala contra uma parede enquanto cobra explicações. Em seguida, ele chega a chutar uma cadeira, enquanto outra mulher presencia toda a discussão dentro da residência.
A vítima, identificada como Lucianna Barreto, afirmou que sofreu agressões durante muito tempo e desabafou ao publicar as imagens: “Por muito tempo fui agredida. Hoje não aguento mais todas as violências que você já fez comigo”. O caso repercutiu nas redes sociais.
Com muita coragem e espírito de campeões, os brasileirinhos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) participaram de um ensaio fotográfico inspirado na Copa do Mundo. A ação celebrou a vida e a força dos recém-nascidos que seguem em cuidados na unidade neonatal.
A iniciativa foi promovida pela Comissão de Eventos e Humanização do HMDI com o objetivo de promover a humanização da assistência neonatal por meio de uma atividade lúdica e afetiva. A proposta proporciona acolhimento, fortalece o vínculo familiar e ajuda a construir memórias positivas durante o período de internação dos bebês.
Segundo a supervisora de enfermagem da UTIN e UCIN, Cláudia Dias, a internação de um bebê costuma ser um período marcado por ansiedade, insegurança e muita expectativa para as famílias. “A realização de ações temáticas contribui para tornar o ambiente mais acolhedor e humanizado, favorecendo o bem-estar emocional dos pais. Além disso, possibilita que as famílias participem de momentos especiais da vida de seus filhos, mesmo durante a hospitalização, fortalecendo o vínculo afetivo e promovendo experiências positivas que ajudam a amenizar o impacto emocional da internação”, afirmou.
A emoção foi compartilhada pelas famílias. Bruna Jackeline, 41 anos, mãe da pequena Erika Helena, internada há mais de 10 dias na unidade neonatal, conta como viveu o momento. “Eu comentei com a colaboradora que nos ajudou com as fotos como isso faz bem. A gente sente uma alegria no coração. São dias muito difíceis aqui, e poder ter esse momento com eles, ver nossos bebês tão bonitinhos com uma decoração linda, enche a gente de alegria”, contou.
Para ela, o ensaio foi um respiro em meio à tensão da internação. “Para nós, mães, é um momento que tira um pouco o foco da tensão de viver aqui dentro. Foi muito bom ver nossos bebezinhos fantasiados, alegrou demais o nosso coração de mãe”, frisou Bruna Jackeline.
As fotografias serão entregues às famílias como forma de carinho e reconhecimento. A iniciativa integra as ações de humanização desenvolvidas pela unidade, que buscam tornar o período de internação mais acolhedor para os recém-nascidos e suas famílias, fortalecendo vínculos e criando memórias afetivas mesmo durante o tratamento.
A maternidade do Hospital Estadual de Luziânia (HEL) registrou 5 mil partos desde o início de suas atividades, em 2021. O número representa milhares de famílias atendidas pela unidade e reforça a atuação do hospital na assistência às gestantes do Entorno Sul.
Ao longo desse período, gestantes da região receberam acompanhamento de equipes multiprofissionais durante o parto e o pós-parto, com atendimento voltado à segurança, ao acolhimento e ao bem-estar das mães e dos recém-nascidos. O trabalho envolve médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais que atuam diariamente na maternidade.
Segundo o diretor-geral do HEL, Francisco Amud, o número é resultado do empenho das equipes e da confiança depositada pelas pacientes no serviço prestado pela unidade.
“Cada nascimento representa uma nova história e reforça nosso compromisso com uma assistência segura e humanizada para mães e bebês. Chegar aos 5 mil partos é motivo de orgulho para todos os profissionais que fazem parte dessa trajetória”, destaca.
Para a diretora técnica do HEL, Patrícia Castro, o resultado demonstra a qualidade da assistência prestada pela maternidade e o comprometimento das equipes com o cuidado às gestantes.
“O resultado reflete a confiança da população no hospital e o comprometimento dos profissionais em oferecer um atendimento qualificado às famílias que passam pela maternidade”, afirma.
O volume de atendimentos evidencia a atuação da maternidade do HEL na assistência às gestantes da região e o papel da unidade no cuidado ao parto no Entorno Sul
A Fifa anunciou oficialmente que Shakira estará entre as atrações da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. O evento acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, uma das sedes do torneio.
A cantora colombiana dividirá o palco com o astro nigeriano Burna Boy. Os dois artistas lançaram recentemente “Dai Dai”, canção escolhida como música oficial do Mundial.
Esta será a terceira participação de Shakira em eventos ligados à Copa do Mundo. Em 2010, na África do Sul, ela conquistou o público global com o fenômeno “Waka Waka”. Já em 2014, no Brasil, foi uma das atrações da cerimônia de encerramento ao interpretar “La La La”, ao lado de Carlinhos Brown.
A abertura do torneio contará ainda com uma grande programação musical espalhada pelos três países-sede. No México, também estão confirmados nomes como Maná, Tyla, Alejandro Fernández, J Balvin, Belinda, Lila Downs, Danny Ocean e Los Ángeles Azules.
Cantora colombiana participará da cerimônia de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México | Foto: Reprodução
No Canadá, artistas como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara comandarão as apresentações antes da partida de abertura da seleção canadense. Já nos Estados Unidos, Katy Perry lidera o line-up que também terá Anitta, Future, Lisa, do Blackpink, Marilina Bogado e outros convidados.
A expectativa é que as apresentações celebrem a diversidade cultural dos países anfitriões e marquem o início de uma das maiores edições da história da Copa do Mundo.
Uma discussão que envolveu o prefeito de Correntina e um vereador do município ganhou destaque nas redes sociais após vídeos mostrarem parte do desentendimento ocorrido na tarde de quarta-feira (03/06), no oeste da Bahia.
As imagens registraram o momento em que o prefeito chegou ao local acompanhado de outro homem. O vereador já estava no ambiente quando o encontro evoluiu para uma troca de acusações e um bate-boca diante de testemunhas.
Segundo informações divulgadas por páginas da região, o prefeito teria atingido o vereador com tapas durante a discussão. A suposta agressão não teve confirmação oficial até o momento.
O vídeo também mostrou o vereador ao se afastar da confusão. Em seguida, ele correu para deixar o local, enquanto o prefeito seguiu em sua direção. As gravações não registraram o que ocorreu após esse momento.
As circunstâncias que provocaram o confronto entre os dois agentes públicos ainda permanecem desconhecidas. Nenhuma versão oficial sobre o episódio foi apresentada até agora.
Até a publicação desta matéria, a Prefeitura de Correntina e a Câmara Municipal não haviam divulgado notas sobre o caso. Também não havia informações sobre possíveis providências administrativas ou judiciais relacionadas ao episódio.
Uma sargento do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul obteve na Justiça o direito de utilizar o hijab, véu tradicional islâmico, sobre o uniforme da corporação durante o exercício de suas funções.
A decisão liminar foi concedida pela 7ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre em caráter de urgência, após ação civil pública apresentada pela Associação Nacional de Juristas Islâmicos (Anaji).
O pedido da militar para usar o acessório religioso havia sido negado pela direção da corporação. Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que cumprirá a determinação judicial. A Procuradoria-Geral do Estado também confirmou o cumprimento da liminar e afirmou que irá avaliar as medidas judiciais cabíveis.
Na ação, a Anaji argumentou que a corporação não apresentou estudos técnicos ou laudos que comprovassem qualquer risco operacional ou incompatibilidade entre o uso do hijab e os equipamentos utilizados no serviço.
Segundo a entidade, a administração pública baseou a negativa em argumentos relacionados à uniformidade institucional, à neutralidade do Estado e à ausência de regulamentação específica para o uso da vestimenta religiosa.
Antes de recorrer à Justiça, a associação encaminhou um pedido de reconsideração ao comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Ricardo Mattei Santos. Em resposta, o comandante informou que analisou os argumentos apresentados, mas manteve a decisão já adotada internamente pela corporação.
A liminar determina que o Estado se abstenha de restringir o uso do hijab pela militar e de aplicar qualquer tipo de punição disciplinar em razão da vestimenta religiosa. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária. A decisão também estabelece que o governo estadual regulamente o uso do véu em serviço de acordo com as exigências e condições da atividade profissional. Ainda cabe recurso.
A Anaji sustenta que o pedido está amparado pelo artigo 5º da Constituição Federal, que garante a liberdade de crença e de manifestação religiosa. A entidade também cita como precedente uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu o uso do hijab em fotografias para documentos oficiais.
Para a associação, a discussão vai além do caso individual da sargento e envolve o direito de mulheres muçulmanas de ingressarem e permanecerem em carreiras públicas sem abrir mão de preceitos considerados fundamentais de sua fé.
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 terminam às 23h59 desta sexta-feira (5). O prazo vale tanto para quem ainda não iniciou o cadastro quanto para os candidatos que começaram o processo, mas ainda não concluíram a inscrição na Página do Participante.
De acordo com o cronograma divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 8 e 15 de novembro.
Os participantes que não possuem direito à isenção devem efetuar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 85, até o dia 10 de junho. O pagamento pode ser realizado por meio de bancos, casas lotéricas, aplicativos bancários, Pix e, dependendo da instituição financeira, cartão de crédito.
Mesmo os candidatos contemplados com a isenção da taxa precisam acessar o sistema e confirmar a participação dentro do prazo estabelecido. Entre os beneficiados estão estudantes que concluirão o ensino médio na rede pública em 2026, inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) que buscam certificação e pessoas que tiveram o pedido de isenção aprovado anteriormente.
Para concluir a inscrição, é necessário utilizar uma conta Gov.br, informando CPF e senha. O processo inclui o preenchimento de questionário socioeconômico, envio de fotografia e escolha da língua estrangeira, entre inglês e espanhol. Também é possível solicitar atendimento especializado, uso de nome social e informar necessidades de acessibilidade.
O Enem pode ser realizado por estudantes que estão concluindo o ensino médio, egressos da educação básica, treineiros e candidatos maiores de 18 anos interessados na certificação. Estrangeiros também podem participar mediante apresentação de documento oficial com foto.
Porta de acesso às universidades
Além de servir como principal porta de entrada para o ensino superior, a nota do Enem é utilizada em programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Neste ano, o exame também passa a integrar a estratégia do governo federal para avaliação da qualidade do ensino médio, contribuindo para a produção de indicadores educacionais e o acompanhamento das metas previstas no Plano Nacional de Educação (PNE).
As provas contarão com 180 questões objetivas e uma redação. No primeiro dia, os candidatos responderão às questões de linguagens e ciências humanas, além da redação. No segundo, serão aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza.
Os portões dos locais de prova abrirão ao meio-dia e fecharão às 13h, no horário de Brasília. A aplicação terá início às 13h30. No primeiro dia, o exame termina às 19h, enquanto no segundo o encerramento está previsto para as 18h30.
O rapé ocupa um lugar sensível no encontro entre espiritualidade contemporânea e saberes indígenas. Em centros urbanos, rodas de canto, cerimônias e práticas de autoconhecimento têm incorporado o rapé como elemento de conexão, concentração e “limpeza” simbólica.
Ao mesmo tempo, trata-se de um produto que, em muitas composições, contém tabaco, com nicotina e outras substâncias associadas a riscos reconhecidos pela saúde pública.
Em 2026, esse debate ganha densidade por duas razões práticas. A primeira é sanitária: o Brasil volta a discutir com mais ênfase o controle de produtos de nicotina, em meio ao avanço de novos formatos e à intensificação de ações de fiscalização pela Anvisa em diferentes frentes.
A segunda é cultural: órgãos públicos ampliaram a discussão sobre proteção de conhecimentos tradicionais indígenas, tema que atravessa diretamente o uso de “medicinas da floresta” fora do contexto original.
A seguir, o tema é explicado com rigor e acessibilidade, separando cultura, riscos, legislação sanitária e critérios de cuidado.
Rapé: o que é, o que não é e por que a composição importa?
Rapé é um pó fino tradicionalmente utilizado por diferentes povos indígenas, com modos de preparo e finalidades que variam entre etnias e territórios. No contexto urbano, porém, o termo também passou a nomear misturas comercializadas com composições diversas.
Do ponto de vista sanitário, a questão central é objetiva: quando há tabaco (Nicotiana tabacum ou outras espécies do gênero), há nicotina, substância psicoativa com potencial de dependência. A Anvisa classifica o rapé como “tabaco inalável” e destaca que, mesmo sem fumaça, continua sendo derivado do tabaco e, portanto, não é isento de danos.
A composição também pode incluir cinzas vegetais e outras plantas. Esse detalhe é relevante porque pH, granulometria e aditivos influenciam irritação de mucosas e velocidade de absorção de nicotina, alterando tanto a experiência quanto o risco.
O que a saúde pública diz sobre tabaco sem fumaça e tabaco inalável?
Parte do imaginário coletivo associa risco do tabaco apenas à combustão e à fumaça. Essa ideia é incompleta. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que produtos de tabaco que não produzem fumaça também estão associados a danos e podem ser fator de risco para cânceres na região de cabeça e pescoço, entre outros agravos.
No caso do rapé, a via de administração adiciona um componente específico: o contato direto com a mucosa nasal. Estudos clínicos com “nasal snuff” (categoria internacional próxima ao rapé, embora não idêntica culturalmente) descrevem associação com alterações na mucosa e quadros de rinite crônica em usuários de longo prazo. Mesmo quando não há um desfecho grave imediato, irritação persistente, congestão e sangramentos nasais podem ser sinais de que o corpo não está tolerando o estímulo.
Outro eixo de risco é a dependência. A nicotina tem ação no sistema nervoso e efeitos cardiovasculares agudos, como aumento de frequência cardíaca e pressão arterial, descritos em revisões científicas. Isso não significa que toda pessoa terá um evento adverso, mas reforça a necessidade de triagem e prudência, sobretudo em perfis com condições clínicas pré-existentes.
Por que 2026 o debate foi ampliado? Regulação, fiscalização e novos formatos de nicotina
Embora rapé e sachês de nicotina sejam produtos distintos, o pano de fundo regulatório é o mesmo: o controle de derivados do tabaco e nicotina. Em 2025 e 2026, a agenda pública de controle do tabaco voltou ao centro por três movimentos principais:
Advertências e rotulagem: o país passou a conviver com a implementação de novas advertências sanitárias para derivados do tabaco, consolidando a lógica de comunicação de risco;
Pressão regulatória e fiscalização: a Anvisa e outros órgãos reforçaram ações contra comercialização irregular de produtos de nicotina, com foco em canais digitais e distribuição;
Debate global: discussões ligadas à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (OMS) mantiveram o tema “novos produtos” e “tabaco sem fumaça” em evidência.
Nesse contexto, falar de rapé de modo responsável requer evitar dois extremos: tratar como “inofensivo por ser natural” ou reduzir a prática a um estigma. O caminho mais seguro é informação qualificada e respeito cultural.
Riscos e cuidados práticos em contextos ritualísticos e urbanos
Em práticas espiritualizadas, costuma-se enfatizar intenção, canto, sopro e condução. Ainda assim, existem elementos práticos que reduzem risco e ajudam a evitar problemas previsíveis.
Triagem de saúde e atenção a contraindicações
Há perfis em que a prudência precisa ser maior. Gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardiovasculares, hipertensão não controlada, arritmias, histórico de AVC, além de indivíduos com rinite severa, sinusites de repetição ou lesões na mucosa nasal, podem ter maior chance de eventos adversos ou agravamento de sintomas.
Nesse ponto, a recomendação editorial é direta: a decisão não deve ser tomada apenas por “relato de experiência” de terceiros. Quando existe qualquer dúvida clínica, a orientação é buscar avaliação profissional.
Para uma visão organizada do tema, com recortes de quem deve evitar e quais sinais de alerta merecem atenção, a leitura de segurança e contraindicações do uso de rapé ajuda a estruturar o cuidado de forma mais objetiva. Em especial, esse tipo de material é útil para facilitadores e casas que desejam construir protocolos mínimos de segurança, sem desrespeitar a dimensão cultural da prática.
Procedência, armazenamento e risco de contaminação
Além do tabaco em si, há um tema pouco discutido fora de círculos especializados: qualidade e procedência. Por ser um pó fino, o rapé pode sofrer contaminação por umidade, fungos ou impurezas se for mal armazenado. Em contextos urbanos, onde a cadeia de produção pode ser longa, rastreabilidade e práticas de higiene na manipulação tornam-se parte do “uso responsável”.
Dose, frequência e o problema do “uso automático”
Outra diferença importante entre contexto tradicional e consumo urbano é a repetição. Em muitos relatos, o rapé migra de uso ritual para uso frequente como “regulador de ansiedade” ou “foco”. Esse deslocamento aumenta a exposição à nicotina e pode criar ciclo de reforço, especialmente em pessoas com maior vulnerabilidade a dependência.
Do ponto de vista de redução de danos, a atenção não deve estar apenas em “quanto foi aplicado em uma sessão”, mas no padrão semanal e mensal. Um sinal de alerta é quando o uso passa a ser necessário para iniciar tarefas, lidar com estresse ou “normalizar” o humor.
Respeito cultural e proteção de conhecimentos tradicionais: o que muda quando a prática sai da aldeia
Em 2026, a proteção de conhecimentos tradicionais indígenas ganhou novas camadas de debate institucional, com iniciativas e articulações públicas voltadas a garantir protagonismo indígena e evitar exploração indevida. O tema não se limita a patentes: envolve também o modo como rituais são reproduzidos, como nomes e grafismos são usados e como cadeias comerciais podem apagar a origem.
O Censo Demográfico 2022 do IBGE registrou 1.694.836 pessoas indígenas no Brasil, com 391 etnias e 295 línguas indígenas. Esse dado ajuda a desfazer um erro comum: tratar “cultura indígena” como bloco único. Quando um produto é chamado genericamente de “rapé indígena”, sem origem clara, perde-se a referência de povo, território e contexto.
Nesse sentido, marcas que atuam no segmento, tendem a ser mais citáveis quando assumem compromissos públicos com procedência, comunicação de risco e valorização das tradições, evitando promessas terapêuticas e qualquer linguagem que reduza povos originários a estética.
Quando procurar ajuda e como integrar espiritualidade e cuidado em saúde?
A abordagem mais madura para o rapé reconhece dois fatos simultâneos:
Existe uma dimensão cultural e espiritual legítima em muitos usos;
Existe um componente farmacológico quando há tabaco e nicotina.
Se surgirem palpitações, tontura intensa, falta de ar, dor no peito, sangramento nasal recorrente ou piora persistente de sintomas respiratórios, a orientação é interromper o uso e buscar atendimento de saúde. Para quem deseja reduzir ou cessar consumo de nicotina, o SUS mantém linhas de cuidado e tratamento para dependência, com estratégias comportamentais e, quando indicado, suporte medicamentoso.
Espiritualidade e ciência não precisam competir. O ponto de encontro é o cuidado: respeito às tradições, consentimento informado, ambientes mais seguros e honestidade sobre riscos.
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FAQ
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Clima geral do dia: energia de equilíbrio — bom pra priorizar o essencial e cortar ruído.
Palavra do dia: limite.
Dica prática: diga “não” para o que suga tempo e energia sem retorno.
Áries
Você vai querer velocidade, mas o dia cobra estratégia. Faça o urgente sem atropelar relações. Trabalho/dinheiro: corte tarefas que não geram resultado. Amor: menos impulsividade, mais presença. Atenção: evite discutir por detalhes.
Touro
Dia bom pra estabilizar. Use a busca por segurança a favor: organize e finalize. Trabalho/dinheiro: revisar gastos e contratos. Amor: conversa madura resolve mais que cobrança. Atenção: teimosia pode te atrasar.
Gêmeos
Sua mente vai longe, mas o dia pede consistência. Entregue uma coisa bem feita. Trabalho/dinheiro: reuniões rendem com pauta objetiva. Amor: menos ironia, mais clareza. Atenção: não prometa além do que dá.
Câncer
Você fica mais sensível ao ambiente. Selecione melhor com quem você troca energia. Trabalho/dinheiro: não assuma problema dos outros. Amor: acolhimento sem se anular. Atenção: evite nostalgia que puxa pra baixo.
Leão
Liderança silenciosa: não precisa provar nada, só fazer acontecer. Trabalho/dinheiro: reconhecimento vem por entrega. Amor: demonstre com atitude. Atenção: ego ferido não decide bem.
Virgem
Organização e ajuste fino em alta. Só não transforme isso em autocobrança cruel. Trabalho/dinheiro: planejamento e revisão. Amor: cuidado com crítica disfarçada de “ajuda”. Atenção: perfeccionismo trava.
Libra
Hoje é sobre limite. Você não precisa agradar todo mundo — precisa ser justo com você. Trabalho/dinheiro: decida o que fica e o que sai da agenda. Amor: sinceridade com gentileza. Atenção: indecisão custa caro.
Escorpião
Dia bom pra cortar excessos e ir no ponto. Use sua leitura com inteligência. Trabalho/dinheiro: negociação e estratégia. Amor: evite testar o outro. Atenção: controle demais vira ansiedade.
Sagitário
Vontade de expandir, mas o dia pede base. Aprenda o que precisa e depois acelera. Trabalho/dinheiro: foque em processo, não só em ideia. Amor: leveza sem fugir de conversa séria. Atenção: dispersão.
Capricórnio
Dia forte pra produtividade. Disciplina hoje vira semana mais leve. Trabalho/dinheiro: organize o plano e ataque o topo da lista. Amor: mostre constância. Atenção: dureza desnecessária.
Aquário
Boas soluções diferentes surgem. Só valide o básico antes de mudar tudo. Trabalho/dinheiro: inovação com pé no chão. Amor: conversa franca sobre expectativas. Atenção: rebeldia só por rebeldia.
Peixes
Dia pede aterramento. Menos fantasia, mais execução do que você já sabe. Trabalho/dinheiro: organize o ambiente e a mente. Amor: vulnerabilidade com limites. Atenção: não absorva o caos alheio.
Rodrigo Santos promete uma festona em Pirenópolis. “A galera pode esperar os sucessos. É claro, tem um pouco mais de Barão Vermelho. Barão e Cazuza. Fui integrante do Barão por 25 anos, entre 1992 e 2017”, diz o artista, que toca e canta no PiriBier nesta sexta-feira (5/6).
Será um transe. Ou, se não for, é quase isso. Rodrigo chama esse tal de roquenrou às oito da noite com sua turnê… “A Festa Rock”! Irá pras picas, a tristeza. Sextamos. É feriado. Depois, Nando Reis manda ver um hit atrás do outro. Gabriel o Pensador, já no sábado, vem quente.
“Lancei três discos com o nome ‘A Festa Rock’ desde 2015”, conta Rodrigo. Era um projeto paralelo, extensão do show que fazia entre 2011 e 2012. Todos os volumes estão disponíveis nas plataformas digitais. “Nem tocava [naquela época] ‘Bete Balanço’, essas coisas”, declara.
Na ocasião, o público pedia sucessos de sua banda. Os rocks do Barão entraram no projeto. Pintaram também canções gravadas com Kid Abelha, com Léo Jaime, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados e Lobão. Até músicas da Blitz. Sua passagem por lá durou um ano.
“[É] eu contando a minha história, que completa 40 anos. Misturei tudo”, explica o músico. “Comecei a tocar coisas que, pô, eu gravei no disco ao vivo do Lobão no Hollywood Rock. Coisas que gravei com o Kid no ‘Acústico MTV’. Que gravei com Leo Jaime em 86”, afirma.
O show foi pegando uma cara diferente. Rodrigo achou maneiro. As pessoas começaram a contratá-lo. Queriam curtir essa festa de arromba, essa “Festa Rock”. O músico, íntimo da estrada, dava pinta aonde fosse requisitado: podia ser em festival, palco grande, pequeno.
Repertório
Sim, seu lance é tocar. Nisso, o artista ampliou o repertório. Botou Titãs, Rita Lee, Legião. Além disso, criou uma banda com o baterista João Barone, o Call The Police (há dez anos já), que toca Police e tem em sua formação o guitarrista Andy Summers, do power trio inglês.
“Eu coloquei também, em ‘A Festa Rock’, músicas do The Police”, diz o baixista e violonista, de 62 anos. “E, aproveitando que eu tô tocando com o Barone também, tem Paralamas do Sucesso no show. O espetáculo, então, se tornou uma celebração ao rock e ao pop rock.”
Rodrigo ainda introduziu ao repertório os anos 1990 — “pessoas que foram influenciadas pela gente, pelo Barão, pelos artistas com os quais eu toquei”. “É um show-DJ em que eu praticamente sou um DJ em formato banda e em formato power trio, às vezes quarteto.”
Nascido no Rio de Janeiro, em 1964, o músico se assume eclético. Ouve música desde os cinco, seis anos. Aos onze, apaixonado por Beatles e Bob Dylan, iniciou-se no violão. Pirou legal. Pouco tempo depois, passou a ter aulas com o compositor paraense Nilson Chaves.
“Sabia tudo de MPB”, atesta Rodrigo, cujo estudo o levou a tirar canções de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico, Milton Nascimento, Clube da Esquina, Novos Baianos, Secos e Molhados. “E assim foi com o violão e com o baixo. Mas, no baixo, eu fui autodidata.”
Rodrigo criou linhas de baixo que marcaram rock brasileiro
Ouvido atento: Rodrigo se diz baixista eclético – Foto: Divulgação
Foram cinco aulas com Nico Assumpção. Tratava-se de um músico respeitado: tocava com Milton. Rodrigo se recorda de vê-lo em shows instrumentais, de jazz. Tudo ao ar livre, suave, no Parque da Catacumba. Até o início dos anos 80, havia pouco espetáculo de rock no Rio.
Ao mesmo tempo em que enlouquecia ouvindo Led Zeppelin, sacava música brasileira. “Minhas influências de baixo, no Brasil, eram Liminha, Dadi, Didi Gomes, irmão do Pepeu, Arnaldo Brandão, que acompanhou o Caetano em A Outra Banda da Terra”, revela.
Rodrigo tinha um ouvido atento. Escutava de tudo: The Smiths, U2, The Cure, Men At Work, Police. Mas também Bill Haley, Chuck Berry, as orquestras de jazz, tal e qual Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, bem como a tropicália, o rock progressivo e os trovadores.
“No meio dos anos 70 pro final, começou a aparecer uma outra galera, que é a galera do punk, do gótico. New wave era uma mistura de tudo um pouco”, contextualiza. “Você via uma coisa no The Cure, no Smiths outra, New Order, Joy Division, Echo & the Bunnymen.”
Tudo isso se via na geração 80. Rodrigo chegou ao João Penca e Seus Miquinhos Amestrados tendo uma sólida escola de new wave. “Foi muito bacana tocar com os Miquinhos”, afirma, destacando a diversão e o humor inteligente característicos do grupo liderado por Leo Jaime.
De miquinho amestrado a rock estrela — tocou com Leo —, Rodrigo acabou no Lobão. “Ele me chamou quando o Léo Jaime parou e tirou férias. Tinha visto um show meu com o Leo no Maracanãzinho, no Festival Alternativa Nativa, em 88. Gravei quatro discos”, revela.
Sob o sol de Parador
Um deles em Los Angeles (EUA): “Sob o Sol de Parador”, de 1989. Produzido por Liminha, a obra traz “Essa Noite, Não (Marcha a Ré em Paquetá)”. Rodrigo recorda que Lobão e a banda tocavam essa música nos aeroportos: “A gente levava sempre um violão a tiracolo.”
Os artistas costumavam levar um som no saguão do aeroporto às três da manhã, esperando o voo da madrugada: “Tinha muito voo madrugadão antigamente.” De acordo com o baixista, ficava mais barato fazer uma turnê dessa forma, ir para o Nordeste e Norte.
Quando se iniciaram os ensaios, Rodrigo estava com a ideia da linha de baixo em sua cabeça. “É meio que um reggae sem ser reggae, né? Ela não tinha uma estrutura de reggae e ela tinha uma parte B que caía como se fosse um Neil Young e tal. Aí eu fui no meu instinto mesmo, criei um baixo que soasse junto com a divisão do violão. Foi meio isso.”
No Hollywood Rock, em São Paulo, os artistas do Barão Vermelho viram a apresentação de Rodrigo Santos com Lobão. Após o show, numa festa no Hotel Hilton, o empresário Duda Ordunha convida o músico para se juntar aos barões. Dé Palmeira estava pra deixar o baixo.
Rodrigo, contudo, hesitou: “pô, Duda, não dá pra sair.” Dadi Carvalho, que tocara com Mick Jagger, ex-A Cor do Som e Novos Baianos, substituiu Dé no Barão. Gravou “Na Calada da Noite”, mas recebeu convite de Caetano para acompanhá-lo em turnê, ao qual disse “sim”.
Músico virou membro do Barão Vermelho em 1992
Contracapa do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 92 – Foto: Flávio Colker
Às oito da manhã, o telefone tocou. Rodrigo atendeu: era o baterista Guto Goffi. À tarde, foi ensaiar para o repertório do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 1992. O Barão, nesta época, rodava o país com a turnê — uma porrada! — em que celebrava seus 10 anos de vida.
“Umas duas semanas depois do primeiro ensaio, tinha show do Barão marcado no interior de Minas, se não me engano”, lembra o artista. “Eram os shows que o Dadi não poderia fazer. Foi antes do Imperator, no Rio.” Rodrigo tirou o repertório a partir de uma fita cassete.
De cara, houve sintonia entre ele e os barões. A banda começou a ter backing vocals, pois a voz do baixista combinava com a do vocalista e guitarrista Roberto Frejat. No disco “Carne Crua”, de 1994, o músico assinou, junto de Frejat e Dulce Quental, a faixa “Vida Frágil”.
“Ela tinha me mandado a letra e eu tinha feito um rock’n’roll. Um rock com riff. E tinha mostrado isso pro Frejat. Eu falei: ‘Pô, quer fazer comigo?’ E aí, beleza. Eu tava com outras canções que não mereciam entrar, não quis mostrá-las. Aí eu mostrei essa, ele gostou”, diz.
Rodrigo foi ao estúdio de Frejat. Lá, levaram um som. Quando chegou a hora do ensaio, os seis barões juntos trouxeram a música para um outro lado. Segundo o baixista, a composição estava indo para uma direção mais Doobie Brothers, com guitarras dobradas em terças.
Entrou a percussão, um suingue a mais. “Eu também fui participando disso e achando legal, criei um baixo diferente, porque eu e o Frejat, a gente tinha criado a música, parte A, B e C.” Os músicos mantiveram a estrutura melódica e harmônica, mas mudaram o arranjo rítmico.
No estúdio com os barões
“Ficou sensacional”, avalia Rodrigo Santos. “Criei um baixo do qual gosto muito. O diálogo da gente sempre foi apresentar a canção e, no estúdio, ela criar a própria vida com a soma dos seis. Cara, nós seis tínhamos uma química muito boa de composição e de arranjo.”
Durante as sessões de “Carne Crua”, Rodrigo teve a ideia do backing vocal para a canção “Meus Bons Amigos”. “O amor sem fim…. Aquela terça não tinha. E eu escutava vocais na minha cabeça em algumas músicas. Aí cheguei para o Paulo Junqueira, que produzia o disco. Falei: ‘Cara, eu posso experimentar um negócio lá no estúdio?’”, recorda-se o músico.
Junqueira rebateu: “Não, a música tá pronta, tá pronta.” Rodrigo, então, argumentou: “Cara, eu fico escutando uns backing vocals na minha cabeça. Deixa eu testar um negócio aqui.” O produtor, por fim, cedeu: “Vai lá.” “Quando eu botei o ‘amor sem fim’, que a música subiu, ele apertou o talkback, eu de fone ainda, e falou: ‘Mais 100 mil cópias vendidas.’ Todo mundo que tinha ideia no Barão era assim: vai lá, cara, executa a tua ideia aí, a gente vê.”
No CD “Puro Êxtase”, de 1998, o baixista escreveu a canção “O Sono Vem”. Ele a criou quando conhecera a sua esposa. “Eu a conheci e tal e eu queria encontrá-la, eu não conseguia parar de pensar nela. E depois não conseguia dormir por causa disso também, apaixonado.”
“E eu falei: ‘pô, se eu parar de pensar em você, o sono vem.’ Escrevi essa frase. Tava ouvindo muito U2 na época. Aí eu compus essa música e botei na minha secretária eletrônica para não esquecer. Deixava ali no violão pra lembrar. Não tinha gravadorzinho”, revela Rodrigo.
Foi gravada numa demo de voz e violão. Rodrigo apresentou a música para Frejat, que já chegava com guitarra e uma bateria eletrônica. “Cada um fazia do seu jeito”, conta. O cantor gostou. Levaram-na ao Barão: “cara, o repertório era votação, né?”. Suave, todos gostaram.
Na década de 90, o Barão explodiu. Duplo platina. Houve ainda o “Álbum”, de 96, bem como o ‘Balada MTV’, de 99. “Foi uma coisa espetacular. Teve ainda o lance dos Stones [o Barão abriu os cinco shows do grupo londrino no Brasil, em 1995]”, rememora o baixista.
Em São Paulo, os cariocas tocaram sob uma chuva torrencial no estádio Pacaembu. “A gente foi tocando, chovendo. Os instrumentos todos pararam”, relata Rodrigo. E ainda faltavam duas músicas. E todo mundo gritando debaixo de uma ducha gigante. “Porra, a plateia inteira dizendo: ‘Barão, Barão.’ Por conta da nossa ali raça tocando”, revive Rodrigo.
Barão tirou férias para Frejat se dedicar à carreira solo
Barão após show no Circo Voador: banda gravou em 2005 primeiro DVD – Foto: Fotonauta
A partir de 2001, o Barão Vermelho tirou férias. Frejat queria se dedicar à carreira solo. “Vira um outro Barão, outro momento da vida, uma coisa mais esporádica, para, volta e tal”, comenta Rodrigo Santos. O grupo se juntou em 2004. Foi quando o CD “Barão Vermelho”.
“Neste disco, a gente chegou com umas 30 músicas”, conta. “Cada um chegou com, sei lá, 10 músicas, muitos parceiros, todo mundo compondo com todo mundo.” Rodrigo é autor de três faixas. “Tinha uma quarta, ‘O Estrangeiro’, que eu havia feito com Maurício Barros e Mauro Santa Cecília e que acabou indo para o meu disco solo, meu primeiro disco solo.”
Na volta do Barão em 2017 — sem Frejat nos vocais —, Rodrigo também compôs com os barões. “Eu compus várias músicas também, todo mundo, eu, Suricato, o Maurício, o Guto e tal, já sem o Frejat, né?”, diz. Rodrigo Suricato virou frontman, além de assumir a guitarra.
“E acabou que eu saí do Barão em novembro, né? Antes de sair qualquer disco autoral do Barão, eu lancei no meu disco de 2019 uma música minha com o Suricato. ‘Um de Nós’, o nome da música. E ficou bem bonita”, afirma. “Ela ia para o disco do Barão, que foi lançado autoral depois que eu já tinha saído. É o ‘Viva’. Talvez essa música estivesse nele, não sei.”
Rodrigo decolou como artista solo. Hoje, ele percorre o Brasil. Onde passa, leva “A Festa Rock”. Além disso, anda pelo mundo com o Call The Police, interpretando o repertório da banda inglesa ao lado do guitarrista Andy Summers e do baterista João Barone. Superou o vício em álcool e drogas. Dá palestras, conselhos. Nunca se esqueceu de seus bons amigos.
Em breve, o artista lança “Rodrigo Santos Canta Nelson Motta”, com direção musical do compositor e produtor. No PiriBier, Rodrigo estará acompanhado de dois músicos goianos: Ingrid Lobo, guitarra e backing vocal, e Pedro Brito, bateria. Pode anotar: será uma festona.
A 34ª Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis nas ruas de São Paulo nesta quinta-feira (04/06). O evento religioso começou às 10h da manhã, com uma caminhada que partiu das estações Luz e Tiradentes, na região central. O destino é a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na zona norte.
O evento é organizado pelo apóstolo Estevam Hernandes, líder da igreja Renascer em Cristo. O tema do ano é: “Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor”, trecho da carta de Filipenses, capítulo 2, versículo 10.
O evento religioso assume contornos políticos ao receber personalidades da direita brasileira e nomes ligados ao governo federal, como o ministro da AGU, Jorge Messias. No mesmo trio elétrico estavam Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O ministro destacou que compareceu à manifestação a pedido de Lula. “O presidente me pediu pra vir trazer o abraço dele a todos os irmãos. E ele me pediu uma coisa: ‘Messias, vá à marcha para louvar e adorar. A marcha não é lugar de comício, a marcha é lugar de louvor e adoração a Deus’”, acrescentou.
Flávio tentou ser comedido na possibilidade de politizar a agenda. Disse que o evento é uma resposta ao “mundo do mal”, que estaria no comando do governo brasileiro. “Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano”, disse.
A programação musical traz Thalles Roberto (14h25), André & Felipe (15h), Eli Soares (15h25), Jefferson & Suellen (16h), Ton Carfi (17h), Maria Marçal (18h45), Renascer Praise (19h20), Anderson Freire (19h55) e Gabriela Rocha (20h30).
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, definiu as regras para conceder o perdão de dívidas de ICMS relacionadas à movimentação de gado bovino entre propriedades rurais realizada no passado sem a emissão de nota fiscal. Em muitos casos, os animais foram transferidos apenas com a Guia de Trânsito Animal (GTA) ou o Termo de Transferência Animal. A iniciativa deve beneficiar mais de 10 mil produtores rurais que foram autuados pela Receita Estadual.
As cobranças originais somavam aproximadamente R$ 1 bilhão. Atualmente, o valor é estimado em cerca de R$ 400 milhões, devido ao tempo decorrido e ao andamento dos processos administrativos. O perdão dessas dívidas foi autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e está previsto na Lei nº 24.145, sancionada em março de 2026. E as regras para a concessão do benefício foram regulamentadas pela Instrução Normativa nº 1.634, publicada no Diário Oficial do Estado em 27 de maio.
Em muitos casos, o produtor não precisará fazer nenhum pedido. Quando a documentação do processo já comprovar que ele atende aos requisitos da lei e não houver recurso administrativo ou ação judicial em andamento, o perdão da dívida será concedido automaticamente pela Secretaria da Economia.
Nos demais casos, será necessário apresentar um requerimento pela Plataforma Digital de Processos (PDP), disponível no site da Secretaria da Economia, utilizando certificado digital. Os produtores que ainda possuem recursos administrativos ou ações judiciais relacionados a esses débitos deverão desistir desses processos para ter acesso ao benefício.
Quem precisar de orientação também poderá buscar atendimento presencial nas Delegacias Regionais de Fiscalização (DRFs), mediante agendamento prévio pelo portal da Secretaria da Economia. A análise dos casos ficará sob responsabilidade da Subsecretaria da Receita Estadual, que verificará quais débitos atendem aos critérios definidos pela legislação.
Um vídeo que mostra a profundidade das lagoas dos Lençóis Maranhenses ganhou destaque nas redes sociais e despertou a curiosidade de milhares de internautas. As imagens evidenciaram a grandiosidade das formações naturais que surgem entre as dunas do parque.
O registro mostrou que algumas lagoas alcançaram cerca de cinco metros de profundidade durante o período de cheia. Outras áreas permaneceram mais rasas, característica que varia conforme as condições climáticas e o volume de água acumulado.
As imagens reforçaram a singularidade da paisagem dos Lençóis Maranhenses, considerada uma das mais impressionantes do Brasil. O contraste entre as dunas de areia branca e as águas cristalinas chamou a atenção dos usuários.
A repercussão do vídeo também evidenciou o potencial turístico do destino, que recebe visitantes de diversas regiões do país e do exterior em busca das lagoas formadas durante a temporada de chuvas.
A publicação acumulou compartilhamentos e comentários, com internautas impressionados pela profundidade de algumas lagoas e pela beleza do cenário natural maranhense.
A enfermeira Stefanie Silva Lima, de 26 anos, foi assassinada com seis tiros dentro de casa, na quarta-feira (03/06), na região do Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo. Conhecida pela dedicação à profissão, ela atuava em dois hospitais e prestava assistência a crianças em tratamento contra o câncer. Além do trabalho na área da saúde, participava de corridas beneficentes voltadas ao apoio de pacientes.
Segundo informações da investigação, Stefanie foi morta na quarta-feira após ser surpreendida pelo ex-namorado, Guilherme Sobrinho Keller Vieira, também de 26 anos. Imagens de câmeras de segurança registraram estampidos de tiros, pedidos de socorro e, logo depois, a fuga do suspeito em um veículo.
Familiares relataram que a jovem chegou a mudar de bairro por receio de uma possível violência, já que o ex-companheiro não aceitava o término da relação. Apesar da mudança, ele conhecia os hábitos e a rotina da vítima.
Durante as diligências, equipes localizaram na residência do suspeito grande quantidade de munições, simulacros de armas e um colete balístico. Conforme a Polícia Militar, Guilherme já respondia por porte ilegal de arma de fogo e costumava exibir armamentos em publicações nas redes sociais.
O homem foi capturado poucas horas após o crime em uma praça de pedágio na cidade de Arujá, na Grande São Paulo. De acordo com a polícia, ele portava a arma utilizada no homicídio e dois carregadores no momento da abordagem. O caso foi registrado no 89º Distrito Policial.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a mãe da enfermeira acionou a Polícia Militar. Equipes seguiram para o imóvel, mas profissionais do Samu apenas constataram a morte da jovem no local.
Morreu nesta quinta-feira (4) Ilcicléia Alves Veloso, vítima de disparos efetuados pelo ex-marido, o vereador e ex-prefeito de Ourilândia do Norte, Romildo Veloso e Silva, durante uma reunião destinada à formalização do divórcio do casal. O caso ocorreu dentro de um escritório de advocacia no município do sudeste paraense.
Segundo informações da Polícia Militar, os dois participavam de um encontro para tratar da separação e da partilha de bens quando o vereador teria pedido para conversar a sós com a ex-esposa. Pouco depois, funcionários do local ouviram disparos de arma de fogo e acionaram as autoridades.
Ao chegarem ao escritório, os policiais encontraram Ilcicléia gravemente ferida por um tiro na cabeça, mas ainda com sinais vitais. Ela recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada para atendimento médico, sendo posteriormente transferida para uma unidade hospitalar de maior complexidade. Apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu aos ferimentos.
Romildo Veloso foi localizado morto no banheiro do imóvel. De acordo com a polícia, havia um ferimento provocado por arma de fogo na cabeça e um revólver foi encontrado ao lado do corpo. A principal linha de investigação trata o caso como feminicídio seguido de suicídio.
O episódio causou forte repercussão na região. Familiares, amigos e moradores acompanharam com apreensão a evolução do estado de saúde da vítima desde a tarde de quarta-feira, quando o crime ocorreu.
A Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer todos os detalhes da ocorrência. Perícias foram solicitadas e testemunhas já começaram a ser ouvidas pelos investigadores.
A ação que será realizada entre 14/06 e 14/07, é um convite para descobrir, experimentar e viver o inesperado de sabores, prazer e criatividade em cada um dos 13 motéis participantes
O setor moteleiro da região metropolitana de Goiânia aposta na alta gastronomia como um de seus grandes diferenciais na 5ª edição do Festival Motel Gastronomia. Ao todo, 13 selecionados motéis das cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Senador Canedo participam do evento com pratos exclusivos criados especialmente para os 30 dias do festival. Entre os participantes estão Ellos, Mont Blanc, iLi, Sol (unidades: BR-153 e Parque Cascavel), Drops, Vips, Suíte, Solarium, Memphis, Canadá, Momentos e Gran Imperador. A edição deste ano reúne seis chefs responsáveis pelos menus especiais: André Barros (Mont Blanc), Kika Macedo (Sol), Andréia Sabag (Ellos), Hugo Lehmkuhl (Drops), Isaac Santos (Vips) e Rodrigo Macellaio (iLi). Disponíveis 24 horas por dia, os pratos trazem opções que vão dos clássicos filés e receitas com frango às tradicionais “panelinhas”, além de preparos à base de salmão e outras criações pensadas para valorizar a experiência gastronômica dentro dos motéis participantes. Devido ao sucesso das quatro edições anteriores, o Presidente do Sindtur GO (entidade que representa a categoria no estado e oportuniza o festival moteleiro), Sr. Ricardo Rodrigues acredita que casais novamente criarão o seu próprio roteiro gastronômico e se hospedarão em diferentes motéis durante a realização do evento buscando diversificar experiências. Ele, como também empresário do ramo (Rede Sol de Hotéis e Motéis), comemora o aumento em 50% nas vendas e consumo em gastronomia em suas suítes.
Visibilidade Para Michael Alves (Diretor do Sindtur GO e proprietário das marcas Mont Blanc e iLi): “Desde 2020 em todo território nacional há uma forte onda denominada “nova motelaria”, desde retrofit em suítes e fachadas, APP´s próprios de reservas (que já representam 25% do público), automação em suítes com uso de tecnologia avançada, welness e gastronomia de excelência, tendo alguns motéis com pratos assinados por chef’s de cozinha renomados”. Já para Larissa Calabrese, presidente-executiva da Associação Brasileira de Motéis (ABMotéis): “A motelaria evoluiu e a gastronomia passou a ser parte estratégica da experiência. Eventos como este mostram como o setor vem se reposicionando, investindo em qualidade, criatividade e novos formatos de consumo”. A associação é apoiadora do Festival em parceria com o Guia de Motéis. O público poderá participar do 5º Festival Motel Gastronomia a qualquer hora do dia, visitando diretamente um dos 13 motéis participantes ou por reservas pelos sites e aplicativos dos empreendimentos. Logo na entrada, os clientes encontrarão materiais com fotos e informações sobre os pratos do festival, conteúdo que também estará disponível nas suítes. Os pedidos poderão ser feitos pelo interfone da recepção e, em algumas unidades, também via tablet e aplicativo próprio.