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Omicidio Saman, il processo arriva in Cassazione: la Procura chiede la conferma dei 4 ergastoli

17 June 2026 at 16:36

“Un delitto agghiacciante e corale”: la Cassazione stringe il cerchio sui familiari di Saman Abbas

È approdato in Corte di Cassazione, a Roma, l’ultimo grado del processo ai familiari di Saman Abbas, la 18enne pakistana uccisa nella notte tra il 30 aprile e il primo maggio 2021 a Novellara (Reggio Emilia). La procura generale della Cassazione ha chiesto di confermare le condanne per tutti i familiari imputati nel processo per l’omicidio.

L’avvocato generale della Suprema Corte, Marco Dall’Olio, nel corso della requisitoria davanti ai giudici della Prima sezione penale ha rimarcato che “Saman doveva essere punita: questo è un punto fermo di tutto il processo. La volontà era di impartirle una lezione, non poteva decidere da sola della sua vita, non poteva avere una vita propria. Il delitto è stato organizzato nei minimi dettagli, un atto corale e premeditato. Una vicenda agghiacciante”.

La Procura generale ha chiesto, dunque, che passino in giudicato i quattro ergastoli stabiliti il 18 aprile dello scorso anno dalla Corte di Appello di Bologna per i genitori della ragazza, Shabbar Abbas e Nazia Shaheen, e per i cugini Noman Ul Haq e Ijaz Ikram, tutti accusati di omicidio e soppressione di cadavere, e i 22 anni di reclusione inflitti allo zio, Danish Hasnain.

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Banchiere multimilionario discendente da stirpe reale arrestato nove anni dopo aver spinto una donna sotto un autobus: colpo di scena nel caso “Putney Pusher”

17 June 2026 at 09:33

Un uomo di 44 anni, banchiere multimilionario discendente da stirpe reale, è stato arrestato in relazione al caso noto come “Putney Pusher”, a distanza di nove anni dall’aggressione che aveva scosso l’opinione pubblica. La vittima era stata deliberatamente spinta contro un autobus in corsa, rischiando conseguenze gravissime. Solo il pronto intervento dell’autista, che con una manovra repentina era riuscito a sterzare evitando l’impatto, le aveva salvato la vita. L’arresto rappresenta una svolta significativa in una vicenda rimasta irrisolta per quasi un decennio.

Come rivela il Daily Mail, il sospettato è stato fermato il 15 giugno nella sua casa da 1,4 milioni di sterline a ovest di Londra. Direttore in una banca privata, il presunto colpevole è un ex ufficiale dell’esercito britannico decorato che ha servito in diversi conflitti mondiali.

“L’arresto è legato a un incidente avvenuto il 5 maggio 2017, – ha affermato la polizia alla stampa – quando una donna è stata spinta sulla traiettoria di un autobus sul Putney Bridge. Le indagini sono in corso”.

Il drammatico filmato delle telecamere di sicurezza dell’incidente è stato visualizzato milioni di volte online. Le immagini mostrano il runner che passa accanto a un altro uomo sul ponte, prima di spingere la donna a terra. Quasi quattro mesi dopo l’incidente, la Polizia Metropolitana aveva diffuso le immagini delle telecamere di sicurezza di un uomo riprese dall’interno dell’autobus, nel tentativo di identificare il sospetto. La polizia ha chiuso le indagini nel giugno 2018, ammettendo di aver esaurito tutte le piste investigative.

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México reporta mayo con menos homicidios en 12 años

16 June 2026 at 15:59

Ciudad de México, 16 jun (Prensa Latina) La secretaria ejecutiva del Sistema Nacional de Seguridad Pública de México, Marcela Figueroa, destacó hoy al mes recién finalizado como el mayo más bajo de los últimos 12 años en promedio diario de homicidio doloso.

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Morte em salto sem corda em SP: grupo iria faturar mais de R$ 15 mil no dia

16 June 2026 at 14:07

No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), o grupo organizador planejava realizar entre 80 e 100 saltos.

Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.

Operação comercial sem regulamentação

A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.

Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.

Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.

O que dizem envolvidos

Em depoimento, o instrutor Luis Felipe, um dos presos no caso, classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.

Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.

Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente.

“É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.

Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.

Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.

Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Morte em salto de rope jump em SP: veja o que disseram instrutores presos

16 June 2026 at 13:31

Três instrutores foram presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13), na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves apresentaram suas versões à Polícia Civil de São Paulo, e foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual, após a vítima ser arremessada da estrutura sem a corda de segurança.

Posteriormente, a Justiça decretou a prisão preventiva dos três em audiência de custódia.

“Foi uma fatalidade”, afirma instrutor

Em depoimento, Luis Felipe classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.

Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.

Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente. “É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.

Lapsos na verificação de segurança

Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.

Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.

Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Uccisa dal nipote 17enne: ritrovato il corpo di Chiara Guerra nel fiume Lemene

16 June 2026 at 12:05

Dopo tre giorni di ricerche è stato ritrovato il corpo di Chiara Guerra, insegnante di 53 anni, uccisa nella sera dell’11 giugno a San Stino di Livenza (Venezia)0, dal nipote 17enne, reo confesso. Le operazioni si stanno ora concentrando sul recupero del cadavere, individuato ad alcuni chilometri di distanza dal luogo in cui era stato gettato. Il giovane aveva lasciato il corpo senza vita della zia nel canale Magher, ma le correnti lo hanno trasportato nelle acque del fiume Lemene, nella zona di Settesorelle. Sul posto sono intervenuti anche i carabinieri del Comando di Venezia e il medico legale Antonello Cirnelli che avrà il compito di eseguire la prima ispezione esterna.

Da domenica mattina, un gran numero di soccorritori erano impegnati a setacciare il canale: squadre del nucleo sommozzatori, del nucleo droni e due le squadre Saf con imbarcazioni dotate di ecoscandaglio. Le ricerche si sono concentrate sul punto indicato dal nipote della vittima che ha dichiarato di aver gettato anche l’arma del delitto nelle stesse acque. Si tratta di una zona difficile da perlustrare a causa dei collegamenti con altri canali e dalla presenza di correnti.

Il 17enne, che sarà maggiorenne tra qualche mese, ha ammesso dopo poche ore di aver ucciso la zia a coltellate per poi trasportare il cadavere verso il canale con una carriola. Il giovane ha confessato di fronte al pm Carmelo Barbaro della Procura di Pordenone: il caso è stato poi trasmesso alla Procura dei minori di Trieste. Dalle prime ricostruzioni, il movente è legato ad alcuni dissidi familiari dovuti a una presunta eredità su cui la vittima e il fratello, cioè il padre del ragazzo, litigavano da tempo.

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Facção criminosa da Bahia é alvo de operação interestadual

16 June 2026 at 11:06

Uma facção criminosa da Bahia é alvo de uma operação interestadual na manhã desta terça-feira (16). Segundo a polícia, esta é uma das maiores operações contra o crime organizado dos últimos anos no estado.

A “Operação Gênesis”, deflagrada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil da Bahia, busca combater a “Tropa do Cote”, também conhecida como “Tropa do CF”. Até o momento, 16 pessoas foram presas e duas morreram em tiroteios com a polícia. 

A polícia aponta que o grupo é responsável por pelo menos 15 homicídios registrados entre os anos de 2025 e 2026. A organização criminosa é investigada por tráfico de drogas, domínio territorial armado e diversos crimes violentos no estado baiano.

Mandados de prisão preventiva e busca e apreensão são cumpridos nos bairros de Águas Claras, Sussuarana e Nova Sussuarana, na capital baiana, além dos municípios de Lauro de Freitas e Retirolândia. A operação também alcança as cidades cariocas de Nova Iguaçu e Macaé, e de Santa Catarina, nos municípios de Camboriú e Itapema.

A reportagem apurou que entre os alvos estavam o líder da organização Elton Costa Bonfim, o “Cote”. Rodrigo Ventura dos Santos, vulgo “Menor”, e Rogério de Andrade Gonçalves, vulgo “Deli”, morreram em confronto com a polícia. 

Os alvos são lideranças, gerentes financeiros e executores da facção que mantinham conexões e estruturas de apoio em diferentes regiões do país, que inclusive consolidou um sistema paralelo de controle em comunidades de Salvador.

Segundo a investigação, a “Tropa do Cote” utilizava armamento de grosso calibre para intimidar moradores, dificultar a atuação das forças de segurança e promover ataques contra grupos rivais, além de estar envolvida nos assassinatos relacionados à disputa por territórios.

A ação desta terça é um desdobramento da “Operação Saigon”, deflagrada em setembro de 2023 contra o mesmo grupo criminoso. Mesmo após ações anteriores atingirem integrantes de destaque da organização, as apurações revelaram que a facção passou por um processo de reestruturação interna.

De acordo com a polícia, o líder “Cote” continuou exercendo influência sobre o grupo, enquanto um de seus homens de confiança assumiu a coordenação operacional das atividades criminosas. As investigações também identificaram uma rede de operadores e foragidos distribuídos por diferentes estados, responsáveis por manter o funcionamento da organização e garantir a continuidade das ações ilícitas.

A atual fase incorpora elementos probatórios compartilhados na Justiça, além de novas provas produzidas ao longo de cerca de dois anos de investigações conduzidas pela Polícia Civil da Bahia.

Com mais de 300 policiais, a ação conta com o apoio dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Inteligência Policial (DIP), de Polícia do Interior (DEPIN), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) e de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), além da Coordenação de Polícia Interestadual (POLINTER) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).

A operação também tem o apoio da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP/BA), por meio da Superintendência de Inteligência (SI), além das Polícias Civis dos estados do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Mais informações serão divulgadas após a consolidação dos resultados da operação.

Bari, 23enne ucciso a colpi di pistola a Molfetta: indagini sull’agguato

16 June 2026 at 10:07

Un ragazzo di 23 anni è stato ucciso nella notte a Molfetta, nel nord Barese. Il giovane, noto alle forze dell’ordine, sarebbe stato raggiunto da colpi di pistola e poi portato davanti all’ospedale Don Tonino Bello, dove è morto poco dopo.

Telecamere al vaglio nella zona della Madonna dei Martiri, disposta l’autopsia a Bari

Un 23enne è stato ucciso nella notte a Molfetta, nel nord Barese, in un agguato compiuto con colpi di pistola. Uno dei proiettili lo avrebbe raggiunto alla testa. Il ragazzo, già noto alle forze di polizia, è morto poco dopo l’arrivo all’ospedale Don Tonino Bello.

Gli investigatori stanno lavorando su più ipotesi per ricostruire la dinamica e il movente dell’omicidio. Al centro degli accertamenti ci sono anche i filmati registrati dalle telecamere di sorveglianza nella zona della Madonna dei Martiri, alla periferia della città.

Una delle piste al vaglio è che il giovane sia stato colpito durante un agguato avvenuto in un locale periferico e poi lasciato agonizzante in auto davanti alla struttura ospedaliera. Da lì il trasferimento in ospedale, dove il 23enne è morto poco dopo.

Il corpo si trova ora nell’istituto di medicina legale del Policlinico di Bari. Sarà l’autopsia a chiarire il numero dei colpi, la traiettoria dei proiettili e gli elementi utili per ricostruire gli ultimi minuti di vita del ragazzo.

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Omicidio di Roberto Guerrino a Milano: caccia alle tracce biologiche sul corpo

15 June 2026 at 10:49

È caccia alle tracce biologiche sul corpo di Roberto Guerrino, l’interprete assassinato nel suo appartamento a Milano durante un appuntamento. La speranza degli investigatori è che l’uomo, 60 anni, si sia difeso e in questa maniera potrebbe avere sul proprio corpo elementi utili per risalire a chi ha incontrato nella casa di via Nino Oxilia. Il corpo è stato ritrovato seminudo, ucciso con più colpi al cranio sferrati probabilmente dall’uomo con cui aveva fissato l’incontro su una app di incontri. Proprio le chat, tra l’altro, potrebbero risultare decisive.

Guerrino è stato trovato nella camera che funge anche da salotto dopo che i vigili del fuoco avevano aperto la porta con la chiave che l’interprete lasciava normalmente a una vicina di casa quando si assentava. Non si esclude che si sia trattato di una rapina perché nell’appartamento mancano alcuni oggetti di valore. Guerrino e chi era con lui potrebbero aver litigato per una richiesta di soldi dopo il rapporto. I militari stanno analizzando telefoni e computer dell’interprete per individuare la persona con cui era entrato in contatto e analizzano l’attività dell’uomo sulle piattaforme Grindr e Romeo, che già l’interprete aveva usato per fissare incontri.

Ancora non c’è certezza sull’oggetto con il quale l’uomo è stato colpito alla testa: ce ne sono vari pesanti e insanguinati in casa. Si ipotizza che possa essersi trattato di una statuetta di Buddha. Quale sia l’arma lo stabilirà l’autopsia che sarò disposta domani dal pm Carlo Scalas. Per il resto, si analizzano le telecamere delle vicinanze del palazzo in cui viveva Guerrino: una, che puntava sull’entrata del palazzo e che poteva essere determinante è risultata inutile perché malfunzionante.

Vi sono poi testimoni che lo hanno visto vivo alle 21.30 di venerdì ed è quindi verosimile che la morte sia avvenuta nella notte. Chi l’ha ucciso ha infierito sul viso e in testa, il piccolo bilocale era pieno di sangue. Guerrino avrebbe compiuto 61 anni il prossimo 13 luglio. Era interprete di conferenza, nel suo curriculum aveva scritto di aver fatto da interprete a reali e capi di Stato, da Mattarella a Napolitano all’allora principe Carlo, ma anche per Bill Clinton e Henry Kissinger.

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Delitto Guerrino, il killer potrebbe aver usato una statuetta di Buddha. Spariti cellulare, computer e portafogli

15 June 2026 at 06:49

Nuovi elementi nelle indagini sull’omicidio di Roberto Pietro Guerrino, l’interprete sessantenne trovato morto nel suo appartamento di via Oxilia 11, a Milano. I carabinieri stanno analizzando alcune statuette di Buddha sporche di sangue, che potrebbero essere state usate come arma del delitto. Dalla casa sono spariti cellulare, computer e portafogli. Al centro dell’inchiesta anche l’ipotesi di un incontro organizzato tramite app e degenerato in violenza.

Delitto Guerrino, le statuette di Buddha al centro degli accertamenti

La scena del delitto, ora, racconta anche un dettaglio nuovo. Non solo il sangue, il corpo trovato in salotto, le ferite alla testa e al volto. Nel bilocale al quarto piano di via Oxilia 11, in zona NoLo, gli investigatori hanno concentrato l’attenzione su alcuni soprammobili: statuette raffiguranti Siddharta, che Roberto Pietro Guerrino aveva sistemato sulle mensole dopo essersi avvicinato, negli anni scorsi, alla fede buddista.

L’ipotesi investigativa, riferisce oggi il quotidiano Il Giorno, è che l’assassino possa aver afferrato proprio uno di quegli oggetti per colpire più volte il sessantenne, uccidendolo nell’appartamento in cui è stato trovato sabato pomeriggio. Le statuette sporche di sangue saranno analizzate con particolare attenzione per verificare se forma, peso e superficie siano compatibili con le numerose lesioni riscontrate sul corpo della vittima. Un lavoro tecnico decisivo, che dovrà chiarire se uno di quei soprammobili sia stato effettivamente l’arma del delitto. Gli specialisti cercheranno anche eventuali impronte digitali o tracce utili da confrontare con quelle già presenti nelle banche dati. A procedere sono i carabinieri della Compagnia Duomo e della Omicidi del Nucleo investigativo, coordinati dal pm Carlo Scalas e guidati dal colonnello Antonio Coppola e dal tenente colonnello Fabio Rufino.

Cellulare, computer e portafogli spariti dalla casa

Un altro elemento rafforza il quadro di un omicidio maturato in un contesto ancora da definire, ma non casuale. Dall’appartamento di Guerrino sarebbero spariti il cellulare, il computer e il portafogli. Non è escluso che manchino anche altri oggetti, ma al momento gli investigatori possono partire solo da ciò di cui è certa la presenza nell’abitazione. La sottrazione di telefono e computer apre una doppia pista. Da un lato, quei dispositivi potrebbero contenere elementi fondamentali per ricostruire gli ultimi contatti della vittima, in particolare eventuali conversazioni su app di incontri. Dall’altro, il killer potrebbe averli portati via proprio per cancellare tracce, rallentare l’identificazione o costruire una falsa pista legata alla rapina. L’ipotesi della rapina finita male resta sul tavolo, ma non viene letta in modo automatico. La dinamica potrebbe essere più complessa: un incontro, una richiesta di denaro, un rifiuto, una lite improvvisa e poi l’aggressione brutale.

L’appuntamento online e il corpo trovato seminudo

Il contesto in cui è stato trovato il corpo di Guerrino indirizza gli accertamenti verso un incontro privato. Il sessantenne era seminudo, con addosso soltanto una guêpière, calze a rete e scarpe con il tacco. Un dettaglio che aveva subito portato gli investigatori a ipotizzare un appuntamento concordato online per un rapporto intimo. Secondo quanto ricostruito finora, Guerrino utilizzava applicazioni di incontri, tra cui Romeo. È possibile che venerdì sera abbia ricevuto in casa un uomo conosciuto tramite app. Resta da capire che cosa sia accaduto dopo l’ingresso dell’ospite nell’appartamento.

Uno degli scenari al vaglio porta a una lite nata da una richiesta di pagamento respinta dal padrone di casa. Un copione che, se confermato, collocherebbe l’omicidio in un contesto già conosciuto dalla vittima. Non una certezza, al momento, ma una traccia investigativa resa più concreta da un precedente inquietante.

Il precedente del 2023: la rapina dopo l’incontro su Grindr

Nel passato recente di Roberto Pietro Guerrino c’è infatti una vicenda che oggi torna inevitabilmente sotto la lente degli investigatori. A fine febbraio 2023, nello stesso appartamento di via Oxilia 11, il traduttore aveva ricevuto un uomo conosciuto tramite Grindr. L’incontro, organizzato per motivi sessuali, era degenerato subito dopo l’arrivo dell’ospite. Secondo quanto denunciato allora da Guerrino, il giovane gli avrebbe chiesto denaro per la prestazione. Di fronte al rifiuto, avrebbe minacciato di picchiarlo e si sarebbe fatto consegnare 25 euro. Poi avrebbe rovistato nell’abitazione fino a trovare altri 250 euro nel portafogli.

Pochi giorni dopo, la stessa persona si sarebbe ripresentata alla porta. Guerrino, convinto di aver preso appuntamento con un altro uomo via chat, lo avrebbe riconosciuto e non lo avrebbe fatto entrare, chiamando le forze dell’ordine. Il 12 marzo, però, l’aggressore sarebbe riuscito a tornare nello stesso appartamento grazie alla complicità di un giovane sudamericano contattato dalla vittima tramite app.

In quell’occasione, l’interprete sarebbe stato malmenato e costretto a scendere in strada per prelevare contanti al bancomat. Riuscì però ad attirare l’attenzione di alcuni passanti, mettendo in fuga gli aggressori. Dopo quell’episodio, venne accompagnato al centro antiviolenza della clinica Mangiagalli e poi dimesso dal Policlinico con una prognosi di sette giorni.

La foto dell’aggressore e l’informativa in Procura

A rendere quel precedente ancora più rilevante, anche se al momento non risultano collegamenti diretti con il delitto, era stata una foto scattata dallo stesso Guerrino durante il parapiglia. L’immagine aveva consentito ai carabinieri di arrivare all’identificazione del presunto aggressore, un venticinquenne egiziano. Il sistema di riconoscimento facciale C-Robot aveva indicato una compatibilità del 66,6%, poi rafforzata dal riconoscimento della vittima, che aveva indicato una somiglianza molto più alta dopo la visione dell’immagine. Lo stesso giovane risultava già coinvolto in episodi simili: un diverbio in via Messina con un uomo conosciuto tramite app e una precedente denuncia del 2020 per il furto di un portafogli durante un incontro organizzato in un palazzo di via Padova.

Il nome finì in un’informativa inviata in Procura con le accuse di rapina e lesioni. Oggi quel fascicolo viene riletto non tanto per cercare automaticamente lo stesso autore, quanto per comprendere se l’omicidio di Guerrino possa essersi sviluppato in un contesto analogo: appuntamenti online, richieste di denaro, violenza e sottrazione di oggetti.

Le ultime ore di Guerrino e la ricerca del killer

Il delitto sarebbe avvenuto tra la tarda serata di venerdì e la notte di sabato. Guerrino era ancora vivo attorno alle 21.30, quando era stato visto davanti alla vetrina di un negozio di fiori in piazza Morbegno. In quelle stesse ore avrebbe risposto anche ad alcuni messaggi dell’ex compagno, residente a Genova, con cui era rimasto in rapporti stretti nonostante la fine della relazione molti anni prima.

Proprio l’ex compagno, non ricevendo più risposte, si è insospettito e ha chiesto a una nipote che vive a Milano di andare a controllare. Nessuno ha risposto al citofono. Poco dopo le 15 è partita la chiamata al 112. I vigili del fuoco sono entrati usando le chiavi lasciate abitualmente da Guerrino a una vicina di casa. In salotto hanno trovato il corpo.

Le telecamere della zona restano uno snodo fondamentale dell’indagine. Gli investigatori stanno passando al setaccio le immagini registrate in via Oxilia e nelle strade vicine per individuare chi sia entrato o uscito dal palazzo nelle ore compatibili con l’omicidio. Le possibili vie di fuga portano da un lato verso piazza Morbegno, dall’altro verso via Soperga e l’area dello scalo ferroviario. In casa, intanto, gli accertamenti scientifici proseguono sui soprammobili, sulle tracce di sangue e sugli eventuali segni lasciati dall’assassino. Perché in un appartamento pieno di oggetti, quello che manca potrebbe essere importante quanto ciò che è rimasto.

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L’interprete massacrato in casa a Milano: l’agguato durante un incontro intimo e le indagini su chat e app

14 June 2026 at 12:03

Era riverso in terra in posizione supina, con il cranio fracassato mentre nell’appartamento erano presenti numerose tracce di sangue. Roberto Guerrino, il 60enne interprete internazionale di conferenza, è stato trovato così sabato nell’abitazione dove viveva, al quarto piano di uno stabile nel quartiere NoLo di Milano, in via Nino Oxilia poco distante da piazzale Loreto. Era seminudo. Addosso aveva solo delle calze a rete, un bustier e un paio di scarpe con i tacchi. Dettagli che hanno subito indirizzato gli investigatori su una pista: Guerrino è stato ucciso, con ogni probabilità, durante o al termine di un incontro intimo.

Non ci sarebbero però segni di rapina nell’appartamento. Guerrino – che avrebbe compiuto 61 anni esattamente fra un mese – è stato colpito alla testa con un corpo contundente che i carabinieri del Comando Provinciale di Milano stanno ancora cercando. Un grosso oggetto, forse un soprammobile presente in casa. Un omicidio avvenuto probabilmente a notte fonda, anche se nessuno dei vicini avrebbe sentito le urla. Il cadavere del 60enne è stato ritrovato nel primo pomeriggio di sabato, ma era già morto da almeno dodici ore.

Secondo quanto si apprende, Guerrino era in ottimi rapporti con il suo ex, originario come lui di Genova e lì residente, tanto da sentirsi tutti i giorni. Sarebbe stato lui ad allertare i parenti visto che non aveva notizie di lui da venerdì. Così anche la nipote del 60enne ha provato più volte a contattarlo, senza però ricevere risposta. Da lì la chiamata al 112 e l’intervento dei carabinieri e dei vigili del fuoco. Non è stato necessario però forzare la porta dell’appartamento: un’anziana vicina di casa, che spesso aiutava la vittima a innaffiare le piante di casa quando lui era in viaggio, aveva una copia delle chiavi. Porta blindata che è risultata chiusa con diverse mandate: si ipotizza che il killer abbia utilizzato e portato via il mazzo di chiavi di Guerrino dopo l’omicidio.

Gli investigatori stanno analizzando le telecamere di videosorveglianza della zona, un quartiere che però è molto movimentato nel weekend. Si cercando anche eventuali tracce biologiche da rapporto sessuale mentre, in contemporanea, sono in corso verifiche anche sulle app di incontri: chat che potrebbero essere fondamentali per ricostruire quanto accaduto.

La vittima era un noto interprete internazionale: nel suo curriculum aveva scritto di aver fatto da interprete per nomi nazionali e internazionali come l’ex presidente americano Bill Clinton, re Carlo d’Inghilterra, i presidenti Giorgio Napolitano e Sergio Mattarella. Dalle parole di alcune residenti nello stesso edificio “era un brava persona, gentile con tutti” e “nessuno aveva mai avuto problemi con lui”. La notizia della sua morte violenta ha creato forte choc nel condominio.

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Sessantenne ucciso in casa a Milano: era un interprete internazionale ed è stato trovato con numerose ferite alla testa

13 June 2026 at 17:07

Era riverso nel soggiorno con segni di ferite alla testa e semivestito: è stato trovato così, sabato pomeriggio intorno alle 17, Roberto Pietro Guerrino nel piccolo appartamento dove viveva, al quarto piano di uno stabile di via Nino Oxilia 11, nel quartiere NoLo di Milano, non lontano da piazzale Loreto. Nella sua casa erano presenti evidenti tracce di sangue per le ferite alla testa provocate con un oggetto che potrebbe essere stato preso proprio dall’appartamento, trovato comunque in ordine.

Guerrino era un noto interprete internazionale: nel suo curriculum aveva scritto di aver fatto da interprete per nomi nazionali e internazionali come l’ex presidente americano Bill Clinton, re Carlo d’Inghilterra, i presidenti Giorgio Napolitano e Sergio Mattarella. Il sessantenne (avrebbe compiuto 61 anni a luglio) viveva solo e gli ultimi contatti telefoni li ha avuto ieri. I carabinieri del Nucleo investigativo, coordinati dal pubblico ministero Carlo Scalas, stanno sentendo le persone del condominio, è stata disposta l’autopsia per chiarire orario del decesso, ma anche causa e dinamica di quanto accaduto. Sul posto sono arrivati i carabinieri della Scientifica insieme al medico legale. Si sta cercando di ricostruire gli ultimi movimenti dell’interprete e si stanno anche analizzando le riprese delle telecamere di videosorveglianza nella zona.

In base a quanto appreso, l’allarme è stato dato dalla nipote di Guerrino, interprete, che aveva sentito lo zio l’ultima volta venerdì sera verso le 21. Sabato lo ha richiamato senza ricevere risposta e si è preoccupata chiamando il 112 che a sua volta ha chiesto l’intervento dei vigili del fuoco. Non è stato però necessario forzare porte o finestre perché allo stesso tempo è arrivata proprio la nipote con le chiavi. Quando la pattuglia dei pompieri è entrata nella casa, il caposquadra si è reso conto che era successo qualcosa di grave e ha immediatamente chiamato le forze dell’ordine.

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Caso ricina, denunciata per favoreggiamento un’amica della famiglia Di Vita: dalle chat incongruenze con la sua testimonianza

13 June 2026 at 10:31

Si infittisce il mistero sul giallo di Pietracatella, il comune in provincia di Campobasso dove, tra il 27 e il 28 dicembre 2025, sono morte Sara Di Vita e sua madre Antonella di Ielsi per avvelenamento da ricina. Sono passati più di cinque mesi dall’apertura del fascicolo per omicidio aggravato dalla premeditazione: ora una stretta amica della famiglia Di Vita è stata denunciata a piede libero per favoreggiamento e per aver ostacolato le indagini.

Gli agenti hanno deciso di procedere dopo un’interrogatorio in questura della donna, l’ennesimo degli ultimi mesi. Tra gennaio e oggi, l’amica di famiglia è stata sentita tre volte negli uffici della Squadra Mobile come persona informata dei fatti e ha sempre negato tensioni e problemi all’interno del nucleo familiare. Le sue parole però sono state smentite, secondo gli investigatori, dai riscontri oggettivi: contrariamente a quanto dichiarato, la donna era a conoscenza dei problemi e gli agenti hanno ritenuto che abbia agito per ostacolare le indagini. La Squadra Mobile di Campobasso negli ultimi giorni ha ottenuto i primi responsi dai telefoni sequestrati nella casa di Pietracatella lo scorso 4 maggio. Proprio all’interno degli smartphone sono presenti alcune chat che proverebbero le tensioni familiari, soprattutto nel passato della coppia Di Vita, e quindi incongruenze con le testimonianze resa dall’amica di famiglia. Nel dettaglio i contenuti riguardano i telefoni delle due vittime, il cellulare della sorella maggiore Alice Di Vita, un tablet, un pc e due modem della casa.

Dall’inizio dell’inchiesta ci sono state oltre 160 sommarie informazioni testimoniali. Il numero dei verbali però è superiore a quello delle persone effettivamente ascoltate poiché diversi testimoni sono stati convocati più volte per approfondimenti e chiarimenti su aspetti ritenuti rilevanti.

Intanto proseguono gli interrogatori ad altri conoscenti dei Di Vita, ma non è ancora stato fissato il nuovo sopralluogo nella casa di Pietracatella, in via Risorgimento, sotto sequestro ormai da cinque mesi e mezzo. L’obiettivo è effettuare ulteriori verifiche e cercare eventuali tracce della tossina o altri elementi che possano contribuire alla ricostruzione delle modalità con cui la ricina sarebbe stata introdotta nell’abitazione. A inizio giugno la trasmissione televisiva Dentro la Notizia ha individuato una pianta di ricino in un terreno agricolo situato a circa quindici chilometri dal comune del presunto duplice omicidio. Per fine mese sono anche attesi i risultati delle autopsie sui corpi delle due vittime.

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Crime no Algarve: suspeito de matar colega com tiro no crânio

9 June 2026 at 14:25

A Polícia Judiciária de Portimão deteve um homem, com 39 anos, suspeito dos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma proibida, ocorridos na tarde do dia 25 de maio, junto a uma ruína em obras no centro da cidade de Silves.

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Já foi detido o homem que matou outro a tiro numa obra em Silves

9 June 2026 at 09:31

Um homem de 39 anos foi detido pelo Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária pela presumível autoria dos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma proibida, ocorridos na tarde de 25 de Maio, junto a uma ruína em obras no centro da cidade de Silves.

«A vítima e o agressor trabalhavam juntos no ramo da construção civil desde o início do ano», explica a PJ, em comunicado.

Em determinada altura, «começaram a surgir desentendimentos frequentes, quer pelo consumo excessivo de álcool, quer por uma dívida supostamente não paga por parte do falecido», acrescenta a Polícia.

«No dia do crime, o suspeito, munido de uma arma de fogo propriedade de um familiar, a qual já tinha previamente escondido numa garagem, dirigiu-se à obra onde se encontrava a vítima e, após uma breve troca de palavras, desferiu-lhe um tiro na zona lateral esquerda do crânio, o que lhe causou a morte imediata». 

O corpo da vítima, um homem de 38 anos, foi encontrado no dia seguinte ao crime, a 26 de Maio, na obra, apresentando sinais de uma morte violenta, nomeadamente devido aos ferimentos na zona da cabeça.

A PJ acrescenta que depois das investigações, foi «colhida prova robusta da autoria do homicídio, que culminaram na localização e detenção do suspeito, bem como na apreensão da arma de fogo e respetivos cartuchos». 

O detido irá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

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“Segni sul collo incompatibili con la striscia di seta”, vacilla l’ipotesi del suicidio per la morte Francesca Ercolini. Pm valutano l’omicidio

9 June 2026 at 08:38

Per oltre tre anni è stata considerata la storia di una donna, una magistrata schiacciata da una sofferenza personale culminata in un gesto estremo nel dicembre del 2022. Oggi, però, la morte di Francesca Ercolini potrebbe raccontare una verità completamente diversa. La Procura dell’Aquila, che da tempo ha riaperto il fascicolo sulla morte della giudice molisana trovata senza vita nella sua abitazione di Pesaro il 26 dicembre 2022, sta ora valutando anche l’ipotesi dell’omicidio. Una svolta investigativa maturata dopo il deposito della nuova consulenza medico-legale affidata al professor Vittorio Fineschi e dopo l’incidente probatorio svolto a Roma.

Secondo quanto emerge dagli accertamenti, i segni rilevati sul collo della magistrata non sarebbero compatibili con la striscia di seta che, secondo la ricostruzione originaria, sarebbe stata utilizzata per impiccarsi alla ringhiera della scala interna dell’abitazione. Un elemento che, insieme ad altre anomalie riscontrate dagli esperti, ha spinto gli inquirenti a riconsiderare integralmente la dinamica della morte.

L’ipotesi che prende corpo è quella di uno strangolamento, mentre la scena trovata dai soccorritori potrebbe essere stata costruita successivamente per simulare un suicidio. Restano però da chiarire diversi aspetti tecnici, compresa l’eventuale compatibilità dei cavi di alcune lampade presenti nell’abitazione con le lesioni rilevate sul corpo della donna. Proprio per questo motivo Fineschi avrebbe chiesto ulteriori approfondimenti e misurazioni.

Nei prossimi giorni gli specialisti della polizia scientifica torneranno nella villetta di viale Zara, a Pesaro, per effettuare nuovi rilievi e ricostruzioni. Gli esiti degli accertamenti saranno poi discussi davanti al giudice per le indagini preliminari Marco Billi nell’udienza già fissata per il 22 settembre all’Aquila.

La svolta arriva al termine di un lungo percorso investigativo che negli anni ha progressivamente incrinato la prima versione dei fatti. Quando Francesca Ercolini, presidente della seconda sezione civile del Tribunale di Ancona, fu trovata morta il giorno dopo Natale del 2022, la sua morte venne subito ricondotta a un suicidio. Secondo la ricostruzione iniziale, la magistrata si sarebbe impiccata utilizzando una striscia di stoffa fissata alla ringhiera della scala interna della propria abitazione. A dare l’allarme furono il marito, l’avvocato pesarese Lorenzo Ruggieri, e il figlio adolescente. La Procura di Pesaro e i consulenti intervenuti sul posto ritennero allora compatibile la tesi del gesto volontario.

Ma già nel corso del 2023 l’inchiesta aveva preso una direzione diversa. Dopo la denuncia presentata dalla madre della magistrata, la Procura dell’Aquila aveva aperto un procedimento per maltrattamenti, iscrivendo nel registro degli indagati il marito della giudice e il figlio minorenne. Al centro degli accertamenti vi erano messaggi, fotografie e video che la donna avrebbe inviato ai familiari e che, secondo gli investigatori, documentavano episodi di violenza domestica e una situazione di forte sofferenza personale.

Le indagini hanno poi continuato ad allargarsi. Nel giugno 2025 il gip dell’Aquila ha disposto la riesumazione della salma dal cimitero di Riccia, in provincia di Campobasso, affidando una nuova autopsia al professor Fineschi e incaricando il Ris di Roma di ricostruire scientificamente la scena della morte e del successivo ritrovamento del corpo. In quel momento gli indagati erano già sei, tra loro il marito della magistrata e il medico legale che aveva eseguito il primo esame autoptico. Le contestazioni, a vario titolo, andavano dal depistaggio alla falsità ideologica fino alla violazione del segreto istruttorio.

Ora il quadro investigativo si è ulteriormente modificato. La consulenza depositata nell’incidente probatorio non certifica ancora una responsabilità penale, né ovviamente individua un autore dell’eventuale delitto, ma mette in discussione il presupposto sul quale era stata costruita la ricostruzione originaria: che Francesca Ercolini si sia tolta la vita. È proprio questo il punto decisivo della nuova fase dell’inchiesta. Se i prossimi accertamenti dovessero confermare l’incompatibilità tra le lesioni e la dinamica del suicidio, il caso potrebbe trasformarsi definitivamente da una vicenda archiviata come gesto estremo a un’indagine per omicidio.

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Madre e figlia avvelenate dalla ricina, nuovo round di interrogatori: ascoltati anche gli amici di famiglia

8 June 2026 at 17:03

Si allarga ulteriormente il cerchio degli interrogatori nell’ambito dell’inchiesta sulla morte di Sara Di Vita e della madre Antonella Di Ielsi, avvelenate dalla ricina. Dopo una prima fase concentrata sui familiari più stretti, gli investigatori stanno ora estendendo gli accertamenti anche agli amici della famiglia, ascoltati in queste ore negli uffici della Squadra Mobile di Campobasso. Gli interrogatori sono ripresi lunedì mattina in Questura e proseguiranno nei prossimi giorni con una serie di audizioni ritenute utili a ricostruire il contesto relazionale e personale delle due vittime. L’obiettivo è quello di delineare con maggiore precisione gli ultimi mesi di vita di Sara Di Vita e della madre, cercando eventuali elementi utili all’indagine che possano emergere da frequentazioni, contatti e dinamiche quotidiane.

Tra le persone già convocate figurano diversi amici di famiglia, mentre in settimana è atteso l’interrogatorio di Laura Di Vita, cugina di Gianni Di Vita, una delle figure su cui si concentra parte degli approfondimenti investigativi. Non è invece ancora stata fissata una data per un eventuale nuovo sopralluogo nell’abitazione di Pietracatella, rimasta sotto sequestro da circa 160 giorni, dal periodo in cui si verificarono i decessi.

Il lavoro degli inquirenti procede parallelamente sul fronte tecnico-scientifico, con una serie di esami che stanno scandendo i tempi dell’inchiesta. Entro la fine del mese è attesa la consegna dei dati estratti dallo smartphone di Alice, un passaggio considerato significativo per la ricostruzione delle comunicazioni e degli spostamenti della famiglia. A seguire, entro la fine di luglio, dovrebbero essere disponibili anche i risultati delle analisi sui telefoni cellulari e sui computer sequestrati all’interno dell’abitazione di Pietracatella. Materiale che potrebbe fornire ulteriori riscontri o nuove piste investigative.

Sul versante medico-legale, invece, si attende entro una ventina di giorni l’esito definitivo delle autopsie sui corpi delle due vittime. Un passaggio fondamentale, più volte rinviato, che dovrebbe chiarire ulteriormente le modalità dell’avvelenamento e la dinamica degli ultimi momenti di vita. Le indagini, coordinate dalla Procura, si sviluppano quindi su più livelli: dalle testimonianze alle analisi scientifiche, fino allo studio dei dispositivi elettronici. Un lavoro complesso che punta a ricostruire non solo la dinamica della morte, ma anche il contesto in cui sarebbe maturata la tragedia.

A supportare gli accertamenti è un pool di specialisti che si avvale anche della consulenza di Carlo Locatelli, direttore del Centro antiveleni di Pavia, già protagonista della prima svolta investigativa quando, a metà marzo, era stata individuata la presenza di ricina nel sangue delle due donne, elemento che aveva cambiato radicalmente l’impostazione dell’inchiesta. Gli investigatori mantengono il massimo riserbo, mentre l’attività istruttoria prosegue con un calendario serrato di audizioni e verifiche tecniche.

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Gianluca Ibarra Silvera “facile bersaglio”, la gip sull’omicidio alla stazione di Milano Certosa: “Gettarono il corpo per disprezzo”

8 June 2026 at 15:42

“Hanno cercato ed individuato la vittima”. Volevano “punirli”, hanno trovato un “facile bersaglio“, hanno agito con “lucida e fredda determinazione” e poi si sono disfatti del cadavere con un “significativo gesto di disprezzo”, “manifestando chiaramente le conseguenze per chi si pone in atteggiamento ostile nei loro confronti”. Sono i passaggi più duri contenuti nell’ordinanza con cui la giudice per le indagini preliminari di Milano Sara Cipolla ha convalidato il fermo e disposto la custodia cautelare in carcere per Jefferson Smit Echevarria Verano, il diciannovenne peruviano appartenente ai Latin Kings, accusato dell’omicidio di Gianluca Ibarra Silvera. La misura è stata emessa anche nei confronti di un ventenne nato in Argentina, attualmente irreperibile e destinatario di un mandato di arresto europeo.

Per la giudice, quanto accaduto la notte del 25 maggio nei pressi della stazione Certosa non è stata una lite degenerata improvvisamente. Dopo “un iniziale allontanamento in treno”, si legge nel provvedimento, il gruppo sarebbe tornato “alla ricerca di coloro con i quali poco prima avevano avuto un alterco allo scopo di ‘punirli'”. Una volta rientrati in zona, gli aggressori avrebbero “cercato ed individuato la vittima, il fratello e l’amico”. La ricostruzione della gip, sulla base delle indagini della Squadra mobile coordinata dal pm Elio Ramondini, delinea quindi una vera e propria spedizione punitiva. Quando Gianluca Ibarra Silvera finisce a terra, i “due indagati, insieme al gruppo”, vedono in lui un “facile bersaglio”. È anche per questo che la giudice riconosce l’aggravante della premeditazione nei confronti dei due principali indagati.

Ma è il passaggio finale dell’ordinanza a colpire maggiormente. Dopo l’omicidio, scrive Cipolla, gli aggressori si sarebbero disfatti del corpo con un “significativo gesto di disprezzo”, gettandolo in una “profonda intercapedine”. Non un semplice tentativo di occultamento, secondo la giudice, ma un gesto dal forte valore simbolico, compiuto “manifestando chiaramente le conseguenze per chi si pone in atteggiamento ostile nei loro confronti”. Una sorta di messaggio rivolto all’esterno, capace di esprimere la logica intimidatoria che avrebbe guidato l’azione del gruppo. Le indagini, tuttavia, sono tutt’altro che concluse. La stessa gip evidenzia che gli accertamenti proseguono per “individuare” tutti i partecipanti all’aggressione e per chiarire il “movente” del delitto. L’ipotesi è lo scambio di persona e che il 22enne sia stato aggredito da 17 persona che lo credevano un rivale. Gli indagati sono attualmente otto, ma il gruppo presente quella notte sarebbe stato composto da diciassette giovani.

Nel corso dell’interrogatorio, Jefferson Smit Echevarria Verano ha ammesso di appartenere ai Latin Kings ma ha negato di aver materialmente ucciso il ventiduenne. Come emerge dal verbale, ha però indicato agli investigatori i nomi di quattro componenti del gruppo che, a suo dire, avevano “il coltello”. Ha inoltre spiegato che all’interno della gang vi sarebbero soggetti che occupano “una posizione importante” e che “ci dicono che cosa fare”. Il diciannovenne ha infine riferito di avere ricevuto, dopo i fatti del 26 maggio, “tante minacce” da parte della banda rivale Ms-13 attraverso TikTok. Un elemento che gli investigatori stanno verificando mentre prosegue la caccia ai complici e la ricostruzione completa della catena di comando e delle responsabilità all’interno del gruppo.

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“Appartengo ai Latin Kings, ma non l’ho ammazzato io”, il 19enne fermato per l’omicidio di Gianluca Ibarra Silvera nega davanti al gip

8 June 2026 at 10:17

“Non ho colpito io, non l’ho ammazzato io, ero sul luogo sì ma non l’ho ucciso io”. Si è difeso così davanti alla giudice per le indagini preliminari Sara Cipolla Jefferson Smit Echevarra Verano, il 19enne peruviano arrestato per l’omicidio di Gianluca Ibarra Silvera, il 22enne morto dopo il brutale pestaggio e accoltellamento avvenuto la sera del 26 maggio nella stazione di Milano Certosa. Vittima di uno scambio di persona. Il giovane indagato, appartenente ai Latin Kings, ha negato di aver inferto le coltellate mortali, sostenendo di avere avuto in mano soltanto una pietra durante gli scontri. Ha però ammesso di fare parte della gang e ha ricostruito una giornata segnata da tensioni e regolamenti di conti con un gruppo rivale, indicato come vicino alla MS-13.

Secondo la sua versione, nel pomeriggio ci sarebbe stato un primo scontro tra le due fazioni, seguito da un secondo confronto in serata. “Non c’è stato alcun rito di iniziazione”, avrebbe spiegato il 19enne, attribuendo agli avversari l’iniziativa delle violenze. Davanti alla gip ha inoltre sostenuto di non sapere se la vittima appartenesse realmente alla gang rivale, pur affermando che si trovava nel gruppo con cui i Latin Kings si erano nuovamente confrontati quella sera.

Una ricostruzione che si scontra con gli elementi raccolti dagli investigatori della Squadra Mobile. A carico del giovane ci sarebbero infatti testimonianze dirette, tra cui quella del fratello della vittima, riconoscimenti fotografici e le immagini delle telecamere di sorveglianza. Per gli inquirenti, insieme a un secondo presunto accoltellatore attualmente irreperibile, sarebbe stato tra i protagonisti dell’aggressione culminata nella morte del 22enne.

Le indagini delineano uno scenario ancora più inquietante: Gianluca Ibarra Silvera sarebbe stato ucciso per errore. Gli aggressori lo avrebbero infatti scambiato per un appartenente alla MS-13, gang rivale dei Latin Kings. Una vendetta maturata dopo un precedente alterco nel quale alcuni membri del gruppo oggi indagato avrebbero avuto la peggio.

Quella sera il 22enne si trovava con il padre, il fratello e un amico. La famiglia ha sempre ribadito che il ragazzo non aveva precedenti penali. né legami con organizzazioni criminali. Eppure sarebbe stato inseguito da un gruppo composto da almeno 17 persone, raggiunto e aggredito con estrema violenza. Secondo la ricostruzione investigativa, gli assalitori avrebbero lanciato bottiglie, pietre e coltelli prima di accanirsi sulla vittima con decine di fendenti. Le ferite, in particolare quella che ha reciso l’arteria femorale, si sono rivelate fatali.

L’inchiesta della Procura di Milano, coordinata dal pubblico ministero Elio Ramondini, vede al momento due destinatari di fermo, uno dei quali ancora ricercato, e altri sette giovani iscritti nel registro degli indagati. La giudice dovrà ora decidere sulla convalida del fermo e sulla richiesta di custodia cautelare in carcere per il 19enne. La difesa ha già annunciato che, in caso di conferma della misura, presenterà istanza per gli arresti domiciliari.

Intanto proseguono gli accertamenti per identificare tutti i componenti del branco e chiarire nel dettaglio ruoli e responsabilità di una vicenda che, secondo gli investigatori, affonda le radici nella rivalità tra bande giovanili sudamericane attive nell’area della stazione di Milano Certosa, storico punto di ritrovo delle cosiddette “pandillas”.

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