Normal view

Llaman a proteger el volcán Acatenango, tesoro de Guatemala

13 June 2026 at 19:15

Ciudad de Guatemala, 13 jun (Prensa Latina) El director del Instituto Guatemalteco de Turismo (Inguat), Harris Whitbeck, llamó a proteger el volcán Acatenango, tesoro del país, con amenazas ambientales hoy entre el auge del sector y falta de ordenamiento.

The post Llaman a proteger el volcán Acatenango, tesoro de Guatemala first appeared on Noticias Prensa Latina.

Representante comercial dos EUA viajará à Índia para negociações

13 June 2026 at 19:09

O Representante Comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, viajará à Índia na semana seguinte à cúpula dos líderes do G7 para novas discussões sobre um possível acordo comercial, de acordo com um alto funcionário do governo americano neste sábado (13), acrescentando que um acordo é possível.

O comércio será discutido durante o encontro do presidente Donald Trump com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, na próxima semana, na França, mas não espera-se um acordo comercial na cúpula, segundo o funcionário.

“Sabemos que o primeiro-ministro Modi é bastante ambicioso em relação ao papel que ele vê para a Índia, à importância da relação EUA-Índia”, disse o funcionário a repórteres. “Acreditamos que um possível acordo comercial faça parte disso”.

Trump insistirá em chegar a “um acordo muito bom”, continuou o funcionário. “Acreditamos que um acordo muito bom é possível. Não acho que fecharemos esse acordo no G7”, destacou.

A cúpula do G7, que será realizada de 15 a 17 de junho na cidade francesa de Évian-les-Bains, reunirá líderes das principais economias do mundo, incluindo Donald Trump, além de delegações de alto nível de outros países, como a Índia.

As relações entre Nova Délhi e Washington têm sido tensas devido às tarifas americanas sobre produtos indianos e às repetidas afirmações de Trump — negadas pela Índia — de que ele teve influência para encerrar o breve conflito indiano com o Paquistão no ano passado.

Mas o clima melhorou nas últimas semanas, e o ministro do Comércio indiano, Piyush Goyal, afirmou na semana passada que a primeira parcela de um acordo comercial bilateral poderia ser concluída até meados de julho. A Índia está pressionando por um tratamento tarifário preferencial como parte das negociações de um acordo comercial provisório.

O alto funcionário americano disse que Trump e Modi teriam uma boa oportunidade para avaliar as negociações comerciais, mas que discussões técnicas adicionais provavelmente seriam necessárias para fechar um acordo.

Autoridades indianas disseram que Trump e Modi devem discutir também questões geopolíticas mais amplas, incluindo segurança energética e possíveis compras indianas de petróleo venezuelano.

A Índia também exigiu na quinta-feira (11) o fim dos ataques dos EUA a navios após três ataques a petroleiros com tripulação indiana nesta semana, incluindo um que matou três marinheiros indianos.

As mortes foram as primeiras relatadas desde o início do bloqueio dos EUA a navios ligados ao Irã, em 13 de abril.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, discutiu os recentes acontecimentos no Estreito de Ormuz na sexta-feira (12) com o homólogo indiano, Subrahmanyam Jaishankar, informou o Departamento de Estado neste sábado (13).

“O secretário enfatizou que todos os navios comerciais devem cumprir imediatamente as ordens das forças americanas, que buscam manter a paz e a segurança no Estreito”, apontou o porta-voz Tommy Pigott. “Ele enfatizou que as violações do bloqueio dos EUA e o transporte ilícito de petróleo iraniano não serão tolerados”.

Em outras notícias comerciais, o Canadá também entrou em contato com autoridades americanas para discutir novas negociações comerciais, segundo a autoridade americana, acrescentando que Washington recebeu bem a decisão de Ottawa de reverter algumas medidas comerciais ameaçadas nos últimos dias, que teriam afetado empresas americanas de streaming.

As discussões sobre o acordo comercial entre EUA, México e Canadá com o Canadá têm sido frequentes, mas informais, e não se esperam grandes avanços na cúpula, acrescentou a autoridade.

Un trabajador que pactó una indemnización de 17.232 euros en 24 plazos se queda sin jubilación anticipada al no poder demostrar que la empresa se la pagó

13 June 2026 at 19:06

La historia comienza con un despido y termina con una puerta cerrada a la jubilación anticipada. Un trabajador que había dedicado más de 35 años a la misma compañía aceptó, en junio de 2022, un acuerdo que parecía razonable: una indemnización total de 17.232 euros por su salida, fraccionada en cómodos plazos mensuales de 718 euros durante dos años.

Este trato se ha convertido, cuatro años después, en una trampa legal que le impide retirarse antes de tiempo. La razón es tan simple como devastadora: no ha podido acreditar, con los documentos que exige la ley, que esos pagos mensuales entraron realmente en su cuenta bancaria.

El laberinto del pago fraccionado

El conflicto no versa sobre si el cese fue voluntario o forzoso. La justicia da por bueno que se trató de un despido por causas económicas y organizativas, una salida ajena a la voluntad del empleado y que, en principio, le habilitaba para solicitar la jubilación anticipada. El problema surge al interpretar el requisito que la Seguridad Social impone para este tipo de retiros: no basta con probar que la empresa reconoció la deuda, sino que es necesario demostrar que la indemnización se percibió de forma "efectiva e indubitada".

El trabajador, con la lógica de quien cree tener todo en regla, presentó el acta de conciliación administrativa donde la empresa se comprometió a abonar los 17.232 euros en 24 meses. Para él, ese documento sellado equivalía a un reconocimiento de deuda con plena validez legal.

Sin embargo, las autoridades y los jueces han visto un abismo entre lo pactado en un despacho y lo reflejado en un extracto bancario. El solicitante se enfrentó a un muro burocrático al no aportar transferencias individualizadas para cada uno de los plazos acordados, documentación que, pasado el tiempo, quizá no conservó meticulosamente o que la empresa nunca le facilitó con el detalle requerido.

Una firma no basta para asegurar el retiro

El Tribunal Superior de Justicia de Extremadura, en la sentencia STSJ EXT 1396/2025, ha confirmado la denegación de la pensión. Los magistrados sostienen que el acta de conciliación refleja una "mera manifestación de voluntad" de saldar el débito, pero no constituye una prueba del percibo real del dinero. Para las necesidades de una jubilación anticipada, el legislador busca certezas casi notariales que eliminen cualquier sospecha de un acuerdo simulado para acceder fraudulentamente a la prestación.

"Lo que la ley exige no es que el trabajador entienda satisfecho su crédito, sino que, de modo efectivo y contable, se haya producido el percibo de la indemnización", razonan, apuntando a que solo una transferencia bancaria o una documentación equivalente, con la intervención de terceros, puede despejar las dudas.

El resultado es un escenario profundamente injusto a los ojos del afectado. La empresa pactó un calendario de pagos que, en la práctica, ha terminado por dinamitar el futuro de su exempleado. Al optar por un fraccionamiento que en su día pudo parecer una ventaja, el trabajador perdió la posibilidad de obtener un justificante único y contundente.

Ahora, atrapado entre el acuerdo conciliatorio que no es suficiente prueba para la Seguridad Social y la imposibilidad de retroceder en el tiempo para exigir otra forma de pago, ve cómo la puerta del retiro anticipado se cierra a sus 64 años, dejándole como única alternativa esperar a la edad ordinaria de jubilación.

La sentencia no deja margen para la duda: en la fría lógica de las pensiones, un compromiso de palabra, por muy oficial que sea su firma, no vale nada si no se puede trazar el recorrido del dinero.

© Pexels

Un jubilado logra desbloquear una herencia de 125.000 euros al vender una nuda propiedad ocupada por la cuarta mujer de su padre

© Pexels

Jubilación anticipada

Pensões podem mudar? Governo estuda alterações e há dúvidas entre os pensionistas

13 June 2026 at 19:00

A possibilidade de alterações no sistema de pensões voltou a ganhar destaque porque o Governo criou, em janeiro de 2025, um grupo de trabalho para propor medidas tendentes à reforma da Segurança Social, com o objetivo de reforçar a sustentabilidade do sistema a longo prazo. O despacho que criou esse grupo fala expressamente em análise da sustentabilidade do sistema de pensões, da Caixa Geral de Aposentações e da proteção social de cidadania, bem como na definição de estratégias para melhorar a adequação e a equidade do sistema.

O que está em estudo

Segundo o Despacho n.º 1452/2025, os trabalhos em curso vão muito além de uma discussão genérica sobre “pensões”. Entre os objetivos atribuídos ao grupo estão a revisão atuarial da Taxa Social Única, a análise integrada da sustentabilidade e da equidade dos sistemas públicos de proteção social, o desenvolvimento dos regimes complementares de iniciativa coletiva e individual, o reforço do regime público de capitalização, o estudo de mecanismos de reforma parcial e a reavaliação do regime de reforma antecipada, dando prioridade a políticas que incentivem a permanência na vida ativa e aumentem o volume de contribuições.

Isto significa que, para já, o que existe é um processo de análise técnica e de preparação de recomendações. Não há ainda medidas finais aprovadas nem diplomas publicados a mudar, de forma imediata, o regime geral das pensões.

Sustentabilidade está no centro do debate

O próprio despacho do Governo enquadra este grupo de trabalho na necessidade de responder aos desafios demográficos e económicos de longo prazo, assegurar a estabilidade financeira do sistema e reforçar a equidade intergeracional. O texto refere ainda as recomendações do Tribunal de Contas, os contributos do Livro Verde da Segurança Social e a recomendação específica para Portugal da Comissão Europeia sobre esta matéria.

Dúvidas persistem entre pensionistas

A incerteza aumentou porque o calendário inicialmente previsto derrapou. O despacho determinava a apresentação de um relatório de progresso ao fim de seis meses e de um relatório final no prazo de doze meses, isto é, até ao final de janeiro de 2026. Mas, segundo o Jornal de Negócios, o Governo não adiantou conclusões dentro desse prazo, e, segundo o Jornal Económico, a ministra do Trabalho respondeu em março que o Executivo esperava receber o relatório intercalar “nas próximas semanas”, tratando-o como documento de trabalho interno cuja eventual divulgação seria ainda ponderada.

É neste ponto que surgem as dúvidas de pensionistas e futuros reformados. Sem relatório público, sem propostas finais conhecidas e sem calendário fechado, continuam por esclarecer o alcance, o ritmo e a forma de eventuais mudanças.

O que ainda não mudou

Também importa separar o debate estrutural das regras já em vigor. A atualização anual das pensões de 2026 já foi fixada pela Portaria n.º 480-B/2025/1, de 30 de dezembro, que determinou aumentos de 2,80% para as pensões até duas vezes o IAS, de 2,27% para as pensões entre duas e seis vezes o IAS e de 2,02% para as de montante superior, dentro dos limites legais. Ou seja, a discussão em curso sobre a reforma da Segurança Social não corresponde, nesta fase, a uma alteração já aplicada ao valor mensal das pensões em 2026.

Impacto pode variar de caso para caso, mas ainda não há modelo fechado

Se vierem a avançar alterações legislativas no futuro, o impacto poderá variar consoante o conteúdo final das medidas, as regras transitórias que venham a ser aprovadas e a situação concreta de cada beneficiário. Mas, neste momento, não há base suficiente para afirmar de que forma pensionistas atuais ou futuros reformados seriam afetados em termos individuais.

Processo ainda está numa fase preparatória

Para já, o dado mais sólido é este: existe um grupo de trabalho oficial, criado pelo Governo, para estudar reformas na Segurança Social e no sistema de pensões, incluindo reformas antecipadas, reforma parcial, regimes complementares e sustentabilidade financeira. O processo continua, porém, numa fase de estudo e preparação de propostas, sem medidas finais aprovadas e sem calendário legislativo definido.

No final, e apesar de não haver alterações imediatas já publicadas a partir deste processo, o debate em torno das pensões está longe de encerrado. O tema vai continuar a marcar a agenda precisamente porque mexe com a sustentabilidade da Segurança Social, com o acesso à reforma antecipada e com o futuro rendimento de trabalhadores e pensionistas.

Leia também: Não pagou o IRS a tempo? Fisco explica quando pode pagar um imposto em prestações

Formação híbrida é o modelo preferencial das empresas

13 June 2026 at 18:05

A formação híbrida tem-se afirmado como um dos modelos preferenciais das direções de recursos humanos das empresas. São vários os exemplos, entre os quais os da Abreu Advogados, que está a “consolidar um modelo de formação híbrido”, da McDonald’s Portugal, que já o segue combinando um Centro de Formação próprio com formação desenvolvida em parceria com entidades externas, como universidades de Gestão, e da Meo, cuja formação segue fórmula idêntica: academias internas, programas externos e soluções à medida.

A aposta neste formato, “que combina academias internas estruturadas com programas de formação externa em instituições de referência”, surge em “resposta às crescentes exigências da advocacia contemporânea”, explica ao JE Nádia Fonseca, diretora de Recursos Humanos daquela sociedade.

“Este modelo híbrido reflete uma visão estratégica clara: preparar os advogados e equipas para um contexto em que o exercício da profissão se cruza, cada vez mais, com tecnologia, inovação e exigências de negócio, colocando a aprendizagem contínua no centro da competitividade da organização”, defende a mesma responsável.

O sistema formativo do escritório de advogados está organizado por “Escolas”: Direito, Gestão, Desenvolvimento Pessoal e Inovação, entre outras áreas. Os percursos diferem consoante a função e nível de carreira, “promovendo a aprendizagem contínua e o alinhamento cultural”, explica a mesma responsável.

Importa referir a academia de formação certificada da Abreu Advogados: o Instituto de Conhecimento, fundado em 2012 e vocacionado para o desenvolvimento interno e para a formação executiva de outros profissionais e clientes.

Mas também a formação externa – mestrados, LL.M., programas executivos e iniciativas promovidas por redes internacionais –, na qual “mantém um investimento consistente”. É um investimento fundamental na “atualização técnica, certificação académica e exposição a práticas globais”.

“É um modelo que serve simultaneamente o desenvolvimento interno, a captação de talento jovem e o posicionamento externo da marca Abreu Advogados como Sociedade inovadora”, finaliza Nádia Fonseca.

Elevada progressão interna

Na McDonald’s, o Centro de Formação interno é um dos alicerces do desenvolvimento profissional, oferecendo mais de uma dezenas de cursos em formato presencial, virtual e on the job. “Esta abordagem integrada permite garantir consistência, rigor operacional e flexibilidade na resposta às necessidades de desenvolvimento dos nossos colaboradores”, refere Sofia Mendonça, que dirige o departamento de recursos humanos da cadeia de restauração.

Tudo começa “desde o primeiro dia, através de uma integração prática nos restaurantes”. É um “compromisso com o desenvolvimento”. A aprendizagem contínua desenrola-se através de programas de crescimento técnico e de liderança, iniciativas no âmbito da inclusão social, como formações em Língua Gestual Portuguesa (LGP) em parceria com entidades especializadas, “que promovem uma maior acessibilidade e sensibilização das equipas”, justifica a mesma responsável.

De acordo com Sofia Mendoça, o investimento “reflete-se na progressão interna da organização”: mais de 90% dos gerentes de restaurante começaram na empresa como operadores, e em torno de 40% dos trabalhadores da sede iniciaram o seu percurso nos restaurantes. Hoje, exercem funções de destaque em várias áreas da McDonald’s, tanto em Portugal como noutros países.

Do lado da Meo, Ana Gama Marques, diretora de Pessoas e Organização, explica ao JE que a abordagem seguida “permite garantir, por um lado, o alinhamento com a cultura e prioridades estratégicas” da operadora “e, por outro, o acesso a conhecimento atualizado e às melhores práticas do mercado”.

Internamente, o trabalho é desenvolvido na Academia Meo, na qual têm vindo a investir “fortemente” e que disponibiliza “formação transversal” em competências digitais ou liderança, “assegurando consistência e proximidade às necessidades da organização”.

O modelo integrado de formação da Meo, que considera ser o “o mais eficaz para promover uma cultura de aprendizagem contínua e para preparar as pessoas para os desafios de um setor em constante transformação”, nota Ana Gama Marques, acontece em paralelo com parcerias externas e plataformas especializadas e com programas feitos à medida. Os primeiros, acrescenta, completam a oferta “com conteúdos de vanguarda e diferentes perspetivas” e os segundos consideram as “necessidades específicas das equipas e dos colaboradores, combinando competências técnicas e comportamentais”.

Banca e transformação digital
No caso do Millennium bcp, a abordagem é maioritariamente externa, “assente em conteúdos desenvolvidos à medida da realidade do banco e alinhados com as suas prioridades estratégicas”.

E cabe à Millennium Banking Academy, fundada em 2016 e a primeira academia interna de um banco em Portugal certificada pela Direção-Geral do Emprego e Relações do Trabalho, definir o plano anual de formação, “construído a partir das linhas estratégicas da instituição, dos desafios futuros da organização e das necessidades identificadas no contexto atual”, revela ao JE fonte oficial do banco.

Com a transformação digital a exigir ao setor financeiro que se mantenha competitivo tecnologicamente, não havendo espaço nem tempo para estagnação, o investimento em “competências em inteligência artificial assume-se como um fator estratégico de competitividade e preparação para o futuro”.

A Academia AI Together, uma iniciativa pioneira lançada em janeiro de 2026 em parceria com a NOVA SBE Executive Education, é um das faces desse investimento. Foi desenhada para dar acesso a competências e ferramentas internas de inteligência artificial generativa e tem como público alvo todos os trabalhadores, inclusive membros da Comissão Executiva e a alta direção do banco, abrangendo mais de 6.500 funcionários.

“Ao investir no desenvolvimento de competências práticas nesta área, as organizações podem transformar desafios em oportunidades, valorizar o talento interno e preparar-se para novas exigências do mercado, sem perder de vista os princípios de responsabilidade, ética e gestão de risco na utilização destas tecnologias”, explica ainda a mesma fonte do Millennium bcp.

Bilhetes de avião disparam 60% em 20 anos, mas compensações aos passageiros congelaram

13 June 2026 at 18:00

O preço dos bilhetes de avião dispararam mais de 60% no espaço de mais de 20 anos: de 137 para 225 euros.

Mas as compensações aos passageiros por parte das companhias aéreas ficou congelada desde que as regras foram aprovadas em 2005.

A indemnização mínima prevista permanece fixada nos 250 euros, o que representa uma perda de 65% do poder de compra, face à inflação, para um valor real na casa dos 150 euros.

Os valores foram apresentados pela AirAdvisor que recorda que o Parlamento Europeu vai votar na segunda-feira as novas regras para as companhias aéreas.

Se as alterações ao regulamento 261/2004 forem votadas favoravelmente, as companhias aéreas “passarão a estar obrigadas a enviar aos viajantes um link direto para o formulário de pedido de indemnização até 48 horas após a interrupção de um voo. Além disso, as operadoras terão de pagar ou rejeitar formalmente o pedido num prazo máximo de 30 dias”.

A AirAdvisor recorda que “não tem sido possível “alcançar um consenso relativamente ao reajuste dos valores das compensações por cancelamentos, atrasos de voos, extravio ou perda de bagagem. Sem qualquer alteração ao longo dos últimos 21 anos”.

E avisa que, se a proposta de reforma for arquivada, as regras atuais vão permanecer em vigor “por tempo indeterminado”.

Apesar de haver uma proposta inicial para um pagamento mínimo de 350 euros, o texto “mantém os valores inalterados”, com a alteração a ficar de fora do documento que vai ser votado.

Os atrasos acumulados de voos atingem o pico ao final da tarde e à noite. E com os passageiros de voos de baixo custo a usarem aeroportos secundários e mais distantes dos centros das cidades, os “pequenos atrasos” tornam-se em despesas inesperadas de alojamentos e táxis, muitas vezes difíceis de reembolsar”.

A AirAdvisor deixa várias dicas sobre o que os passageiros devem fazer em caso de perturbação durante um voo, recordando que até a revisão entrar em vigor, aplicam-se as regras atuais:

“Documente o atraso no aeroporto: Registe as horas programadas e reais de partida. Tire fotografias aos painéis de informação e solicite uma confirmação por escrito do motivo do atraso ou cancelamento junto do balcão da companhia.

Guarde todas as faturas e recibos: Despesas com refeições, transporte e alojamento são reembolsáveis ao abrigo do dever de assistência da companhia aérea, independentemente de haver direito à indemnização fixa. Este dever mantém-se mesmo em caso de força maior (como mau tempo ou greves de controladores aéreos).

Verifique a elegibilidade: A compensação financeira aplica-se se o voo chegar ao destino final com 3 ou mais horas de atraso, se for cancelado com menos de 14 dias de antecedência, ou em caso de recusa de embarque (overbooking).

Valores em vigor: 250 euros para voos até 1500 quilómetros; 400 euros para voos entre 1500 e 3500 quilómetros; e 600 euros para ligações superiores a 3500 quilómetros.

Exija pagamento em dinheiro: Apresente a reclamação por escrito e recuse vouchers ou vales de viagem como substitutos. A legislação garante o direito ao reembolso em numerário ou transferência bancária”.

Algarve ganha fôlego com feriados de junho e hotéis perto da lotação esgotada

13 June 2026 at 18:00

A ocupação hoteleira no Algarve vai rondar os 80% durante as miniférias proporcionadas pelos feriados de junho, com um ligeiro aumento da procura face ao ano passado, disseram esta terça-feira à Lusa fontes do setor.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Hélder Martins, disse à Lusa que a expectativa era que a ocupação na região no período dos feriados de 4 e 10 de junho rondasse os 80%.

“A nossa expectativa é que nesta semana dos feriados nós vamos ultrapassar os 80% de ocupação, o que é muito bom”, afirmou, sublinhando que o mercado português é o que mais está a contribuir para os resultados alcançados pelo turismo algarvio nesta altura.

Quem optou por ir para a região está também a beneficiar de uns dias com tempo quente e sem chuva, com a meteorologia a ajudar as famílias a usufruir dos primeiros dias de praia, observou o presidente da associação empresarial algarvia. “Para as empresas […], é o aquecer os motores e, a partir de agora, entrarmos aqui já num período de época média-alta até chegarmos à época alta. Portanto, estamos satisfeitos com a procura que houve”, concluiu.

Também o presidente do Turismo do Algarve afirmou que os feriados contribuíram para um ligeiro aumento da procura de portugueses pela região, “embora os níveis se mantenham” em linha com os registados no ano passado.

Em declarações à agência Lusa, André Gomes sublinhou que o Algarve continua a ser “um destino de eleição” para o mercado interno durante períodos festivos, refletindo-se numa dinâmica positiva da atividade turística.

“Os feriados são tradicionalmente aproveitados por muitos portugueses para pequenas escapadas e o Algarve continua a ser uma das principais escolhas”, referiu. Segundo o responsável, estes períodos funcionam também como um “bom indicador” para o comportamento da procura na época alta.

Vem aí “uma época alta positiva”

Apesar do incremento registado nos últimos dias, André Gomes assinalou que “o reporte dos hoteleiros” aponta para um pequeno aumento de reservas do mercado interno, “embora sem variações significativas face à ocupação turística do ano anterior”.

O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA) destacou, no entanto, que o desempenho verificado “reforça a confiança do setor para os próximos meses”, numa altura em que a região ainda se prepara para o pico da procura turística.

“Estamos a falar de um destino consolidado como o Algarve, que tem mantido níveis de procura consistentes, nomeadamente por parte do mercado nacional”, frisou, apontando para a resiliência do destino.

Segundo o responsável, os atuais indicadores permitem antever uma época alta positiva, à semelhança de anos anteriores, sustentada tanto pelo mercado interno como pela procura internacional.

“É isso que nos leva a acreditar que, mais uma vez, a região do Algarve terá um bom desempenho ao nível da atividade turística durante a época alta”, afirmou, mostrando-se confiante quanto à evolução da procura nos próximos meses.

Leia também: Dia da Cidade traz Delfins à Praça da República em Tavira

Un inversor inmobiliario nos insta a adquirir una vivienda ahora pese a su elevado precio: "Compra ya porque no vamos a ser capaces de construir nada"

13 June 2026 at 17:58

La incertidumbre sobre el momento óptimo para adquirir una propiedad es una constante entre los ciudadanos. Recientemente, el inversor Sergio Gutiérrez (conocido en las plataformas digitales como Sergio_excellence_circle) ha abordado este dilema recurrente, respondiendo a las inquietudes generadas por los rumores sobre un posible cambio de ciclo o una caída inminente en las valoraciones.

Frente a las dudas sobre si es mejor formalizar la adquisición en la actualidad o aguardar a un abaratamiento generalizado, el especialista lanza un mensaje claro y directo a favor de la acción inmediata.

Comportamientos opuestos según la franja de precio de las propiedades

Para comprender la realidad del escenario actual, el experto realiza una radiografía segmentada del sector, evidenciando que el mercado no actúa de forma homogénea en todos sus niveles. En el segmento de las propiedades más exclusivas (aquellas valoradas por encima del medio millón de euros), se percibe una cierta desaceleración acompañada de correcciones a la baja.

Esta situación se produce porque los compradores potenciales rechazan asumir importes desorbitados, aunque, cuando los propietarios ajustan ligeramente las pretensiones económicas iniciales fijadas en los portales de internet, los cierres de operaciones se materializan con rapidez gracias a una demanda latente muy sólida. Estos ajustes iniciales no implican una bajada real en las estadísticas globales de compraventa, sino más bien una adaptación a la realidad tras establecer cifras de salida infladas.

Por el contrario, el segmento más accesible (compuesto por inmuebles tasados por debajo de los 300.000 euros) experimenta un ritmo frenético e imparable. En este nicho específico, cualquier propiedad que sale al escaparate desaparece en cuestión de días.

Si bien los indicadores oficiales pueden reflejar un descenso en el volumen total de transacciones de esta categoría, el inversor subraya que esto no se debe a un menor interés del público, sino a la más absoluta carencia de inventario. Gutiérrez ilustra este fenómeno recordando que "si un panadero dispone de menos harina, lógicamente comercializará menos barras de pan", aunque la clientela siga agolpándose masivamente a las puertas de su negocio esperando pacientemente a ser atendida.

El refugio ante los arrendamientos y la parálisis urbanística

Esta altísima presión sobre la vivienda económica encuentra su principal motor de tracción en la delicada situación paralela de los arrendamientos. Ante los costes inasumibles que exige el alquiler en la actualidad, cualquier inquilino que logra reunir los requisitos financieros da el salto inmediato hacia la compra de este tipo de inmuebles, alimentando así una competencia feroz por un bien extremadamente escaso. Ante este complejo panorama, el especialista disipa cualquier esperanza de que los importes vayan a desplomarse a corto o medio plazo.

Su recomendación final es tajante, instando a los interesados a dar el paso ahora mismo, ya que considera que "no vamos a ser capaces de construir nada" con los dirigentes políticos actuales. Además, el inversor concluye su análisis asegurando que en este momento no existe ninguna burbuja, por lo que prolongar la espera solo agravará las dificultades de acceso para los futuros compradores.

© EP

Comprar una vivienda en Murcia exige ya casi 6 de salario íntegro, 1 año y 4 meses más que en 2024

Chuteiras rosa dominam o Mundial. Ronaldo foge à tendência

13 June 2026 at 17:39
Rosa fluorescente tem dominado o campo nas primeiras partidas do Mundial. Para o capitão português, a Nike produziu umas chuteiras douradas personalizadas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Atletas no Mundial jogam com chuteiras rosas no Mundial 2026

Chuteiras rosa dominam o Mundial. Ronaldo foge à tendência

13 June 2026 at 17:39
Rosa fluorescente tem dominado o campo nas primeiras partidas do Mundial. Para o capitão português, a Nike produziu umas chuteiras douradas personalizadas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Atletas no Mundial jogam com chuteiras rosas no Mundial 2026

El negocio detrás de la Copa de Fútbol: ganadores y perdedores del Mundial más caro de la historia

13 June 2026 at 17:37
Mientras Estados Unidos, México y Canadá reciben a millones de turistas para albergar el Mundial más costoso jamás organizado, los beneficios económicos comienzan a repartirse de forma desigual entre los sectores que rodean el torneo. El turismo y las marcas deportivas celebran con altos rendimientos, mientras rubros como el de las apuestas, la construcción y varios clubes de fútbol se quedan fuera de la fiesta financiera. Los aficionados son los que se llevan la peor parte, pagando por ver un mundial que se encareció a la potencia y dejó por fuera a quien no puede costearlo.

Incêndio em Aljustrel mobiliza mais de 110 operacionais e obriga ao corte da EN2

Um incêndio rural que deflagrou este sábado junto à localidade de Corte Vicente Anes, no concelho de Aljustrel, mobilizou mais de 110 operacionais, 36 viaturas e sete meios aéreos, obrigando ao corte da EN2 e da EM527 devido à intensidade do fumo e à proximidade das chamas.

Incêndio em Aljustrel mobiliza mais de 110 operacionais e obriga ao corte da EN2

Um incêndio rural que deflagrou este sábado junto à localidade de Corte Vicente Anes, no concelho de Aljustrel, mobilizou mais de 110 operacionais, 36 viaturas e sete meios aéreos, obrigando ao corte da EN2 e da EM527 devido à intensidade do fumo e à proximidade das chamas.

❌