Reading view

Montenegro diz que país deve preparar-se para fundo europeu

A proposta do executivo comunitário prevê a criação de um fundo dirigido às empresas e universidades, que terão de apresentar projetos em concorrência com outros países.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Montenegro diz que a Comissão "propôs um acréscimo de recursos que precisa de ter a aceitação dos Estados"
  •  

Montenegro diz que país deve preparar-se para fundo europeu

A proposta do executivo comunitário prevê a criação de um fundo dirigido às empresas e universidades, que terão de apresentar projetos em concorrência com outros países.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Montenegro diz que a Comissão "propôs um acréscimo de recursos que precisa de ter a aceitação dos Estados"
  •  

Governo desafia deputados com reforma laboral: “ambição” ou “mediania”?

O primeiro-ministro Luís Montenegro defendeu, esta quarta-feira, no debate quinzenal, que a proposta de revisão do Código do Trabalho é uma “reforma crucial” para aumentar os salários e a competitividade, desafiando os deputados a escolherem entre “a ambição” e “a mediania”

Segundo o primeiro-ministro, o Governo quer ter a atitude em Portugal de “ambicionar, desafiar, e idealizar”. “Para isso, temos de transformar Portugal, transformação essa que exige capacidade de decisão coragem e força para avançar. Foi com esta determinação que o Governo aprovou a proposta de revisão do código do trabalho que agora está à vossa consideração”, disse o chefe de Governo.

Para Luís Montenegro esta é “uma reforma crucial para aumentar a nossa competitividade, para podermos alcançar mais crescimento económico, para termos mais emprego e sobretudo para termos maiores salários, para criarmos mais riqueza”.

“Ao longo dos anos o diagnóstico repete-se, Portugal é dos Estados da OCDE com mais baixa taxa de produtividade, com maior rigidez da legislação laboral e um nível elevado de desemprego jovem. Mudar isto exige coragem”, afirmou o primeiro-ministro.

“Vemos muita gente falar da proposta laboral de forma desinformada e superficial. A proposta senhores deputados conjuga produtividade e competitividade com promoção e valorização do código do trabalho, reforça a licenças parentais, melhora a concialiação da vida familiar com a vida profissional. Promove o emprego para jovens e desempregados de longa duração. Permite a acumulação da pensão de pré-reforma com rendimentos do trabalho, dinamiza a contratação coletiva”, sublinhou.

O primeiro ministro lançou ainda um desafio aos deputados. “Os senhores deputados decidirão de que lado querem estar. Se do lado da ambição e da valorização do trabalho ou do lado da mediania”, referiu o chefe de Governo.

A reforma laboral estreia-se no Parlamento na quinta-feira, 18 de junho.

  •  

Primeiro-ministro defende que Prestação Social Única “quebra a armadilha da pobreza”

O primeiro-ministro defendeu, esta quarta-feira, que a nova Prestação Social Única vai fortalecer o Estado social, “combater a pobreza e incentivar o trabalho sem prejudicar os apoios atuais”. As declarações foram feitas no debate quinzenal, poucos dias após a proposta de lei ter baixado à especialidade sem votação.

Sobre a Prestação Social Única, o primeiro-ministro afirmou que “é o rosto de um Estado social mais forte, um Estado social com base em exclusão social, com uma resposta adequada a cada pessoa, a cada família para que ninguém fique para trás ou para que ninguém seja prejudicado face aquilo que tem hoje”.

“É uma proposta que quebra a armadilha da pobreza, acredita no potencial de cada um, reconhece o seu esforço e o seu mérito, incentiva o trabalho e apoia na construção de projetos de vida com futuro e com dignidade. É uma proposta que garante que cada apoio é acompanhado e é fiscalizado para que não haja abuso, nem fraude”, detalhou.

A 12 de junho a proposta de lei da Prestação Social Única baixou à especialidade sem votação.

  •  

Reunião entre Ventura e Montenegro sobre lei laboral terminou sem acordo

“Continuaremos em contacto”, disse líder do Chega. Carneiro admite que não foi convidado — nem para esta, nem para a reunião sobre a PSU. O líder do Chega anunciou esta terça-feira que a reunião que teve com o primeiro-ministro sobre as alterações à lei laboral terminou sem acordo e indicou que o partido e o Governo vão “continuar a trabalhar” nas próximas horas. Depois de Montenegro ter dito que ia “fazer tudo” na reunião para que o pacote vingue no Parlamento, André Ventura indicou também que a eventual viabilização da proposta de lei do Governo estará dependente de “haver um

  •  

Portugal “faz corar de inveja qualquer economia da União Europeia”, diz Montenegro

“Não há uma única [economia da UE] que possa dizer que está a fazer melhor do que nós”, disse o primeiro-ministro, que declara “guerra à burocracia e ao excesso de regulamentação”. O primeiro-ministro afirmou esta terça-feira que a saúde financeira de Portugal “faz corar de inveja qualquer economia da União Europeia”, mas considerou que é preciso “coragem para mudar algumas coisas e enfrentar as vozes do pessimismo”. “Portugal tem uma situação económica que é mais vantajosa do que a média da União Europeia“, realçou Luís Montenegro, no discurso que proferiu durante a apresentação de um investimento de 400 milhões de

  •  

Um descendente de barões que é um príncipe em campo

A árvore genealógica de Vitinha, o médio português que encanta os adeptos. Chega e IL desistem do futebol e as razões para a suspensão da pena ao agente da PSP acusado da morte de Odair Moniz.

  •  
❌