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Lula debate com líderes europeus sobre vetos a produtos brasileiros

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a produtos brasileiros, incluindo carne e materiais siderúrgicos.

O encontro ocorreu em Évian, na França, onde o presidente do Brasil participa como convidado da Cúpula do G7, grupo formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e União Europeia.

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Segundo Lula, em postagem nas redes sociais, o Itamaraty vai trabalhar em conjunto com funcionários da Comissão Europeia “para identificar as dificuldades” em relação aos produtos. 

“Nos comprometemos a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, em consonância com o acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente. 

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Veto a partir de setembro

A União Europeia decidiu proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil no último dia 6. O veto entraria em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

A decisão foi anunciada em maio, depois da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias do bloco, especialmente a de não utilizar, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

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Lula debate com líderes europeus sobre vetos a produtos brasileiros

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a produtos brasileiros, incluindo carne e materiais siderúrgicos.

O encontro ocorreu em Évian, na França, onde o presidente do Brasil participa como convidado da Cúpula do G7, grupo formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e União Europeia.

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Segundo Lula, em postagem nas redes sociais, o Itamaraty vai trabalhar em conjunto com funcionários da Comissão Europeia “para identificar as dificuldades” em relação aos produtos. 

“Nos comprometemos a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, em consonância com o acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente. 

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Veto a partir de setembro

A União Europeia decidiu proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil no último dia 6. O veto entraria em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

A decisão foi anunciada em maio, depois da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias do bloco, especialmente a de não utilizar, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

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Márcio França defende mulheres na chapa majoritária em São Paulo

O ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) defendeu nesta terça-feira (16) que haja mulheres na chapa majoritária em São Paulo. A declaração ocorreu em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (16).

Questionado quem, entre Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), formaria uma chapa ideal como vice de Haddad na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, França disse que “qualquer uma delas é ultra qualificada” para ocupar o cargo.

“Do ponto de vista de quem seria melhor, eu sugeri e o Haddad concorda comigo que prefere uma mulher”, começou.

Para França, a representatividade feminina na chapa de Haddad contraria a coligação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), formada somente por homens.

O atual vice-governador, Felício Ramuth (MDB), deve compor novamente a chapa encabeçada por Tarcísio. Ao mesmo tempo, o ex-secretário da Segurança Pública Guilherme Derrite (PP) e o presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), André do Prado (PL), devem ser os nomes para a disputa ao Senado.

“Entre as duas candidatas [Marina Silva e Simone Tebet], qualquer uma delas é ultraqualificada. Já disputaram eleição majoritária à presidência, isso dá qualificação [e] um voto importante, por ter presença feminina na chapa, contrariando o Tarcísio, que fala sobre mulheres, mas não as põe na chapa, nem na vaga ao Senado. Isso seria interessante de se avaliar”, pontuou França.

Segundo o ex-ministro, Haddad prefere que Tebet esteja na chapa majoritária em São Paulo. “Ele acha que ela poderia representar mais a composição que deu ao equilíbrio da economia [Tebet ocupou a pasta do Planejamento e Orçamento]”, disse.

França ainda defendeu que a oposição “não tem candidaturas fortes pela primeira vez” ao Senado Federal por São Paulo. “Os candidatos ao Senado que eles apresentam são candidatos que nunca disputaram eleições majoritárias”, completou.

Recentemente, Haddad disse estar “muito confortável” com os nomes de Marina Silva, Márcio França e Simone Tebet serem possibilidades para compor sua chapa na disputa ao governo de São Paulo.

À CNN Brasil, Simone Tebet reafirmou sua pré-candidatura ao Senado Federal. De acordo com a ex-ministra, a confirmação veio do próprio presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), Edinho Silva.

“Ele [Edinho Silva] me mandou aqui uma mensagem muito clara assim: ‘Você é a nossa candidata ao Senado’. Palavra dele! Preciso dizer aqui pré-candidata, né? Ele querendo dizer assim: ‘Olha, isso faz parte do processo'”, disse Tebet.

A declaração aconteceu quando a ex-ministra comentava à CNN Brasil sobre uma suposta tentativa de uma ala do PT fazê-la desistir do Senado para tentar emplacar o cargo de vice na chapa de Haddad.

Tebet agradeceu essa movimentação dentro da sigla e reafirmou nunca ter enfrentado problemas com o partido de Lula: “Agradeço o carinho de uma ala do PT que sempre lembra do meu nome. Isso mostra o quanto fui bem acolhida. Eu, que sou uma pessoa de centro, não sou de esquerda. […] Nunca tive dificuldade com o PT, nem quando estávamos em lados opostos. Fui muito bem recebida no governo, tenho ótimo diálogo e relacionamento”.

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Chapa com Haddad e Tebet seria competitiva, diz Márcio França à CNN

O ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) defendeu uma chapa entre o ex-ministros Fernando Haddad (PT) e Simone Tebet (MDB) para o governo de São Paulo.

Em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (16), França afirmou que, apesar de inicialmente desejar concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que a vaga fosse de Haddad, pela associação do ex-ministro com mudanças na economia brasileira.

“Eu queria mesmo era disputar o governo, mas ele [Lula] disse: ‘Olha, é melhor ter o 13, porque o 13 o Haddad é associado à mudança da economia’. […] Eu acho que quem mudou a economia foi uma dupla, o [Fernando] Haddad e a Simone Tebet. Eles podiam fazer uma dupla também para o governo de São Paulo”, declarou.

O político do PSB (Partido Socialista Brasileiro) também destacou a sugestão de uma estratégia para São Paulo no sentido de reforçar o nome de Haddad para um eventual segundo turno.

Por contar com um cenário de segundo turno para Lula, a presença do ex-ministro no âmbito estadual também seria importante.

Ao mencionar nomes menos expressivos de outros possíveis concorrentes, França teme que, sem um empenho, a primeira etapa do pleito possa assumir uma roupagem de segundo turno, configurando um confronto direto entre o ex-chefe da Fazenda e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“O mais importante aqui é garantir o segundo turno em São Paulo, com chance de ter 2º turno também na eleição brasileira — há uma possibilidade grande de ter segundo turno na eleição do Lula e é muito ruim se São Paulo não tiver segundo turno numa eleição de governador”, disse.

“A gente sabe que, embora o Haddad tenha pontuado bem até agora, eu não tenho convicção nem na candidatura do Kim [Kataguiri – Missão] e muito menos na do Paulo Serra [PSDB]. Portanto, podemos ficar com uma candidatura em que, meio que, o primeiro turno virar segundo em São Paulo”, finalizou.

Mesmo com as opiniões, França demonstrou que a posição final sobre o caso seria de Lula, e, assim como a escolha por Haddad ao governo foi respeitada, “vou respeitar também as outras”.

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

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Para Márcio França, Tarcísio circula com aliados e esquerda perde tempo

O ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) afirmou, em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (16), acreditar que o entrave entre aliados na campanha do ex-minstro da Fazenda Fernando Haddad (PT) gera perda de tempo na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

A leitura de França é de que a indefinição sobre quem será vice de Haddad ou irá para o Senado provoca uma situação delicada, ao mesmo tempo em que o governador de São Paulo, Tarcíso de Freitas (Republicanos), já promove eventos com aliados.

“Nós estamos perdendo tempo. O Tarcísio tem andado por aí com os candidatos dele em conjunto. Não temos feito isso porque fica uma situação delicada, a gente vai num lugar, eu falo bem delas e elas também falam bem de mim, mas nenhuma delas até agora falou o que eu estou dizendo: ‘Eu aceito qualquer que seja a decisão'”, afirmou o ex-ministro.

O campo político de Haddad conta, além de França, com os nomes da deputada federal e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e da ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) como pré-candidatas ao Senado.

Apesar da indefinição, Lula demonstrou à aliados, como mostrou a CNN Brasil, uma preferência pelos nomes de Marina e Tebet ao Senado. A avaliação é de que Marina pode ajudar na eleição de Lula na capital paulista e região metropolitana, enquanto Tebet tem um desempenho melhor no interior.

Enquanto isso, França — que traz consigo o recall de eleições passadas e a força eleitoral na Baixada Santista — vem resistindo a abraçar o posto de vice de Haddad. “Naturalmente pretendo disputar a eleição ao Senado e ser senador. Acho relevante que voltemos a ter peso no senado em São Paulo”, disse França nesta terça.

Apesar da vontade de ir à Casa Alta, França disse respeitar a decisão final de Lula e que entende que as outras pré-candidatas também respeitarão.

“Somos todos amigos, a pretensão deve ser assim: ‘Presidente, escolha como o senhor achar melhor, do jeito que você fizer nós vamos respeitar’. Vou aceitar o que o presidente entender correto”, concluiu.

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França estreia na Copa 2026 contra Senegal em reencontro histórico marcado por lembrança de zebra em 2002

França e Senegal voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo 24 anos depois de um dos resultados mais simbólicos da história do torneio. Nesta terça-feira (16), às 16h (horário de Brasília), as seleções abrem suas campanhas no Grupo I da Copa do Mundo de 2026, no MetLife Stadium, em East Rutherford, em Nova Jersey, nos Esatdos Unidos.

A partida terá transmissão da TV Globo, do Sportv, do SBT, da N Sports, da ge tv (no Globoplay) e da CazéTV.

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Atual vice-campeã mundial e uma das favoritas ao título, a França chega ao torneio com histórico recente dominante. Esta é a 17ª participação dos franceses em Copas do Mundo, com campanhas marcadas por presença constante em fases decisivas: título em 2018 e vice em 2022. A equipe se classificou de forma invicta, com cinco vitórias e um empate nas eliminatórias, e manteve o status de potência ofensiva no ciclo recente.

O time comandado por Didier Deschamps chega embalado por atuações consistentes na reta final de preparação, incluindo vitória por 3 a 1 sobre a Irlanda do Norte, com destaque para hat-trick de Michael Olise. O ataque segue como principal força, com Kylian Mbappé vivendo temporada de grande produção e Ousmane Dembélé em alta após protagonismo no futebol europeu.

Como chegam os senegaleses

Do outro lado, o Senegal disputa sua quarta Copa do Mundo — depois das participações em 2002, 2018 e 2022 — e tenta consolidar uma geração experiente que ainda busca regularidade em grandes torneios. A equipe africana foi semifinalista em sua estreia, em 2002, quando surpreendeu justamente a França, então campeã mundial, com vitória por 1 a 0.

O duelo histórico segue como referência inevitável do confronto. Na ocasião, o gol de Papa Bouba Diop marcou a eliminação precoce dos franceses ainda na fase de grupos e projetou o Senegal ao cenário mundial. Agora, a equipe volta a cruzar o caminho da França em um contexto completamente diferente, mas ainda com o peso simbólico daquele resultado.

O Senegal chega ao Mundial após campanha sólida nas eliminatórias, com sete vitórias em dez jogos e defesa pouco vazada. Apesar disso, os amistosos recentes trouxeram alertas: derrota por 3 a 2 para os Estados Unidos e empate sem gols com a Arábia Saudita, em partida marcada por expulsão.

O principal nome segue sendo Sadio Mané, referência técnica e liderança de uma geração mais experiente, que também conta com nomes como Kalidou Koulibaly, ainda em recuperação física, e Nicolas Jackson no setor ofensivo. O goleiro Édouard Mendy deve iniciar como titular.

Como chegam os franceses

No lado francês, a principal novidade é o retorno de William Saliba após preocupação física na reta final da preparação. A equipe deve ir a campo com força máxima, apostando em equilíbrio no meio-campo e poder de decisão no setor ofensivo.

O confronto também coloca frente a frente estilos distintos: a força individual e profundidade do elenco francês contra a disciplina tática e intensidade defensiva senegalesa. Em estreias de Copa, o histórico de Deschamps costuma privilegiar controle de jogo, enquanto o Senegal aposta na compactação e transições rápidas.

Mais do que a abertura do Grupo I, o duelo resgata uma das maiores surpresas da história dos Mundiais e testa duas seleções em momentos diferentes, mas com ambições igualmente altas na caminhada de 2026.

Prováveis escalações

Provável escalação da França: Mike Maignan; Jules Koundé, Dayot Upamecano, William Saliba e Theo Hernández; Aurélien Tchouaméni e Adrien Rabiot; Michael Olise, Ousmane Dembélé e Désiré Doué; Kylian Mbappé.

Provável escalação do Senegal: Édouard Mendy; Krépin Diatta, Kalidou Koulibaly, Moussa Niakhaté e El Hadji Malick Diouf; Lamine Camara, Pape Gueye e Habib Diarra; Ismaila Sarr, Nicolas Jackson e Sadio Mané.

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Veja os jogos de terça na Copa do Mundo; Argentina e França estreiam

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As atuais campeã e vice-campeã do mundo, Argentina e França, estrearão nesta terça-feira (16), jogando pelos grupos J e I, respectivamente.

A França será a primeira a entrar em campo, às 16h, contra o Senegal, em Nova Jersey. Já a equipe argentina jogará às 22h, contra a Argélia, em Kansas City.

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Mais cedo, às 19h, também pelo Grupo I, o Iraque encara a Noruega, em Boston.

A rodada será encerrada na madrugada da quarta-feira (17), com a segunda partida pelo Grupo J, disputada entre Áustria e Jordânia. O jogo será à 1h da manhã, em São Francisco.

Jogos desta terça-feira (horário de Brasília)

  • 16h — França x Senegal
  • 19h — Iraque x Noruega
  • 22h — Argentina x Argélia
  • 1h (quarta-feira) — Áustria x Jordânia

Grupo I

Uma das equipes favoritas para conquistar a Copa do Mundo é a França, cabeça de chave do Grupo I. Ela terá, à frente, uma das principais forças do futebol africano: o Senegal, com um time organizado defensivamente, de muita força física e velocidade de transição.

Com um histórico de duas Copas conquistadas (1998 e 2018), a França conta com um elenco bastante qualificado e experiente. A equipe tem, como destaques, dois dos melhores jogadores da atualidade: Kylian Mbappé e Ousmane Dembelé, o que garante grande potencial ofensivo.

Iraque e Noruega completam o grupo. Enquanto o Iraque é apontado como azarão do grupo, a Noruega surge como candidata, ao lado do Senegal, à classificação no segundo lugar da chave.

Durante as eliminatórias, os nórdicos apresentaram um futebol competitivo e de grande eficiência no ataque, com destaque para o goleador Erling Haaland.

Já o Iraque está de volta a uma Copa do Mundo depois de 40 anos. A última foi em 1986, disputada no México, onde foi eliminado na fase de grupos após três derrotas.

 

Kylian Mbappe, da França, em comemoração de gol
13 de novembro de 2025  
REUTERS/Stephane Mahe/File Photo Kylian Mbappe, da França, em comemoração de gol
13 de novembro de 2025  
REUTERS/Stephane Mahe/File Photo
Kylian Mbappe, da França, em comemoração de gol 13 de novembro de 2025 REUTERS/Stephane Mahe/ Proibido reprodução

Grupo J

No Grupo J, a atual campeã mundial, Argentina, é considerada favorita absoluta para terminar a fase de grupos na primeira colocação. Com uma equipe experiente em jogos decisivos e organizada taticamente, ela manteve a base da equipe que conquistou a Copa de 2022 no Catar.

A expectativa é de que a segunda vaga do grupo fique entre Áustria e Argélia, adversária de hoje dos argentinos na primeira rodada da chave.

Os argelinos entram em campo na esperança de, no caso de empate, obter um ponto diante de um adversário tido como superior. Ou, pelo menos, evitar uma goleada da Argentina e, dessa forma, tentar se classificar pelo saldo de gols.

Fechando o grupo, a Jordânia, adversária da Áustria nesta rodada, corre por fora, sem grandes expectativas. A tendência para a partida de hoje é de que a Áustria exerça pressão contra o adversário tecnicamente mais fraco, também na busca por um saldo de gols que a favoreça na disputa pela classificação para a segunda fase.

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Veja os jogos de terça na Copa do Mundo; Argentina e França estreiam

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As atuais campeã e vice-campeã do mundo, Argentina e França, estrearão nesta terça-feira (16), jogando pelos grupos J e I, respectivamente.

A França será a primeira a entrar em campo, às 16h, contra o Senegal, em Nova Jersey. Já a equipe argentina jogará às 22h, contra a Argélia, em Kansas City.

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Mais cedo, às 19h, também pelo Grupo I, o Iraque encara a Noruega, em Boston.

A rodada será encerrada na madrugada da quarta-feira (17), com a segunda partida pelo Grupo J, disputada entre Áustria e Jordânia. O jogo será à 1h da manhã, em São Francisco.

Jogos desta terça-feira (horário de Brasília)

  • 16h — França x Senegal
  • 19h — Iraque x Noruega
  • 22h — Argentina x Argélia
  • 1h (quarta-feira) — Áustria x Jordânia

Grupo I

Uma das equipes favoritas para conquistar a Copa do Mundo é a França, cabeça de chave do Grupo I. Ela terá, à frente, uma das principais forças do futebol africano: o Senegal, com um time organizado defensivamente, de muita força física e velocidade de transição.

Com um histórico de duas Copas conquistadas (1998 e 2018), a França conta com um elenco bastante qualificado e experiente. A equipe tem, como destaques, dois dos melhores jogadores da atualidade: Kylian Mbappé e Ousmane Dembelé, o que garante grande potencial ofensivo.

Iraque e Noruega completam o grupo. Enquanto o Iraque é apontado como azarão do grupo, a Noruega surge como candidata, ao lado do Senegal, à classificação no segundo lugar da chave.

Durante as eliminatórias, os nórdicos apresentaram um futebol competitivo e de grande eficiência no ataque, com destaque para o goleador Erling Haaland.

Já o Iraque está de volta a uma Copa do Mundo depois de 40 anos. A última foi em 1986, disputada no México, onde foi eliminado na fase de grupos após três derrotas.

 

Kylian Mbappe, da França, em comemoração de gol
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Kylian Mbappe, da França, em comemoração de gol 13 de novembro de 2025 REUTERS/Stephane Mahe/ Proibido reprodução

Grupo J

No Grupo J, a atual campeã mundial, Argentina, é considerada favorita absoluta para terminar a fase de grupos na primeira colocação. Com uma equipe experiente em jogos decisivos e organizada taticamente, ela manteve a base da equipe que conquistou a Copa de 2022 no Catar.

A expectativa é de que a segunda vaga do grupo fique entre Áustria e Argélia, adversária de hoje dos argentinos na primeira rodada da chave.

Os argelinos entram em campo na esperança de, no caso de empate, obter um ponto diante de um adversário tido como superior. Ou, pelo menos, evitar uma goleada da Argentina e, dessa forma, tentar se classificar pelo saldo de gols.

Fechando o grupo, a Jordânia, adversária da Áustria nesta rodada, corre por fora, sem grandes expectativas. A tendência para a partida de hoje é de que a Áustria exerça pressão contra o adversário tecnicamente mais fraco, também na busca por um saldo de gols que a favoreça na disputa pela classificação para a segunda fase.

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Real Time: Derrite, Tebet e Marina lideram corrida ao Senado por SP

Segundo o novo levantamento do Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (16), Guilherme Derrite (PP), Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) lideram a corrida ao Senado pelo estado de São Paulo.

Foram três cenários simulados pelo instituto. No primeiro deles, o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, lidera com 17%, em um empate técnico triplo com a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, que pontua 16%; e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, com 14%.

Marina também aparece empatada tecnicamente com Ricardo Salles (Novo), que tem 12%; e André do Prado (PL), com 10%. Paulinho da Força (Solidariedade) fecha a lista, com 7%.

Aqueles que votariam em branco ou nulo neste cenário somam 11%, enquanto os indecisos, 13%.

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Em um segundo cenário, com Márcio França (PSB) no lugar de Marina Silva, Derrite e Tebet empatam com 17% das intenções de voto cada. Os dois pré-candidatos são seguidos por outro empate entre Ricardo Salles e Márcio França, ambos com 12%. Além do empate, os dois candidatos ainda aparecem empatados tecnicamente com André do Prado e Paulinho da Força, que têm 10% e 8%, respectivamente.

Aqueles que votariam em nulo ou branco somam 11%, enquanto os indecisos, 13%.

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No terceiro e último cenário simulado pelo instituto, desta vez com Márcio França no lugar de Simone Tebet, Guilherme Derrite aparece empatado tecnicamente com Marina Silva. O ex-secretário pontua 17%, enquanto a ex-ministra faz 15%. Na sequência, Ricardo Salles e Márcio França empatam novamente, com 12% cada. Eles repetem o mesmo cenário de empate técnico, com André do Prado, que soma 10%, e Paulinho da Força, que encerra a lista com 8%.

Os eleitores que votariam em branco ou nulo aparecem com 12%, enquanto os indecisos, 14%.

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Metodologia

A Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o estado de São Paulo, entre os dias 13 e 15 de junho. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-09734/2026.

Leia a pesquisa na íntegra

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Análise: Estratégia de líderes é evitar que Trump saia antes do fim do G7

Os líderes do G7, grupo das sete nações mais ricas do mundo, se reúnem nesta segunda-feira (15) na cidade de Évian-les-Bains, na França, em meio a um cenário de tensões diplomáticas e distanciamento entre o presidente Donald Trump e seus aliados europeus.

Para o analista Lourival Sant’Anna, no CNN Prime Time, o histórico de Trump nas cúpulas do grupo impõe uma meta bastante modesta para os demais governantes: evitar constrangimentos.

Segundo Sant’Anna, as reuniões do G7 das quais Trump participa são historicamente tensas. O analista lembrou de uma foto amplamente divulgada em que vários líderes olhavam para Trump de forma contrariada, enquanto ele também demonstrava frustração. “Historicamente, as reuniões das quais o Trump participa no G7 são tensas”, afirmou o analista.

Há exatamente um ano, Trump deixou a cúpula antecipadamente, um dia antes do encerramento, alegando preocupação com as tensões entre Israel e o Irã. Em seguida, vieram bombardeios israelenses contra o Irã, nos quais os Estados Unidos acabaram se envolvendo para atacar instalações nucleares. “A partir dessa experiência, a barra é muito baixa”, avaliou Sant’Anna.

Diante desse contexto, Sant’Anna explicou que o objetivo central dos governantes presentes é evitar que Trump deixe a cúpula antes do término ou que passe a atacar os demais líderes, seja durante o evento, seja nas redes sociais.

“É isso que os governantes tentam evitar, não é trazer um grande acordo, um grande comunicado conjunto. Isso ninguém espera que vá acontecer”, disse o analista.

Estreito de Ormuz pode ser ponto de convergência

Apesar do clima de tensão, o analista identificou um possível incentivo para uma relação mais colaborativa nesta edição da cúpula. Trump havia insistido para que as demais potências o ajudassem a enfrentar o Irã, mas os aliados recusaram, argumentando que os Estados Unidos não foram atacados e, portanto, o Artigo 5º da OTAN não se aplicaria. A recusa teria deixado Trump “extremamente irritado”.

Agora, com um acordo alcançado com o Irã, os Estados Unidos precisam de ajuda para a desminagem do Estreito de Ormuz — e dispõem de apenas quatro navios caça-minas.

Em contraste, a França conta com 17 embarcações do tipo, sendo a maior potência nessa frota, enquanto o Reino Unido possui cerca de oito. Esses países já sinalizaram disposição para colaborar após o encerramento do conflito, seja escoltando cargueiros no Estreito de Ormuz, seja realizando a desminagem.

“Esse, sem dúvida, é o grande tema dessa cúpula do G7”, concluiu Sant’Anna, destacando que a reabertura do estreito para o fluxo de navios e cargueiros é a principal expectativa do momento.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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