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CEPAM prepara actividade de Produção Musical Electrónica
CDU acusa GR de demitir-se de garantir o direito das pessoas à habitação
JPP lança repto ao Governo Regional e à CMF para a preservação do património
Braga: Abriam buracos nas paredes para assaltar
O Tribunal de Braga concluiu a produção de prova no julgamento de um grupo de sete homens, da zona do Porto, acusados de cinco furtos em armazéns ou fábricas, com recurso ao arrobamento de paredes.
Falta, agora, a leitura do acórdão o que acontecerá dentro de dias.
Recorde-se que, os furtos, que incidiram em Vila Verde, Braga, Trofa, Porto e Barcelos, terão dado 344 mil euros de ganho aos seus autores.
Para os concretizar, os arguidos saltavam os muros, desativavam as Câmaras de vigilância e com recurso a marretas e outras ferramentas faziam um grande buraco nas paredes, retirando os produtos de valor caso de chapas de latão, num caso somando várias toneladas
O grupo, com idades entre os 37 e os 45 anos, integrava Hélder Q., da Maia, José S., de Ermesinde, António C., da Maia, Dino F., do Porto, Félix P., de Paredes, Jair O., de Paços de Ferreira e Cristiano O., do Porto.
Assalto em Vila Verde
O primeiro assalto ocorreu, de madrugada, na Metaldufe, em Oleiros, Vila Verde, onde, depois de saltar o muro, abrir o portão e desviarem as câmaras de vídeo com um pau, usaram marretas para abriu um buraco na parede lateral, por onde entrou um furgão. Carregaram, então, várias toneladas de barras de latão, – valendo 142 mil euros – saíram e foram descarregá-las, voltando às 05:49 para novo carregamento.
Em junho, foram a um pavilhão da firma ASMTAPS, SA, em Padim da Graça, Braga, saltarm o muro e cortaram as redes, tendo feito outro enorme buraco na parede. Iam em busca de barras de latão, mas o alarme tocou e o grupo saiu sem nada.
Abriram buraco na parede
Em julho, de noite, ‘fizeram’ um armazém da MPT- Metalúrgica Progresso da Trofa, cortando a rede e abrindo um buraco de um metro e meio na parede. Levaram 600 quilos de latão, avaliados em 6.750 euros. Em agosto foi a vez da fábrica têxtil Sociedade Comercial Smiths Lusitana, Lda, do Porto, onde, estroncando a fechadura, furtaram seis toneladas de fio de cobre, no valor de 92 mil.
Já em maio de 2002, dois deles foram à fábrica MC Diviso, Lda, na Coruja, Barcelos, tendo furtado milhares de peças de roupa de marca, valendo 104 mil euros.
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Braga: Nova escola de 3,3 milhões terá vidros reforçados para segurança dos alunos
O Executivo da Câmara Municipal de Braga aprovou, sexta-feira, a execução de trabalhos complementares, de 6.840 euros, na empreitada, em curso, de requalificação e ampliação da Escola Básica da Quinta da Veiga, no caso para a colocação de vidros reforçados que garantam maior segurança aos alunos.
A proposta da construtora Marijobel, Lda sublinha que, no contexto de edifícios escolares, os elementos envidraçados encontram-se sujeitos a ações de impacto com probabilidade significativa de ocorrência, devendo a sua conceção garantir a mitigação do risco de colisão e a limitação dos danos decorrentes de eventual rotura, de forma a não comprometer a segurança dos ocupantes, em especial dos utilizadores mais vulneráveis, designadamente os alunos”.
Perante esta situação, – explica – torna-se necessário reavaliar a solução inicialmente projetada, de forma a garantir o cumprimento das disposições regulamentares em vigor e assegurar adequadas condições de segurança, através da adoção de vidro de segurança”.
Assim, propôs que seja feita a submissão do vidro exterior a um processo de têmpera, conferindo-lhe as características necessárias para a sua classificação como vidro temperado, em conformidade com a norma europeia EN 12150, assegurando assim a conformidade da solução com os requisitos técnicos e regulamentares aplicáveis.
Resistência aumenta três vezes
E acentua: “O tratamento térmico de têmpera permite um aumento significativo da resistência mecânica do vidro, em cerca de três vezes face ao vidro recozido, conferindo igualmente um padrão de fragmentação em pequenos elementos não cortantes em caso de rotura. A solução proposta assegura, assim, o cumprimento das disposições regulamentares em vigor, garantindo a proteção dos utilizadores face ao risco de impacto e minimizando o risco de ferimentos em caso de quebra do vidro”.
Recorde-se que, a intervenção na Escola, com financiamento aprovado do Norte 2030-FEDER, terá um custo de 3,3 milhões de euros e um prazo de execução de 420 dias.
A Escola Básica da Quinta da Veiga integra o Agrupamento de Dr. Francisco Sanches. As instalações, com cerca de 20 anos, apresentam diversas patologias que carecem de uma intervenção global que visa melhorar a segurança, a funcionalidade e o conforto do edifício.
Relativamente à necessidade de ampliação, esta é justificada pelo crescimento demográfico que se verifica em todo concelho de Braga e particularmente na freguesia de São Vicente, obrigando a dar resposta crescente procura de ofertas educativas ao nível do ensino básico.
Espaço amplo com cobertura
Para colmatar a falta de um recreio coberto, será criado um espaço amplo com cobertura, e em plena ligação com o recreio exterior (não coberto), sem interferências na amplitude de espaço e sem barreiras arquitetónicas, fator muito importante para as crianças poderem brincar livremente e em segurança.
A requalificação inclui ainda, no piso rés-do-chão, a ampliação da copa, permitindo criar os trajetos de sujos e limpos; a criação de uma sala de reuniões e um gabinete de atendimento, uma sala do pessoal, salas de arrumos para material didático, material desportivo e material de limpeza, instalações sanitárias para adultos; instalações sanitárias para o Jardim de Infância.
No piso 1, será criada uma sala de direção, será ampliada a sala de professores/educadores, serão criadas duas salas de apoio e ampliadas as instalações sanitárias. Os pavimentos interiores serão substituídos uma vez que os existentes se encontram bastante desgastados e degradados.
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Foca-comum torna-se nova 'estrela' da Ria Formosa, no Algarve
A foca-comum, própria dos mares do norte, é presença rara em águas tão quentes. Sem sinais de infeção, o resgate é visto, para já, como desnecessário.

Janelas abertas ou ar condicionado? Saiba qual gasta mais combustível no carro
Com a chegada do calor, manter o interior do carro a uma temperatura confortável torna-se quase obrigatório. A dúvida é antiga, mas continua atual: compensa mais circular com as janelas abertas ou ligar o ar condicionado?
À primeira vista, a resposta parece simples. O ar condicionado exige energia ao motor e, por isso, aumenta o consumo de combustível. No entanto, a questão não termina aí. De acordo com o ACP, o impacto no consumo depende da tecnologia do sistema de climatização, da potência do veículo e, sobretudo, da velocidade a que se circula.
O ar condicionado aumenta o consumo
O funcionamento do ar condicionado implica um esforço adicional para o motor, especialmente em automóveis com motorizações menos potentes. Nestes casos, além do aumento do consumo, pode notar-se também alguma perda de desempenho. Em condições normais, circular com o ar condicionado ligado tende a ser mais dispendioso do que conduzir com as janelas abertas, sobretudo em trajetos urbanos ou a velocidades mais baixas.
Ainda assim, os sistemas mais modernos, com gestão digital da climatização, conseguem otimizar melhor a refrigeração do habitáculo. Isso permite reduzir o esforço necessário e tornar o consumo mais eficiente do que acontecia em sistemas mais antigos.
Janelas abertas também têm custo
A ideia de que abrir as janelas não tem impacto no consumo é enganadora. Embora não exista um gasto direto como no ar condicionado, há uma perda de eficiência aerodinâmica. Quando o carro circula com as janelas abertas, o ar entra no habitáculo e aumenta a resistência ao movimento. O veículo torna-se menos eficiente e o motor precisa de trabalhar mais para manter a mesma velocidade.
Esse impacto é pouco relevante em cidade, mas torna-se mais evidente à medida que a velocidade aumenta. Em estrada nacional ou autoestrada, a diferença pode pesar no consumo.
A velocidade muda a resposta
A regra prática passa pela velocidade. A baixa velocidade, sobretudo abaixo dos 80 quilómetros por hora, circular com as janelas abertas pode ser a solução mais económica. Nessas condições, a perda aerodinâmica ainda é limitada e pode compensar evitar o uso do ar condicionado, sobretudo se o calor não for extremo.
Já acima dos 80 quilómetros por hora, a situação muda. A resistência causada pelas janelas abertas torna-se mais significativa e pode fazer o consumo aumentar. Nesses casos, a utilização do ar condicionado tende a ser a opção mais eficiente e confortável.
Em autoestrada, o ar condicionado pode compensar
Em autoestrada, circular com as janelas abertas prejudica bastante a aerodinâmica do carro. O ruído aumenta, o conforto diminui e o consumo pode subir devido à maior resistência ao ar. Por isso, em viagens mais rápidas, a solução mais indicada costuma ser fechar as janelas e usar o ar condicionado de forma moderada.
O ideal é evitar colocar a temperatura demasiado baixa. Quanto maior for a diferença entre a temperatura exterior e a pretendida no interior, maior será o esforço do sistema. Uma regulação equilibrada permite viajar com conforto sem aumentar demasiado o consumo.
Como usar o ar condicionado sem gastar tanto
Antes de ligar o ar condicionado no máximo, pode abrir portas ou janelas durante alguns segundos para libertar o ar quente acumulado no interior do carro.
Depois, já em andamento, deve fechar as janelas e ligar o sistema de climatização numa temperatura razoável. Em muitos casos, usar a função automática ajuda a manter o habitáculo confortável com menor esforço. Também é importante fazer manutenção ao sistema. Filtros sujos ou falta de gás podem reduzir a eficiência e obrigar o ar condicionado a trabalhar mais.
Qual é a melhor opção?
Em cidade ou a velocidades baixas, abrir as janelas pode ser a opção mais económica, desde que o calor seja suportável. Em estrada rápida ou autoestrada, o ar condicionado tende a ser mais indicado, porque evita a perda aerodinâmica causada pelas janelas abertas e garante maior conforto.
A resposta, portanto, não é igual em todas as situações. O que gasta mais depende da velocidade, do tipo de carro, da tecnologia do ar condicionado e da intensidade do calor. No essencial, abaixo dos 80 quilómetros por hora, as janelas abertas podem compensar. Acima desse valor, o ar condicionado usado com moderação tende a ser a escolha mais eficiente e segura para viajar com conforto.
Leia também: É legal cobrar para encher os pneus? Saiba o que diz a lei
Ciclista em estado crítico após choque com camião em Barcelos
Um camião abalroou uma ciclista de 37 anos, que ficou em estado crítico, em Aborim, Barcelos, na manhã deste sábado.
Ao que O MINHO apurou, a vítima foi assistida no local e transportada diretamente para a Sala de Emergências do Hospital de Braga.




A Estrada Nacional 204 está cortada ao trânsito.
No local estão meios dos Bombeiros de Barcelos com apoio da VMER.
A GNR está a registar a ocorrência.
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Antena 3 gana el viernes y triunfa en prime time con 'Tu cara me suena'
Antena 3 es la TV líder y más vista del viernes con un 14,3% de share medio y aventajando en +5,8 y +1,7 puntos de sus competidores. Se impone en las franjas de sobremesa (17,3%) y late night (20,8%) y logra la emisión no deportiva más vista con ‘Antena 3 Noticias 1’, líder e informativo más visto del día. ‘Tu cara me suena’ se impone a todos sus competidores en la noche y ‘Sueños de libertad’ es líder y la serie más vista de la TV. laSexta (5,7%) es la 3ª cadena privada más vista del viernes y líder sobre su competidor. Sus informativos, lo más visto del canal y líderes sobre sus competidores.
‘laSexta Noticias 14H’ (8,7%), con Helena Resano al frente, destaca como líder sobre su competidor directo y lo más visto del canal (692.000 y +1,1 millones de espectadores únicos). Por su parte, ‘laSexta Noticias 20H’ (8,1%) sube a su mejor dato en casi 2 meses con un 8,1% y 531.000 seguidores de media. Con Rodrigo Blázquez al frente alcanza +1,1 millones de espectadores únicos. Nova, temática líder (2,2%). Lidera la Tarde (3,3%) y el Prime Time (2,7%) y colidera la Sobremesa con Neox (2,2%). Atreseries, temática líder del Late Night (3,1%).
‘Tu cara me suena’ triunfa líder y lo más visto de la noche
Antena 3 es la cadena líder del Late Night este del viernes, al alcanzar un sólido 20,8% de cuota de pantalla. Dentro de esta franja, ‘Tu cara me suena’ se consolida como la oferta preferida de los espectadores con un 19,1% de share medio, líder y lo más visto de la noche. El talent show presentado por Manel Fuentes reúne a una media de 1,3 millones de espectadores y logra amplias ventajas sobre sus principales competidores, a los que supera en +9,9 y +8,8 puntos, respectivamente. Alcanza más de 3,7 millones de espectadores únicos en la noche del viernes. Su liderazgo se extiende a gran parte de los grupos de edad. Asimismo, mantiene el liderazgo en prácticamente todos los ámbitos regionales.
Antena 3 vuelve a situar sus informativos como los más vistos de la televisión un día más, con ‘Antena 3 Noticias 1’, que además es la emisión no deportiva más vista de la TV. La edición de Sobremesa, conducida por Sandra Golpe, logra alcanzar los 2 millones de espectadores de media. Con un 22,3% de share medio, lidera con una amplia ventaja sobre sus competidores, a los que supera en +11 y +14,3 puntos. Reúne además a 2,8 millones de espectadores únicos durante su emisión. ‘Espejo Público’, por su parte, se impone a su competidor tanto en el día (11,5%) como en la semana (12%).
‘Sueños de libertad’ continúa líder y la serie más vista de la TV
‘Sueños de libertad’, la ficción diaria de las Tardes de Antena 3, protagonizada por Natalia Sánchez, Dani Tatay y Oriol Tarrasón continúa imbatible como líder y la serie más vista de la TV. Firma un 13,8% de share medio y 1,2 millones de espectadores de media superando a sus competidores en +6,4 y +4,1 puntos y alcanza más de 1,9 millones de espectadores únicos. Es líder también en la semana (14,7%). Después, ‘Y Ahora Sonsoles’ (9,4%) es líder sobre su competidor directo y alcanza 655.000 espectadores de media y +3 millones de espectadores únicos.
Antena 3 mantiene su hegemonía en el entretenimiento diario con los programas más seguidos de la televisión. ‘La Ruleta de la Suerte’ continúa imbatible en la Sobremesa. El concurso conducido por Jorge Fernández y Laura Moure firma este viernes un gran 19,1% de cuota de pantalla, consolidándose como líder absoluto de su franja y como el programa más visto de la jornada en televisión. El formato se sitúa a +10,3 y +11,5 puntos de sus principales competidores, respectivamente, y reúne a una media de 1,4 millones de espectadores. Además, logra 2,8 millones de espectadores únicos. Por su parte, ‘Pasapalabra’ vuelve a dominar la tarde con un excelente 18,1% de share. El concurso presentado por Roberto Leal revalida su liderazgo y amplía su ventaja frente a la competencia, a la que supera en +8,6 y +7,4 puntos. El programa congrega a más de 1,2 millones de espectadores de media y alcanza los 2,5 millones de espectadores únicos.
En la mañana, ‘Cocina Abierta de Joseba Arguiñano’ sigue siendo la opción preferida de los espectadores. El espacio culinario registra este viernes un 14,6% de cuota de pantalla y supera los 1,3 millones de espectadores únicos.


© Atresmedia
Escola fechada por greve e filhos em casa? Saiba se pode faltar ao trabalho sem perder salário
A escola fecha por greve, os filhos ficam em casa e muitos pais deixam de ter alternativa para se apresentarem ao trabalho. A dúvida surge quase de imediato: a falta é justificada ou o empregador pode descontar o dia?
De acordo com o Ekonomista, a resposta depende das circunstâncias concretas, mas há base legal para defender que a ausência pode ser justificada quando o trabalhador tem de prestar assistência a filho menor e não dispõe de outra solução de acompanhamento.
O que diz o Código do Trabalho
O ponto de partida está no artigo 249.º do Código do Trabalho. A norma considera justificadas as faltas motivadas por impossibilidade de prestar trabalho devido a facto não imputável ao trabalhador, incluindo situações relacionadas com o cumprimento de obrigação legal.
É neste enquadramento que pode entrar o encerramento da escola por greve. Se a paralisação impede a criança de ficar no estabelecimento de ensino, se o filho precisa de acompanhamento e se o trabalhador não tem outra alternativa, a ausência pode ser enquadrada como falta justificada.
Segundo a DECO Proteste, citada pelo Ekonomista, os pais têm um dever legal de assistência aos filhos menores. Por isso, quando a escola encerra por greve, a falta ao trabalho pode ser justificada, desde que se demonstre que a assistência era efetivamente necessária.
Falta justificada significa salário protegido?
A questão mais sensível está na remuneração. Em Portugal, falta justificada e falta remunerada não são sempre a mesma coisa. O artigo 255.º do Código do Trabalho prevê os casos em que uma falta justificada implica perda de retribuição. A interpretação mais favorável aos pais sustenta que a ausência por encerramento da escola, quando enquadrada como cumprimento de obrigação legal de assistência ao filho, não consta dessa lista de faltas justificadas com perda de salário.
Assim, quando estão reunidos os requisitos, há fundamento para defender que a falta deve ser justificada e remunerada. Ainda assim, o Ekonomista sublinha que a situação das greves nas escolas não está regulada de forma expressa e autónoma. Por isso, a gestão destes casos pode depender da prova apresentada pelo trabalhador e do entendimento da entidade patronal.
O direito não é automático para ambos os pais
A falta não deve ser vista como um direito automático para os dois progenitores ao mesmo tempo. O ponto essencial é perceber quem ficou efetivamente impedido de trabalhar para assegurar o acompanhamento da criança.
O trabalhador deve conseguir demonstrar que não tinha alternativa razoável. Isto pode ser particularmente relevante em famílias monoparentais, nos casos em que o outro progenitor está impossibilitado de prestar assistência ou quando ambos trabalham presencialmente. Se um dos pais pode teletrabalhar e o outro não tem essa possibilidade, a situação pode ser analisada de forma diferente. O empregador pode pedir elementos que comprovem que a assistência era necessária.
A idade da criança também pesa
A situação é mais evidente quando estão em causa filhos pequenos, sobretudo em idade pré-escolar ou no 1.º ciclo, que não podem ficar sozinhos em casa. Segundo a leitura defendida pela DECO Proteste, a justificação ganha força quando o trabalhador tem de assegurar o acompanhamento de filho menor de 12 anos e não existe alternativa.
Quanto mais dependente for a criança, mais forte será o argumento de que a ausência ao trabalho resultou de uma obrigação legal de assistência familiar.
Que documentos deve pedir à escola
A documentação pode fazer a diferença entre uma falta aceite sem conflito e uma discussão com a entidade patronal. O primeiro passo deve ser pedir à escola uma declaração ou comunicação escrita a confirmar que o estabelecimento esteve encerrado por motivo de greve, ou que não tinha condições para receber a criança naquele dia.
Essa declaração deve identificar a escola, a data e, sempre que possível, a razão pela qual não foi possível assegurar atividades letivas ou acompanhamento. Também podem servir como prova emails da direção, mensagens na plataforma escolar, avisos oficiais ou outros documentos enviados aos encarregados de educação.
Como avisar o empregador
A comunicação ao empregador deve ser feita por escrito, preferencialmente por email, para que fique registo. O trabalhador deve explicar que a ausência resultou do encerramento da escola por greve e da necessidade de prestar assistência a filho menor, por inexistência de alternativa de acompanhamento.
Pode ainda fazer referência ao artigo 249.º, n.º 2, alínea d), do Código do Trabalho, invocando a impossibilidade de prestar trabalho por facto não imputável ao trabalhador e relacionado com o cumprimento de obrigação legal. A declaração da escola deve ser enviada em anexo ou entregue logo que possível.
E se o empregador descontar o dia?
Se o empregador considerar a falta injustificada ou descontar o salário, o trabalhador deve pedir esclarecimento por escrito. É aconselhável solicitar a indicação do fundamento legal usado para justificar o desconto ou a recusa da falta. Essa resposta pode ser útil caso seja necessário avançar para uma reclamação.
Quando o conflito se mantém, o trabalhador pode contactar a Autoridade para as Condições do Trabalho. A ACT pode prestar informação, analisar a situação e intervir se estiver em causa incumprimento das regras laborais.
Greves voltaram a levantar dúvidas
O tema ganhou maior relevância devido à sucessão de greves no setor da educação, com impacto em docentes, trabalhadores não docentes, pré-escolar e 1.º ciclo. São precisamente estes níveis de ensino que mais dependem da presença de adultos para garantir a segurança das crianças. Quando a escola encerra, muitas famílias ficam sem resposta imediata.
O problema é que a lei não contém uma norma simples e específica para todos os casos de greve escolar. Por isso, a interpretação jurídica, a documentação apresentada e a comunicação com o empregador tornam-se decisivas.
A resposta para os pais
Se a escola fechou por greve e o trabalhador não tinha alternativa para assegurar o acompanhamento do filho menor, há fundamento para considerar a falta justificada. A interpretação mais favorável sustenta ainda que o salário não deve ser descontado, desde que a falta seja enquadrada no cumprimento de obrigação legal e não esteja incluída nas situações que determinam perda de retribuição.
Mas a proteção não dispensa prova. Declaração da escola, comunicação escrita ao empregador e registo de todos os documentos são essenciais. No essencial, a lei pode estar do lado dos pais, mas é a forma como a falta é comunicada e documentada que pode evitar problemas no trabalho e proteger o salário.
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Afinal, há mesmo “turismo médico” para partos em Portugal? INE mostra que partos de mães não residentes foram residuais
O debate político sobre o acesso de imigrantes e não residentes ao Serviço Nacional de Saúde tem recuperado uma ideia recorrente: a de que muitas mulheres se deslocam a Portugal para terem filhos recorrendo às maternidades portuguesas. Mas os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística apontam para uma realidade bastante diferente.
Segundo as Estatísticas dos Partos de 2025, analisadas pelo blogue Economia e Finanças, especializado nessas matérias, com base nos dados do INE, Portugal registou 87.130 partos ao longo do ano passado. Destes, apenas 261 tiveram como mãe uma mulher residente no estrangeiro. O valor representa 0,3% do total, ou seja, cerca de três partos em cada mil.
Números colocam debate em perspetiva
A expressão “turismo médico” tem sido usada no espaço político para descrever alegadas situações em que pessoas vêm a Portugal com o objetivo de utilizar serviços públicos de saúde, incluindo maternidades.
Partidos como o Chega têm feito do controlo do acesso de estrangeiros não residentes a serviços públicos uma das suas bandeiras políticas. Em 2024, segundo a Lusa/RTP, o partido agendou um debate parlamentar sobre o chamado “turismo de saúde”, defendendo regras mais restritivas para estrangeiros não residentes no acesso ao SNS. Noutros diplomas, o Chega também tem defendido regras mais apertadas para o acesso de estrangeiros a determinadas prestações sociais.
No caso dos partos, porém, os números disponíveis não apontam para um fenómeno com escala. Pelo contrário, os dados do INE indicam que 99,7% dos partos realizados em Portugal em 2025 tiveram como mães mulheres residentes no país.
Apenas 261 partos de mães não residentes
O universo máximo de situações que poderiam ser analisadas à luz da discussão sobre deslocações a Portugal para dar à luz é, assim, de 261 partos num ano inteiro. Mesmo dentro desse número, não é possível concluir que todos correspondam a casos planeados de turismo médico. O INE identifica a residência da mãe, mas não apura a motivação da deslocação, se o parto ocorreu no SNS ou no privado, se foi pago, gratuito, coberto por seguro, por acordo internacional ou por outro regime.
Num país que recebeu dezenas de milhões de hóspedes em alojamento turístico em 2025, parte destes partos pode corresponder a situações inesperadas, urgentes ou não planeadas, envolvendo mulheres que se encontravam temporariamente em território nacional.
O blogue Economia e Finanças sublinha precisamente essa cautela: num contexto de grande fluxo turístico, há margem para que alguns partos de não residentes tenham ocorrido sem que a deslocação a Portugal tivesse esse objetivo.
Nascer em Portugal não dá automaticamente nacionalidade
Outro ponto relevante é que nascer em Portugal não confere automaticamente nacionalidade portuguesa à criança, ao contrário do que acontece noutros países com regimes mais próximos do chamado direito de solo.
A nacionalidade portuguesa depende de regras próprias, ligadas, entre outros fatores, à situação legal e ao tempo de residência dos progenitores. A Lei da Nacionalidade foi alterada pela Lei Orgânica n.º 1/2026, de 18 de maio, que reforçou requisitos em várias situações.
Nos termos da lei atualmente em vigor, os filhos de estrangeiros nascidos em Portugal podem ter acesso à nacionalidade portuguesa em certas condições, nomeadamente quando um dos progenitores reside legalmente no território português há pelo menos cinco anos, mas o simples nascimento em Portugal não atribui automaticamente nacionalidade em todos os casos. Ter um filho em Portugal também não atribui automaticamente nacionalidade aos pais.
Este detalhe é importante para enquadrar o debate. Mesmo admitindo que possam existir casos pontuais de mulheres que escolhem Portugal por confiarem mais no sistema de saúde, os incentivos jurídicos e administrativos não são comparáveis aos de países onde o nascimento no território confere automaticamente cidadania.
Mães de nacionalidade estrangeira têm peso crescente
O dado mais expressivo das estatísticas de 2025 não está nos partos de mães residentes no estrangeiro, mas no aumento da proporção de mães de nacionalidade estrangeira no total de partos. Segundo os dados do INE citados pelo Economia e Finanças, a proporção de mães de nacionalidade estrangeira no total de parturientes passou de 26,3% em 2024 para 28,8% em 2025.
Este número não deve ser confundido com turismo médico. Nacionalidade estrangeira não é o mesmo que residência no estrangeiro. Uma mãe brasileira, angolana, cabo-verdiana ou de outra nacionalidade que resida em Portugal faz parte da população residente no país.
Entre as nacionalidades estrangeiras mais representadas, destacam-se as mães brasileiras, que corresponderam a 10,5% do total de partos em 2025. Seguem-se Angola, com 2,6%, Cabo Verde, com 2,2%, São Tomé e Príncipe, com 2,0%, e Guiné-Bissau, com 1,9%.
Brasil surge destacado nas estatísticas
A forte presença de mães brasileiras nas estatísticas acompanha a evolução demográfica recente do país e o aumento da comunidade brasileira residente em Portugal. Também aqui a distinção é essencial: uma mãe brasileira residente em Portugal não corresponde a uma turista médica. É uma residente estrangeira que vive no país e acede aos serviços de saúde nos termos previstos na lei.
A leitura dos dados mostra, por isso, duas realidades diferentes. Há um peso crescente de mães de nacionalidade estrangeira nos nascimentos em Portugal, mas há um número muito reduzido de partos de mães residentes no estrangeiro. Misturar estes dois fenómenos pode gerar uma perceção distorcida sobre a pressão real colocada sobre as maternidades portuguesas.
Número de partos recuperou em 2025
As estatísticas do INE mostram ainda que 2025 foi um ano de recuperação no número total de partos. Foram registados 87.130 partos, mais 3,7% do que em 2024. A região Norte destacou-se com uma subida de 5,9%, contribuindo para a recuperação global. A série divulgada pelo INE mostra que Portugal está nos valores mais elevados dos últimos dez anos em número de partos, depois de ter atingido um mínimo recente em 2021, com 78.909 partos. Ainda assim, o valor continua abaixo dos 95.823 partos registados em 2011, mostrando que a recuperação recente não apaga a tendência demográfica de longo prazo.
Primeiro trimestre de 2026 mantém tendência
Os dados provisórios do primeiro trimestre de 2026 indicam que a tendência de recuperação poderá continuar. Segundo a análise do Economia e Finanças, com base em dados do INE, nasceram mais 572 nados-vivos em território nacional do que no mesmo período de 2025, uma subida de 2,8%.
Este dado reforça a ideia de que Portugal pode estar a viver uma fase de ligeira recuperação nos nascimentos, ainda que essa evolução dependa de fatores como imigração, estabilidade económica, políticas de família e condições de acesso à habitação. Mais uma vez, os dados sugerem que a presença de população estrangeira residente tem impacto na natalidade, mas não sustentam a ideia de um fenómeno expressivo de partos de mães residentes no estrangeiro.
Debate político continua, mas dados limitam a acusação
O acesso de estrangeiros ao SNS e aos apoios públicos deverá continuar a ser tema de confronto político. O Chega e outros setores à direita têm defendido regras mais restritivas, sobretudo para cidadãos estrangeiros não residentes ou para quem não tenha uma ligação estável ao país.
Mas, no caso específico dos partos, os números do INE tornam difícil sustentar a ideia de que Portugal enfrenta uma vaga de turismo médico para dar à luz. Com apenas 261 partos de mães residentes no estrangeiro em 2025, num universo de mais de 87 mil, os dados disponíveis apontam para uma realidade estatisticamente residual. Representa 0,3% do total.
O que os dados mostram
A leitura mais prudente é esta: há cada vez mais mães de nacionalidade estrangeira a terem filhos em Portugal, o que reflete a transformação demográfica do país. Mas isso não é o mesmo que turismo médico. Os partos de mães residentes no estrangeiro existem, mas são muito poucos face ao total. Podem incluir situações planeadas, mas também casos acidentais, urgentes ou ligados à presença temporária em Portugal.
No essencial, os dados do INE não confirmam a ideia de que muitas pessoas venham propositadamente a Portugal para ter filhos. Pelo contrário, mostram que, quando se olha para os números, os partos de mães não residentes são residuais no conjunto dos partos realizados no país.
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Plomo en las alas
“Hay tres cosas que no se pueden predecir: Dios, el sexo y la UE”. Con su ironía habitual, el primer ministro albanés, Edi Rama, comentaba de este modo hace una semana la incertidumbre que rodea el proceso de adhesión de su país -y de otros estados balcánicos- a la Unión Europea. Si es cierto que Europa tiene cosas imprevisibles, también lo es que otras son perfectamente pronosticables: cuando se toca el núcleo de la soberanía nacional -y la defensa es el reducto esencial- los intereses particulares se acaban imponiendo al interés europeo. Esta es la mayor dificultad -y no la OTAN, ni Estados Unidos, ni el dinero- al que se enfrenta la aspiración de una defensa común europea. Y, más allá, la apuesta por una verdadera autonomía geoestratégica.


Joan García: “El descaro que tiene Lamine ya no se ve en el fútbol”
En el último año, la vida de Joan García (Sallent, 2001) ha dado un acelerón propio de un Fórmula 1. Desde que fichó por el Barça el verano pasado, ha ganado la Liga, el Zamora, ha debutado con la selección española y está a punto de afrontar su primer Mundial. A pesar de la trascendencia del momento, muestra la misma tranquilidad de la que hace gala sobre el césped. Acude puntual y sonriente a su cita con La Vanguardia, al lado de los campos de tenis de la Baylor School de Chattanooga, se sienta y se le nota que no quiere meterse en charcos. Eso sí, responde a todo con educación.

Las ballenas del planeta inician una lenta pero sostenida recuperación
Vem aí trovoada, chuva forte e granizo: mau tempo volta nesta data e estas regiões serão as mais afetadas
O sábado deverá começar com tempo quente em grande parte de Portugal continental, mas a estabilidade pode não durar todo o dia. A partir da tarde, algumas regiões deverão registar aumento de nebulosidade e condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros, trovoadas e até queda de granizo.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a previsão para sábado, 13 de junho, aponta para céu pouco nublado na maior parte do território continental, mas com instabilidade a ganhar expressão sobretudo no interior Norte e Centro.
Interior Norte e Centro na linha da frente
Nas regiões Norte e Centro, o dia deverá começar com céu pouco nublado ou limpo e ambiente quente. A partir do final da manhã, contudo, a nebulosidade deverá aumentar temporariamente, em especial no interior.
Segundo o IPMA, os aguaceiros serão mais prováveis a partir da tarde e nas regiões montanhosas do interior. Nessas zonas, a precipitação poderá ser por vezes forte, acompanhada de trovoada e queda de granizo. Esta será a principal nota de instabilidade prevista para o continente, num dia em que o calor continuará presente, mas com maior risco de mudanças rápidas no estado do tempo em áreas montanhosas.
Granizo pode acompanhar os aguaceiros
A possibilidade de granizo torna a previsão mais relevante para quem tem planos ao ar livre, sobretudo em zonas do interior Norte e Centro. Este tipo de fenómeno tende a ocorrer de forma localizada e irregular, pelo que nem todos os locais dentro das regiões indicadas deverão ser afetados da mesma forma.
Ainda assim, em situações de aguaceiros fortes e trovoada, o tempo pode mudar em poucos minutos, com redução de visibilidade, piso escorregadio e maior risco para atividades em estrada, caminhadas ou eventos ao ar livre.
Vento mais forte nas terras altas
O vento deverá soprar, em geral, fraco do quadrante leste nas regiões Norte e Centro. Durante a tarde, deverá rodar para o quadrante oeste no litoral e temporariamente nas terras altas. Nas zonas mais elevadas, poderá soprar por vezes forte, até 45 quilómetros por hora, sobretudo até meio da manhã e novamente a partir do final da tarde.
O IPMA prevê ainda uma pequena subida da temperatura mínima no interior, mas uma pequena descida da temperatura no litoral a norte do Cabo Mondego.
Sul também com alguma instabilidade localizada
Na região Sul, o sábado deverá manter-se quente, com céu pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia. A partir da tarde, a nebulosidade deverá aumentar temporariamente, sobretudo por nuvens altas. Na costa sul do barlavento algarvio, o céu deverá tornar-se geralmente muito nublado a partir do final da tarde.
O IPMA admite ainda a possibilidade de aguaceiros dispersos nas serras do Alto Alentejo durante a tarde. O vento deverá soprar fraco a moderado, até 30 quilómetros por hora, de leste ou sueste, podendo ser por vezes forte, até 45 quilómetros por hora, na costa sul do Algarve e nas serras, em especial nas serras algarvias.
Lisboa e Porto com tempo quente
Na Grande Lisboa, o sábado deverá ser quente, com céu pouco nublado. Ao longo do dia, poderá ocorrer um aumento temporário de nebulosidade por nuvens médias e altas. O vento deverá ser, em geral, fraco e de vários rumos. Está prevista uma pequena descida da temperatura máxima.
No Grande Porto, o cenário será semelhante: tempo quente, céu pouco nublado e aumento temporário de nebulosidade. O vento deverá soprar fraco, podendo tornar-se temporariamente moderado, entre 15 e 25 quilómetros por hora, do quadrante oeste, entre o final da manhã e o meio da tarde. Também no Porto está prevista uma pequena descida de temperatura.
Mar mais agitado na costa sul
Na costa ocidental, estão previstas ondas de noroeste com cerca de 1 metro, aumentando gradualmente para 1 a 1,5 metros. A temperatura da água do mar deverá variar entre 16 e 17 graus. Na costa sul, as ondas deverão ser de sueste, com 2 a 2,5 metros. A temperatura da água deverá situar-se entre 19 e 21 graus. Estas condições deverão ser tidas em conta por quem planeia atividades marítimas, especialmente na costa sul.
Açores com chuva fraca e aguaceiros
O Grupo Ocidental deverá ter períodos de céu muito nublado com boas abertas. O vento será de oeste, bonançoso a moderado, rodando para sudoeste para o fim do dia. No Grupo Central, o céu deverá apresentar-se muito nublado, com boas abertas a partir da manhã. Estão previstos períodos de chuva na madrugada, passando depois a aguaceiros fracos. Já no Grupo Oriental, o céu deverá estar muito nublado, com abertas a partir da tarde. Também estão previstos períodos de chuva fraca, passando a aguaceiros fracos.
Madeira com períodos de muita nebulosidade
Na Madeira, o IPMA prevê céu com períodos de muita nebulosidade. O vento deverá soprar fraco a moderado, até 30 quilómetros por hora, de norte ou noroeste. Nas terras altas, está prevista uma pequena descida da temperatura máxima. Na região do Funchal, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade, com vento fraco.
Mau tempo regressa de forma localizada
Apesar de o calor continuar a marcar o estado do tempo, a tarde de sábado deverá trazer uma mudança em várias zonas do interior. As regiões mais afetadas deverão ser o interior Norte e Centro, sobretudo as áreas montanhosas, onde há condições para aguaceiros por vezes fortes, trovoada e granizo. No Sul, a instabilidade deverá ser mais limitada, com possibilidade de aguaceiros dispersos nas serras do Alto Alentejo e aumento de nebulosidade no Algarve ao final do dia.
Para quem tem planos ao ar livre, viagens ou atividades em zonas montanhosas, a recomendação passa por acompanhar as atualizações do IPMA e estar atento a mudanças rápidas no céu durante a tarde.
Leia também: Calor aumenta, mas há uma ‘surpresa’ no céu: trovoada pode chegar a estas regiões
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Arnold Schönberg
Berliner Philharmoniker Dir.: Kirill Petrenko 3 CD y 1 Blu-ray
© © ARNOLD SCHÖNBERG CENTER (EL PAÍS)
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