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Quem era a jovem morta ao ser jogada de rope jump sem a corda em SP

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser jogada de uma ponte na cidade de Limeira, interior de São Paulo. Ela praticava rope jump e foi atirada por funcionários da empresa Entre Cordas, que não perceberam que ela ainda não estava fixada com a corda de segurança.

Maria Eduarda chegou a ser atendida por profissionais do SAMU no local do acidente, mas não resistiu aos ferimentos. Em suas redes sociais, Eduarda publicou fotos e um vídeo momentos antes do seu salto. Ela já estava na Ponte do Esqueleto, de onde foi jogada sem a corda.

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A jovem era profissional de Educação Física e trabalhava em uma academia da cidade de Jandira, região metropolitana de São Paulo. A academia postou uma mensagem de luto, lamentando a morte da jovem.

Academia onde Maria Eduarda trabalhava lamentou a morte e fez uma postagem sobre o luto • Reprodução/Redes Sociais

“Salto para o extraordinário”

A empresa responsável pelos saltos de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), onde uma mulher de 24 anos morreu neste sábado (13), tinha a premissa de um serviço de salto para o extraordinário“. 

A mensagem aparecia no topo do perfil da Entre Cordas Oficial no Instagram, mas a página com mais de 80 mil seguidores foi deletada. A companhia ainda tinha no perfil a seguinte frase: “Você sonha. A gente realiza.” 

A vítima, que ainda não foi identificada, faleceu depois de ser jogada da ponte sem o equipamento adequado de segurança. A empresa não colocou a corda que deveria segurar a jovem, que foi lançada de uma grande altura.

A Polícia Militar atendeu à ocorrência no interior de São Paulo e informou que, segundo as informações preliminares, a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.

Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Porém, o óbito foi constatado no local por politraumatismo. A ocorrência permanece em andamento.

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El programa "Plazas Sinfónicas" de la Oscyl pide paso

El programa ‘Plazas Sinfónicas’ llega a su novena edición como una iniciativa consolidada que acerca la música sinfónica a espacios públicos singulares de la Comunidad durante los meses de junio y julio. El programa está organizado por la Junta de Castilla y León con la colaboración de todos los ayuntamientos de las ciudades donde se van a celebrar los conciertos.

En esta nueva convocatoria, el programa contará con la participación de la Orquesta Sinfónica de Castilla y León y la OSCyL Joven que ofrecerán once conciertos en las nueve capitales de provincia y en las ciudades de Astorga (León) y Villafranca del Bierzo (León).

Los conciertos están programados mayoritariamente en horario vespertino y nocturno y se celebrarán al aire libre y en escenarios representativos del patrimonio urbano y cultural de la Comunidad.

Los programas artísticos de los conciertos ofrecen un repertorio vibrante, variado y cercano para todos los públicos, combinando grandes obras del repertorio sinfónico con piezas de reconocido atractivo para el público general, de autores como Mozart, Beethoven, Puccini, Mendelssohn, Debussy, Holst o Manuel de Falla.

El ciclo contará con la participación de reconocidos directores como Jorge Yagüe, David Fernández Caravaca, Carlos Miguel Prieto y Oliver Díaz, que estarán al frente de la OSCyL y de la OSCyL Joven.

La gira ‘Plazas Sinfónicas’ se inicia, el jueves 25 de junio a las 21:30 horas, con el concierto que ofrece la Orquesta Sinfónica de Castilla y León en la plaza de Eduardo de Castro, en Astorga (León) y continuará con los dos conciertos que ofrece esta misma formación el sábado, 27 de junio a las 21:30 h, en la plaza Mayor, en Salamanca y el domingo, 28 de junio a las 21:30 h, en la plaza de San Pablo en Valladolid. La OSCyL estará conducida en estos conciertos por el director Jorge Yagüe.

En julio, la gira continúa con la participación de la OSCyL Joven liderada por Jorge Yagüe en el podio. La formación debutará en Ávila, el domingo 5 de julio a las 21:30 h en la plaza del Mercado Chico y a este concierto le seguirán los que ofrecerá el lunes 6 de julio, a las 21:30 horas, en la plaza Mayor de Palencia; el martes, 7 de julio a las 21:00 horas, en la iglesia de San Nicolas, en Villafranca del Bierzo (León) y el miércoles, 8 de julio a las 21:30 h, en la plaza de San Marcelo, en León.

En este periplo musical la Orquesta Sinfónica de Castilla y León, bajo la dirección de David Fernández Caravaca, toma el relevo con los conciertos que ofrecerá el jueves, 9 de julio a las 21:30 h en el parque de la Alameda, en Soria y el viernes, 10 de julio a las 21:00 horas, en la plaza de San Juan, en Burgos. El programa de los dos conciertos fusionará la música sinfónica con imágenes astronómicas de gran formato dentro del espectáculo multimedia ‘Armonía Eclíptica’, organizado por el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) y la Junta de Castilla y León, con el objetivo de acercar al público los próximos eclipses solares que podrán observar en España.

La OSCyL Joven culmina su gira por la Comunidad con el concierto que ofrecerá el jueves, 16 de julio a las 22:00 horas, en los jardines de Zuloaga, de Segovia, bajo la dirección de Carlos Miguel Prieto y con la pianista Judith Jauregui.

La Orquesta Sinfónica de Castilla y León cerrará la gira con el concierto que se celebrará el viernes, 24 de julio a las 21:30 horas, en la plaza de la Catedral de Zamora, bajo la dirección de Oliver Díaz y con la participación de la soprano Vanessa Goikoetxea y el tenor Andeka Gorrotxategui, en el marco de la gala lírica que inaugura el XI Festival Internacional de Ópera de Cámara Little Ópera Zamora.

© Agencia ICAL

La Orquesta Sinfónica de Castilla y León durante su actuación en dentro del programa de Plazas Sinfónicas
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El Imserso convoca 879.213 plazas para la temporada 2026-2027: precios, plazos, criterios y requisitos para pedirlas

El Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso) ha comunicado este sábado de forma oficial la puesta en marcha de la nueva temporada 2026-2027 de este programa que permite ir de vacaciones en régimen de pensión completa a precios muy reducidos. Aprobado el techo de 879.213 plazas, misma cifra que las de este año, el Boletín Oficial del Estado recoge ya los criterios de valoración para la adjudicación de los viajes y los precios que tendrán que abonar las personas beneficiarias.

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© EFE (EFE)

Una pareja disfruta del sol en la playa de Levante de Benidorm, en Alicante.
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EUA x Irã: Saiba por que acordo provisório deverá ser assinado virtualmente

Os planos para a assinatura virtual do acordo provisório foram concretizados no último dia para consolidar o acordo rapidamente e evitar imprevistos de última hora, disseram autoridades familiarizadas com o assunto.

Embora o presidente Donald Trump tenha dito na semana passada que esperava que a assinatura ocorresse presencialmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance representando os EUA, esses planos não se concretizaram.

Isso se deve em parte a complicações de agenda.

O presidente e o vice-presidente não viajam ao exterior simultaneamente por questões de segurança e continuidade, e Trump tem uma viagem marcada para a cúpula do G7 na França na madrugada de segunda-feira (115).

Levar Vance de um evento de assinatura na Europa a tempo da partida de Trump seria difícil.

Em vez disso, foi oferecida uma assinatura eletrônica para finalizar o acordo provisório. O receio entre alguns dos mediadores é que, quanto mais tempo demorar para que seja assinado, maior a probabilidade de que algo comprometa o progresso ou que uma ou as duas partes descumpram o acordo, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.

Até o momento, Washington e Teerã apresentaram versões um tanto conflitantes sobre o conteúdo do acordo, incluindo o auxílio financeiro que o Irã receberá.

Se essas divergências são meras diferenças na comunicação pública ou refletem algo mais profundo que poderia levar ao colapso do acordo, permanece incerto.

Impasse em assinatura

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) negou neste sábado (13) que um acordo provisório com os Estados Unidos seria assinado no domingo (14) e criticou a “insistência incomum” do presidente americano, Donald Trump, para assinar o acordo nesse dia.

O presidente americano e o Paquistão, mediador do conflito, afirmaram mais cedo neste sábado que o acordo provisório seria assinado no domingo.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os dois lados concordaram com uma estrutura para um acordo de paz e que Islamabad estava se preparando para uma assinatura eletrônica no domingo, seguida de negociações técnicas na próxima semana.

Mais cedo, neste sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que a assinatura do acordo “não acontecerá amanhã”.

“A possibilidade de isso acontecer nos próximos dias não está descartada”, disse Baghaei, segundo a agência Tasnim. “No entanto, devido à instabilidade da outra parte, devemos ser cautelosos com quaisquer declarações a respeito desse processo.”

“Este não é um acordo final entre o Irã e os Estados Unidos, mas sim um memorando que descreve os principais pontos de discordância e esclarece que a guerra terminará”, acrescentou o porta-voz iraniano.

Um funcionário americano que falou com repórteres posteriormente se recusou a comentar sobre o cronograma, mas disse: “É um ótimo acordo e um acordo muito forte.”

Não é a primeira vez que os dois lados parecem estar perto de um acordo inicial para encerrar a guerra, que começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã, mas Sharif escreveu na rede social X: “Estamos mais perto de um acordo de paz do que nunca.”

A guerra elevou drasticamente os preços globais da energia e matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, onde o conflito reacendeu a disputa entre Israel e o grupo militante Hezbollah, alinhado a Teerã.

O que está incluído no acordo?

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na sexta-feira (12) que, embora mudanças no acordo ainda sejam possíveis, o acordo provisório demonstra que seu país saiu fortalecido do conflito.

Horas depois dessas declarações, forças americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional que se dirigiam para o Estreito de Ormuz, disse à agência de notícias Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.

A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os drones representavam uma ameaça ao tráfego comercial. O Comando Central dos EUA confirmou posteriormente a ação e disse que o estreito, uma importante via de acesso ao petróleo mundial, estava aberto.

Irã mantém o estreito sob bloqueio há meses, e a Marinha dos EUA bloqueia portos iranianos para reduzir suas exportações de petróleo.

O acordo provisório proposto prevê a reabertura do estreito e o levantamento do bloqueio naval americano, disseram fontes de todos os lados envolvidos nas negociações. As negociações sobre o programa nuclear iraniano — a justificativa declarada por Trump para iniciar a guerra — ocorreriam posteriormente.

“O Irã vai abrir o Estreito de Ormuz, isso é uma exigência. Ele poderá ser aberto sem pedágio. Assim que isso acontecer, nós suspenderemos nosso bloqueio”, disse o oficial americano que falou neste sábado (13).

“Isso acontecerá em conjunto, e parte da próxima etapa, a fase seguinte, será a desminagem do estreito”, afirmou o oficial, indicando que os países do G7 (Grupo dos Sete) poderiam ter um papel nisso.

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Eleições no Peru: Entenda o processo de revisão de votos que acontece agora

A contagem inicial dos votos no segundo turno das eleições presidenciais peruanas foi concluída, mas agora o longo processo de revisão dos votos contestados está em andamento pelas autoridades eleitorais.

Com os candidatos separados por uma margem mínima, em um total de aproximadamente 18 milhões de votos, espera-se que o processo seja bastante disputado e minuciosamente analisado pelos dois lados.

Saiba como funciona o processo de revisão e quanto tempo pode levar até que o Peru saiba quem será seu próximo presidente.

As cédulas contestadas farão diferença?

Sim. A contagem inicial terminou com os candidatos separados por pouco mais de  mil votos, enquanto votos de mais de 1.600 seções eleitorais, representando cerca de 400 mil votos, estão em revisão e ainda não foram contabilizados.

A conservadora Keiko Fujimori terminou a contagem inicial com 9.036.046 votos, ou 50,004% do total, enquanto o esquerdista Roberto Sánchez obteve 9.034.743 votos, ou 49,996%.

Uma grande parte das cédulas sinalizadas para revisão são de Lima, que votou fortemente em Fujimori, enquanto votos do exterior também a favoreceram. Isso levou as duas campanhas a se concentrarem intensamente no processo de revisão.

O que faz os votos serem revisados?

Cada seção eleitoral preenche uma folha de resultados com o total final de votos para cada candidato. Se houver algum problema com a folha, como erros de cálculo, caligrafia ilegível ou outras inconsistências, ela é sinalizada para revisão e enviada a uma comissão eleitoral especial.

Observadores eleitorais partidários também podem contestar os resultados nas seções eleitorais, o que pode influenciar o processo de revisão. Ambas as campanhas mobilizaram observadores eleitorais em todo o país e no exterior.

O que acontece com os votos enviados para a revisão?

Um júri eleitoral especial, composto por três membros, revisa a ata da seção eleitoral contestada. Se o problema for um simples erro de contagem ou transcrição, o júri pode resolvê-lo e a ata passa a fazer parte da contagem oficial.

Caso contrário, o júri pode convocar uma audiência pública para examinar o caso. Essas audiências são públicas e, posteriormente, recursos podem ser encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral para resolução.

Quanto tempo levará para saber quem venceu?

O processo completo de revisão pode levar semanas. As autoridades eleitorais do Peru afirmaram que o vencedor oficial deverá ser declarado até 15 de julho, embora o resultado possa ficar mais claro antes, caso um candidato comece a se distanciar à medida que os votos revisados ​​forem adicionados à contagem.

Votos contestados são diferentes de pedidos de anulação?

Sim. Além das mais de 1.600 seções eleitorais sinalizadas para revisão devido a problemas com as atas de apuração, o partido de Sánchez entrou com quatro pedidos de nulidade separados, buscando anular os resultados de cerca de 2.400 seções eleitorais.

Um dos pedidos da equipe de Sánchez buscava invalidar os resultados de cerca de 1.750 seções eleitorais, principalmente em Lima, enquanto outros três abrangiam cerca de 650 seções eleitorais no exterior, principalmente nos Estados Unidos.

Uma comissão eleitoral rejeitou esses pedidos na sexta-feira (12) porque o partido não incluiu toda a documentação necessária.

O partido não pode reapresentar os pedidos nem apresentar novos, pois o prazo já expirou, segundo as autoridades.

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Cientista matemático de instituto brasileiro é preso a pedido da Rússia

O pesquisador russo Mikhail Verbitsky, que atua no Brasil desde 2017, foi preso na última quinta-feira (11), no Aeroporto Internacional de Zvartnots, em Yerevan, Armênia. A informação é do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), onde o cientista trabalhava.

Ainda segundo comunicado do instituto matemático, a prisão é derivada de “uma lista de procurados da Rússia sob alegações de natureza política”.

LEIA TAMBÉM: Brasileiro desaparecido na Rússia: veja contrato de alistamento militar

Mikhail Verbitsky é um pesquisador conhecido internacionalmente com contribuições para a geometria complexa e a chamada ‘variedades hiperkähler’. O professor tinha um papel na formação de novos cientistas brasileiros e no avanço da matemática no país.

“O IMPA solicita formalmente às autoridades armênias que procedam com sua liberação imediata, permitindo seu retorno seguro ao Brasil para a continuidade de suas atividades acadêmicas”, diz trecho do posicionamento da organização sediada no Rio de Janeiro.

A CNN Brasil tentou contato com o Itamaraty e a embaixada da Rússia no Brasil, mas não teve retorno. O espaço segue aberto.

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O que se sabe sobre jovem morta ao pular de rope jump sem corda em SP

A polícia investiga as circunstâncias da morte de uma jovem de 21 anos que praticava rope jump em Limeira, interior de São Paulo. O caso aconteceu na manhã deste sábado (13).

Vídeo captou avisos

Pessoas que estavam no local filmaram a queda. No vídeo, é possível vê-las gritando ao ver que jovem foi lançada sem corda. 

O que aconteceu

O acidente aconteceu enquanto a vítima praticava uma atividade de “rope jump” na Trilha da Ponte do Esqueleto, em Limeira. Os funcionários da empresa Entre Cordas, que realiza o atendimento aos praticantes do esporte, não colocaram a corda que deveria segurar a jovem, que foi lançada de uma grande altura.

O que diz a polícia

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e informou que, segundo as informações preliminares, a vítima participava da atividade acompanhada por instrutores.

Pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU. Mas o óbito foi constatado no local por politraumatismo. A ocorrência permanece em andamento. Até o momento, seis pessoas foram conduzidas ao Distrito Policial local, das quais três permaneceram detidas.

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Franceses protestam contra sistema judiciário após morte de criança

A França viveu uma semana marcada por protestos em diversas cidades após o assassinato de Lyhanna, uma criança de 11 anos.

Ela estava desaparecida desde o dia 29 de maio, em Fleurance, após sair da escola. O corpo da menina foi encontrado seis dias depois, no dia 4 de junho, em uma área rural. A causa da morte ainda não foi divulgada.

A mobilização ganhou força depois que veio à tona a informação de que o principal suspeito do crime, Jérôme Barella – pai de uma colega de Lyhanna -, já havia sido acusado, em agosto de 2025, por estupro contra outra criança. Apesar das acusações, ele não chegou a ser interrogado pelas autoridades.

Manifestantes foram às ruas para exigir explicações e cobrar mudanças no sistema judicial francês.

Durante os atos, participantes denunciaram o que consideram negligência institucional e defenderam medidas mais rigorosas para prevenir a reincidência de crimes sexuais contra mulheres e crianças.

Anne-Cecile Mailfert, da Fundação de Mulheres (Fondation des Femmes), criticou o governo durante um protesto em Paris na segunda-feira (8).

“Estamos cansados ​​de sermos tratados como idiotas. É evidente que o sistema não funciona e que aqueles em posições de responsabilidade não estão fazendo o que deveriam.”

A pressão popular alcançou o governo. Diante da repercussão do caso, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, convocou uma reunião de emergência na terça-feira (9), na qual exigiu o fortalecimento de um projeto de lei de proteção à criança e requisitos mais rigorosos para o arquivamento de casos.

O governo planeja propor, ainda, o aumento das penas máximas de prisão para condenados por estupro de crianças, de 20 anos para prisão perpétua.

O presidente Emmanuel Macron se pronunciou sobre o caso quando Lyhanna ainda estava desaparecida. Ele reconheceu a existência de “disfunções” e falhas no sistema judicial francês e afirmou que o governo trabalhará para identificar responsabilidades e corrigir eventuais problemas estruturais que possam ter contribuído para a situação.

Os protestos aumentaram a pressão sobre o ministro da Justiça e sobre todo o governo francês, que já se prepara para a eleição presidencial do ano que vem.

Além disso, eles surgem na sequência de uma série de escândalos envolvendo menores de idade na França. O sistema escolar de Paris enfrenta alegações de abuso generalizado por parte de funcionários não docentes.

No ano passado, segundo a polícia francesa, mais de 75 mil menores foram vítimas de violência sexual, um aumento de 5% em relação a 2024.

Organizações de defesa dos direitos da criança e das mulheres afirmam que 160 mil crianças são vítimas de abuso sexual na França todos os anos e que as denúncias não são tratadas com a devida prontidão devido à falta de recursos, deixando as crianças expostas aos abusadores.

Esse, inclusive, é um dos pontos levantados pela defesa da família de Lyhanna. O advogado François de Roujou de Boubée afirma que maiores recursos judiciais poderiam ter evitado a morte da garota.

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Irã critica Trump e volta a dizer que não assinará acordo no domingo (14)

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) negou neste sábado (13) que um acordo provisório com os Estados Unidos seria assinado no domingo (14) e criticou a “insistência incomum” do presidente americano, Donald Trump, para assinar o acordo nesse dia.

A IRGC descreveu o cronograma como um “teste para a equipe de negociação iraniana” e afirmou que o anúncio de Trump ocorre “apesar de negociadores iranianos terem declarado explicitamente que o memorando ainda não foi finalizado e que a assinatura no domingo definitivamente não acontecerá”.

Em uma publicação no Telegram, o grupo sugeriu que Trump pretendia agendar a assinatura para coincidir com seu aniversário, em 14 de junho.

“Alguns observadores acreditam que sua insistência pode ser motivada pelo desejo de usar a ocasião simbolicamente e transformá-la em um evento de autopromoção”, diz a declaração.

O presidente americano e o Paquistão, mediador do conflito, afirmaram mais cedo neste sábado que o acordo provisório seria assinado no domingo.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os dois lados concordaram com uma estrutura para um acordo de paz e que Islamabad estava se preparando para uma assinatura eletrônica no domingo, seguida de negociações técnicas na próxima semana.

Mais cedo, neste sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que a assinatura do acordo “não acontecerá amanhã”.

“A possibilidade de isso acontecer nos próximos dias não está descartada”, disse Baghaei, segundo a agência Tasnim. “No entanto, devido à instabilidade da outra parte, devemos ser cautelosos com quaisquer declarações a respeito desse processo.”

“Este não é um acordo final entre o Irã e os Estados Unidos, mas sim um memorando que descreve os principais pontos de discordância e esclarece que a guerra terminará”, acrescentou o porta-voz iraniano.

Um funcionário americano que falou com repórteres posteriormente se recusou a comentar sobre o cronograma, mas disse: “É um ótimo acordo e um acordo muito forte.”

Não é a primeira vez que os dois lados parecem estar perto de um acordo inicial para encerrar a guerra, que começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã, mas Sharif escreveu na rede social X: “Estamos mais perto de um acordo de paz do que nunca.”

A guerra elevou drasticamente os preços globais da energia e matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, onde o conflito reacendeu a disputa entre Israel e o grupo militante Hezbollah, alinhado a Teerã.

O que está incluído no acordo?

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na sexta-feira (12) que, embora mudanças no acordo ainda sejam possíveis, o acordo provisório demonstra que seu país saiu fortalecido do conflito.

Horas depois dessas declarações, forças americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional que se dirigiam para o Estreito de Ormuz, disse à agência de notícias Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.

A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os drones representavam uma ameaça ao tráfego comercial. O Comando Central dos EUA confirmou posteriormente a ação e disse que o estreito, uma importante via de acesso ao petróleo mundial, estava aberto.

O Irã mantém o estreito sob bloqueio há meses, e a Marinha dos EUA bloqueia portos iranianos para reduzir suas exportações de petróleo.

O acordo provisório proposto prevê a reabertura do estreito e o levantamento do bloqueio naval americano, disseram fontes de todos os lados envolvidos nas negociações. As negociações sobre o programa nuclear iraniano — a justificativa declarada por Trump para iniciar a guerra — ocorreriam posteriormente.

“O Irã vai abrir o Estreito de Ormuz, isso é uma exigência. Ele poderá ser aberto sem pedágio. Assim que isso acontecer, nós suspenderemos nosso bloqueio”, disse o oficial americano que falou neste sábado (13).

“Isso acontecerá em conjunto, e parte da próxima etapa, a fase seguinte, será a desminagem do estreito”, afirmou o oficial, indicando que os países do G7 (Grupo dos Sete) poderiam ter um papel nisso.

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Un centenar de estudiantes de la Promoción 2026 de las titulaciones online y semipresenciales de la UEMC reciben sus beca

La Universidad Europea Miguel de Cervantes (UEMC) de Valladolid ha celebrado hoy el acto de imposición de becas de la Promoción 2026 de sus titulaciones online y semipresenciales, una ceremonia académica en la que participaron cerca de un centenar de estudiantes que culminan sus estudios de grado y máster universitario.

El acto, celebrado en el Paraninfo de la Universidad, estuvo presidido por el rector de la UEMC, David García López, y contó como padrino de la promoción con Javier Ochoa, director de Adopción y Gestión del Cambio en Data & AI en Banco Santander, profesional especializado en transformación empresarial con más de 25 años de experiencia impulsando proyectos vinculados a la inteligencia artificial, la analítica de datos, el cloud computing y la innovación tecnológica.

El rector de la UEMC, David García López, destacó durante su intervención que la graduación representa “un momento de alegría, reconocimiento y celebración” que culmina años de esfuerzo, constancia y determinación.

Asimismo, puso en valor el compromiso demostrado por los estudiantes de las titulaciones online y semipresenciales, muchos de los cuales han compatibilizado su formación universitaria con responsabilidades laborales y familiares. “Nunca es tarde para seguir aprendiendo”, señaló, subrayando que los graduados han demostrado disciplina, resiliencia y capacidad de adaptación para alcanzar una meta académica exigente.

García López animó además a los egresados a afrontar el futuro con ilusión y confianza en sus capacidades, especialmente en un contexto marcado por la transformación tecnológica y el avance de la inteligencia artificial. En este sentido, recordó que, más allá del conocimiento técnico, serán los valores humanos los que marquen la diferencia: “La gran cuestión no es si la inteligencia artificial transformará nuestras vidas, sino con qué actitud vamos a gestionar ese cambio”.

El rector defendió el papel de la Universidad como espacio de formación integral, capaz de preparar profesionales competentes, pero también personas comprometidas, responsables y capaces de trabajar en equipo.

Por su parte, Javier Ochoa animó a los graduados a afrontar los nuevos retos profesionales con una actitud abierta al aprendizaje permanente, subrayando la importancia de la adaptación al cambio, la innovación y el desarrollo de competencias vinculadas a la transformación digital en un entorno laboral en constante evolución.

En representación de los estudiantes intervino Cristian A. López, alumno del Grado en Ingeniería de Organización Industrial, quien dirigió unas palabras de agradecimiento a profesores, familias y compañeros, recordando el esfuerzo realizado para compatibilizar estudios, trabajo y responsabilidades personales durante su formación universitaria.

La UEMC cuenta actualmente con más de 3.000 estudiantes matriculados en titulaciones online y semipresenciales, entre grados y másteres universitarios. De ellos, cerca de 1.500 finalizan sus estudios durante el presente curso académico: más de 500 en programas de grado y más de 1.000 en másteres. El alumnado procede de 32 países, principalmente de Europa y Sudamérica, lo que refleja el creciente alcance internacional de la oferta académica de la Universidad.

En la ceremonia participaron estudiantes de las titulaciones híbridas y virtuales de los grados en Derecho, Educación Primaria, Periodismo, ADE, Psicología, Publicidad y Relaciones Públicas, Criminología, Ingeniería Informática, Ingeniería de Organización Industrial y Nutrición Humana y Dietética.

También estarán presentes los alumnos de los másteres universitarios en Tecnología Educativa y Competencias Digitales, Dirección y Gestión de Personas, Dirección y Planificación Financiera, Organización y Comunicación de Eventos, Gerontología y Atención a la Dependencia, Investigación y Gestión de la Innovación, Dirección y Gestión de Industrias Culturales y Creativas, Dirección y Gestión en Marketing Digital y Social Media, Dirección y Administración de Empresas (MBA), Psicopedagogía (Virtual o no presencial), Gestión y Análisis de Grandes Volúmenes de Datos (Big Data), Acceso a la Abogacía y la Procura, Energías Renovables y Sostenibilidad Energética, Innovación e Investigación en Educación, Imagen Pública, Dirección de Eventos y Protocolo, y Prevención de Riesgos Laborales, acompañados por profesorado, personal investigador y de administración y servicios de la UEMC.

© La Razón

Un centenar de estudiantes de la Promoción 2026 de las titulaciones online y semipresenciales de la UEMC reciben sus beca
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Mondial 2026 : La Team USA à la fête

Les États-Unis ont parfaitement débuté leur Mondial en s'imposant 4-1 face au Paraguay, alors que le Canada a connu des débuts plus compliqués. Place au choc désormais entre le Brésil et le Maroc. La France, elle, peaufine sa préparation avant France-Sénégal, avec plusieurs joueurs qui ont pris la défense de Kylian Mbappé.

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El rumor que incendia la Fórmula 1: esta es la escudería en la que pilotaría Alonso la próxima temporada

El futuro de Fernando Alonso sigue acaparando todos los focos en la previa la carrera del GP de Barcelona - Cataluña y un rumor ha incendiado el paddock en las últimas horas.

El piloto de Aston Martin Fernando Alonso sorprendía el pasado jueves al asegurarque esta será "probablemente" su "última carrera" en el circuito de Montmeló (Barcelona).

¿Un adiós o un cambio?

"Va a ser un fin de semana especial, probablemente mi última carrera en Barcelona en la Fórmula 1, así que gracias a todos. No seré competitivo y no estaré mucho tiempo en la Q1, pero espero que todos puedan disfrutar del fin de semana", afirmó el piloto asturiano, de 44 años, que termina contrato a final de temporada.

Alonso daba a entender que no espera continuar en la competición en 2028, cuando el circuito de Montmeló volverá a acoger un Gran Premio de Fórmula Uno. El trazado catalán se alternará con el belga de Spa-Francorchamps durante los próximos cursos, y estará en el calendario en los años 2028, 2030 y 2032.

"Creo que es mi 23ª vez aquí, la conexión con los aficionados siempre ha sido mágica", ha valorado Alonso, que ha ganado dos carreras de Fórmula Uno en Montmeló, todavía bajo la denominación de Gran Premio de España, en 2006 con Renault -que ha elegido como su mejor recuerdo en Barcelona- y en 2013 con Ferrari.

Preguntado por su futuro, el piloto español respondió que no tiene "nada en mente" y que "después del verano" tomará "la decisión de seguir o no" en la competición.

Sin embargo, los rumores sobre su futuro se ha convertido en la comidilla del Gran Circo en las últimas horas y la posibilidad de cambiar de equipo empieza a cobrar fuerza.

Los dos escenarios que baraja Alonso

Según adelanta Motorsport Italy, actualmente circulan dos escenarios sobre su futuro. El primero sigue relacionado con Aston Martin y, concretamente, con el coche que debutará en poco más de un mes en el Gran Premio de Bélgica. Se trata de una especie de AMR26 "B", en el que el equipo ha depositado sus últimas esperanzas para revertir la situación tras un inicio de temporada que no cumplió con las expectativas. Fernando incluido.

Pero otra posibilidad está cobrando fuerza en el paddock de Barcelona. Existe una posibilidad real de que Alonso pueda disfrutar de un último capítulo en el equipo con el que ganó sus dos títulos mundiales. Alpine está dirigido actualmente por Flavio Briatore, el mánager de Alonso, y aunque ha recalcado repetidamente que el crecimiento técnico del equipo es su prioridad, la idea de dar la bienvenida a Fernando para la que podría ser su última temporada en la Fórmula 1 no se considera en absoluto descabellada.

Él sería el "cuarto" de Alonso en la historia de Fernando en Enstone. El equipo lo acogió como piloto de Renault entre 2003 y 2006, el período más glorioso de su carrera, y nuevamente entre 2008 y 2009 tras la traumática ruptura con McLaren. Fue el mismo equipo, que para entonces se había convertido en Alpine, el que lo trajo de vuelta a la Fórmula 1 en 2021, uno de los regresos más sorprendentes en la historia de este deporte.

Una última etapa con el equipo que le brindó los momentos más importantes de su trayectoria tendría, sin duda, un gran valor simbólico. Pero no sería solo romántico. Aston Martin sigue teniendo un enorme potencial sobre el papel, pero no hay garantía de que la colaboración con Honda se traduzca en un éxito rotundo en 2027. Alpine, gracias a su alianza con Mercedes, se presenta ahora como una opción más segura para quienes aún sueñan con al menos un último podio.

Si Aston Martin sigue defraudando, Fernando tiene un as bajo la manga y no duraría en dar el salto.

© EFE

Tercera sesión de entrenamientos libres y clasificación para el Gran Premio de Fórmula 1 de Barcelona-Cataluña
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Verano de asfaltado en el centro de Valladolid

El Ayuntamiento de Valladolid arranca en las próximas semanas la segunda y última campaña de renovación y mejora del aglomerado viario de 2026, que se extenderá principalmente a lo largo de los meses de julio y agosto.

Esta actuación se centrará en el viario principal de la ciudad e incluye algunas de las avenidas de mayor tránsito, con el objetivo de mejorar la seguridad y el estado del firme.

Los trabajos se desarrollarán en dos fases diferenciadas según el tipo de intervención. En julio se ejecutarán aquellas vías en las que el fresado y la renovación del aglomerado pueden realizarse carril a carril, lo que permitirá mantener la circulación sin necesidad de cortar completamente la calzada.

Estas actuaciones se llevarán a cabo en horario diurno e incluyen la avenida Manuel Jiménez Alfaro —en el tramo entre la avenida de Salamanca y la intersección con Ciudad de La Habana— desde este lunes 15 de junio y proseguirán por la calzada de bajada de la calle Ciudad de La Habana, la avenida Ramón Pradera entre Gloria Fuertes y Bálago, y varios tramos del paseo Juan Carlos I.

Actuaciones nocturnas

La segunda fase, que requerirá corte total de la calzada, se realizará en horario nocturno durante el mes de agosto, elegido por ser el de menor intensidad de tráfico en la ciudad.

Las calles afectadas incluyen varios tramos de la avenida de Burgos y la avenida de Salamanca, el paseo San Isidro, el paseo San Vicente, un tramo de Gabilondo y la calle Joaquín Velasco Martín.

En zonas más céntricas se intervendrá en Nicolás Salmerón, Tudela, la plaza Cruz Verde, Alonso Pesquera, Duque de la Victoria, Doctor Ochoa, Real de Burgos y una pequeña área en Ramón y Cajal. Algunos trabajos previos y el fresado comenzarán ya en la última semana de julio.

Aunque los trabajos de verano no arrancan oficialmente hasta julio, algunas labores preparatorias comenzarán a partir de la segunda quincena de junio. El Ayuntamiento ha elaborado un cronograma detallado con todas las actuaciones previstas, si bien advierte de que este podrá sufrir variaciones en función de posibles imprevistos o de las condiciones meteorológicas.

El consistorio solicita la comprensión y colaboración de los vecinos y conductores durante la ejecución de estos trabajos, que forman parte del programa anual de conservación y mejora de las infraestructuras viarias del municipio.

© La Razón

El Ayuntamiento inicia la segunda campaña de aglomerado del año con actuaciones en las principales avenidas de Valladolid
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What to Know About the Ebola Outbreak

Aid agencies are racing to help health workers in the Democratic Republic of Congo. The virus is known to have killed at least 140 people, but the true toll may be far higher.

© Arlette Bashizi for The New York Times

At the Mongbwalu General Hospital in Ituri Province, Democratic Republic of Congo. That province, in the northeast of the country, is where the current outbreak was first identified.
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La tecnología que cuida cada gota del ciclo del agua en la provincia de Valladolid

La Diputación de Valladolid ha llevado a cabo una visita técnica al municipio de Traspinedo para supervisar las diferentes actuaciones ejecutadas dentro del proyecto Gesaguavall Virtual, una iniciativa destinada a modernizar y digitalizar la gestión del ciclo urbano del agua en la provincia.

La visita ha sido realizada por el técnico de la Diputación de Valladolid, Sergio Torbado, y el técnico de la empresa Ciaqua, David Francisco Bécares, quienes han comprobado sobre el terreno el funcionamiento de los distintos equipos y sistemas instalados en el municipio.

Durante la jornada se ha revisado, en primer lugar, el sistema de control de vertidos y alivios ubicado en dos de los principales puntos de vertido del municipio. Estas instalaciones permiten monitorizar en tiempo real el comportamiento de la red mediante sensores de nivel y sistemas de transmisión de datos, facilitando un control permanente de los alivios producidos.

Posteriormente, los técnicos han visitado las instalaciones de abastecimiento, donde se encuentran los equipos de alimentación, control y transmisión de datos, así como las sondas de medición de cloro y pH y el caudalímetro de entrada de agua. Estos dispositivos permiten analizar el rendimiento de la red de distribución, comparando el volumen de agua suministrada con el agua registrada por los usuarios, con el objetivo de optimizar la eficiencia hidráulica y reducir pérdidas.

Asimismo, se han supervisado las actuaciones correspondientes a la instalación de contadores domiciliarios inteligentes, una de las principales líneas de actuación del proyecto. En Traspinedo se han instalado un total de 224 contadores inteligentes que permiten la lectura remota de consumos y la detección temprana de incidencias.

Durante la visita también se ha comprobado el funcionamiento de la antena receptora encargada de recoger los datos enviados por los contadores y transmitirlos a la plataforma de gestión integral del agua, según informan fuentes de la institución provincial que preside Conrado Íscar.

Estas actuaciones forman parte de las diferentes unidades de obra contempladas en el proyecto Gesaguavall Virtual y permitirán mejorar el control de las infraestructuras hidráulicas, optimizar la gestión de los recursos hídricos y ofrecer un mejor servicio a los ciudadanos.

Cuidar cada gota

El proyecto impulsado por la Diputación de Valladolid tiene como finalidad modernizar el ciclo urbano del agua mediante la incorporación de tecnologías inteligentes que permitan una gestión más eficiente, sostenible y digitalizada de las infraestructuras hidráulicas de la provincia.

La iniciativa beneficiará a 169 municipios y a más del 75 % de la población provincial, facilitando la detección de fugas en tiempo real, la anticipación de incidencias, la mejora de la calidad del agua y la optimización de los recursos disponibles. Además, permitirá a los usuarios disponer de información más precisa sobre sus consumos.

El objetivo final es incrementar la eficiencia energética e hidráulica de las redes de abastecimiento, reducir pérdidas de agua y garantizar un suministro más seguro y sostenible para la ciudadanía, mediante sistemas de control automatizados y herramientas avanzadas de gestión.

La iniciativa, financiada por el del Plan de Recuperación, Transformación y Resilencia del Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico a través de los fondos europeos NextGenerationEU, cuenta con un presupuesto total de 9.961.972,48 euros y tiene como objetivo la digitalización de la gestión del agua en 169 municipios de Valladolid.

© La Razón

El técnico de la Diputación de Valladolid, Sergio Torbado, y el técnico de la empresa Ciaqua, David Francisco Bécares, supervisan en Traspinedo las actuaciones del proyecto GESAGUAVALL virtual para la digitalización del ciclo del agua
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