House Democrat slams US-Iran peace deal as ‘basically a surrender document’



O Clube Recreativo Carrasquense, de Portimão, vai, este domingo, dia 14, prestar uma homenagem ao seu sócio nº1.
O conteúdo Clube de Portimão vai homenagear um ‘jovem’ de 100 anos, que é o seu sócio nº 1 aparece primeiro em Algarve Marafado.
A perícia privada apresentada pela produtora Go Up Entertainment para tentar explicar os gastos com o filme Dark Horse não detalha o destino de transferências no valor de US$ 13,3 milhões (equivalente a R$ 75 milhões). A descrição das despesas foi reunida pela defesa de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora.
O documento indica que a maior parte desse valor (R$ 54,2 milhões) teria sido gasta nos Estados Unidos, enquanto a quantia usada no Brasil representa R$ 20,9 milhões. A única fase da produção com gastos detalhados no Brasil foi classificada como produção e filmagem.
Os gastos nos Estados Unidos têm menos detalhamento no laudo da perícia privada. O documento menciona, de forma genérica, etapas como desenvolvimento do projeto, soft-production, pré-produção e pós-produção, sem explicar o que ocorre em cada uma delas.
Segundo a perícia, até o dia 10 de junho, o fundo Havengate Development LP, usado para a captação de recursos, havia enviado os US$ 13,3 milhões para o filme. A maior parte dos R$ 20,9 milhões gastos no Brasil foi transferida via Pix.
Após a revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro enviou dinheiro para a produção do filme, a Polícia Federal passou a investigar se os recursos foram utilizados para financiar a estada do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
The post Perícia privada do filme Dark Horse não esclarece uso de R$ 75 milhões e não detalha destino dos recursos appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
O ministro Kassio Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou um pedido apresentado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para impedir a exibição do filme "Dark Horse" durante o período eleitoral de 2026. A decisão foi publicada na sexta-feira, 12.
A ação havia sido apresentada pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG) e pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Prerrogativas. Eles pediam que o TSE proibisse a exibição, distribuição, publicidade, impulsionamento e circulação do longa-metragem durante a pré-campanha, a campanha eleitoral, o primeiro turno e um eventual segundo turno.
Ao analisar o caso, Nunes Marques não chegou a examinar o mérito das alegações. O ministro entendeu que os autores não tinham legitimidade para apresentar a representação perante o TSE.
Segundo a decisão, a jurisprudência da Corte estabelece que, para propor esse tipo de ação em uma disputa presidencial, não basta ser candidato em uma eleição. É necessário que o autor da representação dispute cargo na mesma circunscrição eleitoral dos representados.
"No presente caso, os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026", afirmou o ministro na decisão.
Os autores afirmavam que a obra, descrita como uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), poderia funcionar como instrumento de propaganda eleitoral antecipada em favor do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado na ação como pré-candidato à Presidência da República.
A petição também mencionava informações divulgadas pela imprensa sobre o financiamento da produção e alegava a existência de indícios de irregularidades relacionadas à origem dos recursos empregados no filme.
Conforme revelado pelo site Intercept Brasil e confirmado pelo Estadão, Flávio Bolsonaro pediu uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões, sob o argumento de que os valores serviriam para patrocinar a produção do filme. As informações constam em diálogos encontrados pela PF no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que também apontam a realização de pagamentos no valor de US$ 10 milhões.
Além da suspensão da exibição da obra, os autores pediam a apresentação de contratos, documentos financeiros e informações sobre financiadores, patrocinadores e demais envolvidos no projeto.
Os autores também faziam referência a uma decisão do TSE nas eleições de 2022 que suspendeu a divulgação de um documentário sobre Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial.


© NELSON JR./SCO/STF

Monemvasia, on the southeastern shores of the Peloponnese, Greece is Europe’s oldest continuously inhabited castle town.
Founded in 583 by inhabitants of the mainland seeking refuge from the Slavic and the Avaric invasion of Greece and surrounded by the Myrtoan Sea, Monemvasia is located on an island about half a mile long.
A man-made road and stone bridge leads to the castle gate and main entrance of the majestic castle town and onward through the colorful and lively citadel offering all who visit her both stunning views and an unforgettable ‘ambiance’ of times past.

The fortress’ stone walls protected the citadel of Monemvasia from various invaders throughout its history. Invasions by the Crusaders, Venetians, and lastly, by the Ottomans have all left an indelible cultural and architectural mark, granting the citadel a unique charm and romantic atmosphere second to none.
Few places in Greece possess the combined charm, natural beauty, and historical significance to the extent that Monemvasia does.
The town’s name is derived from two Greek words, mone and emvasia, meaning “single entrance.” The “Gibraltar of the East” or a “stone ship” about to set sail, as the famous Greek poet Yannis Ritsos described his birthplace, beckons you for a journey through time, wandering through vaulted alleyways and past churches and aristocratic mansions.
Ritsos is buried in Monemvasia’s cemetery. His pompadoured bust stares at the sea from the courtyard of his childhood home in the lower town.
Ritsos’s verses, including the poem “Monemvasiotisses,” which was published in 1987 and is devoted to the town’s women, sometimes referred to this lonely rock with the single entrance. In its resilience, he celebrated freedom.
“So many years, besieged by mainland and by sea,” he wrote in his 1945 epic poem Romiosini. “They’ve all been hungry, all been killed, and yet—not a single one is dead,” Ritsos wrote.
From the 10th century AD the town developed into an important trade and maritime center. The fortress withstood the Arab and Norman invasions of 1147; farm fields that fed up to thirty men were tilled inside the fortress.
By 1193 Monemvasia was a major city in the Peloponnese. Ships sailing between Constantinople (now Istanbul) and what is now Italy stopped there, giving rest to aristocrats and high-ranking church members and loading Greek exports like olive oil and wine headed for the West.
William II of Villehardouin took it in 1248, on honorable terms after three years of siege; in 1259 William was captured by the Greeks after the Battle of Pelagonia, and in 1262, Monemvasia was retroceded to Byzantine Emperor Michael VIII Palaiologos as part of William’s ransom.

It remained part of the Byzantine Empire until 1460, becoming the seat of an imperial governor, a landing place for Byzantine operations against the Franks, the main port of shipment (if not always production) for Malmsey wine, and one of the most dangerous lairs of corsairs in the Levant.
After the fall of Constantinople in 1453 Monemvasia held out against the threats of Sultan Mehmed II in 1458 and 1460, when it became the only remaining domain of the Despot of the Morea, Thomas Palaiologos, the claimant to the Imperial throne. He had no forces to defend it; he offered it to the Sultan and finally sold it to the Pope.
The town was liberated from Ottoman rule on July 23, 1821 by Tzannetakis Grigorakis who entered the town with his private army during the Greek War of Independence. In 1822 it became the seat of the first national assembly.

In more recent history, the castle town has seen a resurgence in importance with increasing numbers of tourists visiting the site and the region.
The charming town of Monemvasia is made up of a labyrinth of winding cobblestoned streets that can only be traveled by foot. The medieval buildings have been restored, and many of them converted to hotels, artisans shops, boutiques, cafés and restaurants.
It has become an ideal romantic hideaway and honeymoon destination. Boutique bed & breakfasts and luxury hotels with suites boasting Turkish baths, mosaic floors and flowering courtyards will transport the visitor to another time without stinting on modern comforts. In the dimly lit rooms with their vaulted ceilings and handmade wooden furniture, visitors will live their own fairy tale.
The lower castle town’s cobblestoned principal lane is lined with tall, slim, earthy-stone houses with arched doorways and vaulted rooms. The narrower buildings have older foundations while the wider buildings are newer, dating to the 18th or 19th centuries with modern touches, such as wrought-iron balconies.
In the lower part of the town, one can explore the ruins of the historic buildings situated there—among which the Muslim Mosque, a preserved 16th century building housing the Archaeological Museum, is located along with some magnificent Byzantine churches. Twenty-four temples and churches with Byzantine elements remain from the forty that once existed.
The oldest is Elkomenos Christos, located in the main square of the Lower Town. It was probably built sometime in the 6th or 7th century and has undergone numerous transformations. Its sparse exterior does not prepare visitors for what is on display inside, namely a massive icon of the Crucifixion that dates from the Palaeologan Renaissance (a short but culturally vibrant period during which the Palaeologos dynasty sought to restore the Byzantine Empire’s glory).
It is a stunning piece of ecclesiastical art that was looted and, after undergoing several adventures, eventually made its way back to Monemvasia.
Other churches worth seeing are Panagia Chrysafitissa, Agios Nikolaos, and Panagia tin Kritikia (Myrtidiotissa).

The uninhabited upper part of the town was home to the Venetian aristocracy and, although it’s a steep climb to reach the beautiful mansions (in the 17th-century, travelers once counted 500), you’ll be rewarded with panoramic views of the whole area.
The highest peak in the upper town is about 656 feet above sea level.
The half-Byzantine, half-Venetian church of Agia Sofia clings to the side of the cliff and is one of the most significant attractions in Monemvasia. Once inside, you’ll be awe-struck by its magnificent octagonal dome.

One of the most historic and imposing lighthouses in Greece is located at Monemvasia in the Peloponnese.
Built by the British in 1896 and automated in 1960, the lighthouse has recently been renovated. It sits on an iceberg-like slab of rock with sheer cliffs rising hundreds of meters from the sea.
The tower is seven meters (23 feet) tall, and its focal plane is at 15 meters (49 feet).
The British writer Brian W. Aldiss once described Monevmasia as a “wonderful place,” where “only eagles and artists” should be allowed.




Чемпион UFC в лёгком весе Илия Топурия заявил, что первым сможет нокаутировать Джастина Гейджи уже в первом раунде предстоящего боя. Об этом он сообщил на пресс-конференции перед турниром UFC White House — Freedom 250.
По словам Топурии, до него этого не удавалось сделать ни одному бойцу, в том числе экс-чемпиону Максу Холлоуэю. «Ещё никто не вырубал Гейджи в первом раунде? Этого не сделал даже Макс Холлоуэй? Что ж, я буду первым», — подчеркнул он.
Илия Топурия, 29-летний испано-грузинский боец, остаётся непобеждённым в профессиональных боях. Он начал карьеру в MMA в апреле 2015 года, а с октября 2020 выступает в UFC. Его рекорд насчитывает 17 побед, из которых только две прошли по решению судей.
Его соперник, 37-летний американец Джастин Гейджи, имеет за плечами 27 побед и 5 поражений на профессиональном уровне. Из них 21 бойец выиграл досрочно. Гейджи выступает в MMA с 2011 года.
Читайте также на «FiNE NEWS»Чемпион UFC в лёгком весе Илия Топурия уверен, что Джастину Гейджи будет крайне сложно выиграть в их предстоящем бое. Подробности можно узнать в статье Илия Топурия о поединке с Джастином Гейджи: выиграть меня практически невозможно.
Поединок между Топурией и Гейджи станет главной битвой турнира UFC White House — Freedom 250. Бой пройдёт в понедельник, 15 июня, и начнётся в 6 утра по московскому времени.
Топурия пообещал нокаутировать Гейджи в первом раунде боя UFC White House • Опубликовано на FiNE NEWS



A magistrada manteve a condenação pelos homicídios qualificados de Geraldo Pereira Coelho e Osélia da Silva Coelho, pais de seu ex-namorado, Felipe da Silva Coelho.
Os advogados de defesa queriam anular o julgamento alegando inépcia da denúncia, suposta violação da cadeia de custódia, cerceamento de defesa em razão de alegada amnésia do acusado, nulidade do laudo de insanidade mental e ausência de dolo em razão da ingestão de álcool e medicamentos. Todos os argumentos foram rejeitados.
A desembargadora destacou “que a denúncia atendeu aos requisitos legais e que o exame de insanidade mental concluiu que o réu era plenamente capaz de compreender o caráter ilícito de seus atos, além de ter sido afastada a tese de que a embriaguez ou o uso de medicamentos teriam excluído a responsabilidade penal”.
Ao analisar a dosimetria, Maria Sandra Kayat avaliou a necessidade de reduzir parcialmente a pena aplicada na sentença, afastando uma das circunstâncias judiciais negativas utilizadas para aumentar a pena-base, mas não acolheu a anulação do julgamento. Com isso, a condenação foi recalculada de 80 para 72 anos de reclusão.
“Nesse contexto, a ausência de confissão ou de arrependimento não constitui dado idôneo a justificar a negativação de circunstância judicial prevista no art. 59 do Código Penal, sob pena de indevida penalização pelo exercício de direito fundamental”.
O crime ocorreu em junho de 2022, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, e foi motivado pelo inconformismo do réu com o fim do relacionamento amoroso com Felipe. Por isso, Cristiano matou os dois idosos a facadas para provocar sofrimento ao ex-companheiro.
O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas, além da causa de aumento de pena pelo fato de os crimes terem sido praticados contra pessoas idosas.

A magistrada manteve a condenação pelos homicídios qualificados de Geraldo Pereira Coelho e Osélia da Silva Coelho, pais de seu ex-namorado, Felipe da Silva Coelho.
Os advogados de defesa queriam anular o julgamento alegando inépcia da denúncia, suposta violação da cadeia de custódia, cerceamento de defesa em razão de alegada amnésia do acusado, nulidade do laudo de insanidade mental e ausência de dolo em razão da ingestão de álcool e medicamentos. Todos os argumentos foram rejeitados.
A desembargadora destacou “que a denúncia atendeu aos requisitos legais e que o exame de insanidade mental concluiu que o réu era plenamente capaz de compreender o caráter ilícito de seus atos, além de ter sido afastada a tese de que a embriaguez ou o uso de medicamentos teriam excluído a responsabilidade penal”.
Ao analisar a dosimetria, Maria Sandra Kayat avaliou a necessidade de reduzir parcialmente a pena aplicada na sentença, afastando uma das circunstâncias judiciais negativas utilizadas para aumentar a pena-base, mas não acolheu a anulação do julgamento. Com isso, a condenação foi recalculada de 80 para 72 anos de reclusão.
“Nesse contexto, a ausência de confissão ou de arrependimento não constitui dado idôneo a justificar a negativação de circunstância judicial prevista no art. 59 do Código Penal, sob pena de indevida penalização pelo exercício de direito fundamental”.
O crime ocorreu em junho de 2022, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, e foi motivado pelo inconformismo do réu com o fim do relacionamento amoroso com Felipe. Por isso, Cristiano matou os dois idosos a facadas para provocar sofrimento ao ex-companheiro.
O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas, além da causa de aumento de pena pelo fato de os crimes terem sido praticados contra pessoas idosas.




