Schiff blasts ‘corrupt system’ that made Elon Musk a trillionaire



La partenza col turbo in Borsa di SpaceX, + 20% nella prima giornata di contrattazioni (da 135 a 160 dollari ad azione), porta la società di Elon Musk già in alto nella speciale classifica degli asset più capitalizzati al mondo. È infatti, con 2.196 miliardi di dollari (oltre duemila miliardi) già in settima posizione a livello globale dietro a supercolossi quotati da molti anni che producono utili certi come Nvidia, che capitalizza oltre il doppio, (4.952 miliardi), Google ( 4.370 miliardi), Apple (4.266 miliardi), Microsoft (2.555 miliardi) e la taiwanese Tsmc (2.196 miliardi).
Space X, grazie alla buona performance nella prima giornata di contrattazioni, si trova davanti a Broadcom (1.816 miliardi), al gigante del petrolio saudita Saudi Aramco (1.752 miliardi), all’altra società di Musk, Tesla (1.514 miliardi), a Meta (1.433 miliardi) e anche a Samsung (1.394 miliardi). Se fosse rimasta al prezzo di lancio del collocamento varrebbe comunque tanto: poco meno di Saudi Aramco.
Sconfessati i profeti di sventura che si erano espressi in maniera negativa guardando ai numeri di bilancio senza valutare l’effetto Musk, il visionario fondatore di Tesla e Space X, evidentemente in grado di incantare gli investitori. Nella speciale classifica degli asset più capitalizzati figura, dopo Samsung, anche il Bitcoin con 1.274 miliardi. La cripto valuta sta attraversando un periodo negativo. Gli esperti però hanno sottolineato che Space X è tra le prime 10 società quotate per numero di Bitcoin in cassa anche se ben lontana dal quantitativo enorme accumulato da Stategy (ex-Microstrategy) che ne ha circa 900mila.
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A tão aguardada oferta pública inicial (IPO) da SpaceX foi oficialmente lançada.
Wall Street comemorou, investidores comuns fizeram tantas ordens de compra que isso causou interrupções temporárias, e o homem mais rico do mundo se tornou o primeiro trilionário do planeta.
As ações da empresa de foguetes e inteligência artificial de Elon Musk fecharam a US$ 160,95, um aumento de 19,22% em relação ao preço de seu IPO de US$ 135.
Aqui está o maior IPO da história, detalhado em números.
John Towfighi, Elisabeth Buchwald e Chris Isidore, da CNN, contribuíram para esta reportagem.
12 июня компания SpaceX успешно вывела на орбиту 29 спутников системы Starlink. Запуск ракеты Falcon 9 прошёл со стартового комплекса SLC-40 на мысе Канаверал во Флориде в 15:37 по московскому времени, сообщает ixbt.com.
Миссия Starlink 10-54 прошла без сбоев. Все этапы полёта прошли штатно, начиная со старта и заканчивая выводом 29 спутников на требуемую околоземную орбиту.
Первая ступень ракеты с серийным номером B1080 выполнила уже 27-й полёт. После отделения она успешно вернулась и приземлилась на автономную морскую платформу A Shortfall of Gravitas (ASOG) в Атлантическом океане.
Запуск произошёл накануне долгожданного события для SpaceX — первичного публичного размещения акций, которое обеспечит Илону Маску статус триллионера.




SpaceX запустила Falcon 9 с 29 спутниками Starlink, первая ступень выполнила 27-й полёт • Опубликовано на FiNE NEWS
Um suspiro coletivo de alívio percorreu Wall Street após a negociação do lançamento histórico da SpaceX na Nasdaq na sexta-feira (12), estabelecendo um novo padrão para as corretoras e bolsas de valores que se preparam para os também gigantescos IPOs da OpenAI e da Anthropic ainda este ano.
A estreia recorde da SpaceX superou em quase três vezes o maior IPO anterior nas bolsas americanas. A magnitude do lançamento havia preocupado os participantes do mercado, que ainda se lembravam da estreia do Facebook na bolsa em 2012, que enfrentou problemas técnicos na listagem histórica.
No entanto, os sistemas de negociação dos bancos que coordenaram o IPO, das bolsas de valores, dos market makers, das câmaras de compensação e de outras empresas de infraestrutura de mercado lidaram bem com o desafio de processar milhões de ordens de clientes.
“Honestamente, acho que os bancos nos Estados Unidos fizeram um trabalho fantástico, a equipe da SpaceX fez um trabalho fantástico ao contar a história durante as apresentações. E, como vocês podem ver, tudo correu extremamente bem”, declarou Jeff Parks, CEO da empresa de investimentos canadense Stack Capital Group. Quase um terço do portfólio da Stack é composto por ações da SpaceX, na qual a empresa começou a investir em 2021.
As ações da SpaceX registraram fortes ganhos em sua estreia, elevando o valor de mercado da empresa para mais de US$ 2 trilhões e consolidando o status de Elon Musk como o primeiro trilionário do mundo.
De acordo com a Citadel Securities, a maior market maker de varejo dos EUA, a estreia da SpaceX gerou o maior volume de pedidos de varejo para um leilão de IPO da história. Um porta-voz da Citadel Securities afirmou que a empresa intermediou a maioria dos pedidos de varejo da SpaceX.
O Morgan Stanley, o chamado “agente estabilizador” da estreia da SpaceX na bolsa, teve um papel fundamental na gestão da abertura de capital da companhia. O banco teve que garantir uma implementação ordenada, mesmo diante de uma demanda sem precedentes por parte dos investidores. Um agente estabilizador normalmente compra ações no mercado aberto para sustentar as ações que sofrem quedas acentuadas no dia da abertura.
A plataforma de negociação Charles Schwab informou ter recebido mais de um milhão de ordens de compra de ações da SpaceX nas primeiras horas de negociação, um número significativo em comparação com IPOs anteriores, segundo um porta-voz da empresa.
A Reuters noticiou na quinta-feira (11) que operadores, corretoras e bolsas de valores de Wall Street vinham realizando testes de estresse em sistemas de negociação há várias semanas, antes do IPO em questão.
As ações da SpaceX “não estão subindo em grandes blocos, mas estão subindo aos poucos, e muito disso se deve a uma abertura de capital um pouco mais fraca e sem brilho do que muitos esperavam”, disse Mike Dickson, chefe de pesquisa e estratégias quantitativas da Horizon Investments. “Estou um pouco surpreso com a falta de volatilidade, considerando as notícias sobre a supervalorização das ações”.
As estreias de grandes IPOs no passado frequentemente enfrentaram atrasos, porque as bolsas precisam conciliar enormes volumes de ordens de compra e venda antes de determinar o preço de abertura. No caso da SpaceX, as ações começaram a ser negociadas ainda no início da sexta-feira (12). Isso foi relativamente cedo em comparação com os IPOs recentes da Cerebras Systems e da Quantinuum, que abriram mais para o final da tarde nos respectivos dias de estreia.
Com exceção de alguns problemas com as negociações iniciais na Robinhood na sexta-feira (12), Wall Street praticamente não apresentou as falhas técnicas que prejudicaram o lançamento do Facebook em 2012 – para grande alívio da Nasdaq, dos market makers e dos investidores.
“Trabalhamos muito bem em equipe. Fizemos uma preparação extensa com nossos parceiros bancários”, destacou a CEO da Nasdaq, Adena Friedman, em entrevista à CNBC na sexta-feira (12). “Garantimos que conversássemos com todas as empresas durante todo o processo de preparação, e tudo correu perfeitamente”, concluiu.

I numeri ufficiali del debutto non lasciano spazio a interpretazioni: SpaceX si presenta sul Nasdaq con una valutazione di 1.770 miliardi di dollari e un prezzo fisso di centotrentacinque dollari per azione. A fronte di settantacinque miliardi di dollari di azioni offerte, il mercato ha risposto con una domanda record di duecentocinquanta miliardi, blindata da un singolo ordine istituzionale di cinque miliardi calato da BlackRock. Più che un’Ipo, un plebiscito finanziario, in attesa dei dati del primo scambio che saranno da valutare nei giorni successivi. Una valutazione da capogiro, che potrebbe essere l’ennesimo capitolo dell’esuberanza irrazionale dei mercati, o la strutturazione di un monopolio tecnologico difficile da scalfire.
SpaceX sdogana la Space Economy non perché rende lo spazio pop, ma perché l’ingresso del grande capitale istituzionale lo trasforma, a tutti gli effetti, in un asset industriale maturo. Chi ha comprato oggi queste azioni non sta scommettendo solo su Marte; sta comprando le autostrade invisibili del ventunesimo secolo.
L’approdo sul mercato di SpaceX apre a dubbi che verranno sciolti solo dal tempo. Il rischio della bolla speculativa è alto, e attestato proprio nel venerdì mattina del lancio dagli analisti di Morningstar, che hanno pubblicato un report tanto lucido quanto spietato: secondo i fondamentali attuali, il valore reale delle azioni SpaceX si attesterebbe intorno ai sessantatré dollari. Non un centesimo di più.
C’è un abisso del centoquattordici per cento rispetto al prezzo fisso di centotrentacinque dollari imposto da Elon Musk, che ha invertito brutalmente le regole del gioco azionario: un diktat del tipo prendere o lasciare, senza la classica contrattazione con i mercati. Una forzatura che ha spinto persino Michael Burry, il celebre investitore di “The Big Short”, a commentare in modo lapidario che non esiste nulla, nei bilanci attuali dell’azienda, in grado di giustificare una simile capitalizzazione.
A far storcere il naso è anche il sospetto che per blindare una valutazione così iperbolica, SpaceX abbia infilato nel pacchetto l’immancabile parola magica del momento: non solo razzi e la rete Starlink, ma anche la narrazione legata all’intelligenza artificiale tramite xAI e la promessa visionaria di futuribili «data center orbitali». Questa è in parte pura illusione: sappiamo bene che oggi l’intelligenza artificiale xAI dipende dall’infrastruttura di dati e dai server di SpaceX/Starlink. Quindi questo è solo il classico trucco contabile per gonfiare il prezzo raschiando il barile del hype tecnologico?
La realtà è anche un’altra, ed è quella brutale della geopolitica infrastrutturale, quella che ignora la sproporzione dei moltiplicatori di bilancio per guardare ai rapporti di forza globali. Il segnale definitivo è arrivato quando i terminali hanno registrato un singolo monumentale ordine da cinque miliardi di dollari, calato sul tavolo da un gigante come BlackRock, che punta probabilmente al too strategic to fail. Ed è qui che la tesi della speculazione traballa, sotto il peso dei fatti.
Il più grande gestore di fondi al mondo non investe cifre simili per inseguire una suggestione passeggera. Sì, i numeri e i multipli folli ci sono tutti, ma BlackRock non sta comprando i profitti di quest’anno, né sta scommettendo ingenuamente su una romantica colonizzazione di Marte. Sta comprando, a prezzo di saldo per il lungo periodo, il monopolio assoluto sulle autostrade invisibili del secolo. Sta comprando il controllo della rete sovrana che guiderà la difesa, la connettività e la logistica globale dei prossimi trent’anni.
Dietro i grafici azionari e i fumi dei motori Raptor si nasconde una realtà politica monumentale: l’Ipo non serve a finanziare una startup, ma a istituzionalizzare un monopolio infrastrutturale che ha già ingabbiato l’apparato militare e scientifico dell’Occidente. L’effetto schiacciasassi di SpaceX non si misura nei listini del Nasdaq, ma in tonnellate di carico utile portate in orbita e nella totale, spaventosa dipendenza degli Stati Uniti da un unico fornitore privato.
Nel giro di un decennio, Musk ha scardinato il vecchio e pigro oligopolio della difesa (giganti come Lockheed Martin, Boeing e la controparte europea ArianeGroup) riducendo i costi di lancio di un fattore di dieci grazie alla riutilizzabilità del Falcon 9 e alla progressione di Starship. Oggi il mercato dei lanci occidentali non è libero: è un monologo. Se nei primi mesi del 2026 SpaceX ha effettuato più lanci di tutti gli Stati e i concorrenti del mondo messi insieme, significa che l’accesso allo spazio ha un solo guardiano del casello.
Questo non è un business ciclico legato agli umori del mercato, è una utility pubblica globale e insostituibile, blindata dalla sicurezza dello Stato. I contratti miliardari con la Nasa per il programma Artemis sono solo la punta dell’iceberg. Il vero legame di sangue è con il Pentagono. Proprio nelle scorse settimane, la U.S. Space Force ha calato sul piatto di SpaceX un maxi-finanziamento da 6,45 miliardi di dollari legato all’iniziativa di difesa missilistica “Golden Dome”. Di questi, ben 2,29 miliardi serviranno a finanziare la Space Data Network Backbone, un’infrastruttura di comunicazione militare ultra-sicura interamente basata su Starshield, la versione militarizzata e classificata di Starlink.
Da questa prospettiva, SpaceX è diventata a tutti gli effetti un’estensione dell’apparato di sicurezza nazionale americano. I satelliti Starshield forniranno al governo statunitense una sorveglianza continua globale e una resilienza agli attacchi cyber e cinetici mai vista prima, integrando persino i sistemi di puntamento dei caccia e dei missili. La geopolitica moderna si trova davanti a un paradosso inedito nella storia: se domani SpaceX decidesse di fermarsi, la proiezione di potenza militare e l’intelligence degli Stati Uniti nello spazio si congelerebbero all’istante. BlackRock e i grandi fondi non stanno comprando un’azienda; stanno comprando le quote dell’unica infrastruttura privata da cui dipende la sovranità dell’Occidente.
Abbiamo già visto questa verità in azione nel mondo reale: quando Musk ha deciso unilateralmente di negare la copertura di Starlink vicino alle coste della Crimea per impedire un attacco di droni marini ucraini contro la flotta russa, nei fatti ha esercitato un potere che storicamente appartiene solo ai capi di Stato. Un singolo cittadino privato ha cambiato il corso di un’operazione militare di una nazione sovrana appoggiata dall’Occidente.
Starlink non è un servizio commerciale prestato alla causa, è la spina dorsale tattica che ha garantito comunicazioni resilienti sotto i bombardamenti a tappeto e la guerra elettronica russa, coordinando droni, intelligence e artiglieria in tempo reale. Senza quella costellazione, la resistenza di Kyjiv avrebbe subito un blackout informativo fatale nei primi mesi dell’invasione.
La lezione di questi ultimi anni è cristallina: chi controlla la costellazione satellitare più densa del pianeta controlla il flusso di informazioni nei teatri di crisi globali. Nasce così la “Dottrina Starlink”, un nuovo paradigma geopolitico che stabilisce che la sovranità di una nazione non si difende più soltanto lungo i confini geopolitici di terra, di mare o dello spazio aereo tradizionale. La vera linea di difesa si è spostata più in alto: si gioca sulla capacità di accedere, presidiare e dominare l’orbita bassa terrestre.
È questa la risposta definitiva a chi questa mattina guardava solo i grafici di Morningstar o i tweet nostalgici sui crolli del passato, parlando di «circo». L’Ipo di SpaceX non fotografa la nascita di una nuova bolla azionaria, ma la nascita di una nuova era. Quella in cui la finanza istituzionale si adegua alla realpolitik del ventunesimo secolo, finanziando il padrone assoluto della nuova mappa del potere globale.
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A estreia da SpaceX na Nasdaq, bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, movimentou o mercado financeiro nesta sexta-feira (12). A empresa de foguetes e satélites controlada por Elon Musk realizou o maior IPO da história e precificou suas ações a US$ 135 e movimentou US$ 75 bilhões.
Apesar de as ações da SpaceX serem negociadas nos Estados Unidos sob o código SPCX, investidores brasileiros também conseguem acessar a empresa sem precisar abrir conta em corretoras internacionais.
A B3 disponibilizou, já no primeiro dia de negociação da companhia, os BDRs da SpaceX, recibos de ações negociados no Brasil que representam papéis de empresas listadas no exterior.
Os recibos negociados no Brasil utilizam o código SPCX34 e podem ser comprados diretamente pelas corretoras brasileiras, da mesma forma que ações negociadas na bolsa local.
Segundo Bernardo Pascowitch, apresentador da Resenha do Dinheiro, o preço inicial dos BDRs ficou na faixa entre R$ 50 e R$ 70, o que amplia o acesso de investidores brasileiros ao IPO da companhia.
“É uma forma muito mais simples de acessar a empresa no mesmo dia da abertura de capital”, afirma.
Além da SpaceX, o mercado também acompanha possíveis futuras aberturas de capital de gigantes da inteligência artificial, como OpenAI e Anthropic.
O tema foi discutido no quadro “Papo de Investidor”, apresentado por Bernardo Pascowitch na Resenha do Dinheiro desta semana.
Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.


O BDRs da SpaceX chegaram a disparar quase 25% na bolsa brasileira durante o pregão nesta sexta-feira (12), acompanhando o movimento dos papéis da empresa de foguetes e espaçonaves de Elon Musk no mercado norte-americano, após a companhia precificar na véspera o maior IPO da história dos Estados Unidos.
Na B3, o BDR das ações da SpaceX (SPCX34) fechou em alta de 18,15%, a R$ 54,74.
O Banco B3, na qualidade de instituição depositária, estabeleceu um programa de BDR (Brazilian Depositary Receipt) não patrocinado com paridade de 1 para 15 – ou seja, cada ação da companhia no exterior corresponderá a 15 BDRs negociados na bolsa paulista.
“Estamos ampliando o leque de opções para quem busca diversificação geográfica e exposição a empresas globais de inovação sem sair do ambiente da bolsa do Brasil”, afirmou o vice-presidente de Produtos e Clientes da B3, Luiz Masagão, em comunicado nesta semana sobre o lançamento do BDR.
Em Nova York, a ação da SpaceX subiram 19% e fecha aos US$ 161,11.
O amplamente aguardado IPO da SpaceX foi precificado na véspera a US$ 135 por ação, movimentando um montante recorde de US$ 75 bilhões com a venda de 555,56 milhões papéis e avaliando a empresa de serviços espaciais, satélites e inteligência artificial em US$ 1,77 trilhão.
A Oppenheimer tornou-se a primeira corretora global a iniciar a cobertura da SpaceX, publicando um relatório ainda na quinta-feira com recomendação “outperform” para as ações, com preço-alvo de US$ 190.
*Com informações da Reuters