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Paul McCartney relata situação inusitada em conviver com perda auditiva

O músico Paul McCartney, 83, afirmou que sua audição nem sempre acompanha o ritmo de antes. De forma bem-humorada, o ex-Beatle relatou que já entendeu frases de maneira equivocada durante conversas com a esposa, Nancy Shevell, 66, o que acabou gerando momentos de confusão.

Durante um evento com o humorista Rob Brydon, em Londres, o astro revelou enfrentar episódios de perda auditiva.

“Minha audição pode ser questionável às vezes. Ela é boa, mas acontece de eu perder algumas sílabas das palavras, então as coisas podem ficar estranhas. Eu estava conversando com Nancy certa vez e, no fim das contas, ela estava falando sobre comida ou algo assim, mas eu entendi outra coisa e perguntei: ‘O que [o falecido promotor de eventos] Sid Bernstein tem a ver com isso?’ Ela não estava falando sobre Sid Bernstein”, brincou.

O músico acrescentou que a passagem do tempo mudou sua percepção sobre o envelhecimento e o levou a enxergar as dificuldades comuns entre os idosos com mais empatia.

“Sabe, quando éramos crianças, você olhava para muitas pessoas mais velhas e, para ser sincero, achava que elas eram meio lentas. Você realmente pensava isso. O que acontece também é que, à medida que a audição vai diminuindo, você percebe que muitas vezes as pessoas mais velhas simplesmente não tinham escutado a pergunta.”

“Quando escrevi [a música] ‘When I’m Sixty-Four’, eu pensava: ‘Meu Deus, 64 é tão velho’. E então pensei: ‘Ah, eu tenho 64 anos’. Depois: ‘Agora tenho 74’. E agora já vou fazer 84.”

O ídolo da música afirmou que mantém uma rotina de cuidados com a saúde.

“Hoje em dia, faço um pouco de exercício. Na escola, eu odiava as aulas de educação física. Agora vou à academia, faço um pouco de pilates. Faz bem.”

Paul McCartney publica vídeo sobre passagem pelo Brasil; confira

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Olivia Rodrigo tem álbum mais reproduzido de 2026 no 1º dia

A cantora Olivia Rodrigo, 23, quebrou recordes com o terceiro disco de estúdio, “You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love”, lançado na sexta-feira (12), nas plataformas de streaming Spotify e Amazon Music.

Pelas redes sociais, o Spotify e a Amazon Music revelaram que a cantora tem, até o momento, o disco de maior estreia de 2026, sendo no primeiro streaming, a maior estreia entre artistas mulheres, e no segundo, entre qualquer artista.

“O disco de Olivia, ‘You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love’ se tornou o álbum mais reproduzido no Spotify de uma artista feminina”, declarou o Spotify em comunicado nas redes sociais.

“O disco de Olivia, ‘You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love’ conquistou o recorde de maior reprodução global de um álbum no primeiro dia na Amazon Music”, informou a Amazon Music.

No disco, Olivia Rodrigo foca nos altos e baixos de uma relação amorosa. Conhecida por transformar experiências pessoais em letras confessionais desde o sucesso de “Sour”, a artista mantém a tradição de usar a composição como uma espécie de diário emocional, em meio a melodias marcantes.

“É a minha tentativa de capturar o amor pelos dois lados da moeda. A esperança e a decepção. A loucura e a clareza. O envolvimento e o desenrolar”, escreveu Olivia Rodrigo sobre o álbum, nas redes sociais.

Olivia Rodrigo: 5 curiosidades para conhecer a cantora

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Gorillaz no Primavera Sound Porto: a fotografia de família no ‘backstage’ e os vídeos do concerto

Mike Smith, teclista e diretor musical dos Gorillaz, partilhou uma foto da formação do grupo que subiu esta sexta-feira ao palco do Primavera Sound Porto, registada no ‘backstage’ do recinto do Parque da Cidade. O baixista Seye Adelekan mostrou imagens do concerto visto a partir do palco. Veja-as aqui e recorde (ou saiba como foi) o espetáculo através de vídeos captados pelos fãs que esgotaram o segundo dia do festival

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Danni Gato lança “Maré” com colaboração de Diogo Piçarra

Novo tema de Danni Gato, chama-se “Maré”, conta com a colaboração de Diogo Piçarra e é mais um single de avanço de “Soldier” – álbum que este ano se estreia ao vivo no icónico festival belga de música eletrónica Tomorrowland.

Maré” é título do novo single de Danni Gato, editado ontem (12), que junta o produtor ao cantor e compositor Diogo Piçarra.

Danni Gato apresenta “Maré” numa colaboração com Diogo Piçarra que cruza a identidade afro house do produtor com uma abordagem mais pop e melódica. A colaboração surge de forma natural entre dois artistas com percursos distintos, mas com uma vontade comum de explorar novas linguagens. Liga-os a sua origem. São ambos algarvios.

Depois de temas como “Where Are You”, “Lisboa” ou “Tudo Bem”, “Maré” é mais um single de avanço de “Soldier”, o próximo álbum de Danni Gato, que este ano estreia-se ao vivo no icónico festival belga de música eletrónica Tomorrowland, no dia 17 de julho.

Saliente-se ainda que Danni Gato é hoje um dos nomes mais marcantes da música eletrónica portuguesa. O seu percurso começou em Faro, sempre ligado às raízes cabo-verdianas que moldaram o seu ouvido e a sua forma de criar.

A mistura entre a alma da morna e da coladeira com a energia do afro house tornou-se a base do seu estilo. Esse equilíbrio entre tradição e vanguarda fez com que conquistasse públicos de diferentes países e se afirmasse como um dos artistas em maior crescimento na cena afro house internacional.

​A sua presença em palco levou-o a cidades como Ibiza, Paris, Londres, Amesterdão, Dubai, Boston e Nova Iorque. Partilhou cabine com nomes fortes do afro house como Shimza, Da Capo, Enoo Napa e DJeff, mostrando consistência e capacidade de adaptação em contextos muito distintos.

Em Portugal, tornou-se presença habitual em festivais de referência. Atuou no Brunch Electronik, MEO Sudoeste, O Sol da Caparica, Nova Era Beach Party, Festival F e Rock in Rio, onde reforçou a reputação de DJ capaz de criar momentos de grande intensidade.​

No estúdio, o seu trabalho tem gerado sucessos que circulam entre os maiores DJ internacionais. Xaguada, Gratitude e Hulk tornaram-se temas de destaque em pistas e rádios especializadas. Já Pedrinha, Oskey e Num Tás a Ver valeram-lhe vários galardões de singles de Ouro e Platina, confirmando o impacto do seu catálogo e a sua evolução como produtor.

Na capital, Lisboa, Danni Gato alcançou um marco importante ao esgotar por três vezes o Pavilhão Carlos Lopes, reunindo milhares de fãs e reforçando a ligação que construiu com o público português. Esta capacidade de transformar a sua herança cultural em linguagem universal ajudou-o a definir uma identidade própria dentro do afro house e a levar o género a novos espaços.

​Com uma combinação natural entre autenticidade, energia e visão, Danni Gato continua a marcar o ritmo da música eletrónica lusófona. O seu trabalho reflete uma evolução constante e uma vontade clara de levar a sonoridade que representa a públicos cada vez mais amplos. Cada novo set e cada novo lançamento reforçam o lugar que ocupa no panorama internacional.

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Tozé Brito: “Em Londres, tive uma crise fortíssima que não consigo explicar: o desespero era tal que senti um impulso para me atirar à linha do metro”

Recordando o período em que viveu exilado em Londres, antes do 25 de Abril, Tozé Brito revela, no Posto Emissor, um momento que o marcou. “Nunca me senti deprimido, mas naquele dia estava num estado de desânimo total em relação à vida”

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El Kennedy Center cumple con la orden judicial de retirar el nombre de Donald Trump de su fachada

Los tiempos extraordinarios que vive Washington exigen medidas extraordinarias. Por ejemplo, la retransmisión en directo, a través de YouTube y de las webs de varios medios de comunicación, de la anodina operación de levantar un andamio para que unos obreros, subidos a él, retiren las letras de molde de una fachada.

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Montaje del andamio, este viernes, para retirar el nombre de Donald Trump de la fachada del Kennedy Center.
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Miles Davis, un siglo desde que el jazz expandió sus fronteras

En las calles de París, una tienda de vinilos de jazz muestra en su escaparate una ventana al pasado: el trompetista estadounidense Miles Davis (1926-1991) toca en portadas, fotografías y carteles que, cien años después de su nacimiento, conmemoran el sonido suave e inconfundible de su viento metal. "Es un genio", dice a EFE el dueño del local, Fred Thomas. "Fue el mejor trompetista de jazz de la historia y John Coltrane (1926-1967) -su compañero durante casi una década- fue el mejor saxofonista", agregó, frente a un vinilo de Davis reeditado por su aniversario.

Como Thomas, son muchos quienes mantienen vivo el recuerdo del legendario trompetista, que dejó un poso particularmente grande en París, ciudad por la que desarrolló una gran simpatía desde su primera llegada a la capital, en 1949, para actuar en el Festival Internacional de Jazz de dicho año. "Al igual que muchos afroamericanos en aquella época, París no les veía como a negros: les veía como a músicos. Por eso no tenían ese estigma; no sentían la presión que tenían en Estados Unidos, no estaban obligados a tener permisos para tocar en los clubes... no eran considerados seres inferiores", explicó Thomas.

Fue esta simpatía encontrada en Francia lo que mantuvo a Davis ligado a Europa y, particularmente, a París: en los años 50 inició un romance con la cantante y actriz francesa Juliette Gréco (1927-2020) y regresó en reiteradas ocasiones a la ciudad, donde entabló amistad con músicos como el saxofonista Barney Wilen (1937-1996) o el pianista René Urtreger (1932, París).

Davis frecuentó barrios parisinos como Saint-Germain, epicentro del existencialismo francés, y actuó en salas icónicas como el Olympia, donde ofreció su mítico concierto de 1957, o la Sala Pleyel, que oyó por primera vez las notas de su trompeta en 1949. El que probablemente sea el mejor testigo de su paso por París es la banda sonora de la película "Ascenseur pour l'échafaud" ("Ascensor para el cadalso", 1958), del director de la "nouvelle vague" Louis Malle, que Davis grabó en una sola noche, durante una sesión de pura improvisación.

Según el experto en jazz y comisario de exposiciones en la Filarmónica de París Vincent Bessières, esta improvisación es una de las mayores cualidades del trompetista y una de las razones por los que sigue presente hoy en día, puesto que "asentó las bases sobre cómo tocar los temas pero, sobre todo, cómo improvisarlos".

Bessières opinó que álbumes de Davis como "Kind of Blue" (1959) son, "sin duda, la base a partir de la cual se aprende el vocabulario del jazz" hoy en día, mientras que otros, como "Tutu" (1986), demuestran su evolución constante, con la incorporación de sonidos e instrumentos electrónicos. "Miles Davis fue quien movió las fronteras del jazz, quien las ensanchó y mostró que esta música podía mezclarse con muchos otros lenguajes musicales", resumió el experto.

"Si estuviera vivo hoy, se habría interesado por la IA"

Según Bessières, Davis se ha mantenido más presente en la actualidad porque creía que el jazz debe "evolucionar, renovarse y reinventarse en función de la música actual", razón por la que cree que, de seguir vivo, "se habría interesado por la Inteligencia Artificial (IA)". "Prácticamente cada cinco años lleva a cabo una especie de revolución musical, de revolución estética, y cambia de estilo: hace evolucionar su música. Y eso es algo muy característico de él", agregó el experto.

Su obsesión con "no dar la impresión de ser un músico del pasado" le llevó a rodearse de algunos de los nombres más importantes y rompedores del género, como el bajista Marcus Miller (1959, Nueva York) o el guitarrista John Scofield (1951), impulsando toda una nueva generación de jazzistas. Por su parte, Fred Thomas lamentó que, dado el impacto del estadounidense en la historia de la música, "no se hayan hecho muchas cosas" para celebrar su centenario.

"Universal Francia ha reeditado un 'Ascenseur pour l'échaufaud' que tengo en el catálogo, pero, aparte de eso, no se ha hecho gran cosa, ni en Estados Unidos ni en otros lugares, lo cual es sorprendente", subrayó, en referencia a su local Sam Records.

Miles Davis es hoy reconocido como uno de los mejores músicos de 'jazz' de toda la historia, junto a contemporáneos como Duke Ellington (1899-1974) o Charlie Parker (1920-1955), y su renombre en Francia le ha valido el seguimiento de miles de aficionados y, incluso, una estatua de la célebre Niki de Saint-Phalle (1930-2002), hoy visible frente al paseo marítimo de Niza (sureste).

El jazz alcanzó otro nivel gracias a Miles Davis, un trompetista que representó la eterna vanguardia a través de su autoexigencia y eterna creatividad

© EFE

Un siglo después del nacimiento de Miles Davis, París aún oye el sonido de su trompeta

© EFE

Un siglo después del nacimiento de Miles Davis, París aún oye el sonido de su trompeta
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Rezar y perrear es lo mismo, ¡por el amor de Dios!

Una amiga me lo advirtió antes de ir. “Las que vais a ver a Bad Bunny me parecéis las mismas que las que van a rezar al Papa, no me interesa nada ni lo uno ni lo otro”. A mí no me pareció que fuera lo mismo rezar que cantar cosas como “Si tu novio no te mama el culo, pa eso que no mame”, pero mi amiga tenía razón en algo fundamental. En la práctica, no hay tanta diferencia entre perrear y rezar en 2026. Y no es que lo diga ella (o yo), es que el papa León XIV se reunió con Bad Bunny en su apretada agenda madrileña en un guiño de complicidad cristiana y, por si quedaban dudas, Benito bendijo al Pontífice durante el concierto. Hacia la mitad apareció el sapo Concho, mascota animada de la gira, en las pantallas gigantes y dijo: “Acho, un fuerte aplauso para el Papa que ha llevado esperanza y unión a tantas personas en el mundo”.

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© Mariano Regidor ( GETTY IMAGES )

Bad Bunny en el concierto en el Estadio Metropolitano el pasado 30 de mayo en Madrid.
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Indio

Se ha muerto un hombre. Era fino y peligroso. De aspecto seco, desértico, y una voz de diablo. En el escenario —con su banda, Los Redonditos de Ricota, en sitios lúgubres durante los ochenta, en predios a los que arrastraba a cientos de miles de personas tiempo después— tenía el aspecto de un obrero metalúrgico o de un monje. No hacía falta que impostara glamour con quienes íbamos a verlo. Era un dios hecho de aceite de motor y pavimento, y nos arrastró a su territorio desde que lo vimos por primera vez. A los tristes, los fundidos, los rabiosos, a los que siempre crujíamos, nos llevó más lejos. Hizo que a los 30, a los 40, a los 50, estuviéramos tan encendidos como a los 20. Yo estaba en Berna cuando se murió. Volví de una reunión de trabajo y, cuando llegué al hotel, encontré un mensaje del hombre con quien vivo que me daba aviso. Era viernes, 5 de junio de 2026. Habían pasado unos 40 años desde que lo vi por primera vez en un tugurio oscuro del barrio de Flores, Buenos Aires. Fue la banda de sonido de buena parte de mi vida. Si no sé qué hacer, ni cómo hacerlo, lo escucho cantar Había una vez, y esa parte que dice “los espíritus soplan si quieren, y vos que recién te enterás, tarde otra vez, mi amor” me recuerda que, a veces, no se puede hacer nada, que sólo hay que esperar. Cuando supe de su muerte —tenía párkinson, sufrió un accidente cerebrovascular hemorrágico en la madrugada—, caminé hasta un puente y me quedé mirando el río Aar. El mundo seguía andando, pero ese día anduvo menos. En Buenos Aires, sus fans se reunieron espontáneamente en la Plaza de Mayo. Desde el domingo, se inició un velorio público. Se formó una fila de siete kilómetros para despedirlo. Él le dio sentido a lo que no tenía sentido. Transformó la desesperación en canciones que nos hicieron mal de tanto bien que nos hicieron. Se llamaba —se llama— Carlos Alberto Solari. Nosotros, la tribu de su calle, le decíamos Indio. Le diremos siempre.

© Nehuen Rovediello (EFE)

Seguidores del Indio Solari, en su homenaje de despedida en la Plaza de Mayo de Buenos Aires, el pasado día 5.
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Arnold Schönberg, corazón y cerebro

Ocurrencias que se jalean —sonrisa más o menos condescendiente incluida— a un Joyce en literatura o a un Duchamp en las artes plásticas (por citar a dos de sus contemporáneos), en Arnold Schönberg provocan que muchos lleven rasgándose cansina y cínicamente las vestiduras desde hace décadas. Es como si se resistieran a aceptar a estas alturas lo que el propio austríaco denominó “la emancipación de la disonancia”, que él mismo ideó, auspició y ejecutó, incidiendo en que la “comprensibilidad” de esta última había de ser idéntica a la de la consonancia. Renúnciese a un centro tonal, elimínese toda jerarquía en la escala cromática, trátense las disonancias como si fueran consonancias: no cabe mayor democratización de la composición musical, sometida durante siglos a rígidas reglas y, en consecuencia, prohibiciones. Schönberg, al tiempo que se sentía heredero de una gloriosa tradición, y que tenía a Bach por poco menos que su padre espiritual, entendió que su revolución igualitaria era justamente lo único que podría perpetuar ese soberbio linaje secular austroalemán del que jamás quiso dejar de formar parte.

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Arnold Schönberg, retratado en 1907.

Arnold Schönberg

Berliner Philharmoniker Dir.: Kirill Petrenko 3 CD y 1 Blu-ray

© © ARNOLD SCHÖNBERG CENTER (EL PAÍS)

Arnold Schönberg, en Berlín hacia 1930.
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Rocío Carrasco, 20 años después de la muerte de Rocío Jurado: “Cuando ella se fue fui consciente de que soy la hija de un mito”

“Mi meta es ser la primera figura de la canción española”, escribió Rocío Jurado. Lo logró, a juzgar por los 20 millones de discos vendidos y los 150 discos de oro y 60 de platino atesorados. La seña clave de que lo consiguió es que 20 años después de su muerte —el 1 de junio de 2006, a los 61 años— ya es un mito consagrado. Pero para su primogénita y heredera universal, Rocío Carrasco (Madrid, 49 años), era, sobre todo, su madre, con todo lo que eso conllevaba.

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© Juan Naharro Gimenez (Getty Images)

Rocío Carrasco durante la MBFW Madrid 2026 en IFEMA, en marzo de 2026.
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Anitta fala sobre emoção de abrir a Copa do Mundo 2026: “Indescritível”

Ser uma das artistas escolhidas para participar da cerimônia de abertura da Copa do Mundo pode ser considerado um marco na carreira de qualquer músico. Para Anitta, a experiência ganhou ainda mais significado ao representar o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do planeta.

A artista esteve entre as atrações musicais da Copa do Mundo de 2026, cuja competição teve início nesta quinta-feira (11). Já nesta sexta-feira (12), a voz de “Mandinga” subiu ao palco na cerimônia de abertura promovida pelos Estados Unidos, país que recebe a partida contra o Paraguai. A apresentação ocorreu cerca de uma hora e meia antes do apito inicial do confronto, marcado para as 22h (horário de Brasília).

Ao lado da brasileira, que também é embaixadora da Beats, subiram ao palco do SoFi Stadium, em Los Angeles, Lisa e Rema. Juntos, eles cantaram “Goals”, que é uma das músicas do álbum oficial da Copa.

Em aspas exclusivas concedidas à CNN Brasil, a cantora comentou sobre a emoção em participar do evento e detalhou os sentimentos vividos ao subir ao palco diante de uma audiência global.

“Foi incrível! A energia do estádio foi contagiante e indescritível. Fico extremamente feliz e honrada em poder representar nosso país em um evento tão grande. Também adorei a homenagem feita por Beats e ter uma camisa 10 só minha. “Agora estou pronta para torcer e comemorar”, disse Anitta, Head de Inovação e Criatividade de Beats.

Como forma de reconhecimento, a artista recebeu uma camisa 10 personalizada, desenvolvida especialmente para a ocasião.

Copa do Mundo: Anitta sobe ao palco da cerimônia de abertura nos EUA • Créditos: Beats

 

Celebração espalhada pelos países-sede

A Copa do Mundo de 2026 iniciou com uma série de apresentações musicais distribuídas entre os três países-sede do torneio. A programação teve início na quinta-feira (11), no México, que recebeu uma grande festa de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México. O evento reuniu artistas de diferentes estilos e nacionalidades, entre eles Shakira, Burna Boy, Belinda, Danny Ocean e J Balvin, pouco antes da estreia da seleção mexicana diante da África do Sul.

Já nesta sexta-feira (12), o Canadá também promoveu sua própria celebração para marcar o início da competição em território canadense. O espetáculo aconteceu no BMO Field, em Toronto, e contou com nomes como Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Michael Bublé, William Prince, Vegedream, Sanjoy, Nora Fatehi e Jessie Reyez. As apresentações foram realizadas cerca de 90 minutos antes da partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.

Na sequência, os Estados Unidos receberam sua cerimônia de abertura, que teve Anitta entre as atrações responsáveis por animar o público antes do confronto entre a seleção norte-americana e o Paraguai.

Anitta diz ter “começado do zero” internacionalmente

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Anitta, Lisa e Tyla: saiba como foi a abertura da Copa do Mundo nos EUA

A abertura da Copa do Mundo 2026 chegou aos Estados Unidos, que é uma das sedes do evento, nesta sexta-feira (12). Com shows de abertura, a noite contou apresentações do rapper Future, da cantora Tyla, de Anitta, Lisa e Rema.

Um dos destaques ficou por conta da performance da brasileira Anitta ao lado de Lisa e do cantor nigeriano Rema. Os três cantaram juntos o single “Goals”. Com um look todo branco, os artistas animaram a plateia esportiva.

Já a apresentação de Tyla em conjunto com o rapper Future ficou por conta do single “Game Time”. A artista, que é de Joanesburgo, na África do Sul, homenageou os Estados Unidos ao usar um figurino branco e azul com detalhes em estrelas.

A noite também contou com a performance de Katy Perry, que cantou “Wonder”.

A artista usou um vestido prateado enquanto cantou ao lado do jovem cantor norueguês Tius Luka. Eles estavam envolta de um círculo de pessoas com bandeiras de diversos países participantes da Copa do Mundo 2026.

Copa do Mundo: veja as namoradas e esposas famosas dos jogadores convocados

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