Ídolo de uma geração, Cristiano Ronaldo concedeu entrevista coletiva na chegada da delegação da Seleção Portuguesa nos Estados Unidos, nessa sexta-feira (12), para a disputa da Copa do Mundo de 2026. O atacante de 41 anos foi questionado sobre a parte física e rebateu à pergunta da imprensa.
“Fisicamente? Fisicamente bem. Não tem visto os jogos? Acho que estou bem, não há surpresa nenhuma”, disse o jogador do Al-Nassr.
Cristiano Ronaldo chega para participar da Copa pela sexta vez (recorde ao lado de Messi, da Argentina, e Ochoa, do México) com mais desconfiança que o habitual. Na vitória por 2 a 1 sobre a Nigéria, em amistoso realizado na última quarta-feira (10), o atacante desperdiçou boas chances de gols.
No Mundial de 2022, no Catar, CR7 perdeu a titularidade para Gonçalo Ramos no mata-mata. A equipe nacional acabou eliminada para Marrocos nas quartas.
A referência ofensiva do PSG voltou a ganhar a posição de Cristiano Ronaldo na atual temporada, mas a tendência é que o ídolo português seja o escolhido.
Titular ou reserva, Cristiano Ronaldo demonstra confiança no grupo do técnico Roberto Martínez e elogia a atual geração de jogadores.
“É uma geração muito boa. Mas como digo, há fatores que não conseguimos controlar. Ganhar ou não ganhar. Mas acredito que é uma geração que vai dar muitas alegrias aos torcedores”, afirmou.
Portugal estreia na Copa do Mundo na quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), contra o RD Congo. A partida será realizada no Estádio de Houston, nos Estados Unidos. A Colômbia e o Uzbequistão completam o Grupo K.
Os planos para a assinatura virtual do acordo provisório foram concretizados no último dia para consolidar o acordo rapidamente e evitar imprevistos de última hora, disseram autoridades familiarizadas com o assunto.
O presidente e o vice-presidente não viajam ao exterior simultaneamente por questões de segurança e continuidade, e Trump tem uma viagem marcada para a cúpula do G7 na França na madrugada de segunda-feira (115).
Levar Vance de um evento de assinatura na Europa a tempo da partida de Trump seria difícil.
Em vez disso, foi oferecida uma assinatura eletrônica para finalizar o acordo provisório. O receio entre alguns dos mediadores é que, quanto mais tempo demorar para que seja assinado, maior a probabilidade de que algo comprometa o progresso ou que uma ou as duas partes descumpram o acordo, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.
Se essas divergências são meras diferenças na comunicação pública ou refletem algo mais profundo que poderia levar ao colapso do acordo, permanece incerto.
Impasse em assinatura
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) negou neste sábado (13) que um acordo provisório com os Estados Unidos seria assinado no domingo (14) e criticou a “insistência incomum” do presidente americano, Donald Trump, para assinar o acordo nesse dia.
O presidente americano e o Paquistão, mediador do conflito, afirmaram mais cedo neste sábado que o acordo provisório seria assinado no domingo.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os dois lados concordaram com uma estrutura para um acordo de paz e que Islamabad estava se preparando para uma assinatura eletrônica no domingo, seguida de negociações técnicas na próxima semana.
Mais cedo, neste sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que a assinatura do acordo “não acontecerá amanhã”.
“A possibilidade de isso acontecer nos próximos dias não está descartada”, disse Baghaei, segundo a agência Tasnim. “No entanto, devido à instabilidade da outra parte, devemos ser cautelosos com quaisquer declarações a respeito desse processo.”
“Este não é um acordo final entre o Irã e os Estados Unidos, mas sim um memorando que descreve os principais pontos de discordância e esclarece que a guerra terminará”, acrescentou o porta-voz iraniano.
Um funcionário americano que falou com repórteres posteriormente se recusou a comentar sobre o cronograma, mas disse: “É um ótimo acordo e um acordo muito forte.”
Não é a primeira vez que os dois lados parecem estar perto de um acordo inicial para encerrar a guerra, que começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã, mas Sharif escreveu na rede social X: “Estamos mais perto de um acordo de paz do que nunca.”
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na sexta-feira (12) que, embora mudanças no acordo ainda sejam possíveis, o acordo provisório demonstra que seu país saiu fortalecido do conflito.
Horas depois dessas declarações, forças americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional que se dirigiam para o Estreito de Ormuz, disse à agência de notícias Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.
A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os drones representavam uma ameaça ao tráfego comercial. O Comando Central dos EUA confirmou posteriormente a ação e disse que o estreito, uma importante via de acesso ao petróleo mundial, estava aberto.
O acordo provisório proposto prevê a reabertura do estreito e o levantamento do bloqueio naval americano, disseram fontes de todos os lados envolvidos nas negociações. As negociações sobre o programa nuclear iraniano — a justificativa declarada por Trump para iniciar a guerra — ocorreriam posteriormente.
“O Irã vai abrir o Estreito de Ormuz, isso é uma exigência. Ele poderá ser aberto sem pedágio. Assim que isso acontecer, nós suspenderemos nosso bloqueio”, disse o oficial americano que falou neste sábado (13).
“Isso acontecerá em conjunto, e parte da próxima etapa, a fase seguinte, será a desminagem do estreito”, afirmou o oficial, indicando que os países do G7 (Grupo dos Sete) poderiam ter um papel nisso.
Rusia ha presentado una nueva versión del submarino convencional Amur 1650 equipada con un sistema de lanzamiento vertical capaz de transportar hasta 28 misiles de ataque o antibuque, una de las mayores cifras dentro de su categoría.
La principal novedad del submarino está en su potencia de fuego. Incorpora un sistema de lanzamiento vertical situado detrás de la torre principal que le permitiría portar hasta 28 misiles de crucero, entre ellos los Club-S y los BrahMos, desarrollados conjuntamente por Rusia e India.
Gracias a este sistema, el submarino podría atacar tanto barcos como objetivos en tierra a larga distancia, algo poco habitual en modelos convencionales de este tamaño.
Un submarino más silencioso y con mayor autonomía
El nuevo Amur 1650 VLS parte de un diseño ya conocido, aunque introduce varias mejoras. Una de las principales es un sistema que le permite permanecer más tiempo bajo el agua sin necesidad de salir a superficie con frecuencia, lo que reduce las posibilidades de ser detectado.
La empresa encargada del diseño, Rubin Design Bureau, asegura además que el submarino ha sido desarrollado para ser más difícil de localizar y que incorpora equipos para vigilancia, reconocimiento y recopilación de información.
Según los datos difundidos, tendría un peso aproximado de 3.000 toneladas, necesitaría una tripulación de 42 personas y podría realizar patrullas de hasta 60 días.
Un submarino pensado también para exportación
El nuevo modelo forma parte de la estrategia de Rusia para reforzar sus exportaciones militares. El proyecto ha sido desarrollado por Rubin Design Bureau junto a United Shipbuilding Corporation, uno de los grandes grupos navales del país.
La presentación se ha realizado durante el Fleet International Maritime Defence Show 2026, una feria utilizada por Moscú para enseñar sus nuevos desarrollos militares a posibles compradores internacionales.
Por ahora no se han anunciado ventas ni países interesados, pero Rusia confía en que su capacidad para transportar hasta 28 misiles le ayude a diferenciarse frente a otros submarinos no nucleares del mercado.
A contagem inicial dos votos no segundo turno das eleições presidenciais peruanas foi concluída, mas agora o longo processo de revisão dos votos contestados está em andamento pelas autoridades eleitorais.
Com os candidatos separados por uma margem mínima, em um total de aproximadamente 18 milhões de votos, espera-se que o processo seja bastante disputado e minuciosamente analisado pelos dois lados.
Saiba como funciona o processo de revisão e quanto tempo pode levar até que o Peru saiba quem será seu próximo presidente.
As cédulas contestadas farão diferença?
Sim. A contagem inicial terminou com os candidatos separados por pouco mais de mil votos, enquanto votos de mais de 1.600 seções eleitorais, representando cerca de 400 mil votos, estão em revisão e ainda não foram contabilizados.
Uma grande parte das cédulas sinalizadas para revisão são de Lima, que votou fortemente em Fujimori, enquanto votos do exterior também a favoreceram. Isso levou as duas campanhas a se concentrarem intensamente no processo de revisão.
O que faz os votos serem revisados?
Cada seção eleitoral preenche uma folha de resultados com o total final de votos para cada candidato. Se houver algum problema com a folha, como erros de cálculo, caligrafia ilegível ou outras inconsistências, ela é sinalizada para revisão e enviada a uma comissão eleitoral especial.
Observadores eleitorais partidários também podem contestar os resultados nas seções eleitorais, o que pode influenciar o processo de revisão. Ambas as campanhas mobilizaram observadores eleitorais em todo o país e no exterior.
O que acontece com os votos enviados para a revisão?
Um júri eleitoral especial, composto por três membros, revisa a ata da seção eleitoral contestada. Se o problema for um simples erro de contagem ou transcrição, o júri pode resolvê-lo e a ata passa a fazer parte da contagem oficial.
Caso contrário, o júri pode convocar uma audiência pública para examinar o caso. Essas audiências são públicas e, posteriormente, recursos podem ser encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral para resolução.
Quanto tempo levará para saber quem venceu?
O processo completo de revisão pode levar semanas. As autoridades eleitorais do Peru afirmaram que o vencedor oficial deverá ser declarado até 15 de julho, embora o resultado possa ficar mais claro antes, caso um candidato comece a se distanciar à medida que os votos revisados forem adicionados à contagem.
Votos contestados são diferentes de pedidos de anulação?
Sim. Além das mais de 1.600 seções eleitorais sinalizadas para revisão devido a problemas com as atas de apuração, o partido de Sánchez entrou com quatro pedidos de nulidade separados, buscando anular os resultados de cerca de 2.400 seções eleitorais.
Um dos pedidos da equipe de Sánchez buscava invalidar os resultados de cerca de 1.750 seções eleitorais, principalmente em Lima, enquanto outros três abrangiam cerca de 650 seções eleitorais no exterior, principalmente nos Estados Unidos.
Uma comissão eleitoral rejeitou esses pedidos na sexta-feira (12) porque o partido não incluiu toda a documentação necessária.
O partido não pode reapresentar os pedidos nem apresentar novos, pois o prazo já expirou, segundo as autoridades.
El presidente estadounidense, Donald Trump, asistirá el miércoles próximo a una cena organizada por su homólogo francés, Emmanuel Macron, en el Palacio de Versalles, para conmemorar el 250 aniversario de la independencia de EE.UU., informaron este sábado fuentes del Elíseo. La cena tendrá lugar tras finalizar la cumbre de jefes de Estado del G7 (Estados Unidos, Francia, Reino Unido, Alemania, Japón, Canadá e Italia) que se celebrará en Évian (en el Este del país) bajo la presidencia gala del bloque, del lunes al miércoles próximos.
Una de las grandes incertidumbres que planeaba sobre el éxito de esta reunión era precisamente la presencia de Trump hasta el final del evento, ya que en la última edición, que tuvo lugar en Kananaskis (Canadá), se fue el día antes de la clausura por un aumento de la tensión en Oriente Medio. En este caso, la aceptación de la invitación extendida por Macron para acudir a esta cena de alto nivel en el suntuoso escenario de Versalles sí apuntaría, en principio, a la permanencia del mandatario estadounidense hasta el final de la cumbre.
Versalles es un lugar muy ligado a la amistad franco-estadounidense, recordaron este sábado desde el Elíseo, ya que en ese lugar fue firmado en 1783 el tratado que consagró la independencia de EE.UU. Fue después de que el rey Luis XVI ayudase a las Trece Colonias en la guerra contra los británicos, en la que desde París se aportó apoyo financiero, armamentístico y militar.
La guerra terminó oficialmente con el Tratado de París, con el que Gran Bretaña reconoció la independencia de los Estados Unidos. En la reunión de Évian, las grandes crisis geopolíticas marcarán en buena parte la agenda, y muy particularmente la de Ucrania -de hecho, el presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, acudirá como invitado al encuentro- y sobre todo la de Irán, en un momento en el que la firma de un acuerdo entre Teherán y Washington podría ser inminente. Francia quiere, en cualquier caso, que este G7 sea una cumbre de "gestión de crisis" con "resultados concretos", según avanzaron fuentes gubernamentales en la antesala de su inicio
En esta foto de archivo del 13 de julio de 2017, el presidente Donald Trump, la primera dama Melania Trump, el presidente francés Emmanuel Macron, a la derecha, y su esposa Brigitte Macron, a la izquierda, cenan en el restaurante Jules Verne en la Torre Eiffel, en París.
O museu dinamarquês Den Gamle By -- Museu Nacional ao Ar Livre de História e Cultura Urbana, localizado em Aarhus, venceu hoje o prémio Museu Europeu do Ano 2026, atribuído pelo Fórum Europeu dos Museus.
O museu dinamarquês Den Gamle By -- Museu Nacional ao Ar Livre de História e Cultura Urbana, localizado em Aarhus, venceu hoje o prémio Museu Europeu do Ano 2026, atribuído pelo Fórum Europeu dos Museus.
A França viveu uma semana marcada por protestos em diversas cidades após o assassinato de Lyhanna, uma criança de 11 anos.
Ela estava desaparecida desde o dia 29 de maio, em Fleurance, após sair da escola. O corpo da menina foi encontrado seis dias depois, no dia 4 de junho, em uma área rural. A causa da morte ainda não foi divulgada.
A mobilização ganhou força depois que veio à tona a informação de que o principal suspeito do crime, Jérôme Barella – pai de uma colega de Lyhanna -, já havia sido acusado, em agosto de 2025, por estupro contra outra criança. Apesar das acusações, ele não chegou a ser interrogado pelas autoridades.
Manifestantes foram às ruas para exigir explicações e cobrar mudanças no sistema judicial francês.
Durante os atos, participantes denunciaram o que consideram negligência institucional e defenderam medidas mais rigorosas para prevenir a reincidência de crimes sexuais contra mulheres e crianças.
Anne-Cecile Mailfert, da Fundação de Mulheres (Fondation des Femmes), criticou o governo durante um protesto em Paris na segunda-feira (8).
“Estamos cansados de sermos tratados como idiotas. É evidente que o sistema não funciona e que aqueles em posições de responsabilidade não estão fazendo o que deveriam.”
A pressão popular alcançou o governo. Diante da repercussão do caso, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, convocou uma reunião de emergência na terça-feira (9), na qual exigiu o fortalecimento de um projeto de lei de proteção à criança e requisitos mais rigorosos para o arquivamento de casos.
O governo planeja propor, ainda, o aumento das penas máximas de prisão para condenados por estupro de crianças, de 20 anos para prisão perpétua.
O presidente Emmanuel Macron se pronunciou sobre o caso quando Lyhanna ainda estava desaparecida. Ele reconheceu a existência de “disfunções” e falhas no sistema judicial francês e afirmou que o governo trabalhará para identificar responsabilidades e corrigir eventuais problemas estruturais que possam ter contribuído para a situação.
Os protestos aumentaram a pressão sobre o ministro da Justiça e sobre todo o governo francês, que já se prepara para a eleição presidencial do ano que vem.
Além disso, eles surgem na sequência de uma série de escândalos envolvendo menores de idade na França. O sistema escolar de Paris enfrenta alegações de abuso generalizado por parte de funcionários não docentes.
No ano passado, segundo a polícia francesa, mais de 75 mil menores foram vítimas de violência sexual, um aumento de 5% em relação a 2024.
Organizações de defesa dos direitos da criança e das mulheres afirmam que 160 mil crianças são vítimas de abuso sexual na França todos os anos e que as denúncias não são tratadas com a devida prontidão devido à falta de recursos, deixando as crianças expostas aos abusadores.
Esse, inclusive, é um dos pontos levantados pela defesa da família de Lyhanna. O advogado François de Roujou de Boubée afirma que maiores recursos judiciais poderiam ter evitado a morte da garota.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a assinatura de um acordo com o Irão está "prevista para amanhã", domingo, após o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter afastado essa possibilidade.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a assinatura de um acordo com o Irão está "prevista para amanhã", domingo, após o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter afastado essa possibilidade.
Este sábado, el presidente de EEUU, Donald Trump, ha anunciado que firmará con Iránun alto el fuego de la guerra que comenzó el pasado 28 de febrero. Ese día, el primero del conflicto, Israel y EEUU lograron eliminar al líder supremo de Irán, Alí Jamenei.
El ayatolá permanece sin ser enterrado desde entonces. Ahora, a dos semanas de cumplirse los cuatro meses de su muerte, se ha sabido cuál será la fecha del funeral
La televisión estatal iraní ha informado este sábado de que Alí Jamenei será enterrado el próximo jueves 9 de julio. El entierro tendrá lugar en su ciudad natal, Mashhad. El sepelio estaba previsto para marzo, pero la guerra ha obligado al gobierno iraní a posponerlo.
El retraso en el entierro de Jamenei ha alimentado las especulaciones sobre el estado de los restos del exlíder. Según informes de los medios iraníes, los cuerpos de los funcionarios que también murieron en el ataque fueron recuperados semanas después y solo pudieron ser identificados mediante pruebas de ADN; sin embargo, no se ha publicado ninguna información oficial sobre el estado o la ubicación de los restos de Jamenei.
El hijo de Alí Jamenei, Mojtaba, le sucedió como líder supremo a principios de marzo y se convirtió en el tercer gobernante de la república islámica, que se estableció en 1979. Mojtaba resultó herido en los ataques que acabaron con la vida de su padre, pero el nuevo líder supremo no ha aparecido en público desde el atentado.
Mientras permanece escondido, la única comunicación que Mojtaba tiene con el mundo exterior es a través de declaraciones que se le atribuyen y que se leen en la televisión estatal o se publican en las redes sociales.
El presidente estadounidense, Donald Trump, ha anunciado este sábado que el acuerdo provisional con Irán se firmará el domingo y que la firma permitirá la reapertura del estrecho de Ormuz. "Está previsto que se firme mañana el acuerdo e inmediatamente después de la firma el estrecho de Ormuz estará abierto para todos", ha afirmado Trump en sus redes sociales.
Trump ha resaltado que el acuerdo incluye que Irán no tenga armas nucleares "ni comprándolas, ni desarrollándolas ni en ninguna otra forma" y ha comparado esta situación con el Plan Integral de Acción Conjunta (PIAC), el acuerdo nuclear de 2015, que, según Trump, era "una vía fácil, bonita y cómoda hacia un arma nuclear", de lo que ha responsabilizado a Barack Obama. "Mi acuerdo con Irán es exactamente lo contrario: ¡un muro para el arma nuclear!", ha destacado. De hecho, ha asegurado que "Irán ya no quiere armas nucleares" y ha asegurado que "nuestra relación con Irán es muy distinta y mejor que la que tenían las administraciones anteriores".
El inquilino de la Casa Blanca ha señalado a Obama y a su sucesor, Joe Biden, "pagaron cientos de miles de millones de dólares" a Irán, entre ellos "1.700 millones de dólares en efectivo". En cambio, ahora "no habrá nada de dinero que camibie de manos". "En el momento apropiado, cuando todo se calme, iremos y conseguiremos el polvo nuclear que está enterrado bajo las montañas de granito gracias a nuestros bellos bombarderos B-2 y sus brillantes pilotos (...) y será rebajado y destruido en Irán o en Estados Unidos", ha asegurado.
Trump ha manifestado de nuevo "durante mucho tiempo" su disposición a "colaborar" con Irán dentro del contexto de Oriente Próximo. "Esperamos que este proceso funcione rápida, fácil y cómodamente. Si no, tenemos la alternativa definitiva ¡que esperamos que no se vuelva a utilizar jamás!", ha añadido. Este mismo sábado, el Gobierno paquistaní, principal mediador entre Estados Unidos e Irán, ha informado de que Teherán y Washington firmarán "digitalmente" el acuerdo preliminar este domingo, a pesar de que Irán ha descartado esta posibilidad y sitúa la firma "en los próximos días".
Sin embargo, el Gobierno iraní ha rechazado que el acuerdo preliminar vaya a firmarse este domingo, sino que se cerrará "en los próximos días". "El Memorándum de Entendimiento de Islamabad (...) no se firmará mañana. Tendremos que esperar para conocer la fecha exacta de la firma", ha afirmado el portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores iraní, Esmaeil Baqaei, según recoge la televisión pública iraní, IRIB.
Baqaei ha explicado que "no se puede descartar que ocurra en los próximos días", pero "debemos ser cautos a la hora de hacer comentarios debido a las reservas de la otra parte sobre este proceso". El portavoz iraní ha insistido en que el documento "se concentra en el fin de la guerra y por el momento se ha decidido no tratar la cuestión nuclear". El acuerdo preliminar que ambas partes negocian abre la puerta a 60 días de negociaciones sobre el programa nuclear iraní y el estrecho de Ormuz, entre otras cuestiones.
Nos arredores de Vịnh Mốc, bambus balançam ao vento sobre uma fileira de barracas de comida de rua. Cadeiras de plástico vermelhas dispostas na calçada servem de sala de jantar, enquanto os clientes se preparam para saborear pratos de arroz grelhado e macarrão.
É uma imagem típica do Vietnã, assim como as geladeiras de refrigerante para bebidas geladas.
É evidente que as coisas mudaram: há seis décadas, esta aldeia no centro do Vietnã foi fortemente bombardeada pelas forças dos Estados Unidos, que lançaram cerca de 9 mil toneladas de explosivos ao longo de oito anos.
Ao lado das barracas de comida fica a entrada para uma segunda Vịnh Mốc: um complexo de túneis subterrâneos construído para proteger os habitantes durante a Guerra do Vietnã.
Refúgio no subsolo para sobreviver
Antes de 1965, Vịnh Mốc era uma pacata vila de pescadores, uma das muitas cidades semelhantes ao longo da costa da província de Quảng Trị, no centro do Vietnã.
O ambiente era caracterizado por uma paisagem exuberante de campos de arroz, solo de basalto vermelho, areias douradas das praias do Mar da China Meridional e matagais de bambu.
Então tudo mudou.
As Convenções de Genebra de 1954 – os pactos internacionais que encerraram a primeira Guerra da Indochina – dividiram o Vietnã ao estabelecer a Zona Desmilitarizada ao norte do rio Bến Hải.
No ano seguinte começou a Guerra do Vietnã.
Vịnh Mốc ficava ao lado da Zona Desmilitarizada, próxima a importantes rotas de suprimento para as forças do Exército do Vietnã do Norte, que tentavam avançar para o sul. Isso fez da área um alvo prioritário tanto para as forças americanas quanto para as sul-vietnamitas durante toda a guerra.
Para escapar do poder de fogo americano, os moradores de Vịnh Mốc decidiram que era hora de se realocar… para debaixo da própria vila.
“Reassentar-se não era uma opção viável devido aos bombardeios constantes e ao risco de perderem tanto suas terras quanto suas vidas”, diz Văn Ngọc Vũ, guia turístico e diretor da Annam Tour.
“Cavar um túnel subterrâneo foi uma decisão tanto prática quanto estratégica”, explicou.
Centenas de moradores passariam seis anos sob a vila, que estava sob fogo inimigo constante.
Túneis construídos para a vida
O museu no local informa os visitantes que foi Trần Nam Trung, um alto funcionário do Partido Comunista do Vietnã do Sul, quem concebeu a ideia de escavar no subsolo durante uma visita à região em 1963.
Antecipando que os combates se deslocariam para o norte, ele propôs um sistema subterrâneo de habitação e abastecimento inspirado em Củ Chi, outro complexo de túneis localizado perto da Cidade de Ho Chi Minh (então Saigon), no sul do país.
Củ Chi consistia em passagens estreitas e interligadas que levavam a câmaras maiores.
Vịnh Mốc, por outro lado, foi projetada como uma vila subterrânea autossuficiente, onde os túneis principais de ligação eram altos o suficiente para permitir a circulação em pé e espaçosos o bastante para abrigar residências familiares individuais escavadas nas paredes dos túneis.
“As pessoas daqui já sabiam como cavar pequenos abrigos. O solo ao redor de Vịnh Mốc era suficientemente duro para não desmoronar facilmente e suficientemente macio para ser cavado com ferramentas simples”, explica Tran My Hoa, guia da Connect Travel.
A construção da vila subterrânea começou em 1965 e durou dois anos. Lê Xuân Vy, comandante da Polícia de Fronteira, supervisionou a obra, segundo uma entrevista concedida à imprensa vietnamita.
O complexo representou uma façanha de engenharia impressionante e engenhosa. Os túneis se estendem por mais de um quilômetro, e cada detalhe do complexo foi projetado para a sobrevivência.
As passagens subterrâneas foram escavadas em zigue-zague para amortecer as ondas de choque, que se propagam em linha reta. Diversas seções apresentam tetos abobadados e paredes espessas para melhor resistir a bombardeios.
“As saídas dos túneis eram cruciais para o funcionamento do sistema. Elas forneciam ventilação, rotas de evacuação de emergência e acesso a recursos externos”, afirma Văn Ngọc Vũ.
Treze dessas saídas conectavam o complexo a terras agrícolas e ao mar.
“As saídas para a costa permitiam operações discretas de reabastecimento na Ilha de Cồn Cỏ, facilitando assim a logística”, acrescenta.
Foram cavados poços para obter água potável, e as saídas localizadas em extremidades opostas garantiam a ventilação cruzada.
Anos na escuridão
Trocar o sol e o calor tropicais pela escuridão e umidade do subterrâneo é perturbador, e uma visita a Vịnh Mốc oferece um breve vislumbre das condições claustrofóbicas que outrora existiram ali.
O fato de algumas pessoas terem passado mais de cinco anos nessas condições, sob bombardeio constante, torna a experiência ainda mais inquietante.
O complexo se estende por três níveis, situados a profundidades entre 15 e 23 metros, com túneis estreitos e baixos que se alargam para levar a salas comunitárias maiores. Nichos esculpidos nas paredes serviam de quartos para cada família.
Comparado ao complexo de Củ Chi, Vịnh Mốc é mais espaçoso e possui corredores mais amplos; no entanto, os tetos baixos obrigam muitos visitantes modernos a se abaixarem para se locomoverem.
Hoje, luzes elétricas fracas fornecem iluminação, enquanto naquela época só havia lamparinas a óleo. Frequentemente, os habitantes tinham que se mover na escuridão total para evitar serem descobertos.
Estima-se que cerca de 400 pessoas viveram nesses túneis entre 1965 e 1972, e as visitas guiadas atuais oferecem um vislumbre de seu cotidiano. .
“A rotina diária girava em torno da sobrevivência”, explica Văn Ngọc Vũ.
“As pessoas ficavam no subsolo durante o dia e saíam à noite para cultivar a terra, pescar e coletar alimentos”, acrescentou.
A parte mais assombrosa da visita é ver os “espaços familiares”: pequenas câmaras individuais, com cerca de um metro de altura e quase dois metros de profundidade, escavadas nas paredes dos túneis, onde os habitantes dormiam.
Só de pensar em passar uma noite em tais condições já é aterrorizante, então viver ali por vários anos é uma experiência inimaginável.
Sobrevivendo aos horrores
Enquanto a morte espreitava na superfície, uma nova vida emergia da escuridão subterrânea. Visitas guiadas levam os visitantes a um cômodo que outrora serviu como maternidade da aldeia. Segundo os guias, pelo menos 17 crianças nasceram em Vịnh Mốc.
“O cordão umbilical era cortado com uma simples faca e o recém-nascido era enrolado em roupas velhas”, explica Văn Ngọc Vũ.
“Os bebês eram amamentados inicialmente e, posteriormente, alimentados gradualmente com purê de mandioca ou batata-doce”, disse.
Os habitantes também precisavam cozinhar, mas o desafio era impedir que a fumaça chegasse à superfície. A solução foi o sistema de cozimento Hoàng Cầm, nomeado em homenagem ao soldado norte-vietnamita que o inventou.
“As cozinhas ficavam no primeiro andar para que a fumaça não afetasse os aposentos no segundo andar”, explica Văn Ngọc Vũ.
“O uso de pequenas fogueiras com combustível seco reduziu a emissão de fumaça, enquanto longos dutos subterrâneos permitiam que a fumaça esfriasse e se dispersasse antes de escapar por aberturas ocultas”, acrescentou.
Um sistema semelhante existia em Củ Chi.
A engenharia em Vịnh Mốc provou ser notavelmente resistente. De acordo com informações do Museu de Vịnh Mốc, não houve vítimas no subsolo durante todos os anos de bombardeio. Embora os militares dos EUA soubessem das passagens subterrâneas na área, não conseguiram destruir o complexo.
A visita pelos túneis culmina em uma subida íngreme por escadas esculpidas na rocha, que levam a uma das sete saídas voltadas para o mar. Os visitantes emergem em uma encosta com vista para a costa, escondida pela vegetação costeira. A brisa do Mar da China Meridional traz um frescor revigorante, e o som das ondas é estrondoso após o profundo silêncio dos túneis subterrâneos.
O sistema de túneis é um dos passeios de um dia mais populares saindo de Huế, uma cidade imperial protegida pela UNESCO, famosa por seus palácios, santuários e túmulos.
Também é possível visitar Vịnh Mốc como parte de um passeio pela Zona Desmilitarizada, que inclui paradas na Base de Combate de Khe Sanh — uma base dos fuzileiros navais dos EUA que resistiu a um cerco de 77 dias em 1968 —, nas ruínas da Igreja de Long Hung (destruída em uma batalha em 1972) e na Ponte Hiền Lương, localizada no paralelo 17, que outrora dividia o Vietnã do Norte e do Sul.
Caminhando hoje pela tranquila província de Quảng Trị, é difícil acreditar que ela já foi um dos lugares mais bombardeados da Terra.
Parar para saborear uma tigela de sopa phở bò, sentado em uma cadeira de plástico em uma das barracas perto das entradas dos túneis, oferece a oportunidade de refletir sobre a experiência de viver ali e compartilhar a esperança de que ninguém jamais tenha que viver daquela forma novamente.
A guerra leva as pessoas a extremos para sobreviver. O complexo de Vịnh Mốc é talvez um dos exemplos mais assombrosos dessa realidade em todo o mundo.
A busca pela sexta estrela começa novamente para o Brasil.
Esta nação histórica e apaixonada pelo futebol já levantou a Copa do Mundo cinco vezes — mais do que qualquer outro país —, mas seu último triunfo, em 2002, começa a parecer uma memória distante, após mais de duas décadas de frustrações.
A França eliminou a Seleção nas quartas de final em 2006, a Holanda fez o mesmo em 2010, a Alemanha impôs uma das derrotas mais infames da história do esporte em 2014 — uma goleada de 7 a 1 que deixou torcedores chorando nas arquibancadas — e novas eliminações nas quartas de final se seguiram em 2018 e 2022.
Uma geração inteira de brasileiros nunca viu seu país vencer uma Copa do Mundo.
Histórias foram contadas sobre Ronaldo Nazário conduzindo a Canarinha à glória em 2002, após a decepção da França em 1998. Eles ouviram os relatos de Romário encerrando uma seca de 24 anos em 1994. As gerações mais velhas transmitiram as memórias da lendária equipe que brilhou no México em 1970.
Alguns até testemunharam a genialidade de Garrincha em 1962. Ainda menos pessoas se lembram de como um Pelé de 17 anos conquistou o coração de uma nação com seu talento em 1958.
Agora, após 24 anos no deserto, uma nova geração busca escrever seu próprio capítulo, no qual Vinícius Júnior deve ser o autor principal.
Mas, apesar do clamor evidente dos brasileiros por mais uma supremacia mundial, as expectativas parecem estar no nível mais baixo de todos os tempos.
Uma pesquisa realizada em abril pelo instituto Datafolha constatou que apenas 29% da população acredita que a Seleção pode vencer a Copa do Mundo, o menor índice desde que o instituto começou a realizar sondagens, em 1994.
Outros 46% nem mesmo esperam que a equipe avance além das quartas de final, fase em que o Brasil tropeçou nos dois últimos torneios.
O pessimismo tem razões concretas, já que a trajetória do Brasil até a Copa do Mundo foi marcada por escândalos fora de campo e desempenho abaixo do esperado dentro dele.
Crise nos bastidores e campanha irregular
Foi há pouco mais de um ano, em maio de 2025, que um tribunal do Rio de Janeiro ordenou a destituição do então presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, acusado de falsificar documentos para vencer a reeleição no início daquele ano.
A decisão veio apenas três dias após Carlo Ancelotti ser anunciado como técnico da equipe, que vivia sua pior campanha nas Eliminatórias para a Copa do Mundo da história.
O Brasil terminou em uma modesta quinta colocação na tabela da Conmebol, com apenas 28 pontos em 18 jogos, dez pontos atrás da arquirrival Argentina, que encerrou a disputa na liderança.
O ponto mais baixo também veio contra a Albiceleste, que goleou os brasileiros por 4 a 1 em Buenos Aires sem a presença de Lionel Messi.
O capitão Marquinhos classificou o resultado como “vergonhoso” à Globo e disse que “não pode acontecer de novo”, chegando a fazer um pedido público de desculpas.
“Me desculpem pelos nossos torcedores”.
O pedido de desculpas era certamente justificado, dado que foi a maior derrota da Seleção para a Argentina desde 1964, resultado que acabou custando o emprego de Dorival Júnior e acelerando a chegada do ex-técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti.
Os fantasmas de Belo Horizonte
No entanto, nenhum momento simboliza mais o declínio do futebol brasileiro do que os 90 minutos de caos no Mineirão, em Belo Horizonte, quando a seleção anfitriã enfrentou a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014, em 8 de julho daquele ano.
A Seleção se viu perdendo por 5 a 0 após apenas 30 minutos de jogo. Depois, o placar chegou a 7 a 0 a dez minutos do apito final, antes de Oscar marcar o mais insignificante dos gols de consolação no último minuto.
O desastre ficou conhecido como Mineiraço e — talvez ao lado da derrota por 2 a 1 para o Uruguai na partida decisiva da Copa do Mundo de 1950, a primeira realizada no Brasil — tornou-se o resultado esportivo mais traumático da história do esporte brasileiro.
“O 7 a 1 entrou para o vocabulário”, disse sem rodeios à CNN o especialista em futebol sul-americano Tim Vickery.
“Qualquer derrota humilhante e avassaladora, em qualquer área da vida, passa a ser chamada de 7 a 1. É uma mancha no tapete que não vai sair tão cedo. A única forma de superar isso é vencendo a Copa do Mundo”.
O desafio europeu
Mas, para que a Seleção alcance esse objetivo, provavelmente precisará fazer algo que não consegue desde que Ronaldo e companhia derrotaram a Alemanha na final de 2002: vencer uma seleção europeia em um mata-mata de Copa do Mundo.
França, Holanda, Alemanha, Bélgica e depois Croácia quebraram o coração dos brasileiros nas últimas cinco edições do torneio.
E, por mais vergonhoso que tenha sido o 7 a 1, ele fez parte de um fenômeno mais amplo de dificuldades diante dos adversários europeus.
“Conheço alguns jornalistas que dizem: ‘Nem me importo se não ganharmos desta vez, desde que a gente bata uma equipe europeia no mata-mata'”, afirmou Vickery, com humor.
Coautor do livro “Mundiales: A South American History of the World Cup”, ele destacou que, se o time de Ancelotti liderar o Grupo C como esperado, poderá cruzar com a Inglaterra nas quartas de final, caso os ingleses também terminem na liderança de sua chave.
No entanto, mesmo que esse confronto aconteça e o Brasil saia vencedor, isso não será suficiente para muitos torcedores.
Apenas a conquista da sexta estrela satisfará as expectativas.
As sementes da expectativa plantadas em 1970
A história da Copa do Mundo não pode ser contada sem a Seleção Brasileira de 1970.
“Brasil 1970” tornou-se uma expressão universal no vocabulário do futebol. Para muitas pessoas, as primeiras memórias ou referências do torneio começaram com Pelé no México.
Em parte porque foi a primeira Copa do Mundo transmitida em cores, fazendo a camisa amarela brilhar nas televisões pela primeira vez.
Mas, principalmente, porque aquele time se expressava com os pés de uma forma jamais vista.
Por causa disso, “era absolutamente natural que as pessoas da época fizessem uma conexão entre aquilo e a chegada à Lua alguns meses antes”, disse Vickery.
Apenas 20 anos antes, o Brasil havia sofrido sua primeira grande desilusão esportiva no recém-construído Maracanã, na derrota para o Uruguai que ficou conhecida como Maracanaço.
Mas a vitória sobre a Itália em 1970 gravou a terceira estrela no escudo e garantiu à Seleção a posse definitiva do então chamado Troféu Jules Rimet.
Mais importante ainda, consolidou o status do Brasil como referência máxima do futebol mundial.
“Em 1958, o Brasil era realmente a terceira força da América do Sul, atrás da Argentina e do Uruguai”, afirmou Vickery.
“Depois, ao longo de 12 anos, eles se tornaram o país do futebol, e a camisa amarela passou a ser associada a tudo que havia de bom e puro no Jogo Bonito.”
No entanto, segundo o jornalista, esse sucesso também criou um peso para as gerações seguintes.
“Cada Copa do Mundo desde então tem sido julgada pela de 1970”.
Além disso, impôs aos sucessores a obrigação de praticar um futebol que homenageasse os heróis do passado. É por isso que, segundo Vickery, o jejum de 24 anos sem título mundial parece ainda mais grave.
“Porque o que se pensava do Brasil não era apenas vencer, era vencer com estilo. Às vezes, era até não vencer, mas com estilo.”
Isso fica evidente no caso da seleção de 1982.
Frequentemente apontada como a melhor equipe a nunca conquistar uma Copa do Mundo, ela continua reverenciada até hoje, apesar de não ter chegado sequer às semifinais na Espanha.
Mas, como observa Vickery, “nos últimos anos, eles não têm vencido, e você realmente não os associa mais ao mesmo monopólio do futebol estiloso que tinham antes”.
Vinícius Júnior carrega a esperança
Um jogador, porém, ainda representa esse estilo: Vinícius Júnior.
E ele precisará assumir o protagonismo para que o Brasil tenha sucesso.
Cada título mundial conquistado pela Seleção teve uma figura central: Pelé em 1958 e 1970, Garrincha em 1962, Romário em 1994 e Ronaldo em 2002.
Para que o Brasil conquiste mais uma Copa do Mundo, a estrela do Real Madrid provavelmente precisará se juntar a essa lista.
“É a Copa dele. É a Copa para ele brilhar e se destacar”, disse Cafu, capitão da seleção campeã mundial em 2002, à CNN em abril.
“Todos os olhos estarão em Vini Jr. E tenho certeza de que, se ele tiver a calma e a consciência de que esta é a sua Copa do Mundo, ele vai realmente ajudar a seleção brasileira”.
Quatro anos atrás, no Catar, Vinícius já era peça importante, mas os holofotes ainda pertenciam a Neymar.
Agora, as esperanças de mais de 213 milhões de brasileiros recaem, em grande parte, sobre os ombros do atacante do Real Madrid.
O jogador de 25 anos, no entanto, demonstra tranquilidade diante da responsabilidade.
“Não é nada fora do comum. Jogo pela Seleção desde os 19 anos. Antes, eu era apenas uma jovem promessa, mas agora estou na linha de frente, liderando o time e tentando levar o Brasil de volta ao topo do futebol mundial. É uma responsabilidade enorme, e que valorizo de verdade”, disse Vinícius à Fifa durante a pausa internacional de março.
Bicampeão da Champions League, vice-campeão da Bola de Ouro e eleito melhor jogador do mundo pela Fifa em 2024, Vinícius já conquistou mais do que a maioria dos atletas poderia sonhar.
Mas liderar o Brasil ao tão esperado sexto título mundial o colocaria em uma categoria completamente diferente.
No entanto, há um homem com ainda mais em jogo: Neymar.
Quando Carlo Ancelotti anunciou Neymar entre os 26 convocados, muitas sobrancelhas foram levantadas.
O jogador de 34 anos não atuava pela Seleção desde outubro de 2023 e passou os últimos dois anos lutando contra lesões.
Mesmo assim, quando seu nome foi anunciado, os presentes no Rio de Janeiro explodiram em comemoração.
“Olé, olé, olé, olá… Neymar, Neymar”.
Era esse o coro que ecoava pelo Museu do Amanhã, enquanto o maior artilheiro da história da Seleção recebia uma última oportunidade de cumprir seu destino em uma Copa do Mundo.
De muitas formas, Neymar incorpora a visão de futebol que o Brasil apresentou ao mundo em 1970. Mas, mais importante, sua história remete diretamente àquele dia fatídico em Belo Horizonte.
Uma das imagens marcantes da Copa do Mundo de 2014 foi ver David Luiz e Júlio César segurando a camisa 10 do atacante durante a execução do hino nacional, antes da semifinal contra a Alemanha.
Neymar ficou fora daquela partida após sofrer uma lesão na vitória sobre a Colômbia, nas quartas de final.
Doze anos depois, ele continua inspirando esperança.
“Neymar é um cara que não precisamos avaliar para levar a uma Copa do Mundo. Talvez ele não jogue todos os jogos, mas é um jogador muito importante que já mostrou seu valor”, disse Ronaldo à CNN em março.
O Fenômeno também deixou uma mensagem aos torcedores brasileiros às vésperas do torneio.
“Acreditem, como sempre fazemos nas épocas de Copa do Mundo. Vamos voltar a pintar as ruas e enchê-las de bandeiras. Espero que possamos trazer o sexto título para o Brasil”.
La guerra en Ucrania se aproxima a su quinto aniversario, desde que Rusia decidiera invadir y atacar a este país europeo. Conforme se alarga el conflicto, los ucranianos han aprendido a convivir con ella de la mejor manera que pueden.
Es el caso de una pareja de novios que esta semana celebró su boda y que se vieron sorprendidos por la explosión de un dron kamikaze ruso que estalló muy cerca de donde se encontraban.
En las imágenes, difundidas por redes sociales, se ve a los novios posando cuando el ruido del dron al pasar les alerta. En seguida, tanto ellos como el cámara que los graba centran su atención en el avión no tripulado.
"Oh, ahora se va a caer en algún sitio", dice la novia al ver el movimiento del dron ruso. Tras otro ruido en el cielo, la joven pronuncia otra exclamación.
Las imágenes fueron captadas el pasado domingo en la ciudad de Zaporiyia. Situada a orillas del río Dniéper, la ciudad es un objetivo frecuente debido a su importancia industrial, a su central nuclear (la más grande de Ucrania) y su proximidad al territorio ocupado por Rusia.
El fotógrafo Eduard Kovsh compartió las imágenes en su cuenta de Instagram con el siguiente mensaje: "Este es el tipo de bodas que tenemos en Zaporiyia".
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) negou neste sábado (13) que um acordo provisório com os Estados Unidos seria assinado no domingo (14) e criticou a “insistência incomum” do presidente americano, Donald Trump, para assinar o acordo nesse dia.
A IRGC descreveu o cronograma como um “teste para a equipe de negociação iraniana” e afirmou que o anúncio de Trump ocorre “apesar de negociadores iranianos terem declarado explicitamente que o memorando ainda não foi finalizado e que a assinatura no domingo definitivamente não acontecerá”.
Em uma publicação no Telegram, o grupo sugeriu que Trump pretendia agendar a assinatura para coincidir com seu aniversário, em 14 de junho.
“Alguns observadores acreditam que sua insistência pode ser motivada pelo desejo de usar a ocasião simbolicamente e transformá-la em um evento de autopromoção”, diz a declaração.
O presidente americano e o Paquistão, mediador do conflito, afirmaram mais cedo neste sábado que o acordo provisório seria assinado no domingo.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os dois lados concordaram com uma estrutura para um acordo de paz e que Islamabad estava se preparando para uma assinatura eletrônica no domingo, seguida de negociações técnicas na próxima semana.
Mais cedo, neste sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que a assinatura do acordo “não acontecerá amanhã”.
“A possibilidade de isso acontecer nos próximos dias não está descartada”, disse Baghaei, segundo a agência Tasnim. “No entanto, devido à instabilidade da outra parte, devemos ser cautelosos com quaisquer declarações a respeito desse processo.”
“Este não é um acordo final entre o Irã e os Estados Unidos, mas sim um memorando que descreve os principais pontos de discordância e esclarece que a guerra terminará”, acrescentou o porta-voz iraniano.
Um funcionário americano que falou com repórteres posteriormente se recusou a comentar sobre o cronograma, mas disse: “É um ótimo acordo e um acordo muito forte.”
Não é a primeira vez que os dois lados parecem estar perto de um acordo inicial para encerrar a guerra, que começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã, mas Sharif escreveu na rede social X: “Estamos mais perto de um acordo de paz do que nunca.”
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na sexta-feira (12) que, embora mudanças no acordo ainda sejam possíveis, o acordo provisório demonstra que seu país saiu fortalecido do conflito.
Horas depois dessas declarações, forças americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional que se dirigiam para o Estreito de Ormuz, disse à agência de notícias Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.
A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os drones representavam uma ameaça ao tráfego comercial. O Comando Central dos EUA confirmou posteriormente a ação e disse que o estreito, uma importante via de acesso ao petróleo mundial, estava aberto.
O acordo provisório proposto prevê a reabertura do estreito e o levantamento do bloqueio naval americano, disseram fontes de todos os lados envolvidos nas negociações. As negociações sobre o programa nuclear iraniano — a justificativa declarada por Trump para iniciar a guerra — ocorreriam posteriormente.
“O Irã vai abrir o Estreito de Ormuz, isso é uma exigência. Ele poderá ser aberto sem pedágio. Assim que isso acontecer, nós suspenderemos nosso bloqueio”, disse o oficial americano que falou neste sábado (13).
“Isso acontecerá em conjunto, e parte da próxima etapa, a fase seguinte, será a desminagem do estreito”, afirmou o oficial, indicando que os países do G7 (Grupo dos Sete) poderiam ter um papel nisso.
Mauricio conseguiu um feito inédito, conquistado por Palmeiras e Paraguai em competições mundiais. O meia é o primeiro jogador a marcar tanto no Mundial de Clubes da Fifa como na Copa do Mundo.
Mauricio foi o autor do gol do Paraguai na última sexta-feira (12), na derrota para os Estados Unidos por 4 a 1. Recém-naturalizado paraguaio, ele entrou no segundo tempo e teve boa atuação no retorno da seleção à Copa do Mundo após 16 anos.
Além disso, o meia balançou as redes no Mundial de Clubes, no ano passado, na primeira edição da competição organizada pela Fifa.
Na ocasião, ele também entrou no segundo tempo. Na partida diante do Inter Miami, dos EUA, Mauricio marcou o gol de empate do Palmeiras. A partida terminou em 2 a 2.
Mauricio voltará a jogar pelo Paraguai no próximo sábado (20), contra a Turquia, pela segunda rodada da fase de grupos.
Jogos do grupo do Paraguai
2ª rodada:
19/6, às 16h (de Brasília): Estados Unidos x Austrália – Estádio Seattle Field, em Seattle (EUA)
20/6, às 01h (de Brasília): Turquia x Paraguai – Estádio Levi’s, em Santa Clara (EUA)
3ª rodada:
25/6, às 23h (de Brasília): Turquia x Estados Unidos – Estádio SoFi, em Los Angeles (EUA)
25/6, às 23h (de Brasília): Paraguai x Austrália – Estádio Levi’s, em Santa Clara (EUA)
O anúncio do Presidente dos EUA surge poucas horas depois do Irão ter afastado a possibilidade de um acordo ser assinado nas próximas 24 horas, embora fosse possível acontecer “nos próximos dias”