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Clima Econômico da América Latina recua 15,5 pontos no 1º tri, aponta FGV

O ICE (Indicador de Clima Econômico) da América Latina caiu de 88,5 pontos no quarto trimestre de 2025 para 73 pontos para o primeiro trimestre de 2026, recuo de 15,5 pontos, apontou o levantamento feito pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

O ICE do Brasil desceu de 88 pontos para 72,2 pontos no período, menos 15,8 pontos.

“Percebe-se que a piora dos indicadores, além de disseminada entre os diferentes países, engloba tanto a situação corrente como as perspectivas para o futuro próximo”, aponta a FGV, no relatório da Sondagem da América Latina.

“Quase todos os países com respondentes ativos registraram uma piora do clima econômico, fato marcante dentre as principais economias da América Latina. O caso mais sensível foi o da Argentina, com o indicador saindo de 102,7 para 68,3 – uma piora de 34,4 pontos. Brasil, Colômbia e México também registraram uma piora de seus indicadores, por, respectivamente, 15,8, 13,1 e 8,2 pontos.”

No ICE da América Latina, o ISA (Índice de Situação Atual) caiu 21,1 pontos, de 84,2 pontos no quarto trimestre de 2025 para 63,1 pontos no primeiro trimestre de 2026. O IE (Índice de Expectativas) reduziu 9,6 pontos, de 92,9 pontos para 83,3 pontos.

No ICE do Brasil, o ISA encolheu 33,3 pontos, para 77,8 pontos, enquanto o IE ficou estável (0,0 ponto) aos 66,7 pontos.

“É importante ter claro que a maior parte dos efeitos do choque externo ainda está por vir, não sendo captada, em toda sua intensidade, no início de 2026. Em ressaltado isso, vale discutir os específicos. No caso da Argentina, observou-se queda importante das projeções de crescimento econômico para 2026, em meio a uma piora da percepção institucional e aumento das projeções de inflação”, explica a FGV

“Já no caso do Brasil, as projeções de crescimento anual pouco mudaram e o desempenho da economia, nos dados disponíveis para o início do ano, não sugeriu grandes mudanças. A piora no ISA brasileiro parece estar ligada a outros fatores, como um aumento da percepção de carestia (preços mais elevados), pressão sobre os orçamentos familiares e certa inércia institucional nos primeiros meses de 2026”, pondera.

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Aggreko inicia implantação de usina termelétrica em gás natural no PE

A Aggreko, empresa que atua no setor de energia, iniciou a implantação da usina de transmissão Tacaimbó I, que irá operar com gás natural, em Tacaimbó, no agreste pernambucano.

Segundo informações divulgadas pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) o investimento total do projeto é de R$ 437 milhões.

O início da implantação ocorre após a companhia ter o seu projeto selecionado no LRCap (Leilão de Reserva de Capacidade) de 2026, promovido realizado pelo governo federal.

A cidade do projeto fica a 170 km de Recife, e tem função estratégica, diante do terreno ficar a apenas 70 metros de um gasoduto e a menos de 1,5 km da rede de transmissão nacional, o que elimina gargalos logísticos.

A empresa será responsável pela engenharia, construção, operação e manutenção da usina termelétrica, que tem capacidade inicial prevista de 92 MW.

Segundo a companhia, o projeto foi estruturado em configuração modular, com motores de acionamento rápido, ideal para atender aos novos requisitos de flexibilidade do sistema elétrico brasileiro.

Em nota, Cristiano Lopes Saito, diretor de vendas Brasil para Utilities e Data Centers, disse que o projeto representa “um passo importante” na ampliação da presença da empresa em geração de energia e enquanto produtor independente de energia, complementando a atuação no fornecimento de soluções modulares para setores como mineração, óleo e gás e utilities.

A companhia precisa ainda concluir as etapas de licenciamento, obras civis, engenharia, construção, integração à infraestrutura de gás e conexão ao sistema de transmissão.

“Estamos ampliando nossa atuação em projetos com horizonte operacional de curto, médio e longo prazo, que tragam previsibilidade, estabilidade e escala. Esse movimento reduz a dependência de operações mais transacionais e posiciona a companhia em um segmento estratégico da transição energética, especialmente em mercados que demandam soluções rápidas e flexíveis para suportar o crescimento das fontes renováveis”, completou Saito.

O modelo contratado prevê remuneração fixa por disponibilidade ao longo de 15 anos, dessa forma há a garantia de potência energética ao país em momentos de maior demanda ou de menor geração.

A previsão da empresa é que o fornecimento de energia comece em outubro de 2028.

Leilão polêmico

Realizado em março deste ano, o certame contratou cerca de 19,5 GW de potência, com contratos de até 15 anos e encargos de mais de R$ 515 bilhões aos consumidores.

Nesta terça-feira (9) a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) começou a analisar a homologação dos últimos projetos vencedores do certame.

Na segunda (8), a Justiça Federal do Ceará determinou a suspensão imediata da homologação dos resultados dos Leilões de Reserva de Capacidade (LRCap) de 2026 e da celebração dos respectivos Contratos de Potência de Reserva de Capacidade.

A decisão liminar foi proferida pelo juiz federal Luis Praxedes Vieira da Silva, da 1ª Vara Federal do Ceará, após ação movida pela Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) e pelo Sindienergia.

A medida foi uma nova reviravolta no processo dos leilões realizados em março, que contrataram cerca de 19,5 GW de potência.

Em outra decisão horas depois, o subprocurador-geral do MPTCU (Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União), Lucas Rocha Furtado, revisou sua posição sobre o certame e afirmou que errou ao dar peso predominante ao custo do leilão para os consumidores em detrimento da segurança e da estabilidade do sistema elétrico.

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Anthropic lança nova IA ultramoderna com duas versões; conheça

A empresa de tecnologia Anthropic lançou sua mais nova IA (Inteligência Artificial), dividida em duas versões: a Claude Fable 5, para uso geral, e a Mythos 5, para uso restrito. As programações são as mais modernas do segmento Mythos e prometem ser de altíssimo desempenho.

A Claude Fable 5 superou todas as versões de IA anteriores da empresa, possuindo barreiras de segurança rígidas e ativas. A nova versão do programa tem autonomia em assuntos como engenharia de software, biologia, tarefas analíticas complexas e visão computacional.

Já a Mythos 5 é uma versão paga e igualmente tecnológica quanto a Fable 5, mas possui barreiras de segurança cibernética e biológica liberadas, ou parcialmente liberadas, para parceiros de segurança e pesquisadores governamentais de confiança.

A nova tecnologia foi lançada como uma aposta para desbancar produtos ultramodernos e superdesenvolvidos que foram lançados por concorrentes nos últimos meses.

Preço

As empresas e clientes que gostarem de obter os serviços deverão desembolsar US$ 10 (em média R$ 52) por milhão de tokens de entrada e US$ 50 (aproximadamente R$ 260) por milhão de tokens de saída, um número maior que os outros serviços oferecidos pela Anthropic em suas tecnologias anteriores.

Para se ter uma ideia, o valor é quase o dobro da Claude Opus 4.8, lançada anteriormente.

Brasil está entre os países que mais usam inteligência artificial

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Streaming e 5G ampliam disputa no pós-pago

O consumo de conteúdo digital no Brasil vem mudando a dinâmica do mercado de telefonia móvel. Com brasileiros conectados a plataformas de vídeo, música, esportes ao vivo e redes sociais ao longo do dia, operadoras intensificaram a oferta de planos que concentram internet, entretenimento e serviços adicionais no mesmo pacote.

Segundo a Pesquisa Game Brasil 2025, 82,8% da população consome regularmente algum tipo de conteúdo digital. Ao mesmo tempo, o avanço do 5G ampliou o uso de internet móvel no país.

Dados divulgados pela Anatel mostram que o Brasil encerrou 2025 com mais de 58 milhões de acessos ativos na tecnologia 5G, crescimento de 46% em relação ao ano anterior.

O ritmo de expansão da nova geração de internet também acelerou a cobertura no país. Segundo projeção do Ministério das Comunicações, cerca de 80% da população brasileira deverá ter acesso ao 5G até o fim de 2026.

Além da qualidade da conexão, streaming, mobilidade e programas de benefícios ganharam relevância no mercado pós-pago.

A TIM está entre as operadoras que reforçam essa disputa com o TIM Black, plano que reúne internet, acesso a streaming, roaming internacional e benefícios voltados a quem usa o celular como principal ferramenta de comunicação, trabalho e entretenimento.

 

Streaming ocupa espaço central nos planos

O consumo de vídeo pelo celular levou operadoras a integrar serviços de entretenimento aos planos móveis. Com mais usuários concentrando internet e conteúdo no mesmo pacote, plataformas digitais ganharam espaço no segmento pós-pago.

O TIM Black reúne oito opções de streaming dentro do plano, com direito à escolha de uma assinatura e possibilidade de troca mensal.

O benefício acompanha hábitos de consumo mais fragmentados, em que usuários alternam conteúdos conforme estreias, campeonatos e lançamentos.

Segundo a TIM, o acesso aos serviços incluídos no plano não gera cobrança adicional.

 

5G amplia demanda por planos mais robustos

O crescimento do consumo de vídeo, chamadas online, redes sociais e aplicativos de trabalho elevou a procura por planos com maior volume de internet móvel.

Usuários do TIM Black têm acesso à rede líder em 5G da operadora, indicada para consumo intenso de vídeo, videochamadas, jogos online e aplicativos de trabalho.

A conectividade durante deslocamentos e viagens também ganhou relevância entre consumidores que dependem do celular ao longo do dia.

O plano inclui roaming internacional em países participantes e acesso à internet em voos compatíveis por meio do TIM no Avião, disponível em aeronaves participantes das companhias Gol e Latam.

 

Benefícios e experiências

Shows, festivais e ações exclusivas ganharam espaço na disputa das operadoras por usuários do pós-pago.

Quem utiliza o TIM Black tem acesso ao TIM Mais, programa exclusivo para clientes que reúne descontos, experiências e vantagens.

Entre os benefícios estão a meia entrada no cinema e 50% de desconto no combo da pipoca, gift cards, promoções, resgates de experiências e sorteios promovidos pela companhia.

O plano também oferece descontos na compra de smartphones e acessórios, em meio ao aumento da troca de aparelhos impulsionada pela expansão do 5G no país.

Streaming, benefícios e serviços digitais ganharam peso na concorrência entre operadoras no mercado pós-pago.

Verifique condições e planos elegíveis ao TIM Viagem. Internet no avião válida em voos Gol e Latam participantes.

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Evento com executivos debate ecossistema financeiro e desafios no Brasil

Com o ecossistema financeiro nacional no centro das atenções, o Banco Central do Brasil, a fintech global Jeeves e o escritório Pinheiro Neto Advogados se reúnem hoje (11), em São Paulo, para o debate “Brasil no Centro da Infraestrutura Financeira Global“.

O evento, voltado para CFOs, investidores e lideranças do setor, acontece no Espaço L’Atelier e trará painéis estratégicos sobre a evolução dos pagamentos globais e os desafios regulatórios para acelerar a expansão internacional das empresas brasileiras.

A agenda do evento traz dois painéis centrais, e a abertura oficial será realizada por representantes do Banco Central.

No primeiro painel, a discussão será comandada pelo CEO da Jeeves, Dileep Thazhmon, e a apresentadora do podcast J Curve, Olga Maslikhova.

Ambos conversarão com Fabrício Tota, vice-presidente de Crypto Affairs do Mercado Bitcoin, sobre as perspectivas globais sobre o futuro dos pagamentos.

Já o segundo painel terá como pauta o papel do Banco Central como regulador, além dos desafios e das oportunidades para o mercado brasileiro.

O debate, focado no cenário local, traz as visões de Nagel Lisânias Paulino, chefe de divisão no Departamento de Regulação do Banco Central do Brasil, Gustavo Gorenstein, CEO da Jeeves no Brasil, especialistas do Pinheiro Neto Advogados e convidado corporativo.

Para Gorenstein, atualmente o Brasil não senta mais na cadeira de espectador no mercado mundial. O país, em sua opinião, já se tornou um dos grandes protagonistas da inovação financeira.

“Reunir o regulador, a academia jurídica e as lideranças do mercado no mesmo espaço é fundamental para debatermos como consolidar essa posição. Neste evento, discutiremos como a infraestrutura de pagamentos global e uma regulação inteligente podem acelerar ainda mais a competitividade internacional”, explica o CEO da Jeeves no Brasil.

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Flávio aciona STF após declaração de Lula sobre enforcamento de “traidor”

O pré-candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), acionou nesta quinta-feira (11) o STF (Supremo Tribunal Federal) por uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que insinuou que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mereciam ser enforcados.

“Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores do que ele, são vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merece os traidores?”, questionou o presidente durante agenda na semana passada.

Na ação encaminhada à Suprema Corte, Flávio afirma que a declaração não é “mera metáfora histórica despretensiosa”, tampouco “simples retórica inflamada própria do debate política”.

“O discurso revela encadeamento lógico inequívoco e cuidadosamente construído para conduzir milhões de brasileiros à conclusão deliberadamente almejada pelo Noticiado”, escreveu o senador.

No documento, o parlamentar ressalta ainda a figura do presidente da República no sistema constitucional brasileiro: “A palavra de um Presidente da República carrega consigo o peso institucional da República. Cada manifestação pública do Chefe do Poder Executivo possui extraordinária importância, pois transcende o campo da opinião privada, irradiando efeitos concretos sobre a sociedade, sobre as instituições democráticas e sobre o comportamento de milhões de cidadãos que o reconhecem como a principal autoridade política do país“.

A CNN Brasil entrou em contato com o Palácio do Planalto e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestação.

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Lula veta projeto que garantia Bolsa Família para trabalhadores safristas

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vetou de forma integral o PL (Projeto de Lei) 715/2023, que impedia a perda de benefícios sociais, como o bolsa família, para trabalhadores rurais contratados de forma temporária, conhecidos como safristas. 

O projeto havia sido aprovado pelo Senado em dezembro de 2025 e na Câmara, por votação simbólica, em maio deste ano. 

No DOU (Diário Oficial da União) desta quinta-feira (11), a Presidência justificou o veto por considerar a norma inconstitucional e contrária ao interesse público.

O comunicado destacou também que o PL cria despesas obrigatórias de caráter contínuo, sem a apresentação da origem dos recursos para essa despesa e de estimativas de impacto orçamentário e financeiro. 

Outro ponto apresentado no DOU foi a ausência de comprovação de que essas despesas adicionais afetariam as metas de resultados fiscais. 

De acordo com o comunicado enviado ao Congresso, foram consultados e se manifestaram a favor do veto:  Ministério da Fazenda, o Ministério do Planejamento e Orçamento, o Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

O que é a Lei dos Safristas

Vista como uma das prioridades da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), a Lei dos Safristas busca impedir que trabalhadores rurais contratados temporariamente para a safra percam benefícios sociais, como o Bolsa Família, por causa do aumento momentâneo da renda durante o período de trabalho 

A proposta altera regras relacionadas ao contrato de safra e prevê mecanismos para evitar que a renda obtida durante períodos sazonais de trabalho rural seja usada como fator automático para exclusão de programas sociais. 

O Projeto previa que as famílias que eventualmente deixarem o programa após o fim da chamada regra de proteção poderão retornar ao Bolsa Família em até 36 meses, desde que voltem a cumprir os critérios de elegibilidade.

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Momento de pauta-bomba não poderia ser pior, diz Tebet à CNN

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) criticou a aprovação no Senado de projetos com custo bilionário nesta semana. Em entrevista à CNN, nesta quinta-feira (11), Tebet disse que “momento não podia ser pior“, afirmando que os textos aprovados não deixam claro a fonte de saída dos recursos.

Entre as matérias aprovadas estão o aumento do piso salarial de médicos e dentistas e a aposentadoria especial para agentes de saúde e de combate às endemias. O Executivo também inclui no pacote das chamadas “pautas-bomba” a renegociação de dívidas rurais.

“Em relação às pautas-bomba, […] o momento não podia ser pior, porque estamos à véspera de uma eleição, não sei nem se esse é o melhor projeto para o agro e por uma razão: porque não trouxe de uma forma muito clara de onde vai sair esse dinheiro para compensar“, afirmou Tebet à CNN.

A ex-ministra ainda defendeu que a verba seja compensada por um menor volume de emendas parlamentares. “Se o Congresso entende que é o momento, que isso é urgente, que tire daquilo que não é tão importante, e que inclusive é uma excrescência. Não sou contra emendas parlamentares mas não nessa grandeza a ponto de engessar o orçamento brasileiro“, disse.

Tebet ainda comentou sobre a tentativa de reaproximação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que vivem entrave sobre a tramitação do fim da jornada 6×1.

“Conheço o temperamento e a personalidade dos dois. Alcolumbre pode ter todos os seus defeitos, como toda pessoa tem, mas ele é um homem de diálogo, ele é de bom senso, ele nunca se negou e não acredito que vai se negar a conversar com o presidente Lula e aparar as arestas pelo bem do país. Acho que o diálogo vai acontecer, conheço o Davi Alcolumbre muito bem”, afirmou a ex-ministra.

Quais são as “pautas-bomba”?

Três principais projetos estão sendo classificados pelo governo como “pautas-bomba”. O primeiro deles é o PL de renegociação de dívidas rurais, que cria uma linha especial para produtores afetados por eventos climáticos e dificuldades econômicas.

Como o texto sofreu alterações no Senado, ele precisará retornar à Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção. A equipe econômica estima um impacto de até R$ 140 bilhões para o Tesouro Nacional.

O segundo projeto trata do aumento do piso salarial de médicos e dentistas, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. O valor passou de R$ 3.636 para R$ 13.662 para uma jornada de 20 horas semanais. A proposta segue para a Câmara dos Deputados caso não haja recurso apresentado no plenário do Senado.

Já o terceiro projeto é uma PEC que reduz a idade mínima de aposentadoria para agentes de saúde, aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça): 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com 25 anos de contribuição. O impacto estimado pelo Ministério da Previdência é de cerca de R$ 99 bilhões para a União, estados e municípios.

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Flávio aciona STF contra Lula por fala sobre ‘traidores da pátria’ e pede investigação


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusando o petista dos crimes de ameaça e incitação ao crime em razão de um discurso feito na semana passada em Catalão (GO). Na ação, o pré-candidato à Presidência pede a abertura de um inquérito para investigar as declarações de Lula e afirma que o presidente estimulou apoiadores a praticarem violência contra ele. “No discurso em questão, para além de inúmeras ofensas, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva proferiu falas que configuram os delitos de ameaça e de incitação ao crime, na medida em que ele instigou os ouvintes a cometerem o crime de homicídio por enforcamento contra o Senador Flávio Bolsonaro”, afirma a peça. O discurso a que a defesa do senador se refere é uma fala feita pelo petista na semana no início de junho em que chamou os Bolsonaro de "vendilhões da pátria" e defendeu “forca” para traidores da pátria. — São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado — disse. A iniciativa amplia o confronto entre os dois potenciais adversários da disputa presidencial e ocorre em meio ao esforço de Flávio de intensificar críticas ao governo em temas como segurança pública, economia e política externa. A notícia-crime foi protocolada pelos advogados Tracy Reinaldet, Matteus Macedo e Leonardo Castegnaro. O documento sustenta que Lula ultrapassou os limites do embate político ao comentar a viagem de integrantes da família Bolsonaro aos Estados Unidos e classificá-los como “traidores da pátria”. “O Noticiado (Lula) afirmou, para todo o país, que o Senador Flávio Bolsonaro seria um traidor. Na sequência, rememorando – à sua maneira – um evento histórico, demonstrou que, em seu senso peculiar de justiça, traidores merecem ser enforcados”, completaram os advogados. ‘O que merecem os traidores da pátria?’ Para os advogados de Flávio, a fala configura uma forma indireta de ameaça e de incentivo à violência. A peça sustenta ainda que Lula construiu um raciocínio que associaria o senador à figura do “traidor” e levaria os ouvintes à conclusão de que ele mereceria ser morto. “A palavra presidencial, especialmente quando externada em ambientes oficiais, solenidades públicas, entrevistas ou transmissões de grande alcance midiático, como ocorreu no presente caso, transcende o campo da mera opinião pessoal e assume inequívoca aptidão para mobilizar comportamentos, inclusive os ilícitos, circunstância que impõe ao Chefe do Poder Executivo responsabilidade institucional ainda mais rigorosa no exercício de sua atuação discursiva”, afirmam. O documento também argumenta que o contexto político torna o episódio mais grave por envolver um pré-candidato à Presidência e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vítima de uma facada durante a campanha eleitoral de 2018. Os advogados afirmam ainda que, após o discurso, houve aumento de publicações nas redes sociais contendo ameaças e manifestações de violência contra Flávio e seus familiares, que, em conjunto, alcançaram mais de 14 milhões de visualizações. Flávio no Pará A ação foi divulgada pela pré-campanha de Flávio enquanto o senador está no Pará para uma série de agendas, inclusive o lançamento da pré-campanha de Éder Mauro. Em discurso em um dos eventos, Flávio voltou a tratar do tema da segurança pública ocm mais afindo, defendeu a classificação de CV e PCC como terroristas, e afirmou que em eventual governo seu irá “construir mais de 500 mil vagas de presídio”. -- Porque esse cara (criminoso) vai mofar dentro da cadeia. A gente vai reduzir a maioridade penal. A gente vai botar castração química pra estuprador. É assim que o bandido vai ser tratado a partir do ano que vem. Mas pra isso, nós precisamos de um congresso nosso. Alinhado com o presidente da república.
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A nova função da iluminação pública nas cidades que buscam mais segurança e qualidade de vida


A iluminação pública sempre esteve presente entre os serviços essenciais oferecidos pelas cidades. Durante décadas, sua principal função foi garantir visibilidade durante a noite, permitindo a circulação de veículos e pedestres em condições adequadas. No entanto, as transformações urbanas observadas nos últimos anos ampliaram significativamente a importância desse elemento da infraestrutura urbana. Matheus Vinicius Voigt explica que a iluminação pública passou a integrar estratégias mais amplas de desenvolvimento urbano, segurança e qualidade de vida. O crescimento das cidades trouxe desafios relacionados à ocupação dos espaços públicos, à mobilidade e à sensação de segurança da população. Nesse contexto, a iluminação deixou de ser vista apenas como um componente operacional e passou a ser compreendida como uma ferramenta capaz de influenciar diretamente a forma como as pessoas utilizam e percebem o ambiente urbano. A relação entre iluminação e percepção de segurança A segurança urbana é resultado de diversos fatores sociais, econômicos e estruturais. Embora a iluminação pública não seja capaz de resolver isoladamente problemas relacionados à criminalidade, ela exerce influência significativa sobre a percepção de segurança e sobre o uso dos espaços coletivos. Ambientes mal iluminados tendem a reduzir a circulação de pessoas durante determinados períodos do dia, especialmente no período noturno. Essa diminuição da presença de cidadãos pode contribuir para o abandono gradual de áreas públicas, reduzindo a vitalidade urbana e limitando atividades econômicas e sociais. Por outro lado, ruas, praças, parques e corredores de circulação adequadamente iluminados favorecem a ocupação contínua dos espaços. A presença constante de pessoas cria uma dinâmica urbana mais ativa, fortalecendo o sentimento de pertencimento e ampliando a sensação de segurança entre moradores e visitantes. A iluminação pública como instrumento de revitalização urbana Nos últimos anos, diversos projetos de revitalização urbana passaram a incluir a modernização da iluminação como uma das primeiras etapas das intervenções. Isso ocorre porque melhorias nesse sistema produzem resultados perceptíveis em um período relativamente curto. A renovação de parques de iluminação frequentemente está associada ao aumento da circulação de pedestres, à valorização de áreas públicas e à ampliação das atividades econômicas locais. Regiões que anteriormente apresentavam baixa utilização durante a noite passam a receber novos fluxos de pessoas, estimulando o funcionamento de estabelecimentos comerciais e serviços. De acordo com Matheus Vinicius Voigt, a iluminação eficiente contribui para criar ambientes mais convidativos e funcionais. Quando integrada a outras melhorias urbanísticas, ela pode desempenhar um papel relevante na recuperação de espaços que antes apresentavam baixa atratividade para a população. Mobilidade urbana depende de ambientes mais seguros e acessíveis A discussão sobre mobilidade urbana costuma priorizar temas como transporte coletivo, infraestrutura viária e circulação de veículos. Entretanto, a qualidade da iluminação também exerce influência direta sobre a forma como as pessoas se deslocam dentro das cidades. Pedestres, ciclistas e usuários de diferentes modais dependem de condições adequadas de visibilidade para realizar seus deslocamentos com segurança. Dessa forma, a iluminação insuficiente pode aumentar riscos de acidentes, dificultar a identificação de obstáculos e reduzir a sensação de conforto durante os trajetos. Com a expansão de políticas voltadas à mobilidade ativa, a iluminação pública passou a integrar estratégias de incentivo à caminhada e ao uso de bicicletas. Cidades que investem em infraestrutura acessível e bem iluminada criam condições mais favoráveis para deslocamentos sustentáveis e para a redução da dependência de veículos particulares. Tal como frisa Matheus Vinicius Voigt, a integração entre iluminação, mobilidade e planejamento urbano representa uma das tendências mais relevantes na construção de cidades mais humanas e eficientes. A tecnologia está redefinindo o papel da iluminação pública A evolução tecnológica ampliou significativamente as possibilidades associadas aos sistemas de iluminação urbana. A substituição de equipamentos convencionais por luminárias LED foi apenas o primeiro passo de uma transformação mais ampla. Atualmente, cidades em diferentes regiões do mundo vêm incorporando sistemas inteligentes capazes de monitorar o funcionamento da rede em tempo real. Como referência, sensores, plataformas digitais e soluções de telegestão permitem identificar falhas, reduzir desperdícios e otimizar processos de manutenção. Essas tecnologias também contribuem para ampliar a eficiência energética dos municípios. Além da redução do consumo de energia, a gestão inteligente dos sistemas permite direcionar recursos de maneira mais estratégica, aumentando a qualidade dos serviços prestados à população. Como evidencia Matheus Vinicius Voigt, a incorporação de soluções tecnológicas à infraestrutura urbana cria oportunidades para uma gestão mais eficiente e transparente dos ativos públicos. A iluminação pública deixa de ser apenas um serviço de suporte e passa a integrar uma rede de informações capaz de apoiar decisões relacionadas ao desenvolvimento urbano. Cidades inteligentes começam pela infraestrutura básica O conceito de cidades inteligentes costuma ser associado a aplicativos, plataformas digitais e sistemas avançados de conectividade. No entanto, a construção de ambientes urbanos mais inteligentes depende, antes de tudo, da modernização da infraestrutura física. A iluminação pública ocupa posição estratégica nesse processo porque está presente em praticamente toda a malha urbana. Sua capilaridade permite a instalação de sensores, equipamentos de monitoramento e tecnologias que podem futuramente apoiar diferentes serviços públicos. Essa característica transforma os sistemas de iluminação em uma base importante para iniciativas relacionadas à mobilidade, monitoramento ambiental, conectividade e gestão urbana. O investimento em infraestrutura inteligente deixa de atender apenas demandas operacionais e passa a contribuir para a construção de cidades mais integradas e preparadas para os desafios futuros. Qualidade de vida também é uma questão de infraestrutura Quando se discute qualidade de vida urbana, é comum destacar temas como saúde, educação e segurança. Entretanto, a infraestrutura exerce papel igualmente relevante na experiência cotidiana dos cidadãos. Uma iluminação adequada influencia a utilização dos espaços públicos, favorece atividades de lazer, estimula a convivência social e amplia a sensação de conforto nos deslocamentos diários. Nesse quesito, pequenas melhorias nesse sistema podem gerar impactos significativos na forma como as pessoas interagem com a cidade. Além disso, ambientes urbanos mais iluminados tendem a estimular a ocupação dos espaços coletivos, fortalecendo relações comunitárias e contribuindo para uma dinâmica urbana mais ativa. Esses fatores reforçam a importância de tratar a iluminação pública como um investimento em qualidade de vida e não apenas como uma despesa operacional. Conforme aponta Matheus Vinicius Voigt, compreender a iluminação pública dentro de uma perspectiva mais ampla de desenvolvimento urbano é fundamental para que gestores e planejadores possam aproveitar todo o potencial dessa infraestrutura. O futuro da iluminação pública será cada vez mais estratégico A tendência observada em diferentes regiões do mundo aponta para uma integração crescente entre iluminação, tecnologia, mobilidade e planejamento urbano. O que antes era visto como um serviço básico passa a ocupar posição estratégica dentro das políticas de desenvolvimento das cidades. A combinação entre eficiência energética, conectividade e gestão inteligente cria oportunidades para tornar os ambientes urbanos mais seguros, sustentáveis e funcionais. Ao mesmo tempo, amplia a capacidade dos municípios de responder aos desafios associados ao crescimento populacional e à expansão da infraestrutura. A trajetória recente da modernização urbana mostra que a iluminação pública deixou definitivamente de cumprir apenas uma função operacional. Ela se consolidou como uma ferramenta capaz de contribuir para a segurança, a mobilidade e a qualidade de vida da população, assumindo um papel cada vez mais relevante no planejamento das cidades do futuro.
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Quadro comprado por US$ 100 é leiloado por mais de US$ 250 mil após IA revelar verdadeiro autor


Há sessenta anos, Helene Plotkin estava vasculhando um brechó em Nova York, quando uma pintura chamou sua atenção. Plotkin, que tem graduação em artes, ficou fascinada pela explosão de cores e pelas pinceladas ousadas da obra, que evocavam o estilo fauvista que ela tanto admirava. Na pintura, uma mulher vestida de preto está sentada em um ambiente doméstico salpicado de tons vibrantes de azul e laranja. Plotkin lembra-se de ter pago menos de US$ 100 pela obra. De 'Contatos imediatos do terceiro grau' a 'Dia D': como Steven Spielberg se tornou o embaixador de aliens nas telas Mais de 20 mil assinaturas: Trump vira alvo de petição no Japão após publicar vídeo em que aparece como 'Naruto' A pintura ficou pendurada na parede dela até dezembro passado, quando, com a ajuda de inteligência artificial, Plotkin descobriu que sua pechincha de décadas atrás era, na verdade, uma relíquia da história da arte europeia. Posteriormente autenticada por avaliadores de arte como uma obra original do aclamado colorista escocês F.C.B. Cadell, a pintura foi vendida a um comprador particular em um leilão neste mês por US$ 250 mil, incluindo taxas, ou aproximadamente R$ 1,3 milhão. Histórias de relíquias de família são há muito tempo tema de programas de televisão como "Antiques Roadshow" e "Pawn Stars". No entanto, a trajetória de Plotkin rumo ao lucro sugere que a IA pode ser capaz de fornecer ao público em geral o tipo de serviço de identificação de objetos que antes era limitado ao olho humano altamente treinado. Plotkin, de 88 anos, sempre sentiu uma "sensação de realeza" no retrato de Cadell, imaginando a retratada como a esposa de um político — ela pensava especificamente de Eleanor Roosevelt. Mas nunca suspeitou que possuía uma obra-prima avaliada em centenas de milhares de dólares. "Eu nunca, jamais pensei nisso", disse Plotkin em uma recente entrevista por telefone, "simplesmente adorava a pintura". Entenda: mais de 2 mil anos depois, arqueólogos encontram 'cavalos' mortos dentro de padaria de Pompeia Barry, filho de Plotkin, lembra que ao longo dos anos sua mãe ocasionalmente especulava sobre a origem da obra, mas a curiosidade não passava de comentários passageiros, e ele também não achava que a pintura justificasse uma investigação. Seria um transtorno transportá-la para uma casa de leilões, apenas para ser rejeitado, imaginava o homem de 60 anos. Então, alguns meses atrás, uma ideia surgiu para Barry durante uma visita à casa de sua mãe na Flórida: por que não tentar o Gemini, o assistente de IA do Google? Ele tirou uma foto, carregou e perguntou ao chatbot o que ele poderia lhe dizer sobre a pintura. “Foi incrível a quantidade de informações que surgiu”, disse. Em algumas das primeiras respostas do Gemini, a empresa observou os detalhes em laranja da pintura, sua estética art déco e seu fundo lilás — todas características “inconfundivelmente” da obra de Cadell. Também mencionou a ligação do pintor com os Coloristas Escoceses, um grupo de quatro artistas — Cadell, John Duncan Fergusson, George Leslie Hunter e Samuel John Peploe — que infundiram a arte moderna britânica com influências fauvistas e impressionistas francesas. Coxinha e mortadela: com mostra cancelada na Aliança Francesa por 'posicionamento político', fotógrafa planeja lançamento de livro “Sua mãe não encontrou apenas um ‘Cadell’”, escreveu o Gemini, “ela encontrou um retrato de estúdio em grande escala, da década de 1920, de sua principal musa, pintado em seu estúdio mais famoso em Edimburgo.” Além de dar a ótima notícia, o Gemini orientou Barry a consultar o verso da pintura. Lá, ele e sua mãe encontraram uma marca de leilão, um carimbo na tela e a data de processamento. O Gemini recomendou os "próximos passos para verificação": entrar em contato com uma casa de leilões e um avaliador de arte profissional. O assistente de IA sugeriu os especialistas Nick Curnow e Alice Strang, da Lyon & Turnbull. "À medida que a história se desenrolava, ficávamos cada vez mais animados", disse Strang em entrevista, "porque isso é o sonho de qualquer leiloeiro". Strang e Curnow confirmaram grande parte do que a IA havia afirmado, com uma exceção importante: o Gemini havia identificado a modelo de Cadell como Bethia Hamilton Don Wauchope, uma modelo frequente de Cadell cujo nome está inscrito no verso da obra. Mas a Lyon & Turnbull identificaram a modelo como May Easter, outra modelo do pintor. O turbante que Easter usa na pintura de Plotkin também aparece em outra tela, "Rosa e Ouro". Ambas as pinturas foram provavelmente feitas em meados da década de 1920, disse Strang. 'Voltamos bêbados': Pedro Bial conta que ele e Cazuza beberam uísque com Vinicius de Moraes quando crianças Pesquisas adicionais e análises técnicas — incluindo inspeção sob três tipos de luz — confirmaram as descobertas do Gemini. Cadell era “um mestre absoluto do pincel”, disse Strang, acrescentando: “Ele diz ‘Eu sou Cadell’ repetidamente nessas pinturas”. Strang disse que não conseguia explicar como a pintura de Cadell foi parar nos subúrbios de Nova York em 1966, poucos meses depois de a Christie’s, em Londres, tê-la vendido por 21 libras (ou cerca de US$ 600 hoje). Espelhando o estilo de Cadell de dar nomes às suas obras, ela e Curnow intitularam a pintura “Interior: A Dama de Preto”. Strang disse que poderia ter atribuído a pintura a Cadell por conta própria, embora tenha reconhecido que, sem a ajuda da IA, o filho de Plotkin talvez nunca tivesse procurado a empresa. Quanto ao generoso pagamento, Plotkin, que leciona arte e é conhecida por doar suas próprias pinturas, disse que planeja deixá-la para seus filhos. "Não quero nada", disse ela. "É deles." Sua única esperança é que o comprador da obra de arte a exiba publicamente de vez em quando. Ela imaginou que seus netos poderiam encontrá-la e dizer: "Olha, é a pintura da vovó."
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Edital vai selecionar 30 autores para festival literário na Bahia

Estão abertas as inscrições para o edital do Cais da Palavra, espaço voltado ao lançamento, divulgação e comercialização de obras de autores do Vale do São Francisco. A iniciativa faz parte da programação do Festival Juá Literária 2026, que acontecerá de 20 a 25 de julho, integrando as celebrações pelos 148 anos de Juazeiro, comemorados em 15 de julho.As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 5 de julho, por meio do e-mail caisdapalavra2026@gmail.com. Podem participar autores residentes nos municípios que compõem o Vale do São Francisco e que tenham interesse em apresentar suas obras durante o festival. Leia Também: EDUCAÇÃO Enem 2026: como começar a preparação com planejamento, foco e equilíbrio EDUCAÇÃO Veja como se inscrever no Concurso Cultural Jovem Jornalista 2026 NOVIDADE Salvador recebe Oficina de Jornalismo Comunitário com vagas gratuitas De acordo com o edital, serão escolhidos até 30 escritores para participar das atividades do Cais da Palavra, promovendo lançamentos, sessões de divulgação e comercialização de livros ao longo da programação do evento.Além de incentivar a literatura regional, a iniciativa busca ampliar o acesso do público à produção cultural local e fortalecer o intercâmbio entre escritores, leitores e agentes do setor editorial.Festival reunirá literatura, música e cultura popularCom o tema “Palavras que navegam pelo tempo”, a segunda edição do Festival Juá Literária contará com cerca de 180 atividades culturais e educativas. A programação inclui apresentações musicais e poéticas, mesas de debate, rodas de conversa, contação de histórias, oficinas, ações voltadas ao público infantil e lançamentos de livros.Entre os convidados confirmados estão a cantora e compositora Adriana Calcanhotto, o cantor e compositor Oswaldo Montenegro, o músico Marcelo Jeneci, a escritora e educadora Bárbara Carine e a escritora Aline Bei.Totalmente gratuito, o festival pretende reunir leitores, estudantes, educadores, artistas e produtores culturais para a celebração da literatura e da diversidade cultural brasileira.

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Eurodeputados negociadores rejeitam proposta da UE para orçamento plurianual até 2034

A eurodeputada socialista Carla Tavares e o eurodeputado romeno Siegfried Mureșan, negociadores do Parlamento Europeu para o orçamento plurianual, rejeitaram hoje a proposta da presidência cipriota rotativa da União Europeia (UE) por não estar “adaptada às realidades atuais”.

“Rejeitamos a proposta do Conselho, que simplesmente não está adaptada às realidades atuais. Não reflete nem as necessidades dos cidadãos europeus nem a posição do Parlamento Europeu, enquanto instituição democrática e orçamental da União”, reagem Carla Tavares e Siegfried Mureșan, numa posição hoje divulgada.

De acordo com os parlamentares, “a proposta do Conselho envia um sinal completamente errado”, já que, “ao reduzir em 2% a proposta global da Comissão, sugere, na prática, que os desafios da Europa exigem menos ação e não mais”.

A presidência cipriota do Conselho da UE apresentou hoje uma “versão revista e mais amadurecida” do orçamento plurianual comunitário, cortando em 32,8 mil milhões de euros a proposta da Comissão Europeia, mas preservando valores da coesão e agricultura.

Em causa está a chamada caixa de negociação, hoje publicada, que servirá de base para a discussão dos líderes da UE na reunião do Conselho Europeu da próxima semana, sendo o mote para negociações interinstitucionais nos próximos meses entre países (no Conselho da UE) e os eurodeputados (no Parlamento).

A proposta da presidência cipriota da UE prevê uma redução global moderada de cerca de 2% face ao orçamento apresentado pela Comissão Europeia, o equivalente a 32,8 mil milhões de euros.

A maior parte dos cortes incidirá sobre a competitividade, a defesa e a ação externa da UE sendo que, segundo Nicósia, mesmo com esta ligeira redução de 3,9%, os programas mantêm níveis significativamente superiores aos do período atual.

Ao todo, com esta revisão, o orçamento da União passaria a representar 1,23% do Rendimento Nacional Bruto (RNB) da UE, ou 1,13% se for excluído o reembolso associado ao fundo de recuperação pós-pandemia, que financia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A ideia é que as políticas de coesão, pescas e agricultura – que foram as únicas que sofreram reduções em termos reais na proposta da Comissão Europeia quando comparadas com o atual QFP 2021-2027 -, mantenham os seus valores.

Visando reforçar o apoio a países mais pobres e atenuar cortes na agricultura e pescas, é defendido mais apoio aos Estados-membros com RNB abaixo de 90% da média da UE dado que têm de investir mais em transportes e ambiente sem terem financiamento suficiente.

Ao mesmo tempo, propõe-se aumentar o orçamento das pescas para dois mil milhões de euros, uma vez que a Comissão Europeia previa um corte de quase 70% neste setor, mas mesmo com este reforço o financiamento das pescas continuará abaixo do nível do atual QFP (em cerca de 38,5% inferior).

Já na agricultura são sugeridos ajustamentos para dar mais flexibilidade à Política Agrícola Comum.

Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034 de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos.

O Parlamento Europeu quer um orçamento mais ambicioso, defendendo contribuições nacionais equivalentes a 1,27% do RNB da UE, face aos 1,15% propostos pela Comissão Europeia, sem incluir os encargos associados ao reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (0,11% do RNB).

Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando em causa um aumento de cerca de 10%.

Os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano.

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Trump cancela ataques ao Irão e anuncia acordo para cessar-fogo e negociações nucleares

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta quinta-feira a suspensão dos ataques militares planeados contra o Irão, afirmando que a liderança iraniana “aprovou” um rascunho de acordo que prevê a extensão do cessar-fogo em vigor, a reabertura do Estreito de Ormuz e o lançamento de um período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano.

O anúncio surge num contexto de elevada tensão geopolítica na região do Golfo Pérsico e representa um novo capítulo nas prolongadas negociações entre Washington e Teerão. Contudo, e apesar do tom optimista da Casa Branca, o Governo iraniano ainda não confirmou publicamente a existência de qualquer acordo aprovado.

Não é a primeira vez que Trump afirma estar próximo de um entendimento com Teerão, tendo feito declarações semelhantes em momentos anteriores das negociações sem que estas se tenham concretizado. A falta de confirmação do lado iraniano mantém assim uma nuvem de incerteza sobre a solidez do anunciado entendimento.

Ainda assim, três fontes com conhecimento directo das conversações revelaram ao portal norte-americano Axios que diferenças-chave entre as partes terão sido resolvidas durante as negociações realizadas na quarta-feira entre representantes iranianos e mediadores do Qatar. O papel de Doha como intermediário nestas negociações tem sido determinante para manter os canais diplomáticos abertos entre as duas potências.

A reabertura do Estreito de Ormuz — rota estratégica pela qual passa uma parte significativa do comércio mundial de petróleo — é um dos pontos centrais do acordo em discussão. O encerramento ou perturbação desta via marítima teria impacto imediato nos mercados energéticos globais, elevando as apostas diplomáticas em torno das negociações.

O período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, caso avance, constituirá uma nova janela diplomática para tentar chegar a um entendimento duradouro sobre as ambições nucleares de Teerão, tema que tem dominado a agenda de segurança internacional há mais de duas décadas.

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Governo e CNJ lançam guia para fortalecer política de busca de pessoas

Logo Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta quinta-feira (11), três publicações para orientação, capacitação de agentes públicos e de referência para a formulação, implementação e o aprimoramento de ações de gestores voltadas à localização de pessoas desaparecidas em todo o país.

Os novos documentos são:

Notícias relacionadas:

· a cartilha “Atuação das Polícias Militares e das Guardas Municipais na Busca de Pessoas Desaparecidas”;

· o Guia de Orientações às Autoridades Centrais Estaduais; e

· o Diagnóstico da Gestão de Pessoas Falecidas com Identidade Desconhecida no Brasil.

Os lançamentos fazem parte da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e ocorreram durante o Seminário Interinstitucional da Política Nacional de Pessoas Desaparecidas,  realizado em Brasília.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), João Alberto Nogueira Júnior, enfatizou que o desaparecimento de um cidadão exige uma resposta que oriente e capacite o poder público, além de servirem como referência para a formulação e aperfeiçoamento das ações.

“Nenhum órgão isoladamente possui todas as ferramentas necessárias para enfrentar um fenômeno tão complexo e multifacetado,” explicou.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), ainda lembrou da criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que unifica dados das polícias civis estaduais para agilizar buscas em todo o país.

"O desaparecimento de uma pessoa representa uma das situações mais angustiantes que uma família pode enfrentar. Trata-se de uma ocorrência que transcende a esfera da segurança pública, impactando profundamente a dignidade humana, os direitos fundamentais e a própria estrutura familiar e comunitária", afirmou.

Elisa Calcaterra, representante Residente Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil declarou que o lançamento dos materiais representa um passo importante para fortalecer a atuação institucional e ampliar a garantia de direito de direito das famílias afetadas.  “Temos que colocar à frente as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que estão enfrentando desafios maiores e apoiar essas pessoas conjuntamente.”

A dor dos familiares

Durante a abertura do seminário na sede do Ministério da Justiça, a representante do Movimento Nacional de Familiares de Pessoas Desaparecidas e fundadora da Associação Mães da Sé, Ivanise Espiridião, falou sobre a dor das famílias envolvidas nesta questão.

"O desaparecimento é uma das experiências mais dolorosas que uma família pode enfrentar. Não há despedida, não há explicação, não há encerramento. Há apenas perguntas que acompanham mães, pais, filhos, irmãos e amigos todos os dias. Cada pessoa desaparecida tem um nome, uma história, uma família que espera. E cada família merece uma resposta", cobrou.

Ivanise iniciou após o desaparecimento de sua filha, Fabiana Esperidião, em dezembro de 1995, na cidade de São Paulo. Para ela, a ausência de respostas é uma das realidades mais cruéis impostas a um ser humano e, por isso, há cerca de 30 anos, a líder do movimento civil luta por melhorias no sistema de identificação e localização de pessoas desaparecidas.

"Quando falamos do desaparecimento, não falamos apenas de números ou estatísticas. Falamos de vidas interrompidas, de histórias sem resposta e de famílias que convivem diariamente com a incerteza."

Poder Judiciário

Na ocasião, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também publicou o Manual de implementação da Resolução CNJ (nº 634/2025).

O documento estabelece diretrizes e protocolos humanizados para o atendimento e a atuação do poder Judiciário em casos de desaparecimento de pessoas. O objetivo é orientar magistrados em ações judiciais, por exemplo, de declaração de ausência, morte presumida e demais procedimentos.

Ao priorizar o acolhimento das famílias, a gerente de projetos da Secretaria-Geral do CNJ e gestora do Programa Justiça Plural, Natália Dino, revelou que a expectativa do CNJ é que promova a escuta qualificada pelos juízes brasileiros e o reconhecimento dos familiares também como vítimas do processo.

“Ao final, o que esperamos é um compromisso para que a espera não seja interminável, para que a busca não seja solitária, para que a dor não seja invisibilizada. Essa é a nossa esperança equilibrista que assumimos hoje com as tantas Marias e Clarices do Brasil.”, disse em alusão à canção O Bêbado e o Equilibrista, de Aldir Blanc e João Bosco, interpretada por Elis Regina.

O trecho faz referência à Maria Aparecida Fiel, filha mais velha do metalúrgico Manuel Fiel Filho, e à Clarice Herzog, esposa do jornalista Vladimir Herzog, ambos mortos nas dependências do DOI-CODI, por oposição à ditadura militar.

 

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Governo e CNJ lançam guia para fortalecer política de busca de pessoas

Logo Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta quinta-feira (11), três publicações para orientação, capacitação de agentes públicos e de referência para a formulação, implementação e o aprimoramento de ações de gestores voltadas à localização de pessoas desaparecidas em todo o país.

Os novos documentos são:

Notícias relacionadas:

· a cartilha “Atuação das Polícias Militares e das Guardas Municipais na Busca de Pessoas Desaparecidas”;

· o Guia de Orientações às Autoridades Centrais Estaduais; e

· o Diagnóstico da Gestão de Pessoas Falecidas com Identidade Desconhecida no Brasil.

Os lançamentos fazem parte da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e ocorreram durante o Seminário Interinstitucional da Política Nacional de Pessoas Desaparecidas,  realizado em Brasília.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), João Alberto Nogueira Júnior, enfatizou que o desaparecimento de um cidadão exige uma resposta que oriente e capacite o poder público, além de servirem como referência para a formulação e aperfeiçoamento das ações.

“Nenhum órgão isoladamente possui todas as ferramentas necessárias para enfrentar um fenômeno tão complexo e multifacetado,” explicou.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), ainda lembrou da criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que unifica dados das polícias civis estaduais para agilizar buscas em todo o país.

"O desaparecimento de uma pessoa representa uma das situações mais angustiantes que uma família pode enfrentar. Trata-se de uma ocorrência que transcende a esfera da segurança pública, impactando profundamente a dignidade humana, os direitos fundamentais e a própria estrutura familiar e comunitária", afirmou.

Elisa Calcaterra, representante Residente Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil declarou que o lançamento dos materiais representa um passo importante para fortalecer a atuação institucional e ampliar a garantia de direito de direito das famílias afetadas.  “Temos que colocar à frente as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que estão enfrentando desafios maiores e apoiar essas pessoas conjuntamente.”

A dor dos familiares

Durante a abertura do seminário na sede do Ministério da Justiça, a representante do Movimento Nacional de Familiares de Pessoas Desaparecidas e fundadora da Associação Mães da Sé, Ivanise Espiridião, falou sobre a dor das famílias envolvidas nesta questão.

"O desaparecimento é uma das experiências mais dolorosas que uma família pode enfrentar. Não há despedida, não há explicação, não há encerramento. Há apenas perguntas que acompanham mães, pais, filhos, irmãos e amigos todos os dias. Cada pessoa desaparecida tem um nome, uma história, uma família que espera. E cada família merece uma resposta", cobrou.

Ivanise iniciou após o desaparecimento de sua filha, Fabiana Esperidião, em dezembro de 1995, na cidade de São Paulo. Para ela, a ausência de respostas é uma das realidades mais cruéis impostas a um ser humano e, por isso, há cerca de 30 anos, a líder do movimento civil luta por melhorias no sistema de identificação e localização de pessoas desaparecidas.

"Quando falamos do desaparecimento, não falamos apenas de números ou estatísticas. Falamos de vidas interrompidas, de histórias sem resposta e de famílias que convivem diariamente com a incerteza."

Poder Judiciário

Na ocasião, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também publicou o Manual de implementação da Resolução CNJ (nº 634/2025).

O documento estabelece diretrizes e protocolos humanizados para o atendimento e a atuação do poder Judiciário em casos de desaparecimento de pessoas. O objetivo é orientar magistrados em ações judiciais, por exemplo, de declaração de ausência, morte presumida e demais procedimentos.

Ao priorizar o acolhimento das famílias, a gerente de projetos da Secretaria-Geral do CNJ e gestora do Programa Justiça Plural, Natália Dino, revelou que a expectativa do CNJ é que promova a escuta qualificada pelos juízes brasileiros e o reconhecimento dos familiares também como vítimas do processo.

“Ao final, o que esperamos é um compromisso para que a espera não seja interminável, para que a busca não seja solitária, para que a dor não seja invisibilizada. Essa é a nossa esperança equilibrista que assumimos hoje com as tantas Marias e Clarices do Brasil.”, disse em alusão à canção O Bêbado e o Equilibrista, de Aldir Blanc e João Bosco, interpretada por Elis Regina.

O trecho faz referência à Maria Aparecida Fiel, filha mais velha do metalúrgico Manuel Fiel Filho, e à Clarice Herzog, esposa do jornalista Vladimir Herzog, ambos mortos nas dependências do DOI-CODI, por oposição à ditadura militar.

 

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Estudante mexicana fará o lançamento da moeda no 1.º jogo

A jovem escolhida para determinar o pontapé de partida no primeiro jogo do Mundial ganhou um concurso escolar internacional, com um projeto sobre a inclusão de pessoas com deficiência visual.

© ISAAC ESQUIVEL/EPA

A participação da estudante insere-se numa estratégia que pretende reforçar o impacto social da competição
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Estudante mexicana fará o lançamento da moeda no 1.º jogo

A jovem escolhida para determinar o pontapé de partida no primeiro jogo do Mundial ganhou um concurso escolar internacional, com um projeto sobre a inclusão de pessoas com deficiência visual.

© ISAAC ESQUIVEL/EPA

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