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Autoridade Tributária explica: descubra quando é importante pedir número de contribuinte (NIF) na fatura

Pedir fatura com número de contribuinte continua a ser uma prática importante para muitos consumidores portugueses, sobretudo quando está em causa a possibilidade de beneficiar de deduções no IRS. Apesar de ser um gesto simples no momento da compra ou da prestação de um serviço, o NIF na fatura ajuda a garantir que a despesa fica associada ao contribuinte e comunicada à Autoridade Tributária (AT).

A AT explica que, para as despesas poderem ser aceites como deduções à coleta de IRS, devem, por regra, estar suportadas por faturas, faturas simplificadas ou faturas-recibo com o NIF do adquirente inscrito.

Estes documentos têm ainda de titular aquisições de bens ou prestações de serviços comunicadas eletronicamente à AT ou emitidas no Portal das Finanças, de acordo com a informação oficial disponível no Portal das Finanças.

O porquê de colocar o NIF nas faturas

A indicação do NIF permite que as despesas fiquem registadas no e-Fatura e possam ser consideradas no cálculo das deduções, quando cumpram os requisitos legais. Ao mesmo tempo, este procedimento ajuda a tornar as operações mais transparentes, uma vez que cada fatura comunicada contribui para o controlo fiscal das compras e serviços prestados.

Obrigação de emitir fatura

Segundo o Código do IVA, os sujeitos passivos são obrigados a emitir fatura por cada transmissão de bens ou prestação de serviços, mesmo que o cliente não a peça. Esta obrigação aplica-se independentemente da qualidade do adquirente ou destinatário dos serviços, conforme resulta do artigo 29.º do Código do IVA, disponível no Portal das Finanças.

A fatura deve ser emitida, em regra, o mais tardar até ao quinto dia útil seguinte ao momento em que o imposto é devido, segundo o artigo 36.º do Código do IVA. Já a comunicação dos elementos das faturas à AT deve ser feita até ao dia 5 do mês seguinte ao da emissão, como esclarece a própria Autoridade Tributária nas perguntas frequentes do e-Fatura.

Como confirmar se as faturas foram comunicadas

Os contribuintes podem consultar as faturas na App e-Fatura ou no Portal das Finanças, acedendo à área de adquirente. Se uma fatura emitida com NIF não estiver disponível, o consumidor pode registá-la manualmente, desde que tenha o documento na sua posse, de acordo com as instruções da AT.

Existem, no entanto, situações com regras próprias. O Portal das Finanças esclarece que algumas despesas podem ser comprovadas por faturas, faturas-recibo, faturas simplificadas ou outros documentos quando o fornecedor esteja dispensado dessa obrigação.

Nas despesas de saúde e educação, por exemplo, há situações em que recibos ou documentos equivalentes podem ser relevantes, desde que cumpram os requisitos legais e permitam identificar a operação.

Quando o comerciante se recusa a emitir fatura

A recusa em emitir fatura, quando existe obrigação legal, não deve ser ignorada. A AT esclarece que os sujeitos passivos estão sempre obrigados a emitir fatura, mesmo quando o adquirente não a exige, e devem comunicar esses elementos à AT até ao prazo previsto na lei.

Perante uma recusa, o consumidor pode participar a situação em qualquer serviço de atendimento da AT, identificando o agente económico da forma mais completa possível, incluindo nome do estabelecimento, morada ou designação social. Esta comunicação permite que a Autoridade Tributária possa atuar sobre a situação reportada.

Uma prática simples com impacto direto

Pedir fatura com NIF e confirmar os documentos no e-Fatura são passos importantes para garantir que as despesas ficam corretamente registadas para efeitos de IRS. A AT lembra ainda que o contribuinte deve comunicar e confirmar no Portal das Finanças, até 25 de fevereiro do ano seguinte, se as despesas estão corretamente registadas.

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Advogados prometem livrar condutores de multas? Bastonário quer avaliar publicidade e sites

A contestação de multas de trânsito voltou ao centro do debate depois de uma investigação televisiva ter mostrado a existência de escritórios de advogados que se apresentam como especialistas em Direito rodoviário e prometem elevadas taxas de sucesso na anulação de coimas.

De acordo com a CNN Portugal, o bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, vai enviar vários sites de advogados para apreciação dos conselhos de disciplina da Ordem, por considerar que alguma da publicidade encontrada pode ultrapassar os limites aceitáveis da profissão.

Publicidade levanta dúvidas disciplinares

Em causa estão páginas de escritórios que promovem serviços de contestação de multas de trânsito, perda de pontos na carta ou inibição de conduzir. Segundo a investigação do Exclusivo da TVI, citada pela CNN Portugal, alguns desses sites apresentam mensagens muito apelativas para condutores que querem evitar pagar coimas ou ficar temporariamente sem carta.

João Massano admite que ficou preocupado com o teor da publicidade. O bastonário considera que alguns exemplos podem “ultrapassar aquilo que é aceitável” do ponto de vista disciplinar, embora sublinhe que a decisão cabe aos conselhos competentes da Ordem dos Advogados.

Contestar multas é legal

O bastonário faz uma distinção importante. Contestar uma multa de trânsito é um direito dos cidadãos e faz parte do funcionamento normal do Estado de direito. Se um condutor entende que foi autuado de forma injusta, ou se existem fundamentos legais para impugnar a contraordenação, pode recorrer a um advogado e apresentar defesa.

O problema, segundo João Massano, não está na prestação desse serviço jurídico, mas na forma como alguns escritórios o publicitam, podendo criar a ideia de que é possível escapar sistematicamente às consequências de infrações rodoviárias.

Taxas de sucesso muito elevadas

A investigação da TVI apontou para escritórios que indicam taxas de sucesso entre 90% e 100% quando contactados por condutores interessados em contestar multas. Segundo a CNN Portugal, essas percentagens estão relacionadas com fragilidades do sistema punitivo do Estado, nomeadamente com a falta de meios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Quando há impugnações ou reclamações administrativas, muitos processos acabam por prescrever antes de haver uma decisão final. Na prática, isto pode levar a que condutores evitem pagar a coima ou cumprir sanções acessórias, não por inexistência da infração, mas por incapacidade do sistema em concluir o processo dentro dos prazos.

Sistema frágil favorece quem conhece a lei

A conclusão mais sensível do trabalho é que, em muitos casos, quase só paga a multa ou fica sem carta quem desconhece os mecanismos legais disponíveis ou não recorre a apoio especializado em Direito rodoviário.

Esta realidade cria uma desigualdade evidente entre condutores. Quem tem informação, recursos e acesso a advogados especializados pode conseguir arrastar o processo até à prescrição. Quem não conhece essas vias tende a pagar a coima ou aceitar a sanção. O tema ganha especial relevância num país onde a sinistralidade rodoviária continua a preocupar as autoridades e onde o Governo tem anunciado intenção de endurecer medidas no Código da Estrada.

Ordem quer avaliar limites da publicidade

A publicidade dos advogados tornou-se mais ampla após alterações legislativas recentes. Há cerca de dois anos, os profissionais passaram a ter maior margem para promover os seus serviços. Ainda assim, João Massano entende que essa abertura não deve permitir mensagens que possam ser consideradas incompatíveis com a dignidade da profissão. Por isso, o bastonário vai remeter os sites em causa para avaliação disciplinar. Caberá aos órgãos competentes da Ordem verificar se houve ou não infrações deontológicas.

Bastonário quer nova alteração à lei

João Massano defende ainda que a Assembleia da República deve voltar a discutir os limites da publicidade dos advogados. Na perspetiva do bastonário, a lei atual pode estar a permitir interpretações demasiado abertas, dando margem a práticas que considera prejudiciais para a imagem da advocacia. A intenção é que o Parlamento volte a impor alguns limites, evitando situações que, segundo o responsável da Ordem, não são aceitáveis na profissão.

Debate entre direito de defesa e segurança rodoviária

O caso coloca frente a frente dois princípios importantes. Por um lado, qualquer cidadão tem direito a defender-se de uma contraordenação e a recorrer aos meios legais previstos. Por outro, a utilização sistemática de falhas administrativas para evitar sanções pode fragilizar a prevenção rodoviária. As multas de trânsito não servem apenas para punir. Têm também uma função dissuasora, sobretudo em infrações associadas a velocidade excessiva, álcool, telemóvel ao volante ou outras condutas perigosas.

Se o sistema permite que muitos processos prescrevam quando são contestados, o problema deixa de estar apenas nos condutores ou nos advogados e passa a estar também na capacidade do Estado para fazer cumprir a lei.

O que está agora em causa

Para já, não está em causa a proibição de advogados contestarem multas de trânsito. Esse serviço continua a ser legítimo. O que será avaliado é a publicidade feita por alguns escritórios e a eventual promessa implícita ou explícita de resultados praticamente garantidos.

A decisão ficará nas mãos dos conselhos disciplinares da Ordem dos Advogados. Mas o debate já abriu uma questão maior: se o sistema rodoviário permite que tantas multas prescrevam, a resposta poderá ter de passar não apenas por regras deontológicas, mas também por reforço de meios e maior eficácia na tramitação dos processos.

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Eleições Peru: vantagem de Sánchez sobre Fujimori cai para 7 mil votos

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A apuração dos votos da eleição presidencial no Peru segue dramática, nesta quarta-feira (10), com a vantagem do candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino tendo caído para apenas 7,3 mil votos sobre a candidata de direita Keiko Fujimori, em um universo de mais de 27 milhões de eleitores aptos a votar.

Com 97,8% das urnas apuradas, Sánchez tem 50,020% dos votos válidos contra 49,980% para Keiko. Ao meio dia de ontem (9), Sánchez estava com 19 mil votos à frente de Keiko com 95,9% das urnas apuradas. 

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A diferença chegou a cerca de 4 mil votos na manhã de hoje, mas voltou a crescer nas últimas atualizações. Até o fechamento desta reportagem, foram computados 9.014951 votos para Sánchez e 9.7614.917 de votos para Keiko, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru

O candidato esquerdista chegou a abrir, ao longo das últimas 24 horas, mais de 40 mil votos de distância de Fujimori, mas essa diferença vem caindo ao longo das últimas horas, com crescimento dos votos para a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que governou o país entre 1990 e 2000.

A apuração dos votos dos peruanos no exterior, que está mais atrasada, vem dando vantagem a Keiko, que soma 63,3% dos votos contra 36,6% para Sánchez.

Do total de 92,7 mil atas da eleição peruana, restam 378 para serem contabilizadas. Dos eleitores peruanos, 1,2 milhão estão no exterior, o que representa 4,4% do total de eleitores, segundo dados oficiais.

Reviravoltas

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de terem sido primeiro computadas as urnas de Lima, a capital.

Porém, o resultado parcial teve uma reviravolta na segunda-feira (8), quando Sánchez ultrapassou numericamente Keiko com 93,9% das urnas apuradas

Apesar da apuração está se aproximando dos 100% das urnas apuradas, o Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser finalizados apenas em “meados de julho”.

Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1,3 mil atas “em observação”

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

 

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Só 11% dos europeus consideram os EUA aliados. Portugueses são quem mais quer “NATO europeia”

Uma nova sondagem aponta que os europeus estão cada vez mais desconfiados dos Estados Unidos e acreditam que as relações transatlânticas vão melhorar com a saída de Trump. Portugueses são quem mais quer uma alternativa à NATO só com membros da UE. A confiança nos Estados Unidos como garante da segurança da Europa desceu para o nível mais baixo alguma vez registado, de acordo com uma nova sondagem publicada pelo Conselho Europeu dos Negócios Estrangeiros (ECFR). A sondagem, realizada em 15 países europeus antes das próximas cimeiras do G7 e da NATO, apurou que apenas 11% dos inquiridos consideram agora

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Três morrem no Quênia em protestos contra centro dos EUA para ebola

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Os protestos no Quênia contra a construção de um centro para quarentena de estadunidenses expostos ao vírus ebola no Continente Africano resultam em três mortos. O acordo entre Estados Unidos (EUA) e Quênia tem repercutido no país da África Oriental, onde a população teme risco à saúde pública com a transferência de americanos expostos ao vírus.

Com cerca de 56 milhões de habitantes, o Quênia faz fronteira com Uganda, um dos locais do surto do ebola. O outro país onde os casos têm sido registrados é a República Democrática do Congo (RDC). Devido à proximidade com os epicentros do surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Quênia um dos países em risco de contaminação.  

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Nessa terça-feira (9), manifestantes denunciaram o assassinato de mais uma pessoa em um protesto em Nairóbi, a capital do país, contra a instalação do centro de quarentena ligado aos EUA. Na semana passada, outras duas pessoas foram mortas em protestos pelo mesmo motivo, segundo a Comissão de Direitos Humanos do Quênia (KHRC).

“A polícia destacada em Nairóbi atirou e matou um manifestante. Os moradores saíram às ruas exigindo transparência sobre a instalação de ebola apoiada pelos EUA e garantias sólidas para a proteção da saúde pública”, diz comunicado da organização não governamental.

A coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Africanos (Nenaf) da ESPM, Natalia Fingermann, explicou à Agência Brasil que o Quênia ainda não registrou qualquer caso de ebola, mas que a população teme a instalação desse centro, fruto de um acordo com o governo de Donald Trump. Os detalhes desse acordo permanecem em sigilo.

“O governo do Quênia optou, secretamente, em fazer esse acordo com o governo Trump para criar um centro de quarentena para todos os cidadãos norte-americanos no território africano que tivessem qualquer tipo de suspeita de ebola. E lógico que a juventude, e a população de Nairóbi, ficou muito apreensiva”, comenta.

O acordo foi revelado em uma comunicação do governo Trump sobre a ajuda prestada pela Casa Branca ao continente africano para enfrentar o mais recente surto de ebola, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma emergência global.

“Essa questão coloca a saúde pública da população em risco porque ninguém sabe como é que vai ser feita essa construção, onde ela vai ser e quais serão as condições”, acrescentou a professora de relações internacionais da ESPM. 

Nesse contexto, o Tribunal Superior de Nairóbi emitiu ordem cautelar suspendendo a instalação do centro de quarentena, previsto para ser instalado em Laikipia, a cerca de 150 quilômetros da capital. A mídia local afirma que o centro teria 50 leitos com previsão de expansão até 250 leitos.

“O tribunal proibiu especificamente os réus de admitirem, transferirem, receberem ou facilitarem a entrada no Quênia de pessoas expostas ou infectadas com o vírus ebola, conforme o acordo relatado com os EUA”, disse o jornal Kenyans.

Por meio de nota, a Embaixada dos EUA no Quênia afirmou que trabalha para resolver qualquer obstáculo para resposta conjunta dos dois países contra o surto de ebola.

“A unidade de bioisolamento em Laikipia faz parte de uma resposta abrangente para prevenir a disseminação da doença e reduzir os riscos à saúde em toda a região; ela não representa risco para as comunidades vizinhas”, informou a representação de Washington no Quênia.

Segundo a professora Natalia Fingermann, o presidente do Quênia, William Ruto, tem tido uma política bastante alinhada à pauta ocidental na região, com certas características autoritárias.

“O Quênia já vem de algumas semanas de protestos contra o governo, em especial, devido ao aumento do preço dos combustíveis”, completou. O valor da gasolina vem subindo no Quênia no contexto da guerra contra o Irã, que vem perturbando o mercado de petróleo no mundo.

Surto de ebola

Autoridades de saúde de países africanos, em parceria com organismos internacionais e outros países, se esforçam para conter o surto da rara cepa Bundibugyo, para qual ainda não há vacina ou tratamento. O surto, que é o terceiro maior já registrado, vinha avançando mais rapidamente do que a resposta global.

A União Africana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um plano para conter a expansão do vírus, tido com altamente mortal. Até o dia 8 de junho, foram registrados 626 casos confirmados na República Democrática do Congo (RDC), com 112 mortes associadas ao vírus; além de 19 casos e duas mortes confirmadas em Uganda.

Os dados são consolidados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da União Africana, alimentado por dados dos ministérios da Saúde da RDC e de Uganda.

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Seleção do Senegal é revistada em aeroporto dos EUA às vésperas da Copa do Mundo

A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, uma operação de segurança envolvendo a seleção do Senegal provocou repercussão internacional. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram jogadores e integrantes da delegação sendo submetidos a revistas com detectores de metal diretamente na pista de um aeroporto nos Estados Unidos.

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As imagens rapidamente geraram críticas de torcedores, jornalistas e internautas, que apontaram um suposto tratamento diferenciado em relação a outras seleções classificadas para o torneio. Nas gravações, atletas aparecem ao lado das bagagens enquanto agentes realizam inspeções individuais antes do embarque.

Diante da repercussão, a Federação Senegalesa de Futebol divulgou um comunicado esclarecendo que a ação fez parte de um procedimento previamente organizado para agilizar a logística da equipe. Segundo a entidade, a delegação deixou o hotel e seguiu diretamente para a área de embarque na pista do aeroporto, evitando os terminais convencionais. Dessa forma, as verificações de segurança foram realizadas ao lado da aeronave, permitindo um embarque mais rápido.

Mesmo com a explicação oficial, as imagens continuaram alimentando debates sobre os protocolos de entrada e circulação adotados pelos Estados Unidos durante a realização da Copa do Mundo. A discussão ganhou força porque registros de outras seleções mostram recepções consideradas mais discretas e sem procedimentos semelhantes expostos publicamente.

O episódio ocorre em um momento de atenção redobrada às políticas migratórias e de segurança norte-americanas. Nos bastidores do torneio, relatos sobre fiscalizações mais rigorosas envolvendo cidadãos de determinados países têm gerado preocupação entre dirigentes e representantes de delegações estrangeiras.

O Senegal está no Grupo I da Copa do Mundo e fará sua estreia no dia 16 de junho contra a França. A equipe ainda enfrentará Noruega e Iraque na fase de grupos

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PS quer alterar lei do jogo online. Governo vai rever normas este verão

Os socialistas pretendem alargar o período mínimo de autoexclusão dos jogadores dependentes e criar um Portal da Transparência. O Partido Socialista (PS) apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende reforçar a regulação dos jogos e apostas online em Portugal. A iniciativa surge numa altura em que o Governo prepara uma revisão da legislação do setor e em que crescem as preocupações com o impacto social e económico do jogo online. Os socialistas defendem que, embora a atividade gere receitas significativas para o Estado e contribua para o financiamento de áreas como o desporto, o turismo e a cultura,

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10 Junho: Seguro pede diálogo “em tempos de trincheiras”

VTM

“Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar”, considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa “de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente”.

Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das “palavras do meio”, que “se abrem como convite ao diálogo”, nestes “tempos de trincheiras”.

“As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros”, declarou.

O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra “o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”, referindo que a sua eleição “foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal”.

Segundo António José Seguro, este é também um tempo que “pede coragem” para “fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo”, para “dizer a verdade mesmo quando é desconfortável” e decidir em função do “interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo”, e que “exige ambição”.

Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que “o problema não é o talento”, contrapondo: “O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar”.

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Seguro defende que autonomia europeia é conciliável com a “defesa transatlântica”

O novo Presidente usou o seu primeiro 10 de Junho para assinalar a importância das alianças estratégicas com os aliados e com a NATO. O Presidente da República defendeu hoje, a partir dos Açores, a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma “relação de equilíbrio” com os aliados, no seu discurso do 10 de Junho. Nesta ocasião, António José Seguro insistiu na ideia de que a “autonomia estratégica europeia” é conciliável com a “defesa transatlântica”, acrescentando: “Autonomia não significa isolamento. Significa liberdade de decisão e responsabilidade, aperfeiçoando, atualizando e reforçando cooperações bilaterais com os nossos

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UE pondera processar Portugal por falhas nas regras sobre transparência salarial

O prazo para a transposição da lei europeia sobre a transparência salarial terminou no dia 7, mas continua na gaveta em Portugal. A Comissão Europeia está a analisar o estado da transposição das novas regras sobre transparência salarial pelos Estados-membros, incluindo Portugal, e poderá abrir um processo de infração por incumprimento, disse hoje à Lusa fonte comunitária. “Se um Estado-membro não tiver notificado as medidas de transposição no prazo legal, a Comissão avaliará a situação e poderá instaurar um processo de infração”, disse à Lusa um porta-voz do executivo comunitário. “Até que a Comissão tenha avaliado formalmente os projetos de

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Portugal continental enfrenta temperaturas elevadas até sábado

VTM

Esta quarta-feira, a temperatura máxima irá variar entre os 25º e os 35ºC, com “exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores”, referiu o instituto em comunicado.

Já amanhã, a subida será “mais acentuada”, podendo subir cerca de 10°C em alguns locais.

O IPMA referiu que sexta-feira (dia 12) será o dia mais quente deste período, com a temperatura máxima a variar entre 35º e 40°C na generalidade do território. As temperaturas elevadas são esperadas até sábado (dia 13).

“Para além de se esperarem dias de céu pouco nublado ou limpo, a diminuição da intensidade do vento irá contribuir de forma significativa para uma sensação de aquecimento mais significativa”, referiu ainda.

O instituto realçou que a temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20°C até à noite de 13 para 14 de junho.

Évora, Porto, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga vão estar entre as 09h00 de quinta-feira e as 18h00 de sexta-feira sob aviso amarelo por “persistência de valores elevados da temperatura máxima”.

O mesmo aviso foi emitido para Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo e Castelo Branco, válido entre as 09h00 e as 18h00 de sexta-feira.

De acordo com o IPMA, o estado do tempo “será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica”.

“A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura”, explicou o instituto.

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PS e Chega admitem viabilizar PSU, mas traçam linhas vermelhas diferentes

O Chega e o Partido Socialista abriram esta semana a porta a viabilizar a PSU, reforma que o Governo quer aprovar antes do verão, mas os dois partidos colocam exigências distintas e, em vários pontos, opostas, para mudar o sentido de voto. A proposta é debatida na sexta-feira no Parlamento. Os dois principais partidos da oposição colocam condições muito diferentes ao Governo para viabilizar a criação da Prestação Social Única que o Governo anunciou em maio. Inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência ainda no Governo de António Costa, a PSU pretende agregar 13 prestações sociais não contributivas num novo

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A man convicted of killing his ex-partner’s cat in Spain will be deported to Colombia

Spain’s National Police on Monday arrested a 29-year-old Colombian national who had been sentenced by a court to five years’ expulsion from the country for deliberately killing his ex-partner’s cat in Torrevieja, a resort town on the Mediterranean coast. According to Asociación Leal, an animal-welfare group that filed a private criminal complaint in the case, this is the first time that “animal abuse has had real consequences.” The court ruling, it said, “sets a precedent.”

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© POLICÍA NACIONAL (POLICÍA NACIONAL)

Spanish National Police officers arrest a man convicted of killing his ex-partner's cat in Torrevieja.
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Portugal não está a cumprir reforma da gestão dos fogos prevista em 2017

Um relatório da OCDE aponta falhas nas sanções pela falta de limpeza dos terrenos e problemas de comunicação entre as várias entidades. Nove anos após os incêndios de 2017, que provocaram mais de uma centena de vítimas mortais, a reforma do sistema de gestão de incêndios rurais em Portugal continua longe de estar concluída. De acordo com o Correio da Manhã, o alerta foi lançado por peritos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), num relatório publicado no final de abril, que identifica falhas persistentes na prevenção, coordenação e resposta aos fogos. Segundo o documento, os incêndios registados

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Mercado de Famalicão transmite jogos do Mundial (e esplanadas abertas para ver Portugal)

A Praça – Mercado Municipal de Famalicão vai transmitir todos os jogos do Mundial2026 que comecem até à 01:30 e as esplanadas do concelho vão ter licença para estarem abertas durante as partidas de Portugal, independentemente do horário.

Em comunicado, a autarquia adianta que, durante a competição, a Praça-Mercado Municipal terá uma ‘Fan Zone’, que “convida os adeptos de todas as idades a acompanharem os principais momentos do torneio num ambiente de convívio, emoção e festa”.

“A iniciativa prevê a transmissão de todos os jogos com início até à 01:30 (inclusive), transformando o espaço num ponto de encontro para quem não quer perder um único lance da maior competição do futebol mundial”, refere o comunicado.

O Campeonato do Mundo de Futebol decorre entre amanhã, 11 de junho, a 19 de julho, nos Estados Unidos, México e Canadá.

A seleção nacional começa na fase de grupos a 17 de junho, frente ao Congo, num encontro marcado para as 18:00. Segue-se o duelo com o Uzbequistão, em 23 de junho, também às 18:00. A terceira jornada, com Portugal a defrontar a Colômbia, será no dia 28 de junho, às 00:30.

Durante o Mundial2026, a Praça-Mercado de Famalicão “contará também com o apoio de um serviço de bar em funcionamento até às 23:00, durante a semana, e até à 01:00, aos fins de semana”.

A autarquia informa ainda que, a partir da meia noite e perante a presença de pouco público na ‘Fan Zone’ da Praça, o espaço poderá encerrar mais cedo.

“Independentemente do horário dos encontros de Portugal, todas as esplanadas do concelho terão licença para estar abertas nos jogos da Seleção Nacional”, conclui a autarquia.

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Ronaldo “vai querer fazer um brilharete” no seu sexto mundial

O desejo de conquistar um inédito título norteia o recorde de seis presenças de Cristiano Ronaldo por Portugal em Mundiais de futebol, avalia o ex-internacional Ricardo Costa, companheiro do avançado nas fases finais de 2006, 2010 e 2014.

“É um marco muito importante para a carreira dele. São seis Mundiais e vai querer fazer um brilharete, marcar golos, lutar por Portugal e continuar a demonstrar o que fez quando tinha 17 anos e começámos a jogar juntos nos sub-21. É um excelente profissional e jogador, um fora de série e defende Portugal como ninguém. Penso que não vai fugir à regra”, projetou à agência Lusa o antigo defesa central, de 45 anos, que atuou pela seleção nacional em três Campeonatos do Mundo, em 2006, 2010 e 2014, e é o novo treinador do Tondela, recém-despromovido à II Liga, após ter deixado o também secundário Feirense.

Avançado e capitão de Portugal, ao serviço do qual se tornou recordista de internacionalizações (227) e golos (143), Cristiano Ronaldo prepara-se para disputar a principal prova internacional de seleções pela sexta vez.

O madeirense, único a marcar em cinco Mundiais, deverá partilhar essa marca de participações com o também dianteiro argentino Lionel Messi, campeão do mundo em 2022, e o mexicano Guillermo Ochoa, guarda-redes do AVS em 2024/25, numa altura em que tem 41 anos e mais de duas décadas como sénior “ao mais alto nível e a ganhar títulos atrás de títulos”.

“Já passaram tantos anos e nota-se que continua com uma fome de vencer enorme. A sua liderança dentro e fora de campo será muito importante para ter todos metidos e para que o país esteja com a equipa, sabendo que ele vai dar o máximo para que Portugal consiga ir o mais longe possível”, salientou Ricardo Costa, com 22 jogos e um golo pela seleção principal.

Recém-campeão saudita Al Nassr, orientado pelo compatriota Jorge Jesus e cujo plantel integra João Félix, outros dos 26 convocados pelo técnico espanhol Roberto Martínez para o Campeonato do Mundo, Cristiano Ronaldo visa o quarto troféu por Portugal, após as conquistas do Europeu, em 2016, e de duas Ligas das Nações, em 2019, no Porto, e em 2025.

“É um atleta ambicioso e que nunca fica saciado. Vai ser muito complicado saber o que pretende, porque quererá sempre muito mais. Caso se sinta capaz, vai querer jogar mais um, dois ou três anos. Só quando acabar o fogo que tem dentro de si é que decidirá acabar a excelente carreira que está a fazer. Até lá, acho que não existe um prazo na cabeça dele, mas paixão por querer marcar, vencer e ser melhor do que ontem”, observou, sobre o segundo melhor ‘artilheiro’ de Portugal na prova, com oito golos, contra nove de Eusébio, todos em 1966, quando os lusos foram terceiros classificados na estreia.

Destacando o “profissionalismo fora do normal” de Cristiano Ronaldo, “que se trata como ninguém e tenta rodear-se das melhores pessoas e ciência para estar no topo dos topos”, Ricardo Costa vinca a influência de Roberto Martínez na forma como vai gerir o avançado e promover a coesão grupal.

“Podemos pensar que está cansado e não está num bom momento, mas a bola chega à área e ele faz golo. É um fora de série e esses têm de estar em campo. Quantos minutos? O tempo que esteja disponível para ajudar. Neste momento, Ronaldo sente e sabe quando está e não está bem. Se sentir que precisa de descansar para estar mais fresco no duelo seguinte, seguramente que o fará. Para Martínez, é uma sorte e um privilégio ter um jogador como este”, notou o ex-futebolista de FC Porto, Boavista, dos espanhóis do Valência ou dos alemães do Wolfsburgo, entre outros clubes.

Ricardo Costa reconhece que Portugal “sempre teve grandes grupos” nos três primeiros Mundiais de Cristiano Ronaldo, mas os “contextos diferentes” ditaram desempenhos contrastantes, desde o quarto lugar em 2006, na Alemanha – volvida a derrota frente à Grécia na final do Euro2004 (1-0), em Lisboa – à eliminação na primeira fase em 2014, no Brasil, passando pelo desaire nos ‘oitavos’ em 2010, diante da futura campeã Espanha, na África do Sul.

“Houve uma montagem de projetos, de jogadores e de equipa [em 2010 e 2014] que não existiu em 2006, porque já havia a seleção de 2004 e, a partir daí, foi muito mais coerente a forma de jogar, além de o torneio ser realizado na Europa. São fatores que, do meu ponto de vista, faziam com que a equipa de Luiz Felipe Scolari mostrasse mais coesão”, rememorou.

Grato por ter alinhado em três Mundiais – só Cristiano Ronaldo e Pepe têm mais presenças pelos lusos -, Ricardo Costa foi orientado pelo brasileiro Luiz Felipe Scolari, Carlos Queiroz e Paulo Bento, com quem coincidiu ainda no Campeonato da Europa de 2012 e fez o último encontro na seleção.

Questionado sobre a situação de Roberto Martínez, que rendeu em 2023 Fernando Santos, antecessor de Paulo Bento, o ex-defesa descarta que o espanhol esteja a pensar no contrato extensível até ao fim do Mundial2026.

“Se Portugal fizer um bom torneio, a renovação automática acontecerá. Quanto mais estabilidade existir, melhores resultados surgirão. Por isso, Martínez está tranquilo, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol [Pedro Proença] também e tudo se conjuga para que seja uma união para continuar”, concluiu.

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