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Shakira asegura estar "lista" para su actuación en la apertura del Mundial 2026

La cantante colombiana Shakira aseguró este miércoles que está lista para presentarse en el acto de inauguración del Mundial de Fútbol que se celebrará este jueves en Ciudad de México.

"Ha sido una semana de ensayo sin parar para nosotros, ¡estamos listos! No puedo esperar a veros a todos mañana en la ceremonia de apertura de @fifaworldcup", escribió la artista en un mensaje en sus redes sociales.

La publicación se hizo a menos de 24 horas del inicio del torneo, cuya ceremonia inaugural tendrá lugar en el Estadio Azteca de la capital mexicana y marcará el comienzo del Mundial organizado conjuntamente por México, Estados Unidos y Canadá.

El texto fue acompañado de fotografías donde se observa a la cantante con vestimenta negra, lentes oscuros y acompañada de bailarines. En la misma publicación, la colombiana compartió un vídeo en el que se ve su llegada al estadio, así como los ensayos de sus bailes.

La FIFA confirmó previamente que Shakira participará junto al cantante nigeriano Burna Boy en la apertura del campeonato, donde ambos interpretarán Dai Dai, una de las canciones oficiales del Mundial 2026.

La colombiana, una de las artistas más asociadas a las Copas del Mundo tras el éxito global de Waka Waka (This Time for Africa) en Sudáfrica 2010 y de La La La en Brasil 2014, encabezará un cartel que incluye también a Alejandro Fernández, Belinda, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná, Danny Ocean y Tyla.

La ceremonia está programada para antes del partido inaugural entre México y Sudáfrica, en un torneo histórico que contará por primera vez con 48 selecciones participantes y que se disputará del 11 de junio al 19 de julio.

Shakira también será una de las artistas principales del primer espectáculo de medio tiempo de la historia de la final del Mundial, el 19 de julio en el MetLife Arena, junto a Madonna y el grupo BTS, modalidad de concierto que hasta ahora estaba reservado para la Super Bowl.

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Praia e ruas do Carvoeiro voltam a transformar-se na 12ª Noite Black & White

A praia e as ruas do centro do Carvoeiro vão transformar-se, no dia 20 de Junho, numa gigantesca celebração ao ar livre, com música, arte e muita animação no programa da 12ª Noite Black & White, anunciou o município de Lagoa.

Com vários palcos e cenários de animação espalhados por diferentes zonas do Carvoeiro, o evento, que decorre das 20h30 às 3h00 da madrugada do dia seguinte, apresenta um programa diversificado que cruza diferentes estilos musicais e expressões artísticas.

Nesta edição, sobem ao palco, entre outros, os mexicanos Mariachi Mezcal, a cantora brasileira Lidia Brandão, os portugueses Six Irish Men e os DJ nacionais Francisco Gil, Pedro Carrilho e Christian F, que prometem contagiar o público com ritmos que atravessam décadas — dos clássicos dos anos 70, 80 e 90 aos grandes sucessos da dance music atual.

«Mais do que a primeira grande festa de verão do Algarve, o Carvoeiro Noite Black & White consolidou-se, ao longo dos últimos 12 anos, como uma das maiores festas de verão realizadas em Portugal, reunindo mais de 30 mil pessoas numa única noite», sublinha a organização, a cargo do município de Lagoa.

O branco e o preto assumem-se como elementos centrais de toda a experiência, inspirando a decoração, os espetáculos, a animação de rua e a energia vibrante que invade cada recanto da vila.

Com entrada livre e transportes gratuitos assegurados pelo município, entre os parques de estacionamento de apoio e o centro de Carvoeiro, o evento «convida residentes e visitantes a celebrar o início do verão numa noite memorável junto ao mar».

Pode consultar o programa completo aqui ou na imagem em baixo.

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Delfins recordam os grandes êxitos no Dia da Cidade de Tavira

Tavira assinala a 24 de Junho mais um Dia da Cidade, o qual inclui a atribuição de medalhas de mérito municipal e de bons serviços aos funcionários municipais, e o concerto da banda Delfins.

As comemorações integram, pelas 10h30, o hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, seguido da sessão solene, pelas 11h00, no Teatro Municipal António Pinheiro.

A cerimónia contempla a distinção de um trabalhador com medalha de bons serviços e dedicação grau prata (30 anos de serviço) e 14 funcionários com medalhas de bons serviços e dedicação grau cobre (20 anos de serviço).

A autarquia presta, ainda, homenagem, através da atribuição de medalha de mérito municipal grau prata e cobre a cidadãos e entidades locais que se distinguiram, na sociedade, pelo seu percurso.

Os Delfins marcam o momento alto das celebrações, no dia 24, pelas 22h00, na Praça da República.

Os fãs vão poder reviver temas que marcaram várias gerações, como “Sou Como Um Rio”, “Baía de Cascais”, “Aquele Inverno”, “Um Lugar ao Sol” e “Saber Amar”, os maiores êxitos da banda.

A “Lenda da Moura Encantada”, o espetáculo piromusical, a marcha de São João (“Todos a caminhar sob as estrelas”) e os arraiais dos Santos Populares completam o programa de festividades.

A Rua do Cais e o Jardim do Coreto voltam a ser palco dos arraiais promovidos pela Câmara Municipal, a partir das 21h00, com a seguinte agenda: dia 20 – Grupo Gerações; dia 21 – Ruben Filipe; dia 23 – Nelson Campos e Rancho Folclórico de Santo Estêvão (22h00); dia 24 – Silvino Campos; dia 27 – Cristiano Martins; e dia 28 – Hélder Reis

Para além do Jardim do Coreto decorrem, um pouco por todo o concelho, num ambiente de festa, diversos arraiais que prometem alegrar as primeiras noites de verão.

Ainda na noite de São João tem lugar, no Castelo de Tavira, pelas 22h30, a encenação da “Lenda da Moura Encantada” pela Armação do Artista, e segue-se, pelas 23h59, na Ponte dos Descobrimentos, o espetáculo piromusical que dá as boas-vindas ao Dia da Cidade.

Mais tarde, pelas 06h00, realiza-se a marcha de São João “Todos a caminhar sob as estrelas”, uma iniciativa do município de Tavira dinamizada pela Casa do Povo de Santo Estêvão.

Sul Informação

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La familia de Robe critica los homenajes con ánimo de lucro: "No nacen del cariño, ni del respeto, sino del interés y de llenar la saca"

La familia y la oficina del músico placentino Roberto Iniesta, fundador de Extremoduro, han pedido este martes respeto para la memoria del artista y han advertido de que algunos homenajes e iniciativas impulsados en su nombre responden más a intereses promocionales o económicos que al reconocimiento sincero de su legado.

A través de un comunicado, sus familiares y colaboradores más cercanos han recordado saben que "el cariño de la gente es inmenso" y lo agradecen de corazón, pero advierten de que en los últimos meses han observado la organización de actos que utilizan su nombre sin responder, a su juicio, al respeto que merece su figura.

"Estamos viendo actos, homenajes e iniciativas que se presentan en su nombre, pero que, en algunos casos, no nacen del cariño verdadero ni del respeto, sino del interés y de llenar la saca de fans con promoción personal además del ánimo de lucro", afirman.

La familia sostiene que estas actuaciones "desvirtúan su memoria y hacen daño" y recalca que "Robe no es una excusa para hacer caja ni ganar visibilidad".

Asimismo, recuerda que el músico, como cualquier creador, cuenta con derechos de autor y de imagen que protegen tanto su nombre como su obra y cuya utilización requiere las correspondientes autorizaciones por parte de la familia, sus representantes legales y su oficina.

En este sentido, los responsables del legado del artista han mostrado su disposición a asesorar a quienes deseen organizar actividades relacionadas con su figura para que puedan desarrollarse "desde el corazón, con responsabilidad, empatía y decencia".

El comunicado concluye con un nuevo agradecimiento a quienes continúan acompañando a la familia "con cariño y comprensión".

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Luísa Sobral: “Depois do meu primeiro grande desgosto de amor, fui viver para Nova Iorque. Andava pelas ruas a chorar e a sentir-me num filme”

“Mandava currículos todos os dias e ninguém me queria como professora de música, para ir limpar casas ou como babysitter. E, ao mesmo tempo, o amor da minha vida tinha dito que já não me amava”. Luísa Sobral recorda, no Posto Emissor, os primeiros tempos dos anos em que viveu nos Estados Unidos

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La presencia de Israel en Eurovisión 2026 le cuesta al festival 35 millones de espectadores, en una edición marcada por la ausencia de España

La ausencia de España, Irlanda, Islandia, Países Bajos y Eslovenia en Eurovisión, a modo de protesta por la presencia de Israel en el certamen, y el debate interno que viven los eurofans del resto de países, ha provocado una profunda caída de audiencia. La final de la edición de 2026 ha logrado 131 millones de espectadores a nivel global, según datos de la organizadora del evento, la Unión Europea de Radiodifusión (UER). Son 35 millones menos que el año anterior.

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© HANNIBAL HANSCHKE (EFE)

Dara, representante de Bulgaria, ganó Eurovisión 2026 el pasado mes de mayo.
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“Il malanno è andato a colpire proprio quello che è sempre stato un mio motivo di vanto, la capacità polmonare. Ma mi avete dato fiato per continuare”: Claudio Baglioni torna sui social

“Otto giorni fa ho fatto un annuncio attraverso un videomessaggio, uno dei più difficili della mia intera carriera, sicuramente il più difficile di questa fase così significativa della mia vita: quello di essere costretto a rinviare di un anno il progetto GrandTour La Vita è adesso“. Inizia così il video pubblicato da Claudio Baglioni sui social per ringraziare le tante persone che gli hanno manifestato affetto e vicinanza dopo la notizia dello stop.

Nei giorni scorsi il cantautore aveva annunciato il rinvio del tour a causa dei postumi di una polmonite interstiziale. Seduto al pianoforte, Baglioni spiega le ragioni della scelta: “Perché un anno intero? Perché quelli erano i luoghi giusti per questo itinerario, che non è soltanto artistico ma anche umano e documentaristico. Mi seccava doverlo modificare per una costrizione, per un malanno che andava a colpire proprio quello che è sempre stato uno dei miei motivi di vanto: la capacità polmonare”.

L’artista ricorda quindi un episodio: “Quando studiavo canto mi fecero misurare la capacità respiratoria e risultò superiore ai sette litri, un valore considerevole. Me ne sono sempre vantato. Con i colleghi scherzavamo e facevamo a gara a chi riusciva a tenere le note più lunghe”.

Da qui anche il ricordo di un episodio avvenuto 41 anni fa, durante uno dei concerti del primo tour de La Vita è adesso allo stadio Flaminio di Roma. “L’Istituto di Medicina dello Sport monitorò la mia capacità respiratoria durante lo spettacolo. I medici si meravigliarono perché, pur essendo un cantante, sembravo quasi un atleta di fondo“.

Proprio per questo, ammette Baglioni, la malattia lo ha colpito anche sul piano emotivo: “Essere fermato proprio da ciò che avevo sempre considerato un gioiello da esibire mi ha messo in serio imbarazzo e in grave disagio. Però ho pensato che questo tempo potrà servire anche a rimettere a posto alcune cose, a riprendere tecniche nuove di emissione vocale e di utilizzo del respiro che stavo già sperimentando prima dell’interruzione”.

Il cuore del videomessaggio arriva però nel finale, dedicato ai fan: “In questi otto giorni abbiamo sentito un riscontro straordinario di interesse, attenzione, cura e affetto. Non era scontato. Una situazione del genere può anche prestarsi a essere dileggiata. Invece abbiamo percepito un vento favorevole, un respiro che a volte fa bene quanto le medicine e aiuta perfino i farmaci a fare meglio il loro lavoro”.

Poi il ringraziamento conclusivo, affidato a una citazione della sua canzone più celebre: “C’è un verso de La Vita è adesso che dice: ‘E un altro che ti dia respiro e che si curvi verso te‘. Ecco, io ho visto questo curvarsi. Un po’ come facciamo noi artisti sul palco. Per una volta ho immaginato persone che si inchinavano per comprendere e soccorrere questa situazione, dandomi il fiato necessario per continuare a suonare e cantare. Perché La Vita è adesso”.

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Eros Ramazzotti a San Siro dopo 28 anni: “Sono arrivato qui con un peso sullo stomaco. Questa è umanità? Non credo, ma l’amore vincerà su tutto” – La scaletta

“Cosa stiamo vivendo? Cosa stiamo passando? Ma questa è umanità? Non credo. Penso che ci sia ancora gente meravigliosa al mondo. Non disperiamo, non molliamo. L’amore vincerà sempre”, ha recitato un voice over di Eros Ramazzatti, durante il suo concerto di ritorno, “dopo quasi 30 anni”, allo stadio San Siro. “Una storia importante”, questo il nome del tour mondiale di Eros, che “nasce nel 2025” e conta “31 date in tutta Europa”, con l’aggiunta di “7 date negli stadi”, ci ha comunicato il fondatore di Friends & Partners, Ferdinando Salzano, poco prima che iniziasse lo show di Ramazzotti. “Siamo oltre 800.000 biglietti già venduti”, ha proseguito Salzano.

Ma il ghiotto obiettivo rimane quello a sei zeri. E, per raggiungere il milione di paganti, Eros tornerà anche in Italia nel 2027, con quattro appuntamenti nei principali palasport: l’Unipol Dome (Milano), l’Unipol Arena (Bologna), il Nelson Mandela Forum (Firenze), e l’Inalpi Arena (Torino).

Con un sold out da “51.000 biglietti venduti” ieri sera, martedì 9 giugno, San Siro ha risposto più che presente. Il live si è aperto con una riflessione di Ramazzotti: “La vita non l’ho mai capita. Arriva, va, inizia, finisce, scorre, pulsa, cresce, meraviglia, confonde, cura, ferisce, costruisce, distrugge. La vita moltiplica, sorprende, accompagna, tradisce, perdona, diverte, gioca, reclama, ricomincia, genera, fiorisce, illumina, svanisce, ama. Io non l’ho mai capita, voi?”, ha indirettamente chiesto l’artista al suo pubblico. Si è cominciato con un’entrata vagamente cinematografica, sulle note di “Taxi story”. “Un cuore con le ali”, è stato introdotto da un raffinato arrangiamento iniziale e, col brano, la platea ha trasformato le prime file in un parterre vero e proprio.

La produzione, che è rimasta quella dei concerti indoor, è stata però riadattata e allargata per lo stadio. Il palco è stato pensato per valorizzare la dimensione live con due passerelle che si aprivano verso il pubblico per ridurre la distanza con l’artista. “Buonasera Milano, l’emozione è forte. Sono arrivato qui con un peso sullo stomaco”, ha esordito Eros. “Il messaggio che voglio trasmettere è sempre lo stesso, di pace. Perché soprattutto oggi di questo ce n’è tantissimo bisogno. Ho sempre cantato canzoni un po’ più leggere, ma che hanno anche tirato su un problema che c’è sempre stato, come la guerra ed i problemi dell’infanzia”, ha detto il cantante.

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La familia de Robe rechaza actos con ánimo de lucro y reivindica que el músico "no es una excusa para hacer caja"

El fallecimiento el pasado 10 de diciembre de Roberto Iniesta, conocido como Robe, provocó un luto extendido por cada rincón del país. El fundador de Extremoduro era valorado por miles de personas que abrazaron su estilo y sus canciones como versos y melodías personales. Fue uno de los artistas más valorados de la historia de nuestra música reciente, y tal es así que meses después de su muerte se le siguen rindiendo homenajes en actos, conciertos y todo tipo de eventos. No obstante, la familia ha visto necesario pedir respeto. No por ser este tipo de conmemoraciones molestas, sino que se refieren a aquellas iniciativas que responden a intereses personales y que lejos quedan de rendir homenaje al músico.

La familia y la oficina Robe han pedido este martes, a través de un comunicado, respeto para la memoria del artista y han advertido de que algunos homenajes e iniciativas impulsados en su nombre responden más a intereses promocionales o económicos que al reconocimiento sincero de su legado. A través de un comunicado, sus familiares y colaboradores más cercanos han recordado saben que "el cariño de la gente es inmenso" y lo agradecen de corazón, pero advierten de que en los últimos meses han observado la organización de actos que utilizan su nombre sin responder, a su juicio, al respeto que merece su figura.

"Estamos viendo actos, homenajes e iniciativas que se presentan en su nombre, pero que, en algunos casos, no nacen del cariño verdadero ni del respeto, sino del interés y de llenar la saca de fans con promoción personal además del ánimo de lucro", afirman. La familia sostiene que estas actuaciones "desvirtúan su memoria y hacen daño" y recalca que "Robe no es una excusa para hacer caja ni ganar visibilidad".

Asimismo, recuerda que el músico, como cualquier creador, cuenta con derechos de autor y de imagen que protegen tanto su nombre como su obra y cuya utilización requiere las correspondientes autorizaciones por parte de la familia, sus representantes legales y su oficina.

En este sentido, los responsables del legado del artista han mostrado su disposición a asesorar a quienes deseen organizar actividades relacionadas con su figura para que puedan desarrollarse "desde el corazón, con responsabilidad, empatía y decencia". El comunicado concluye con un nuevo agradecimiento a quienes continúan acompañando a la familia "con cariño y comprensión".

© EUROPAPRESS

MADRID.-Getafe.- La nueva edición del festival 'De poesía por Getafe' comienza este miércoles y rendirá tributo a Robe Iniesta
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Enrico Sangiuliano porta “Journey of Sound” alla Triennale di Milano

Milano si prepara a entrare nel clima del Kappa FuturFestival con un appuntamento che punta sull’ascolto e sull’immersione sonora più che sul formato classico da club. Sabato 13 giugno, alle 21, Enrico Sangiuliano sarà protagonista di Journey of Sound negli spazi di Voce Triennale, all’interno della Triennale Milano.

L’evento fa parte del calendario di Road to Kappa FuturFestival, la serie di iniziative che anticipano il festival torinese in programma dal 3 al 5 luglio al Parco Dora. Non un semplice warm up, ma un percorso di avvicinamento che mette al centro la cultura elettronica e le sue possibilità espressive fuori dai contesti consueti.

Per l’occasione Sangiuliano proporrà una listening session di tre ore costruita come un viaggio sonoro collettivo. L’idea è superare la dimensione del dancefloor per trasformare il set in un’esperienza di ascolto immersiva, dove spazio, ritmo e progettazione del suono assumono un ruolo centrale. Un formato che riflette l’evoluzione artistica del producer emiliano, da tempo interessato a un rapporto più narrativo e sensoriale con la musica elettronica.

Nato a Reggio Emilia, Enrico Sangiuliano è considerato uno dei nomi più influenti della techno contemporanea. DJ, produttore, performer e sound designer, ha costruito una carriera internazionale grazie a produzioni riconoscibili per struttura cinematica, ricerca timbrica e forte impatto emotivo. Negli ultimi anni ha consolidato la propria posizione ai vertici della scena mondiale, esibendosi nei principali festival e club internazionali.

Il 2026 ha segnato per lui la chiusura del progetto concettuale NINETOZERO, concluso con l’EP finale Absence e con l’ultimo evento SOLO All Night Long. Archiviata quella fase, Sangiuliano ha iniziato a esplorare nuove forme di performance, orientate verso esperienze più immersive e meno legate alla dinamica del party tradizionale. Journey of Sound nasce proprio da questa direzione artistica.

La scelta della Triennale Milano non è casuale. Voce Triennale è uno spazio pensato per progetti di ascolto, ricerca sonora e contaminazione tra musica, arti visive e design. Inserire qui un artista abituato ai grandi palchi internazionali significa spostare l’attenzione dal volume e dall’energia della folla alla qualità dell’ascolto e alla costruzione del paesaggio sonoro.

L’appuntamento milanese rappresenta anche un’anteprima significativa del Kappa FuturFestival 2026. La manifestazione torinese, giunta alla tredicesima edizione, è considerata il più grande festival open air di musica elettronica in Italia e figura stabilmente nella Top 10 mondiale stilata da DJ Mag. Dal 3 al 5 luglio il Parco Dora ospiterà oltre 130 artisti internazionali, con una line up che include, oltre a Sangiuliano, nomi come Peggy Gou, Skrillex, Diplo, Solomun e Charlotte De Witte.

Negli ultimi anni il Kappa FuturFestival ha contribuito in modo decisivo a trasformare Torino in una delle capitali europee dell’elettronica estiva. La combinazione tra archeologia industriale, grandi produzioni e programmazione internazionale ha reso il festival un punto di riferimento non solo per il pubblico italiano, ma anche per migliaia di visitatori provenienti dall’estero.

L’iniziativa milanese si inserisce in questo contesto come un momento di approfondimento culturale e artistico. Più che una semplice anticipazione del festival, Journey of Sound propone un’altra idea di fruizione della techno: meno legata all’intrattenimento immediato, più vicina all’ascolto attivo e alla dimensione immersiva del suono.

L’ingresso alla serata è previsto negli spazi della Triennale Milano, in viale Emilio Alemagna 6, con inizio alle 21. Informazioni e dettagli sono disponibili sui siti ufficiali della Triennale e del Kappa FuturFestival.

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