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Os peixes de um lago morreram todos de um dia para o outro. A ciência procura explicação

O lago San Carlos, um conhecido espaço natural do Arizona, foi palco de uma mortandade massiva de peixes — que obrigou as autoridades dos EUA a decretarem o seu encerramento imediato. Uma catástrofe ambiental sem precedentes mantém a comunidade científica em alerta, depois de ter sido confirmado que quase 100% da fauna aquática do lago San Carlos, um local emblemático situado nos Estados Unidos, morreu de forma repentina. O Departamento de Recreação e Vida Selvagem de San Carlos decretou o encerramento por tempo indeterminado do espaço, na sequência da descoberta de um grande número de exemplares em decomposição nas margens

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https://youtu.be/bCtZiVSYBAU O lago San Carlos, um conhecido espaço natural do Arizona, foi palco de uma mortandade massiva de peixes — que obrigou as autoridades dos EUA a decretarem o seu encerramento imediato. Uma catástrofe ambiental sem precedentes mantém a comunidade científica em alerta, depo
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Exposição “lugar-depois” assinala nova etapa do Museu Zer0 em Tavira

A exposição “lugar-depois” inaugurou esta terça-feira, 9 de junho, uma nova fase do Museu Zer0, em Santa Catarina da Fonte do Bispo, no concelho de Tavira.

A apresentação teve início por volta das 21:30, na Cooperativa Agrícola de Santa Catarina da Fonte do Bispo, onde foram projetadas imagens nos edifícios do espaço, alusivas ao conceito do museu e da exposição.

A mostra reúne artistas de diferentes áreas da arte contemporânea e propõe uma reflexão sobre as crises ecológicas, as transformações climáticas, a perda da biodiversidade e a relação entre território e humanidade.

Nova direção marca arranque de ciclo no Museu Zer0

Segundo Fátima Pereira, curadora da exposição e membro da nova direção do museu, esta etapa fica marcada pela entrada em funções de uma direção composta por cinco mulheres.

“A principal diferença é uma nova direção, completamente assumida por cinco mulheres”, afirmou ao POSTAL, acrescentando que o objetivo passa por dar continuidade à visão do fundador do museu, Paulo Teixeira Pinto, através de um trabalho conjunto.

O conceito de lugar-depois nasce de um questionamento sobre os desafios contemporâneos, desde as alterações climáticas à perda de biodiversidade. “Andamos aqui todos, mas ainda temos tempo de fazer qualquer coisa ou tudo”, referiu a curadora.

Barrocal algarvio e Ria Formosa inspiram criação artística

O Barrocal algarvio surge como elemento central da exposição, não apenas por acolher o Museu Zer0, mas também através das residências artísticas promovidas pela instituição.

Estes programas incentivam os artistas a trabalhar o território e as suas especificidades, dando origem a projetos ligados à realidade local.

Uma das salas da exposição resulta de um trabalho desenvolvido em torno da Ria Formosa, abordando questões relacionadas com este ecossistema e as transformações que o afetam, explicou a responsável ao POSTAL.

A exposição parte da ideia de que o território não se esgota na sua dimensão visível ou geográfica, sendo entendido como um espaço em permanente transformação, onde persistem memórias, vestígios e relações entre paisagem, comunidade, ecossistema e tempo.

“O museu abriu no ano passado, mas agora este é o tempo do museu”, concluiu Fátima Pereira, destacando o início de um novo ciclo para a única instituição portuguesa dedicada exclusivamente à arte digital.

EJ/CM

Leia também: Dia da Cidade traz Delfins à Praça da República em Tavira

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Ideias do Levante apresenta “Vozes na Minha Cabeça”

A associação cultural Ideias do Levante vai apresentar a sua 48.ª produção teatral, intitulada “Vozes na Minha Cabeça”, no dia 14 de junho, pelas 17h, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, em Lagoa.

O guião e a encenação têm a assinatura de Mário Rui Filipe. O elenco será composto por Joana Santos, Laura Vicente, Maria Pacheco, Pedro Rodrigues, Rita Beja e Rui Martins.

De acordo com a  Ideias do Levante, Mário Rui Filipe inspirou-se em textos de Filipe Pereira que abordam duas realidades: “a vida dos artistas no presente e a dor dos amigos que se perdem no mundo das dependências”.

“São textos contemporâneos que, mergulhados na atualidade, servem para transmitir uma mensagem de esperança e resiliência em tempos difíceis”, acrescenta.

O espetáculo, de entrada gratuita, é recomendado para maiores de 12 anos e limitado à lotação da sala (84 lugares). No entanto, “qualquer donativo será bem-vindo para apoiar a associação”. Reservas podem ser feitas aqui.

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Blanquerna exhibe las fotos de Colita en la histórica manifestación LGTBI de 1977

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Dos años y medio después de su muerte, Colita (Isabel Steva, Barcelona, 1940-2023) protagoniza una muestra que revisita uno de los puntos más significativos de su trayectoria: las fotos que hizo el 26 de junio de 1977 en la histórica manifestación, la primera en España, del colectivo LGTBI por sus derechos.

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Viaje al país de las maravillas textiles

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La Galería de las Colecciones Reales exhibe desde este miércoles, 10 de junio, Tejiendo la vida cortesana, una muestra fundamentalmente de tejidos y bordados pero también de objetos de la vida cotidiana en palacio que podrá verse hasta el próximo octubre y que reúne más de 200 piezas seleccionadas entre las 25.000 que tiene catalogadas Patrimonio Nacional.

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Valentín Roma vuelve al Macba, esta vez como director

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Esta vez las quinielas no se han equivocado y el escritor e historiador del arte Valentín Roma (Ripollet, 1970), que en los últimos nueve años ha dirigido La Virreina Centre de la Imatge, ha sido elegido como nuevo director del Museu d'Art Contemporani de Barcelona (Macba). El nombramiento, validado por el Consell General de la institución, tiene algo de vuelta a casa -y también de restitución- por parte de un museo que en 2015 lo destituyó como conservador jefe a raíz de la crisis provocada por la escultura La bestia y el soberano (el rey emérito sodomizado por una indígena), que le costó también el cargo a su entonces director, Bartomeu Marí, y al jefe de programas Paul B. Preciado.

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Natalie Portman y más de 350 figuras del cine critican el veto al israelí Nadav Lapid en el festival de Marsella: “Fracaso intelectual”

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Figuras como la actriz Natalie Portman o los realizadores Jacques Audiard y Justine Triet sumaron su firma a una carta que critica el “fracaso intelectual” que suponen, según ellos, las presiones para excluir al cineasta israelí Nadav Lapid, exiliado y crítico con el Gobierno de Benjamín Netanyahu, del Festival Internacional de Cine de Marsella (FID).

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El Cruïlla apuesta por la arquitectura con escenarios de diseño

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Primero fue el arte, después el humor, a continuación la moda, y ahora la arquitectura se suma a la poliédrica propuesta del festival Cruïlla, el más barcelonés de todos los grandes festivales que se celebran en Catalunya, un sello que destacan en esta 16.ª edición afirmando sin ambages que el Cruïlla “es casa”.

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Julian Barnes vence Prémio Princesa das Astúrias das Letras

O romancista tem um "estilo único, que o singulariza dentro de uma geração de autores britânicos especialmente brilhantes, que marcaram a literatura contemporânea", afirma o galardão.

© Getty Images

Prémio espanhol destacou ainda o "compromisso" do escritor com os direitos humanos
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Loulé distingue Lídia Jorge com Medalha de Mérito Cultural

Lídia Jorge recebeu, em Loulé, a Medalha de Mérito Cultural, numa cerimónia que juntou várias personalidades da vida pública, política e cultural da região no Solar da Música Nova, “casa” do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado.

A distinção foi entregue pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, em nome do Governo, poucos dias antes de a escritora celebrar 80 anos, assinalados a 18 de junho.

Segundo o Município de Loulé, a homenagem pretendeu reconhecer um percurso de 50 anos de uma das maiores figuras do pensamento europeu contemporâneo, cuja obra se tem centrado na memória, na condição humana e na democracia.

Escritora reafirma ligação ao Algarve e a Loulé

Visivelmente emocionada, Lídia Jorge assumiu a distinção como um momento “inesquecível”, sublinhando a importância de a homenagem acontecer “ao fim da tarde, entre amigos”, na sua terra natal.

No discurso, a escritora reafirmou o orgulho nas suas origens e a ligação ao Algarve. “Por natureza, e não por plano, nunca enjeitei o espaço da origem. Pelo contrário, fui somando à experiência primordial da infância, sucessivos círculos concêntricos que se foram alargando, pelas vivências geograficamente longínquas que a vida me tem proporcionado”, afirmou.

A escritora acrescenta que “a propósito desta fidelidade intrínseca, certa vez escrevi sobre este sentimento de pertença – Algarve, minha primeira pátria. O resto do mundo é apenas o seu deslumbrante prolongamento. E assim é. Por isso, Senhora Ministra, à Medalha de Mérito de âmbito nacional, que me atribui, eu devo acrescentar – Medalha de Mérito atribuída em Loulé, Algarve. Esta localização precisa não a restringe, aumenta-a”, declarou.

Para Margarida Balseiro Lopes, a distinção reconhece o impacto internacional da obra de Lídia Jorge e o seu contributo para a cultura nacional. A ministra destacou ainda a relevância de “O Dia dos Prodígios”, primeiro livro da autora, publicado em 1980, considerando-o “uma das obras mais marcantes da literatura portuguesa do pós-25 de Abril”.

Dino D’Santiago homenageia percurso literário

O músico Dino D’Santiago foi chamado a assumir o papel de “padrinho mais jovem” da homenagem, dirigindo palavras de admiração e amizade à escritora louletana.

“Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu! Sorriu porque, de vez em quando, nasce alguém capaz de recordar à Humanidade aquilo que ela se esforça tanto por se esquecer: a sua própria Humanidade!”, afirmou o artista.

Recordando as raízes da romancista em Boliqueime, Dino D’Santiago descreveu Lídia Jorge como “filha daqueles que conhecem o peso do sol sobre os ombros” e destacou o legado humano da sua obra. “Há pessoas que herdam propriedades, outras herdam apelidos, Lídia Jorge herdou uma coisa mais rara: o conhecimento profundo da condição humana”, afirmou.

O músico acrescentou ainda que, “num tempo em que tanto se escolhe o ruído, ela escolheu escutar”, defendendo que a obra da autora permanece viva porque “não nasce da ideologia, nasce da compaixão, uma forma superior de inteligência”.

Lídia Jorge será patrona da candidatura de Loulé

Também Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, destacou a ligação afetiva da escritora a Boliqueime e ao concelho, lembrando “a cidadã que ama a sua terra”.

O autarca sublinhou a capacidade de Lídia Jorge transformar histórias simples e a memória coletiva algarvia numa dimensão universal. “Nunca esqueceu as suas raízes e, mesmo quando escreve para o mundo, continua a escrever a partir daqui deste nosso Sul de luz”, afirmou.

Telmo Pinto acrescentou que a escritora “leva-nos daqui para o mundo, mas também traz o mundo até nós”, considerando-a um exemplo para as novas gerações pela “profundidade, o pensamento crítico, a integridade”.

Durante a cerimónia, o presidente da Câmara anunciou que Lídia Jorge será patrona e figura cimeira da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura em 2028.

Num dia em que a ministra participou também num fórum em Tavira sobre cultura digital e novas tecnologias, Lídia Jorge defendeu que, perante o avanço da Inteligência Artificial, “a Literatura e a Poética representam, nos meios da Linguagem, o último porto seguro de resistência à robotização do pensamento, à artificialidade, à despersonalização e à homogeneização”.

Para a autora, a tecnologia não deve alarmar os criadores. “Nenhuma máquina poderá rivalizar com a capacidade criativa que nós, os seres humanos, detemos, a capacidade de juntar o que nunca foi reunido antes, e a esse compositum novo, que se forma em cada um de nós se chama criação”, afirmou.

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Faro recebe Festival de Folclore Infantil no Passeio da Doca

O XXXI Festival de Folclore Infantil realiza-se no dia 12 de junho, às 20:00, no Passeio da Doca, em Faro, reunindo vários grupos e ranchos infantis num espetáculo dedicado às tradições populares e à cultura algarvia.

Promovida pelo Departamento de Desenvolvimento Social e Educação da Câmara Municipal de Faro, a iniciativa contará com a participação de grupos da cidade e do concelho, num programa que integra danças, marchas e temas do repertório tradicional.

Segundo o Município de Faro, o festival é dedicado à “valorização das tradições populares e da cultura identitária do Algarve”, dando palco a crianças e jovens em contexto de aprendizagem e partilha cultural.

Crianças e jovens dão vida ao repertório tradicional

Entre os participantes estão o Grupo Folclórico Infantil Casa de Santa Isabel, o Grupo Folclórico Infantil Nossa Senhora do Carmo, o Grupo Folclórico Infantil O Relógio, o Rancho Folclórico Infantil da Escola EB1/JI do Carmo.

O festival conta também com a prarticipação do Rancho Folclórico Infantil da Escola Básica de Estoi, Rancho Folclórico Infantil da Escola Básica da Ria Formosa, Rancho Folclórico Infantil da Escola Básica de S. Luís, Rancho Folclórico Infantil da Escola Básica do Bom João e do Grupo Folclórico Infantil de Faro.

O programa inclui atuações com danças e marchas tradicionais, como “Tia Anica”, “Alma Algarvia”, “Corridinho”, “Cabo de São Vicente”, “As Saias” e “Ó Nosso Algarve”, entre outras expressões do património musical e coreográfico regional.

De acordo com a autarquia, estas manifestações continuam a ser transmitidas às novas gerações através da participação ativa dos mais novos.

Município reforça aposta na preservação do folclore infantil

Com esta iniciativa, o Município de Faro afirma reforçar a aposta na preservação e divulgação do folclore infantil, promovendo o contacto das crianças com as tradições locais.

A autarquia sublinha ainda o envolvimento da comunidade em manifestações culturais de raiz popular, valorizando o papel das escolas, grupos e ranchos infantis na continuidade do património cultural algarvio.

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O que se faz na Feira do Livro de Lisboa? Sobe-se e desce-se

Como se vai ao Louvre para ir ao Louvre e a Nova Iorque para se ir a Nova Iorque, o evento conquistou essa aura que faz com que se visite a feira, mesmo que tenhamos saído de um longo coma na véspera.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

"Este ano vi sistemas de nebulização, deram-me um “abanador” do Toy e notei que há um carro oficial da Feira do Livro. Existem demonstração de soluções auditivas. Há um pavilhão bengaleiro onde se podem enviar os livros que comprámos para nossa casa."
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Comissão Europeia propõe orçamento de 200 mil milhões de euros para a UE em 2027

A Comissão Europeia apresentou esta quarta-feira um projeto de orçamento da União Europeia para 2027, de 200 mil milhões de euros, centrado nos domínios da competitividade, da defesa, da habitação acessível, da resiliência hídrica e da transição energética.

O executivo comunitário refere que os 200 mil milhões de euros (ME) em autorizações têm em conta a revisão intercalar da política de coesão em vigor (2021-2027) e “uma série de desenvolvimentos críticos nos últimos anos, incluindo uma pandemia mundial, uma crise energética e o aumento da inflação, o regresso da guerra ao continente europeu, bem como as crescentes tensões geopolíticas”.

Bruxelas destaca ainda o recente conflito no Médio Oriente, que fez disparar os preços da energia.

Em comunicado, a Comissão destaca que o projeto de orçamento para 2027 inclui um aumento do financiamento de programas emblemáticos – como o Erasmus+, o Mecanismo Interligar a Europa e o Programa a favor do Mercado Único, continuando simultaneamente a prestar apoio à agricultura.

A maior parcela da proposta (75.761 ME) destina-se à rubrica Coesão, resiliência e valores e a menor (1.150 ME) ao empréstimo de apoio à Ucrânia.

O orçamento anual para 2027, o último do atual Quadro Financeiro Plurianual, terá de ser formalmente adotado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho antes do final do ano.

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Trump como "Naruto": fãs no Japão criticam o líder dos EUA

Fãs contestam o uso das obras japonesas "em contextos políticos e militares" nas publicações de Donald Trump e da Casa Branca nas redes sociais. Artista afirma que nenhuma permissão foi concedida.

© Truth Social

Os perfis da Casa Branca e do Presidente dos EUA fazem referências à figuras pop nas redes sociais
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Rodrigo Guedes de Carvalho, o distópico

A acção passa-se no futuro, mas o texto respira contemporaneidade. Espécie de mundo anunciado, "O Meu Primeiro Apocalipse" testa uma hipótese de vida, e não o faz sem humor ou ironia.

© ANDRÉ DIAS NOBRE / OBSERVADOR

O apocalipse de Guedes de Carvalho capta um certo clima, clima esse que já tem moldado e dominado a contemporaneidade: há uma atmosfera de aceleração e de desgaste, de reacção imediata, em que o radicalismo é uma postura incentivada para se opor a outro radicalismo
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