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Solare ed eolico, la Commissione Ue presenta progetto T-Med con Maghreb e paesi del bacino mediterraneo

BRUXELLES – A quasi vent’anni da un primo tentativo, probabilmente prematuro, la Commissione europea ha presentato oggi, martedì 9 giugno, un progetto di collaborazione con i paesi del bacino mediterraneo...

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Siri Ia non sarà rilasciato in Europa, scontro Apple-Commissione Ue. “Bruxelles rifiuta di collaborare”. “No, regole valgono per tutti”

E’ scontro aperto tra Apple e la Commissione Europea, dopo la decisione di Cupertino di bloccare la disponibilità per gli utenti europei di Siri Ai, l’intelligenza artificiale già installata sui dispositivi della “mela”. La multinazionale fondata da Steve Jobs non ha neppure dato una tempistica per il rilascio del servizio nel Vecchio continente, giustificando la scelta con l’incompatibilità del suo prodotto rispetto alle regole europee del Digital markets act (Dma). Cupertino ha espresso delusione per l’approccio di Bruxelles al negoziato, votato al “rifiuto di collaborare in modo costruttivo”. La Commissione europea ha respinto al mittente le accuse: “La decisione di non lanciare Siri Ai nell’Ue spetta esclusivamente ad Apple – afferma il portavoce della Commissione per il Digitale Thomas Regnier – perché assolutamente nulla nel Dma vieta ad Apple di introdurre nuovi prodotti nell’Ue”.

La Commissione europea accusa Apple: “Vuole una deroga alle regole e limitare la libertà degli utenti”

La Commissione europea ha difeso le regole in vigore e accusato Apple di voler limitare la concorrenza, obbligando gli utenti dell’iPhone ad usare solo l’Intelligenza artificiale predefinita. Quello che Apple “non può fare – ha proseguito Regnier – è chiudere il mercato, proprio come qualsiasi altro operatore. Non spetta a loro decidere chi può innovare, né scegliere quali strumenti di intelligenza artificiale i cittadini dell’Ue possono utilizzare. Ed è proprio qui che entra in gioco il Dma e il suo obbligo di interoperabilità. Perché se vogliamo nuove soluzioni innovative e più scelta per i nostri utenti, abbiamo bisogno di una concorrenza equa e aperta per gli sviluppatori”.

Ora, prosegue il portavoce, “qual è la vera storia dietro Siri AI? Abbiamo avuto alcuni contatti con Apple su questo argomento. Ma Apple non è stata in grado di sviluppare soluzioni di interoperabilità conformi. Invece di cercare soluzioni di conformità adeguate, Apple ha semplicemente chiesto alla Commissione di essere esentata dai suoi obblighi di interoperabilità ai sensi del Dma, e questo per almeno 18 mesi“. Per la Commissione, “questa non è un’opzione. Perché significherebbe che nessun altro agente di intelligenza artificiale, a parte Siri AI (per inciso, sviluppata da Google), avrebbe le stesse possibilità di essere scelto dagli utenti iPhone. E, cosa ancora più importante: il diritto dell’Ue non è negoziabile”. “La Commissione non concederà alcuna esenzione, proprio come un agente di polizia non esenterebbe un automobilista dal rispettare il limite di velocità”, conclude Regnier.

Cupertino: l’Ue “rifiuta di collaborare”

La casa di Cupertino ha annunciato questa notte che “purtroppo, a causa del Digital Markets Act (Dma), non potrà rendere disponibile Siri Ai nell’Unione Europea con il rilascio di iOS 27 e iPadOS 27. Negli ultimi mesi, le autorità di regolamentazione dell’Ue – sottolinea l’azienda – non hanno accettato nessuna delle soluzioni proposte da Apple per portare Siri Ai nell’Ue garantendo al contempo la compatibilità con altri assistenti virtuali”. “Siamo profondamente delusi dal fatto che i nostri utenti europei non potranno utilizzare Siri Ai su iPhone o iPad con i nuovi aggiornamenti software che rilasceremo entro la fine dell’anno”, ha dichiarato Craig Federighi, vicepresidente senior di Software Engineering di Apple. “La nostra speranza è di poter rendere disponibile Siri AI nell’Ue in futuro e continueremo a collaborare con le autorità di regolamentazione europee per trovare una soluzione. Tuttavia, il loro rifiuto di collaborare in modo costruttivo su soluzioni che tutelino la privacy e la sicurezza significa che al momento non siamo in grado di fornire una tempistica per la disponibilità di Siri AI su iOS e iPadOS nell’Ue”, ha concluso Federighi.

L'articolo Siri Ia non sarà rilasciato in Europa, scontro Apple-Commissione Ue. “Bruxelles rifiuta di collaborare”. “No, regole valgono per tutti” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Copa do Mundo: exames de Neymar apontam 'boa evolução' , afirma CBF

Logo Agência Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou "boa evolução, dentro dos parâmetros esperados". Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar "seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira."

A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação. 

Notícias relacionadas:

À época da convocação da seleção para a Copa, no dia 18 de maio, a informação passada pelo Santos, clube de Neymar, era de que o atleta tinha um edema na panturrilha. No entanto, ao se apresentar para os treinos na Granja Comary, em Teresópolis, nove dias depois, o jogador passou por exames complementares que apontaram uma lesão de grau dois na região. No dia seguinte, o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar necessitaria de mais duas a três semanas para se recuperar. Segundo este cronograma, a primeira data possível para a volta do jogador seria a próxima quinta-feira, dia 11. 

A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.

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Investidores ampliam presença no futebol e clubes viram ativos do mercado global

A presença de investidores institucionais no futebol mundial tem crescido de forma consistente, impulsionada pelo aumento das receitas do setor, pela busca de novas formas de monetização e pela percepção dos clubes como ativos cada vez mais escassos e valiosos. Na temporada 2025/26, estima-se que mais de 36% dos clubes das cinco principais ligas europeias já possuam algum tipo de ligação com o mercado de capitais, segundo dados da PitchBook citados pelo UBS.

Esse movimento não se limita à aquisição de controle acionário de clubes menores ou com dificuldades financeiras, modelo observado em casos como Paris FC, Birmingham City, Botafogo e Cruzeiro. De acordo com o UBS, novas estruturas de investimento vêm ganhando espaço, incluindo participações minoritárias, operações de financiamento estruturado e modelos híbridos que ampliam a entrada de capital no futebol.

Entre os exemplos recentes estão aportes realizados em clubes como Paris Saint-Germain e Juventus, além de operações de crédito com garantias específicas utilizadas por equipes como Barcelona, Atalanta e Olympique de Lyon. No cenário brasileiro, o São Paulo também adotou uma estrutura semelhante ao recorrer a um FIDC estruturado pela Galapagos.

Novos modelos de investimento ampliam receitas no futebol

Outra tendência em expansão é o compartilhamento de receitas futuras. Um dos casos mais conhecidos é a parceria entre a gestora Sixth Street e o Real Madrid envolvendo a modernização do estádio Santiago Bernabéu, com participação em receitas vinculadas ao empreendimento.

No Brasil, um modelo semelhante foi observado na relação entre a WTorre e o Palmeiras, parceria que, apesar de disputas ao longo dos anos, contribuiu para consolidar a arena como uma importante fonte de receitas paralelas ao desempenho esportivo do clube.

Com a diversificação das formas de investimento e a entrada de novos agentes financeiros, o futebol passa a ser cada vez mais estruturado como um setor integrado ao mercado de capitais global, ampliando as possibilidades de receita e de valorização dos clubes.

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