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Porsche Taycan 2027 virá com simulação de conta giro e troca de marchas

A Porsche anunciou uma série de atualizações para o próximo ano/modelo do Taycan, o primeiro elétrico da marca, nesta quarta-feira (17).

Entre as atualizações estão o novo modo de condução E-Shift, que simula a experiência de um carro a combustão; uma nova geração de infotenimento, com controle de voz por IA e navegação atualizada; e a oferta de um novo kit aerodinâmico Manthey, voltado para as pistas.

Confira os detalhes:

O novo modo E-Shift

Botão “E-Shift” físico no volante do Taycan Turbo GT atualizado • Botão “E-Shift” físico no volante do Taycan Turbo GT atualizado

A principal atualização do Taycan 2027 é o novo modo de condução E-Shift, disponível como opcional para todas as variantes e carrocerias — e de série no Taycan Turbo GT, a versão mais extrema do elétrico. O sistema simula a experiência de um carro a combustão, com oito marchas virtuais acionadas pelas borboletas do volante esportivo GT.

As trocas de marcha são acompanhadas por trancos perceptíveis, um torque de arrasto específico para cada marcha simulada e até um limitador de rotações. O conta-giros aparece no painel de instrumentos junto a um indicador de troca com luz de mudança, emulando a dinâmica dos painéis dos carros a combustão da alemã.

Os alto-falantes também trabalham no modo E-Shift. O Electric Sport Sound foi reinterpretado e se adapta à situação de condução conforme a carga e a rotação simulada do motor, tanto no interior quanto no exterior do carro. O mapeamento da transmissão e as características sonoras são personalizados para cada variante do Taycan, dando a cada modelo seu próprio perfil acústico.

Na variante Turbo GT, o E-Shift é ativado por um seletor de modo físico adicional.

Autonomia de até 700 km pela primeira vez

O Taycan 2027 chega com uma nova opção de pneus de verão de 20 polegadas com resistência ao rolamento excepcionalmente baixa, disponíveis para os modelos de entrada com tração traseira (sedã e Sport Turismo).

Os pneus aumentam a autonomia em até 20 km e, combinados com a bateria Performance Plus, permitem alcançar pela primeira vez uma autonomia de até 700 km, no ciclo WLTP. A opção “Summer Tyres Range Plus” estará disponível apenas na Europa e países membros da UE.

Inteligência Artificial, widgets e até 5x mais processamento

Interior do Porsche Taycan GTS 2027 • Divulgação / Porsche

O Taycan 2027 recebe a nova geração do sistema Porsche Communication Management (PCM). Segundo a montadora, ela apresenta cinco vezes mais poder de processamento, e os resultados são menus mais rápidos, navegação mais fluida e desempenho mais ágil.

A nova interface, chamada Porsche Digital Interaction, tem um visual mais minimalista com ícones limpos, animações dinâmicas e widgets configuráveis — pequenos aplicativos interativos que podem ser exibidos em tela dividida ou em tela cheia, com acesso rápido a navegação, mídia e telefone.

No centro da tela fica um modelo 3D do Taycan do cliente (na cor real do veículo específico) que pode ser girado livremente. Por meio desse ícone, o motorista acessa as principais funções do carro. O aplicativo nativo Temas permite personalizar o ambiente digital com diferentes esquemas de cores, que harmonizam com a cor externa do veículo e com a iluminação ambiente.

O controle de voz foi aprimorado com o novo Voice Pilot com IA, que permite conversas naturais, busca de pontos de interesse com suporte do Google e a possibilidade de fazer perguntas em sequência sem precisar repetir “Olá, Porsche” a cada vez. Até a tampa do carregador elétrico pode ser aberta por comando de voz.

A integração com smartphones também foi ampliada para Apple CarPlay e Android Auto. O carregamento sem fio ficou mais rápido, chegando a 25 watts, e as atualizações do sistema de infotenimento agora podem ser feitas totalmente via OTA — baixadas e instaladas em segundo plano após confirmação do motorista.

A navegação recebeu cálculo de rotas online mais preciso, representação 3D de edifícios e um planejador de carregamento otimizado. O novo App Center expande o ecossistema com aplicativos próprios e de terceiros em categorias como streaming de áudio e vídeo, estacionamento e carregamento.

Manthey em um elétrico pela primeira vez

Porsche Taycan 2027, o primeiro elétrico a receber o kit Manthey de fábrica • Divulgação / Porsche

Para os entusiastas de pista, a Porsche disponibiliza o Kit Manthey para o Taycan Turbo GT Weissach. É a primeira vez que a marca oferece o kit para um elétrico.

O pacote inclui extensas otimizações aerodinâmicas, de chassi e de motorização, diminuindo significativamente o tempo em circuito. Em testes recentes em Nürburgring Nordschleife, o piloto Lars Kern estabeleceu um novo recorde de 6min55s533 na categoria de carros executivos elétricos com o modelo equipado com o kit.

O Kit Manthey pode ser adquirido tanto para adaptação em veículos já entregues quanto, pela primeira vez, diretamente da fábrica sob encomenda.

O Taycan 2027 já está disponível para encomenda em todos os centros Porsche

Novo Porsche Macan elétrico inicia comercialização no Brasil

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Felipe Ramos Guinato triunfa no Grande Prémio de Pedras Salgadas

VTM

Montando Gandalf Mouche, o cavaleiro brasileiro completou a final em 41,61 segundos, garantindo a vitória à frente do português Hugo Carvalho, que foi segundo classificado com Nau-N, em 42,78 segundos. O terceiro lugar foi conquistado por Mário Prieto, com Pegasus Enjoy, que terminou a prova em 43,78 segundos.

A final, disputada a 1,45 metros, apresentou um percurso exigente, composto por 12 obstáculos e 16 esforços. Apenas seis conjuntos conseguiram completar as duas mãos sem penalizações, num desfecho equilibrado e competitivo até aos últimos percursos.

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Jazz volta a animar fins de tarde no Forte do Beliche

O Beliche Jazz realiza-se ao longo do mês de Julho, no Forte do Beliche, em Sagres.

O ciclo decorrerá todos os sábados às 17h00.

A edição deste ano apresenta um programa diversificado, reunindo diferentes formações e músicos de reconhecido mérito no panorama do jazz.

O arranque acontece no dia 4 de Julho com PanDuo, projeto formado por Ricardo Jesus, no saxofone alto, e Hugo Santos, no contrabaixo. Segue-se, no dia 11, o concerto composto por Cátia Ribeiro, na voz, Diogo Costa, na guitarra, e Duarte Júlio, no contrabaixo.

No dia 18, sobe ao palco Sofia Rodrigues.. 

O ciclo encerra no dia 25 de julho com a atuação da Orquestra de Jazz do Algarve, que contará com a participação especial de Raul Reyes e Osvaldo Pegudo.

Os bilhetes estarão à venda a partir de 17 de junho, podendo ser adquiridos através da plataforma Ticketline ou presencialmente na Câmara Municipal de Vila do Bispo, nos serviços de tesouraria, nos dias úteis, entre as 09h00 e as 15h00.

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Subaru Uncharted, la prova de Il Fatto.it – La giapponese a elettroni che sorprende – FOTO

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La Uncharted è elettrica (anche) a trazione integrale permanente e una Subaru vera: “Non è una Toyota con il nostro marchio – taglia corto Nicola Torregiani, presidente e Ceo della filiale nazionale della casa delle Pleiadi, che gestisce anche le operazioni in Slovenia, Croazia, Grecia, Bulgaria e Romania, mentre il manager è responsabile anche delle filiali del Benelux – perché un centinaio dei nostri ingegneri ha contribuito al suo sviluppo”.

Nello specifico, sottolinea Torregiani, ha “messo sul tavolo” il meglio del proprio know how, cioè la trazione integrale, l’e-Axle management, la sicurezza, il set up e la qualità di guida: “Per noi questa è una macchina che si gestisce con l’acceleratore”, insiste confermando lo spirito sportivo del costruttore, partecipato al 20% da Toyota, che si è fatto conoscere anche con i suoi successi nel rally.

Il crossover coupé da 4,51 metri di lunghezza (2,75 sono di passo), da 1,87 di larghezza e 1,62 di altezza ha anche interessanti capacità fuoristradistiche che gli derivano da 2111 millimetri di spazio libero da terra (30 in più rispetto al modello di Toyota) con angoli di attacco e uscita di 17,2 e 27°. Esibisce un frontale moderno e nuovo (per il marchio), rivestimenti protettivi “a forte contrasto” (soprattutto nel colore esterno di lancio, che è un intrigante arancione, indubbiamente appariscente, ma anche “simpatico”) e anche una parte posteriore elegante e allo stesso tempo leggera.

La Subaru Uncharted è a listino (gli ordini sono già aperti) con due batterie, tre potenze e quattro allestimenti con un prezzo che parte dai 39.900 euro della 2E-Xcite, che con la promozione trasversale di 5.000 euro scende a 34.900 euro. I clienti possono poi contare su 1.060 euro equivalenti a 10.000 chilometri di ricarica gratuita. Per la declinazione top di gamma con cerchi da 20” e tetto panoramico servono 48.900 euro, che con la sforbiciata promozionale (in questo caso di “soli” 4.500 euro) scendono a 44.400. Con SubaruSafe, la garanzia vale 8 anni, indipendentemente dal chilometraggio.

Gli accumulatori con chimica litio ferro fosfato sono da 57,7 e 77 kWh e valgono autonomie tra i 451 e i 592 chilometri (trazione anteriore e batteria grande) a seconda del tipo di trazione (anche anteriore) e della potenza. Che è di 167, 224 e 343 Cv (al motore principale da 224 si somma quello da 88 kW) con una coppia di 268 Nm. Le velocità massime sono di 140 e 160 km/h, mentre i consumi dichiarati sono compresi tra 16,9 e 19,2 kWh/100 km: nella prova con il modello top di gamma, peraltro con parecchia autostrada, il computer di bordo ne ha rilevati 20.

La Uncharted è briosa (5” per schizzare da 0 a 100 orari nella variante più potente, guidata anche in off road) e piacevole, capace di trasmettere confortanti sensazioni di solidità. L’equipaggiamento è importante e tutti le versioni includono diversi sistemi di sicurezza (la casa delle Pleiadi vuole azzerare entro il 2030 gli incidenti stradali mortali che coinvolgono i propri veicoli), compresi il Front Cross Traffic Alert e l’Adaptive High-beam System, il doppio scomparto per la ricarica wireless, la pompa di calore e il caricatore di bordo da 22 kW a corrente alternata (in genere è da 11) e da 150 per quella continua. I tempi del rifornimento sono promessi di 28 minuti per passare dal 10 all’80%, mentre il sistema di rigenerazione dell’energia è su cinque livelli (uno in più rispetto alla C-HR+) con comandi al volante.

Gli obiettivi di vendita per le elettriche sono ambiziosi: quest’anno Subaru punta a 350 unità, inclusa la Solterra, che nel 2027 dovrebbero diventare 1.500 (compresa la futura E-Outback) e raggiungere quota 2.000 nel 2028 tra Uncharted, Solterra e E-Outback. Subaru crede nell’elettrificazione e non ha intenzione di compiere alcun passo indietro: “Solo – precisa Torregiani – cambia la velocità di diffusione nei vari mercati”. E l’Italia sembra guardare anche più lontano rispetto ad altri paesi: lo scorso anno è stata la nazione in cui Subaru è cresciuta di più (+55%) e lo scorso maggio è stata il primo mercato europeo.

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Auto elettriche, lo studio che immagina quante ce ne saranno in Italia nel 2035

L’Italia potrebbe arrivare al 2035 con un parco circolante composto da quasi 8 milioni di veicoli elettrici e ibridi plug-in. È una delle principali indicazioni contenute nel nuovo “Libro Bianco sulla mobilità elettrica” presentato dall’associazione lobbistica Motus-E durante una conferenza dedicata alle prospettive del settore automotive nei prossimi dieci anni.

Lo studio prova a delineare l’evoluzione della mobilità elettrica in un contesto che continua a essere caratterizzato da numerose incognite. Dall’andamento del mercato alle politiche europee, passando per gli incentivi e gli investimenti nelle infrastrutture, molte delle variabili che influenzeranno il settore restano infatti aperte. Secondo l’analisi, oggi in Italia circolano circa 830.000 veicoli elettrici e plug-in tra automobili, veicoli commerciali e mezzi pesanti. Sul territorio nazionale sono inoltre presenti oltre 78.000 punti di ricarica pubblici.

Partendo da questi numeri, l’associazione ha elaborato due possibili scenari. Il primo, definito “Conservativo“, ipotizza il mantenimento dell’attuale quadro normativo, senza nuovi incentivi statali per le auto elettriche private e con una crescita più graduale del mercato. In questo caso il parco circolante arriverebbe nel 2035 a circa 4,6 milioni di veicoli elettrici e 3,2 milioni di ibride plug-in. I punti di ricarica pubblici supererebbero quota 130.000.

Lo scenario più favorevole, definito “Accelerato“, presuppone invece misure aggiuntive a sostegno della domanda, una maggiore elettrificazione delle flotte aziendali e nuovi investimenti nelle infrastrutture. In questa ipotesi i veicoli elettrici raggiungerebbero quota 6,8 milioni, mentre quelli plug-in si attesterebbero a circa 2,4 milioni. La rete pubblica di ricarica supererebbe i 160.000 punti distribuiti sul territorio nazionale.

In entrambi i casi, secondo lo studio, la diffusione della mobilità elettrica comporterebbe un aumento della domanda di energia elettrica compreso tra 15 e 18 TWh all’anno. Un livello che l’associazione considera compatibile con il sistema energetico nazionale. Uno degli aspetti maggiormente evidenziati riguarda la riduzione del consumo di petrolio. Le stime elaborate indicano infatti un possibile risparmio compreso tra 34,6 e 41,5 milioni di barili all’anno entro il 2035, con un valore economico stimato tra 2,4 e 2,9 miliardi di euro annui ai prezzi attuali.

Le previsioni arrivano in una fase complessa per il mercato europeo dell’auto elettrica. Dopo anni di forte crescita, il settore sta attraversando una fase di assestamento. Le vendite continuano ad aumentare in diversi Paesi europei, ma con velocità differenti. L’Italia rimane uno dei mercati con la quota di elettrico più bassa dell’Europa occidentale. Nel primo trimestre del 2026, ricorda il rapporto, le auto a batteria hanno rappresentato circa l‘8% delle immatricolazioni nazionali, contro una media europea del 20%.

Il quadro che emerge è quindi quello di una transizione ancora in corso. Le previsioni elaborate da Motus-E, che ricordiamo è l’associazione che riunisce aziende, operatori energetici e soggetti della filiera della mobilità elettrica, descrivono un possibile percorso di crescita del mercato italiano nel prossimo decennio.

Resta però difficile prevedere quale sarà la velocità effettiva di questa trasformazione. Negli ultimi anni il settore è stato influenzato da incentivi, andamento dei prezzi dell’energia, evoluzione delle tecnologie e scelte politiche spesso mutevoli. Proprio per questo, più che una fotografia del futuro, il Libro Bianco rappresenta una mappa dei possibili scenari che attendono l’automotive italiano da qui al 2035.

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Pueblo mapuche de Chile rechaza intento de modificar Ley Indígena

Santiago de Chile, 16 jun (Prensa Latina) Representantes de comunidades mapuche llegaron hoy hasta el Palacio de La Moneda, sede del poder ejecutivo, para rechazar el intento del actual gobierno chileno de modificar la Ley Indígena.

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Cornyn non-committal on Blanche’s confirmation as attorney general after meeting

Sen. John Cornyn (R-Texas) met with Acting Attorney General Todd Blanche on Tuesday for what he described as a “positive interview,” but did not commit to backing his nomination to head the Department of Justice.  “I will not make a decision on confirmation until after that briefing and completion of his hearing before the committee,”…

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Cornyn non-committal on Blanche’s confirmation as attorney general after meeting

Sen. John Cornyn (R-Texas) met with Acting Attorney General Todd Blanche on Tuesday for what he described as a “positive interview,” but did not commit to backing his nomination to head the Department of Justice.  “I will not make a decision on confirmation until after that briefing and completion of his hearing before the committee,”…

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Chi di risiko ferisce di risiko rischia

L’offerta avanzata da Intesa Sanpaolo sulla totalità delle azioni di Monte dei Paschi di Siena sarà probabilmente accolta. Ma l’operazione non è priva di rischi perché realizzare l’integrazione di tutte le varie entità coinvolte non sarà semplice.

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Leapmotor B05, la prova de Il Fatto.it – Autonomia reale e dotazione completa – FOTO

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“Il prezzo è come il tartufo: è buono, ma copre tutto”, sorride Federico Scopelliti, direttore di Leapmotor per l’Italia, il primo mercato dopo la Cina, peraltro destinato a venire superato dalla Germania e dal Regno Unito (nazioni nelle quali si vendono molte più macchine) dove la raccolta ordini sta crescendo in maniera quasi esponenziale. Leapmotor ha Stellantis come azionista di riferimento (21%) e fuori dalla Repubblica Popolare, le operazioni della joint venture sono controllate al 51% dalla stessa Stellantis, che beneficia del successo del marchio, diventato paradossalmente popolare in Italia con una elettrica, la T03, che grazie agli incentivi si riusciva ad acquistare ad un prezzo inferiore a quello di una e-bike. La risposta è stata quasi entusiastica nella parte meridionale del Belpaese, tanto che Leapmotor è diventato il marchio più venduto in Campania con picchi di vendita anche in Sicilia, in città come Catania e Ragusa.

La nuova B05 non è solo più lunga (4,43 metri di lunghezza) e più larga (1,88 metri, la taglia maggiore nel segmento), ma anche più brillante con la sua trazione posteriore e la sua unità da 218 Cv e 240 Nm di coppia. Con il launch control ha uno spunto da 0 a 100 orari di 6,7” (170 km/h di velocità massima) che la rendono anche piuttosto “peperina”. Circa l’autonomia, un parametro sempre più importante, nell’omologazione Leapmotor sembra non aver spinto troppo, nel senso che è sin troppo facile restare sotto i 15,9 kWh/100 km dichiarati: dopo i cento movimentati chilometri di prova il consumo si è attestato attorno ai 15, ma scendere sotto i 14 anche guidando in maniera disinvolta non è affatto complicato.

La vocazione è quella di una sportiva, peraltro sviluppata espressamente per il mercato del Vecchio Continente e con un bagagliaio con una capienza compresa fra i 345 e 1.400 litri, e di sicuro al volante si apprezza una sostanziale e piacevole precisione dello sterzo, un rassicurante assetto legato anche dalla calibratura europea degli ammortizzatori e un notevole equilibrio (non solo tra i pesi).

Ispirata esteticamente ad una coupé e ambientata tecnologicamente nel mondo digitale, la Leapmotor B05 non ha praticamente alcun tasto fisico: tutte le funzioni si comandano del generoso schermo centrale da 14.6”. Per chi è abituato all’ecosistema analogico è un cambiamento radicale, anche se in Cina si lavora già ad un’evoluzione con la quale torneranno alcuni pulsanti.

Le linee sono essenziali, quasi pure (le portiere sono anche prive di profilo), e influiscono sul coefficiente aerodinamico di 0,26, che beneficia di soluzioni come la griglia attiva o come i deflettori anteriori laterali che assieme valgono oltre 12 chilometri di percorrenza in più. Offerta con batterie litio-ferro-fosfato da 56,2 e 67,1 kWh, la B05 è accreditata di autonomie comprese fra 401 e 482 chilometri e tempi di ricarica (la potenza massima è di 168 kW) di 17 minuti per un rifornimento fra il 30 e l’80%.

La considerazione iniziale di Scopelliti riguarda il fatto che il prezzo tende a coprire l’elevato livello tecnologico e di sicurezza (due e modelli, entrambi con le 5 stelle EuroNcap ai crash test) offerto da Leapmotor. L’armamentario è generoso, a cominciare da 21 Adas, di serie su ogni versione, e su un listino semplice che include pochi accessori, cinque colori e tre allestimenti. “Offriamo tecnologia elettrica avanzata accessibile a tutti”, insiste il manager, il quale immagina che la B05 possa incidere per il 30% sui volumi a zero emissioni in Italia.

L’entry level parte da 26.900 euro, mentre il top di gamma (con sellerie in ecopelle e il grande tetto panoramico) arriva a 30.900. In fase di lancio, si può avere con una sforbiciata di 4.000 euro sul prezzo: 3.000 valgono per tutti, anche senza finanziamento, e gli altri 1.000 si possono avere in caso di permuta o rottamazione. Con questo modello, peraltro fabbricato in Cina, Leapmotor punta a diffondere la mobilità elettrica (la T03 si continua a vendere bene anche senza incentivi) e elettrificata.

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Blanche, other Trump officials could face subpoenas on ‘day 1’ of Democratic majority, Garcia says

Rep. Robert Garcia (Calif.), the top Democrat on the House Oversight and Government Reform Committee, said acting Attorney General Todd Blanche and other Trump administration officials are likely to face subpoenas on “day one” of a Democratic majority if the party takes control of the lower chamber after the midterm elections. Garcia said a more…

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Gov. Gavin Newsom Says Trump Is Investigating Him and His Wife

Aides to Gov. Gavin Newsom of California say several people associated with the couple have been contacted by federal agents in the past week. He criticized the move as politically motivated.

© Godofredo A. Vásquez/Associated Press

Gov. Gavin Newsom of California and his wife, Jennifer Siebel Newsom, at a news conference in November.
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Fiat 500 Topolino, 90 anni e non sentirli. A Torino la festa dell’auto che motorizzò l’Italia

Le guardi sfilare una dietro l’altra e sembra di assistere a una scena uscita da un vecchio film in bianco e nero. Cofani arrotondati, parafanghi pronunciati, colori pastello, motori che borbottano con discrezione. Eppure quelle piccole Fiat 500 nate prima della Seconda Guerra Mondiale continuano a muoversi con sorprendente naturalezza nel traffico del XXI secolo. Torino ha celebrato così il novantesimo compleanno della Topolino. Centotrentadue equipaggi provenienti da dieci Paesi hanno raggiunto il Piemonte per partecipare a “La Topolino va ai 90”, il raduno internazionale organizzato dal Topolino Autoclub Italia e dal Club Topolino Fiat Torino con il supporto dell’Automotoclub Storico Italiano.

Per quattro giorni la città che vide nascere la mobilità di massa è tornata indietro nel tempo. Le vetture hanno risalito i tornanti verso la Sacra di San Michele, hanno attraversato il territorio metropolitano toccando la Reggia di Venaria e la Basilica di Superga, hanno sostato in piazza Vittorio Veneto e raggiunto il Castello di Rivoli per il gran finale. Un viaggio nella memoria che ha avuto come protagonista una delle automobili più importanti della storia industriale italiana.

Per capire davvero che cosa rappresenti la Topolino bisogna però tornare al 1936. L’Italia era un Paese ancora lontano dalla motorizzazione di massa. Le automobili esistevano, ma appartenevano a una minoranza privilegiata. Per milioni di famiglie il mezzo di trasporto quotidiano era ancora la bicicletta. Le vacanze in automobile, le gite domenicali e la libertà di movimento individuale erano concetti riservati a pochi. In quel contesto la Fiat affidò a Dante Giacosa il compito di realizzare una vettura piccola, economica e moderna. Nacque così la Fiat 500, che gli italiani ribattezzarono immediatamente “Topolino” per via delle sue forme simpatiche e arrotondate.

Piccola sì, ma tutt’altro che rudimentale. Con i suoi 569 centimetri cubici di cilindrata e 13 cavalli di potenza poteva raggiungere circa 85 chilometri orari. Ancora più sorprendente era la raffinatezza tecnica: sospensioni anteriori indipendenti, freni idraulici sulle quattro ruote e una progettazione estremamente razionale che consentiva di sfruttare ogni centimetro disponibile. Soluzioni che oggi sembrano normali, ma che negli anni Trenta la collocavano tra le utilitarie più avanzate del continente.

Fu soprattutto il suo significato sociale a renderla speciale. Per la prima volta migliaia di italiani poterono immaginare l’automobile non come un lusso irraggiungibile ma come un obiettivo concreto. La Topolino contribuì ad avvicinare città e campagne, ad accorciare le distanze e a trasformare il modo di vivere il tempo libero. In un certo senso preparò il terreno per il boom economico che, nel dopoguerra, avrebbe portato sulle strade prima la 600 e, successivamente, la Nuova 500.

Non a caso la sua storia andò ben oltre i confini nazionali. Fu costruita anche in Francia con il marchio Simca e in Germania come NSU-Fiat, diventando una sorta di automobile globale quando il termine globalizzazione non era ancora stato inventato. Dal 1936 al 1955 ne furono prodotti quasi 520 mila esemplari. Numeri enormi per l’epoca, ma ancora insufficienti a spiegare il legame emotivo che continua a unire questa vettura agli italiani.

Lo si è visto durante il raduno torinese. Tra le Topolino parcheggiate una accanto all’altra si incontravano non soltanto collezionisti, ma famiglie intere. Nonni che le avevano guidate da giovani, figli che le hanno restaurate e nipoti che oggi le fotografano con lo smartphone. Un passaggio di testimone che racconta molto del rapporto speciale tra gli italiani e la propria storia automobilistica.

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Alpine A390 GT, la prova de Il Fatto.it – Sul lago di Como con la fastback elettrica – FOTO

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Il lago caro a George Clooney, il cielo azzurro, il sole. Il primo assaggio su strada della nuova sport fastback targata Alpine: il marchio figo e sportivo del gruppo Renault non avrebbe potuto godere di uno scenario migliore. A Lezzeno, vicino alla celeberrima Bellagio, ha fatto infatti tappa la prova, cominciata e finita all’Alpine Atelier di Milano, strategicamente collocato a due passi dalla piazza sopraelevata dedicata a Gae Aulenti, regina del design tricolore.

E tricolore è pure la firma del design della A390 (anche se sulla bandiera c’è il blu d’Oltralpe al posto dell’italico verde), visto che il boss stilistico del brand è il francese Antony Villain. Un design decisamente piacevole caratterizza la berlina coupé totalmente elettrica, in vendita al non indifferente prezzo di 69 mila euro, che durante la fase di lancio scendono poco sopra i 62 mila euro. Pur esibendo una certa stazza – è lunga 4,62 metri – soprattutto per merito del cofano spiovente e del tetto arcuato, la A390 esibisce una linea aggressivamente sportiva. Le dimensioni abbondanti permettono di non chiedere sacrifici a chi si accomodo in seconda fila. In quattro si sta comodissimi, in cinque abbastanza comodi, a patto che quelli dietro non siano alti come Dino Meneghin. Transalpini sono pure l’impianto hifi Devialet e le gomme Michelin. A rompere il monopolio francese ci pensano, e si fanno notare bellamente, le rosse pinze italiane made in Brembo.

La A390 si presenta in due versioni. La più “tranquilla” è la GT, che con i suoi 400 cavalli di potenza in dotazione fa da zero a 100 in 4,8 secondi e i 200 orari di punta. La GTS è un pochino più cattivella: di cavalli ne ha 470, i cento all’ora li tocca in 3,9 secondi e il picco velocistico si attesta a 200 km/ora. Nel test abbiamo guidato la GT. Purtroppo su un percorso stradale aperto al traffico normale e quindi non è stato possibile far emergere sino in fondo il carattere da peperina della vettura. Tuttavia, il divertimento è comunque arrivato sulle curve per salire sul Ghisallo e da lì nella discesa fino al lago. Abbiamo anche inserito la modalità “overtake”, quella che ti regala dieci secondi di eccitazione grazie alla erogazione di una potenza extra. Per fare i “bauscia”, come dicono a Milano, si può pure ottenere una partenza da fermo assatanata con il launch control. Non lo abbiamo fatto. Forse perché nella playlist fatta suonare dall’eccellente impianto Devialet scorreva la lentissima e trascinata versione di “Believe” eseguita da Okay Kaya. Chi non la conosce la trova al volo su Youtube, gratis.

Una volta piazzati al volante, la plancia con due schermi da circa 12 pollici offre una sensazione di comfort sportivo. I comandi touch dilagano ma qualcuno in Francia ha pensato anche ai non-nativi digitali: per comandare il climatizzatore, infatti, i tasti sono fisici.

I motori sono tre: uno davanti e due che governano, uno a testa, le due ruote posteriori. Permettendo così all’Alpine Torque Vectoring di fornire più coppia all’esterno, narcotizzando la tendenza al sovrasterzo e al sottosterzo. A proposito di ruote: con quelle da 20 pollici, dice la Casa costruttrice, si possono percorrere fino a 557 km con un pieno di elettricità. Bah. Per arrivare da Milano a Lezzeno la carica della batteria è scesa del 25 per cento circa. Non abbiamo guidato come in una economy run ma neppure come Markku Alen.

I sedili sono avvolgenti e dal taglio sportiveggiante, ma chi ha un animo corsaiolo e soldini in più da cacciare sappia che si possono anche montare dei Sabelt con gli schienali in carbonio. Avvolti nei sedili, coccolati dal lungolago in primavera, siamo arrivati alla sosta di Lezzeno con in testa il romantico ritornello di “Believe”, che recita “Do you believe in the life after love?”. Passando davanti a una stazione di servizio tradizionale e pensando alla batteria che alimenta i propulsori della A390, il ritornello è riemerso leggermente modificato. “Do you believe in the life after benzina & gasolio?”. C’est la vie, certo. Ma chissà come andrà a finire davvero l’invasione elettrica.

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Pace in Iran, la dichiarazione congiunta di Regno Unito, Francia, Germania e Italia

Dopo l’accordo di pace tra Usa e Iran sono arrivate le prime reazioni a livello internazionale. Sul piano europeo è arrivata anzitutto una dichiarazione congiunta dei leader di Regno Unito, Francia, Germania e Italia, che hanno accolto con favore il memorandum d’intesa congratulandosi con Washington, Teheran e tutti i mediatori, tra cui Pakistan e Qatar, per quella che definiscono una svolta diplomatica. “È un’opportunità per ristabilire la stabilità regionale e contribuire alla stabilizzazione dell’economia globale”, si legge nella nota, in cui i quattro Paesi chiedono di concludere rapidamente i negoziati di dettaglio e di attuare l’accordo in modo completo.

I leader definiscono “essenziale” la riapertura urgente dello Stretto di Hormuz, con libertà di navigazione senza restrizioni, e si dichiarano pronti a contribuire, nel rispetto delle rispettive procedure costituzionali, “anche attraverso una missione indipendente e a carattere strettamente difensivo per garantire la sicurezza della navigazione commerciale e sostenere le operazioni di sminamento“. Ribadiscono inoltre che “l’Iran non deve mai acquisire un’arma nucleare”, dicendosi pronti a revocare le sanzioni “in risposta a passi chiari e verificabili” di Teheran sul programma nucleare. La dichiarazione si chiude con il sostegno alla sovranità e all’integrità territoriale del Libano e l’auspicio di “un solido cessate il fuoco”.

Il presidente turco Recep Tayyip Erdogan, sempre su X, ha sottolineato la necessità di evitare “ogni retorica, provocazione o azione” che possa aggravare le tensioni prima della firma, e di restare vigili di fronte a “eventuali atti di sabotaggio”. Il ministero degli Esteri del Qatar ha espresso “pieno sostegno a tutti gli sforzi e alle iniziative volte a rafforzare la sicurezza e la stabilità regionali”. Dall’area Asia-Pacifico, la prima ministra giapponese Sanae Takaichi ha auspicato che siano “effettivamente garantite la libera circolazione e la sicurezza della navigazione nello Stretto di Hormuz” e che si arrivi al più presto a un accordo definitivo sulla questione nucleare.

Il premier australiano Anthony Albanese e la ministra degli Esteri Penny Wong, in una nota congiunta, hanno avvertito che “il proseguimento della moderazione e un impegno costruttivo” saranno essenziali per una pace duratura, ribadendo che “l’Iran deve rispondere alle preoccupazioni di lunga data sul suo programma nucleare”. Il premier neozelandese Christopher Luxon, infine, si è rallegrato su X per la riapertura dello Stretto, che a suo dire “contribuirà a ripristinare rotte commerciali stabili, ad assicurare l’approvvigionamento di carburante e a mantenere in movimento la nostra economia”.

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Trump Again Picks Personal Lawyer for a Top Job, as U.S. Attorney in Manhattan

James M. McDonald, a veteran former federal prosecutor and regulator, has more recently been part of President Trump’s legal team, appealing his criminal conviction.

© John Taggart for The New York Times

James M. McDonald is a litigation partner at Sullivan & Cromwell, the law firm handling President Trump’s appeal of his criminal conviction in a Manhattan state court.
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Coup d'envoi des épreuves 2026 : le bac, une simple formalité ?

A partir de lundi des centaines de milliers de lycéens français vont débuter les épreuves du baccalauréat de terminale. Depuis la réforme de 2021, 40 % de la note repose sur le contrôle continu. Résultat : plus de 96 % des candidats en filière générale obtiennent leur diplôme. Alors est-ce vraiment utile de conserver cet examen ? On en parle avec Pierre MATHIOT, professeur des universités en sciences politiques. 

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