O Clube dos Amigos dos Ciclomotores Antigos de Moncarapacho promove, no dia 21 de junho, a quinta edição do Passeio de Carros Clássicos de Moncarapacho, iniciativa integrada nas comemorações do 555.º aniversário da Freguesia de Moncarapacho.
O evento, que conta com o apoio da Junta de Freguesia de Moncarapacho, reunirá proprietários e apreciadores de veículos clássicos num convívio que pretende valorizar o património automóvel e dinamizar a vida associativa da freguesia.
De acordo com a organização, a concentração dos participantes está marcada para as 9h00, no Pavilhão Multiusos de Moncarapacho. O briefing e o arranque do passeio terão lugar às 10h00, seguindo-se um almoço de convívio pelas 13h00. O encerramento está previsto para as 16h00.
Durante a iniciativa serão atribuídos prémios ao carro mais antigo e ao melhor restauro, estando ainda prevista a entrega de uma lembrança a todos os condutores participantes.
As inscrições e informações adicionais podem ser obtidas através do contacto telefónico 919 814 104.
Três homens, com idades compreendidas entre os 23 e os 38 anos, foram detidos no concelho de Lamego pelo crime de tráfico de estupefacientes, na sequência de uma operação desenvolvida pelo Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Lamego.
Segundo nota da GNR, a ação decorreu no âmbito de uma investigação relacionada com o tráfico de droga e culminou no cumprimento de três mandados de detenção e nove mandados de busca, dos quais quatro domiciliárias e cinco em veículos.
Durante as diligências, os militares apreenderam 177 doses de cocaína, 66 doses de canábis e 32 doses de heroína, bem como 90 gramas de produto utilizado para corte de estupefacientes. Foram ainda apreendidas duas botijas de óxido nitroso, quatro balanças de precisão, 10 telemóveis, dois tablets e dois computadores portáteis.
A operação permitiu apreender ainda três navalhas utilizadas no corte da droga, uma arma branca, um bastão extensível, um recipiente de gás pimenta, uma munição e vários veículos, entre os quais um automóvel, um quadriciclo e outros três veículos motorizados.
De acordo com a GNR, foram também apreendidos 442,30 euros em numerário, alegadamente relacionados com a atividade criminosa investigada.
Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Viseu.
A Seleção do Algarve de Futebol Masculino Sub-14 conquistou no passado dia 10 de junho, no Estádio Municipal de Olhão, o Torneio “Olhão da Restauração”, numa competição que contou com a participação das seleções de Beja, Évora e Setúbal.
No primeiro encontro do dia, a formação algarvia venceu a Seleção de Beja por 2-0, garantindo o apuramento para a final diante da congénere de Setúbal.
Na final, a equipa do Algarve voltou a triunfar, desta vez por 2-1, assegurando assim a conquista do troféu.
O troféu foi entregue por Custódio Moreno, vereador da Câmara Municipal de Olhão, e por José Manuel Prata, secretário da Mesa da Assembleia da Associação de Futebol do Algarve.
A classificação final ficou ordenada com o primeiro lugar a ser conquistado pela AF Algarve, seguida da AF Setúbal em segundo, da AF Beja em terceiro e da AF Évora na quarta posição.
As autoridades retomaram ao início da manhã de hoje as buscas por um jovem britânico de 23 anos desaparecido desde quinta-feira na praia do Peneco, em Albufeira, disse o comandante da Polícia Marítima de Portimão.
Em declarações, Luís Pousadas Godinho, disse que nas buscas estão empenhados meios navais da Estação Salva-vidas de Ferragudo, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da Praia do Peneco e dos Bombeiros de Portimão, apoiados por ‘drones’.
Segundo o responsável, o estado do mar agravou-se nas últimas horas, com ondulação de sueste, o que dificulta as operações, sendo a utilização de ‘drones’ um auxílio importante.
O jovem desapareceu na quinta-feira à tarde quando se encontrava a banhos na praia, acompanhado por outro jovem de 19 anos, também de nacionalidade britânica, que “terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro”, especificou a Autoridade Marítima em comunicado.
A AMN detalhou ainda que a embaixada britânica em Portugal foi ativada para contacto com os familiares da vítima e para prestar apoio psicológico ao jovem de 19 anos.
Senior municipal and port officials on Santorini have launched a coordinated offensive against major international cruise lines and the Cruise Lines International Association (CLIA). Speaking to Greek Reporter, local authorities claim global operators are deliberately engineering passenger bottlenecks and spreading misinformation to bypass municipal regulations, starve local businesses, and maximize their own onshore corporate excursion profits.
Mayor Nikos Zorzos, the Mayor of Thira (Santorini), emphasized that while cruise tourism is a vital sector for the island’s economy, it must be subject to strict regulation. Following a study conducted with the University of the Aegean during his previous term, it was determined that Santorini can sustainably accommodate a maximum of 8,000 cruise visitors per day.
Though a subsequent administration abolished the resulting berth allocation system in 2019, Mayor Zorzos immediately reinstated the daily cap upon his re-election to protect the island’s straining infrastructure.
The 70-30 port split friction
The current conflict centers on where passengers are offloaded. Historically, 70% of cruise passengers disembarked at the Old Port of Fira, with the remaining 30% directed to the industrial port of Athinios. Following a seismic event last year, a Joint Ministerial Decision temporarily diverted nearly all traffic to Athinios. This year, the Municipal Port Fund reinstated the traditional 70/30 split.
“Even though this rule is backed by a prosecutor’s order, operators are actively trying to bypass Fira to redirect tourists toward Athinios and Ammoudi,” Mayor Zorzos told Greek Reporter. “Yet, the Fira market is recovering, and our cable car system has proven it can comfortably handle the regulated flows.”
Allegations of tactical “sabotage” by cruise lines on Santorini
Crowds gather for the famous sunset in Oia, Santorini. Credit: Greek Reporter
Mayor Zorzos directly refuted recent public complaints and crowded photographs shared by CLIA, labeling them a false narrative designed to resist local flow management. According to municipal tracking, cruise ships are allegedly delaying disembarkation maliciously. Ships arriving at 7:00 AM are reportedly waiting until 10:00 AM to offload passengers all at once, leading to artificial bottlenecks at the Old Port.
“They are doing this maliciously for their own financial gain,” Zorzos alleged. “They want to force passengers into pre-booked, closed-loop corporate excursions, sometimes taking them to areas of zero cultural interest.”
The Mayor highlighted an unauthorized development in Vlychada, an environmentally sensitive area, where a cruise provider constructed a private, closed-gate tourist facility. “They created this exclusive enclave strictly for corporate profit, directly at the expense of Santorini’s local economy,” Zorzos told Greek Reporter.
Port Fund President slams “guided ghetto tourism”
Georgios Nomikos, President of the Santorini Port Fund, reiterated that while the island supports the cruise industry, the economic benefits must extend to the local ecosystem rather than a select few corporate entities.
Nomikos explained that when cruise lines utilize the industrial Athinios port, passengers are loaded directly onto proprietary tour buses, leaving Fira, the island’s capital and home to over six hundred local businesses, completely bypassed.
To debunk claims that the Fira port is overburdened, Nomikos provided a mathematical breakdown based on a standard 1,000-passenger ship. Under the 70-30 rule, 300 passengers are immediately allocated to the Athinios port. Of the remaining 700 passengers assigned to the Fira berth, roughly 10% to 15% (around 100 people) choose to stay onboard. Furthermore, approximately 300 passengers are transferred immediately by tenders to Ammoudi, and another 100 embark on Caldera catamaran tours or other external excursions.
Consequently, Nomikos points out that only about 200 to 300 passengers—or roughly 30% to 40% of the ship’s total capacity—actually ascend into Fira at any given time. “When CLIA publishes photos of overcrowded docks, they are being deceptive,” Nomikos told Greek Reporter. “They coordinate their tender boats to drop off hundreds of people simultaneously to create a false narrative of chaos. They won’t tell you that half those people are immediately routed away to other excursions.”
Cable car operators confirm infrastructure capability, cite scheduling manipulation
Tourists wait to embark on the cable car under a shaded area constructed this year. Credit: Greek Reporter
Artemis Kafouros, President of the Loula & Evangelos Nomikos Foundation, which operates the island’s cable car, confirmed that substantial upgrades have been made to ensure a seamless visitor experience. The upper station can now accommodate six hundred people per hour, and the lower station holds three hundred, with both featuring fully shaded, climate-controlled waiting areas.
However, Kafouros provided an eyewitness account from this week supporting claims of deliberate scheduling manipulation by the cruise lines. “Just recently, there were three cruise ships anchored. Two arrived at 7:00 AM. Inexplicably, until 9:30 AM, the Old Port was completely deserted—they did not disembark a single soul. Then, the moment the third ship arrived at 10:00 AM, all three vessels began discharging passengers simultaneously.”
According to Kafouros, this proves an intent to manufacture long queues to justify abandoning Fira. The ultimate goal, he claims, is to route ships back to Athinios to sell proprietary shore excursions that benefit entrenched corporate interests. Local authorities conclude that if cruise lines cooperate honestly with local tender schedules and municipal regulations, visitor flows would remain completely smooth.
Officials are calling on the industry to support the island’s long-term sustainability rather than prioritizing short-term corporate greed.
The answer to Babel has therefore never been self-expression. The answer is repentance. The answer is not the creation of a new self but submission to the One who made us. The answer is not constructing an identity from our desires but receiving an identity from our Creator. One of the greatest mistakes modern... Continue Reading
The sin of idolatry is a rejection of the only True God. A father must protect his family from that sin. He does so by his own example and by requiring his children to walk in obedience to the commandments of God. Since a father cannot change the heart, it will begin as external conformity.... Continue Reading
Part of “subduing” and “ruling” (Genesis 1:26-28) is fulfilled in phones, computers, and other technology. Yes, these things can be and are abused. But the problem is in the person who operates it, or, in the case of children harmed, the parents who allow its use. But the phone is not the problem. We... Continue Reading
“Put not your trust in princes, in a son of man, in whom there is no salvation” (Psalm 146:3). The Psalmist is not telling you to abandon the public square. He is telling you where salvation does not live, so that you will stop demanding it from an address that cannot supply it. “It is... Continue Reading
Living out Acts 20:27 means that all our thoughts and actions are constantly to be corrected or revised according to divine, transcultural norms. Averse which has been at the center of my life for over a half century has been on my mind a lot lately. Several of us have begun strategizing and working... Continue Reading
The fruit of joy blossoms from the heart of God’s gracious work. His very indwelling by His Spirit gives joy because He Himself is joyful. This is far more than a superficial cheeriness or a passing happiness dependent on circumstance. Joy overflows from a heart wholly satisfied in Christ and daily takes delight in Him.... Continue Reading
In his latest book Pandemic of Lunacy, philosopher J. Budziszewski dismantles the delusion that manhood and womanhood can be whatever we wish, exposing the lack of scientific basis for transgender ideology and the real harms of “transitioning.” There are plenty of lunacies out there. The latest book by J. Budziszewski lists 30 of them.... Continue Reading
The communion of saints is a beautiful, demanding reality. It means that when you suffer, you do not suffer alone, for the Body suffers with you. It means that when you lack, the Body provides for you. And it means that your time, your spiritual gifts, and your bank account are no longer exclusively your... Continue Reading
O anúncio foi feito após a reunião do Conselho de Ministros, onde se discutiu a criação da Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. Este plano, com uma duração de nove anos, visa responder às inundações e tempestades que afetaram o país no início de 2026, além de aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional.
O ministro Leitão Amaro reconheceu que existe uma “dimensão de sobreposição” entre a nova Agência e a Estrutura de Missão para a reconstrução da região Centro, mas esclareceu que as funções de cada organismo são distintas. O PTRR inclui um pilar de reconstrução, mas também se foca na prevenção e resiliência das infraestruturas.
Leitão Amaro afirmou que a missão da Agência para o PTRR, sob a liderança de Luís Leite Ramos até 2034, é acompanhar “num nível mais macro o grau de execução” do plano. A Agência também terá a responsabilidade de receber relatórios da Estrutura de Missão para a região Centro e comunicar os resultados ao país de forma agregada.
O ministro elogiou Luís Leite Ramos, descrevendo-o como “um reputado académico com responsabilidades muito reconhecidas” e destacou a sua experiência na interação com diversas entidades públicas, essencial para o sucesso do PTRR. A capacidade de mobilizar a sociedade e a administração pública será crucial para a implementação eficaz do plano.
A criação da Agência para o PTRR representa um passo significativo na resposta do Governo às catástrofes naturais e na preparação para futuros desafios climáticos, com um investimento substancial destinado a garantir a segurança e a resiliência das infraestruturas em Portugal.
A sessão de abertura contou com a presença do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em representação do Governo, aproveitando a visita para deixar uma mensagem de reconhecimento aos agentes económicos da região.
“Portugal não é Lisboa nem o litoral, é todo o país”, afirmou, sublinhando a importância de iniciativas que ajudam a fixar população e a dinamizar a economia do interior. “Quero dar uma palavra de estímulo a todos aqueles que lutam para poder ter um negócio e para poder sustentar a economia, criar emprego, para criarem coesão territorial, que é isto que o vinho faz, assim como o turismo”, disse o ministro aos jornalistas, acrescentando que “esta área económica é muito importante para o país”.
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O vice-presidente da Câmara Municipal de Alijó, Vítor Ferreira, destacou a importância da corporação para a proteção civil do concelho, sublinhando que os Bombeiros Voluntários do Pinhão desempenham um papel essencial na garantia do socorro às populações e na proteção de pessoas e bens. O autarca considerou que a celebração dos 50 anos da corporação representa não apenas o reconhecimento de um percurso construído ao longo de meio século, mas também um compromisso com o futuro. “Cinquenta anos é sempre uma data importante, não só pelo passado que representa, mas também pela garantia do futuro e da prestação de socorro que esta corporação continuará a assegurar”, afirmou.
Para o comandante Bruno Soares, o aniversário constitui um momento de orgulho e de homenagem a todos aqueles que ajudaram a construir a história da a ssociação. “Temos de honrar quem cá esteve e quem já partiu. Foram eles que nos transmitiram esta casa e que nos ensinaram no dia a dia”, referiu, deixando também uma palavra de reconhecimento às famílias dos bombeiros. “A família é o nosso suporte. É quem nos apoia, quem com preende as ausências e os sacrifícios que esta missão exige.”
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Most schools in Greece close mid-June for their summer break . Credit A.P. / Greek Reporter
Schools are about to close for summer in Greece! But did you know that if you’re a child who goes to school in Greece, you’re likely enjoying a much longer break than your peers in other parts of Europe?
Schoolchildren in Greece have some of the most generous summer breaks on the continent. These summer breaks typically stretch from mid-June (normally around the 15th of June in elementary schools) to the 11th of September, for a leisurely 12 to 14 weeks of fun in the sun.
So why do Greek children and teenagers get such an extended break compared to their neighbors in central and northern Europe? Well, it turns out there are a few key reasons for this.
The long summer breaks of Greece
Historically, the long summer break period in Greece was meant to allow children to help out with agricultural work during the busiest farming months. These traditions go back in time hundreds of years. We should never forget that, particularly in the past, the majority of Greek families were involved in farming and food production. Thus, it made sense for them to give children a break to pitch in during the peak season out in the fields.
Another main reason for the extended summer breaks is Greece’s sweltering summer climate. With temperatures soaring into the 40s Celsius in June, July, and August, it’s simply too hot to expect children (or teachers!) to concentrate and focus on their learning in stuffy classrooms under the extreme heat of the Greek summers. An extended break during the dog days of summer is a practical necessity for them all and is not only a Greek tradition.
On top of this all, we also have the Greek Orthodox calendar which plays a role. With many important religious holidays peppered throughout the year, a longer summer break helps balance out the school schedule for teachers to ensure that all students still get a proper all-rounded education.
Summer school breaks across the EU. Credit: Eurydice EU
The rest of Europe
But how does the Greek summer break compare to that of other European countries? On average, most European students enjoy a slightly shorter 10 to 12-week holiday. However, there’s significant variation between not only individual countries but also regions within the same country.
Southern European countries such as Italy, Spain, and Portugal follow very similar patterns to that of Greece. These Mediterranean and southern European nations embrace a long summer with breaks often exceeding 12 weeks. It must be all that sunshine, anyway!
Meanwhile, Scandinavian countries, Germany, the UK, and Ireland keep things much more studious with a modest average of a 6-week summer break. Ex-Soviet countries of Eastern Europe, such as Poland and Romania, fall somewhere in the middle with 8 to 10 weeks of summer fun for our little friends.
Interestingly, the UK and Ireland—two countries notoriously known for their less than balmy summers—also have relatively short six to seven-week breaks. Perhaps the British dedication to academics trumps the desire for a prolonged escape from the classroom, one might say. Others would argue that since the weather in this part of Europe is so often miserable and grey, there is not great motivation to get out of the classroom anyway!
On a more serious note, however, there are experts who argue that longer summer breaks can lead to “learning loss.” This could be particularly true in cases in which students forget key academic skills and knowledge during these extended breaks as a result of their losing contact with their schools. Countries with shorter summers tend to spread out breaks more evenly throughout the year. This may support more efficient and continuous learning. In England, for example, children normally get six weeks of summer break, three weeks of half-term breaks (one week at a time), two weeks for Christmas, and two more weeks for Easter.
However, research shows that the quality of instruction and total teaching hours matter more than the exact length of the summer holiday and the period that this is offered. Hence, while Greek students may indeed spend more days on the beach, as long as they put in the work during the school year in its entirety, they’ll still come out ahead.
At the end of the day, there is no one-size-fits-all approach to the education of our children, especially when it comes to structuring the school year. Nonetheless, students in Greece and other southern European countries have a long tradition of enjoying a long summer break, as it is a beloved and cherished tradition that’s here to stay. It is, after all, a tradition embedded within the cultures of these nations. Really, who can even argue against more time soaking up the Mediterranean sun?
Thus, as the final bells rang and Greek children left school for their three-month adventure, they felt lucky to live in a country that prioritizes a healthy balance of work and play. School may be out, but the learning never stops—whether it’s through travel, spending time with family and friends, or simply relaxing and recharging one’s batteries. Lastly, when September rolls around, kids will be ready to once again walk the school hallways they left behind this June.
Ainda durante o seu discurso, Vítor Ferreira tinha deixado a indicação que o município iria contribuir com mais verbas para os “soldados da Paz” do concelho. Questionado pela VTM, o vice-presidente da autarquia renovou essa vontade.
Desta forma, as corporações de Pinhão, Alijó, Sanfins do Douro, Cheires e Favaios terão acesso a mais verbas municipais até 2029. “50.000 euros para cada corporação, sendo obviamente o valor adicional às verbas normais que transferimos, quer para o financiamento anual, quer para o apoio ao DECIR (Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais), quer aos apoios pontuais para aquisição de equipamentos e formação”, disse Vítor Ferreira.
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A escritora algarvia Lídia Jorge foi distinguida com a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, numa cerimónia realizada em Loulé, a sua terra natal. A homenagem, que antecede a celebração dos 80 anos da autora, reconhece uma carreira literária de mais de cinco décadas e o impacto nacional e internacional de uma obra marcada pela reflexão sobre a memória, a condição humana e a democracia.
A distinção foi entregue pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, perante uma sala repleta de personalidades da cultura, da política e da sociedade civil algarvia, no Solar da Música Nova, sede do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado. Entre os presentes estiveram o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, o ex-presidente da autarquia, Vítor Aleixo, o companheiro da escritora, Carlos Albino, e diversas figuras ligadas ao setor cultural.
Foi com emoção que a romancista aceitou a distinção, destacando a sensibilidade da Ministra ao assinalar publicamente o seu percurso literário, sublinhando que os mesmos livros e desafios “poderiam ter passado despercebidos”.
Lídia Jorge celebrou o facto de a homenagem acontecer “ao fim da tarde, entre amigos”, na sua terra natal.
“Por natureza, e não por plano, nunca enjeitei o espaço da origem. Pelo contrário, fui somando à experiência primordial da infância, sucessivos círculos concêntricos que se foram alargando, pelas vivências geograficamente longínquas que a vida me tem proporcionado. A propósito desta fidelidade intrínseca, certa vez escrevi sobre este sentimento de pertença – Algarve, minha primeira pátria. O resto do mundo é apenas o seu deslumbrante prolongamento. E assim é. Por isso, Senhora Ministra, à Medalha de Mérito de âmbito nacional, que me atribui, eu devo acrescentar – Medalha de Mérito atribuída em Loulé, Algarve. Esta localização precisa não a restringe, aumenta-a”, declarou.
Durante a cerimónia, Margarida Balseiro Lopes destacou a relevância da escritora no panorama literário contemporâneo, lembrando que a sua obra conquistou leitores e reconhecimento muito para além das fronteiras nacionais.
A ministra recordou que o Algarve permaneceu sempre presente na escrita da autora e referiu “O Dia dos Prodígios” como uma das obras mais importantes produzidas em Portugal após a Revolução de Abril.
Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes
“Abriu novas possibilidades à narrativa portuguesa contemporânea, construindo uma leitura profundamente original do país, da transformação social e da realidade portuguesa saída da ditadura”, afirmou.
A governante salientou ainda que distinções como o Prémio Ricardo Malheiros, o recente Prémio Pessoa e várias condecorações internacionais refletem a singularidade da obra de Lídia Jorge, mas sublinhou que o verdadeiro legado da autora reside na capacidade da sua escrita para dialogar com sucessivas gerações de leitores e interpretar o presente através da literatura.
Convocado para assumir o papel de “padrinho mais jovem” desta homenagem, o músico Dino D’Santiago subiu ao palco para dirigir palavras de profunda admiração e amizade à escritora. “Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu! Sorriu porque, de vez em quando, nasce alguém capaz de recordar à Humanidade aquilo que ela se esforça tanto por se esquecer: a sua própria Humanidade!”, afirmou o artista.
“Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu!”, Dino D’Santiago no palco
Lembrando as raízes da romancista em Boliqueime, “filha daqueles que conhecem o peso do sol sobre os ombros”, o músico destacou o legado único da autora: “Há pessoas que herdam propriedades, outras herdam apelidos, Lídia Jorge herdou uma coisa mais rara: o conhecimento profundo da condição humana”.
Dino D’Santiago contextualizou ainda dia de nascimento da escritora com marcos históricos globais – a revolta contra o Colonialismo em Goa, a escolha da República em Itália que veio pôr termo à “sombra do Fascismo”, e a fundação do Banco Mundial -, associando o nascimento da autora aos valores da Democracia, Libertação e Construção.
“Num tempo em que tanto se escolhe o ruído, ela escolheu escutar”, enfatizou o cantor, concluindo que a obra de Lídia Jorge permanece viva porque “não nasce da ideologia, nasce da compaixão, uma forma superior de inteligência”. “Uma mulher de Boliqueime continua a lembrar-nos que escrever não é simplesmente o ato de organizar palavras, é sim recusar que a Humanidade desapareça”, sublinhou ainda.
Também o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, destacou a ligação permanente da autora às suas raízes algarvias e a forma como conseguiu transformar a memória coletiva da região numa narrativa universal.
“Nunca esqueceu as suas raízes e, mesmo quando escreve para o mundo, continua a escrever a partir daqui, deste nosso Sul de luz”, afirmou o autarca. “Ela leva-nos daqui para o mundo, mas também traz o mundo até nós.”
Na mesma intervenção, Telmo Pinto anunciou que Lídia Jorge será a patrona da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2028, assumindo um papel central naquele que classificou como um dos mais importantes projetos culturais do concelho.
Já distinguida com a Medalha de Mérito Cultural, a escritora recordou o contexto em que escreveu “O Dia dos Prodígios”, obra inspirada no Portugal rural que conheceu durante a infância e juventude. Confessou que, na época, acreditava numa rápida modernização do país, mas sentiu a necessidade de preservar a memória de um mundo em transformação.
“Desejava que não fosse esquecido o Portugal primitivo que a maior parte de nós, na altura, tinha conhecido”, explicou.
A autora aproveitou ainda a ocasião para refletir sobre os desafios colocados pelas novas tecnologias e pela inteligência artificial, tema que havia debatido horas antes num fórum dedicado à cultura digital, realizado em Tavira.
“A literatura e a poética representam o último porto seguro de resistência à robotização do pensamento, à artificialidade, à despersonalização e à homogeneização”, afirmou.
Apesar das transformações tecnológicas em curso, Lídia Jorge manifestou confiança na criatividade humana e rejeitou a ideia de que as máquinas possam substituir a criação artística.
“Nenhuma máquina poderá rivalizar com a capacidade criativa que nós, os seres humanos, detemos, a capacidade de juntar o que nunca foi reunido antes. A esse compositum novo, que se forma em cada um de nós, chama-se criação”, concluiu.
Com mais de três dezenas de obras publicadas, traduzidas em várias línguas, e uma carreira amplamente premiada, Lídia Jorge soma agora a Medalha de Mérito Cultural ao conjunto de distinções que reconhecem o contributo de uma das mais importantes vozes da literatura portuguesa contemporânea.
O central português Gonçalo Silva é o primeiro reforço do Farense para a temporada 2026/27, regressando dois anos depois aos algarvios, anunciou o emblema da II Liga de futebol.
“Gonçalo Silva está de volta a Faro e vem com tudo para lutar pelas nossas cores! O São Luís está pronto para te ver ‘rugir’ outra vez, Gonçalo. Bem-vindo a casa”, revelou o clube de Faro nas redes sociais, sem divulgar a duração do contrato.
O experiente defesa, de 35 anos, já tinha passado pelo Farense entre 2022 e 2024, quando contribuiu para uma subida à I Liga e para o 10º lugar dos algarvios no primeiro escalão, tendo somado 67 jogos oficiais e um golo.
Nas últimas duas temporadas, Gonçalo Silva passou pelos arménios do FC Noah, que representou num total de 67 partidas, incluindo nas competições europeias, com quatro tentos marcados.
“A sensação de voltar é muito boa. É bom estar de regresso. O Estádio de São Luís traz-me boas memórias e é um sentimento especial voltar a jogar com a camisola do Farense”, disse o jogador, num vídeo divulgado pelo clube.
O Farense foi “sempre a primeira opção” de Gonçalo Silva desde que decidiu voltar ao país natal, acrescentou o jogador, que espera contribuir com a sua “vontade de vencer e espírito de conquista” para os objetivos do clube.
Formado no Barreirense, o jogador passou também por Lousada, Atlético, Sporting de Braga, Belenenses, BSAD e Radomiak Radom (Polónia).
O Farense, que garantiu a manutenção após superar o Belenenses no play-off, vai avançar para a segunda temporada consecutiva na II Liga, tendo confirmado na terça-feira a continuidade do técnico José Faria.