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A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António

Santo António, no alto de Val de Poldros, em Riba de Mouro (Monção), prepara-se para a festa. Este ano, o dia grande é já no sábado, dia 13, o mesmo em que se festeja por toda a Lisboa. 

Cá em cima, na ‘aldeia dos hobbits’, como é popularmente conhecida, o santo não perde poder de intercessão, mas mais do que casamenteiro ou namoradeiro, é advogado das coisas e causas perdidas. Desde o gado no monte às mais comezinhas – um baraço do carro de vacas ou uma enxada, perdida desde a sementeira –, vale tudo para apelar ao santo.

Agora, é momento de reflexão e de louvar. A um dia do início das celebrações, junto à capela, os homens da empresa de montagem de arcos e iluminação começam a levantar as estruturas. Na capela, João Alves, de 72 anos, mesário há quatro, natural de Riba de Mouro, garante que o templo está preparado para as celebrações que vão encher o espaço vernacular no sábado e domingo.

Este ano, os mesários – João Alves, João Alípio, José António e Cedric Pinto – providenciaram para que fosse comprada uma imagem de Nossa Senhora da Orada (padroeira dos Bombeiros e celebrada em Melgaço) de dimensões mais razoáveis para colocar no andor, “de 60 centímetros de altura”, avança João Alves.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

Durante muito tempo, fazia-se o clamor a Nossa Senhora da Orada. Foi colocada uma réplica na capela de Santo António (muito parecida com a de Melgaço, diga-se em reconhecimento do artista) há muitos anos, mas a imagem venerada exigia um esforço hercúleo aos homens que a levavam no andor, a cada dia de festa. A partir deste ano, a imagem que sai é a nova, mais leve e mais pequena, e as ‘joias’ deste altar da montanha permanecem no templo.

Limpo e de relva cortada, o espaço em torno da capela, emoldurado de um dos lados por uma fileira de quartéis onde os romeiros pernoitavam, assemelha-se a São João d’Arga pela rusticidade da moldura. Contudo, os conhecedores do património religioso alto-minhoto poderão ir buscar-lhe outras tantas referências a templos que se refugiam no alto da serra e criam aí um certo habitat de devoção e particular comunhão com a natureza envolvente.

Um dos devotos é Fernando Fernandes, natural de Fundegos (Riba de Mouro). Junto a uma cardenha emprestada por um amigo, reforçava com lenha uma fogueira improvisada num grelhador, onde um pote de ferro fervia a todo o vapor. Dentro, chouriça, um naco de carne de vaca, outro de porco, os chispes… O resto que é devido a um cozido, é deitado depois de cozidas as carnes.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO
A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

A esposa, Lurdes, natural de Vila Real, de um olho no pote e outro no ‘smartphone’ – onde a falta de cobertura de rede não deixava aceder ao Facebook para mandar fotos nem pesquisar a página d’O MINHO para “pôr like” e ficar atenta ao momento em que este texto sair -, assistia também às tarefas de Fernando, mais experiente na vida da branda e que, entre dois goles de rosé de Favaios, providenciava o necessário para manter o pote na fervura.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

Num momento ia à lenha, no seguinte ia à fonte buscar água para reforçar o cozido, que o pote, cercado de chamas, fazia ferver até lhe saltar o testo. “É assim que os potes devem ferver, assim é que eu gosto de ver”, diz Fernando.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

“Sabe-me melhor uma sardinha aqui do que um bife na vila de Monção”, assume ainda o tornado brandeiro por uns dias. De sexta à noite até domingo, a branda de Val de Poldros, às portas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, será a sua casa.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

Mais acima, outro Fernando olha para a sua cozinha com mais tranquilidade. O histórico habitante da serra – o último residente de Val de Poldros, como tantas vezes foi referenciado em reportagens pelos media -, viu-se obrigado a descer à aldeia por motivos de saúde: uma perna a precisar de prótese na anca, à espera de cirurgia. Viveu uma temporada com a mãe, em Riba de Mouro.

“Nunca me atrapalhou estar sozinho aqui”, confessa Fernando Gonçalves a O MINHO, mas admite ser um desafio cada vez maior manter a porta aberta todos os dias.

“Estamos abertos durante a semana, mas o melhor é fazer marcação”, avisa. “Não tenho gente para trabalhar. É o meu grande problema, como o de muita gente.”

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

Nos feriados e fins de semana, conta com mais duas ou três pessoas, a quem vai delegando a cozinha e o serviço de mesa. Continua a ser o garante da qualidade das carnes e do serviço que o tornaram referência na montanha: o costeletão, as carnes grelhadas, o cabrito (por encomenda), o bacalhau “e a simplicidade do serviço” continuam a valer a visita.

Espera um aumento de movimento nos dias 12, 13 e 14 de junho, se a meteorologia ajudar, e uns bons dias de romaria, mas recorda com saudosismo as ‘peregrinações’ de outros tempos. “Juntava muita gente; era uma festa muito famosa. Agora, como em todas as romarias, há muito menos gente. A população diminuiu”, observa.

Para os que não levarem merendeiro, o restaurante Val de Poldros é porto seguro para quem “quer uma comida diferente, uma comida daqui” – e os vinhos a preços de bom senso.

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Foto: João Martinho / O MINHO

O preço do prato não será o mesmo de outrora, mas Fernando diz que foi o governo e as taxas a fazer toda a gente entrar em maior esforço.

“O bacalhau subiu, mas não é por causa da guerra, acho que os da guerra não estão a matar o bacalhau, esse vai por outro lado, passa por outro ‘estreito’. O problema são as taxas que temos de pagar”, atira.

Desanimado pelo problema de saúde que não o deixa mexer e fazer mais pela montanha, critica alguma imobilidade das entidades na preservação da branda e das suas características originais, para dar lugar a uma branda “imaginada por arquitetos”.

A ‘aldeia dos hobbits’ do Alto Minho só tem um habitante mas ainda se vai festejar o Santo António
Foto: João Martinho / O MINHO

“Não há muito tempo fizeram um plano de pormenor, mas nesses planos escreve-se muito, põem-se muitas letras e diz-se pouco. Temos caminhos antigos aqui, que eram da branda, que se estão a eliminar para fazer outros, porque isto é tudo movido por interesses. Tem-se feito alguma coisa e já se limpam os caminhos, mas pouco mais. Tivemos um ex-presidente da Junta que ainda fez algo por isto, que se interessou, mas eu tive mais reconhecimento de Melgaço do que de Monção, porque Monção é vila e arredores”, considerou.

O gerente do restaurante que mantém a última das luzes acesas na branda a cada dia – em algumas das cardenhas ainda é preciso levar painel solar, como fez Fernando Fernandes, para utilizar à noite – diz não ter receio que alguns visados fiquem “chocados” e olha, a partir do seu miradouro sobre a serra, para as incongruências de projetos e até de inusitados percalços que acontecem em zona remota.

Um cruzeiro de pedra, logo abaixo do seu estabelecimento, está partido em três ou mais peças. Um choque de carro ou trator? Fernando Gonçalves admite que há ali algo mais que infelicidade na manobra: “Está assim há uma semana. Já no passado o partiram, uma semana antes [da festa de Santo António]; não sei se há alguém a quem isso interessa ou incomoda. O melhor será meter ali umas grades a protegê-lo”, atira ainda.

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Foto: João Martinho / O MINHO

A sua luta é agora a preservação dos caminhos antigos da branda e para que os ‘ex-líbris’ do imobiliário daquela branda não vão mudando conforme o traço dos novos desenhadores.

Para já, a luz da branda continua acesa a receber quem precise de algo para beber num dia de passeio pela serra; mas, face à falta de pessoal e o desânimo de Fernando – que admite estar a lutar contra moinhos de vento -, quanto tempo durará?

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"Pueblos del mundo, bienvenidos a México": el Estadio Azteca vibra con Shakira y sin Sheinbaum en la inauguración de su tercer Mundial

Shakira, este jueves durante su actuación en la ceremonia inaugural del Mundial en el Estadio Azteca de Ciudad de México.

Este jueves, el Estadio Azteca de Ciudad de México se convirtió en el primero del planeta en albergar tres inauguraciones mundialistas (tras las ediciones de 1970 y 1986). El coloso de Santa Úrsula dio el pistoletazo de salida a la inédita Copa del Mundo de 2026, organizada de manera conjunta por México, Estados Unidos y Canadá, con un espectacular despliegue musical que rindió homenaje a las raíces prehispánicas y consagró la riqueza de la cultura latina ante miles de aficionados locales e internacionales.

La vibrante ceremonia previa al choque inaugural entre las selecciones de México y Sudáfrica arrancó con la actuación de la banda de rock Maná y la cantante Lila Downs. Ataviada con un huipil blanco y respaldada por un numeroso cuerpo de baile, Downs dio la bienvenida al planeta: "Pueblos del mundo, bienvenidos a México". Acto seguido, los originarios de Guadalajara desataron la euforia en las gradas al ritmo de su emblemático éxito 'Oye mi amor'.

El repertorio musical continuó desgranando los principales temas del álbum oficial de la FIFA. El venezolano Danny Ocean interpretó 'Partidazo', cediendo el testigo a Belinda y Los Ángeles Azules con la rítmica 'Por ella'. La temperatura en el Azteca siguió en aumento con la aparición del colombiano J Balvin, quien hizo bailar al estadio vestido con los colores de la selección mexicana –rojo y verde– al interpretar 'Qué calor' e 'I Like It', su conocida colaboración con Bad Bunny.

Clímax con Shakira

El clímax llegó con la irrupción de Shakira, coronada como la gran reina de esta cita mundialista. Vestida con un atuendo amarillo y morado, la estrella colombiana interpretó 'Dai Dai', el tema oficial del torneo, junto al nigeriano Burna Boy. En el centro de la cancha, custodiada por cientos de bailarines, brilló el trofeo de la Copa del Mundo acompañado por el lema "Estamos listos", el mensaje central de la canción que da inicio a un torneo que por primera vez contará con 48 selecciones y un total de 104 partidos.

Para los compases previos al pitido inicial, estaba prevista la entonación de los himnos nacionales a cargo del mexicano Alejandro Fernández y de la cantante Tyla por parte de la delegación sudafricana. Pero fue la actriz Salma Hayek la acompañó al presidente de la FIFA, Gianni Infantino, en el momento de la inauguración oficial del torneo.

Sheinbaum rompe la tradición por temor a protestas

La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, rompió con una tradición de décadas al decidir no acudir al palco de honor del Estadio Azteca para presenciar la inauguración. En un gesto cargado de simbolismo, la mandataria regaló su entrada para el partido a una niña indígena.

Asimismo, Sheinbaum tampoco acudió finalmente al masivo Fan Fest instalado en la plaza del Zócalo capitalino, tal y como se había barajado inicialmente. Ante la previsión de posibles protestas y un eventual boicot por parte de los maestros de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) –quienes mantienen un plantón en las inmediaciones de la plaza central–, la presidenta optó por trasladarse al norte de la ciudad.

Acompañada por la jefa de Gobierno de Ciudad de México, Clara Brugada, la mandataria se presentó en el Deportivo Los Galeana, situado en la alcaldía Gustavo A. Madero, a unos 12 kilómetros del Zócalo. Vestida con la camiseta de la selección mexicana con su nombre y el número 26 a la espalda, Sheinbaum fue vitoreada por los cientos de aficionados que se congregaron en este recinto, una de las 18 sedes habilitadas por las autoridades locales con pantallas gigantes. Desde allí, la presidenta compartió un vídeo en sus redes sociales disfrutando de la actuación de Shakira junto a los asistentes, sumándose de forma alternativa a la fiesta del fútbol que vuelve a México 40 años después de su última cita en 1986.

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El comisario de Migraciones de la UE alerta del efecto llamada de la regularización de inmigrantes el día de la visita del papa a Canarias: "La señal no es buena"

El comisario europeo de Interior y Migraciones, el austríaco Magnus Brunner, ha expresado sus reservas ante la regularización de cerca de medio millón de migrantes indocumentados aprobada el pasado mes de enero por el Gobierno español. En un encuentro con un grupo de medios, entre ellos la agencia EFE, Brunner ha advertido que, a nivel general, "la señal no es buena", si bien ha reconocido las particularidades del caso de España.

"Entiendo la situación particular de España, ya que el 80% de esas personas proceden, de hecho, de América Latina. Hablan el mismo idioma y comparten parte de su cultura", ha matizado el comisario, recordando que esta política recae bajo el ámbito de competencia exclusivo de los Estados miembros. Sin embargo, el responsable comunitario ha subrayado la necesidad de vigilar que la medida no provoque un 'efecto llamada' o trasvase de flujos dentro de la Unión Europea. "Mi tarea es proteger a los demás Estados miembros de que haya repercusiones" en el territorio común, ha apostillado.

Entrada en vigor del Pacto de Asilo y Migración

Estas declaraciones coinciden con un momento clave para la política migratoria europea. Mañana viernes concluye el periodo transitorio de dos años y arranca la aplicación obligatoria del nuevo Pacto de Asilo y Migración, aprobado en junio de 2024.

Respecto a la preparación de España para este nuevo marco legal, Brunner ha calificado el nivel de implementación de "muy bueno". En concreto, ha destacado que el país ya se encuentra trabajando en la adaptación legislativa de Eurodac, el sistema biométrico de registro que, a partir de este viernes, ampliará la recogida de datos de los migrantes irregulares, sumando fotografías y otra información de control a las ya habituales huellas dactilares.

Sintonía con el papa León XIV tras su visita a Canarias

Durante la entrevista, el comisario también se ha pronunciado sobre el discurso que el papa León XIV ha pronunciado hoy desde el puerto de Arguineguín, en las islas Canarias. El pontífice ha lanzado un duro reproche a la comunidad internacional y a Europa, afeando que "no se puede hablar de dignidad y dejar que los mares sean cementerios". "Estoy de acuerdo con el papa. Hace unos meses mantuve una conversación bilateral muy fructífera con él y coincidimos", ha asegurado Brunner.

El político austríaco ha defendido que el "enfoque global" del nuevo pacto busca, precisamente, evitar que las personas arriesguen sus vidas en las rutas del Atlántico o del Mediterráneo. Ante las críticas del papa respecto a que la política migratoria no debe limitarse a "gestionar llegadas, distribuir cifras y reforzar fronteras", Brunner ha argumentado que frenar las llegadas irregulares es una vía humanitaria. "Reducir el número significa también salvar vidas. Solo si combatimos la parte ilegal tendremos espacio para la migración legal y la protección de quienes sufren un peligro real en sus países de origen", ha concluido.

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Ansorena tasa las joyas de Zapatero en 1,3 millones de euros, 26 veces el valor sugerido por el entorno del expresidente

Joyas intervenidas a Zapatero

La prestigiosa joyería y casa de subastas Ansorena, de Madrid, ha tasado en 1.300.000 euros el valor de las 103 joyas halladas en una caja fuerte durante el registro del despacho del expresidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, el pasado 19 de mayo, según adelanta Servimedia y se hacen eco varios medios.

La valoración había sido solicitada por el juez de la Audiencia Nacional, José Luis Calama, dentro de las diligencias del 'caso Plus Ultra'. Tal y como informó El Independiente el pasado 3 de junio, el magistrado ordenó un análisis preliminar para determinar la naturaleza, autenticidad y valor económico de los objetos, encargando la tarea a Ansorena en colaboración con el Instituto Gemológico Español.

La cifra de la tasación oficial contrasta con las estimaciones del entorno del expresidente, que situaban el valor del lote entre los 30.000 y los 50.000 euros. La valoración de Ansorena supera en un 2.500%, esto es, 26 veces más, el valor más alto deslizado por Luis Arroyo, portavoz de Zapatero tras su imputación.

Según constaba en las actuaciones del registro, la secretaria del exjefe del Ejecutivo, Gertrudis Alcázar, manifestó a los agentes de la Unidad de Delincuencia Económica y Fiscal (UDEF) que el origen de las piezas procedía de la herencia de la esposa de Zapatero, Sonsoles Espinosa, de la madre del expresidente y de regalos recibidos en viajes.

La diligencia se enmarca en la investigación que dirige el Juzgado Central de Instrucción número 4 para esclarecer las condiciones en las que se concedió la ayuda pública de 53 millones de euros a la aerolínea Plus Ultra durante la pandemia.

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Stoneweg crece en el distrito 22@ de Barcelona con un nuevo desarrollo de oficinas Triple AAA de 50 millones de euros

Imagen del proyecto de Stoneweg en el distrito @22 de Barcelona.

Stoneweg, junto a Nova Providence Capital, desarrollará un nuevo proyecto de oficinas de categoría Triple AAA con un volumen por encima de los 50 millones de euros en el distrito 22@ de Barcelona.

La operación supone la primera inversión en oficinas realizada en Stoneweg en España desde la incorporación de Cromwell Property Group Europe al grupo, reforzando así su posicionamiento en uno de los mercados de oficinas más dinámicos y con mejores perspectivas de crecimiento del continente.

La operación, conjuntamente con Nova Providence, que ya cuenta con experiencia en 22@ con 200.000 metros cuadrados, responde a una estrategia de inversión que busca anticiparse al próximo ciclo de crecimiento del mercado de oficinas en Barcelona. El enfoque replica la visión aplicada por Stoneweg en 2016 con el desarrollo de Luxa, uno de los proyectos de referencia del 22@, que posteriormente fue ocupado por compañías como WeWork y Amazon. No obstante, desde 2017, tras su última inversión en equity, Stoneweg ha continuado activo en la zona adoptando un enfoque distinto, inclinándose hacia el lado de la deuda debido a la fuerte subida de precios que experimentó el sector.

Epicentro empresarial de Barcelona

El nuevo activo de la compañía se ubicará en el distrito 22@, que concentra aproximadamente el 50% de la contratación total de oficinas de Barcelona y se ha consolidado como uno de los principales polos tecnológicos y de innovación del sur de Europa. En este contexto, Stoneweg prevé una progresiva reducción de la disponibilidad de activos Grade A en los próximos años, a medida que la demanda continúe absorbiendo el stock existente. Esta dinámica podría derivar en un mercado claramente favorable para propietarios, impulsando el crecimiento de las rentas.

La decisión de inversión se sustenta en una combinación de factores que refuerzan el potencial de crecimiento del mercado de oficinas de calidad en Barcelona como la disponibilidad de espacios prime prácticamente inexistente, con una tasa de desocupación en el distrito central de negocios (CBD) inferior al 3%; la fuerte demanda estructural en el distrito 22@ por parte de empresas tecnológicas, multinacionales y compañías basadas en el conocimiento; y el crecimiento de rentas y compresión de yields, situadas actualmente por debajo del 5% para activos prime.

Asimismo, iniciativas públicas como el Plan Barcelona Impulsa 2035 contribuyen a reforzar el posicionamiento de la ciudad como centro empresarial, tecnológico y de innovación a largo plazo. Además, y de cara a los plazos de desarrollo, la parcela cuenta ya con calificación para uso terciario, se tiene la urbanización aprobada y ya se ha presentado la licencia de construcción.

Sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad

El proyecto situado en la calle Bolivia, contempla el desarrollo de un edificio de oficinas de última generación diseñado para responder a las nuevas demandas de los usuarios corporativos, integrando criterios de sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad. Contará con un total de más de 18.500 metros cuadrados, siete plantas sobre rasante, dos niveles de aparcamiento y especificaciones Triple AAA, con elevados estándares de eficiencia energética, bienestar y experiencia de usuario.

La estrategia de Stoneweg para este proyecto se articula en tres fases: el desarrollo de un activo icónico en el 22@, la captación de inquilinos corporativos de primer nivel mediante contratos de larga duración y, finalmente, la desinversión del activo una vez estabilizado.

Con esta operación, Stoneweg indicó que reafirma su capacidad para identificar tendencias estructurales y generar valor a través de proyectos inmobiliarios de alta calidad en mercados urbanos con sólidos fundamentales de crecimiento. Asimismo, refuerza su apuesta por Barcelona, un mercado estratégico en el que ya cuenta con una presencia consolidada en los segmentos logístico, residencial y hotelero, y donde, a través de su división de Experiences, desarrolla proyectos emblemáticos como el Museo Carmen Thyssen o la fábrica Godó y Trias.

Jaume Sabater, fundador de Stoneweg y CEO del Grupo SWI, indicó que “estamos en un punto de inflexión muy similar al que vivimos en el ciclo 2016–2019. La combinación de una oferta limitada, escasez de obra nueva y una demanda creciente por espacios de alta calidad genera una oportunidad única para desarrollar producto diferencial en ubicaciones estratégicas”.

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El Real Betis abrirá a la participación ciudadana la creación de su próxima camiseta especial del partido Forever Green

El consejero del Real Betis Balompié y patrono de la Fundación, Rafael Muela, durante el Forever Green Day 2026.

El Museo Ruso de Málaga acogió este miércoles una nueva edición del Forever Green Day, organizado por el Real Betis Balompié, que congregó a especialistas y profesionales comprometidos con la sostenibilidad. Este evento anual refuerza así su posición como "uno de los principales espacios de encuentro en Europa para abordar los retos ambientales desde la colaboración entre deporte, empresa, ciencia e innovación", explicó el club.

Durante la celebración de esta cita especializada se anunció que el club verdiblanco lanzará un concurso de ideas para el diseño conceptual de la próxima camiseta especial del partido Forever Green de la temporada 2026/27. Se trata de una iniciativa pionera, a convocatoria abierta, que permitirá a aficionados y ciudadanía participar por primera vez en la creación de esta elástica, que tanta expectación crea cada año.

La puesta en marcha de este proyecto, que será presentado con más detalles en las próximas semanas, permitirá al club recoger propuestas de historias, materiales, diseños o conceptos vinculados a la sostenibilidad con el objetivo de encontrar la idea que inspire la campaña medioambiental de Forever Green para 2027, reforzando así el papel de la participación social como motor de cambio y concienciación.

El potencial concienciador del deporte

A lo largo de la jornada se reflexionó sobre la capacidad única del deporte para generar conciencia social y amplificar mensajes con impacto global, aprovechando su alcance para inspirar cambios de comportamiento y promover soluciones frente a los retos ambientales más urgentes. A través de representantes de diferentes deportes (fútbol, tenis o críquet) y con la participación de expertos procedentes de distintos ámbitos (académico, empresarial, deportivo y asociativo) de países como España, Inglaterra, Italia, Alemania, Turquía, Emiratos Árabes Unidos e India, la entidad verdiblanca quiso poner de manifiesto el valor de la colaboración internacional y multidisciplinar para impulsar la acción ambiental.

Inaugurada por el consejero del Real Betis Balompié y patrono de la Fundación, Rafael Muela, y por el director general del Málaga CF, Enrique Pérez, y moderada por la periodista Sara Hormaechea, la cita sirvió además para compartir experiencias, proyectos innovadores y casos de éxito que demuestran cómo la colaboración entre distintos sectores puede acelerar la transición hacia un modelo más sostenible.

La primera de las intervenciones corrió a cargo del profesor Ángel Enrique Salvo Tierra, de la Universidad de Málaga, quien ofreció la ponencia ‘La importancia de la biodiversidad urbana y de los espacios verdes en las ciudades’, centrada en el valor estratégico de los entornos verdes urbanos para combatir el cambio climático y mejorar el bienestar de la ciudadanía. Precisamente, esta línea de trabajo conecta con la última campaña del club, ‘La vida en verde comienza en el barrio’, con la que se vinculó la salud urbana con la preservación del arbolado.

Variedad de ponencias

Posteriormente fue el turno de la responsable de Sostenibilidad del Udinese Calcio, Piera Abramo, con su exposición ‘Dando forma al futuro: sostenibilidad e innovación en el Bluenergy Stadium’, en la que mostró cómo un estadio puede ir más allá de su función deportiva y convertirse en un polo de generación de energía limpia para su entorno, gracias a iniciativas como la comunidad energética creada en el barrio udinés a partir de la electricidad producida por los paneles solares de la instalación.

El tercer espacio fue para el cofundador de Oleatex Eşref Hilmi Açık. Se trata de una innovadora compañía que desarrolla materiales de cuero 100% veganos elaborados a partir de residuos de la industria del aceite de oliva como alternativa al cuero tradicional. Su intervención, titulada ‘De los subproductos del olivo a los materiales a escala mundial: la innovación circular y las oportunidades para Andalucía’, puso el foco en el potencial de la economía circular y en las oportunidades de innovación sostenible vinculadas al sector oleícola andaluz.

Para cerrar el bloque intervino el doctor en Biología especializado en la conservación de corales y director del programa MedCoral, impulsado por la Asociación Hombre y Territorio, Alexis Terrón, que presentó ‘Recuperando el coral del Mediterráneo’ y abordó los trabajos de restauración y conservación marina que se están desarrollando para proteger los ecosistemas coralinos del Mediterráneo, así como la importancia de la colaboración científica y social para preservar la biodiversidad marina frente a los efectos del cambio climático y la presión humana.

Premios Forever Green 2026

El evento sirvió además como escenario para la entrega de los Premios Forever Green 2026, un reconocimiento a quienes, desde distintos ámbitos de la sociedad, trabajan para promover una mayor concienciación ambiental y un futuro más sostenible. Los galardonados fueron presentados por The Future Makers, partner del evento y consultoría especializada en impulsar el valor del deporte como motor de desarrollo económico, impacto social y sostenibilidad ambiental.

Aeltc Wimbledon fue distinguido en la categoría ‘Liderazgo Ambiental en el Deporte’ por integrar la sostenibilidad de forma transversal en la gestión de uno de los eventos deportivos más prestigiosos del mundo, marcando un referente para la industria. El ‘Premio Biodiversidad’ fue para el equipo de críquet asiático Desert Vipers, por su compromiso en la concienciación a través del deporte con iniciativas como el proyecto BioBlitz y la camiseta especial que representa la pérdida mundial de biodiversidad.

El divulgador del patrimonio natural e histórico Ernesto Montoya (@viejatierra) fue ganador en ‘Proyecto a la Divulgación Medioambiental’ por su relevante labor de divulgación ambiental, fomentando una mayor conciencia social sobre la protección del medio ambiente entre un público joven. Viva con Agua lo fue en la categoría ‘Activismo Climático’ por movilizar a miles de personas en favor de causas sociales y ambientales, demostrando el poder transformador de la acción colectiva. Finalmente, EFE Verde, en ‘Medio de Comunicación con Compromiso Medioambiental’, por su contribución constante a la información y sensibilización ambiental, dando visibilidad a los principales retos y soluciones para un futuro más sostenible.

El gerente de la Fundación Real Betis Balompié, Rafa Muela, fue el encargado de clausurar la jornada, destacando la importancia de generar espacios de encuentro como Forever Green Day para impulsar alianzas y proyectos con impacto. Asimismo, reafirmó la apuesta del club por integrar la sostenibilidad como un eje estratégico de su actividad dentro y fuera de los terrenos de juego.

Como broche final, los asistentes compartieron un cóctel basado en productos de proximidad y de temporada, una propuesta alineada con los valores de sostenibilidad que promueve Forever Green. El encuentro incluyó también varios sorteos en un ambiente que propició el diálogo y el 'networking' entre los asistentes.

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El Hospital Rey Juan Carlos actualiza a especialistas, médicos de familia y matronas en los avances en salud de la mujer

La doctora María de Matías.

El Hospital Universitario Rey Juan Carlos de la Comunidad de Madrid ha celebrado una nueva edición de su Jornada de Actualización en Ginecología y Obstetricia, un encuentro dirigido a profesionales sanitarios en el que “se revisaron los principales avances en el diagnóstico, tratamiento y prevención de algunas de las patologías más frecuentes que afectan a la salud de la mujer".

En él se actualizaron conocimientos entre los médicos especialistas, tanto hospitalarios como de Atención Primaria, y matronas, para ofrecer una atención cada vez más segura, eficaz y basada en la evidencia científica”, explicó la doctora María de Matías, jefa asociada del Servicio de Obstetricia y Ginecología del centro mostoleño.

La jornada se estructuró en cuatro grandes mesas de trabajo. La primera estuvo centrada en la patología cervical, los cribados citológicos, el Cervicam (programa de detección precoz de cáncer de cérvix de la Comunidad de Madrid) y el papel de la vacunación frente al virus del papiloma humano (VPH) en la prevención del cáncer de cuello uterino.

En este ámbito, una de las principales novedades abordadas fue el cambio hacia un cribado poblacional en lugar del cribado oportunista, basado en la detección del VPH, lo que permite identificar con mayor sensibilidad a las mujeres con riesgo de desarrollar lesiones precursoras del cáncer y facilita una detección más precoz y un seguimiento más individualizado.

Un enfoque integral del bienestar de la mujer

Otro de los bloques abordó la Ginecología integrativa y la obesidad, con especial atención a la menopausia, la endometriosis y el síndrome de ovario poliquístico, denominado actualmente síndrome ovárico metabólico poliendocrino. Este enfoque, según se trasladó en la jornada, contempla a la mujer de forma global y combina los tratamientos médicos basados en la evidencia con intervenciones dirigidas a mejorar los hábitos de vida, la nutrición, la actividad física, el bienestar emocional y otros factores que influyen en la salud.

En este sentido, los especialistas recordaron que la salud de la mujer no debe depender del tratamiento farmacológico. La prevención, los hábitos saludables y el acompañamiento individualizado se consideran herramientas clave para mejorar los resultados clínicos y favorecer un mayor bienestar a largo plazo, especialmente en patologías crónicas o de larga evolución, cuyos síntomas pueden afectar de forma significativa a la calidad de vida.

Las oportunidades de la menopausia

La menopausia fue otro de los temas destacados de la jornada. Y es que, más allá de los síntomas más conocidos, como los sofocos o las alteraciones menstruales, los expertos incidieron en que esta etapa representa una oportunidad para identificar y prevenir riesgos futuros. La disminución de estrógenos favorece cambios en la composición corporal, con aumento de grasa abdominal y mayor predisposición a hipertensión, diabetes, dislipemia y enfermedad cardiovascular. Por ello, el enfoque actual pone el acento en la salud metabólica, cardiovascular, ósea y mental, así como en la valoración individualizada de cada paciente.

La patología del suelo pélvico ocupó una mesa específica, en la que se revisaron problemas frecuentes como la incontinencia urinaria, el prolapso de órganos pélvicos, la incontinencia fecal, las alteraciones de la función sexual y algunos síndromes de dolor pélvico; con importante impacto en la calidad de vida, pero todavía infradiagnosticados, en parte porque muchas mujeres los consideran una consecuencia inevitable de la edad, los embarazos o el parto.

Entre las señales que deben llevar a consultar se encuentran las pérdidas involuntarias de orina, la urgencia miccional frecuente, la sensación de vaciado incompleto de la vejiga, el estreñimiento persistente asociado a dificultad para evacuar, la sensación de presión o bulto vaginal, el dolor pélvico o las molestias durante las relaciones sexuales. La jornada puso también de relieve el papel clave de Atención Primaria en la detección precoz, el manejo inicial y la derivación a unidades especializadas cuando sea necesario.

La mujer y el embarazo

El último bloque se dedicó a Obstetricia y reproducción asistida, con ponencias sobre anemia en la gestación, nutrición durante el embarazo, ganancia ponderal y ayudas para la gestación, ámbito en el que los especialistas insistieron en la importancia de optimizar el estado de salud de la mujer antes de la concepción y durante el embarazo, con el objetivo de mejorar los resultados maternos y fetales.

“En mujeres que buscan embarazo, una de las recomendaciones principales es acudir a consulta preconcepcional, ya que permite identificar y corregir factores de riesgo, optimizar enfermedades crónicas, revisar la medicación habitual y asegurar una suplementación adecuada, especialmente con ácido fólico”, apuntó la jefa asociada del servicio. Durante la gestación, el seguimiento nutricional y del peso debe ser individualizado, ya que una ganancia ponderal inadecuada se asocia a mayor riesgo de complicaciones como diabetes gestacional, hipertensión o macrosomía fetal.

La anemia ferropénica, una de las complicaciones más frecuentes durante el embarazo, fue otro de los aspectos revisados en la jornada, con el foco en la importancia de su prevención y detección precoz mediante controles analíticos, así como del tratamiento con hierro oral o intravenoso cuando esté indicado, con el fin de evitar repercusiones para la madre y el feto.

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México gana a Sudáfrica (2-0): cantó y no lloró por fin en el partido inaugural de un Mundial

México había sido el protagonista del partido inaugural de un Mundial en siete ocasiones (alguna de ellas de forma compartida, porque se jugaban varios encuentros a la vez), y el resultado era de cinco derrotas y dos empates. A la octava, pudo alegrar por fin los corazones de sus aficionados con una victoria ante Sudáfrica en el emblemático Estadio Azteca. Por momentos, la grada, las más de 80.000 personas que lo llenaron, gritó al unísono la canción «Cielito lindo»: «Ay, ay, ay, ay, canta y no llores...»

 

El cántico podía ir dirigido a Williams, portero de Sudáfrica, que no midió el riesgo cuando en el arranque del juego desde atrás pasó a su compañero Yaya Sithole. El mediocentro recibió de espaldas algo agobiado, sufrió la presión de Erik Lira y dejó la pelota en los pies de Quiñones, que no perdonó la oportunidad de convertirse en el primer goleador del Mundial 2026.

Repitió el mismo error varias veces Sudáfrica, pero México no supo volver a castigarlo. Y cometió algún fallo más gordo porque Sithole, otra vez él, en uno de esos días que pasa de sueño a pesadilla, vio la roja al derribar a Brian Gutiérrez cuando encaraba la portería. Fue al borde del área, por tanto no penalti, pero sí expulsión. El partido que ya estaba difícil para los africanos se puso imposible.

Después del primer tanto, México tampoco fue una selección dominadora. Al encuentro le faltaba el ánimo que sí había en las gradas. Se movía constantemente en zonas inocuas, especialmente para Sudáfrica, que parecía inofensiva. El equipo de Javier Aguirre al menos se asomaba de vez en cuando, especialmente cuando Raúl Jiménez entraba en acción. Quiñones rozó el doblete con un lanzamiento al poste antes del descanso.

En superioridad, el duelo ya sí se convirtió en un monólogo de México, en un partido sólo de ida esperando que los goles fueran cayendo. Todavía el público silbó alguna ocasión en la que los suyos movían la pelota demasiado lento, pero no dudó en celebrar el segundo tanto, de Raúl Jiménez, con esa cabeza que lleva protegida con una cinta después de la fractura de cráneo que sufrió en un partido en 2020.

 

El «Canta y no llores» volvió con fuerza, pero fue interrumpido cuando el árbitro fue al VAR a revisar un manotazo de Zwane a Alvarado y entendió que merecía la expulsión. México perdió después a César Montes. El duelo se cerró con dos goles y tres rojas.

Así hemos vivido el México - Sudáfrica (Grupo A): partido inaugural del Mundial 2026

© EUROPAPRESS

2026 FIFA World Cup - Mexico vs South Africa
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California is suing the Trump administration to block a new ICE facility

An agricultural property a few miles from Gilroy, just south of the San Francisco Bay Area, has become the latest flashpoint in the ongoing clash between California and the Trump Administration. California Attorney General Rob Bonta and Santa Clara County filed a federal lawsuit on Wednesday seeking to stop the construction of a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) facility that local officials say could be used to temporarily detain migrants as part of the federal government’s intensified immigration enforcement efforts.

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© Tayfun Coskun (Getty Images)

ICE agents and members of the National Guard outside the Metropolitan Detention Center in Los Angeles, California.
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La actriz de 'Piratas del Caribe' protagoniza una un 'thriller' de espionaje y venganza

Keira Knightley ha encarnado algunos de los personajes más icónicos del cine en el siglo XXI, como el de Elizabeth Swann en la saga Piratas del Caribe o el de Elizabeth Bennet en Orgullo y prejuicio (2005). El público en España está acostumbrada a ver a la actriz británica en la gran pantalla, pero su último gran trabajo, por el que fue nominada en los Globos de Oro, fue en la miniserie Palomas negras, para Netflix.

Este trepidante thriller británico de espías llegó al catálogo de la plataforma de streaming a finales del año 2024, pero es una de esas joyas audiovisuales de Netflix que merece mucho la pena descubrir (o volver a hacerlo). Cuenta con seis episodios de unos 50 minutos de duración, por lo que es perfecta para hacer un maratón de fin de semana y adentrarse en una historia llena de misterio y suspense sin moverse del sofá.

'Palomas negras': sinopsis de la miniserie de Netflix

Helen Webb (Keira Knightley) es la esposa del Secretario de Defensa del Reino Unido, pero oculta un secreto al mundo: es una espía. Tiene una identidad alternativa, 'Paloma negra', la cual ha escondido durante muchos años y con la que ha ido filtrando los secretos de su esposo a la organización homónima para la que trabaja, pero todo cambia cuando su amante, Jason, es asesinado en el submundo de Londres.

Su mentora, Reed (Sarah Lancashire), llama a un antiguo conocido de Helen para protegerla, quien no es otro que Sam Young (Ben Whishaw), un asesino que abandonó el espionaje tras una operación fallida. A pesar de que ha intentado dejar el pasado atrás, dicha misión vuelve al presente en modo de amenaza, lo que a su vez pondrá en peligro la vida de 'Paloma negra' y sus intentos de descubrir la identidad del asesino de Jason.

La gran protagonista de Palomas negras es Keira Knightley, aunque junto a la actriz de Piratas del Caribe también tienen un papel muy relavante en la miniserie de Netflix tanto Ben Whishaw (saga James Bond) como Sarah Lancashire. Completan el elenco nombres como Andrew Buchan (The Crown), Andrew Koji (Bullet Train), Sam Troughton (Chernobyl), Isabella Wei (Los Bridgerton), Ella Lily Hyland o Adeel Akhtar (Enola Holmes), entre muchos otros actores y actrices.

La miniserie está creada por Joe Barton, quien también escribe los guiones de los seis episodios. Desde luego, se trata de una de las mejores alternativas que hay en el catálogo de Netflix para todos los suscriptores que quieran disfrutar de un thriller repleto de tensión que les mantendrá completamente pegados a la pantalla.

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Schlein attacca Meloni sulla pressione fiscale: “Record degli ultimi anni, distanza enorme tra il racconto della premier e chi vive fuori da Chigi”

“C’è una distanza enorme tra il Paese che racconta la premier Meloni e chi vive fuori di Palazzo Chigi. Nel suo intervento è un susseguirsi di successi e obiettivi raggiunti, solo che la realtà è molto differente. Non si preoccupi, presidente Meloni, non siamo noi e non vogliamo noi aumentare le tasse sul lavoro e sull’impresa, l’avete fatto voi questo portando la pressione fiscale al record degli ultimi 12 anni oltre il 43%” del Pil. È l’affondo della segretaria del Pd, Elly Schlein, che, nell’Aula della Camera, dopo le comunicazioni della premier Giorgia Meloni in vista della riunione del Consiglio europeo del 18 e 19 giugno 2026 ha risposto alla premier ricordando la tassazione record del governo Meloni, la più alta mai avuta dal post governo Monti. Un tema caro alla premier che nel 2013, militando già in FdI-Alleanza Nazionale, voleva addirittura introdurre in Costituzione un tetto alla pressione fiscale pari al 40% del Pil.

“Basta bugie e basta propaganda”, ha attaccato Schlein, ricordando che in questi quattro anni il governo aveva “i numeri per fare tutto” e che invece non è stato fatto “niente che potesse cambiare la vita degli italiani”.

L'articolo Schlein attacca Meloni sulla pressione fiscale: “Record degli ultimi anni, distanza enorme tra il racconto della premier e chi vive fuori da Chigi” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Del manjar blanco a los duelos y quebrantos: recetas que aparecen mencionadas en 'El Quijote'

Los expertos en la literatura de España coinciden en que Don Quijote de la Mancha es una de las novelas más importantes de la historia del país. Las aventuras del hidalgo con su compañero de batalla, Sancho Panza, han marcado un antes y un después en el universo literario de nuestras fronteras. Además, la gastronomía cuenta con 'pequeños' cameos a lo largo de la novela, con la mención de algunas recetas tradicionales.

Por ello, en las siguientes hacemos mención de tres que aparecen en el libro, como el clásico manjar blanco, una receta catalana y también conocida en otro país extranjero, hasta las frutas de sartén.

Manjar blanco

También conocido en Cataluña como 'menjar blanc' se trata de una receta que cuenta con siglos de historia. De hecho, su existencia es también popular en Brasil, donde se le conoce como 'manjar blanco'.

Es una crema de almendra con sabor dulce y que en El Quijote aparece mencionado cuando los dos protagonistas se encuentran a su paso por Barcelona. Hay una teoría que dice que su origen puede ser árabe y que se popularizó a raíz de la necesidad de los monjes del monasterio La Cartuja de Escaladei de hace un postre sin carne ni derivada de cara a Cuaresma.

Frutas de la sartén

"Todo lo miraba Sancho Panza, y todo lo contemplaba y de todo se aficionaba. Primero le cautivaron y rindieron el deseo las ollas, de quien él tomara de bonísima gana un mediano puchero; luego le aficionaron la voluntad los zaques, y últimamente las frutas en sartén, si es que se podían llamar sartenes las tan orondas calderas", así es como Miguel de Cervantes menciona estos clásicos dulces de la cocina española en su afamada novela de aventuras.

Cuando piensan en frutas de la sartén, los amantes de la gastronomía y expertos tienen en mente dulces fritos que van desde los buñuelos de carnaval, las flores fritas y las orejas u orellas, que son típicas en Galicia.

Duelos y quebrantos

A pesar de ser en la actualidad una receta poco conocida, tuvo su pequeña aparición en el libro de Cervantes, concretamente en el legendario inicio. "En un lugar de la Mancha, de cuyo nombre no quiero acordarme, no hace mucho tiempo que vivía un hidalgo de los de lanza en astillero, adarga antigua, rocín flaco y galgo corredor. Una olla de algo más vaca que carnero, salpicón las más noches, duelos y quebrantos los sábados, lentejas los viernes, algún palomino de añadidura los domingos, consumían las tres partes de su hacienda", reza el texto.

Los duelos y quebrantos son una especie de revuelto con carne cuya receta tradicional consta de huevos, panceta fresca, chorizo y, supuestamente, sesos de cordero. Se puede hacer una versión de esta receta por menos de dos euros, encontrando la prueba en este artículo.

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¿Eres un amante de la cultura? Estas son las 10 ciudades a las que debes ir

La cultura no solo es una parte fundamental de la sociedad, sino que también es un factor crucial a la hora de escoger el destino de un viaje. Acercarse a los monumentos más emblemáticos, visitar los principales museos de la ciudad o sumergirse en la oferta artística de la urbe es algo que buscan la mayoría de viajeros en España, y por ello hay metrópolis que son perfectas para hacer una escapada cultural.

El medio Time Out ha elaborado su lista anual de las 10 mejores ciudades del mundo para la cultura, y aunque muchas de ellas son muy conocidas entre los turistas, lo cierto es que hay alguna que otra urbe que puede sorprender a muchos por todo lo que tiene que ofrecer en este sentido; además, una de las que se ha colado en la lista está en España, lo que demuestra que el turismo español va mucho más allá de las playas.

De Londres a São Paulo: las capitales culturales del mundo

La primera posición no podía ser para otra que no fuera Londres, la mejor ciudad para la cultura de todo el planeta. La capital del Reino Unido ofrece algunos de los mejores museos del globo terráqueo (como por ejemplo el British Museum, el de Historia Natural o la National Gallery), así como espectáculos musicales muy célebres en el West End y una oferta musical asombrosa.

Completan el podio dos de las metrópolis más visitadas del mundo, París y Nueva York. En el caso de la capital de Francia, no hace falta ni listar todos los monumentos y museos que hay en ella, mientras que en 'La Gran Manzana' no solo se puede disfrutar de musicales de Broadway e infinidad de conciertos, sino que también alberga fascinantes pinacotecas y una larga tradición literaria que la hacen única.

La cuarta plaza es para la ciudad de Berlín, que tiene mucho más que ofrecer que su ocio nocturno: la capital de Alemania es una de las cunas de la cultura 'underground' en Europa, aunque sin dejar de lado su legado histórico y su pasión por el cine y la literatura. Cerrando el 'Top-5' se encuentra Ciudad del Cabo, en Sudáfrica, que ha ido ganando un peso cultural innegable en África y está repleta de joyas desconocidas para muchos, pero que sorprenden a todos los que las descubren.

El sexto lugar es para la ciudad de Melbourne, la capital cultural y deportiva de Australia, y que cuenta con galerías de arte, teatros y museos de corte alternativo que apasionan a los más 'indie'. Justo un puesto por detrás está la ciudad de Sao Paulo (7º), a la que la publicación cataloga como "el epicentro más importante de las artes visuales de Latinoamérica" gracias a sus instituciones históricas y el mercado de arte contemporáneo que hay en la urbe más poblada de Brasil.

Madrid es una de las mejores ciudades para la cultura

En la octava posición se ha colado Madrid, la única ciudad de España en la lista, y es que la capital española está ganando un protagonismo notorio en el turismo mundial gracias a maravillas como el Museo del Prado, así como su oferta cinematográfica y musical (destacando las residencias de Bad Bunny y Shakira) y su "escena teatral alternativa". Completan este listado las ciudades de Florencia, que cuenta con uno de los cascos históricos más impresionantes del planeta, y Cracovia, el "corazón cultural de Polonia" gracias a su historia, su arquitectura y su arte.

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El farmacéutico Fran Cuéllar analiza las bebidas con ácido hialurónico para la piel: “Los suplementos funcionan por acumulación”

El farmacéutico Fran Cuéllar analiza las bebidas con ácido hialurónico para la piel: “Los suplementos funcionan por acumulación”

Baja biodisponibilidad, dosis insuficientes y el efecto ‘sabotaje’ del azúcar: el farmacéutico y biotecnólogo en redes Fran Cuéllar explica las razones por las que estas bebidas no logran el efecto rejuvenecedor que prometen

¿Más protección, menos tiempo, todo a la vez? Un dermatólogo explica qué hacer el primer día que tomas el sol

El wellness está de moda en todos los ámbitos y el marketing lo sabe. Kylie Jenner presentaba hace tan solo un par de meses k2o by Sprinter, una mezcla de electrolitos, ácido hialurónico y colágeno, bajo el lema “hydrate beautifully” (hidrátate con belleza). Hailey Bieber ya lo hizo hace años con el Strawberry Glaze Skin Smoothie, un batido viral en colaboración con la tienda de productos orgánicos de Los Ángeles Erewhon Market, que prometía el cuidado de la piel desde el interior. También en color rosa, la española María Pombo ha presentado Yuzz, un refresco que incluye ácido hialurónico y vitamina C, de la mano de Mahou-San Miguel que definen como “una bebida por fuera y skincare por dentro”. ¿Son efectivas estas fórmulas de activos bebibles?

Para entender si un refresco puede mejorar el aspecto de nuestra piel, primero hay que comprender qué estamos ingiriendo exactamente. “El ácido hialurónico es un polisacárido complejo, es decir, un azúcar muy grande que está compuesto como por dos estructuras principalmente. Si nos lo imaginamos como un Lego, estaría compuesto por piezas azules y rojas exclusivamente, que se repiten muchísimas veces intercaladas, que son la nacetilglucosamina y el ácido glucurónico”, explica el farmacéutico, biotecnólogo y divulgador en redes Fran Cuéllar. El número de estas “piezas” determinará si el peso molecular es alto o bajo, un factor clave para su absorción.

“El cuerpo tiene que destruir el Lego para absorber las piezas y, dentro de nuestro organismo, volver a montarlo”, señala el experto, que apunta que el ácido hialurónico tiene una biodisponibilidad muy baja: “Solo se absorbe el 0,2% de lo que ingerimos”.

Por eso, el beneficio real no lo aporta la molécula en sí, sino de que nuestra microbiota fermente ese hialurónico produciendo oligosacáridos que indiquen a nuestras propias células que deben fabricar más hialurónico natural. 

Sin embargo, para que esa orden se llegue a ejecutar, Cuéllar advierte de que es necesario cumplir con unas cantidades mínimas de ingesta: “Se ha demostrado que una dosis entre 100 y 250 miligramos diarios durante un mínimo de ocho semanas es lo que realmente tiene un impacto en la hidratación y salud de la piel”. 

Así, si una bebida contiene cantidades insuficientes o está pensada para un consumo esporádico, su efecto será nulo. “Los suplementos funcionan por acumulación. Cuando incluyen cantidades demasiado bajas o en bebidas que no están hechas para tomar todos los días, esa bebida no es funcional”, aclara el farmacéutico.

Además, Cuéllar señala la gran contradicción de la mayoría de estos refrescos de belleza: el azúcar y los edulcorantes. “De nada sirve si quiero tener ese efecto saludable en la piel meter un alto volumen de azúcares, que aumentan la inflamación crónica y la oxidación”, defiende.

El exceso de azúcar provoca la glicación, explica el experto, un proceso en el que el azúcar se “pega” a las fibras de colágeno y las degrada. Por eso, es crítico con la mayoría de híbridos entre refresco y cosmético: “Me parece genial que una bebida hecha para disfrutar tenga azúcares, pero para mí es completamente contraproducente mezclar skincare con sustancias que no nos van a hacer nada bien”.

Más allá de las modas, Cuéllar recuerda que “la piel es un espejo de los hábitos que llevas” y apuesta por la denominada “nutrición inteligente” y la fotoprotección como pilares básicos de su cuidado. Además, recomienda optar por activos tópicos con respaldo científico como retinoides o antioxidantes como la vitamina C.

“Englobaría todo en unos hábitos que nos hagan mantener un estilo de vida saludable, potenciando nuestros hábitos y nuestro metabolismo, que son los responsables últimos de nuestra calidad de vida”, concluye. 

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