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Aguiar-Branco admite recurso do PS sobre projeto Chega

De acordo com o PS, o projeto do Chega de revisão constitucional, ao contrário do que foi decidido por José Pedro Aguiar-Branco, tinha de ser admitido ou não admitido pelo presidente da AR.

© ANTONIO COTRIM/EPA

A posição do PS contra a decisão de Aguiar-Branco foi também acompanhada pelo Livre
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Radioagência é finalista em concurso Dom Phillips e Bruno Pereira

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O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Nacional, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) e a solenidade de entrega dos prêmios aos vencedores e reconhecimentos aos finalistas será nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).

Notícias relacionadas:

O podcast concorreu na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.

Em linguagem acessível voltada para as crianças, a produção explora a importância da Amazônia como reguladora do clima global, destacando a crise climática que já impacta diretamente a região, além de assuntos que estiveram em destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que foi realizada em Belém (PA) no ano passado.

O podcast é baseado na série Trilhas Amazônicas, do jornalista Rafael Cardoso e da fotojornalista Tânia Rêgo. O trabalho foi primeiramente adaptado como podcast, na série também chamada Trilhas Amazônicas, com sete episódios, e depois adaptado para o selo infantil da Radioagência Nacional

Roteiro, apresentação e montagem são de Akemi Nitahara, com edição de Beatriz Arcoverde e participação, na apresentação, de Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos; e de Caetano Faria, de 12 anos.

“Fiquei muito feliz com a indicação como finalista. Isso mostra a qualidade do trabalho que fazemos com os podcasts da Radioagência Nacional. Tanto o tema do prêmio, em  defesa do meio ambiente e dos povos tradicionais e a justa homenagem a Dom e Bruno, como a categoria de educação midiática, se encaixam perfeitamente no que pretendemos alcançar com o Crianças Sabidas: um jornalismo público de qualidade e comprometido com a sociedade, em especial que envolva a infância nos grandes temas do país”, comenta Akemi Nitahara.

Para a diretora de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a presença da Radioagência Nacional entre os finalistas do prêmio consolida o papel da comunicação pública no debate de temas estratégicos para o país, como as agendas socioambientais e a valorização das comunidades tradicionais.

“Esse resultado é fruto direto do compromisso técnico e da sensibilidade das nossas equipes, que conseguem transformar informação de interesse público em conteúdos de alto impacto e relevância social”, avalia a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira. “Mais do que celebrar o reconhecimento, parabenizo os profissionais por garantirem um jornalismo que dá visibilidade e voz às causas que realmente importam para o Brasil”, destaca.

Produções classificadas

Outras produções da EBC foram classificadas no certame, em aderência aos princípios do edital, que envolvem relevância social e impacto na defesa de direitos, qualidade técnica e profissional, contribuição para o enfrentamento da desinformação e esforço de disseminação de conteúdo íntegro.

Na categoria Iniciativas de fotojornalismo, ilustração, charge, cartum, quadrinhos ou grafite, a fotojornalista Tânia Rego foi classificada com as fotografias de Vilma Savala, rezadeira na Retomada Guapo’y Mirin Tujury; e do também rezador Adilino Gomes. As imagens integram a reportagem Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência, da Agência Brasil.

Na categoria Reportagem audiovisual sobre proteção ao meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, a EBC foi classificada com duas edições do Caminhos da Reportagem, atração da TV BrasilApyterewa, tempo de reocupar, da repórter Ana Passos; e Expedição Ituxi, a Amazônia que sobrevive, da repórter Flávia Grossi.

Na mesma categoria, também foi classificado o conteúdo especial em formato podcast Identidade Ancestral, da Rádio Nacional da Amazônia. Os episódios tiveram produção, entrevistas, roteiro e edição de Nathália Mendes, sonoplastia de Messias Melo e trilha sonora por Marcus Viana.

O programa Tarde Nacional, da mesma emissora, foi classificado ainda com dois produtos jornalísticos: Quase metade dos indígenas brasileiros não tem acesso à água potável, segundo IBGE e O crime organizado e delitos ambientais na Amazônia, ambos com apresentação de Juliana Maya e produção Roberta Timponi.

Sobre o concurso

O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi).

O Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) financia o certame.

Os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Cidadania e das Relações Exteriores atuam em parceria na iniciativa. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apoia o projeto.

Será destinado o total de R$ 300 mil para os cinco melhores classificados de cada uma das seis categorias. Os primeiros colocados receberão R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros lugares receberão R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 

Uma comissão julgadora especializada avaliou os trabalhos inscritos de acordo com os critérios de qualidade técnica, relevância social e impacto da informação, conforme o edital. O grupo de jurados foi composto por jornalistas renomados, especialistas em meio ambiente, lideranças indígenas e representantes de comunidades tradicionais. 

A premiação tem o objetivo de reconhecer trabalhos de jornalismo investigativo, comunicação popular e educação midiática em âmbito nacional, buscando fortalecer a rede de proteção a comunicadores e defensores de direitos humanos.

O edital foi ancorado em um compromisso internacional de reparação, fundamentado no Plano de Ação para o cumprimento das Medidas Cautelares 449-22, estabelecidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em resposta aos assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022, no Vale do Javari.

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Radioagência é finalista em concurso Dom Phillips e Bruno Pereira

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O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Nacional, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) e a solenidade de entrega dos prêmios aos vencedores e reconhecimentos aos finalistas será nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).

Notícias relacionadas:

O podcast concorreu na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.

Em linguagem acessível voltada para as crianças, a produção explora a importância da Amazônia como reguladora do clima global, destacando a crise climática que já impacta diretamente a região, além de assuntos que estiveram em destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que foi realizada em Belém (PA) no ano passado.

O podcast é baseado na série Trilhas Amazônicas, do jornalista Rafael Cardoso e da fotojornalista Tânia Rêgo. O trabalho foi primeiramente adaptado como podcast, na série também chamada Trilhas Amazônicas, com sete episódios, e depois adaptado para o selo infantil da Radioagência Nacional

Roteiro, apresentação e montagem são de Akemi Nitahara, com edição de Beatriz Arcoverde e participação, na apresentação, de Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos; e de Caetano Faria, de 12 anos.

“Fiquei muito feliz com a indicação como finalista. Isso mostra a qualidade do trabalho que fazemos com os podcasts da Radioagência Nacional. Tanto o tema do prêmio, em  defesa do meio ambiente e dos povos tradicionais e a justa homenagem a Dom e Bruno, como a categoria de educação midiática, se encaixam perfeitamente no que pretendemos alcançar com o Crianças Sabidas: um jornalismo público de qualidade e comprometido com a sociedade, em especial que envolva a infância nos grandes temas do país”, comenta Akemi Nitahara.

Para a diretora de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a presença da Radioagência Nacional entre os finalistas do prêmio consolida o papel da comunicação pública no debate de temas estratégicos para o país, como as agendas socioambientais e a valorização das comunidades tradicionais.

“Esse resultado é fruto direto do compromisso técnico e da sensibilidade das nossas equipes, que conseguem transformar informação de interesse público em conteúdos de alto impacto e relevância social”, avalia a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira. “Mais do que celebrar o reconhecimento, parabenizo os profissionais por garantirem um jornalismo que dá visibilidade e voz às causas que realmente importam para o Brasil”, destaca.

Produções classificadas

Outras produções da EBC foram classificadas no certame, em aderência aos princípios do edital, que envolvem relevância social e impacto na defesa de direitos, qualidade técnica e profissional, contribuição para o enfrentamento da desinformação e esforço de disseminação de conteúdo íntegro.

Na categoria Iniciativas de fotojornalismo, ilustração, charge, cartum, quadrinhos ou grafite, a fotojornalista Tânia Rego foi classificada com as fotografias de Vilma Savala, rezadeira na Retomada Guapo’y Mirin Tujury; e do também rezador Adilino Gomes. As imagens integram a reportagem Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência, da Agência Brasil.

Na categoria Reportagem audiovisual sobre proteção ao meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, a EBC foi classificada com duas edições do Caminhos da Reportagem, atração da TV BrasilApyterewa, tempo de reocupar, da repórter Ana Passos; e Expedição Ituxi, a Amazônia que sobrevive, da repórter Flávia Grossi.

Na mesma categoria, também foi classificado o conteúdo especial em formato podcast Identidade Ancestral, da Rádio Nacional da Amazônia. Os episódios tiveram produção, entrevistas, roteiro e edição de Nathália Mendes, sonoplastia de Messias Melo e trilha sonora por Marcus Viana.

O programa Tarde Nacional, da mesma emissora, foi classificado ainda com dois produtos jornalísticos: Quase metade dos indígenas brasileiros não tem acesso à água potável, segundo IBGE e O crime organizado e delitos ambientais na Amazônia, ambos com apresentação de Juliana Maya e produção Roberta Timponi.

Sobre o concurso

O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi).

O Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) financia o certame.

Os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Cidadania e das Relações Exteriores atuam em parceria na iniciativa. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apoia o projeto.

Será destinado o total de R$ 300 mil para os cinco melhores classificados de cada uma das seis categorias. Os primeiros colocados receberão R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros lugares receberão R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 

Uma comissão julgadora especializada avaliou os trabalhos inscritos de acordo com os critérios de qualidade técnica, relevância social e impacto da informação, conforme o edital. O grupo de jurados foi composto por jornalistas renomados, especialistas em meio ambiente, lideranças indígenas e representantes de comunidades tradicionais. 

A premiação tem o objetivo de reconhecer trabalhos de jornalismo investigativo, comunicação popular e educação midiática em âmbito nacional, buscando fortalecer a rede de proteção a comunicadores e defensores de direitos humanos.

O edital foi ancorado em um compromisso internacional de reparação, fundamentado no Plano de Ação para o cumprimento das Medidas Cautelares 449-22, estabelecidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em resposta aos assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022, no Vale do Javari.

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10 Junho: Seguro pede diálogo “em tempos de trincheiras”

VTM

“Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar”, considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa “de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente”.

Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das “palavras do meio”, que “se abrem como convite ao diálogo”, nestes “tempos de trincheiras”.

“As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros”, declarou.

O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra “o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”, referindo que a sua eleição “foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal”.

Segundo António José Seguro, este é também um tempo que “pede coragem” para “fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo”, para “dizer a verdade mesmo quando é desconfortável” e decidir em função do “interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo”, e que “exige ambição”.

Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que “o problema não é o talento”, contrapondo: “O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar”.

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STF julga recursos contra responsabilização de big techs

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O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (10) recursos apresentados pelas plataformas que operam as redes sociais contra a decisão da Corte que reconheceu a responsabilidade das big techs pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. A sessão está prevista para começar às 14h. 

O plenário vai julgar recursos que pedem esclarecimentos sobre a decisão da Corte. Os recursos foram protocolados pelo Facebook e o Google. 

Notícias relacionadas:

Os recursos das plataformas pedem um prazo implantação das regras definidas durante o julgamento, ou que seja garantida a aplicação das regras somente após o trânsito em julgado da decisão do plenário. 

Também foi solicitado ao Supremo que seja reconhecida a presunção relativa de culpa das plataformas, ou seja, que seja admitida a possibilidade de apresentação de provas em contrário.  

Responsabilização 

Em junho do ano passado, o STF decidiu pela inconstitucionalidade parcial do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

O dispositivo estabelecia que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo ilegal.

Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.

O texto final da decisão definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários

Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:

atos antidemocráticos;

terrorismo;

induzimento ao suicídio e automutilação;

incitação à discriminação por raça, religião, identidade de gênero, condutas homofóbicas e transfóbicas;

crimes contra a mulher e conteúdos que propagam ódio contra a mulher;

pornografia infantil;

tráfico de pessoas.

Em caso de descumprimento, as plataformas deverão ser responsabilizadas pelos danos morais e materiais causados pelos usuários a terceiros.

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STF julga recursos contra responsabilização de big techs

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O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (10) recursos apresentados pelas plataformas que operam as redes sociais contra a decisão da Corte que reconheceu a responsabilidade das big techs pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. A sessão está prevista para começar às 14h. 

O plenário vai julgar recursos que pedem esclarecimentos sobre a decisão da Corte. Os recursos foram protocolados pelo Facebook e o Google. 

Notícias relacionadas:

Os recursos das plataformas pedem um prazo implantação das regras definidas durante o julgamento, ou que seja garantida a aplicação das regras somente após o trânsito em julgado da decisão do plenário. 

Também foi solicitado ao Supremo que seja reconhecida a presunção relativa de culpa das plataformas, ou seja, que seja admitida a possibilidade de apresentação de provas em contrário.  

Responsabilização 

Em junho do ano passado, o STF decidiu pela inconstitucionalidade parcial do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

O dispositivo estabelecia que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo ilegal.

Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.

O texto final da decisão definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários

Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:

atos antidemocráticos;

terrorismo;

induzimento ao suicídio e automutilação;

incitação à discriminação por raça, religião, identidade de gênero, condutas homofóbicas e transfóbicas;

crimes contra a mulher e conteúdos que propagam ódio contra a mulher;

pornografia infantil;

tráfico de pessoas.

Em caso de descumprimento, as plataformas deverão ser responsabilizadas pelos danos morais e materiais causados pelos usuários a terceiros.

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Trattative in salita alla Natuzzi che ha confermato il trasferimento delle attività pugliesi in Romania. Tavolo l’11

Trattative in corso – e in salita – alla Natuzzi, che il 4 giugno scorso ha confermato il trasferimento in Romania del 15% delle attività oggi svolte tra Puglia e Basilicata. “Quella di Natuzzi è una vertenza complessa, delicata, che coinvolge centinaia di lavoratori e uno dei marchi storici della manifattura pugliese e nazionale. Proprio per questo, pur nella difficoltà del momento e nelle distanze ancora presenti tra le parti, riteniamo importante registrare alcuni segnali di apertura. L’auspicio è che Natuzzi possa arrivare al tavolo dell’11 giugno con un piano industriale capace di tenere insieme sostenibilità aziendale e tutela del lavoro”, dice l’assessore regionale allo Sviluppo economico e lavoro, Eugenio Di Sciascio.

“Il primo spiraglio attiene all’impegno aziendale di convocare d’urgenza, comunque prima del tavolo Mimit, le rappresentanze sindacali aziendali, per l’esclusiva discussione dei calendari dell’ammortizzatore sociale“, spiega l’assessore. Sul fronte dell’incentivazione all’esodo “è stato varato un primo piano sperimentale di esodo per il quale Natuzzi ha messo a disposizione 6 milioni di euro, destinati a un’indennità massima di 50mila euro a favore dei dipendenti che, su base esclusivamente volontaria, sceglieranno di aderire”. Il terzo spiraglio riguarda “invece l’annuncio, dell’azienda, di un accordo raggiunto con una realtà pugliese del settore gomma-plastica per la cessione dello stabilimento dismesso di Ginosa“.

Meno ottimista la segretaria della Cgil Puglia, Gigia Bucci, che chiede l’intervento dello Stato. “Chiediamo alle Istituzioni ancora una volta di svolgere fino in fondo il proprio ruolo di mediazione, nei confronti di un’azienda che ha beneficiato di ingenti contributi pubblici e che, da venti anni, ricorre in modo sistematico alla cassa integrazione“. Per la segretaria si tratta di scelte che “si fanno beffa del ruolo della rappresentanza sindacale e dello stesso lavoro di mediazione di Ministero delle Imprese e Regione Puglia“. Secondo la sindacalista, poi, “l’atteggiamento del management Natuzzi, incapace ancora una volta di mantenere gli accordi paventati ai tavoli istituzionali, è gravissimo. Non si gioca con il lavoro e la vita di migliaia di lavoratori e lavoratrici”.

Dal canto suo il ministro delle imprese, Adolfo Urso, già venerdì 5 giugno aveva ricordato che “quello che non si è fatto in questi 20 anni dobbiamo farlo insieme nei prossimi 20 giorni”. Secondo Urso “il fatto stesso che l’azienda utilizzi la cassa integrazione da vent’anni, vuol dire che da vent’anni vi è un problema industriale. Perché la cassa integrazione non può essere uno strumento per coprire una questione industriale in maniera duratura e continuativa per due decenni, ma deve essere uno strumento che si utilizza temporaneamente per consentire un rilancio industriale”.

L'articolo Trattative in salita alla Natuzzi che ha confermato il trasferimento delle attività pugliesi in Romania. Tavolo l’11 proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Semina Futuri promove curso sobre comunicações descentralizadas em Santa Clara-a-Nova

Quando as redes falham, quem sabe comunicar continua a funcionar

No interior do Alentejo, a cobertura de rede é irregular. As aldeias do Alto Mira estão a 450 metros de altitude, entre serras e vales onde o sinal de telemóvel desaparece com frequência. Mas a fragilidade das redes centralizadas não é só um problema de cobertura geográfica; é uma questão de arquitetura.

Quando um servidor cai, quando a eletricidade falha, quando uma infraestrutura crítica fica fora de serviço, quem depende exclusivamente dessas redes fica sem voz.

No dia 27 de Junho de 2026, a Semina Futuri – Associação de Desenvolvimento Regenerativo do Alto Mira, organiza em Santa Clara-a-Nova, uma formação prática de um dia sobre comunicações descentralizadas; sistemas que funcionam sem internet, sem operadoras e sem infraestrutura centralizada.

A formação conta com o apoio da Junta de Freguesia de Santa Clara-a-Nova e do Município de Almodôvar. É aberta ao público, com vagas limitadas a 15 participantes e um custo de 20,00€, almoço incluído.

Os sistemas em jogo

A formação percorre, de forma prática, um conjunto de tecnologias complementares; cada uma com o seu alcance, as suas limitações e o seu papel num sistema de comunicação resiliente.

Rádio amador é a espinha dorsal. Com licença adequada, um radioamador pode comunicar de localidade em localidade, de país para país, utilizando frequências atribuídas internacionalmente. No Alto Mira, as condições de propagação são excecionais: altitude, ausência de ruído eletromagnético urbano e linha de vista para horizontes longos. As frequências trabalhadas na formação incluem 144.800 FM, 145.500 FM e 7.050 LSB; VHF para comunicação regional, HF para alcances de centenas ou milhares de quilómetros.

PMR446 são os rádios de uso livre, sem licença, que qualquer pessoa pode comprar e usar. Alcance limitado; geralmente 1 a 5 km em terreno aberto; mas extremamente úteis para coordenação local imediata. São a camada de comunicação mais acessível e a primeira a ativar numa situação de emergência de proximidade.

Meshtastic é uma tecnologia de malha descentralizada que utiliza rádio LoRa (Long Range) para criar redes de comunicação sem internet e sem infraestrutura. Cada dispositivo funciona simultaneamente como emissor e repetidor; quanto mais nós existirem na rede, maior é o alcance e a redundância. Os dispositivos custam entre 30 e 60 euros. Na serra do Alto Mira, os alcances podem atingir dezenas de quilómetros entre nós. A formação inclui demonstração prática de uma rede Meshtastic montada no terreno.

CW — Código Morse é a forma de comunicação por rádio mais robusta que existe. Ocupa muito menos largura de banda do que a voz; penetra interferências onde a voz não chega; e pode ser transmitido com os equipamentos mais simples imagináveis. Aprender CW não é saudosismo; é ter acesso a uma camada de comunicação que funciona quando tudo o resto falha.

Antenas são o fator mais determinante no alcance e na qualidade de qualquer comunicação por rádio; mais do que a potência do emissor. A formação inclui montagem e teste de antenas no terreno: o dipolo de meia-onda a 50Ω, a antena de quarto de onda e variantes. Perceber como construir uma antena funcional com materiais simples é uma das competências mais úteis que um operador pode ter.

E-mail via rádio — através de sistemas como Winlink, é possível enviar e receber e-mails usando apenas rádio, sem qualquer ligação à internet. A mensagem entra na rede Winlink através de estações gateway distribuídas pelo mundo e chega ao destinatário pelo endereço de e-mail convencional. Em situações de emergência prolongada, é um canal de comunicação escrita que não depende de operadoras nem de servidores comerciais.

Comunicação via satélite — a formação inclui demonstração de sistemas de comunicação por satélite de baixo custo; dispositivos de mensagens bidireccionais que funcionam em qualquer ponto do planeta com céu aberto. É a camada de último recurso; mais cara, mais lenta, mas absolutamente independente de qualquer infraestrutura terrestre.

Os formadores

Luís — CT1EMY é radioamador desde 1993. Três décadas de prática em bandas de HF e VHF, operações de emergência, construção de antenas e comunicações de longo alcance. Representa uma geração que aprendeu a comunicar quando não havia outra forma; e que conhece os limites e as possibilidades do rádio de um modo que nenhum manual transmite sozinho.

Martim — CS7BAE obteve a licença de radioamador em 2021 e especializou-se nas tecnologias digitais descentralizadas que nos últimos anos transformaram o panorama das comunicações de emergência: Meshtastic, redes LoRa, integração entre rádio e sistemas digitais. Representa a camada nova; os protocolos abertos, os dispositivos de baixo custo, a lógica de malha em vez de estrela.

Juntos, cobrem o espectro completo: da antena artesanal ao nó digital, da frequência de voz ao código Morse, do equipamento de 30 euros ao sistema de satélite.

Porquê Santa Clara-a-Nova

A escolha do local não é acidental. Santa Clara-a-Nova situa-se a 450 metros de altitude, no coração do Alto Mira, com coordenadas grid IM68 e linha de vista para horizontes longos em várias direcções. É um ponto de propagação privilegiado; e um território onde a resiliência das comunicações tem implicações práticas reais, não apenas teóricas.

A Semina Futuri – Associação de Desenvolvimento Regenerativo do Alto Mira, trabalha neste território desde 2025, no desenvolvimento regenerativo do Alto Mira, pelo que a formação em comunicações descentralizadas insere-se nessa lógica: construir capacidade local que não dependa de infraestrutura externa para funcionar.

Detalhes práticos

Data: 27 de Junho de 2026
Hora: 09h30 — até não haver mais perguntas
Local: Junta de Freguesia de Santa Clara-a-Nova, Almodôvar
Vagas: máximo 15 participantes Custo: 20,00€, almoço incluído
Bónus: demonstrações de long range comms e satélite (se tivermos sorte)
Inscrições: gt_prcam@altomira.pt · altomira.pt
Iniciativa com o apoio da Junta de Freguesia de Santa Clara-a-Nova e do Município de Almodôvar

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Lagoa | Município recebeu a 18.ª edição do Concurso de Vinhos do Algarve

O Município de Lagoa associou-se, uma vez mais, à realização do Concurso de Vinhos do Algarve, iniciativa que vai já na sua 18.ª edição e que se afirma como uma referência na valorização da qualidade, da identidade e da excelência dos vinhos produzidos na região.  Organizado pela Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), com o apoio […]

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Faro tem cinco patrimónios finalistas nas novas 7 maravilhas de Portugal

Convento de Nossa Senhora da Assunção, Arco da Vila, Ruínas Romanas de Milreu Palácio Fialho e Palácio de Estoi passaram à segunda fase de concurso de valorização do património nacional.

O Município de Faro conta com cinco patrimónios entre os 147 candidatos que seguem para a segunda e fase final do concurso das Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026. O anúncio foi feito esta sexta-feira, dia 29 de maio, numa cerimónia que teve lugar no Palácio Nacional de Queluz, tendo sido eleitos finalistas, em diferentes categorias, todas os patrimónios candidatos pelo Município de Faro: na categoria “Religião”, o Convento de Nossa Senhora da Assunção; na categoria “História”, o Arco da Vila e as Ruínas Romanas de Milreu; na categoria “Século XX”, o Palácio Fialho, e na categoria “Turismo”, o Palácio de Estoi.

Em representação da Câmara Municipal de Faro na cerimónia, a vereadora Tatiana Homem de Gouveia declarou que “a nomeação destes cinco patrimónios como finalistas a este concurso nacional só valoriza e reforça o reconhecimento do nosso património histórico e cultural e o Município de Faro tudo fará, nesta fase final, para mobilizar a população a votar e a tornar estas referências do património farense como algumas das Novas 7 Maravilhas de Portugal”.

A votação poderá ser realizada através de chamada telefónica e/ ou através da aplicação TVI Pass até ao dia 18 de julho, quando acontece a Gala Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

Consulte os números de votação em: https://7maravilhas.pt/patrimonios/regiao/algarve .

O conteúdo Faro tem cinco patrimónios finalistas nas novas 7 maravilhas de Portugal aparece primeiro em Sempre à Mão.

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