How health sleuths are watching for threats like measles during the World Cup



On December 10, 2024, a woman arrived at a health facility in Pariak, a town in the state of Jonglei in South Sudan, with diarrhea, vomiting and symptoms of dehydration. She had recently returned from an area affected by cholera. In one of the most vulnerable countries in the world, where millions of people lack regular access to clean water and health services, this could have been the beginning of a new emergency.
© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)

Com cerca de 56 milhões de habitantes, o Quênia faz fronteira com Uganda, um dos locais do surto do ebola. O outro país onde os casos têm sido registrados é a República Democrática do Congo (RDC). Devido à proximidade com os epicentros do surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Quênia um dos países em risco de contaminação.
“A polícia destacada em Nairóbi atirou e matou um manifestante. Os moradores saíram às ruas exigindo transparência sobre a instalação de ebola apoiada pelos EUA e garantias sólidas para a proteção da saúde pública”, diz comunicado da organização não governamental.
A coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Africanos (Nenaf) da ESPM, Natalia Fingermann, explicou à Agência Brasil que o Quênia ainda não registrou qualquer caso de ebola, mas que a população teme a instalação desse centro, fruto de um acordo com o governo de Donald Trump. Os detalhes desse acordo permanecem em sigilo.
“O governo do Quênia optou, secretamente, em fazer esse acordo com o governo Trump para criar um centro de quarentena para todos os cidadãos norte-americanos no território africano que tivessem qualquer tipo de suspeita de ebola. E lógico que a juventude, e a população de Nairóbi, ficou muito apreensiva”, comenta.
O acordo foi revelado em uma comunicação do governo Trump sobre a ajuda prestada pela Casa Branca ao continente africano para enfrentar o mais recente surto de ebola, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma emergência global.
“Essa questão coloca a saúde pública da população em risco porque ninguém sabe como é que vai ser feita essa construção, onde ela vai ser e quais serão as condições”, acrescentou a professora de relações internacionais da ESPM.
Nesse contexto, o Tribunal Superior de Nairóbi emitiu ordem cautelar suspendendo a instalação do centro de quarentena, previsto para ser instalado em Laikipia, a cerca de 150 quilômetros da capital. A mídia local afirma que o centro teria 50 leitos com previsão de expansão até 250 leitos.
“O tribunal proibiu especificamente os réus de admitirem, transferirem, receberem ou facilitarem a entrada no Quênia de pessoas expostas ou infectadas com o vírus ebola, conforme o acordo relatado com os EUA”, disse o jornal Kenyans.
Por meio de nota, a Embaixada dos EUA no Quênia afirmou que trabalha para resolver qualquer obstáculo para resposta conjunta dos dois países contra o surto de ebola.
“A unidade de bioisolamento em Laikipia faz parte de uma resposta abrangente para prevenir a disseminação da doença e reduzir os riscos à saúde em toda a região; ela não representa risco para as comunidades vizinhas”, informou a representação de Washington no Quênia.
Segundo a professora Natalia Fingermann, o presidente do Quênia, William Ruto, tem tido uma política bastante alinhada à pauta ocidental na região, com certas características autoritárias.
“O Quênia já vem de algumas semanas de protestos contra o governo, em especial, devido ao aumento do preço dos combustíveis”, completou. O valor da gasolina vem subindo no Quênia no contexto da guerra contra o Irã, que vem perturbando o mercado de petróleo no mundo.
Autoridades de saúde de países africanos, em parceria com organismos internacionais e outros países, se esforçam para conter o surto da rara cepa Bundibugyo, para qual ainda não há vacina ou tratamento. O surto, que é o terceiro maior já registrado, vinha avançando mais rapidamente do que a resposta global.
A União Africana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um plano para conter a expansão do vírus, tido com altamente mortal. Até o dia 8 de junho, foram registrados 626 casos confirmados na República Democrática do Congo (RDC), com 112 mortes associadas ao vírus; além de 19 casos e duas mortes confirmadas em Uganda.
Os dados são consolidados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da União Africana, alimentado por dados dos ministérios da Saúde da RDC e de Uganda.

Com cerca de 56 milhões de habitantes, o Quênia faz fronteira com Uganda, um dos locais do surto do ebola. O outro país onde os casos têm sido registrados é a República Democrática do Congo (RDC). Devido à proximidade com os epicentros do surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Quênia um dos países em risco de contaminação.
“A polícia destacada em Nairóbi atirou e matou um manifestante. Os moradores saíram às ruas exigindo transparência sobre a instalação de ebola apoiada pelos EUA e garantias sólidas para a proteção da saúde pública”, diz comunicado da organização não governamental.
A coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Africanos (Nenaf) da ESPM, Natalia Fingermann, explicou à Agência Brasil que o Quênia ainda não registrou qualquer caso de ebola, mas que a população teme a instalação desse centro, fruto de um acordo com o governo de Donald Trump. Os detalhes desse acordo permanecem em sigilo.
“O governo do Quênia optou, secretamente, em fazer esse acordo com o governo Trump para criar um centro de quarentena para todos os cidadãos norte-americanos no território africano que tivessem qualquer tipo de suspeita de ebola. E lógico que a juventude, e a população de Nairóbi, ficou muito apreensiva”, comenta.
O acordo foi revelado em uma comunicação do governo Trump sobre a ajuda prestada pela Casa Branca ao continente africano para enfrentar o mais recente surto de ebola, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma emergência global.
“Essa questão coloca a saúde pública da população em risco porque ninguém sabe como é que vai ser feita essa construção, onde ela vai ser e quais serão as condições”, acrescentou a professora de relações internacionais da ESPM.
Nesse contexto, o Tribunal Superior de Nairóbi emitiu ordem cautelar suspendendo a instalação do centro de quarentena, previsto para ser instalado em Laikipia, a cerca de 150 quilômetros da capital. A mídia local afirma que o centro teria 50 leitos com previsão de expansão até 250 leitos.
“O tribunal proibiu especificamente os réus de admitirem, transferirem, receberem ou facilitarem a entrada no Quênia de pessoas expostas ou infectadas com o vírus ebola, conforme o acordo relatado com os EUA”, disse o jornal Kenyans.
Por meio de nota, a Embaixada dos EUA no Quênia afirmou que trabalha para resolver qualquer obstáculo para resposta conjunta dos dois países contra o surto de ebola.
“A unidade de bioisolamento em Laikipia faz parte de uma resposta abrangente para prevenir a disseminação da doença e reduzir os riscos à saúde em toda a região; ela não representa risco para as comunidades vizinhas”, informou a representação de Washington no Quênia.
Segundo a professora Natalia Fingermann, o presidente do Quênia, William Ruto, tem tido uma política bastante alinhada à pauta ocidental na região, com certas características autoritárias.
“O Quênia já vem de algumas semanas de protestos contra o governo, em especial, devido ao aumento do preço dos combustíveis”, completou. O valor da gasolina vem subindo no Quênia no contexto da guerra contra o Irã, que vem perturbando o mercado de petróleo no mundo.
Autoridades de saúde de países africanos, em parceria com organismos internacionais e outros países, se esforçam para conter o surto da rara cepa Bundibugyo, para qual ainda não há vacina ou tratamento. O surto, que é o terceiro maior já registrado, vinha avançando mais rapidamente do que a resposta global.
A União Africana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um plano para conter a expansão do vírus, tido com altamente mortal. Até o dia 8 de junho, foram registrados 626 casos confirmados na República Democrática do Congo (RDC), com 112 mortes associadas ao vírus; além de 19 casos e duas mortes confirmadas em Uganda.
Os dados são consolidados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da União Africana, alimentado por dados dos ministérios da Saúde da RDC e de Uganda.

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

As autoridades belgas recusaram aceder ao pedido feito por Washington aos países europeus para que adotem maiores restrições nas chegadas de países africanos afetados pelo Ébola, nomeadamente da República Democrática do Congo (RDC), em vésperas do Campeonato do Mundo, reporta o “Politico”.
Frank Vandenbroucke, ministro da Saúde belga, afirmou à Rádio 1 que a Bélgica irá continuar a seguir as recomendações científicas, nomeadamente do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), não cedendo às pressões políticas dos EUA. Segundo o governante, os esforços concentram-se na triagem e nos controlos nos pontos de partida dos países onde existem casos.
“Estamos em estreita articulação com os parceiros envolvidos e com o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doença. A ciência conclui que é necessário tomar medidas nos locais onde a crise está a atingir o seu auge. Neste momento, não está prevista qualquer proibição de entrada para ninguém”, explicou.
Na mesma entrevista, o ministro belga acusou a administração Trump de minar a resposta internacional àquela crise de saúde pública.
“Os EUA têm uma responsabilidade enorme pelo que está a acontecer agora, porque a cooperação para o desenvolvimento e a ajuda médica foram reduzidas. Vão ter milhões de pessoas na consciência”, atirou.
O pedido terá chegado a Bruxelas por intermédio do Embaixador Bill White e visava viajantes congoleses.
A resposta surge no dia seguinte ao apelo feito pela administração Trump no sentido de que os países europeus imponham restrições de viagem às pessoas que tenham estado recentemente em países da África Central afetados pelo surto de Ébola, como RDC e Uganda, segundo a “Reuters”.
Um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que não há indícios de que sejam necessárias medidas adicionais nas fronteiras para impedir a propagação do vírus na Europa, de acordo com a mesma agência noticiosa.
Ainda não foram registados casos de Ébola nos EUA, mas as preocupações de Washington antecedem a chegada de milhões de adeptos para o Mundial de futebol.
Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu o risco para a saúde decorrente da epidemia no continente africano de “alto” para “baixo”, com exceção da RDC e países vizinhos.
Na quarta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, contactou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para “discutir a coordenação e os esforços de resposta” ao surto de Ébola.
“A maior prioridade e foco do departamento continuam a ser proteger a saúde do povo americano e impedir que este surto de Ébola chegue às nossas costas”, referiu o comunicado.
Até ao momento, as autoridades confirmaram 600 casos de Ébola na RDC e Uganda, bem como mais de 100 mortes.

© DIEUDONNE DIROLE/EPA
Em média, há mais de uma dezena de casos detetados todos os dias desde que foi confirmada a primeira infeção, em abril.


© DIEUDONNE DIROLE/EPA
El 10 de diciembre de 2024, una mujer llegó a un centro de salud de Pariak, una localidad del Estado de Jonglei, en Sudán del Sur, con diarrea, vómitos y síntomas de deshidratación. Había regresado recientemente de una zona afectada por el cólera. En uno de los países más vulnerables del mundo, donde millones de personas carecen de acceso regular a agua potable y servicios sanitarios, aquello podía haber sido el comienzo de una nueva emergencia.
© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)
Police dispersed demonstrators in Nanyuki, 120 miles from Nairobi, amid rising anger at US plans
Kenyan police have shot dead a man during a protest against a proposed Ebola quarantine facility for US citizens.
Patrick Wahome, who has organised protests in Nanyuki against the centre, told Reuters on Tuesday the man died from a gunshot wound to the head. Reporters from the agency saw his body lying motionless in a police van with a large head wound.
Continue reading...
© Photograph: Luis Tato/AFP/Getty Images

© Photograph: Luis Tato/AFP/Getty Images

© Photograph: Luis Tato/AFP/Getty Images

Modelling from US CDC shows Ebola spread could be on ‘dangerous trajectory’, but experts warn outbreaks can be very hard to predict
Central Africa’s Ebola outbreak could spread to be similar in scale to the worst outbreak in history, west Africa’s 2014-2016 outbreak that killed more than 11,000 people, according to a new analysis by US health officials.
The US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) on Friday published a range of scenarios generated by computer models, from 10,000 cases to more than 20,000. In the west Africa outbreak, more than 28,000 cases were reported.
Continue reading...
© Photograph: Glody Murhabazi/AFP/Getty Images

© Photograph: Glody Murhabazi/AFP/Getty Images

© Photograph: Glody Murhabazi/AFP/Getty Images
When Furaha Tikamanyire began feeling ill on April 26, she did not imagine she had contracted Ebola. For weeks, this nurse at the Bunia Evangelical Medical Center in the Democratic Republic of the Congo (DRC) had cared for dozens of people arriving from the Mongbwalu region, about 75 kilometers away, where the virus had begun spreading before it was identified.
© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)
Plan departs from policy of bringing CDC staff back to US for treatment and offering support to all health workers
Former top US officials and other experts are urging the Trump administration to abandon plans for an Ebola quarantine and treatment centre in Kenya, as the union for workers with the US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) calls for Americans exposed to Ebola to be brought home for treatment.
Soon after the US revealed it was setting up a field hospital in Kenya for the Ebola quarantine and treatment of Americans, the Kenyan high court blocked the order – but the Kenyan and US governments moved forward anyway, with the first American responders reportedly landing at the Laikipia airbase on Saturday.
Continue reading...
© Photograph: Tony Karumba/AFP/Getty Images

© Photograph: Tony Karumba/AFP/Getty Images

© Photograph: Tony Karumba/AFP/Getty Images

Interview with Jean-Marc Sabatier by François Cotard on emerging viruses
During a lengthy interview broadcast on alternative media platforms, Jean-Marc Sabatier shared his views on several current public health topics, including hantaviruses, the Ebola virus, and Alpha-Gal syndrome.
The interview first focused on hantaviruses, a family of viruses that can cause pulmonary syndromes or hemorrhagic fevers. Jean-Marc Sabatier noted that these viruses are generally transmitted through contact with the feces, urine, or saliva of infected rodents and are not easily spread from person to person.
According to Sabatier, Moderna’s development of an mRNA vaccine targeting certain hantavirus strains as early as 2024 raises questions, particularly because these viruses are considered to have limited pandemic potential. He also described several biological mechanisms associated with these infectious agents and discussed laboratory research involving pseudoviruses.
The speakers emphasized that, based on the information available to them, the number of reported cases in Europe remains limited and that the situation does not currently warrant major concern.
The second part of the interview addressed the Ebola virus, particularly the Bundibugyo strain, which is currently being monitored in Central Africa.
Jean-Marc Sabatier reviewed the biological characteristics of the virus, its high fatality rate under certain circumstances, and its modes of transmission, primarily through contact with bodily fluids. He stressed that Ebola outbreaks have historically been contained through targeted public health measures.
The two participants also discussed funding for vaccine research directed at this specific strain. They expressed skepticism about the possibility of large-scale vaccination campaigns being implemented if the virus were to spread beyond Africa.
In addition, several potential treatments were mentioned, including certain monoclonal antibodies and older medications such as ivermectin and hydroxychloroquine, although their effectiveness remains a subject of debate within the scientific community.
The third topic concerned Alpha-Gal syndrome, a red meat allergy that can develop following bites from certain tick species, particularly the Lone Star tick, which is found primarily in North America.
Jean-Marc Sabatier explained that the condition results from an immune reaction to a sugar molecule known as galactose-α-1,3-galactose, which is present in most mammals but absent in humans.
During the discussion, the participants referred to various claims circulating on social media regarding Bill Gates’s alleged involvement in programs related to ticks or synthetic meat. They suggested that connections between these topics might exist, although no direct evidence was presented during the interview.
Ongoing Criticism of Public Health Institutions
Throughout the conversation, the participants expressed skepticism toward certain public health institutions, including the World Health Organization (WHO), regulatory agencies, and major pharmaceutical companies.
Jean-Marc Sabatier specifically criticized the development of mRNA vaccines and argued that dissenting voices face difficulties being heard within scientific and media circles. He stated that he himself has experienced a form of marginalization because of his views.
In conclusion, despite the concerns raised during the interview, Jean-Marc Sabatier encouraged listeners not to panic in response to new public health alerts. According to him, it is important to maintain a critical mindset, consult multiple sources of information, and closely monitor evolving epidemiological situations without resorting to alarmism.
Jean-Marc Sabatier, Director of Research at the CNRS, holds a PhD in cell biology and microbiology and a Habilitation à diriger des recherches (HDR) in biochemistry
L’article Jean-Marc Sabatier on Emerging Viruses, Vaccines, and Alpha-Gal Syndrome est apparu en premier sur FrenchDailyNews.
Islamic State-linked militia blamed for raids in North Kivu as governor says three patients with disease fled clinics
Rebel attacks around a town that is one of the centres of the Ebola outbreak in the Democratic Republic of the Congo have left more than 30 people dead over the past few days, complicating the response to the disease.
At least 10 people were massacred in raids on three villages around the city of Beni, in North Kivu, in the early hours of Wednesday morning.
Continue reading...
© Photograph: Seros Muyisa/AFP/Getty Images

© Photograph: Seros Muyisa/AFP/Getty Images

© Photograph: Seros Muyisa/AFP/Getty Images


by Brian Shilhavy
Health Impact News
Efforts to create enough fear over new strains of the mythical COVID “virus” have been largely ineffective by the Pharmaceutical Cartel, so they are rolling out a re-run of another fake virus, the “dreaded Ebola virus” in a lame effort to create fear and roll out new vaccines and products.
Their most successful attempt to sow fear into the American public over a mythical Ebola “virus” was in 2014, over a decade ago. We covered it then, and if you search for “ebola” on Health Impact News, you will get a search result of over 100 articles.
Who could forget this scary picture of a nurse returning from Africa who was treating Ebola patients as then NJ Governor Chris Christie forced her to be locked up like a caged animal for 21 days?

New Jersey Governor Chris Christie forced a nurse returning from Africa where she was treating Ebola patients to be quarantined like a prisoner for 21 days back in 2014, even though she had no symptoms and posed no danger to the public according to medical experts. She lived in a tent with no running water. Story here.
This fear was used during the Obama Administration to roll out new CDC rules for quarantine, and began laying the groundwork for a future “pandemic” that we all know now was the COVID scam of 2020:
Dr. Cyril Broderick, a Liberian scientist and professor, penned an editorial piece about the African’s perspective of the cause of Ebola back then in 2014, and it is probably just as true today as it was 12 years ago when we published it.
He does start from the premise that there is an actual pathogen, but that it was created by the U.S. military.
Excerpts:
Dear World Citizens:
I have read a number of articles from your Internet outreach as well as articles from other sources about the casualties in Liberia and other West African countries about the human devastation caused by the Ebola virus.
About a week ago, I read an article published in the Internet news summary publication of the Friends of Liberia that said that there was an agreement that the initiation of the Ebola outbreak in West Africa was due to the contact of a two-year old child with bats that had flown in from the Congo.
That report made me disconcerted with the reporting about Ebola, and it stimulated a response to the “Friends of Liberia,” saying that African people are not ignorant and gullible, as is being implicated.
A response from Dr. Verlon Stone said that the article was not theirs, and that “Friends of Liberia” was simply providing a service. He then asked if he could publish my letter in their Internet forum.
I gave my permission, but I have not seen it published.
Because of the widespread loss of life, fear, physiological trauma, and despair among Liberians and other West African citizens, it is incumbent that I make a contribution to the resolution of this devastating situation, which may continue to recur, if it is not properly and adequately confronted.
I will address the situation in five (5) points:
1. EBOLA IS A GENETICALLY MODIFIED ORGANISM (GMO)
2. EBOLA HAS A TERRIBLE HISTORY, AND TESTING HAS BEEN SECRETLY TAKING PLACE IN AFRICA
3. SITES AROUND AFRICA, AND IN WEST AFRICA, HAVE OVER THE YEARS BEEN SET UP FOR TESTING EMERGING DISEASES, ESPECIALLY EBOLA
4. THE NEED FOR LEGAL ACTION TO OBTAIN REDRESS FOR DAMAGES INCURRED DUE TO THE PERPETUATION OF INJUSTICE IN THE DEATH, INJURY AND TRAUMA IMPOSED ON LIBERIANS AND OTHER AFRICANS BY THE EBOLA AND OTHER DISEASE AGENTS.
5. AFRICAN LEADERS AND AFRICAN COUNTRIES NEED TO TAKE THE LEAD IN DEFENDING BABIES, CHILDREN, AFRICAN WOMEN, AFRICAN MEN, AND THE ELDERLY. THESE CITIZENS DO NOT DESERVE TO BE USED AS GUINEA PIGS!
Related:
This article was written by Human Superior Intelligence (HSI)
See Also:


Having problems receiving our emails? See:
If our website is seized and shut down, find us on Telegram, as well as Bitchute and Odysee for further instructions about where to find us.
If you use the TOR Onion browser, here are the links and corresponding URLs to use in the TOR browser to find us on the Dark Web: Health Impact News, Vaccine Impact, Medical Kidnap, Created4Health, CoconutOil.com.
The post Ebola “Virus” Summer Re-runs: We’ve Seen This Show Before – It’s All Fake first appeared on Health Impact News.