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El Premio Planeta conmemora su 75º aniversario con un encuentro histórico en Madrid

Setenta y cinco ediciones del Premio Planeta separan aquella de 1952 en la que un pionero Juan José Mira recogía su galardón, por 'En la noche no hay caminos', de la de este 2026, que tendrá lugar el próximo 15 de octubre, en Barcelona. Pero antes, el Grupo Planeta ha querido celebrar la efeméride con un acto histórico en la Galería de Cristal del Palacio de Cibeles al que han acudido más de 600 personalidades del mundo de la literatura, así como de otros ámbitos.

Una gala, presidida por el presidente de Grupo Planeta y Atresmedia, José Creuheras, que supone el pistoletazo de salida de una serie de actos conmemorativos que se irán sucediendo en los próximos meses hasta la entrega del nuevo reconocimiento.

Se trata de la primera vez que el Premio Planeta organiza un evento de estas características con motivo de un aniversario, un hecho que no se han querido perder las principales firmas de la editorial. No podían faltar la inmensa mayoría de los ganadores y finalistas del Premio Planeta, que han marcado la historia del galardón, como Javier Cercas, Juan del Val, María Dueñas, el trío de Carmen Mola, Sonsoles Ónega, Juan Eslava Galán, Paloma Sánchez-Garnica, Santiago Posteguillo...

¿Qué significa ganar un Planeta?

Tampoco han faltado numerosas autoridades, reconocidas personalidades del mundo de la cultura, la empresa y la sociedad civil españolas. Desde el ministro de Cultura, Ernest Urtasun, al alcalde de Madrid, José Luis Martínez-Almeida. Pasando por Alberto Núñez Feijóo, presidente del Partido Popular; Isabel Díaz Ayuso, presidenta de la Comunidad de Madrid; y la presidenta del Congreso de los Diputados, Francina Armengol.

Durante el acto, algunos de los ganadores y finalistas del Premio Planeta de Novela explicarán en primera persona lo que ha significado para ellos obtener este galardón. Y a su vez, en el transcurso de la ceremonia se rendirá un homenaje especial a los finalistas, en reconocimiento a su contribución a la historia y al prestigio del Premio a lo largo de estos 75 años.

© La Razón

Una imagen del galardón del Premio Planeta.
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Luís Quintais vence prémio literário de 15 mil euros atribuído por construtora de Braga

O poeta Luis Quintais venceu a edição deste ano do Grande Prémio de Literatura DST, no valor de 15 mil euros, pela obra “Nocturama”, anunciou hoje a empresa que atribui o galardão.

Em comunicado, a dst indicou que o prémio “reconhece uma obra que confirma a singularidade do percurso literário de Luís Quintais”, que classifica como “uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea”.

O júri, presidido por José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores, composto também por Cândido de Oliveira Martins e Carlos Mendes de Sousa, destacou “uma notável construção de linguagem, uma poética que enlaça pensamento e emoção, tanto nos registos biográficos como na análise da realidade social, e uma escrita em que o sentido de medida se torna não raro apelativo”.

“Notações de luz e sombra enquanto evidência de energia criativa e um engenho aprimorados”, descreve o júri, destacando que a obra de Luís Quintais, “de livro em livro, se tem afirmado por uma singularidade admirável”.

Para o poeta e ensaísta, é “muito gratificante” receber o Grande Prémio de Literatura dst, sobretudo por celebrar aquele que considera ser um dos seus “livros mais significativos num percurso que faz trinta anos em 2026”, data em que o prémio lhe é atribuído.

José Teixeira, presidente do dstgroup, salienta que “o Grande Prémio de Literatura dst continua a afirmar a literatura como um lugar de pensamento, de inquietação e de construção de sentido”.

Quanto à obra de Luís Quintais, José Teixeira considera que “confirma a força da palavra poética enquanto instrumento de lucidez, de resistência e de revelação”.

“Há livros que iluminam e eliminam o vazio existencial e restauram o propósito e o significado da vida. Há livros que nos provam que a poesia pode salvar a economia. ‘Nocturama’ é um desses livros”, acrescentou

A cerimónia de entrega do prémio realizar-se-á no dia 27 de junho, no Theatro Circo, em Braga.

No mesmo dia, Luís Quintais participará numa conversa aberta ao público no MUZEU – Pensamento e Arte Contemporânea dst, proporcionando um momento de encontro entre o autor, os leitores e o universo literário que sustenta a obra vencedora.

Segundo o grupo dst, a edição deste ano, dedicada à poesia, “reafirma a relevância de um prémio que, ao longo de mais de três décadas, tem distinguido algumas das mais importantes vozes da literatura portuguesa contemporânea”.

Alternando, anualmente, entre poesia e prosa, o Grande Prémio de Literatura dst conta no seu historial com autores como Luísa Costa Gomes, José Viale Moutinho, Teolinda Gersão, João de Melo, Lídia Jorge, João Luís Barreto Guimarães e Fernando Guimarães.

No ano passado, a obra vencedora foi “Visitar Amigos e Outros Contos”, de Luísa Costa Gomes.

O conteúdo Luís Quintais vence prémio literário de 15 mil euros atribuído por construtora de Braga aparece primeiro em O MINHO.

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Juan Luis Arsuaga: "Me irrita que cuando pido servicios públicos, los políticos me den tolerancia. La tolerancia no quita la fiebre"

Asume el rol de antropólogo estrella para lanzar un mensaje: "Nunca ha habido en España tanto tribalismo. Es una involución grave y evidente" Leer

Asume el rol de antropólogo estrella para lanzar un mensaje: "Nunca ha habido en España tanto tribalismo. Es una involución grave y evidente"
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"Parece que o Sousa Tavares vem antes do Martim"

Martim Sousa Tavares escondia o apelido para provar o seu valor, agora está em paz com a herança familiar. O diretor artístico do Festival de Sintra elogia a descentralização das escolas artísticas.

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A eternidade não tem tempo e a eternidade infantil ainda menos

Sem o esperar dei comigo a ser premiado por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Um “jovem velho”, como procuro ser, escreve para fazer de todos os que o leem uma espécie de gatos ouvintes à espera que uma das palavras, arrumadas como filas de peças de dominó, se desequilibre para que possam, como felinos distraidamente atentos, saltar sobre elas e descobrir a porta da parede intransponível que é o refrigério do deserto em que as nossas almas, se perderem a eternidade infantil, se podem tornar.

Gatos leitores, gatos ouvintes, a maioria a deixar-se colorir com um eventual pitoresco que se lê e ouve, de olhos fechados, entre sorrisos que afirmam coincidências e confidências.

Escrevo, atrevo-me a generalizar: escrevemos para homenagear as crianças que fomos e que não queriam saber da vida mais do que o prazer de cada instante, para vencer qualquer outono e a saber que fruir o tempo é cada vez mais o espaço de viver a eternidade infantil.

Deixem que vos fale dos Três Castelos. Escrevi-os na esperança de encontrar as peças do puzzle da eternidade infantil as quais não sabia onde se escondiam, e a desejar poder reconstruir, numa qualquer esquina, o caudal inesgotável da alegria de quem, mesmo sem nunca lhe saber o lugar, deseja a utopia, sempre a brincar com o tempo e não lutar contra ele.

Brincar e ler ou o contrário. Isso também pertence à eternidade infantil: a criança contra a máquina; as mãos contra os interruptores; a música da vida; a arte de construir novas durações nas quais, nos limites da melodia, se desprezam os segundos; descobrir que o passado pode estar aqui, sem ser lembrado, e o futuro ali, sem ser previsto, no momento oportuno, no acontecimento inesperado, no encontro determinado pelo acaso.

E depois… ser criança. Apenas ser criança: aceitar o novo e desejar tudo; aprender a existir, a ser amado, a pertencer a todos os lugares; acreditar que há futuro; ser aventura, desafio; perdoar antes ainda de acabar a briga; gostar de quem fala com os olhos, sem gritar; ser artista, conquistado e conquistador; ser feliz com pouco; ser inventor, poeta e escritor antes das palavras; ser impaciente e apressado sem ligar ao tempo; ser giganteira e miniatura conforme apetece e conseguir ser do tamanho de um brinquedo; adorar olhar as nuvens de barriga para o ar e inventar o faz-de-conta; gostar de fantasias e acreditar nelas; não ter medo dos amigos imaginários; gostar do aconchego de um colo; desafinar na melhor das afinações; colar o nariz nas janelas e desenhar nuvens para o céu azul; pedir e oferecer com os olhos; saber como embrulhar os desapontamentos e abrir as caixinhas das surpresas; nada saber e poder tudo; gostar do perfume quente da mão dos avós e amar o perfume fresco das mãos dos netos.

Sem o esperar dei comigo a ser premiado pelo Pingo Doce, por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Bem haja a quem me leu, a quem nos lê para preservar, pela literatura, a eternidade infantil.

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Luces, cámara y libros: el mercado de la literatura cinematográfica

En la Feria del Libro hay espacio para todos los públicos y gustos lectores. No obstante, entre las más de 360 casetas que proporcionan una luz especial durante las primeras semanas de junio al Parque de El Retiro, se puede ver una tendencia clara, que es extrapolable a toda la industria editorial: la hegemonía de la narrativa.

Los datos muestran esa realidad: en lo que llevamos de año, el hábito de la lectura ha aumentado, pues las ganancias suben en 21 millones, pasando de los 475 millones de euros recaudados en este mismo periodo en 2025 frente a los 496 de este 2026. Sin embargo, la ficción se lleva la mayor parte del pastel, subiendo esa modalidad en 19 puntos porcentuales, mientras que la no ficción, si bien no se derrumba, sufre una pequeña caída.

Por ello, un puesto durante estos días cuyo principal atractivo se separa de los géneros imperantes del mercado significa algo más que un rincón donde sacar la tarjeta de crédito (o el aún existente dinero en efectivo) tras una revisión de su estantería. En ese universo, hay uno concreto que resiste año tras año. O rodaje tras rodaje, pues la literatura cinematográfica ha conseguido levantar, un nuevo año, más de una caseta.

Los libros escritos por cineastas, los más cotizados

“Ocho y Medio Libros de Cine” es una de las librerías especializadas en el séptimo arte con más recorrido en la ciudad de Madrid. Desde su apertura en 1995, proporciona cinefilia literaria en un, aún por encima, enclave único (la calle Martín de los Heros, donde se encuentran varios de los cines más icónicos de Madrid como son los Golem, Renoir y, en la plaza paralela, Princesa). Diego es encargado en tienda y se encuentra estos días custodiando la caseta que han montado en la edición 85 de la Feria, la número 78. Él no ve un problema de competencia por ser una librería de temas no narrativos, pues siente que el cine no es un nicho y que, justamente por estar especializada en una materia concreta, pueden atraer a un público específico. “Los que peor lo tienen son las librerías generalistas y el enorme mercado que cubren”, asegura.

Entre sus libros más demandados están los escritos por los realizadores más famosos del celuloide. Diego destaca dos ejemplos pragmáticos: “Esculpir en el tiempo”, de Andréi Tarkovski, y “El cine según Hitchcock”, autoría del gran nombre de la Nouvelle Vague, François Truffaut. La tienda también lanza algunos guiones de películas, cosechando éxito en ventas los de “Amarga Navidad” y “Los Domingos”, entendible si se analiza la difusión que sendas cintas han tenido en el circuito cinematográfico de este año. No obstante, el librero reconoce que este formato de publicación no suele triunfar entre el público, aunque en temporadas pasadas los de las películas de Rodrigo Sorogoyen consiguieron agotarse.

"La gente ve menos cine clásico actualmente porque hay menos oportunidades para consumirlo"

Guillermo Balmori

En este rato de cuestionario, varios transeúntes se detienen en el puesto para hojear alguno de los tomos. Uno es David Taulé, que se presenta ante nosotros como actor dramático, y que le gusta acudir a librerías especializadas en cine para buscar obras que contengan métodos de interpretación y así continuar con su formación. En sus manos tiene “El camino del artista”, de la periodista Julia Cameron, reflexionando sobre si adquirirlo o no. En otra esquina está Claudia, estudiante de Comunicación Audiovisual y autoproclamada cinéfila. Los ejemplares que más le atraen son aquellos que “analizan el cine desde una perspectiva feminista”. “De Tarkovski, Hitchcock o Truffaut ya se habla y se ha hablado mucho, por lo que me interesan más otras figuras”, explica la universitaria.

Una industria más diversificada

A pesar del gusto de Claudia por el fotograma, su rango de edad no es el mismo que el de “Notorious Ediciones”, editorial especializada principalmente en cine clásico que se encuentra en la caseta 341. Su fundador es Guillermo Balmori, que explica que la edad más común de su consumidor ronda entre los 45 y 65 años, con mayor presencia de hombres, lo que Balmori vincula a que suelen ser más coleccionistas. Sus productos suelen ser libros de tapa dura que se sacan por fechas especiales. Destaca “El universo de Marilyn Monroe”, escrito por un compendio de autores, como Juan Luis Álvarez y Espido Freire, con motivo del centenario del nacimiento de la diva rubia platina.

Balmori también escribe para su editorial. Nos enseña “Hollywood antes de la censura”, en el que explica el período pre Código Hays entre 1929 y 1934 en el que la meca del cine exportó tramas liberales en las que la homosexualidad, el adulterio o las drogas copaban la pantalla. Su interés por el “Old Hollywood” nace en la infancia. Enfrente, como no podía ser de otra manera, de la pantalla. Pero no del cine, sino de la televisión, pues habla de las emisiones de filmes clásicos de TVE como propulsor de su cinefilia, así como de la de muchos de los de sus compradores. Y dada la progresiva pérdida de la influencia de la pequeña pantalla sobre los más jóvenes, siente que no existe un relevo generacional entre sus lectores. “No es problema de la gente, sino de las oportunidades”, explica, y pone de relieve la dificultad de hacer zapping y encontrarse con películas antiguas. Sin embargo, no contempla abrir su mercado a corrientes audiovisuales más contemporáneas, alegando que perderían a sus fieles.

“El cine ha cambiado mucho. Antes lo era todo y ahora está más diversificado. Miremos la relevancia que tenía antes la estrella de cine que actualmente ha perdido. Nuestro consumo es mucho más rápido”, analiza el propietario de la editorial. Sin embargo, no lo comenta desde la tristeza, sino desde el realismo y aceptando que los “tiempos modernos”, como diría Chaplin, son distintos. La joven Claudia observa “un resurgir audiovisual entre la Generación Z, pues ahora veo a muchos influencers dedicando su contenido al cine”. Sea por el medio por el que sea, aún quedan muchas generaciones dispuestas a “morir de cine”. Título de uno de los libros de Jose Luis Garci, que, además, Notorious tiene en su estantería, pues son los editores del realizador. Que comience la sesión.

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Guillermo Balmori es el fundador de Notorious, editorial dedicada al cine

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Diego con algunos de los libros que "Ocho y Medio" vende

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Algunos ejemplares de "Notorious Ediciones"
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Arantza Portabales y sus crímenes en una Galicia donde también sale el sol

Para sorpresa de pocos, o asombro de muchos si abrazamos esa mentalidad de que los estereotipos no se tienen por qué cumplir, Loira, aldea costera de la localidad pontevedresa de Marín, nos recibió con los brazos abiertos… de lluvia. Sin embargo, tampoco podemos ser hipócritas y quejarnos de la meteorología gallega y, a la vez, entonar en voz alta lo bonito que es el paisaje verde del territorio.

De cualquier manera, los tópicos causan risa floja hasta un punto. Porque, si bien es cierto que «sequía gallega» suena a oxímoron, Arantza Portabales no recuerda sus veranos por la comunidad autónoma, como tampoco lo hace un servidor, bajo una nube gris intermitente. «Yo venía de Donosti, donde nos bañábamos con lluvia porque no había otra opción, y llegaba a aquí y todo era sol y luz», recuerda, pues esta tierra es la última en Europa en adentrarse en la noche durante el periodo estival.

A pesar de que nació y vivió en la capital guipuzcoana como resultado de los movimientos migratorios gallegos, que son aún más certeros que las concepciones climáticas, finalmente la «morriña» venció y su familia se afincó en su región de origen, más también admite que «algo me peta en el corazón» cuando recuerda la playa de La Concha. Actualmente vive cerca de Santiago de Compostela, y aunque estudió Derecho y se sacó unas oposiciones, sustituyó el papeleo administrativo por el literario. Empezó en 2015 con «A Celeste la compré en un rastrillo», una colección de microrrelatos. En 10 años se ha posicionado dentro del género que, sin lugar a dudas, ha aterrizado con más fuerza en Galicia: la novela negra. «La gente estaba cansada de que todo pasara en Madrid y Barcelona. Salir de escenarios grandes e irnos a otros más pequeños crea microuniversos con realidades más reconocibles», explica la autora sobre las razones por las que cree que se dio ese nicho narrativo-geográfico.

Ella desarrolla su carrera en español y gallego, más prefiere no especificar en cuál de ambas escribe primero, pues «una lengua no puede ser un elemento de confrontación». Ahora ha publicado «Asesinato en el Molino del Cura», editada en castellano por Lumen y en gallego por Galaxia. Es el segundo tomo de su saga autoconclusiva «Los crímenes de Loeiro». En esta nueva trama, la detective Iria Santaclara y el comisario jubilado César Araujo investigarán el caso de Alba, una mujer con amnesia que no recuerda nada de su infancia… Porque quizá fue supuestamente asesinada. La historia se desarrolla en el pueblo de los recuerdos infantiles de la escritora, cambiando su denominación a «Loeiro». A pesar de la modificación nominal, el relato se abastece de los recuerdos que una niña de 9 años almacena, a diferencia de la protagonista, de sus idilios estivales. «Me extrañaba ese cambio entre San Sebastián, dónde a todo el mundo le dabas igual, al de esta aldea en la que todos saben quién eres», explica.

«Eso de que la lluvia es arte es mentira, la lluvia en Galicia es una mierda»

Arantza Portabales

Si bien los correteos por la orilla o la música de la orquesta sonando hasta tarde son una postal envidiable, Portabales también encuentra necesario ofrecer una imagen del rural alejada del buenismo. «El rural es cruel, pues todo se magnifica e importa más. La gente quedó sorprendida al ver “As bestas”, pero no parecen recordar que es una historia real», sentencia. Aunque, como buena gallega, también ve el «depende» detrás de cada situación: «El rural da una visión natural del mundo. Yo ya con 10 años presencié la matanza de un cerdo».

Argumentos adictivos

En esa búsqueda de la cara menos visible de un fenómeno es donde reside su pluma. «La literatura son tópicos, y yo abuso de ellos, pues permiten que el lector entre de lleno en la trama, pero también me encanta desmontarlos», estipula. Por eso mismo procura que sus novelas no muestren constantemente una Galicia lluviosa. «Aquí existe un nivel de suicidios del que no se habla, y se debe única y exclusivamente al clima. Ese rollo de “En Galicia la lluvia es arte”… Que llueva es una mierda», confiesa sin filtros.

Portabales no solo se encuentra dentro del noir gallego, también del resurgir de la cultura en el idioma autóctono. No le gusta hacer «épica» sobre el asunto, no obstante considera «importante normalizar el escribir y leer en gallego». «He ido a institutos y me han dicho cosas terribles como “Tus libros son tan chulos que no parece que estén en gallego”. Tenemos que acercarnos a la juventud con temas interesantes», comenta.

Ella es consciente de la necesidad de proporcionar argumentos adictivos, pues la cita con la que da comienzo su libro es de la maestra de la intriga y del entretenimiento, Agatha Christie. «Me da muchísima rabia el movimiento que existió para denostarla por ser considerada una autora poco profunda. Su arquitectura narrativa era muy sólida». exterioriza la escritora. Para ella, el «pacto lector», como lo define, consiste en eso: hablar la misma lengua que tus lectores para que vean verosímil aquello que no lo es. Por lo tanto, que se escriba un nuevo crimen. Gallego, a poder ser.

© Cristina Padín

Arantza Portabales posando en el pueblo de su infancia y, ahora, también libros

© Cristina Padín

La "Casa Rosa" en Loira, espacio de inspiración para la saga de la escritora
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Julian Barnes, Premio Princesa de Asturias de las Letras: "Estoy encantado"

El novelista británico Julian Barnes (Leicester, 1946) ha sido galardonado con el Premio Princesa de Asturias de las Letras. El también periodista, educado entre Londres y Oxford, es considerado una de las mayores revelaciones de la narrativa inglesa de las últimas décadas. El jurado de la Fundación ha destacado "su condición de extraordinario narrador y ensayista, dotado de humor, ironía y de un 'optimismo melancólico y un pesimismo alegre', según sus propias palabras. Barnes ofrece una visión lúcida, cálida y compasiva del género humano, y emplea la memoria como configuradora de identidad sin renunciar a la imaginación, con el amor como principio esencial".

Barnes es autor de numerosas novelas, cuentos y ensayos, destacando entre sus más tratados temas el del amor, el paso del tiempo, el duelo, la memoria o la naturaleza esquiva de la verdad. A través de una prosa irónica y reflexiva, de una sensibilidad narrativa devastadora, es considerado, a sus 80 años, un autor fundamental de la literatura a nivel internacional. Su obra, según continúa el acta del jurado, "reelabora, con mirada europeísta, la historia de la literatura, el arte, la música e incluso la gastronomía, hasta alcanzar un estilo único, que lo singulariza dentro de una generación de autores británicos especialmente brillantes, que ha marcado la literatura contemporánea".

Ante la noticia del galardón, el autor ha dicho estar "encantado" y "sumamente honrado" por sumarse a la nómina de galardonados. "Estoy encantado de recibir el Premio Princesa de Asturias de las Letras, del que tenía conocimiento desde hace muchos años", ha dicho en unas declaraciones difundidas por la Fundación Princesa de Asturias. Ha destacado, asimismo, que "la valía de un premio siempre reside en la calidad de quienes lo han recibido anteriormente", y por ello se siente "sumamente honrado" de unirse "a este listado de tan distinguidas personas de todo el mundo".

Las grandes tesis

Tras graduarse en Lenguas Modernas en el Magdelen College de la Universidad de Oxford, Barnes trabajó como lexicógrafo para el diccionario Oxford y como crítico literario en diferentes medios. Fue redactor en el "Sunday Times" y en el "New Statemant", además de columnista en "The Observer" y "The New Yorker". Calificado por sus novelas e historias cortas como posmodernista, debutó en la literatura con la publicación de "Metrolandia" (1980), su primera novela, por la que ganó el Premio Somerset Maugham. Dos años después publicó "Antes de conocernos", así como la obra que consolidó su reputación fue "El loro de Flaubert" (1984). Con ella planteó una de las grandes tesis de su literatura, la del pasado como territorio inalcanzable, así como fue finalista del Premio Booker, galardón que ganó en 2011 por "El sentido de un final".

Fue el pasado mes de mayo cuando Barnes visitó por última vez España, para promocionar "Despedida", obra con la que dice adiós a la literatura. "Empecé a escribir este libro sin saber si sería el último o que lo dejaría por un tiempo sin acabar hasta después de mi muerte", explicaba en una entrevista concedida a este diario. "Pensé que lo debía acabarlo. La verdad es que no sé que se siente al ser el último. He sido periodista y escritor de ficción y seguramente seguiré con ensayos y críticas si me lo piden. Pero cuando has dicho todo y has tocado todas melodías ya está. He escrito sobre todo y he dicho todo lo que debía hacer", añadía.

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Julian Barnes vence Prémio Princesa das Astúrias das Letras

O romancista tem um "estilo único, que o singulariza dentro de uma geração de autores britânicos especialmente brilhantes, que marcaram a literatura contemporânea", afirma o galardão.

© Getty Images

Prémio espanhol destacou ainda o "compromisso" do escritor com os direitos humanos
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Destacan en Cuba vigencia de Jorge Luis Borges en certamen literario

Holguín, Cuba, 10 jun (Prensa Latina)- Intelectuales cubanos destacaron hoy aquí la trascendencia del escritor argentino Jorge Luis Borges, durante el panel teórico de la vigesimoséptima edición del Premio Celestino de Cuento, celebrado en esta provincia nororiental.

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O que se faz na Feira do Livro de Lisboa? Sobe-se e desce-se

Como se vai ao Louvre para ir ao Louvre e a Nova Iorque para se ir a Nova Iorque, o evento conquistou essa aura que faz com que se visite a feira, mesmo que tenhamos saído de um longo coma na véspera.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

"Este ano vi sistemas de nebulização, deram-me um “abanador” do Toy e notei que há um carro oficial da Feira do Livro. Existem demonstração de soluções auditivas. Há um pavilhão bengaleiro onde se podem enviar os livros que comprámos para nossa casa."
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Trump como "Naruto": fãs no Japão criticam o líder dos EUA

Fãs contestam o uso das obras japonesas "em contextos políticos e militares" nas publicações de Donald Trump e da Casa Branca nas redes sociais. Artista afirma que nenhuma permissão foi concedida.

© Truth Social

Os perfis da Casa Branca e do Presidente dos EUA fazem referências à figuras pop nas redes sociais
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Rodrigo Guedes de Carvalho, o distópico

A acção passa-se no futuro, mas o texto respira contemporaneidade. Espécie de mundo anunciado, "O Meu Primeiro Apocalipse" testa uma hipótese de vida, e não o faz sem humor ou ironia.

© ANDRÉ DIAS NOBRE / OBSERVADOR

O apocalipse de Guedes de Carvalho capta um certo clima, clima esse que já tem moldado e dominado a contemporaneidade: há uma atmosfera de aceleração e de desgaste, de reacção imediata, em que o radicalismo é uma postura incentivada para se opor a outro radicalismo
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‘Ética de la compasión’: la zona sombría de la moral y el cruel anhelo del bien

Hay una frase de Joan-Carles Mèlich, incluida en el prólogo de esta edición de Ética de la compasión, que podría resumir buena parte de su trayectoria filosófica: “Para un ser finito no hay posibilidad de existir en una calma total sin desprenderse de un pasado que nunca está definitivamente cancelado, de un presente que no se reduce a la actualidad ni de un futuro que se vislumbra borroso en el horizonte. Ninguna existencia puede evitar la extraña sensación de la disonancia”. Este ensayo, publicado originalmente hace más de una década en la editorial Herder, regresa hoy en una edición revisada para afirmarse como una de las obras filosóficas más singulares del pensamiento español contemporáneo. Desde La lección de Auschwitz, donde la barbarie del siglo XX se convertía en punto de partida para pensar los límites de toda pedagogía moral, pasando por Filosofía de la finitud, La sabiduría de lo incierto, Lógica de la crueldad o La fragilidad del mundo (premio nacional de ensayo 2022), Mèlich lleva décadas construyendo una filosofía de la vulnerabilidad, de la contingencia y de la sospecha frente a cualquier sistema moral demasiado seguro de sí mismo. Lo humano no comienza en la autonomía, sino en la dependencia, y Ética de la compasión condensa esa intuición. Ya en el prólogo, Mèlich afirma que toda ética que sitúe la finitud en su centro requiere necesariamente de compasión. “Una ética de la compasión se toma en serio el drama de la existencia: el espacio, el tiempo, las historias, las situaciones y las relaciones”.

Seguir leyendo

Ética de la compasión 

Joan-Carles Mèlich   Tusquets, 2026 320 páginas. 21,90 euros

© Niday Picture Library / Alamy / CORDON PRESS (EL PAÍS)

'El buen samaritano' (1647), de Balthasar van Cortbemde.
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Pedro Almodóvar da el salto a la novela: todo sobre 'El hombre que solo escribía en los aviones'

Pedro Almodóvar durante la firma de ejemplares en Sant Jordi el pasado abril

El universo creativo de Pedro Almodóvar no conoce fronteras. A sus 76 años, el icónico cineasta manchego ha decidido expandir su imaginario de una manera inédita y ambiciosa. La editorial Reservoir Books ha revolucionado el panorama cultural al anunciar oficialmente el lanzamiento de El hombre que solo escribía en los aviones, la que será la primera novela larga de toda su carrera.

Con una fecha de publicación fijada para el próximo 29 de octubre, el proyecto promete convertirse en uno de los grandes hitos editoriales del año. Aunque Almodóvar es universalmente reconocido por su labor detrás de las cámaras, la literatura siempre ha sido una parte fundamental de su vida. Con este proyecto, el director consolida una faceta literaria que ya venía reclamando espacio propio más allá de los guiones de cine.

Los inicios con su libro de relatos 'El último sueño'

Este idilio con el mundo editorial no es completamente nuevo. En 2023, Almodóvar publicó El último sueño, un volumen de relatos breves que supuso su primer debut literario. Aquel libro mezclaba recuerdos personales con ficción. Rescataba incluso textos de su juventud, como Vida y muerte de Miguel, un relato que escribió con apenas veinte años. La obra tuvo una gran acogida internacional y se terminó traduciendo a 30 idiomas.

Aquel debut recibió el respaldo de la crítica y de varios escritores de renombre. Juan José Millás (Mi verdadera historia, Ese imbécil va a escribir una novela) dejó una frase que podría definir lo que significó ese libro: "Si la obra cinematográfica de Almodóvar fuera un traje, estos relatos podrían ser su forro". Otros autores, como Ray Loriga (Tokio ya no nos quiere, Lo peor de todo) lo describieron como un libro lleno de hallazgos. A diferencia de aquella recopilación de textos cortos, lo que llegará en octubre es una historia concebida como una novela de formato largo.

¿De qué trata 'El hombre que solo escribía en los aviones'?

La sinopsis oficial desvelada por Reservoir Books confirma que la novela respirará esa atmósfera tan coral, apasionada y psicológica que caracteriza el sello de su autor. La trama gira en torno a Flavio Guijarro, un hombre que ha dedicado gran parte de su existencia a la constante reinvención personal. A lo largo de los años ha encadenado decenas de aficiones y etapas que no han terminado en una trayectoria profesional sólida. La interpretación es la única disciplina en la que logró asentarse, aunque con una fortuna relativa y bastantes altibajos.

El gran cambio en la vida de Flavio ocurre a diez mil metros de altura. Durante un viaje de promoción, descubre de manera tardía una vocación urgente, la escritura. A partir de ese momento, el protagonista se entrega por completo a la creación literaria. Sin embargo, el núcleo de la trama estará en su lucha contra los bloqueos creativos.

Para encontrar la inspiración que le falta, Flavio viaja a los lugares más insospechados. En ese camino, descubrirá una habilidad imprevista que le servirá de refugio, un talento natural como coach de actores, un detalle que conecta de forma muy evidente con la propia experiencia de Almodóvar en los rodajes. Además, esta nueva etapa vital vendrá acompañada por una intensa historia de amor con el actor más exitoso del momento. La editorial define la obra como una narración "sinuosa" que se adentra "con cierto frenesí en una selva de experiencias, lecturas, historias imaginadas e ideas prestadas".

Nuevo trabajo tras un año de protagonismo

El anuncio de este esperado debut novelístico redondea un periodo de frenética actividad y éxito absoluto para el creador. Este mismo año, Almodóvar regresó triunfalmente a la gran pantalla con su largometraje Amarga Navidad, un potente drama tragicómico protagonizado por Bárbara Lennie, Milena Smit, Leonardo Sbaraglia o Victoria Luengo que conmovió en los cines españoles y que formó parte de la Sección Oficial del Festival de Cannes.

Existe una relación entre su cine reciente y su próxima novela. Si en la película Amarga Navidad se entremezclaban la realidad y la ficción a través de las vivencias de un director de cine, examinando los límites del artista a la hora de nutrirse de las vivencias ajenas, en El hombre que solo escribía en los aviones la obsesión vuelve a centrarse en los mecanismos que intervienen en el acto de la creación. Pedro Almodóvar parece encontrarse en un momento vital idóneo para la inspiración. El 29 de octubre, las librerías desvelarán el resultado de cómo se desenvuelve el director en este terreno.

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Literarte transforma Fernando de Noronha em palco de literatura, cultura e sustentabilidade

A segunda edição do Festival Literário, Cultural e Artístico (Literarte) de Fernando de Noronha reuniu escritores, artistas, moradores e turistas em atividades voltadas à literatura, cultura popular e sustentabilidade entre os dias 4 e 7 de junho.

Com o tema “Literatura: pontes que conectam mundos”, a programação gratuita promoveu ações ambientais, debates e apresentações culturais gratuitas e teve o objetivo de incentivar a leitura, valorizar a identidade local e fortalecer o turismo cultural na ilha.

O evento contou com a participação de poetas pernambucanos, como a cantora e compositora Luna Vitrolira e os escritores Clarice Freire, Agnes Souza, Edilene Silva, Edna Moura, Daniela Mesquita e Lucas Barros.

Entre os convidados de fora do estado, estiveram nomes premiados como o mineiro Leonardo Piana, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2025, a paraense Monique Malcher, que ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Contos por “Flor de Gume”, a influenciadora Preta Letrada e o jornalista português Luís da Silva Marques.

Laís Nascimento/JC
II Festival Literário, Cultural e Artístico (Literarte) de Fernando de Noronha reuniu escritores, artistas, moradores e turistas - Laís Nascimento/JC

As mesas abordaram resistência, ancestralidade, vozes negras femininas, transformação social, território e identidade.

A programação musical contou com apresentações de Ravel e Luizinho de Serra, Rai di Serra, Rock Oceânico, Sony Bass e Chico Balla.

A Literarte também celebrou o aniversário de 40 anos da Área de Proteção Ambiental (APA).

Para Roberta Meneses, superintendente de Infraestrutura, Obra e Meio Ambiente de Noronha, o trabalho tem que começar nas creches e escolas.

“É o nosso futuro. A gente está construindo crianças com um olhar diferenciado, que estão aproveitando toda a matéria que seria jogada fora e não teria esse trabalho de reciclagem”, explicou.

O evento é realizado pela Administração de Fernando de Noronha, por meio da Superintendência de Turismo, Cultura e Esportes, em parceria com instituições ligadas ao meio ambiente, como ICMBio, Projeto Tamar, Projeto Golfinho Rotador, Eco Noronha, Ambipar, Noronharte e Neoenergia.

Educação ambiental e cultura

Laís Nascimento/JC
II Festival Literário, Cultural e Artístico (Literarte) de Fernando de Noronha reuniu escritores, artistas, moradores e turistas - Laís Nascimento/JC

Para incentivar crianças e adolescentes a produzirem conteúdos artísticos e culturais com foco na preservação ambiental, o Literarte premiou, em parceria com a Ambipar, estudantes da rede pública de ensino que produziram documentários sobre a conservação da ilha e que realizaram a coleta de materiais recicláveis.

Micheline Pina, diretora do EREM Arquipélago Fernando de Noronha, destacou que as temáticas têm sido abordadas com os alunos durante todo o ano letivo, em diferentes disciplinas.

“Em um lugar que a gente respira a natureza, a gente tem que começar cedo, na escola, esse trabalho de educação ambiental”, pontuou.

A escola recebeu, na última sexta-feira (5), cem cadeiras 100% recicladas, feitas com resíduos coletados em Fernando de Noronha, como tampas de garrafas. A doação foi feita pela Ambipar, empresa responsável pela limpeza na ilha.

“A gente está materializando a economia circular através dessas cadeiras”, afirmou Rachel Portilho, diretora de Comunicação e Marketing da Ambipar.

Cepe Editora

Uma das parceiras no evento foi a Cepe Editora, que levou ao festival um estande com livros premiados e edições das revistas Continente Multicultural e Pernambuco.

Para o público infantil, a Cepe promoveu contações de histórias dos livros “S.O.S Bichos Brasil” e “O caminho para as águas”.

Já para o público adulto, o bate-papo "Literatura e Afetos: Narrativas que curam e conectam" reuniu as escritoras Clarice Freire, Agnes Souza e Edilene Francisca, com mediação de Edna Moura. O debate propôs uma reflexão sobre o poder da literatura como espaço de encontro humano e escuta sensível.

*A repórter viajou a convite da Ambipar

© Reprodução/TV Golfinho

Literarte contou com a participação de poetas e artistas de diferentes regiões do país
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