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Euromilhões: ‘Jackpot’ de 174 milhões sai no estrangeiro. Portugueses ganham 1.200 euros

O quarto prémio do Euromilhões, no valor de 1.204,46 euros, saiu a três apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 54 apostadores no estrangeiro também ganharam o quarto prémio, com quatro números certos e duas estrelas.

O primeiro prémio, de 174 milhões de euros, foi atribuído a um ‘sortudo’ no estrangeiro.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 09 de junho: 2, 7, 23, 44, 46 (números), 3 e 5 (estrelas).

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Emiratis querem dar trinca a hambúrgueres em Portugal

A gestora estatal de capital de risco de Abu Dhabi está interessada em comprar uma cadeia de hambúrgueres em Portugal.

A Mubadala está a preparar uma oferta pela empresa que detém a cadeia Burger King em Portugal e Espanha, detida pelo fundo britânico Cinven.

O “Expansion” revela que a Mubadala já contratou assessores para apresentar a oferta pela Restaurant Brand Europeu (RBE), que gere também as cadeias Popeyes e Tim Horton na Ibéria.

Outros interessados são os fundos americanos Meritage Group e Apollo Global Management, segundo o jornal espanhol, que preparam as ofertas não-vinculativas para apresentar nas próximas semanas.

A Mubadala chegou a ser acionista da EDP e é atualmente acionista da petrolífera espanhola Moeve.

A Burger King ibérica era detida pela Ibersol, mas foi vendida no final de 2022 por 260 milhões de euros à RBI, num total de 158 restaurantes.

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Clientes da Spinumviva já podem ser consultados na declaração de interesses de Luís Montenegro

A lista de clientes da Spinumviva já se encontra disponível para consulta pública na plataforma da Entidade para a Transparência (EpT) na declaração única de interesses do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

A informação, constatou a Lusa, está agora visível no campo “Outras situações” do separador “Registo de interesses” da plataforma eletrónica da EpT, cumprindo a exigência feita pelo órgão responsável por fiscalizar a declaração única de rendimentos, património e interesses dos titulares de cargos políticos.

Em abril de 2025, a Transparência rejeitou a entrega dos clientes da Spinumviva feita pelo primeiro-ministro por ter sido através de um ficheiro anexo, uma vez que esse formato inviabiliza o acesso público à informação.

Até há algumas semanas não constava naquela área qualquer informação relativa aos clientes da Spinumviva, porém esses dados são agora visíveis na declaração mais recente entregue pelo primeiro-ministro, datada do passado dia 05 de maio.

A lista de clientes agora publicada na plataforma da EpT não traz novidades relativamente àquela que já tinha sido divulgada por Luís Montenegro, em março deste ano, e pelo semanário Expresso, em abril de 2025.

O primeiro-ministro indicou os seguintes clientes: Rádio Popular, SA; Lopes Barata, Consultoria e Gestão, Lda; CLIP – Colégio Luso Internacional do Porto, SA; Ferpinta – Indústrias de Tubo de Aço de Fernando Pinho Teixeira, S.A; Solverde, Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde, S.A; Cofina S.A; Grupo Joaquim de Barros Rodrigues & Filhos Lda, Rodáreas – Áreas de Serviço, Lda; ITAU SA; Sogenave SA; Portugalenses Transportes SA; Beetsteel ; INETUM PORTUGAL SA e Grupel SA.

A maioria dos serviços prestados pela Spinumviva, também agora identificados na declaração de interesses, incidiu sobre proteção de dados pessoais e aplicação do Regime Geral de Proteção de Dados (RGPD), nos casos da INETUM, Grupel, Sogenave, Solverde, Ferpinta, CLIP, Lopes Barata, Cofina e Rádio Popular.

A empresa prestou também serviços de consultoria de gestão empresarial à Portucalense Beetsteel e à Portugalenses Transportes.

Um terceiro tipo de serviço identificado prende-se com a “reestruturação de uma empresa familiar de comércio de combustíveis” a envolver consultadoria de gestão, planeamento estratégico, apoio e “embandeiramento de estações de serviço” do grupo Joaquim de Barros e Rodrigues & Filhos, a gasolineira sediada em Braga.

Nesta nova declaração é ainda possível perceber que o primeiro-ministro apresentou um pedido de oposição à consulta da matriz do seu património imobiliário, como já tinha sido noticiado pelo Correio da Manhã a 04 de junho.

O mesmo jornal adiantou ainda, citando uma resposta oficial do Tribunal Constitucional, que o primeiro-ministro interpôs dois novos recursos contra decisões da Entidade para a Transparência com o objetivo de impedir a consulta das contas bancárias e dos serviços prestados pela Spinumviva e dos números das matrizes dos imóveis do chefe do Governo.

Nesse dia, primeiro-ministro reiterou, numa nota enviada à Lusa, que não existe qualquer incumprimento declarativo no âmbito do caso relacionado com a sua antiga empresa familiar, Spinumviva, indicando que as questões em discussão têm natureza jurídica e aguardam decisão do Tribunal Constitucional.

O gabinete do primeiro-ministro negou terem sido apresentados novos recursos, indicando que a troca de correspondência com o Tribunal Constitucional se limitou à necessidade de “adaptar a instância a uma nova deliberação da Entidade para a Transparência”, mantendo-se, porém, inalterados o objeto e a questão jurídica em apreciação.

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Equipa da Sérvulo assessora Liga Portugal no processo de centralização dos direitos televisivos de futebol

A Sérvulo & Associados tem acompanhado juridicamente a Liga Portugal e Liga Centralização no processo de implementação do decreto-lei que impôs a comercialização centralizada dos direitos audiovisuais dos clubes/sociedades desportivas da Liga Portugal Betclic  e da Liga MeuSuper.

A proposta de chave de distribuição foi aprovada esta segunda-feira, na Assembleia Geral da Liga Portugal, no Porto, com 80% dos votos.

A equipa multidisciplinar que assessora a Liga é liderada por Miguel Gorjão-Henriques, sócio responsável pelas áreas de Concorrência e Europeu, que conta também com Morgana Grácio, associada da mesma equipa, e os sócios Pedro Silveira Borges, de Corporate e M&A, Henrique Rodrigues Silva, de Direito Público, e Miguel Santos Almeida, de Contencioso.

A Liga Portugal estima que o montante angariado com os direitos televisivos dos clubes em Portugal possa atingir 225 milhões por temporada.

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Sismo registado no continente

Um sismo de magnitude 3.5 na escala de Richter foi detetado pelas estações da Rede Sísmica do Continente do Instituto Português do Mar da Atmosfera (IPMA), com epicentro a cerca de 80 km a oeste-sudoeste do Cabo São Vicente, no Algarve.

Segundo um comunicado do IPMA, não foi recebida nenhuma informação confirmando que este sismo tenha sido sentido.

O IPMA relembra que a localização do epicentro de um sismo é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas.

“Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, refere a nota enviada às redações.

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Seguro diz que tem tido uma “boa articulação” com o primeiro-ministro

Presidente da República, António José Seguro, indicou hoje que tem “havido uma boa articulação” e tem tido “boas reuniões de trabalho” com o primeiro-ministro Luís Montenegro, reafirmando que quer ser “um Presidente de equilíbrio”.

“Tem havido uma boa articulação [com o primeiro-ministro], boas reuniões de trabalho que temos tido semanalmente e, naturalmente, isso corresponde àquilo que eu também assumi como compromisso com os portugueses”, afirmou António José Seguro em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.

O Presidente da República foi recebido pela representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Susana Goulart Costa, numa cerimónia de cumprimentos no âmbito das Comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Solar Madre Deus, em Angra do Heroísmo.

Nas declarações aos jornalistas, proferidas no final da cerimónia, lembrou ter assumido perante os portugueses “ser um Presidente acima de todos os partidos, um Presidente de equilíbrio”.

“Vim [para o cargo] para equilibrar o sistema político e sinto-me feliz porque, nestes três meses – faz hoje precisamente três meses que tomei posse como Presidente da República -, tenho conseguido. É a avaliação que eu faço”, concluiu.

António José Seguro respondia a uma pergunta dos jornalistas a propósito das comemorações do 10 de Junho no Luxemburgo, onde esteve acompanhado pelo primeiro-ministro, e onde disse que os dois se completavam.

Hoje, questionado sobre se Presidente da República e primeiro-ministro se completavam porque são diferentes ou porque pensam da mesma forma, respondeu: “Em primeiro lugar, complementámo-nos porque eu decidi pôr a minha assinatura na bandeira nacional na parte verde e o senhor primeiro-ministro na parte vermelha”.

“Mas é evidente que o Presidente da República tem uma responsabilidade muito grande de criar condições para que os Governos e, neste caso concreto, este Governo, tenha, do ponto de vista político e social, condições para executar o seu programa. É assim que os países avançam, com a possibilidade de quem legitimamente é escolhido pelos portugueses, poder concretizar as suas ideias”, afirmou Seguro.

O Presidente da República, António José Seguro, deu hoje início às comemorações oficiais do Dia de Portugal na ilha Terceira, na sua primeira deslocação à Região Autónoma dos Açores.

António José Seguro escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações do 10 de Junho deste ano, as primeiras do seu mandato presidencial, com sede nesta cidade açoriana.

A cerimónia do hastear da bandeira, que normalmente marca o arranque das comemorações, está agendada para as 15:00 locais (mais uma hora em Lisboa), no Pátio da Alfândega, em Angra do Heroísmo.

Na quarta-feira, 10 de Junho, a cerimónia militar do Dia de Portugal terá lugar no Cerrado do Bailão, em Angra do Heroísmo, com discursos do Presidente da República e do presidente das comemorações, Miguel Monjardino, especialista em relações internacionais.

Hoje, o Presidente da República terá ainda um encontro com jovens, na Academia da Juventude, na cidade da Praia da Vitória, receberá cumprimentos do corpo diplomático acreditado em Portugal, no Palácio dos Capitães-Generais, e irá assistir a um concerto na Praça Velha, em Angra do Heroísmo, seguido de um espetáculo de fogo de artifício, na baía de Angra.

Na quarta-feira, a seguir à cerimónia militar do 10 de Junho, o programa do chefe de Estado inclui um almoço com a população, no Pavilhão Multiusos do Porto Judeu, e a cerimónia do arriar da bandeira nacional.

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Num mundo digital, o escritório torna-se mais humano

Temos assistido a uma transformação profunda e irreversível no mundo do trabalho. Aquilo que outrora era um modelo centrado no escritório como um espaço exclusivo de produtividade, evoluiu para um ecossistema mais dinâmico, flexível e orientado para as pessoas.

Hoje, o escritório tem um papel mais central na cultura corporativa. Deixou de ser apenas um
local para onde se “vai trabalhar” para se tornar um espaço de encontro e construção da cultura organizacional. Num contexto em que o modelo híbrido se consolidou como padrão, as empresas compreenderam que a produtividade não depende da presença física constante, mas sim da qualidade das interações e da capacidade de alinhar equipas em torno de objetivos comuns.

Os colaboradores, por sua vez, valorizam a flexibilidade e a possibilidade de gerir o seu tempo, fatores decisivos na atração e retenção de talento. No entanto, essa flexibilidade não elimina a importância do contacto presencial, pelo contrário, reforça-o. O escritório passa a ser o palco privilegiado para desenvolvimento profissional, networking, criatividade e reforço do sentimento de pertença.

E, assim, neste novo paradigma, o mercado imobiliário corporativo teve de se adaptar rapidamente.

A nível ocupacional, o mercado de escritórios de Lisboa registou uma absorção de 28.913 m², um crescimento de cerca de 80% face ao período homólogo, e a procura manteve-se particularmente dinâmica nos edifícios de nova geração, evidenciando uma clara tendência de “flight to quality”. Estão previstos cerca de 255.000 m² de novos escritórios, dos quais aproximadamente 60.000 m² deverão ser concluídos até ao final de 2026, uma oferta que está já a influenciar a dinâmica de preços, com a renda prime no Prime CBD de Lisboa a atingir os 32€/m²/mês.

O Porto evidencia também uma trajetória de recuperação muito expressiva. No primeiro trimestre do ano, a ocupação totalizou 7.150 m², um crescimento de 67% face ao período homólogo. O pipeline da cidade totaliza atualmente cerca de 79.000 m², com aproximadamente 45.000 m² previstos para entrega em 2026, e com uma renda prime a situar-se nos 21€/m²/mês.

No contexto europeu, o setor de escritórios também continuou a mostrar sinais de recuperação gradual, com Paris a liderar as taxas de ocupação, com cerca de 370,000 m², Madrid 80,000 m², Milão 66,000 m² e Amesterdão 62,000 m² neste primeiro trimestre do ano. Também a procura continuou concentrada em espaços prime, alinhados com critérios ESG, nos CBDs e nos submercados conectados.

A limitação desta oferta de escritórios premium continua a pressionar rendas prime em várias
cidades europeias, demonstrando uma crescente polarização entre ativos capazes de responder às exigências de ESG, tecnologia, flexibilidade e experiência do utilizador e o restante stock.

Destaco quatro grandes tendências que marcam a procura no mercado em 2026. Em primeiro lugar, o trabalho híbrido, que veio para ficar e obriga as organizações a repensar a utilização dos seus espaços, criando políticas flexíveis que aumentam a satisfação dos colaboradores sem comprometer a produtividade.

O design dos escritórios surge como outra tendência central. Os espaços são agora desenhados para promover colaboração e criatividade, com áreas multifuncionais, zonas sociais e a integração de elementos naturais que promovem o bem-estar. O conceito de escritório aproxima-se progressivamente de uma lógica de serviço e experiência, incorporando elementos tradicionalmente associados à hotelaria.

Em terceiro lugar, a integração digital e a sustentabilidade, que se tornaram permanentes.
Escritórios inteligentes, inteligência artificial, sensores de ocupação e ferramentas avançadas de colaboração são hoje parte integrante do ambiente de trabalho, contribuindo para maior eficiência e, consequentemente, menor impacto ambiental.

Por fim, destacam-se os novos padrões de mobilidade. O modelo casa-trabalho tornou-se mais flexível, refletindo uma maior procura por localizações bem conectadas e com uma boa oferta de serviços nas imediações. As grandes cidades continuam relevantes, sem qualquer dúvida, mas tem havido também uma maior valorização de escritórios em localizações descentralizadas, desde que providas de uma boa rede de transportes e com serviços.

Seja em Portugal ou na Europa, numa empresa portuguesa ou estrangeira, uma coisa é certa: o escritório hoje já não é apenas um espaço físico, mas sim uma ferramenta estratégica crucial e conta com uma componente emocional importante. Num mundo cada vez mais digital, paradoxalmente, o valor do encontro presencial, torna-se ainda mais significativo. O desafio das empresas será continuar a reinventar estes espaços, colocando as pessoas no centro e garantindo que o escritório permanece relevante, inspirador e, acima de tudo, humano.

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PSD proposes retroactive 6% VAT for urban rehabilitation projects

Porto (Roaming Pictures-unsplash)

Portugal’s Social Democratic Party (PSD) has submitted a proposal to parliament that could significantly reduce tax liabilities for construction companies involved in urban rehabilitation projects, while potentially ending a long-running

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