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Bolivia’s failed economic model: From the ‘energy heart of South America’ to the risk of blackouts

There is an old propaganda poster advertising Evo Morales’ third-term program: “Bolivia will be the energy heart of South America. Bolivia will have energy sovereignty. We will export energy to neighboring countries and become a regional leader.” The former president began that term in 2015 backed by an overwhelming electoral victory of more than 60%. The support reflected the economic stability the country had enjoyed since his first term in 2006, sustained mainly by natural gas exports, which in 2014 alone reached $6.1 billion. International reserves became the highest in South America relative to GDP. But behind the scenes, the picture was different. Reserve certifications did not match the extravagant figures that had been proclaimed, and oil companies had neglected exploration of new fields.

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© José Luis Quintana (LatinContent via Getty Images)

Gualberto Villarroel oil refinery in Cochabamba, Bolivia, in 2014.
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Ian de la Rosa, cineasta: “El cine es un deporte de ricos. Se quedan por el camino demasiadas voces”

“Recuerdo las pateras. No digo ver una, pero sí a los primeros niños que vinieron en ellas y que entraron a clase en el cole de Níjar. Entonces se introdujo la palabra patera en nuestras vidas. La primera fue una niña, luego llegaron más. No sabían castellano, acababan de llegar de Marruecos, estaban en situaciones complicadas. No hablábamos el mismo idioma y los metían en clase. Recuerdo la segregación. El racismo en el recreo. Y recuerdo, en ese recreo, intentar acercarme a esta primera niña, intentar jugar con ella. Nunca se llegaron a integrar con el resto. Pero eso me pasaba a mí también. Yo entendía ese sentimiento de que no perteneces. Imagino que ahí se conectó algo”.

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© Ayub El Kadmiri (EL PAÍS)

Retrato de Ian de la Rosa en su casa de La Latina, en Madrid, donde atesora una taza de La Tienda de los Milagros de su Níjar natal.
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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

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"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
Piquerez, Palmeiras, zagueiro Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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Seleção da Suíça enfrenta alerta de cobras durante treinos para a Copa de 2026

A Seleção da Suíça encontrou um motivo inusitado de preocupação durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026. Instalada em San Diego, no estado da Califórnia, a equipe está treinando em uma região cercada por áreas onde há registro frequente da presença de cobras, incluindo espécies consideradas peçonhentas.

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A situação foi destacada pela própria delegação suíça nas redes sociais. Em uma publicação, a seleção mostrou o entorno do centro de treinamento e indicou a área habitada pelos animais, chamando atenção para um risco que vai além dos desafios dentro de campo.

Seleção da Suíça destacou nas redes sociais a área próxima ao centro de treinamento onde há presença de cobras | Foto: Reprodução

De acordo com informações sobre a fauna local, San Diego abriga 28 espécies diferentes de cobras. Entre elas, a mais comum é a Cascavel do Pacífico Sul, uma espécie venenosa cuja picada pode provocar dores intensas e outras complicações que exigem atendimento médico imediato.

Preparação para a estreia

Enquanto adota medidas de precaução durante a estadia na Califórnia, a seleção suíça mantém o foco na disputa da Copa do Mundo. A equipe integra o Grupo B da competição, ao lado de Catar, Canadá e Bósnia.

A estreia dos suíços está marcada para o próximo sábado (13), às 16h, no horário de Brasília. O adversário será o Catar, em partida que será realizada na cidade de Santa Clara, também nos Estados Unidos.

Até o início do torneio, a delegação permanecerá em San Diego realizando treinamentos e ajustes finais para a competição, ao mesmo tempo em que segue as recomendações de segurança relacionadas à presença de cobras na região.

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Orquestra do Algarve dá concerto de tributo a Elgar com grandes solistas

Edward Elgar, compositor maior da história britânica, é muito mais do que as Marchas de Pompa e Circunstância fazem crer. É isso mesmo que a Orquestra do Algarve vai demonstrar num concerto marcado para domingo, 14 de Junho, às 19h00, no Teatro da Figuras, em Faro.

Dotado de uma profunda mundividência e uma linguagem que faz a síntese do romantismo alemão com o nacionalismo inglês, a música de Elgar foi aclamada logo em vida e é hoje património não de um país, mas de toda a humanidade.  

Este concerto que lhe é dedicado coloca no caminho da Orquestra do Algarve duas composições orquestrais menos conhecidas, a Sérénade Lyrique e as irmãs Chanson de Nuit e Chanson de Matin, mostrando a veia apaixonada e lírica do compositor, que está bem patente na encantadora composição de 1888, Salut d’Amour, que foi durante toda a vida de Elgar uma das suas peças mais amadas.

O contraponto a estas três obras curtas de final do século XIX é o grandioso concerto para violoncelo, que o compositor iniciou já após o fim da guerra, em 1919, pertencendo por isso ao seu derradeiro período criativo, de enorme maturidade e profundidade, e sendo na verdade a última composição de grande escala que completou.

Música imperdível e intemporal, que contará com a solista Irena Josifoska, em estreia com orquestras nacionais.  

Este concerto terá a direção do maestro italiano Enrico Pagano, que irá também dar a ouvir as estreias nacionais das peças de Nicola Campogrande “Banksy Promenade”, em tributo ao mais famoso artista anónimo mundial, e “Cinque Modi per Aprire un Concerto”, composição de 2021 inspirada no regresso às salas de concerto após a primeira vaga da pandemia de Covid-19 e perante o otimismo gerado pelas campanhas de vacinação em Itália.

Programa

NICOLA CAMPOGRANDE
 (1969) 
Cinque Modi per Aprire un Concerto

EDWARD ELGAR (1857-1934) 
Sérénade Lyrique 
Chanson de Nuit & Chanson de Matin  
Salut d’Amour 
Banksy Promenade 
Concerto para Violoncelo em Mi menor, Op.85 

Duração do concerto: 60 minutos

Os bilhetes podem ser comprados aqui.

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Cogestão de áreas protegidas – Aprovadas candidaturas da AMAL que visam ações de promoção e sensibilização

Acabam de ser aprovadas as duas candidaturas apresentadas pela AMAL, que têm como objetivo financiar a realização de ações no âmbito da Cogestão do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) e da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António (RNSCMVRSA). Foram submetidas no ano passado e são destinadas à […]

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“L’intelligenza artificiale sia al servizio dell’uomo, l’arte ci restituisce anima e profondità”, l’appello di Antonio Banderas a Papa Leone XIV

L’arte come antidoto alla semplificazione, alla violenza e al rischio che la tecnologia finisca per dominare l’uomo anziché servirlo. È il messaggio lanciato da Antonio Banderas durante l’incontro con Papa Leone XIV e i rappresentanti del mondo della cultura, dell’arte, dell’economia e dello sport che si è svolto alla Movistar Arena. L’attore e regista spagnolo ha dedicato una parte significativa del suo intervento al rapporto tra creatività e intelligenza artificiale, sottolineando il valore insostituibile dell’esperienza artistica in una società sempre più condizionata dall’innovazione tecnologica.

“In un mondo che corre, che si frammenta, che a volte si semplifica troppo, l’arte ci aiuta a recuperare la profondità e l’anima che ci vengono sottratte dall’intelligenza artificiale, che deve stare al servizio dell’essere umano e non il contrario”, ha affermato la star internazionale del cinema. Secondo Banderas, l’arte conserva una dimensione umana che nessuna tecnologia può sostituire. “Abbiamo bisogno di continuare a creare e a condividere. Di continuare a porci domande. Di continuare a cercare la bellezza sì, ma anche la verità”, ha aggiunto, descrivendo l’incontro tra la Chiesa e la società civile come un momento “non solo opportuno, ma necessario”.

Nel suo intervento, l’attore ha anche ribadito il ruolo dell’arte come strumento di dialogo e di pace. “L’arte è sempre un’alternativa alla violenza e alla sofferenza. Contro le guerre. Contro tutte le guerre, contro ogni forma di violenza, perché l’arte deve essere un tacito accordo per un dialogo profondo”, ha dichiarato. Banderas ha inoltre ricordato il legame storico tra la Chiesa cattolica e la produzione artistica, definendolo “non solo fecondo, ma decisivo”. A suo giudizio, la Chiesa può essere considerata “la più grande produttrice d’arte nella storia dell’umanità”, con Gesù Cristo come “la figura più rappresentata nella storia dell’arte” e “il grande protagonista del film della vita”.

L’attore ha poi richiamato la tradizione della Settimana Santa di Malaga, città alla quale è profondamente legato e dove partecipa ogni anno alle celebrazioni religiose. Riti che, ha spiegato, rappresentano l’incontro tra arte e fede e continuano a unire devozione popolare e patrimonio culturale. Al termine del suo discorso, Banderas si è avvicinato a Papa Leone XIV per un breve scambio di parole, suggellando un intervento incentrato sulla necessità di preservare la dimensione umana della creatività in un’epoca segnata dalla crescente presenza dell’intelligenza artificiale.

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Portugal tem de ter voz ativa em Bruxelas para evitar filas nos aeroportos no Verão

A RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal aplaude as medidas para minimizar os constrangimentos no controlo de fronteiras dos aeroportos, mas alerta que o problema pode voltar no verão e que Portugal deve ter voz ativa em Bruxelas.

Ao podcast da Lusa, o LusaExtra, o diretor executivo da RENA, António Moura Portugal, elogia o reforço de meios humanos e materiais promovido pelo Governo e pela ANA – Aeroportos, mas alerta que Portugal deve preparar desde já uma segunda fase de resposta para os meses de julho e agosto.

“Melhorámos, estamos bem no momento, mas agora isto não é para ficar a dizer ‘ok, está resolvido e nada a fazer até vir a próxima onda’, porque ela virá”, considerou o responsável da RENA.

Moura Portugal defendeu que Portugal deve continuar a acompanhar de perto a evolução do processo e assumir uma posição ativa em Bruxelas, procurando garantir soluções que evitem a repetição dos constrangimentos no período de maior procura turística.

Defende, por exemplo, que Portugal lidere, junto das instituições europeias, a defesa da manutenção de mecanismos de flexibilidade para evitar novos episódios de congestionamento no verão, altura em que acredita que a pressão nos controlos fronteiriços voltará.

Nos últimos meses registaram-se longas filas de espera nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro – sobretudo na capital – dado os constrangimentos causados pela entrada em vigor do sistema digital (Entry Exit System, EES), que regista eletronicamente a entrada e saída de cidadãos de países terceiros no espaço de livre circulação Schengen, substituindo os carimbos manuais por registos biométricos e digitais.  

No final de maio foram implementadas mais boxes e mais ‘e-gates’ e reforçados meios humanos para o controlo de passaportes.

Está ainda previsto como medida de contingência a possibilidade de se suspender pontualmente a recolha de dados biométricos (impressões digitais e reconhecimento facial) dos passageiros, cabendo à autoridade de fronteira, que neste caso é a PSP, avaliar a necessidade de recorrer a este mecanismo.

O EES está a funcionar a 100% desde 10 de abril e desde então, tal como avançou à Lusa o porta-voz da Polícia de Segurança Pública (PSP) esta tem recorrido à suspensão parcial da recolha dos dados biométricos em “circunstâncias excecionais”, nomeadamente quando “o tempo de espera num posto de fronteira aérea se torne excessivo”.

“Ainda que tenham natureza excecional a PSP admite recorrer, sempre que necessário, durante o período inicial previsto de 90 dias e complementar de 60 dias, às medidas previstas em regulamento tendentes a garantir um equilíbrio entre segurança das fronteiras externas e tempos aceitáveis de espera”, afirmou Sérgio Soares.

Assim, na quinta-feira, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse à Lusa, no Luxemburgo, estar mais otimista, face a um passado recente, sobre um verão sem problemas nas fronteiras dos aeroportos.

Por seu lado, as companhias aéreas consideram que as medidas tomadas “foram muito positivas”, mas que é preciso mais.

“Em julho acaba-se, segundo o regulamento, essa possibilidade, já muito limitada, das suspensões serem só de seis horas. E, portanto, (…) é importante preparar já o passo seguinte”, insiste Moura Portugal, explicando que um desses passos deve ser Portugal “pressionar, pugnar pela alteração e pela manutenção, no mínimo dessa flexibilidade e desse poder dos Estados-membros poderem suspender” o sistema.

António Moura Portugal diz que é importante que Portugal esteja na linha da frente e que quando vai a Bruxelas deve estar “preparado em termos de documentação e em termos de discurso para dizer ‘atenção que isto está a correr mal e nós estamos a ser altamente penalizados com isto'”.

“Não pode haver silêncio, não pode haver um não assumir a liderança num dossier que é fundamental para a nossa economia [o turismo é dos principais motores de crescimento do PIB] e deixar isto entregue a outros”, conclui.

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Loulé marcou presença no XVIII Congresso Internacional de Cidades Educadoras em Espanha

O Município de Loulé esteve presente no XVIII Congresso Internacional de Cidades Educadoras, que decorreu entre os dias 26 a 29 de maio, na cidade de Granollers, em Espanha.

Sob o tema “Educação e cultura na cidade: comunidade, pensamento crítico e criatividade”, o evento reuniu 141 cidades, de 15 países, para debater o futuro da educação urbana e a construção de projetos comunitários duradouros, assentes na coesão social, no diálogo intercultural e na inclusão de todas as pessoas.

Durante os quatro dias do encontro, o representante do Município, Vasco Cary, participou ativamente na partilha de conhecimentos, experiências e valores alinhados com a Carta das Cidades Educadoras, o quadro de referência para os encontros entre as cidades da rede, empenhadas na educação, na paz e no bem-estar de todas as pessoas. 

O congresso destacou a importância de envolver professores, alunos e agentes locais dos territórios na criação de dinâmicas artísticas e pedagógicas que ultrapassam o espaço da sala de aula.

A comitiva louletana acompanhou as principais conferências e painéis de debate, focada em deixar um legado social forte nas comunidades locais. Um dos destaques foi a presença do psicólogo educacional, pedagogo especializado em educação infantil e pensador italiano, Francesco Tonucci, um defensor da educação centrada nas crianças, que considera que a aprendizagem deve ser um processo criativo e sem pressão, onde cada criança aprende ao seu próprio ritmo.

O encerramento do evento ficou marcado pela leitura da Declaração Final do Congresso, no dia 1 de junho, reforçando o compromisso global com o pensamento crítico e a criatividade no desenvolvimento das cidades do futuro.Num mundo e num tempo marcados por vários conflitos, ficou uma vez mais realçado que as Cidades Educadoras podem funcionar como um “contrapeso pacificador, dialogante e construtivo em defesa dos valores e direitos humanos”.

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Mostra Bibliográfica: Livros para Compreender e Sentir a Inteligência Emocional em Faro

Durante todo o mês de junho, a Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa promove a mostra bibliográfica “Livros para Compreender e Sentir – Inteligência Emocional”, uma iniciativa dedicada à descoberta e aprofundamento de um tema cada vez mais relevante na vida pessoal, social e profissional.

A exposição reúne uma seleção de obras que abordam a inteligência emocional sob diferentes perspetivas, explorando competências fundamentais como a autoconsciência, a autorregulação, a motivação, a empatia e as aptidões sociais. Através da leitura, os visitantes terão a oportunidade de refletir sobre a importância de compreender as emoções, desenvolver relações mais saudáveis e fortalecer o bem-estar emocional.

Destinada ao público em geral, esta mostra constitui um convite à aprendizagem e ao crescimento pessoal, destacando o papel dos livros como ferramentas essenciais para o conhecimento de si próprio e dos outros.

Data: 1 a 30 de junho
Local: Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa
Entrada: Livre
Organização: Câmara Municipal de Faro / Biblioteca Municipal de Faro

Uma oportunidade para descobrir novas leituras e aprofundar o conhecimento sobre a inteligência emocional, um recurso indispensável para enfrentar os desafios do quotidiano com maior equilíbrio e sensibilidade.

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Cabrero Segundo’s exchange

Everything in this story comes back to El Cabra. Everything leads to him, Cabrero Segundo, the “famous Lacandón,” the boss, a man of average height, about five foot five, brown-skinned, with a paunch, a goatee and tattoos: a cross on his left shoulder and a jaguar on his right. An eccentric character. In the film he had made about his life, he cast a hulking actor who was eight inches taller. At the height of his power he built a clandestine airstrip two minutes from his house to receive drug shipments. The night he kidnapped 33 soldiers, disarmed and stripped them — no one in the jungle forgets that — he spent the final hours before dawn snorting cocaine in front of them, using a banknote. El Cabra, a man with ambition.

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The house that witnesses identify as the property of Cabrero Segundo López, alias 'La Cabra.'View of the old illegal light-plane runway used for drug trafficking in the Lacandon Jungle.Esquivel Cruz, councilor of the municipality of Ocosingo, Chiapas.Lawyer Rufino Gómez shows a video in which Chiapas police carry out the operation in Lacanjá to arrest 20 alleged collaborators of El Cabra, not on the road as the local prosecutor claimed.

Photography and video:

Quetzalli Nicte-Ha

Visual editing:

Gladys Serrano and Mónica González

Layout and design:

Mónica Juárez Martín and Ángel Hernández

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Faltam 6 dias: FIFA proíbe vuvuzelas nos estádios da Copa do Mundo de 2026

Os torcedores que forem acompanhar a Copa do Mundo de 2026 presencialmente não poderão utilizar vuvuzelas nas arquibancadas. A proibição faz parte do código de conduta estabelecido pela FIFA para os estádios que receberão partidas do torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.

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A entidade definiu uma série de restrições voltadas à segurança e à organização das arenas, incluindo a proibição de objetos considerados capazes de provocar ruídos excessivos durante os jogos. Entre eles estão as tradicionais vuvuzelas, que ficaram conhecidas mundialmente durante a Copa do Mundo realizada na África do Sul, em 2010.

Produzidas em plástico e utilizadas por torcedores para criar uma atmosfera festiva nos estádios, as vuvuzelas se tornaram um dos símbolos daquele Mundial. Ao mesmo tempo, o som contínuo emitido pelo instrumento dividiu opiniões entre jogadores, narradores, espectadores e dirigentes esportivos, que frequentemente apontavam dificuldades de comunicação durante as partidas.

Regras incluem restrições a outros itens e comportamentos

Além das vuvuzelas, a FIFA também vetou a entrada de apitos, buzinas de ar comprimido e quaisquer dispositivos capazes de gerar ruídos considerados excessivos. A restrição será aplicada em todos os 16 estádios que receberão jogos da competição.

O regulamento ainda impede o acesso de equipamentos que emitam feixes de laser, incluindo apontadores e dispositivos semelhantes. Segundo a entidade, a medida busca evitar situações que possam comprometer a segurança dos atletas, árbitros e torcedores.

As normas também estabelecem regras de comportamento dentro das arenas. A FIFA esclarece que pinturas corporais e tatuagens não substituem vestimentas. Dessa forma, torcedores não poderão utilizar apenas pinturas no corpo para acessar os estádios.

Outra conduta proibida é a invasão do gramado. Também estão vetadas ações que envolvam a exposição de partes íntimas do corpo ou a retirada de roupas com esse objetivo durante as partidas.

Entre os itens barrados aparece ainda a entrada de garrafas reutilizáveis de água. A justificativa apresentada pela entidade está relacionada aos protocolos de segurança adotados para o evento.

O código de conduta prevê punições para quem descumprir as determinações. Dependendo da situação, o torcedor poderá ser impedido de entrar na arena ou retirado do estádio durante a realização da partida.

A Copa do Mundo de 2026 será a primeira edição da história com a participação de 48 seleções. O torneio está programado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México. A partida de abertura será disputada no México, que enfrentará a África do Sul no dia 11 de junho.

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Comissário Europeu elogia controlo de fronteiras aeroportuárias em Portugal “Têm feito um excelente trabalho”

O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o Comissário Europeu para os Assuntos Internos e Migração, Magnus Brunner, estiveram reunidos, esta quarta-feira, à margem do Conselho de Justiça e Assuntos Internos (JAI), que decorre no Luxemburgo. Numa declaração conjunta à imprensa, o Comissário Europeu começou por dizer que o Entry/Exit System (EES) é uma […]

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Assembleia Municipal da criança dá voz e aproxima alunos de Loulé da política local

Foi a “voz do poupar” da Mariana, a “voz do cuidar dos outros” do Ivan, a “voz radical e criativa” do Lourenço ou a “voz do cuidar dos animais” da Eva, entre outras vozes, que se ouviram na manhã desta terça-feira, na sala da Assembleia Municipal de Loulé.

Depois do secundário e dos 2º e 3º ciclos de ensino, foi a vez dos alunos do 1º ciclo de várias escolas do concelho de Loulé participaram numa Assembleia Municipal especial, desta vez dedicada às crianças.

A iniciativa, dinamizada pela MyPolis, envolveu meninas e meninos de turmas do 3º ano de cinco escolas. No papel de “deputados”, mas numa sessão menos formal do que as anteriores, este foi um espaço de encontro e diálogo, no qual as crianças tiveram a oportunidade de partilhar as suas ideias, preocupações e desejos para o seu concelho, bem como questionar os governantes sobre temas do seu interesse.

O plenário começou com o momento “Conhecer quem nos representa”, em que cada turma se dirigiu aos representantes políticos, colocando questões mais pessoais sobre a sua infância, os seus gostos e também o exercício das suas funções. 0

O presidente da Assembleia, Silvério Guerreiro, contou que, durante a sua infância, brincava na rua, ao berlinde e à carica, numa época muito diferente dos dias de hoje. Nos seus tempos livres, tanto se sente bem a nadar na Praia de Quarteira, como a percorrer os serros à volta de Loulé ou, mais no interior, na Rocha da Pena, em Salir.

Em menino, Telmo Pinto, presidente da Câmara de Loulé, sonhava ser jogador de futebol, foi um aluno que “marrou muito” para se licenciar em Engenharia Civil, e que hoje considera que o super-herói que mais se identifica com a sua personalidade é o “Flash”, pela rapidez com que deseja trabalhar para responder às necessidades dos louletanos.

Na escola, numa aldeia minhota, a vereadora da Educação, Maria Esteves, era uma criança que, de um modo geral, se portava bem mas, como consequência de uma ou outra peripécia, não se livrou de umas reguadas na mão. Queria ser professora primária, mas foi no ensino da Filosofia que viria a desenvolver a sua atividade profissional.

Já o sonho de menino do vice-presidente do Município, David Pimentel, era ser cientista e inventar coisas novas. Hoje, revela que os interesse são outros e, como responsável pela área financeira, assume o sentimento de proteção em relação ao “cofre da câmara” e ao rigor das contas.

Quando questionado sobre como chegou a vereador, Paulo Trindade respondeu às crianças: «Têm que perguntar isso ao presidente Telmo Pinto». Para este responsável por áreas como as obras municipais, urbanismo, salubridade ou espaços verdes, a calma e a paciência são essenciais para que as coisas sejam bem feitas, em prol da melhoria do concelho.

Sul Informação

Seguiu-se o momento “A Voz das Crianças”, em que os alunos tiveram a oportunidade de expor as suas ideias e propostas para o concelho.

A Escola Básica de Quarteira trouxe propostas nas áreas da educação, como o maior apoio em termos de transportes para visitas de estudo; na saúde, como a realização de sessões para as escolas com médicos, enfermeiros, psicólogos ou dentistas; mas também uma maior participação das crianças na tomada de decisões.

A EB Nº4 de Loulé, apresentou algumas ideias nas áreas do recreio, desporto e movimento, como a realização de aulas de trampolim incluídas no programa escolar, inspirados pelo talento do ginasta Gabriel Albuquerque.

Promover a segurança rodoviária, criar espaços para os idosos, apoiar os animais de rua, ou criar equipamentos em Almancil, como uma Escola Secundária ou Piscinas Municipais, em Almancil foram as ideias dos alunos da EB Cónego Dr. Clementino Brito.

A Escola das Benfarras apontou alguma carência de equipamentos pedagógicos e recursos digitais, mas também a necessidade de mais espaços verdes com sombras, e bebedouros, no recinto escolar.

Finalmente, a EB Dnª Francisca de Aragão de Quarteira apelou à realização de ações para limpeza nas praias, mas também à importância de torná-las acessíveis para todos, apostando em equipamentos que permitam que pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos espaços balneares.

Como explicou o presidente da Assembleia, esta iniciativa encerra uma «trilogia de sessões jovens», realizada em 2026.

«No próximo ano, tentaremos ir mais longe, quiçá passar para uma tetralogia e chegar a uma Assembleia dedicada ao pré-escolar», adiantou Silvério Guerreiro.

Integrada na comemoração do Dia Internacional da Criança, a sessão reiterou, de acordo com a autarquia louletana, «a aposta clara da construção de uma sociedade que inclui os jovens e as crianças nos processos de decisão, colocando-os em contacto com a democracia local».

«Podem sonhar com aquilo que quiserem! E é aqui, nesta casa, que podem concretizar muitos dos vossos sonhos, pois é aqui que estão as pessoas que podem resolver muitos dos problemas que encontram na rua», disse Telmo Pinto.

«Hoje estou eu aqui, amanhã qualquer um de vocês pode ser presidente da Câmara, mas o futuro exige dedicação e esforço», acrescentou o autarca.

No encerramento da sessão, também Silvério Guerreiro deixou palavras de incentivo a estes alunos: «Sonhem, com a confiança e sem receio de errar. Os adultos assumem também aqui o compromisso de estarem cá para os suportar, pois é pelo sonho que a humanidade chegou até aqui e todos serão os beneficiários dos vossos sonhos».

Promovida nas escolas por Rita Santos Fernandes, da Mypolis, esta Assembleia marca o início de um projeto que inclui sessões em todos os municípios algarvios e que culminará, em Julho de 2027, com uma grande Assembleia com representantes dos 16 municípios.

A MyPolis é uma organização de impacto social que promove a participação, envolvimento e colaboração de crianças e jovens. Atualmente, está presente em 30 localidades portuguesas, sete países da União Europeia e em Moçambique e Cabo Verde.

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