Vila Pouca vence Taça AFVR (galeria de fotos)
VTM
The post Vila Pouca vence Taça AFVR (galeria de fotos) appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
VTM
The post Vila Pouca vence Taça AFVR (galeria de fotos) appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.


O aumento ocorre em um cenário de maior sofisticação dos ataques digitais, impulsionados principalmente pelo uso de inteligência artificial generativa, que reduziu drasticamente o tempo necessário para a criação de golpes e páginas falsas. Nos últimos três meses, as reclamações no Procon-SP relacionadas à Copa do Mundo multiplicaram-se por oito.
A principal diferença entre os cenários de 2022 e 2026 está na velocidade de execução dos golpes. Há quatro anos, criminosos precisavam de mais tempo e conhecimento técnico para montar sites fraudulentos e campanhas de phishing.
Agora, com ferramentas de inteligência artificial amplamente disponíveis, esse processo passou a ser realizado em poucas horas.
“Hoje, com ferramentas de inteligência artificial generativa acessíveis a qualquer pessoa, esse ciclo caiu para poucas horas”, afirma Marcelo Souza, vice-presidente de Produto da Certta, empresa de verificação inteligente que unifica soluções antifraude em uma única plataforma.
Além da rapidez, os golpes se tornaram personalizados. Em vez de campanhas massificadas, criminosos utilizam dados vazados, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e-mail e histórico de compras, para criar abordagens direcionadas às vítimas.
Outra transformação importante ocorreu nos meios de pagamento. Se em 2022, cartões e boletos ainda predominavam, em 2026, o Pix passou a ocupar posição central nas fraudes.
Segundo Marcelo Souza, a instantaneidade das transferências dificulta a recuperação dos recursos após a concretização do golpe.
“O Pix também muda a equação de forma bastante concreta. A instantaneidade e a irreversibilidade da transação eliminam a janela de reação”, destaca.
Os criminosos também passaram a criar marcas fictícias que se apresentam como parceiras oficiais do evento e a infiltrar-se em grupos legítimos de colecionadores e torcedores para conquistar confiança antes de aplicar os golpes.
Segundo o levantamento da NordVPN, as redes sociais seguem como principal porta de entrada para as fraudes relacionadas à Copa.
Os canais mais utilizados pelos golpistas são:
Entre as modalidades mais frequentes estão apostas ilegais, venda de ingressos falsos e comercialização de produtos falsificados.
As fraudes relacionadas à Copa do Mundo não se limitam à internet, mas também abrangem o comércio real, como constatado pelo Procon-SP.
As principais ocorrências registradas no órgão de março a maio foram:
As reclamações específicas sobre figurinhas e álbuns da Copa saltaram de zero em março para 34 em abril e 109 registros em maio. As denúncias estão concentradas em anúncios enganosos e falsificações em marketplaces e grupos de mensagens.
Para Marcelo Souza, a popularização da inteligência artificial também criou um novo desafio para consumidores e empresas: a dificuldade em distinguir conteúdos autênticos de materiais manipulados.
“Imagens, vídeos e documentos já não são sinônimo de verdade na internet, isso gera uma crise de confiança digital”, afirma.
Segundo ele, a resposta passa pela adoção de sistemas mais avançados de autenticação e monitoramento de comportamento dos usuários.
“Se os cibercriminosos alteram suas táticas em questão de horas, por que muitas companhias ainda levam semanas ou meses para atualizar regras de prevenção?”, questiona.
Para o executivo, a proteção dependerá cada vez mais da verificação de identidade e da capacidade de detectar comportamentos fora do padrão em tempo real. “A confiança real se constrói na camada de identidade, no reconhecimento do usuário e na capacidade de reagir de forma proporcional quando algo foge do padrão”, conclui.
O Procon-SP elaborou as seguintes orientações aos consumidores para evitar cair em golpes:
Em relação às compras via internet, Marcelo Souza, da Certta, recomenda estratégias adicionais:

O aumento ocorre em um cenário de maior sofisticação dos ataques digitais, impulsionados principalmente pelo uso de inteligência artificial generativa, que reduziu drasticamente o tempo necessário para a criação de golpes e páginas falsas. Nos últimos três meses, as reclamações no Procon-SP relacionadas à Copa do Mundo multiplicaram-se por oito.
A principal diferença entre os cenários de 2022 e 2026 está na velocidade de execução dos golpes. Há quatro anos, criminosos precisavam de mais tempo e conhecimento técnico para montar sites fraudulentos e campanhas de phishing.
Agora, com ferramentas de inteligência artificial amplamente disponíveis, esse processo passou a ser realizado em poucas horas.
“Hoje, com ferramentas de inteligência artificial generativa acessíveis a qualquer pessoa, esse ciclo caiu para poucas horas”, afirma Marcelo Souza, vice-presidente de Produto da Certta, empresa de verificação inteligente que unifica soluções antifraude em uma única plataforma.
Além da rapidez, os golpes se tornaram personalizados. Em vez de campanhas massificadas, criminosos utilizam dados vazados, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e-mail e histórico de compras, para criar abordagens direcionadas às vítimas.
Outra transformação importante ocorreu nos meios de pagamento. Se em 2022, cartões e boletos ainda predominavam, em 2026, o Pix passou a ocupar posição central nas fraudes.
Segundo Marcelo Souza, a instantaneidade das transferências dificulta a recuperação dos recursos após a concretização do golpe.
“O Pix também muda a equação de forma bastante concreta. A instantaneidade e a irreversibilidade da transação eliminam a janela de reação”, destaca.
Os criminosos também passaram a criar marcas fictícias que se apresentam como parceiras oficiais do evento e a infiltrar-se em grupos legítimos de colecionadores e torcedores para conquistar confiança antes de aplicar os golpes.
Segundo o levantamento da NordVPN, as redes sociais seguem como principal porta de entrada para as fraudes relacionadas à Copa.
Os canais mais utilizados pelos golpistas são:
Entre as modalidades mais frequentes estão apostas ilegais, venda de ingressos falsos e comercialização de produtos falsificados.
As fraudes relacionadas à Copa do Mundo não se limitam à internet, mas também abrangem o comércio real, como constatado pelo Procon-SP.
As principais ocorrências registradas no órgão de março a maio foram:
As reclamações específicas sobre figurinhas e álbuns da Copa saltaram de zero em março para 34 em abril e 109 registros em maio. As denúncias estão concentradas em anúncios enganosos e falsificações em marketplaces e grupos de mensagens.
Para Marcelo Souza, a popularização da inteligência artificial também criou um novo desafio para consumidores e empresas: a dificuldade em distinguir conteúdos autênticos de materiais manipulados.
“Imagens, vídeos e documentos já não são sinônimo de verdade na internet, isso gera uma crise de confiança digital”, afirma.
Segundo ele, a resposta passa pela adoção de sistemas mais avançados de autenticação e monitoramento de comportamento dos usuários.
“Se os cibercriminosos alteram suas táticas em questão de horas, por que muitas companhias ainda levam semanas ou meses para atualizar regras de prevenção?”, questiona.
Para o executivo, a proteção dependerá cada vez mais da verificação de identidade e da capacidade de detectar comportamentos fora do padrão em tempo real. “A confiança real se constrói na camada de identidade, no reconhecimento do usuário e na capacidade de reagir de forma proporcional quando algo foge do padrão”, conclui.
O Procon-SP elaborou as seguintes orientações aos consumidores para evitar cair em golpes:
Em relação às compras via internet, Marcelo Souza, da Certta, recomenda estratégias adicionais:
VTM
“Chega ao fim um ciclo que me deixa orgulhoso, não apenas pelos resultados alcançados, mas sobretudo pelas pessoas com quem o partilhei.” Foi desta forma que Vítor Gamito anunciou o fim da sua ligação ao Rebordosa, colocando um ponto final numa passagem de duas temporadas no comando técnico da equipa sénior.
Numa longa mensagem de despedida, o treinador deixou palavras de agradecimento à direção, ao staff, ao departamento de formação, à sua equipa técnica, aos sócios e simpatizantes, reservando uma menção especial aos jogadores, que considerou os “verdadeiros protagonistas deste percurso”.
“Que grupo! Que forma de competir!”, escreveu Gamito, destacando o facto de o Rebordosa ter sido a única equipa pós-laboral presente na Fase de Subida do Campeonato de Portugal. Para o técnico, esse feito reflete “o caráter, a ambição e o compromisso” demonstrados pelo plantel ao longo da época.
Apesar do percurso positivo, o treinador reconheceu que a equipa não alcançou o objetivo pretendido. “Não terminámos a época com o objetivo que pretendíamos alcançar. Assumimos essa responsabilidade. Poderíamos e deveríamos ter feito mais e melhor”, admitiu, referindo à tão ambicionada subida à Liga 3.
Na despedida, Vítor Gamito evocou ainda os ensinamentos do falecido treinador Vítor Oliveira, lembrando que “os finais de época são passageiros. Os vencedores terão de provar novamente o seu valor. Os vencidos terão a oportunidade de redefinir objetivos e voltar a competir”, acrescentando que “Rebordosa é valente. Vai seguir em frente.”
Do lado do Rebordosa, a direção fez saber, em comunicado, que a decisão partiu do próprio treinador e aproveitou para agradecer o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dois anos.
“O seu compromisso foi fundamental para o crescimento, desenvolvimento e profissionalização do clube e da sua estrutura”, lê-se na nota, publicada nas redes sociais.
“O seu compromisso foi fundamental para o crescimento, desenvolvimento e profissionalização do clube e da sua estrutura. Foram 65 jogos, 35 vitórias e momentos inolvidáveis, desde o apuramento para os oitavos de final da Taça de Portugal, à presença na fase de subida à Liga 3, bem como ao recorde de invencibilidade no Campeonato de Portugal”, destaca o clube, aproveitando para desejar a Vítor Gamito “e a toda a sua equipa técnica os maiores sucessos pessoais e profissionais, com a certeza de que esta será sempre a vossa casa”.
Recorde-se que o Rebordosa ficou em 1º lugar da série B, com 58 pontos. Na fase de subida a equipa ficou aquém das expectativas. Em seis jogos, somou apenas quatro pontos e falhou os lugares de acesso à Liga 3.
The post Fim de ciclo para Vítor Gamito no Rebordosa appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
VTM
David Kusso transferiu-se em definitivo do clube flaviense para a Bulgária, enquanto Reinaldo foi contratado pelo Levski após terminar o período de empréstimo aos “valentes transmontanos”.
A transferência de Kusso foi anunciada esta quinta-feira pelo Grupo Desportivo de Chaves, que confirmou ter chegado a acordo com o emblema búlgaro para a cedência definitiva dos direitos de inscrição desportiva do defesa esquerdo. No comunicado divulgado, os flavienses agradeceram ao jogador o “compromisso e dedicação” demonstrados ao longo das várias épocas em que representou o clube.
Kusso destacou-se inicialmente na equipa B do Chaves, onde apontou 18 golos em 27 jogos na época 2023/24. Depois de uma passagem pela AD Sanjoanense, regressou aos flavienses e realizou a sua temporada na equipa principal em 2025/26, somando cinco golos e três assistências em 30 partidas.
Também Reinaldo vai vestir a camisola do Levski Sofia. O avançado brasileiro, de 24 anos, foi oficializado pelo clube búlgaro com um contrato válido até ao verão de 2029. Segundo alguns órgãos de comunicação social portugueses, a transferência foi realizada por cerca de 1,5 milhões de euros, mantendo o Santa Clara 15 por cento dos direitos económicos do jogador.
Contratado pelos açorianos em 2024, proveniente do Athletico Paranaense, Reinaldo passou por empréstimo pelo Guarani, FC Alverca e GD Chaves. Ao serviço dos transmontanos realizou 31 jogos na última temporada, tendo marcado seis golos e efetuado três assistências.
Com estas duas contratações, o Levski Sofia aposta em jogadores que ganharam destaque recente na Liga Portugal 2 e que tiveram um papel relevante na campanha do GD Chaves em 2025/26.
The post Kusso e Reinaldo rumam à Bulgária para representar o Levski Sofia appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
VTM
O técnico, de 43 anos, natural do concelho de Montalegre, volta a um clube que bem conhece, depois de ali ter desempenhado funções de treinador-adjunto na época 2017/18, ao lado do primo Tony da Silva, que também rumou a um novo projeto, depois da Federação Maliana de Futebol (FEMAFOOT) o ter anunciado como novo selecionador nacional do Mali.
A contratação foi oficializada pelo emblema raiano, que aposta num treinador que chega credenciado pelos resultados alcançados nas últimas temporadas. Na passada temporada, Steven Sanches orientou o Vidago FC, conduzindo a formação flaviense à conquista da Taça da Associação de Futebol de Vila Real e ao segundo lugar no Campeonato Distrital da Divisão de Honra, numa das melhores campanhas recentes do clube.
Já durante o presente ano, o técnico assumiu o comando dos espanhóis do Monterrei CF, levando a equipa galega até à final da Copa Deputación de Ourense, confirmando a boa reputação que tem vindo a construir no futebol transfronteiriço.
Steven Sanches sucede, desta forma, ao flaviense João Fernandes, que deixou de ser o treinador do Grupo Desportivo Vilar de Perdizes em janeiro passado, com Márcio Rodrigues, o presidente do clube, a liderar uma comissão técnica desde esse período.
The post Vilar de Perdizes entrega comando técnico a Steven Sanches appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
VTM
De acordo com o comunicado da FEMAFOOT, a seleção final do Comité Executivo destacou o projeto apresentado por Tony da Silva, que “cumpriu os principais critérios técnicos definidos pela comissão”. O novo selecionador foi escolhido para atender a um triplo imperativo: renovação, desempenho e trabalho ao longo do tempo.
O treinador, natural de Montalegre, possui um currículo diversificado, tendo liderado equipas como a AD Oliveirense, GD Bragança, GD Vilar de Perdizes, CDC Montalegre e Politehnica Iași. A sua experiência inclui também funções como treinador-adjunto no Académico de Viseu, Freamunde e Paços de Ferreira, além de ter sido adjunto na seleção dos Camarões.
Tony apresentou um projeto de trabalho abrangente para o futebol do Mali, baseado em cinco eixos estratégicos. Entre os objetivos estão alcançar resultados de alto nível em competições africanas e mundiais, desenvolver e valorizar o campeonato nacional, e promover e apoiar talentos locais.
A escolha do novo selecionador é vista como um passo importante para o futuro do futebol no Mali.
The post Tony da Silva é o novo selecionador nacional do Mali appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
Atletas, equipa técnica, dirigentes, executivo municipal e amigos do clube participaram, na passada quarta-feira, na homenagem à equipa sénior de futebol do Louletano Desportos Clube pela promoção à Liga 3, que teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loulé.
Foi uma celebração pautada por memórias históricas e apelo a um ainda maior apoio ao clube na nova temporada.
A sessão solene abriu com uma intervenção sentida de Gilson Pagani, figura histórica do clube e que é hoje o seu diretor geral, que recordou com nostalgia os tempos áureos das décadas de 80 e 90, período em que o Louletano militava na II Divisão.
Na altura, o atual presidente da Câmara de Loulé, Telmo Pinto, fazia parte do plantel, ao lado de Pagani, Eduardo Pires, Jorge Guerra ou João Pedro Caliço, mas também de atletas de I Divisão e internacionais de renome, como o bicampeão mundial de juniores brasileiro Mauricinho.
Pagani relembrou o mítico jogo contra o FC Porto, “que nunca vai sair da memória de ninguém”. Um empate 2-2 em casa, em partida a contar para a Taça de Portugal, no qual os algarvios se bateram de igual para igual. “Estávamos com um frio estômago, mas quando o Rosa Santos começou o jogo o perfume teve que exalar…”.

Em relação ao momento atual, o diretor sublinhou a exigência do último campeonato. “O nosso fabuloso Mister Miguel (Valença) conseguiu unir o grupo e chegámos aqui com dignidade, lealdade, raça e ânimo. O Louletano é muito mais do que pensam, é conhecido no Brasil e em Angola”, afirmou, acrescentando ainda: “No Louletano ninguém desiste! Se tivéssemos desistido em janeiro, nunca estaríamos aqui!”.
O antigo jogador destacou ainda o percurso do atual presidente da Autarquia, que foi seu companheiro dentro das quatro linhas, como um exemplo a seguir: “Naquela altura, os miúdos entravam mudos e saiam calados do balneário. E um dia, chegou ao balneário um miúdo vindo do Quarteirense, magrinho, focado e elétrico, sempre a dar a opinião dele. Estudou, formou-se em Engenharia e depois o bichinho da política pegou ele. Ele nos deu esse exemplo, temos que estar focados, as oportunidades aparecem e quando a porta abre temos que entrar por ela”.
Por seu turno, o presidente do Louletano Desportos Clube, António do Adro, enalteceu a importante parceria com o investidor/patrocinador Hugo Garcia, elogiou o trabalho e empenho da equipa diretiva que o acompanha, lembrando ainda o ecletismo do clube que move dezenas de pessoas diariamente na natação, ginástica, futsal ou triatlo.
António do Adro manifestou a sua satisfação por ter na presidência do Município alguém que conhece profundamente o clube, mas não escondeu algumas necessidades atuais.
“Sei das dificuldades em termos de campos para a formação. Loulé só voltará a ser grande no desporto quando tiver mais infraestruturas”, alertou.

O líder do clube garantiu ainda que a equipa continuará a jogar no Estádio Algarve, agora com os jogos a serem transmitidos pela televisão (Canal 11), mas que as despesas serão maiores, sobretudo devido às deslocações.
“A Câmara Municipal sempre nos ajudou muito, mas este ano vamos chatear-te um bocadinho mais, Telmo!”, avisou.
A encerrar a cerimónia, o presidente da Câmara Telmo Pinto dirigiu-se diretamente aos jogadores, apelidando-os de “verdadeiros obreiros da vitória e os grandes heróis”.
O autarca aconselhou o plantel a desfrutar do momento, lembrando que quem consegue fazer de um hobby a sua profissão é um “felizardo”.
Recuando ao seu tempo de atleta, partilhou histórias de balneário: “Só o Benfica tinha um autocarro melhor do que o nosso. Num ano fizemos 12 viagens às Ilhas. O Mauricinho ganhava 1100 contos e eu 50 contos. Há muita carolice e gente a trabalhar nos bastidores para isto resultar”.
Assumindo as carências apontadas pelo líder do clube, Telmo Pinto reconheceu que o concelho está “deficitário em alguns equipamentos”, mas sublinhou a grandeza desportiva de Loulé, visível nas múltiplas modalidades, campeões e atletas olímpicos.
O edil concluiu destacando o papel social e cívico da instituição: “Foi nesta casa que muita gente foi formada e seguiu o caminho certo na vida. Esta entidade é altamente responsável pela formação de homens e mulheres deste concelho”.

Qual é a equipa do Louletano Desportos Clube?
Jogadores: Adair Kandala, Carlos Jr, Chima James, Daniel Paulino, Diogo Machado, Elvis Mendes, Guilherme Campos, Gustavo Daris, Jair Brito, João Farrajota, Leandro Ferreira, Luca van der Gaag, Marcão, Miguel Laginha, Nuno Martelo, Ricardo Leal, Rodrigo Mendes, Rodrigo Vilela, Sander Ramires, Tiago Cavadas, Tiago Correia, Tiago Paixão, Tiago Sousa, Tomás Tomaz, Xavi e Yan Marinho
Equipa técnica, staff e direção: Técnico de Equipamentos – Francisco Calenga (mais conhecido por Chicão); Departamento Médico – Victor Flores; Departamento Médico – David Roberto; Médico – Miguel Nascimento; Preparador Físico – Paulo Dubian Nosé; Treinador de Guarda-Redes – Bruno Pereira; Treinador Adjunto – André Silva; Treinador Adjunto – Miguel Lourenço; Treinador Principal- Miguel Valença; Dirigente – Jorge Evangelista; Dirigente – Luis Martins; Dirigente – Nuno Laginha; Dirigente – Nuno Cabrita; Diretor Desportivo – Filipe Costa; Diretor Geral – Gilson Pagani; Patrocinador – Hugo Garcia; Presidente – António do Adro.
O conteúdo “Campeões” do Louletano foram recebidos em festa no Salão Nobre da Câmara de Loulé aparece primeiro em Sul Informação.

O próximo compromisso do Brasil já será o primeiro da caminhada em busca do sexto título. No próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), a seleção canarinho estreia na Copa do Mundo contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Como esperado, Ancelotti promoveu várias mudanças em relação ao time que iniciou a goleada contra o Panamá no domingo passado (31 de maio), por 6 a 2, no Maracanã. Os zagueiros Léo Pereira e Bremer, o lateral-esquerdo Alex Sandro e os atacantes Matheus Cunha e Luiz Henrique, titulares no Rio de Janeiro, deram lugar, respectivamente, a Ibãnez, Marquinhos, Lucas Paquetá e Igor Thiago contra o Egito.
O atacante Neymar, que se recupera de uma lesão na panturrilha direita, sofrida na derrota do Santos para o Coritiba, por 3 a 0, na Neo Química Arena, em São Paulo, em 17 de maio, pelo Campeonato Brasileiro, sequer viajou para Cleveland. O camisa 10 permaneceu em tratamento na concentração da seleção verde e amarela, em Nova Jersey.
Os primeiros minutos foram de falhas cruciais, decisivas para a rede balançar. Aos seis, o volante Mohannad Lashin demorou a decidir para que lado sair jogando e foi desarmado na entrada da área por Bruno Guimarães, que bateu na saída do goleiro Mostafa Shobeir.
Quatro minutos depois, foi a vez de Marquinhos recuar sem força para Alisson e o atacante Mostafa Abdelraouf, conhecido pelo apelido Ziko em referência ao ídolo do Flamengo, antecipar-se e aproveitar para empatar a partida.
Aos 15 minutos, preocupação com Wesley. O lateral-direito sentiu a virilha após uma finalização e teve de ser substituído por Danilo. O ex-jogador do Flamengo, atualmente na Roma (Itália), não segurou as lágrimas no banco de reservas, ainda sem detalhes de uma possível lesão.
O Brasil tentou não diminuir o ritmo após o gol de Ziko e o baque pela saída de Wesley e acumulou chances perdidas. Aos 25 minutos, Vinícius Júnior foi lançado pela esquerda e invadiu a área com liberdade, mas o chute de direita saiu fraco, para defesa de Shobeir.
Sete minutos depois, foi a vez do também atacante Raphinha parar no goleiro egípcio, em finalização de dentro da área, buscando o canto direito. Já aos 37, Igor Thiago recebeu de Bruno Guimarães entre os zagueiros e também arriscou, forçando Shobeir a fazer outra grande intervenção.
A exemplo do amistoso contra o Panamá, Ancelotti voltou para o segundo tempo com a equipe bastante modificada. Saíram Alisson, Marquinhos, Ibañez, Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Vinícius Júnior e Igor Thiago para as entradas de Weverton, Bremer, Léo Pereira, Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique, Matheus Cunha e Endrick.
E foi dos pés deste último que saiu o segundo gol brasileiro. Aos seis minutos, Raphinha ficou com a sobra de uma bola recuperada no campo ofensivo e cruzou rasteiro, da esquerda, para Endrick chegar batendo na área e recolocar a seleção de Ancelotti na frente.
As substituições, de ambos os lados, diminuíram a intensidade do jogo. O técnico italiano ainda colocou Alex Sandro e Gabriel Martinelli nas vagas de Douglas Santos e Raphinha. Um time inteiro de alterações, com pouca criação de oportunidades fora o lance do segundo gol.
No lado egípcio, o atacante Mohammed Salah, astro do futebol mundial que está de saída do Liverpool (Inglaterra), entrou na etapa final, mas pouco acrescentou. A rede acabou não mais balançando em Cleveland.
O Brasil levou a melhor no primeiro de dois amistosos em casa diante da seleção mais tradicional e vitoriosa do futebol feminino. Neste sábado (6), as brasileiras derrotaram os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e donos de cinco ouros olímpicos, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Esta foi apenas a quinta vitória da equipe canarinho sobre as norte-americanas, em 44 jogos entre os países na história. Curiosamente, o segundo triunfo seguido. No último embate, em 8 de abril de 2025, as brasileiras ganharam por 2 a 1 no PayPal Park, em San José, alcançando o primeiro resultado positivo diante das rivais na casa delas.
Considerando o histórico de confrontos entre as seleções em solo brasileiro, o Brasil chegou a três triunfos em sete partidas, com dois empates e duas derrotas. Os times se reencontram nesta terça-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza.
O técnico Arthur Elias mandou o Brasil a campo com a goleira Lelê, as zagueiras Mariza, Isa Haas e Thais Ferreira; a lateral Isabela pelo lado direito e Taina Maranhão na ala esquerda; as volantes Angelina e Duda Sampaio e as atacantes Kerolin, Dudinha e Bia Zaneratto. A craque Marta, em transição após se recuperar de um edema na coxa esquerda, ficou no banco de reservas, mas sabendo que não iria entrar em campo.
O duelo começou eletrizante. Pressionando a saída de bola do Brasil, as norte-americanas saíram na frente com apenas um minuto de jogo. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza na intermediária e a atacante Sophie Wilson aproveitou a sobra para se aproximar da área e chutar rasteiro, no canto direito de Lelê, que não chegou a tempo para efetuar a defesa.
As brasileiras não se intimidaram e se lançaram ao ataque. Aos seis minutos, Bia Zaneratto avançou pela direita, encarou a marcação e tentou a batida cruzada. O chute não saiu forte e sobrou com Dudinha, que finalizou de primeira, quase da marca do pênalti, mas por cima da meta adversária.
Não demorou para o empate sair. Aos dez minutos, Isabela cruzou pela direita e Taina Maranhão, de cabeça, escorou no contrapé da goleira Mandy McGlynn, para deixar tudo igual. Três minutos depois, Bia Zaneratto virou o placar. Ela arrancou desde o círculo central, entrou na área e rolou para Dudinha, que retribuiu a gentileza. A Imperatriz teve tempo de dominar e mandar para as redes.
Apesar de não terem saído mais gols no primeiro tempo, as equipes mantiveram a postura ofensiva. O Brasil conseguiu ocupar o campo de ataque por mais tempo e dar bastante trabalho à marcação adversária. As norte-americanas, com dificuldades, assustaram aos 44 minutos, quando Wilson ficou frente a frente com Lelê, dentro da área, mas parou duas vezes na goleira do Corinthians.
Na volta do intervalo, os Estados Unidos adotaram uma posição mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Aos 12 minutos, a pressão norte-americana quase surtiu efeito, com um bate-rebate que terminou em chute rasteiro da lateral Avery Patterson que Isa Haas conseguiu antecipar e desviar para escanteio com a ponta do pé.
Para dar sangue novo à equipe brasileira, Arthur trocou, inicialmente, Angelina e Taina Maranhão por Yaya e Ludmila, respectivamente. Depois, promoveu quatro alterações, com Lorena, Rafaelle, Aline Gomes e Gio Garbelini nos lugares de Lelê (que deixou o campo com dores), Thais Ferreira, Kerolin e Bia Zaneratto.
O Brasil conseguiu equilibrar as ações e teve alguns contra-ataques, mas não teve êxito. Aos 45, Gio Garbelini teve grande chance, cara a cara com McGlynn, mas o chute por cobertura saiu fraco e a goleira conseguiu a defesa.
Nos acréscimos, a meia Jaedyn Shaw, após outro bate-rebate, desperdiçou a oportunidade do empate quase na pequena área, chutando por cima da meta. Apito final e festa dos mais de 31 mil torcedores presentes na Neo Química Arena.
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (6), às 19h (horário de Brasília), para seu último compromisso antes da Copa do Mundo de 2026. O adversário será o Egito, em amistoso disputado no Cleveland Browns Stadium, em Cleveland, nos Estados Unidos. A partida representa a última oportunidade para o técnico Carlo Ancelotti realizar ajustes e observar alternativas antes da estreia no Mundial, marcada para o próximo dia 13 contra o Marrocos.
O Brasil chega embalado após a goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, resultado que ampliou as opções analisadas pela comissão técnica para a formação ideal da equipe. A expectativa é de que Ancelotti utilize o amistoso para testar novas combinações e dar minutos a jogadores que disputam espaço entre os titulares.
Entre as mudanças previstas, Lucas Paquetá e Igor Thiago devem iniciar a partida, enquanto Douglas Santos também aparece como opção para começar jogando. O treinador italiano indicou que pretende observar diferentes características dentro do mesmo modelo tático antes da definição da equipe para a Copa.
Uma das ausências confirmadas é Neymar. O camisa 10 permaneceu em Nova Jersey para seguir o tratamento de uma lesão na panturrilha direita e não viajou com a delegação para Cleveland. A expectativa da comissão médica é contar com o atacante durante a competição, mas sua participação na estreia ainda depende da evolução física nos próximos dias.
Do outro lado, o Egito também utiliza o confronto como preparação final para o Mundial. Liderada por Mohamed Salah, a seleção africana chega motivada após resultados positivos em amistosos recentes e promete impor dificuldades ao Brasil.
O retrospecto favorece amplamente os brasileiros. Em seis confrontos anteriores entre as seleções, o Brasil venceu todos, incluindo amistosos e um duelo pela Copa das Confederações de 2009.
Após o amistoso, a delegação brasileira voltará suas atenções para a estreia na Copa do Mundo. Integrante do Grupo C, a Seleção enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na fase inicial do torneio.
The post Faltam 5 dias: Brasil encara Egito em último teste antes da Copa do Mundo 2026 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
“Quanto tá o Cristiano Ronaldo?”
“Trinta reais”
É um absurdo.
Tudo o que você quer é completar um álbum.
A década de 90 era mais fácil. Figurinhas para meninas só se fossem da Moranguinho ou dos ursinhos carinhosos. No máximo, aquela coleção de casal apaixonado te dizendo que amar é alguma coisa.
Mas a vida quis te dar um filho, e o moleque foi inventar de fazer futebol na escola, justo no ano da Copa. Porque o filho da gente precisa ser criança ativa, fazer exercício e aprender a lidar com o coletivo.
Todos os amiguinhos da escola têm o álbum. Não será o seu filho, logicamente, quem vai ficar de fora, correndo o gravíssimo risco de ser uma criança traumatizada por qualquer tipo de privação na infância. Ou de você ser acusada de mãe desnaturada. Ou só mão-de-vaca mesmo.
Mãe e pai, dois zeros à esquerda em assuntos esportivos, nem sabem por onde passa a atual escalação, nem sequer o nome do técnico atual. Só sabem que o Neymar, como sempre, tá com contusão.
Mesmo assim, acharam por bem adquirir o bendito álbum. Baratinho, 30 e poucos reais, uma barganha. Pacote de figurinha, 7 por 7, 1 real cada. Vai que dá.
Chegam em casa com o álbum e algumas figurinhas.
“Será que tem o Cristiano Ronaldo?”, o filho abre empolgado alguns pacotes.
Não, nada de Cristiano. Terminada a leva o filho já não se interessa mais pelas figurinhas novas que ganhou, só quer saber das repetidas.
“Agora eu vou poder trocar com os meus amigos”
Tá aí o aprendizado, seu filho é um arraso, se interessa mais pelas amizades e interação social. Quer fazer parte da roda de amigos. Olha aí, esse álbum vai valer a pena!
Final do dia o pai chega junto, empolgado para colar as figurinhas.
“Esse álbum não tem nem sumário…”
“Vem cá, meu filho, bora aprender a bandeira dos países”, a mãe convoca.
Vermelho, verde, estrelas amarelas. Um país chamado Curaçao. Sem til no ao.
“Onde diabos fica isso?”, a ignorante da mãe pergunta.
“É uma ilha no Caribe”, o pai pesquisa no Google.
Olha aí, o álbum de figurinhas, ensinando geografia.
Figurinhas espalhadas no tapete, os três estabelecendo a melhor estratégia de colar. “Olha aqui atrás, checa as letras do país e o número.”
“Esse álbum é muito confuso”
“Cheio de propaganda”
A mãe ordena as figurinhas em ordem alfabética. O pai ensina o filho a ver as bandeiras. Leem as siglas em inglês, checam os números. Olha aí, esse álbum de figurinhas, ensinando seu filho ortografia e ordem numérica.
“Na minha época, já vinha o catálogo embutido”, o pai se explica.
Dos três, a mãe é quem tem unha, haja paciência para descolar apenas o cantinho do adesivo e deixar pronto a puxada triunfal da colação.
“Vai, filho, cola aqui, Catar 15”, a mãe incentiva.
“Confere o nome”, o pai alerta.
O filho pega a figurinha de qualquer jeito e sai grudando.
“Não vai colar torto!”, o pai quer ensinar pro filho precisão e ajuste.
“Se ficar um pouquinho torto não faz mal, né, filho?”, a mãe quer ensinar a aceitação do imperfeito e a ressignificação dos erros.
Se olham atravessados. O filho se esmera em colar um pouco melhor.
“Olha pai, uma figurinha rara!”, ele grita, balançando o brasão prateado do Uzbequistão.
Agora o álbum ensina sobre valorização e humildade.
Colam mais figurinhas prateadas raras, mas logo o filho cansa, quando percebe a quantidade que ainda falta.
“Posso assistir televisão?”
“Não!”, os pais gritam.
Só vai levantar a bunda do sofá quando terminar de colar tudo e limpar a bagunça.
O grande álbum ensinando agora resiliência.
A mãe pega um estilete para acelerar o desgrude e o pai sai colando o que falta.
“Vou levar o álbum amanhã pra escola!”, o filho guarda empolgado na mochila.
O colégio delimitou local e horários para as trocas, proibiu transações dentro das salas, mas deixou bem claro no comunicado que não irá se meter nas negociações.
“Marca as repetidas.”
“Não vai ser feito de trouxa”
O filho chega depois, meio triste.
“Não consegui trocar todas.”
“Por que?”
O filho explica que ninguém queria trocar com ele as figurinhas de Cabo Verde.
“Meus amigos não querem colar foto de jogador feio”
“O que é isso, meu filho?”
Lá vai a mãe aproveitar a belíssima oportunidade para o sermão sobre beleza interior, olhar além das aparências e discriminação. Agora o álbum de figurinhas também ensinando sobre racismo e preconceito.
“Mas se não completar tudo não faz mal, né, mamãe?”
“Lógico que não, meu filho!”
Olha aí o álbum te ensinando a aceitar o incompleto, o não conjugado, o imperfeito. O importante é a diversão!
A avó chega no final de semana com 30 pacotes, para o seu alívio, o filho já tem um belo monte de repetidas. Lá vai a mãe, até o posto de troca do shopping, tentar desencavar figurinhas novas, vai lá, filho, interage. Troca 3 por uma especial!
O álbum ensinando a força das interações anônimas.
“Não mistura o monte!”, o adolescente de 13 anos briga com o seu moleque.
Passa aqui, mostra acolá, organiza as figurinhas na ordem do álbum, não mistura. Apesar do perrengue, trocas efetivas: 23 figurinhas numa única transação. Uma glória!
Agora só falta 659.
“Se não completar tudo, não faz mal, né, mamãe?”
Depois daquela pesquisada no orçamento, são 980 figurinhas, oficiais, fora as distribuídas nas garrafas de refrigerante e as especiais.
“Lógico que não, não faz mal, filho!”, você relembra essa máxima.
O pai se recusa a baixar aplicativo. A mãe imprimiu o catálogo para ir marcando as repetidas nos moldes antigos. Pai e filho agora marcam os bens adquiridos na folha, tudo para impedir que o filho não seja feito de besta. O álbum exigindo esperteza e sagacidade.
Mesmo assim, passando em frente a uma banca, você não resiste. Sempre pega um ou dois pacotinhos.
“É baratinho. Só sete reais…”
Um dia, numa feira aberta com um extenso posto de troca e vendas, a mãe não resiste. Chega com um dos vendedores e pergunta sobre a figurinha do Cristiano Ronaldo. Descobre a cotação altíssima, junto com a figurinha FWC 8, valendo 30 vezes mais que o mercado.
Muito caro. Na sua época, pelo menos vinham com um chiclete.
“Eita indústria capitalista!”, a mãe pensa.
O álbum de figurinhas ensinando a superar o que capital representa. O importante é a experiência.
Antes de partir, a mãe para e pergunta:
“E quanto tá o Messi?”
“O Messi? Tá vinte.”
“Ah, tá. Obrigada”.
Pelo menos a cotação andava justa.
E o Neymar nem tá no álbum.
