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Vídeo: Atentado a tiros deixa feridos e eleva alerta de segurança nos EUA em período pré-Copa do Mundo

Um atentado a tiros registrado na cidade de Toledo, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, no sábado (06/06), deixou várias pessoas feridas e provocou uma grande mobilização das forças de segurança. As vítimas receberam atendimento de emergência e foram encaminhadas para hospitais da região.

Após o ataque, as autoridades iniciaram uma ampla operação para localizar o responsável pelos disparos. Até o momento, o suspeito não havia sido encontrado. A polícia reforçou o patrulhamento e ampliou as buscas em diferentes áreas da cidade.

Diante da gravidade da ocorrência, os moradores da região foram orientados a permanecer em suas residências como medida preventiva. Equipes policiais mantiveram o isolamento de pontos estratégicos para garantir a segurança da população.

O episódio ocorreu a poucos dias do início da Copa do Mundo e aumentou a preocupação das autoridades com a segurança pública. O caso ganhou repercussão nacional em meio ao reforço dos protocolos adotados para grandes eventos esportivos no país.

As circunstâncias do atentado ainda são investigadas. As autoridades trabalham para esclarecer a motivação do ataque e identificar possíveis conexões que auxiliem na captura do suspeito.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Brasil quer convencer EUA de que acordo seria melhor que taxar em 25%

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O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.

O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.

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A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.

O Brasil rebateu que os argumentos não são legítimos e que a decisão parte de uma tentativa de ingerência em assuntos internos, além de expressar o protecionismo comercial unilateral de Washington.

O governo vem questionando as tarifas adicionais dos EUA com o argumento de que a tarifa média aplicada pelo Brasil sobre as importações dos EUA é de 2,7%, o que não justificaria o argumento de que as empresas norte-americanas seriam prejudicadas no acesso ao mercado brasileiro.

Novo prazo

O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema. Tal prazo ainda poderia, em tese, ser prorrogado.

Com isso, os negociadores brasileiros esperam ter mais tempo para um acordo, uma vez que o prazo inicial estipulado após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, no mês passado, foi de 30 dias que terminam neste domingo (7).

Dificuldades das negociações

Entre as dificuldades da negociação, está o fato de os EUA estarem envolvidos em várias outras negociações tarifárias ao redor do mundo, além do conflito bélico que lidera no Oriente Médio contra o Irã.

Enquanto isso, o governo brasileiro avalia a conveniência de um novo encontro de Trump e Lula. Existe a possibilidade de os dois se encontrarem no G7, na França, entre os dias 15 a 17 de junho. Porém, não há ainda confirmação de um encontro bilateral.

Outra dificuldade para negociar com os EUA é que os norte-americanos costumam ter demandas muito amplas, o que abarcaria diversas reinvindicações em diferentes áreas.

Porém, por enquanto, o Brasil busca um acordo especificamente sobre questões tarifárias e comerciais, sem outras pautas que poderiam interessar os norte-americanos, como terras raras. Ao mesmo tempo, o governo afirma que o Pix não entra em qualquer negociação com Washington.

A tarifa de 12,5%

Por outro lado, a taxação adicional de 10% ou 12,5% imposta a 60 países sob o argumento de que essas nações não combateriam, de forma eficiente, o trabalho análogo à escravidão é vista pelo governo brasileira como feita para não ser negociada.

Como é uma taxação imposta a boa parte do planeta, ela teria mais o objetivo de recompor, sob novas bases legais e argumentativas, o tarifaço anterior derrubado pela Suprema Corte de Justiça dos EUA.

A nova taxa afeta, além do Brasil, os aliados históricos de Washington, como Japão, União Europeia, Canadá e Índia, além da Argentina, presidida por Javier Milei, que tem se posicionado sempre ao lado de Donald Trump nas questões internacionais.

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5 de junho, é apresentado o Plano Marshall, de ajuda dos EUA à Europa

A 5 de junho de 1947, na Universidade de Harvard, George Marshall apresenta o Plano Marshall, de ajuda dos EUA aos países europeus, que renasciam das cinzas, na ressaca da II Guerra Mundial. O Plano Marshall foi um programa de recuperação europeia, levado a cabo pelo EUA, com a finalidade de apoiar os Aliados no […]
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Caiado acusa Lula de torcer por tarifa dos EUA contra o Brasil por interesse eleitoral

Pré-candidato à Presidência da República, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) criticou a possibilidade de os Estados Unidos imporem taxas sobre operações via Pix. Caiado evitou falar do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas fez críticas ao presidente Lula.

“É um processo que vem evoluindo há dois anos, e o governo não tomou nenhuma providência. Agora, está torcendo para que as tarifas venham, para criar um clima eleitoreiro”, declarou o ex-governador.

Ao rebater as críticas dos Estados Unidos ao Pix, Caiado classificou como infundadas as alegações de que o sistema de pagamentos brasileiro representaria um problema para empresas americanas. “Quando eles alegam haver um problema com o Pix, estão 100% errados. Não há lógica nisso”, declarou.

“As empresas americanas de cartão perderam competitividade, mas isso ocorre porque o Pix oferece vantagens ao brasileiro. Isso é uma questão de soberania nossa. Não há nada de ilegal. O que pode acontecer é que isso comprometa o nosso relacionamento”, declarou o ex-governador.

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Lula volta a falar em traição e diz que Flávio é capaz de vender o país por interesses mesquinhos

O presidente Lula (PT) voltou a chamar integrantes da família Bolsonaro de traidores da pátria após os novos anúncios de tarifas do governo dos EUA. Sem citar o rival diretamente, disse que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é capaz de vender o país por interesses mesquinhos.

“O que é triste é que tem brasileiros fomentando essa briga na perspectiva de que, se ele taxar a gente, ele vai prejudicar uma candidatura a presidente da República”, afirmou Lula. “Um imbecil desses não percebe que quem é prejudicado é o povo, não é o Lula.”

Nesta semana, o USTR publicou dois relatórios pedindo novas taxações contra o Brasil que, combinadas, podem atingir 21% da pauta de exportação brasileira aos EUA com alíquota de 37,5%. Trump publicou foto do encontro com Flávio elogiando-o como um jovem inteligente.

“Pedir uma punição ao país na perspectiva de derrotar uma candidatura ou de levar vantagem é de uma grosseria que eu não posso encontrar outro nome a não ser dizer: em qualquer país do mundo, em qualquer momento histórico, isso seria chamado de traição da pátria. É o que eles fizeram”, disse Lula na reunião ministerial desta quarta-feira (03/06).

Na abertura da reunião, Lula cobrou que seus ministros representem o governo federal na inauguração de obras. O petista avalia que governadores e prefeitos adversários têm faturado sozinhos os ganhos de popularidade de algumas ações da gestão federal.

Lula disse que os ministros devem se concentrar nas medidas que já estão em andamento. “Ninguém me apresente absolutamente nada novo. Agora é entregar o que já foi pensado”, declarou. De 4 de julho em diante, as regras eleitorais vedam que candidatos inaugurem obras públicas.

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Brasil intensifica preparação nos EUA para estreia na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira já está concentrada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde realiza a reta final de preparação para a Copa do Mundo. Antes da estreia no torneio, a equipe ainda disputa um amistoso contra o Egito, marcado para o próximo sábado (6), às 19h.

Nesta quarta-feira (3), os jogadores cumprem atividades internas pela manhã. Já no período da tarde, o técnico Carlo Ancelotti comandará mais uma sessão de treinamento com presença liberada para a imprensa. Também estão previstas entrevistas coletivas com Marquinhos e Igor Thiago.

O Brasil ficará hospedado em Basking Ridge, região próxima ao centro de treinamento que será utilizado durante a competição. O local escolhido pela delegação está a poucos minutos do Columbia Park Training Facility e relativamente próximo ao MetLife Stadium, palco da estreia brasileira no Mundial.

Ancelotti contará com os 26 convocados para os trabalhos. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que se apresentaram após compromissos na final da Liga dos Campeões da Europa, já estão integrados ao grupo.

Seleção brasileira desembarca nos EUA | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Confira os compromissos da Seleção na fase inicial da Copa do Mundo:

• 13 de junho, às 19h — Brasil x Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque.
• 19 de junho, às 22h — Brasil x Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
• 24 de junho, às 19h — Escócia x Brasil, no Hard Rock Stadium, em Miami.

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O que acontece quando a guerra às drogas vira guerra ao terrorismo

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A maior diferença entre chamar CV e PCC de terroristas ou organizações criminosas está na caneta de Donald Trump. Não tem nada a ver com o Brasil. Declarando as duas organizações brasileiras como “narco-terroristas”, o presidente dos EUA – Trump e também quem vier depois – tem o poder de realizar ações militares no nosso território sem precisar de autorização do Congresso. Invadir, portanto, as águas do nosso litoral e as calçadas das nossas cidades.    

Pra entender o que isso significa de fato, é fundamental olhar quem foram os homens mortos pelos militares americanos no Caribe, nos 58 bombardeios a embarcações e que deixaram, até o final de maio, 179 mortos, segundo uma investigação recente liderada pelo Clip, Centro Latinoamericano de Periodismo de Investigación.  

Aconteceu, por exemplo, com Chad Joseph, um pescador de 26 anos de Trinidad e Tobago. Joseph era pescador desde pequeno, e estava vivendo com a tia na comunidade de Las Cuevas, na Venezuela, quando decidiu subir em uma embarcação que ia rumo à sua vila de Matelot, um vilarejo de pescadores em Trinidad e Tobago. Ia encontrar a namorada. 

No dia 14 de outubro passado, a embarcação foi alvejada por militares americanos. O resultado, como em todos os bombardeios do tipo, foi a destruição total: corpos despedaçados, embarcação destroçada e qualquer conteúdo que esteja a bordo perdido no mar. É impossível saber se havia de fato drogas a bordo. 

Nem os EUA de Trump se preocupam em tentar apresentar evidências disso. 

No caso de Chad, sua família conseguiu identificá-lo e pressionar as autoridades de Trinidad e Tobago e, depois, processou o governo americano em uma corte federal em Massachusetts. 

Mas por que Chad teria decidido se arriscar e entrar na embarcação que saía da Venezuela rumo a Trinidad e Tobago? Sua mãe, Lenore Burnley, explicou: “Eu conheço a lei do mar; conheço desde que era jovem. Se é um barco, ou algo assim, supostamente você tem que pará-lo, entende? A lei não prevê matar pessoas. Esta é a primeira vez na minha vida, e tenho 51 anos. Nunca ouvi falar de algo assim”.

Ou seja: porque a ideia é tão absurda que nem passava pela cabeça de Chad.  

Nem na cabeça de de Rishi Samaroo, um ex-detento de Trinidad e Tobago que já havia cumprido sua pena e criava vacas e cabras na Venezuela para ajudar a família. Nem na de Eduard Hidalgo, 46 anos, pescador da Venezuela, deportado dos EUA em 2025. Ou de Luis Ramón Amundarain, mototaxista de Güiria, Venezuela. Nem pensava sobre isso Alejandro Andrés Carranza Medina, de La Guajira, Colômbia, pescador de atum e marlim. Ou Eduardo Jaime, conhecido como “Pichirilo”, jogador de futsal adorado pelos vizinhos da municipalidade de Güiria, na Venezuela. Nem Ricky Joseph, pescador de Savannes Bay, em Santa Lucía.

No total, a investigação transnacional conseguiu identificar 18 dos assassinados. Apenas. O resto se perdeu no oceano. 

Desde que o filho foi despedaçado no mar, Lenore Burnley diz que sua vida tem sido uma “tempestade contraditória entre ter uma vaga esperança e a realidade crua da morte súbita de Joseph, sem que haja um corpo para enterrar”. 

Especialistas consultados pela investigação afirmam que muitas vezes os mesmos barcos que levam drogas de um lugar a outro levam passageiros na viagem de volta, aproveitando para ganhar um troco a mais.    

Entender as histórias dessas vítimas que sequer tiveram a oportunidade de serem questionadas pela polícia revela o tamanho do horror que é a ação politiqueira de Flávio Bolsonaro, seu irmão Eduardo e o cúmplice Paulo Figueiredo, ao armarem uma missão para convencer o governo americano a dar a si mesmo o direito de fazer exatamente isso contra trabalhadores brasileiros. 

Enquanto a maioria dos analistas repetem que os danos da designação de PCC e CV como terroristas serão econômicos, com possíveis sanções a bancos, empresas e até o PIX, é com os trabalhadores que eu me preocupo. E não só os pescadores. 

Isso porque a série Los bombardeados, sin derecho a la defensa, liderada pelo CLIP, também descobriu outra coisa escandalosa. O tráfego aéreo da Colômbia foi afetado por “apagões” de radares aéreos justamente nos dias e horários em que os EUA bombardearam a costa. Tudo indica que os militares americanos usam um bloqueador de sinal que coloca em enorme perigo também os aviões comerciais que sobrevoam o céu colombiano.

E os seus trabalhadores – que não têm absolutamente nada a ver com isso. 

Um piloto de um Airbus A320 com capacidade para 180 passageiros descreveu assim o que presenciou no dia 12 de dezembro de 2025. “Estava voando de Bogotá para Aruba e, quando estava passando por cima de La Guajira, os dois GPS falharam e até o relógio que marca a hora UTC falhou. Foi estranho e nunca tinha acontecido comigo”, disse. 

Segundo o relatório enviado à Aeronáutica colombiana, revisado pelos jornalistas, primeiro o GPS esquerdo falhou, depois o direito, e depois o transponder, dispositivo que informa ao radar em terra onde o avião está . A torre de controle não sabia onde estavam. Os alarmes do sistema antichoque se acenderam e diziam que o solo estava próximo, mas eles estavam a milhares de pés de altura, sobre o mar aberto. Os sistemas continuaram falhando até eles pousarem em Aruba, destino turístico que recebe mais de 2 milhões de visitantes por ano. 

Se eu fosse os sindicatos de pescadores e outros trabalhadores que operam no mar, eu estaria muito preocupada. Assim como os sindicatos de outros tipos de profissionais, como os pilotos, aeromoças e serventes de bordo.

Sem falar a Aeronáutica brasileira. Onde estão nossos Brigadeiros? 

Ou a Marinha. Onde estão nossos valentes Almirantes? 

Finalmente, qualquer companhia aérea e operadora de turismo deveria também estar alarmada. Imagine se um avião com 200 passageiros é afetado por um desses “apagões”?   

A ação de Flávio Bolsonaro acaba de dar carta branca a qualquer presidente dos EUA de assassinar qualquer brasileiro sem perguntar antes quem ele é, o que ele faz.

Uma irresponsabilidade. Uma molecagem. Essa é uma mancha que não vai sumir tão cedo, por mais cloro que se aplique, e que vai ter consequências com as quais o Brasil terá que lidar por muito tempo depois das eleições.   

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SECP reforça ligação à diáspora lusa durante visita oficial à Califórnia

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, realizou, entre os dias 23 e 28 de maio, uma visita oficial ao estado norte-americano da Califórnia, numa agenda marcada por encontros com dirigentes associativos, autarcas, empresários, representantes religiosos, líderes comunitários…

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