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Black Leaders Revolt Against Debbie Wasserman Schultz's Congressional Campaign, by Jose Alberto Nino

Debbie Wasserman Schultz’s announcement that she would leave her current congressional seat behind and compete for Florida’s 20th Congressional District has triggered one of the most intense confrontations between black and Jewish political forces in recent years. The district, situated in Broward County and reliably Democratic, has served as a cornerstone of black political power...
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F1: Mercedes reage e Antonelli é líder no TL3 do GP do Mónaco

Após duas sessões de treinos livres sob o domínio da Ferrari, eis que a Mercedes reage e no TL3 superioriza-se a toda a concorrência, através de Kimi Antonelli, que baixou a fasquia da cronometragem para 1:12,720s, quando faltavam mais de 15 minutos para o final do treino e ninguém mais conseguiu aproximar-se.

Nas segunda e terceira posições, terminaram este TL3, Charles Leclerc (+0,327s) e Lewis Hamilton (+0,331s). Está, portanto, relançada a luta entre a Mercedes e a Ferrari, com a Red Bull e a McLaren a serem espetadores bem agressivos, mostrando também as suas virtudes. George Russell (+0,673s) ficava em 4º e Max Verstappen fechava o top-five (+0,942s).

Oscar Piastri foi o sexto com a McLaren, seguido por Gabriel Bortoleto, Isack Hadjar, Lando Norris e Nico Hulkenberg, que completaram o top-ten do último ensaio antes da classificação que define a largada para a corrida deste domingo.

Referimos que bastante melhor neste TL3 esteve a Audi, com Bortoleto (+1,100s) a subir na tabela e a terminar a sessão na 7.ª posição, deixando Hülkenberg fechar o top-ten.

Quando faltavam menos de 14 minutos para o tempo da sessão esgotar-se, Oliver Bearman batia forte na Curva 3 e destruía bastante o carro, dando origem à presença da bandeira vermelha.
Retirar o carro e limpar a pista demorou algum tempo e rapidamente chegava o final da sessão. Contudo, ainda havia tempo para uma volta rápida e foi isso que alguns pilotos fizeram, designadamente a Audi e os Ferrari, prestações que nada alteraram o que já estava estabelecido.

E a tabela de tempos do TL3 do GP do Mónaco ficou assim ordenada:

1) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’12.720
2) Charles Leclerc (Ferrari), 1’13.047
3) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’13.051
4) George Russell (Mercedes), 1’13.483
5) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’13.662
6) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’13.698
7) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’13.820
8) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’13.877
9) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’14.006
10) Nico Hülkenberg (Audi), 1’14.050
11) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’14.278
12) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’14.336
13) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’14.480
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’14.487
15) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’14.587
16) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’14.801
17) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’14.918
18) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’14.945
19) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’15.179
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’15.451
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’15.567
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’15.921

Voltaremos ainda hoje, pelas 15:50 hrs, com os resultados da Classificação que ordenará a grelha de partida para a Corrida de amanhã que fechará a sexta etapa da temporada 2026 da Fórmula 1.

(Colaboração F1Mania)

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F1: favoritismo da Ferrari para o GP do Mónaco é cada vez maior. Bortoleto dentro do top-ten do TL2

Se na primeira sessão de treinos livres a Ferrari confirmou o favoritismo para a vitória do GP de Mónaco, tendo feita a dobradinha, com Charles Leclerc em primeiro e Lewis Hamilton em segundo, no TL2 essa tendência aumentou ainda mais, desta vez com Lewis Hamilton (1:13,026s) na frente de Charles Leclerc, apenas separados por uma escassa (+0,111s) diferença.

Max Verstappen, da Red Bull, voltou a ser terceiro, na frente dos dois Mercedes, de Russel e Antonelli, a fechar o top-five.
Gabriel Bortoleto repetiu a 9ª posição neste TL2, atrás do seu companheiro de equipa Hülkenberg e na frente de Oliver Bearman que completou o top-ten.

A sessão foi marcada pelo abandono de Lando Norris logo no início. O atual campeão do mundo parou sua McLaren na saída do túnel.

Tal como aconteceu no TL1, boa parte dos pilotos não perdeu tempo para entrar em pista, mas optando agora pelo composto médio da Pirelli.

Nos primeiros minutos a Ferrari repetiu a boa performance demonstrada no TL1, com Leclerc a liderar a equipa italiana (1:14,240s).
Verstappen também chegou a liderar a sessão, mas Hamilton superiorizou-se com um crono mais baixo (1:13,729s).

Decorridos 15 minutos da sessão, Lando Norris parou o seu McLaren na saída do túnel e abandonou o treino, requisitando o safety car virtual.

Mais tarde, Leclerc voltava ao topo da tabela, averbando 1:13,613s, configurando a dobradinha da Ferrari novamente. Contudo, Verstappen calçando o comporto macio, arrancava o melhor tempo até então (1:13,467s) e assumia temporariamente o comando da sessão.

Bortoleto, também calçando pneus macios, chegava à oitava posição. Hülkenberg posiciona-se na quinta posição.

O holandês da Red Bull baixava ainda mais a sua melhor marca (1:13,194s) mas vivia-se a expectativa do desempenho dos Ferrari também com macios. E ela justificou-se. Leclerc marcava 1:13,137s quando faltavam 25 minutos para o final. Na sequência, foi a vez de Hamilton fazer bonito crono de 1:13,026s com o qual a sessão seria encerrada.

Os minutos finais foram dedicados às simulações de corrida, sem grandes alterações na tabela de tempos.

No final, Pérez também parou seu carro, com a roda dianteira direita em chamas, causando nova bandeira vermelha, abreviando-se assim o final do TL2 deste GP do Mónaco.

A programação desta etapa da F1 continua amanhã, sábado, com o TL3 e a Classificação.

Resultado do TL2 do GP do Mónaco de F1:

1) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’13.026
2) Charles Leclerc (Ferrari) 1’13.137
3) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’13.194
4) George Russell (Mercedes) 1’13.405
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’13.529
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’14.087
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’14.088
8) Nico Hülkenberg (Audi) 1’14.094
9) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’14.359
10) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’14.456
11) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’14.497
12) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’14.512
13) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’14.600
14) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’14.748
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’14.758
16) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’14.785
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’14.845
18) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’15.116
19) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.274
20) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’15.294
21) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’15.759
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’16.174

(Colaboração F1Mania)

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Antoni Bayés: “El 20% de las personas va a tener insuficiencia cardiaca”

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Si una persona nota que le cuesta hacer actividades que antes no le costaban, como subir escaleras o caminar a paso rápido, y más si tiene sensación de falta de aire, debe pensar que puede tener insuficiencia cardiaca, advierte Antoni Bayés Genís, director del Institut del Cor en el hospital Germans Trias i Pujol en Badalona.

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Avião da Lufthansa cai de nariz no chão antes de decolar em Frankfurt

Um Boeing 787-9 da Lufthansa caiu de nariz no chão depois que seu trem de pouso colapsou na tarde desta quinta-feira (4), em Frankfurt. A aeronave estava parada no portão de embarque, sendo preparada para decolar para Los Angeles. Parte da tripulação e funcionários de solo estavam dentro do aparelho e ficaram feridos, segundo a companhia alemã. Os passageiros ainda não haviam embarcado. Leia mais (06/04/2026 - 15h00)
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F1: Rivais colocam Ferrari entre as favoritas na classificação final

A Ferrari inicia o fim de semana do GP de Mónaco cercada de expectativas positivas. Até mesmo os rivais apostam que a equipa italiana será dominante na classificação em Monte Carlo.

O chefe da McLaren, Andrea Stella, segundo a F1Mania, afirmou que o SF-26 parece especialmente adaptado às características do circuito monegasco.

Apesar de otimista, Frederic Vasseur, chefe do team de Maranello, mantém o foco na execução do trabalho. Destacou a importância da classificação e da precisão num dos circuitos mais desafiadores do calendário: “Mónaco é sempre um fim de semana único e este ano será particularmente interessante com a nova geração de carros, que, para os pilotos, deve parecer bem diferente neste tipo de circuito.
É um circuito onde a classificação, confiança e execução importam ainda mais do que o normal, e onde cada detalhe pode fazer a diferença
”, observou Vasseur.

O dirigente também se referiu ao que a prova significa para Charles Leclerc, que irá correr perante os seus fãs, mas reforçou que a abordagem da equipa seguirá a mesma: “Para o Charles, é obviamente uma corrida muito especial perante apoiantes locais, e há sempre muito apoio dos fãs para a Ferrari.
Sabemos quanta energia ele extrai ao correr neste ambiente. Dito isto, a nossa abordagem não muda: temos que manter o foco, construir o fim de semana sessão por sessão e garantir que colocaremos ambos os pilotos na melhor posição possível para extrair o máximo do carro
”, concluiu Vasseur.

Vale a pena salientar que pela primeira vez este ano, a Mercedes não chega como favorita para a corrida, o que só comprova como o GP de Mónaco é único. E como a velocidade máxima não é um diferencial no Principado, a Ferrari é que comanda as apostas neste fim de semana.

Recordamos que a FIA determinou limites mais conservadores para o uso da energia elétrica neste fim de semana, a para evitar que os carros fiquem rápidos demais nas apertadas ruas de Monte Carlo. E, pelo mesmo motivo, não haverá a ativação do ‘modo reta’ em nenhuma parte do circuito.

A Ferrari tem acumulado bons resultados em Monte Carlo nos últimos anos, como nos recorda a F1Mania. Em 2024, Leclerc venceu a prova e Carlos Sainz terminou em terceiro. Já na temporada passada, o monegasco voltou ao pódio ao cortar a linha de chegada na segunda posição.
Boas recordações para o team do cavalinho rompante, sem dúvida!

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Portugal, o Estado que abandona, criminaliza e «caça» estrangeiros

Em outubro do ano passado, sabendo que as estruturas administrativas do Estado continuavam a não responder atempadamente às necessidades de regularização de cidadãos estrangeiros, o governo de Luís Montenegro interrompeu a prorrogação da validade dos títulos de residência. Milhares de cidadãos imigrantes residentes no país foram atirados para uma situação de ilegalidade. À semelhança do que aconteceu nos Estados Unidos, em 1865, logo após a Guerra Civil Americana (1861-1865) e com a (…)

- 2026/06
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From Evo Morales to Rodrigo Paz: Bolivia's Dramatic Shift Toward Israel, by Jose Alberto Nino

Bolivia is experiencing its deepest political and economic crisis in four decades, and the responses from Washington and Jerusalem have been striking in their similarity. Since early May 2026, a massive wave of protests led by indigenous communities, miners, peasant unions, transport workers, teachers, and supporters of former leftist president Evo Morales has swept the...
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Mexican teachers expand protest camp and threaten to shut down the capital

CNTE teachers at the protest camp on the streets of the Historic Center in Mexico City on Tuesday.

Teachers in Mexico have launched a nationwide strike that is bringing mounting pressure on President Claudia Sheinbaum’s government ahead of the start of the soccer World Cup.

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© Nayeli Cruz

Teachers from the CNTE (National Coordination of Education Workers) demonstrating on Paseo de la Reforma.

© Nayeli Cruz

Members of the CNTE playing a game during Tuesday's demonstration.

© Nayeli Cruz (EL PAÍS)

Statues toppled by CNTE members.

© Nayeli Cruz

On Tuesday, the CNTE’s Single National Negotiating Commission attended a roundtable discussion with federal authorities at the Ministry of the Interior.
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Stop Weaponizing Everything!!!

Jan Marco Müller, the European Commission official who drafted the EU’s new science diplomacy framework, just said the quiet part out loud: “Science diplomacy is not about being nice to each other.” Yes, it is, dumbass. That was the whole point. For centuries, science diplomacy worked precisely because it allowed ordinary human beings to humanize […]
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Vulcão Kilauea lança colunas de lava de até 300 metros de altura no Havaí (vídeo)

O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo. A sua cratera está situada, aproximadamente, a 1.247 metros de altura acima do nível do mar e vem apresentando atividade constante desde 2024.

O vulcão Kilauea entrou novamente em erupção, na tarde do passado domingo, dia 31 de maio. Este é o 23º episódio da atual erupção deste vulcão, que teve início em 23 de dezembro de 2024.

Neste episódio atual, o vulcão expeliu colunas de lava a mais de 300 metros acima do Havaí, segundo foi revelado por vulcanologistas dos EUA.

Um comunicado do gabinete do Serviço Meteorológico Nacional em Honolulu, divulgado este domingo, segundo a CNN Brasil, informava que era esperada uma erupção intermitente com jatos de lava na caldeira do Kilauea.

O comunicado acrescentou que estes episódios costumam durar menos de 12 horas, mas as cinzas podem permanecer na atmosfera durante mais tempo, dependendo do vento e das condições meteorológicas que se fizerem sentir.

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Una PAU marcada por los detectores de frecuencia contra copiones: "Se juegan su futuro"

DNIs adheridos a estampitas religiosas, abrazos y risas para calmar los nervios y muchos vistazos de última hora a resúmenes y esquemas con letra diminuta. Este lunes han arrancado las Pruebas de Acceso a la Universidad (PAU) para los alrededor de 300.000 estudiantes que se presentan este año. Los primeros en pasar por estos exámenes que marcarán su futuro son los 42.000 alumnos de Madrid. La mayoría de las autonomías celebra la selectividad entre este martes y jueves. Este año, como novedad, la mayoría de universidades han anunciado el uso de detectores de frecuencia para evitar el uso de dispositivos electrónicos para copiar. Así ha ocurrido en la Universidad Complutense de Madrid (UCM), donde antes de comenzar la primera prueba, de Lengua y Literatura a las 9.30 horas, todos los estudiantes se han desprendido apresuradamente de auriculares y cualquier dispositivo que pudiera activar la vibración de un detector que le pudiera meter en apuros, tal y como les ha indicado una vocal del aula.

María repasa a las puertas de la Facultad de Ciencias de la Información, aprovechando que el calor aún no aprieta. Su primer examen es a las 12.00 horas. Se muestra tranquila porque, según cuenta a 20minutos, tiene una plaza reservada en una universidad privada en la que quiere estudiar Bellas Artes. Confía en su trabajo y considera que no se quiere "jugar un examen tan importante por unos pinganillos, es jugarte tu futuro, vamos lo suficientemente preparados para no tener que usarlos".

Lo mismo piensa Guille, que sí reconoce estar "un poco" nervioso porque "es el examen final y nos jugamos todo". Este aspirante a estudiante de Filosofía asegura que "copiar en el examen más importante de tu vida es jugártela mucho". En su instituto, asegura, "nadie va a copiar" ni hacer uso de pinganillos. A pocos metros se encuentran cuatro amigos que se ríen al ser preguntados por el uso de los pinganillos, pero aseguran que no los van a usar. "Yo soy más de chuletas clásicas de papel, es más fácil", bromea Lucas. Su amigo César afirma que "hay gente que nos ha dicho que lo va a usar, pero creemos que les van a pillar y que no es una buena decisión. Ellos verán, es su futuro y si quieren jugar con él...".

Sentadas en un banco frentre al aula en la que en breve tienen que entrar para enfrentarse a su primer examen, Irene y Paula afirman que han estudiado "todo el año" y van 'limpias'. Entienden que las universidades hayan recurrido a detectores de frencuencia para controlar dispositivos cada vez más avanzados para copiar. "Las medidas se han adaptado a los tiempos, es normal que se quieran asegurar de que no hay ningún tipo de trampas", asegura Irene.

La vicerrectora de Estudiantes de la UCM, Rosa de la Fuente, ha declarado a los medios de comunicación que ante la "proliferación" de formas de fraude académico que están utilizando los entornos digitales, los centros universitarios, asesorados también por los centros de Secundaria, han desarrollado medidas especiales, como pasar aleatoriamente dispositivos de detección de radiofrecuencias para evitar que "haya comunicaciones y que se puedan utilizar para copiar" medios imperceptibles como los micropinganillos o las gafas de Inteligencia Artificial (IA) generativa. "Nos preocupa todo lo que pueda servir para cometer fraude", ha apuntado.

De la Fuente ha considerado que "el que se esté jugando la prueba de hoy no va a hacer uso de estas tecnologías. Yo creo que va a ser muy minoritario, pero sí que es disuasorio y que iremos adaptando la tecnología hasta que encontremos las medidas suficientes", ha subrayado.

A punto de entrar al primer examen, Marcos se muestra "muy nervioso" porque solo se ha estudiado "un tema". "Voy un poco mal", reconoce. Aunque es más partidario de las "chuletas de papel" porque no las detectan los dispositivos de control estrenados este año, reconoce que no lleva ninguna. Su amigo Diego, en cambio, está "tranquilo" y defiende que "hay gente que estudia y se juega entrar en la carrera y otros que se copian y no se lo merecen como los que de verdad se esfuerzan, usar los detectores para pillarlos está muy bien".

Como ellos piensan la mayoría de estudiantes preguntados por este periódico. El uso de detectores "es más justo" y promueve "la igualdad", afirma otra joven. "Si alguien tiene, no es justo respecto a la gente que ha estudiado", añade su compañera. "Está bien porque si no la gente es muy tramposa", tercia otra de ellas.

"Se ha hecho lo que se ha podido, esperemos que salga bien", comenta Celines con risa nerviosa. Su amiga Lucía asegura que no llevan pinganillo ni plantean comenter ningún fraude: "Lógicamente, no nos la vamos a jugar", espeta. A Celines, por su parte, también le parece "muy bien" que se empleen detectores: "Así es más justo para todos y se evitan cualquier tipo de trampas".

Los detectores empleados este año detectan que hay un móvil encendido o aquellos objetos que no se detectan a primera vista. Para no perturbar el desarrollo de la prueba en el aula, el dispositivo vibra y, si el vocal no sabe exactamente a quién pertenece el dispositivo o tiene dudas, lo recoloca en el aula en otro sitio. Según ha expuesto la vicerrectora de Estudiantes de la Complutense, el protocolo contempla marcar el examen y dejar al estudiante que continúe la prueba para velar por la presunción de inocencia del estudiante. "El tribunal de sede determinará la tipología de la falta. Si es grave, va a conllevar probablemente un suspenso y una no calificación de ese examen. Si hay reiteración o lo que encontramos es una conversación con un pinganillo, será falta muy grave y podrá incluso no solamente suspender ese examen, sino toda la prueba. Tenemos que garantizar la igualdad de mérito entre todos los que participan en la prueba", ha defendido De la Fuente.

Recogida de auriculares

Entre los estudiantes también hay profesores de Secundaria y algún familiar emocionado que acompaña a los jóvenes estudiantes. José, profesor de Educación Física en el IES Juana de Castilla, es uno de ellos: "Mi labor es estar aquí toda la semana cuando haya examen para ayudarle a encontrar el aula, para resolver dudas con el tribunal, que se pongan menos nerviosos".

Jose ha tenido que guardar todos los auriculares de sus estudiantes: "Les han comentado que no pueden llevar ni siquiera en las mochilas los dispositivos bluetooth. La universidad mandó una nota a los centros indicando que habría sensores y sí va a ser así. Sabíamos que los móviles y los relojes inteligentes no estaban permitidos, pero no contábamos con lo del bluetooth. Parece que se van a poner serios". El reto al terminar el examen será que cada uno reconozca sus auriculares: "Tengo entre 15 y 20 en la mochila y habrá como mucho dos modelos diferentes. Luego entre ellos tendrán que apañarse para ver cómo lo solventan", agrega.

La Regenta y la literatura hispanoamericana

Como si de una premonición se tratara, otro grupo de estudiantes cuenta a 20minutos qué les gustaría que cayera en el examen de Lengua y Literatura para poder lucirse. Ellos apuestan por un "comentario de texto de un artículo de opinión", "sinonimia de definición" o "la generación del 14". Una hora y media después, los primeros alumnos que han terminado la prueba cuentan a la salida del aula que este año ha entrado "La Regenta", "el realismo", la "novela de hispanoamericana", una columna publicada en el diario El Mundo, un fragmento de El Español es un mundo, de Lola Pons, y "sinonimia" en cuando a la semántica.

"Ha caído la Regenta de Clarín, justo lo que me había estudiado. Dos textos periodísticos, uno muy largo y otro muy corto, una oración fácil y de definición, la sinonimia", relata Miguel Ángel. Según este estudiante, en su aula no se ha registrado ningún incidente relacionado por con los detectores de frecuencia y dispositivos no permitidos: "Estaba centrado en mi examen y quizá han pasado con el detector, pero no me he dado cuenta". Lo mismo corrobora Cristofer, que sí se ha percatado de que han realizado un barrido con detector de frecuencias en su aula, pero asegura que "no ha habido ningún problema".

Alba celebra a la salida que le salido "bastante bien" porque le ha resultado "fácil". "Ha caído La Regenta, que era uno de los más fáciles, así que perfecto". En su caso, tampoco se ha dado cuenta del barrido antidispositivos para copiar y también asegura que no se ha dado ningún indicente. Por su parte, Alejandra, ha optado por el análisis de texto, en el que han preguntado por "el realismo y el naturalismo" con un texto "fácil". Espera "un ocho o un nueve". La joven cuenta que "al principio nos hemos pegado un susto porque todos llevamos cascos, los hemos sacado y se los hemos dado a los profesores acompañantes, pero no ha habido ningún problema".

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F1: ADUO, atualizações e congelamentos no desenvolvimento dos motores em 2026

Nova geração de unidades de potência trouxe um sistema inédito de recuperação de desempenho, mas como referido na publicação da F1Mania, as regras são mais complexas do que parecem.

A chegada dos novos motores da Fórmula 1 em 2026 não trouxe apenas mudanças técnicas. A FIA também criou um mecanismo inédito para evitar que os fabricantes fiquem excessivamente atrás da concorrência durante a vigência do regulamento. Chamado de ADUO (Aerodynamic and Power Unit Development Opportunity), o sistema promete ajudar as montadoras em desvantagem, mas as suas regras geram muitas dúvidas entre fãs e até profissionais do paddock.

Uma das principais questões, segundo a F1Mania, envolve justamente os benefícios concedidos pelo programa.
Afinal, o que um fabricante contemplado pelo ADUO pode realmente atualizar? A resposta passa por componentes importantes da unidade de potência, incluindo áreas do motor de combustão interna, bateria, MGU-K e sistemas de recuperação de energia.

Mas, na realidade, nem tudo depende do ADUO. Mesmo os fabricantes que não receberem o benefício continuam autorizados a desenvolver determinadas áreas dos motores ao longo da temporada. Componentes como turbocompressor, sistemas de admissão e diversas estratégias de gestão permanecem abertas para evolução dentro dos limites definidos pela regulamentação.

Por outras palavras, a criação do sistema ADUO pela FIA gerou a impressão de que apenas os fabricantes contemplados pelo mecanismo terão permissão para desenvolver as suas unidades de potência ao longo da temporada 2026 da Fórmula 1. No entanto, isso não é verdadeiro.

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