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by Jesse Smith H.G. Wells 1940 fiction book “The New World Order”, advocated that nation states join together to form a socialist and scientifically managed world government to achieve peace and prevent future world wars. For over a century, significant changes have taken place bringing the world closer to Wells’ imagined global governance structure where the authority and relevance of nation states is increasingly diminished. James Warburg, a German born, American banker and Council on Foreign Relations (CFR) member once boldly stated in 1950, that “we shall have world government whether or not you like it, by conquest or consent.” […]

A reparação das estruturas de betão no cais do Porto de Serviços, bem como a recuperação dos diversos faróis e baías de assinalamento marítimo são duas das intervenções de reabilitação e valorização das infraestruturas portuárias e logísticas do Porto de Sines, para reforçar as suas condições de segurança, operacionalidade e sustentabilidade, que a APS – Administração do Porto de Sines tem vindo a fazer nos últimos meses.
Entre as intervenções já concluídas, destaca-se a reparação das estruturas de betão no cais do Porto de Serviços, terminando, desta forma, a reabilitação dos cais de acostagem desta infraestrutura.
Foi também concluída a intervenção de reparo e reabilitação marítima do Porto de Sines, através da recuperação dos diversos faróis e baías de assinalamento marítimo.
Deste modo, «pretende-se reforçar a segurança do tráfego marítimo associado aos vários terminais e zonas de acostagem no porto, contribuindo para a prevenção de acidentes e consecutivamente, para a eficiência das operações portuárias», salienta a APS.
No âmbito da modernização das infraestruturas portuárias, a APS anuncia que vai ser lançado um concurso público para a empreitada de reabilitação estrutural dos Postos 9 e 10 do Terminal Petroquímico.
«Esta intervenção visa assegurar a reabilitação deste cais de acostagem, de modo a garantir a vida útil desta infraestrutura, bem como a continuidade das operações portuárias sem restrições», explica.
Em paralelo, a Pedreira de Monte Chãos está oficialmente legalizada pela DGEG- Direção Geral de Energia e Geologia, «constituindo um recurso fundamental no garantir de futuras obras de expansão marítima».
O conjunto destas intervenções e investimentos representa um total de cerca de 1,35 milhões de euros, o que, segundo a APS, reflete o seu «compromisso contínuo» na «melhoria e modernização das infraestruturas portuárias, melhorando as condições operacionais e de sua segurança, impulsionando a competitividade do porto».
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