Reading view

Vídeo: Policiais do Peru se fantasiam de mascote da Copa e prendem homem

Na quinta-feira (11), em Lima, capital do Peru, policiais peruanos se vestiram como mascotes da Copa do Mundo para deter um suspeito de tráfico de drogas.

Em um vídeo divulgado pela polícia, agentes vestidos como Clutch e Maple, uma águia-careca e um alce antropomórficos, arrombam uma porta de metal e imobilizam o suspeito.

Segundo o coronel Carlos Alcântara Obregón, a operação fazia parte de uma estratégia de inteligência policial, e os agentes se vestiram como os mascotes para se misturarem à multidão e abordarem o suspeito, que, de acordo com a investigação, é um ávido fã de futebol.

Segundo a mídia local, as autoridades apreenderam 2.524 pacotes de pasta-base de cocaína (CBP), além de 210 gramas de CBP e 209 gramas de maconha. Também foram apreendidos uma arma de fogo, munição e dinheiro.

Essa unidade policial costuma vestir seus agentes como personagens famosos durante operações em feriados, como o Halloween e o Natal.

Os agentes também já se vestiram de super-heróis, personagens de filmes de terror e até mesmo de capivara.

  •  

Trump acusa Irã de mentir sobre termos de acordo provisório com os EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (12) que os termos divulgados pelo Irã sobre o acordo provisório são falsos.

“Os termos que o Irã divulgou […] NÃO têm nada a ver com os termos que foram acordados por escrito. O que eles disseram, incluindo sua declaração fraca e patética sobre ter um acordo, não tem nenhuma relação com a verdade”, escreveu o presidente em uma publicação na Truth Social. “São pessoas extremamente desonestas. Com elas, não existe negociação de boa-fé.”

Trump afirmou na quinta-feira (11) que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Ele também declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

A agência estatal iraniana IRNA afirmou, nesta sexta-feira (12), que a questão nuclear do Irã não está prevista no atual acordo provisório com os Estados Unidos.

Segundo a agência, “nenhum acordo será firmado sobre a questão nuclear no memorando atual e o Irã não assumirá novos compromissos”.

O texto afirma que as negociações nucleares serão realizadas em até 60 dias após a assinatura da proposta provisória atual.

A agência informa ainda que o Irã não assume compromissos sobre a transferência de gestão do Estreito de Ormuz. A gestão da via será discutida como uma questão regional “por meio de diálogo e tomada de decisão entre Teerã e Omã”.

Saiba o que os veículos de comunicação iranianos disseram sobre o acordo provisório:

  • O documento aborda o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano. Os EUA se comprometeriam a “compelir Israel” a encerrar as hostilidades em Beirute caso o acordo seja assinado
  • Em relação à questão nuclear, o Irã não assumirá novos compromissos imediatamente e participará de negociações nucleares apenas durante o período de 60 dias após à assinatura do documento, “dentro da estrutura de seus princípios fundamentais”, incluindo seu direito ao enriquecimento de urânio
  • Sobre o Estreito de Ormuz, veículos de imprensa iranianos enfatizaram que Teerã não se comprometeria a ceder a gestão do estreito nem a “restaurar as condições” ao seu status pré-guerra
  • O memorando discute apenas “a normalização do tráfego marítimo” na hidrovia e o fim do bloqueio americano aos portos iranianos. Os EUA não teriam qualquer participação na gestão do estreito, que seria coordenada apenas regionalmente com as nações costeiras
  • Em relação aos ativos congelados do Irã, o acordo exigiria a liberação de US$ 24 bilhões em fundos iranianos congelados – metade dos quais deve ser disponibilizada imediatamente após a assinatura
  • A agência de notícias IRNA informou que a minuta do documento afirma que o Irã “obteve garantias específicas de terceiros” quanto ao pagamento final
  • Sobre as reparações de guerra, a agência Mehr afirmou que o documento inclui um plano de reconstrução para o Irã totalizando pelo menos US$ 300 bilhões. A agência IRNA informou que o mecanismo específico de implementação será negociado durante os 60 dias
  • Sobre o programa de mísseis balísticos do Irã e seus aliados, a Mehr disse que houve uma “remoção definitiva” desses tópicos
  • Enquanto isso, a agência de notícias Tasnim, próxima à Guarda Revolucionária, afirmou que o texto “ainda precisa ser revisado e finalizado pelas instituições competentes no Irã”

Uma pessoa familiarizada com as negociações entre os Estados Unidos e o Irã informou que um acordo provisório entre os países pode ser assinado já no próximo domingo (14).

Três fontes disseram à CNN que a cerimônia de assinatura deverá ocorrer em Genebra, na Suíça.

O que Trump disse anteriormente?

O presidente americano anunciou na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Ele disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance.

As fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura seria realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcaria o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

Ainda na quinta-feira, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, Trump afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

  •  

Líbano, Ormuz e questão nuclear: saiba o que o Irã diz sobre acordo com EUA

A agência de notícias estatal iraniana IRNA informou que após várias rodadas de revisões, um acordo provisório com os Estados Unidos “chegou efetivamente à sua fase final”, baseado na proposta de 14 pontos do Irã.

Uma pessoa familiarizada com as negociações entre os Estados Unidos e o Irã informou que um acordo provisório entre os países pode ser assinado já no próximo domingo (14).

Três fontes disseram à CNN que a cerimônia de assinatura deverá ocorrer em Genebra, na Suíça.

O que o Irã diz?

Saiba o que os veículos de comunicação iranianos, incluindo a IRNA e a agência de notícias semioficial Mehr, estão dizendo sobre o acordo provisório:

  • O documento aborda o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano. Os EUA se comprometeriam a “compelir Israel” a encerrar as hostilidades em Beirute caso o acordo seja assinado
  • Em relação à questão nuclear, o Irã não assumirá novos compromissos imediatamente e participará de negociações nucleares apenas durante o período de 60 dias após à assinatura do documento, “dentro da estrutura de seus princípios fundamentais”, incluindo seu direito ao enriquecimento de urânio
  • Sobre o Estreito de Ormuz, veículos de imprensa iranianos enfatizaram que Teerã não se comprometeria a ceder a gestão do estreito nem a “restaurar as condições” ao seu status pré-guerra
  • O memorando discute apenas “a normalização do tráfego marítimo” na hidrovia e o fim do bloqueio americano aos portos iranianos. Os EUA não teriam qualquer participação na gestão do estreito, que seria coordenada apenas regionalmente com as nações costeiras
  • Em relação aos ativos congelados do Irã, o acordo exigiria a liberação de US$ 24 bilhões em fundos iranianos congelados – metade dos quais deve ser disponibilizada imediatamente após a assinatura
  • A agência de notícias IRNA informou que a minuta do documento afirma que o Irã “obteve garantias específicas de terceiros” quanto ao pagamento final
  • Sobre as reparações de guerra, a agência Mehr afirmou que o documento inclui um plano de reconstrução para o Irã totalizando pelo menos US$ 300 bilhões. A agência IRNA informou que o mecanismo específico de implementação será negociado durante os 60 dias
  • Sobre o programa de mísseis balísticos do Irã e seus aliados, a Mehr disse que houve uma “remoção definitiva” desses tópicos
  • Enquanto isso, a agência de notícias Tasnim, próxima à Guarda Revolucionária, afirmou que o texto “ainda precisa ser revisado e finalizado pelas instituições competentes no Irã”

O que dizem os EUA?

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance.

As fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

  •  

“Todos nós somos migrantes”, diz papa Leão XIV em último dia na Espanha

O papa Leão XIV se encontrou com migrantes em Tenerife nesta sexta-feira (12), último dia de sua visita de uma semana à Espanha, durante a qual o pontífice pediu aos líderes mundiais que tratassem os migrantes com mais humanidade.

“De certa forma, todos nós somos migrantes”, disse ele à plateia.

O pontífice, que tem se mostrado mais incisivo em suas críticas à direção da liderança global nos últimos meses, está visitando as Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol na costa oeste da África, como culminação de sua visita de três paradas.

As ilhas são uma das principais portas de entrada para a Europa para migrantes, que arriscam uma travessia mortal pelas águas do Atlântico, muitas vezes em pequenas embarcações improvisadas e superlotadas.

“Ninguém abandona sua terra, sua família e suas raízes de livre e espontânea vontade quando pode viver em paz. Deixamos para trás nossas memórias, nossos entes queridos e uma parte de nossos corações, na esperança de encontrar uma vida melhor”, disse o migrante nigeriano Bousso Diouf em um discurso ao papa no evento.

Papa exige “caminhos legais e seguros para a imigração”

Localizadas a mais de mil quilômetros da Espanha continental, as Ilhas Canárias receberam um número recorde de 46.843 migrantes irregulares em 2024, em comparação com menos de mil em 2015, segundo dados oficiais.

Mais de três mil pessoas morreram em 2025 tentando chegar às ilhas, segundo a ONG Caminando Fronteras.

O pontífice disse ao Parlamento espanhol, na segunda-feira (8), que a falta de ajuda aos migrantes do mundo está desafiando “os fundamentos éticos da ordem internacional”.

Na quinta-feira (11), ele pediu “vias legais e seguras” para a imigração, cooperação internacional no combate ao tráfico de pessoas e financiamento para o resgate de migrantes em perigo no mar.

O mundo precisa fazer mais para erradicar a pobreza, as guerras e a corrupção que forçam os migrantes a fugir de suas casas, afirmou ele.

“Não basta gerenciar as chegadas, divulgar estatísticas, reforçar as fronteiras ou lamentar as mortes depois que elas já ocorreram”, continuou o papa.

Juan Carlos Lorenzo, coordenador da Comissão Espanhola para Refugiados nas Ilhas Canárias, disse à agência de notícias Reuters que a visita de Leão XIV foi um “marco significativo”.

“Servirá como uma forte afirmação da defesa dos direitos humanos, do respeito e da dignidade que todas as pessoas merecem, independentemente de sua origem”, disse Lorenzo.

Ao contrário da maior parte da Europa, a Espanha adotou uma postura mais aberta em relação aos migrantes, implementando um programa para conceder residência a mais de meio milhão de pessoas sem documentos.

A iniciativa, no entanto, atraiu críticas de líderes da ultradireita e o país enfrenta dificuldades com a lentidão na concessão de status legal a milhares de pessoas em situação migratória indefinida.

  •  

Questão nuclear do Irã não está no acordo atual com os EUA, diz agência

A questão nuclear do Irã não está prevista no atual acordo provisório com os Estados Unidos, informou a agência estatal iraniana IRNA, nesta sexta-feira (12).

Segundo a agência, “nenhum acordo será firmado sobre a questão nuclear no memorando atual e o Irã não assumirá novos compromissos”. O texto afirma que as negociações nucleares serão realizadas em até 60 dias após a assinatura da proposta provisória atual.

A agência informa ainda que o Irã não assume compromissos sobre a transferência de gestão do Estreito de Ormuz. A gestão da via será discutida como uma questão regional “por meio de diálogo e tomada de decisão entre Teerã e Omã”.

A cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã pode ocorrer em Genebra, na Suíça, segundo três fontes, disseram à CNN nesta sexta-feira (12).

Uma pessoa familiarizada com os planos afirmou que a assinatura poderá ser feita já no domingo (14).

As declarações acontecem após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance.

Duas fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

Pontos do acordo

Durante a tarde de quinta-feira (11), em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que cancelou ataques e bombardeios que estavam programados para ocorrer durante a noite.

Segundo ele, a decisão foi tomada após as negociações com o Irã terem alcançado “o mais alto nível da liderança iraniana” e após a aprovação dos “pontos finais” de um possível acordo.

Mais tarde, durante evento no Salão Oval, Trump voltou a defender que as partes estão muito próximas de um entendimento.

“Os documentos estão praticamente finalizados, então vamos ver”, afirmou ele.

O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

  •  

Irã não fará transferência da gestão de Ormuz em acordo, diz agência

A IRNA, uma das agências de notícias estatais do Irã, noticiou nesta sexta-feira (12) que o Irã não assume compromissos sobre transferir a gestão do Estreito de Ormuz no atual acordo provisório com os Estados Unidos.

“O futuro da gestão do estreito será resolvido no âmbito de uma questão regional e por meio de diálogo e tomada de decisão conjunta entre Teerã e Omã”, informa a agência.

Sobre o programa nuclear iraniano, a agência diz que “nenhum acordo será firmado sobre a questão nuclear no memorando atual e o Irã não assumirá novos compromissos”. O texto afirma que as negociações nucleares serão realizadas em até 60 dias após a assinatura da atual proposta provisória.

A cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre os países pode acontecer em Genebra, na Suíça, já no próximo domingo (14), segundo uma pessoa familiarizada com os planos.

Isso acontece depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance.

Duas fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

Pontos do acordo

Durante a tarde de quinta-feira (11), em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que cancelou ataques e bombardeios que estavam programados para ocorrer durante a noite.

Segundo ele, a decisão foi tomada após as negociações com o Irã terem alcançado “o mais alto nível da liderança iraniana” e após a aprovação dos “pontos finais” de um possível acordo.

Mais tarde, durante evento no Salão Oval, Trump voltou a defender que as partes estão muito próximas de um entendimento.

“Os documentos estão praticamente finalizados, então vamos ver”, afirmou ele.

O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

  •  

Assinatura de acordo entre EUA e Irã deve acontecer na Suíça, dizem fontes

A cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã deverá ocorrer em Genebra, na Suíça, segundo três fontes, disseram à CNN nesta sexta-feira (12).

Essa assinatura poderá ocorrer já no domingo (14), segundo uma pessoa familiarizada com os planos.

Isso acontece depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance. No entanto, autoridades iranianas ainda não confirmaram se um acordo foi alcançado.

Duas fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

No entanto, nada foi confirmado, e uma fonte iraniana sugeriu que Viena, capital da Áustria, também estava sendo considerada.

Pontos do acordo

Durante a tarde de quinta-feira (11), em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que cancelou ataques e bombardeios que estavam programados para ocorrer durante a noite.

Segundo ele, a decisão foi tomada após as negociações com o Irã terem alcançado “o mais alto nível da liderança iraniana” e após a aprovação dos “pontos finais” de um possível acordo.

Mais tarde, durante evento no Salão Oval, Trump voltou a defender que as partes estão muito próximas de um entendimento.

“Os documentos estão praticamente finalizados, então vamos ver”, afirmou ele.

O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

Resposta iraniana

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, classificou as notícias sobre um acordo fechado como “mera especulação”. Segundo ele, Teerã ainda não tomou uma decisão definitiva.

“Até o momento, o Irã não chegou a uma decisão final sobre qualquer acordo”, disse à agência estatal IRNA.

Baghaei também acusou Washington de alterar posições ao longo das negociações e declarou que as ações militares americanas têm dificultado o processo diplomático.

“Desde o início, o status das negociações estava claro para nós, e grande parte do texto já havia sido finalizada. No entanto, os americanos continuaram mudando suas posições”, declarou Baghaei, segundo a IRNA.

Já o parlamentar da ala linha-dura do Irã, Ebrahim Rezaei, alertou que Trump pode estar agindo de forma enganosa ao anunciar um “grande acordo” para encerrar a guerra, defendendo, em vez disso, que o Irã mantenha seus ataques.

“A probabilidade de Trump estar enganando é alta”, afirmou Rezaei, porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano.

  •  

Aeroporto na Alemanha é esvaziado após incidente de segurança, diz emissora

O terminal de passageiros do aeroporto de Hamburgo, no norte da Alemanha, foi esvaziado nesta sexta-feira (12) após um incidente de segurança, e todos os passageiros devem passar por uma nova inspeção de segurança, informaram o aeroporto e a polícia.

“Os voos estão temporariamente suspensos, mas os pousos estão ocorrendo normalmente. Entre em contato com sua companhia aérea”, informa o aeroporto no site.

O caso ocorreu por volta das 9h45, horário local, quando um homem acionou um botão de emergência que abre rotas de fuga, obtendo acesso não autorizado à área de segurança, disse uma porta-voz da polícia federal, acrescentando que ele provavelmente apenas se perdeu.

“A medida de precaução tomada pela polícia federal terminou e os passageiros já estão passando pela segurança novamente. As operações de voo estão sendo retomadas”, disse o porta-voz.

“No entanto, haverá atrasos, alguns deles significativos, ao longo do dia. Voos também serão cancelados ao longo do dia”, acrescentou, sem confirmar o número de cancelamentos.

 

 

 

  •  

Incêndio atinge aeroporto da capital da Nova Zelândia e desvia voos

Um incêndio atingiu o Aeroporto de Wellington, na capital da Nova Zelândia, nesta sexta-feira (12), forçando a retirada e o desvio de voos.

Um porta-voz do Corpo de Bombeiros e Emergências da Nova Zelândia afirmou que equipes estavam combatendo o incêndio juntamente com os bombeiros do próprio aeroporto.

Segundo ele, cinco viaturas de combate a incêndio, dois caminhões com escada e um centro de comando estavam no local, acrescentando que não podiam informar o que estava em chamas.

O Aeroporto de Wellington afirmou, em comunicado, que o píer sudoeste e o terminal principal foram esvaziados e que não houve feridos.

“Os voos com destino a Wellington foram temporariamente desviados e os passageiros são aconselhados a consultar suas companhias aéreas para obter informações sobre voos específicos”, dizia o comunicado.

  •  
❌