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Tozé Brito: “Em Londres, tive uma crise fortíssima que não consigo explicar: o desespero era tal que senti um impulso para me atirar à linha do metro”

Recordando o período em que viveu exilado em Londres, antes do 25 de Abril, Tozé Brito revela, no Posto Emissor, um momento que o marcou. “Nunca me senti deprimido, mas naquele dia estava num estado de desânimo total em relação à vida”

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É possível jogar bola de novo depois de romper o ligamento? Entenda

Enquanto atletas famosos recebem atenção mundial após uma ruptura do ligamento cruzado anterior, milhares de brasileiros enfrentam a mesma lesão longe dos holofotes. A principal dúvida é quase sempre a mesma: será que vou voltar a jogar como antes?

A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) costuma ganhar destaque quando atinge um grande jogador. Mas ela acontece todos os dias em campos de várzea, quadras, academias e partidas entre amigos. Um giro brusco, uma mudança de direção, um movimento aparentemente simples e, de repente, surge a sensação de que algo saiu do lugar. Muitas pessoas relatam um estalo no joelho, seguido de dor, inchaço e instabilidade.

Depois do diagnóstico, a preocupação vai muito além da cirurgia. O que realmente angustia a maioria dos pacientes é a incerteza sobre o futuro. “Vou voltar a correr?”, “Vou conseguir jogar futebol novamente?” e “Meu joelho voltará a ser o mesmo”?

A boa notícia é que a maioria dos pacientes consegue retornar às atividades esportivas. A má notícia é que isso depende de fatores muito mais complexos do que simplesmente esperar alguns meses após a cirurgia.

O relógio não decide quando o paciente está pronto

Durante muitos anos, o retorno ao esporte foi baseado principalmente no tempo decorrido após a reconstrução do ligamento. Era comum ouvir que o paciente poderia voltar a jogar após seis, oito ou nove meses. Hoje sabemos que essa lógica é insuficiente.

A ciência tem demonstrado que o calendário, sozinho, não é capaz de determinar se o joelho está preparado para suportar novamente os movimentos exigidos pelo esporte. Força muscular, equilíbrio, controle neuromuscular, capacidade de salto, estabilidade dinâmica e confiança do paciente são fatores igualmente importantes.

Por isso, os protocolos modernos utilizam critérios objetivos para avaliar a recuperação. O retorno ao esporte não deveria ocorrer apenas porque determinado período passou, mas porque o joelho demonstrou capacidade funcional adequada para suportar as demandas da atividade. Essa mudança é fundamental porque retornar precocemente aumenta significativamente o risco de uma nova lesão.

Atletas profissionais e pacientes comuns não seguem o mesmo caminho

Quando vemos um atleta de elite voltar aos gramados após uma lesão do LCA, muitas vezes criamos expectativas irreais. Jogadores profissionais contam com equipes multidisciplinares, fisioterapia diária, preparação física individualizada, monitoramento constante e acesso a recursos que não fazem parte da realidade da maioria dos pacientes. O paciente comum precisa conciliar reabilitação com trabalho, família, deslocamentos e limitações de tempo.

Isso não significa que o resultado será pior. Significa apenas que o processo é diferente.

Em muitos casos, a ansiedade para voltar ao futebol ou a outras atividades esportivas leva o paciente a acelerar etapas da recuperação. E esse é justamente um dos maiores riscos. A reabilitação não deve ser encarada como o período entre a cirurgia e a alta médica. Ela é parte essencial do tratamento e influencia diretamente o resultado final.

O que está em jogo além do retorno ao futebol

A preocupação não deve ser apenas voltar a jogar. Deve ser voltar com segurança.

Estudos mostram que pacientes que retornam ao esporte antes de atingir critérios adequados de recuperação apresentam maior risco de re-ruptura do ligamento, além de aumentar a chance de lesionar o joelho contralateral. Outro aspecto importante é o desenvolvimento precoce de artrose. Mesmo quando a cirurgia é bem-sucedida, a lesão do LCA pode aumentar o risco de desgaste articular ao longo dos anos, especialmente quando existem lesões associadas de menisco ou cartilagem.

Por isso, a decisão de operar, o planejamento da reabilitação e o retorno ao esporte devem fazer parte de uma estratégia de longo prazo. A pergunta mais comum no consultório continua sendo: “Vou conseguir jogar bola de novo?” Na maioria dos casos, a resposta é sim. Mas a pergunta talvez devesse ser outra: “Vou voltar preparado para jogar pelos próximos anos?”

Quando o assunto é reconstrução do ligamento cruzado anterior, a ciência moderna tem mostrado que o sucesso não depende apenas da cirurgia. Depende da qualidade da recuperação e do respeito aos critérios que realmente indicam que o joelho está pronto para voltar ao jogo.

*Texto escrito por Dr. Leonardo Addeo, médico ortopedista e professor afiliado da Unifesp (CRM 101483-SP | RQE 43474 / 62248)

Referências bibliográficas e fontes consultadas

  • International Olympic Committee (IOC) Consensus Statement on ACL Injury
  • British Journal of Sports Medicine
  • American Orthopaedic Society for Sports Medicine (AOSSM)
  • Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy (JOSPT)
  • American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS)
  • Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  • Aspetar Sports Medicine Journal

Escada na academia: quem pode fazer e quais cuidados são necessários

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El Kennedy Center cumple con la orden judicial de retirar el nombre de Donald Trump de su fachada

Los tiempos extraordinarios que vive Washington exigen medidas extraordinarias. Por ejemplo, la retransmisión en directo, a través de YouTube y de las webs de varios medios de comunicación, de la anodina operación de levantar un andamio para que unos obreros, subidos a él, retiren las letras de molde de una fachada.

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© Cliff Owen (AP/LaPresse)

Montaje del andamio, este viernes, para retirar el nombre de Donald Trump de la fachada del Kennedy Center.
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Miles Davis, un siglo desde que el jazz expandió sus fronteras

En las calles de París, una tienda de vinilos de jazz muestra en su escaparate una ventana al pasado: el trompetista estadounidense Miles Davis (1926-1991) toca en portadas, fotografías y carteles que, cien años después de su nacimiento, conmemoran el sonido suave e inconfundible de su viento metal. "Es un genio", dice a EFE el dueño del local, Fred Thomas. "Fue el mejor trompetista de jazz de la historia y John Coltrane (1926-1967) -su compañero durante casi una década- fue el mejor saxofonista", agregó, frente a un vinilo de Davis reeditado por su aniversario.

Como Thomas, son muchos quienes mantienen vivo el recuerdo del legendario trompetista, que dejó un poso particularmente grande en París, ciudad por la que desarrolló una gran simpatía desde su primera llegada a la capital, en 1949, para actuar en el Festival Internacional de Jazz de dicho año. "Al igual que muchos afroamericanos en aquella época, París no les veía como a negros: les veía como a músicos. Por eso no tenían ese estigma; no sentían la presión que tenían en Estados Unidos, no estaban obligados a tener permisos para tocar en los clubes... no eran considerados seres inferiores", explicó Thomas.

Fue esta simpatía encontrada en Francia lo que mantuvo a Davis ligado a Europa y, particularmente, a París: en los años 50 inició un romance con la cantante y actriz francesa Juliette Gréco (1927-2020) y regresó en reiteradas ocasiones a la ciudad, donde entabló amistad con músicos como el saxofonista Barney Wilen (1937-1996) o el pianista René Urtreger (1932, París).

Davis frecuentó barrios parisinos como Saint-Germain, epicentro del existencialismo francés, y actuó en salas icónicas como el Olympia, donde ofreció su mítico concierto de 1957, o la Sala Pleyel, que oyó por primera vez las notas de su trompeta en 1949. El que probablemente sea el mejor testigo de su paso por París es la banda sonora de la película "Ascenseur pour l'échafaud" ("Ascensor para el cadalso", 1958), del director de la "nouvelle vague" Louis Malle, que Davis grabó en una sola noche, durante una sesión de pura improvisación.

Según el experto en jazz y comisario de exposiciones en la Filarmónica de París Vincent Bessières, esta improvisación es una de las mayores cualidades del trompetista y una de las razones por los que sigue presente hoy en día, puesto que "asentó las bases sobre cómo tocar los temas pero, sobre todo, cómo improvisarlos".

Bessières opinó que álbumes de Davis como "Kind of Blue" (1959) son, "sin duda, la base a partir de la cual se aprende el vocabulario del jazz" hoy en día, mientras que otros, como "Tutu" (1986), demuestran su evolución constante, con la incorporación de sonidos e instrumentos electrónicos. "Miles Davis fue quien movió las fronteras del jazz, quien las ensanchó y mostró que esta música podía mezclarse con muchos otros lenguajes musicales", resumió el experto.

"Si estuviera vivo hoy, se habría interesado por la IA"

Según Bessières, Davis se ha mantenido más presente en la actualidad porque creía que el jazz debe "evolucionar, renovarse y reinventarse en función de la música actual", razón por la que cree que, de seguir vivo, "se habría interesado por la Inteligencia Artificial (IA)". "Prácticamente cada cinco años lleva a cabo una especie de revolución musical, de revolución estética, y cambia de estilo: hace evolucionar su música. Y eso es algo muy característico de él", agregó el experto.

Su obsesión con "no dar la impresión de ser un músico del pasado" le llevó a rodearse de algunos de los nombres más importantes y rompedores del género, como el bajista Marcus Miller (1959, Nueva York) o el guitarrista John Scofield (1951), impulsando toda una nueva generación de jazzistas. Por su parte, Fred Thomas lamentó que, dado el impacto del estadounidense en la historia de la música, "no se hayan hecho muchas cosas" para celebrar su centenario.

"Universal Francia ha reeditado un 'Ascenseur pour l'échaufaud' que tengo en el catálogo, pero, aparte de eso, no se ha hecho gran cosa, ni en Estados Unidos ni en otros lugares, lo cual es sorprendente", subrayó, en referencia a su local Sam Records.

Miles Davis es hoy reconocido como uno de los mejores músicos de 'jazz' de toda la historia, junto a contemporáneos como Duke Ellington (1899-1974) o Charlie Parker (1920-1955), y su renombre en Francia le ha valido el seguimiento de miles de aficionados y, incluso, una estatua de la célebre Niki de Saint-Phalle (1930-2002), hoy visible frente al paseo marítimo de Niza (sureste).

El jazz alcanzó otro nivel gracias a Miles Davis, un trompetista que representó la eterna vanguardia a través de su autoexigencia y eterna creatividad

© EFE

Un siglo después del nacimiento de Miles Davis, París aún oye el sonido de su trompeta

© EFE

Un siglo después del nacimiento de Miles Davis, París aún oye el sonido de su trompeta
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Parte do núcleo da Terra mudou de direção. Ninguém sabe bem porquê

O fenómeno poderá fazer parte de um ciclo natural nos fluxos de ferro que dão à Terra o seu campo magnético protetor. O rio de ferro fundido que corre a cerca de 2250 quilómetros de profundidade sob o oceano Pacífico, no núcleo externo da Terra, deixou os cientistas surpreendidos ao mudar de direção. A observação oferece novos dados sobre o comportamento do núcleo externo líquido, que desempenha um papel essencial na formação do campo magnético terrestre. Sem este escudo magnético, o planeta ficaria perigosamente exposto à radiação solar. Investigadores da Universidade de Edimburgo analisaram observações feitas a partir do solo

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O fenómeno poderá fazer parte de um ciclo natural nos fluxos de ferro que dão à Terra o seu campo magnético protetor. O rio de ferro fundido que corre a cerca de 2250 quilómetros de profundidade sob o oceano Pacífico, no núcleo externo da Terra, deixou os cientistas surpreendidos ao mudar de direção

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Rezar y perrear es lo mismo, ¡por el amor de Dios!

Una amiga me lo advirtió antes de ir. “Las que vais a ver a Bad Bunny me parecéis las mismas que las que van a rezar al Papa, no me interesa nada ni lo uno ni lo otro”. A mí no me pareció que fuera lo mismo rezar que cantar cosas como “Si tu novio no te mama el culo, pa eso que no mame”, pero mi amiga tenía razón en algo fundamental. En la práctica, no hay tanta diferencia entre perrear y rezar en 2026. Y no es que lo diga ella (o yo), es que el papa León XIV se reunió con Bad Bunny en su apretada agenda madrileña en un guiño de complicidad cristiana y, por si quedaban dudas, Benito bendijo al Pontífice durante el concierto. Hacia la mitad apareció el sapo Concho, mascota animada de la gira, en las pantallas gigantes y dijo: “Acho, un fuerte aplauso para el Papa que ha llevado esperanza y unión a tantas personas en el mundo”.

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© Mariano Regidor ( GETTY IMAGES )

Bad Bunny en el concierto en el Estadio Metropolitano el pasado 30 de mayo en Madrid.
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Indio

Se ha muerto un hombre. Era fino y peligroso. De aspecto seco, desértico, y una voz de diablo. En el escenario —con su banda, Los Redonditos de Ricota, en sitios lúgubres durante los ochenta, en predios a los que arrastraba a cientos de miles de personas tiempo después— tenía el aspecto de un obrero metalúrgico o de un monje. No hacía falta que impostara glamour con quienes íbamos a verlo. Era un dios hecho de aceite de motor y pavimento, y nos arrastró a su territorio desde que lo vimos por primera vez. A los tristes, los fundidos, los rabiosos, a los que siempre crujíamos, nos llevó más lejos. Hizo que a los 30, a los 40, a los 50, estuviéramos tan encendidos como a los 20. Yo estaba en Berna cuando se murió. Volví de una reunión de trabajo y, cuando llegué al hotel, encontré un mensaje del hombre con quien vivo que me daba aviso. Era viernes, 5 de junio de 2026. Habían pasado unos 40 años desde que lo vi por primera vez en un tugurio oscuro del barrio de Flores, Buenos Aires. Fue la banda de sonido de buena parte de mi vida. Si no sé qué hacer, ni cómo hacerlo, lo escucho cantar Había una vez, y esa parte que dice “los espíritus soplan si quieren, y vos que recién te enterás, tarde otra vez, mi amor” me recuerda que, a veces, no se puede hacer nada, que sólo hay que esperar. Cuando supe de su muerte —tenía párkinson, sufrió un accidente cerebrovascular hemorrágico en la madrugada—, caminé hasta un puente y me quedé mirando el río Aar. El mundo seguía andando, pero ese día anduvo menos. En Buenos Aires, sus fans se reunieron espontáneamente en la Plaza de Mayo. Desde el domingo, se inició un velorio público. Se formó una fila de siete kilómetros para despedirlo. Él le dio sentido a lo que no tenía sentido. Transformó la desesperación en canciones que nos hicieron mal de tanto bien que nos hicieron. Se llamaba —se llama— Carlos Alberto Solari. Nosotros, la tribu de su calle, le decíamos Indio. Le diremos siempre.

© Nehuen Rovediello (EFE)

Seguidores del Indio Solari, en su homenaje de despedida en la Plaza de Mayo de Buenos Aires, el pasado día 5.
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Arnold Schönberg, corazón y cerebro

Ocurrencias que se jalean —sonrisa más o menos condescendiente incluida— a un Joyce en literatura o a un Duchamp en las artes plásticas (por citar a dos de sus contemporáneos), en Arnold Schönberg provocan que muchos lleven rasgándose cansina y cínicamente las vestiduras desde hace décadas. Es como si se resistieran a aceptar a estas alturas lo que el propio austríaco denominó “la emancipación de la disonancia”, que él mismo ideó, auspició y ejecutó, incidiendo en que la “comprensibilidad” de esta última había de ser idéntica a la de la consonancia. Renúnciese a un centro tonal, elimínese toda jerarquía en la escala cromática, trátense las disonancias como si fueran consonancias: no cabe mayor democratización de la composición musical, sometida durante siglos a rígidas reglas y, en consecuencia, prohibiciones. Schönberg, al tiempo que se sentía heredero de una gloriosa tradición, y que tenía a Bach por poco menos que su padre espiritual, entendió que su revolución igualitaria era justamente lo único que podría perpetuar ese soberbio linaje secular austroalemán del que jamás quiso dejar de formar parte.

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Arnold Schönberg, retratado en 1907.

Arnold Schönberg

Berliner Philharmoniker Dir.: Kirill Petrenko 3 CD y 1 Blu-ray

© © ARNOLD SCHÖNBERG CENTER (EL PAÍS)

Arnold Schönberg, en Berlín hacia 1930.
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Rocío Carrasco, 20 años después de la muerte de Rocío Jurado: “Cuando ella se fue fui consciente de que soy la hija de un mito”

“Mi meta es ser la primera figura de la canción española”, escribió Rocío Jurado. Lo logró, a juzgar por los 20 millones de discos vendidos y los 150 discos de oro y 60 de platino atesorados. La seña clave de que lo consiguió es que 20 años después de su muerte —el 1 de junio de 2006, a los 61 años— ya es un mito consagrado. Pero para su primogénita y heredera universal, Rocío Carrasco (Madrid, 49 años), era, sobre todo, su madre, con todo lo que eso conllevaba.

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© Juan Naharro Gimenez (Getty Images)

Rocío Carrasco durante la MBFW Madrid 2026 en IFEMA, en marzo de 2026.
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Anitta fala sobre emoção de abrir a Copa do Mundo 2026: “Indescritível”

Ser uma das artistas escolhidas para participar da cerimônia de abertura da Copa do Mundo pode ser considerado um marco na carreira de qualquer músico. Para Anitta, a experiência ganhou ainda mais significado ao representar o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do planeta.

A artista esteve entre as atrações musicais da Copa do Mundo de 2026, cuja competição teve início nesta quinta-feira (11). Já nesta sexta-feira (12), a voz de “Mandinga” subiu ao palco na cerimônia de abertura promovida pelos Estados Unidos, país que recebe a partida contra o Paraguai. A apresentação ocorreu cerca de uma hora e meia antes do apito inicial do confronto, marcado para as 22h (horário de Brasília).

Ao lado da brasileira, que também é embaixadora da Beats, subiram ao palco do SoFi Stadium, em Los Angeles, Lisa e Rema. Juntos, eles cantaram “Goals”, que é uma das músicas do álbum oficial da Copa.

Em aspas exclusivas concedidas à CNN Brasil, a cantora comentou sobre a emoção em participar do evento e detalhou os sentimentos vividos ao subir ao palco diante de uma audiência global.

“Foi incrível! A energia do estádio foi contagiante e indescritível. Fico extremamente feliz e honrada em poder representar nosso país em um evento tão grande. Também adorei a homenagem feita por Beats e ter uma camisa 10 só minha. “Agora estou pronta para torcer e comemorar”, disse Anitta, Head de Inovação e Criatividade de Beats.

Como forma de reconhecimento, a artista recebeu uma camisa 10 personalizada, desenvolvida especialmente para a ocasião.

Copa do Mundo: Anitta sobe ao palco da cerimônia de abertura nos EUA • Créditos: Beats

 

Celebração espalhada pelos países-sede

A Copa do Mundo de 2026 iniciou com uma série de apresentações musicais distribuídas entre os três países-sede do torneio. A programação teve início na quinta-feira (11), no México, que recebeu uma grande festa de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México. O evento reuniu artistas de diferentes estilos e nacionalidades, entre eles Shakira, Burna Boy, Belinda, Danny Ocean e J Balvin, pouco antes da estreia da seleção mexicana diante da África do Sul.

Já nesta sexta-feira (12), o Canadá também promoveu sua própria celebração para marcar o início da competição em território canadense. O espetáculo aconteceu no BMO Field, em Toronto, e contou com nomes como Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Michael Bublé, William Prince, Vegedream, Sanjoy, Nora Fatehi e Jessie Reyez. As apresentações foram realizadas cerca de 90 minutos antes da partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.

Na sequência, os Estados Unidos receberam sua cerimônia de abertura, que teve Anitta entre as atrações responsáveis por animar o público antes do confronto entre a seleção norte-americana e o Paraguai.

Anitta diz ter “começado do zero” internacionalmente

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Anitta, Lisa e Tyla: saiba como foi a abertura da Copa do Mundo nos EUA

A abertura da Copa do Mundo 2026 chegou aos Estados Unidos, que é uma das sedes do evento, nesta sexta-feira (12). Com shows de abertura, a noite contou apresentações do rapper Future, da cantora Tyla, de Anitta, Lisa e Rema.

Um dos destaques ficou por conta da performance da brasileira Anitta ao lado de Lisa e do cantor nigeriano Rema. Os três cantaram juntos o single “Goals”. Com um look todo branco, os artistas animaram a plateia esportiva.

Já a apresentação de Tyla em conjunto com o rapper Future ficou por conta do single “Game Time”. A artista, que é de Joanesburgo, na África do Sul, homenageou os Estados Unidos ao usar um figurino branco e azul com detalhes em estrelas.

A noite também contou com a performance de Katy Perry, que cantou “Wonder”.

A artista usou um vestido prateado enquanto cantou ao lado do jovem cantor norueguês Tius Luka. Eles estavam envolta de um círculo de pessoas com bandeiras de diversos países participantes da Copa do Mundo 2026.

Copa do Mundo: veja as namoradas e esposas famosas dos jogadores convocados

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K-pop no Dia dos Namorados: 10 músicas românticas para conhecer

O Dia dos Namorados também tem espaço para os kpoppers de plantão, apaixonados ou solteiros, que gostam de sofrer ao som das canções românticas do pop sul-coreano.

Para isso, a CNN Brasil reuniu 10 canções do gênero que não podem ficar de fora da sua playlist nesta sexta-feira (12). Confira:

“Buzz Love” – And Team

“Buzz Love” retrata a sensação emocionante de se apaixonar pela primeira vez. A música compara o amor a uma energia contagiante que toma conta dos pensamentos e faz o coração acelerar. A letra destaca a empolgação, a curiosidade e a felicidade de descobrir sentimentos novos por alguém especial.

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“Fall in Love Again” – P1harmony

“Fall In Love Again” fala sobre dar uma nova chance ao amor depois de uma decepção. O eu lírico tenta convencer alguém machucado por relacionamentos passados a confiar novamente, mostrando que nem todas as pessoas irão causar sofrimento.

“Fever” – Ennypen

“FEVER” utiliza a febre como metáfora para representar uma paixão intensa e avassaladora. A letra descreve um sentimento tão forte que causa dor e desejo ao mesmo tempo, mostrando alguém completamente consumido pela atração. O amor é retratado como algo irresistível, capaz de deixar a pessoa vulnerável e obcecada.

“Darl+ing” – Seventeen

“Darl+ing” aborda a busca por conforto e apoio emocional em uma pessoa especial. A música mostra alguém que deseja compartilhar seus sentimentos mais sinceros e construir uma relação baseada em confiança, carinho e compreensão. A mensagem principal é que o amor pode ajudar a superar inseguranças e momentos difíceis.

“Ready to Love” – Seventeen

“Ready to Love” retrata o momento em que alguém percebe que está pronto para amar de verdade. A letra expressa sentimentos intensos e a vontade de assumir os riscos de um relacionamento, deixando de lado dúvidas e medos para viver plenamente esse amor.

“Just One Day” – BTS

“Just One Day” fala sobre o desejo de passar apenas um dia ao lado da pessoa amada. A música descreve momentos simples, como conversar, caminhar e estar junto, mostrando que pequenas experiências podem se tornar especiais quando compartilhadas com alguém importante.

“Replay” – SHINee

“Replay” conta a história de um jovem apaixonado que admira profundamente uma pessoa mais experiente. A letra transmite a inocência do primeiro amor e o desejo de ser reconhecido como alguém maduro o suficiente para estar ao lado da pessoa que ama.

“Inception” – ATEEZ

“Inception” explora um amor tão intenso que invade sonhos e pensamentos. A música retrata alguém preso às lembranças de uma pessoa especial, incapaz de distinguir completamente entre fantasia e realidade. O resultado é uma atmosfera emocional marcada pela saudade e pelo desejo.

“Kiss of Fire” – WOODZ

“Kiss of Fire” apresenta uma paixão ardente e intensa, utilizando o fogo como símbolo de desejo e atração. A letra mostra alguém disposto a se entregar completamente aos sentimentos, mesmo sabendo que essa relação pode trazer riscos e sofrimento. 

“Favorite (Vampire)” – NCT

“Favorite (Vampire)” compara o amor a uma maldição irresistível. A temática vampírica simboliza uma atração tão forte que o eu lírico aceita abrir mão de tudo pela pessoa amada. A música mistura romance, obsessão e entrega emocional, criando uma narrativa intensa e dramática.

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 *Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil

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Dia dos Namorados: 10 músicas para você se declarar ao seu amor

O Dia dos Namorados se aproxima e nada mais romântico do que declarar uma música especial para a pessoa amada. Além disso, não existe nada mais recorrente em canções do que o amor, sentimento que é explorado constantemente nas produções musicais.

Por isso, a CNN listou 10 canções românticas nacionais e internacionais para você se declarar para o seu namorado ou namorada no próximo dia 12 de junho, data que pede comemorações especiais.

Confira abaixo:

  • “Can’t Help Falling in Love” – Elvis Presley

  • “De Janeiro a Janeiro” – Roberta Campos com participação de Nando Reis

  • “Meu Abrigo” – Melim

  • “Velha Infância” – Marisa Monte e Tribalistas

  • “Endless Love” – Lionel Richie e Diana Ross

  • “Partilhar” – Rubel e Anavitória

  • “My Love Mine All Mine” – Mitski

  • “Fio de Cabelo” – Chitãozinho e Xororó

  • “Just The Way You Are” – Bruno Mars

  • “Te Esperando” – Luan Santana

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“Basta col massacro a Gaza, Ucraina, Sudan e i 56 massacri in corso nel mondo”: il messaggio di Ligabue a Roma con “Il mio nome è mai più” – IL VIDEO

Luciano Ligabue durante il concerto allo Stadio Olimpico di Roma, il 12 giugno, ha mandato un messaggio molto chiaro sulla sua posizione contro le guerre. Il palco è immerso nell’oscurità. L’artista, con la chitarra acustica tra le mani, si esibisce in solitaria sull’estremità della passerella. Al ritornello, la band entra in scena con la propria musica mentre il palco si accende di un’intensa luce rossa. Sugli schermi compaiono le scritte “Basta col massacro a Gaza”, “Basta col massacro in Ucraina”, “Basta col massacro in Sudan” e “Basta con i 56 massacri in corso nel mondo”.

Ma non è tutto perché più avanti con il concerto il cantautore parla della violenza sulle donne con l’ultimo inedito “Nessuno è di qualcuno”. “Adesso vi facciamo sentire l’ultima canzone che ancora non è uscita, ma l’abbiamo già fatta dal vivo un po’ di tempo fa. – ha detto – È una canzone che io voglio dedicare a tutte le donne e le ragazze che hanno subito un qualsiasi tipo di violenza e in Italia, a quanto pare, è una su tre”.

Il palco è illuminato da luci rosse e bianche. Sullo schermo centrale, su uno sfondo nero viene proiettato il testo della canzone scritto in bianco e arricchito da grafiche rosse che rappresentano il mondo e grafiche astratte. Su tutti gli schermi viene proiettato un video in bianco e nero con alcuni volti dello spettacolo che ripetono “Nessuno è di qualcuno” seguito dalla scritta bianca su fondo nero “Una Nessuna Centomila”. A parlare sono: Pierfrancesco Favino, Linus, Marco D’Amore, Rosario Fiorello, Marco Bocci, Luca Zingaretti, Luca Argentero, Salvatore Esposito, Stefano Fresi, Edoardo Leo, Giorgio Panariello, Marco Giallini, Raul Bova, Giuseppe Fiorello, Vinicio Marchioni, Amadeus e, naturalmente, Fiorella Mannoia.

L'articolo “Basta col massacro a Gaza, Ucraina, Sudan e i 56 massacri in corso nel mondo”: il messaggio di Ligabue a Roma con “Il mio nome è mai più” – IL VIDEO proviene da Il Fatto Quotidiano.

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