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Séneca, filósofo estoico: "Forma parte de la curación el deseo de ser curado"

Lucio Anneo Séneca decía que el deseo de ser curado formaba parte de la curación. Así a simple vista, esta frase puede ser lógica, así como nadie quiere enfermar, si lo hace, tiene el deseo de curarse. Sin embargo, detrás de ella existe una profunda filosofía ligada precisamente a la corriente de pensamiento que seguía y divulgaba: el estoicismo. Esta filosofía tiene como base la búsqueda de la felicidad a través de la virtud y la razón, pero también, con el foco puesto en aquello que se puede controlar y aceptar serenamente aquello que no se puede cambiar.

El poder de la voluntad en la enfermedad

La enfermedad y en el peor de los casos la muerte son eventos que no se pueden controlar. Aparecen y suceden. Cuando una afección interrumpe tu vida, a menudo, se siente como si todo el peso del mundo cayera sobre tus hombros y tiene un impacto emocional muy importante. Si algo enseñó la medicina moderna es que la mente es más poderosa de lo que se cree y juega también un papel primordial en la sanación junto a la ciencia.

Hace más de 2.000 años, Séneca ya se dio cuenta de ello, por eso esta frase también admite otra versión que es aquella que dice que "el deseo de ser curado es la mitad de la cura". Esto no significa que el hecho de tener ese deseo te libre del destino que tenga que acontecer. Sin embargo, el poder de la voluntad y el deseo, son pilares fundamentales para que el enfermo afronte las recomendaciones médicas de forma mucho más consciente y con mayor disciplina.

"El profesional debe alentar en el paciente el deseo y la esperanza en la recuperación, confiando en la capacidad del paciente para orientar su propia vida", dice la psiquiatra Pilar Lusilla en uno de sus blogs sobre esta idea de Séneca. Para la especialista "el paciente que se siente escuchado y respetado el deseo de seguir esforzándose en su curación se mantiene. ¿Quién no se ha visto motivado para hacer un esfuerzo más allá cuando recibe una valoración de apoyo, un reconocimiento del esfuerzo?".

Entra en conjunción por tanto la escucha y el apoyo médico con la voluntad del enfermo, que afronta la enfermedad con una postura de combate, con el control que tiene uno mismo de responder ante ella. El deseo de ser curado es aceptar el esfuerzo de lo que puede ser controlado, no la cura en sí, es aceptar también los límites humanos lo que el destino tenga que decidir, pero sabiendo que la voluntad es ese motor inicial para encontrar la calma incluso cuando la realidad física ya no lo permite, para no perder lo que uno es y puede controlar.

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7 frases que pessoas emocionalmente maduras nunca dizem em uma discussão

Discussões podem fazer parte de qualquer relacionamento, seja entre casais, familiares, amigos ou colegas de trabalho. O problema não está no conflito em si, mas na forma como ele é conduzido.

Algumas expressões, embora comuns em momentos de tensão, podem dificultar o diálogo, aumentar o desgaste emocional e até comprometer os vínculos ao longo do tempo.

Pessoas emocionalmente maduras tendem a evitar frases que transferem responsabilidades, invalidam sentimentos ou fecham as portas para uma comunicação mais construtiva.

Em conversa com Adriano Fernandes, psicólogo e especialista em Neuropsicologia, que atua na área clínica há mais de uma década e possui experiência em pesquisa no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (IPq-HCFMUSP), algumas frases frequentemente utilizadas durante discussões podem revelar dificuldades na forma de lidar com conflitos. Confira alguns exemplos.

Frases que revelam imaturidade emocional durante uma discussão

1. “Eu sempre fui assim”

Essa frase costuma funcionar como uma justificativa para evitar mudanças ou reflexões sobre o próprio comportamento. Em vez de assumir a possibilidade de crescimento, a pessoa utiliza a própria personalidade como argumento para não rever atitudes.

2. “Você me deixa assim”

Atribuir ao outro a responsabilidade pelas próprias reações emocionais é um dos sinais mais comuns de imaturidade emocional. Embora as atitudes de terceiros possam causar desconforto, cada indivíduo é responsável pela forma como escolhe responder às situações.

3. “Não é culpa minha”

Durante conflitos, pessoas emocionalmente maduras conseguem reconhecer a própria participação nos problemas. Já a recusa em assumir qualquer responsabilidade tende a dificultar a resolução da situação.

4. “Todo mundo age assim”

Generalizações costumam ser utilizadas para minimizar comportamentos inadequados. Segundo o especialista, esse tipo de argumento impede uma análise individual da situação e afasta a possibilidade de mudança.

5. “Tanto faz”

Embora pareça uma frase simples, mas ela pode esconder uma tentativa de fugir do diálogo. Muitas vezes, o “tanto faz” surge como uma forma passiva de encerrar a conversa sem realmente resolver a questão.

6. “Eu só estava brincando”

Essa expressão pode ser utilizada para mascarar comentários agressivos ou ofensivos. Quando alguém se sente ferido e a resposta é “era só brincadeira”, seus sentimentos acabam sendo invalidados.

7. “Você sempre faz isso” ou “Você nunca me entende”

Muito comuns em discussões, essas frases carregam generalizações que dificultam a comunicação. Segundo o psicólogo, elas podem ser interpretadas como uma forma de subjugar o julgamento do outro, ignorando sua capacidade de evoluir e mudar comportamentos.

Por que pessoas emocionalmente maduras evitam essas frases?

Segundo o especialista, adultos emocionalmente saudáveis reconhecem suas necessidades emocionais, respeitam as vulnerabilidades alheias e procuram compreender as diferenças presentes em qualquer relação.

“Buscam resolver o problema atual com sensibilidade e compromisso, evitando interpretações distorcidas e estratégias de enfrentamento disfuncionais”, explica à CNN Brasil.

Em vez de procurar culpados, essas pessoas tendem a focar na construção de soluções e no fortalecimento da confiança dentro da relação.

O impacto dessas expressões nos relacionamentos

O uso frequente de acusações, ataques pessoais e generalizações pode gerar um desgaste significativo na convivência. Com o tempo, torna-se mais difícil construir confiança, empatia, compaixão e vínculos saudáveis.

Além disso, o especialista alerta para a criação de um círculo vicioso: quanto mais a comunicação se torna agressiva ou defensiva, maiores são as chances de as necessidades emocionais não serem compreendidas e atendidas. Como consequência, surgem mais frustrações, ressentimentos e novos conflitos.

O profissional também destaca que o equilíbrio emocional é fundamental para a saúde mental. “Assim como a Terra não está nem tão perto do Sol para queimar, nem tão longe para congelar, nós também precisamos de equilíbrio no contexto biopsicossocial”, compara.

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El vértigo de viajar solo en verano: “Llevo demasiado tiempo viviendo como si mi vida estuviera en pausa”

La primera noche, Carmen cenó sola en la habitación del hotel. Había tardado años en reservar aquel fin de semana y, cuando por fin llegó, no se atrevía a bajar sola al restaurante. “Los primeros momentos los pasé casi escondida”, recuerda. “No me veía con fuerzas”. Al día siguiente se armó de valor y lo consiguió. Se sentó en una terraza con un libro. Esperaba que la gente la mirase, que pensara: “¿Pero qué hace esta señora aquí sola?”. Sin embargo, nadie la miró. “Fue casi una decepción, en el buen sentido, claro”, recuerda ahora. Carmen, que prefiere no decir su nombre real para proteger su intimidad, tiene 50 años, está divorciada y tiene dos hijos. Lleva más de una década soñando con hacer un gran viaje por su cuenta, aunque hasta ahora solo se ha atrevido con estancias breves. Como ella, hay muchas personas que pasan años deseando hacer un viaje a solas, ya sea porque no tienen pareja o simplemente para vivir la experiencia, pero nunca terminan de hacerlo. Algunas, especialmente las solteras, acaban apuntándose a los planes de otros, aunque siguen esperando a “la persona adecuada” para compartir su viaje soñado.

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© Capital Pictures/Cordon Press

La actriz Julia Roberts, en una escena de la película 'Come, reza, ama', del año 2010.
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"Eu mereci”: quando uma criança normaliza a violência

O pai de um menino de 8 anos, alvo de alguma violência na escola, ficou alarmado com uma frase do filho: "Eu também provoquei, eu mereci". A escola desvalorizou, disse que faz parte do desenvolvimento

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"Eu mereci”: quando uma criança normaliza a violência

O pai de um menino de 8 anos, alvo de alguma violência na escola, ficou alarmado com uma frase do filho: "Eu também provoquei, eu mereci". A escola desvalorizou, disse que faz parte do desenvolvimento

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Sexo e intimidade no mundo digital: como construir desejo sem pressa

A pressa é inimiga do desejo. No digital, onde a gratificação é imediata, aprender a saborear a espera torna-se um ato erótico em si. É o oposto da lógica do “swipe”: trata-se de construir intimidade emocional antes da intimidade física.  Vivemos numa era em que o toque muitas vezes começa com um clique. As relações e o erotismo passaram a habitar o espaço digital, entre mensagens, emojis e videochamadas. Mas, num mundo que valoriza a instantaneidade, surge uma questão essencial: como criar desejo e conexão sem pressa, quando tudo começa com mensagens? O desejo começa na mente, não no ecrã

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Aubrey Plaza luce embarazada de su novio un año y cuatro meses tras la muerte de su marido: el juicio social sigue siendo implacable

Aubrey Plaza ha posado junto a su pareja, el actor Chris Abbott (que interpretaba a Charlie, el novio de Marnie, en la serie Girls), en los premios Tony enfundada en un vestido de la colección de Chanel Coco Beach 2026 con el que presume de embarazo. La revista People fue la encargada de dar la noticia de que estaban esperando un bebé el pasado mes de abril. El hecho de que la actriz (que se dio a conocer en la serie Parks and Recreation y fue una de las protagonistas de la segunda temporada de The White Lotus) esté encinta ha molestado a quienes creen que al haber pasado 15 meses desde que su marido, el guionista y director de cine Jeff Baena, fuera encontrado muerto en su casa, ha rehecho su vida demasiado rápido. No es esta la primera vez que se señala a la actriz. Después de que se supiera que Baena se había suicidado, salió a la luz la noticia de que la pareja llevaba separada desde septiembre de 2024. Algunos se lo echaron en cara como si de alguna manera, ella fuera responsable.

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© Dia Dipasupil (WireImage)

Aubrey Plaza y Christopher Abbott, el 7 de junio en la gala de los premios Tony, celebrada en Nueva York.
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Cómo ser un padre o una madre emocionalmente vulnerable y por qué es tan importante

Mostrarse vulnerable frente a los hijos no es especialmente agradable ni fácil de gestionar. Expresar emociones complicadas y dejar ver aspectos de uno mismo más negativos enfrenta casi siempre a la posibilidad de que un padre o una madre se sienta juzgado, herido o incluso rechazado por ellos. Pero, ¿debería ser así? ¿Qué significa exactamente mostrarse de forma más sensible o exponerse emocionalmente ante los hijos? ¿Es conveniente hacerlo cada vez que hay miedo, incertidumbre, tristeza o decepción, entre otras emociones?

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© miodrag ignjatovic (Getty Images)

Mostrarse vulnerable no significa necesariamente ser débil, sino que implica la disposición a exponerse emocionalmente.
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La pequeña terapia que surge de un paseo a caballo: "Son animales muy sensibles a todas nuestras emociones"

"El caballo no es un medio, sino nuestro compañero de viaje". Con esta idea resume Marta González, experta en turismo ecuestre, una forma de viajar y conectar con la naturaleza que cada vez gana más adeptos por sus beneficios físicos y emocionales. El vínculo entre seres humanos y caballos existe desde hace siglos, pero hoy también cuenta con el respaldo de estudios relacionados con la salud, la psicología y el bienestar.

Para González, una de las claves está en la sensibilidad del caballo. "Son animales muy sensibles a nuestro lenguaje corporal, al estado emocional y a la energía de las personas. Para relacionarse con ellos es necesario bajar el ritmo, estar en el presente y generar confianza", explica. Esa conexión obliga a desconectar de las prisas y de la sobreestimulación cotidiana, algo especialmente valioso en un mundo marcado por el estrés y las pantallas.

Por qué hay que estar en contacto con caballos

Diversos especialistas coinciden en que el contacto con animales puede tener efectos positivos sobre la salud mental, y en el caso de los caballos la experiencia suele ser especialmente intensa. "Muchas personas describen el tiempo con caballos como un espacio de paz donde disminuye el ruido mental", señala González. Estar junto a ellos, observarlos o montar puede favorecer la relajación y ayudar a reducir los niveles de cortisol, la hormona relacionada con el estrés.

Entre los beneficios emocionales más destacados se encuentran la sensación de tranquilidad, la mejora del estado de ánimo y una mayor regulación emocional. También ayudan a trabajar la paciencia, la concentración y el autocontrol, ya que el caballo responde de forma muy directa al comportamiento y la actitud de quien lo guía. Por eso, desde hace años existen terapias y programas asistidos con caballos en ámbitos educativos, psicológicos y de desarrollo personal.

A nivel físico...

Pero el turismo ecuestre no solo aporta bienestar emocional. Montar a caballo es también una actividad física muy completa. El cuerpo debe adaptarse constantemente al movimiento del animal, lo que mejora el equilibrio y la coordinación. Además, fortalece la musculatura abdominal y lumbar, trabaja las piernas y favorece una mejor postura corporal.

"Montar a caballo ayuda a desarrollar reflejos y capacidad de reacción, porque debes estar atento al animal en todo momento", explica González. A esto se suma otro factor importante: muchas rutas ecuestres se realizan en entornos naturales, lejos de las ciudades y del ruido. El contacto con el paisaje, el aire libre y la naturaleza multiplica los efectos positivos de la experiencia y favorece una desconexión mental real.

El auge del turismo de bienestar también ha impulsado el interés por este tipo de actividades. Cada vez más viajeros buscan experiencias sostenibles, auténticas y conectadas con el entorno. En este contexto, González defiende que el turismo ecuestre debe desarrollarse siempre desde la responsabilidad y el respeto hacia los animales.

Desde la Organización Mundial del Turismo Ecuestre (OMTE), entidad con la que trabaja, promueven un modelo basado en el bienestar animal y la sostenibilidad. "El turismo ecuestre responsable debe incluir caballos bien cuidados, tiempos de descanso adecuados, profesionales formados y respeto absoluto por la naturaleza y los ecosistemas", afirma.

También insiste en la importancia de adaptar las rutas al nivel del jinete y al estado físico del caballo, limitar los grupos para evitar el estrés animal y apoyar a las economías rurales locales. Porque, más allá de la experiencia turística, el verdadero valor de esta actividad está en crear una relación equilibrada entre personas, animales y naturaleza. A día de hoy, muchas personas buscan formas de reconectar consigo mismas y reducir el estrés cotidiano, y el contacto con los caballos aparece como una experiencia capaz de unir ejercicio físico, naturaleza y bienestar emocional en una misma vivencia.

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Viva os cromos da bola!

Num mundo de guerras e pressas, basta uma saqueta de cromos para tudo parar. Porquê? E o que é que isso diz sobre a infância que vamos perdendo pelo caminho?  

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El motivo por el que no deberías contar tus objetivos a los demás

¿Es mejor guardar nuestros objetivos en secreto o compartirlos con los demás? Cada cierto tiempo reaparece la misma recomendación: no contar a nadie nuestros planes porque hacerlo podría reducir las posibilidades de alcanzarlos. Sin embargo, para la psicóloga Beatriz Gil Bóveda, la cuestión es bastante más compleja. La experta sostiene que la clave no está en decidir si debemos hablar o no de nuestras metas, sino en entender qué buscamos cuando las compartimos y, sobre todo, con quién lo hacemos.

A todos nos ha pasado: tenemos en mente algo que queremos hacer o que estamos a punto de conseguir y al cabo de unas horas o días, esa idea se nos echa al traste. Normalmente pensamos que, al habérselo contado a alguien, nos lo ha "gafado", pero Gil Bóveda explica que la psicología lleva años estudiando la influencia que tiene el reconocimiento social sobre la motivació y no tanto con la suerte. Cuando contamos un objetivo importante y recibimos aprobación, admiración o entusiasmo por parte de los demás, podemos experimentar una sensación subjetiva de avance. Nos sentimos más comprometidos, más preparados e incluso más cerca de la meta, aunque todavía no hayamos comenzado a trabajar realmente en ella.

No hay que confundir la sensación de avance con avance real

En este sentido, la psicóloga recuerda las observaciones de Peter Gollwitzer, quien señaló que verbalizar una identidad futura y recibir reconocimiento por ello puede generar una sensación prematura de logro. Esto no significa que compartir nuestros objetivos nos condene al fracaso, pero sí puede llevarnos a sentirnos más satisfechos de lo que justifican nuestras acciones reales. Como resume Gil Bóveda, el riesgo aparece cuando llegamos a "confundir la sensación de avance con el avance real".

Y es que, según insiste la experta, "hablar de un objetivo no es lo mismo que trabajar por él". A veces dedicamos mucho tiempo a explicar nuestros proyectos, imaginar el resultado o visualizar cómo será nuestra vida cuando alcancemos una determinada meta. Todo ello puede hacernos sentir productivos y comprometidos. Sin embargo, los objetivos no se consiguen porque sepamos describirlos bien, sino gracias a las acciones que repetimos día tras día. El progreso, recuerda, suele ser mucho más silencioso de lo que imaginamos.

Son los hábitos los que generan resultados

No obstante, Gil Bóveda también advierte de que no todas las conversaciones tienen el mismo efecto. Hay personas que, al escuchar nuestros planes, nos ofrecen admiración inmediata y nos hacen sentir especiales incluso antes de haber realizado el esfuerzo necesario. Aunque estas reacciones suelen ser bienintencionadas, pueden convertirse en una recompensa emocional anticipada.

Frente a ello, la psicóloga destaca el valor de quienes ayudan a concretar los pasos necesarios, preguntan por el proceso, ofrecen apoyo cuando aparecen las dificultades y recuerdan los compromisos adquiridos. "Estas personas no alimentan una fantasía. Alimentan la acción", afirma. La especialista también recupera una idea defendida por el autor de 'Hábitos Atómicos', James Clear: los objetivos marcan una dirección, pero son los sistemas y los hábitos los que generan los resultados. Desde esta perspectiva, compartir una meta puede ser positivo siempre que la conversación contribuya a reforzar la constancia, la responsabilidad y las conductas necesarias para alcanzarla.

Por eso, la conclusión de Gil Bóveda es clara: no se trata de ocultar nuestros sueños ni de mantenerlos siempre en secreto. Lo importante es elegir cuidadosamente a quién se los contamos. "No necesitas más espectadores, necesitas más aliados", sostiene. Personas que se interesen por nuestras acciones y no solo por nuestras intenciones, que ayuden a sostener el esfuerzo cuando desaparece la motivación inicial. En última instancia, el problema no suele ser compartir nuestros objetivos, sino "sustituir el compromiso por la validación".

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Cuidado com o toliamor. Eis 4 formas pelas quais sabota relações

O problema não está necessariamente na não monogamia, mas na desigualdade emocional que surge quando uma das partes aceita algo (sem saber) que contraria os seus desejos, valores ou limites. Cada vez mais jovens adultos vivem relações em “zonas cinzentas”, em que a exclusividade é muitas vezes presumida, mas raramente discutida de forma clara. A tendência foi confirmada recentemente, num novo inquérito da ClarityCheck, realizado junto de 3890 adultos entre os 18 e os 35 anos, citado pela Vice. E é associada ao conceito de “toliamor” — um termo usado para descrever relações em que há um desencontro entre aquilo

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"No es que el cerebro no pueda descansar, es que ha desaprendido a hacerlo"

La ansiedad es uno de los trastornos más comunes en España y una sociedad repleta de estímulos no está ayudando a gestionarla. Y, esto, para la psicóloga Begoña del Campo, es el verdadero problema, pues es, entre otros motivos, el motivo por el que el mecanismo de la ansiedad ha dejado de ser adaptativo para mantenerse activado de forma constante. "El estilo de vida actual favorece precisamente eso: vivimos en un entorno de estimulación continua, donde la atención está fragmentada, la comparación es constante y la sensación de urgencia se ha normalizado", explica a 20bien.

El acceso a la información, la navegación a través de las redes sociales, trabajos cada vez más exigentes y la rutina del día a día están provocando lo que la experta denomina 'ansiedad silenciosa', un trastorno que encuentra en la salud mental de las personas un lugar en el que pasar desapercibida, pero provocando signos de alerta y vigilancia constante que se traducen en síntomas, entre los que se cuela la sensación de ausencia de descanso y de agotamiento mental.

¿Estamos forzando al cerebro a funcionar en un modo para el que no está diseñado?

"El volumen de estímulos es alto", advierte la psicóloga, sin embargo, explica que el cerebro se adapta. En este sentido, el problema ya no solo es la hiperestimulación sino la combinación de estos dos factores. "Cuando el cerebro se expone de forma constante a la hiperestimulación, aprende ese estado como referencia, se recalibra, y lo que antes era un nivel alto de activación pasa a ser lo normal; en ese punto, cuando intentas parar, aparece incomodidad, como si el silencio generara inquietud, como si faltara algo. No es que el cerebro no pueda descansar, es que ha desaprendido cómo hacerlo", cuenta a 20bien.

Siguiendo este contexto, la pregunta para la experta era casi una oblación. ¿Estamos forzando al cerebro a funcionar en un modo para el que no está diseñado? Su respuesta ha sido un rotundo "sí". La experta explica que el cerebro humano necesita ciclos, como la activación y la recuperación o la atención y la desconexión, pues solo así significa que está funcionando de forma eficiente.

Sin embargo, "hoy vivimos en una activación sostenida, sin pausas reales, donde incluso los momentos que llamamos descanso están llenos de estímulos; esto tiene consecuencias claras: disminuye la capacidad de concentración, aumenta la irritabilidad y aparece una sensación constante de saturación", añade.

Esto explicaría así aquella sensación de muchas personas que dicen no descansar incluso cuando paran. Para la psicóloga ese es el momento en el que se toma consciencia de que se vive en un plano de activación sostenido y por tanto, de pérdida de concentración, lo que provoca que se salte de estímulo a estímulo, sin conseguir reducir la activación del sistema nervioso. En este sentido, "no es que el cerebro falle, es que lo estamos utilizando fuera de sus condiciones óptimas", alerta la psicóloga.

¿Y cómo se frena este exceso de activación?

Cambiar aquello que el cerebro ha aprendido o a lo que se ha adaptado no es fácil ni se consigue con un solo gesto puntual, advierte Begoña del Campo. Sin embargo, la experta asegura a 20bien que, aunque "no hay un tiempo exacto porque depende del nivel de cronificación, sí hay una condición clara: necesita experiencias repetidas de calma para recalibrarse". Toca por tanto cambiar el cerebro por repetición.

En este sentido, la neuropsicología de la que especialista Del Campo, recomienda estrategias con eficacia como el entrenamiento cerebral "reduciendo estímulos de forma consciente, entrenando la atención a través de prácticas como la respiración o la meditación y trabajando los patrones automáticos de pensamiento", nos cuenta. La experta explica que la reprogramación del cerebro es posible, ya que tiene la capacidad de interpretar lo que ocurre y esto, por tanto, es algo que se puede entrenar. "Podemos ensayar nuevas formas de pensar, de sentir y de reaccionar, y eso modifica la experiencia que tenemos de la realidad", concluye.

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El mapa genético de la ansiedad: un estudio revela su arquitectura biológica y su relación con la salud mental y física

Un estudio a gran escala, basado en los datos genéticos de casi 700.000 personas de ascendencia europea, ha hallado el mayor número de asociaciones genéticas relacionadas con la ansiedad identificadas hasta la fecha, lo que ha arrojado luz sobre los mecanismos biológicos subyacentes a este trastorno. Los resultados de este estudio internacional, codirigido por investigadores del King’s College de Londres y el instituto de investigación médica QIMR Berghofer, se han publicado este martes en la revista Nature Human Behaviour.

Tradicionalmente, la investigación clínica ha clasificado a los pacientes según su diagnóstico, los que lo tienen y lo que no. Pero este estudio supone un avance disruptivo porque presenta a la ansiedad no como un estado fijo, sino como un espectro que va desde la respuesta natural del organismo al estrés diario hasta los trastornos crónicos y debilitantes.

Los autores explican que aunque los trastornos de ansiedad están aumentando drásticamente a nivel global y son una de las afecciones de salud mental más prevalentes del mundo, el estudio de las bases genéticas de la ansiedad ha permanecido históricamente rezagado frente a otros trastornos psiquiátricos, como la esquizofrenia o el trastorno bipolar.

Un estudio genético de casi 700.000 personas

La investigación se diseñó como un estudio de asociación de genoma completo (GWAS, por sus siglas en inglés), una técnica que analiza el ADN de muchas personas —en este caso, 693.869— para identificar qué diferencias genéticas surgen con mas frecuencia en los que sufren síntomas de ansiedad severos.

Así, identificaron 74 ubicaciones en el genoma donde las diferencias genéticas estaban vinculadas a los síntomas de la ansiedad. Alrededor de la mitad de estas ya habían sido reportadas en GWAS de ansiedad anteriores, pero el resto (39 de los loci) eran novedosos.

Además, el estudio aporta evidencia sólida del papel de genes específicos de la ansiedad, como PCLO y SORCS3. Los análisis mostraron que muchos de los genes implicados son particularmente activos en el tejido cerebral y participan en la forma en que las células nerviosas se comunican entre sí.

Pese a la relevancia de estos hallazgos, los investigadores creen que las variantes genéticas comunes analizadas solo explican aproximadamente el 6% de las diferencias en la gravedad de la ansiedad entre las personas.

Los autores subrayan que este porcentaje demuestra que un amplio margen depende de factores externos, como las influencias ambientales, las interacciones directas entre los genes y el entorno, y otros efectos genéticos aún no detectados de manera estadística.

Experiencia de vida

El estudio afirma que una predisposición genética elevada no dicta de forma inevitable el destino de una persona sino que el riesgo individual depende de una compleja interacción entre la biología, las experiencias de vida, los contextos sociales y los factores psicológicos.

Así, una persona con un perfil genético de alto riesgo podría no desarrollar jamás un trastorno de ansiedad si vive en un entorno favorable, mientras que alguien con bajo riesgo genético podría desarrollarlo frente a situaciones de estrés severo o traumas.

Además, que las tasas de ansiedad estén aumentando de forma acelerada en las últimas generaciones muestra que los factores ambientales y sociales están jugando un papel determinante y que las estrategias de salud pública para reducir la incidencia de la ansiedad deben centrarse en modificar y abordar dichos factores del entorno.

No obstante, descifrar el riesgo genético individual es esencial para identificar a quienes son más sensibles a las presiones externas y facilitar el diseño de tratamientos personalizados y enfoques preventivos más eficaces.

Salud física

Por último, el estudio encontró una amplia gama de correlaciones genéticas significativas de la ansiedad con afecciones de salud mental como física, incluyendo la depresión, el síndrome del intestino irritable, el dolor crónico, la enfermedad de las arterias coronarias, la endometriosis y la migraña.

Estas correlaciones resaltan la interconexión entre la salud mental y la física. Es importante destacar que, si bien algunas variantes genéticas compartidas pueden aumentar el riesgo tanto de una afección de salud física como de síntomas de ansiedad más graves, también es cierto que vivir con dolor o enfermedades crónicas puede contribuir a los síntomas de ansiedad", apunta Brittany Mitchell, del QIMR Berghofer y coprimera autora del estudio.

"Nuestros hallazgos no revelan una causalidad ni la dirección del efecto, pero sí plantean preguntas importantes para futuras investigaciones", concluye la investigadora.

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Ni crucigramas ni sudokus: descubren un sencillo hábito que reconfigura tu mente

Muchas personas recurren a sudoku y crucigramas para mantener la mente activa y preservar la salud cerebral, pero investigaciones recientes apuntan a que existe un hábito mucho más sencillo y accesible para cualquier persona: prestar atención a la respiración. Lejos de ser una función automática sin importancia, respirar de forma consciente puede influir directamente en la actividad cerebral, las emociones y la capacidad de concentración.

Gran parte de estos descubrimientos están relacionados con los trabajos del neurocientífico Jack L. Feldman, profesor de la Universidad de California en Los Ángeles (UCLA). Feldman es considerado una de las máximas autoridades mundiales en el estudio de la respiración y fue quien identificó una pequeña región del tronco cerebral denominada complejo preBötzinger. Esta estructura actúa como el principal generador del ritmo respiratorio en los mamíferos y resulta esencial para que podamos respirar de manera continua durante toda la vida.

Las investigaciones de Feldman demostraron que la respiración no solo garantiza el suministro de oxígeno al organismo; también está estrechamente conectada con regiones cerebrales relacionadas con la atención, la memoria, las emociones y la cognición. De hecho, determinados grupos de neuronas implicados en el control respiratorio envían señales a áreas superiores del cerebro, lo que ayuda a explicar por qué los cambios en el patrón de respiración pueden modificar nuestro estado mental.

El poder de ralentizar la respiración

Uno de los hallazgos más interesantes es que la respiración consciente parece actuar como una especie de puente entre el cuerpo y la mente. Cuando una persona ralentiza voluntariamente su respiración y presta atención al aire que entra y sale de los pulmones, se produce una regulación de la actividad neuronal que favorece estados de calma y concentración. Según Feldman, esta conexión podría explicar los efectos positivos que técnicas como el yoga o ciertas formas de meditación tienen sobre el bienestar psicológico y el rendimiento cognitivo.

Además, estudios realizados en UCLA han revelado que cada respiración es el resultado de una compleja coordinación entre miles de neuronas. Lejos de funcionar como un mecanismo rígido y repetitivo, el cerebro genera cada respiración mediante patrones neuronales que cambian constantemente, aunque mantengan un ritmo estable. Esta capacidad de reorganización continua refleja la enorme flexibilidad de los circuitos cerebrales y ayuda a comprender por qué la respiración puede influir de manera tan profunda en nuestros procesos mentales.

Una actividad gratis donde y cuando quieras

La importancia de este descubrimiento radica en que ofrece una herramienta sencilla para mejorar el funcionamiento cerebral. A diferencia de otras actividades que requieren tiempo, preparación o habilidades específicas, respirar conscientemente puede practicarse en cualquier momento y lugar. Bastan unos minutos al día de atención plena a la respiración para activar mecanismos neuronales relacionados con la regulación emocional y la concentración.

Los avances de la neurociencia muestran que la respiración es mucho más que una función automática destinada a mantenernos vivos. Gracias a los trabajos de Jack L. Feldman y otros investigadores, hoy sabemos que constituye una poderosa vía de comunicación entre el cerebro y el cuerpo. Por ello, dedicar unos minutos diarios a respirar de forma consciente puede convertirse en una herramienta eficaz para mejorar la atención, reducir el estrés y favorecer un mejor equilibrio mental, sin necesidad de recurrir a complejos ejercicios cognitivos.

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Ann Cvetkovich, la activista que convirtió la depresión en acción política

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“Todo irá bien”, proclamaban antes las películas. Pero no. En la calle vemos alguna cara sonriente y muchos semblantes serios o tristes, bregando como pueden con el mundo exterior. A todos ellos hay que sumarles los que no vemos, los invisibles rostros de interior de personas recluidas en sus casas, vencidas.

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Da vittime ad aguzzini: un’analisi psicologica del caso Israele

La “coazione a ripetere” secondo la psicoanalisi è la tendenza dell’individuo a risperimentare, ripetendo diverse volte la situazione, un evento traumatico anche quando questo modo di comportarsi provoca sofferenza. Per noi psicoterapeuti è sempre drammatico dover constatare che, ad esempio, chi ha subito violenza da piccolo tenda a esercitare episodi violenti verso i bambini. A livello razionale pare assurdo che chi ha sofferto per un certo comportamento o subito un evento violento lo riproponga. Non è entrata in lui la consapevolezza della drammaticità e della sofferenza che si determina? Come mai chi è stato nei panni della vittima ha la tendenza a entrare nei panni dell’aggressore senza, apparentemente, sentirsi in colpa? Certamente per fortuna solo una parte, relativamente piccola, delle vittime divengono carnefici ma il mistero di questo meccanismo psicologico rimane intatto.

Riflettevo su queste evidenze della psicologia nelle scorse settimane ponendo un paragone con la mattanza che lo stato di Israele sta attuando verso i palestinesi. Possibile che uno stato, fondato psicologicamente sull’esperienza del tentato genocidio nazista, possa ora esercitare una violenza, altrettanto efferata, verso un altro popolo? Il fatto che l’attuale situazione in Palestina possa definirsi o meno tentato genocidio non è rilevante ai fini della valutazione psicologica dell’enormità di tale situazione. Passare dal ruolo di vittime a quello di persecutore in una maledetta “coazione a ripetere” con analoghe modalità pare un destino dell’umanità.

Alcuni anni orsono ebbi in cura un uomo che era stato picchiato a sangue nell’infanzia dal padre alcolista. Raccontava che viveva nel terrore la sera quando il padre rientrava dal bar. Poteva capitare che il genitore si sdraiasse e dormisse ma a volte bastava un nonnulla per innescare la sua rabbia che si sfogava prima con la madre e poi con lui che era l’unico figlio. Il ragazzo appena 14 enne era andato via di casa e si era costruito una posizione sociale ed economica. Aveva frequentato, mentre lavorava, le scuole serali con grandi sacrifici per poi divenire un imprenditore affermato. Ora che era sposato e padre di due figli poteva essere sereno. Un demone però si agitava in lui per cui tendeva, nelle serate con amici, a bere in modo eccessivo per poi divenire collerico. Dopo alcuni episodi in cui aveva dato delle sberle ai figli si rivolse a me terrorizzato dalla constatazione di “essere divenuto come suo padre”. In un anno di psicoterapia si rese conto dei meccanismi inconsci che lo attanagliavano e li affrontò.

Freud affermava che i conflitti non elaborati vengono riproposti, senza che molte persone se ne rendano conto coscientemente, nella speranza inconscia di poterli padroneggiare. Assumere il ruolo del carnefice per chi è stato vittima è un modo per dire a se stessi inconsciamente: “Non mi capiterà più di essere debole e subire! Posso controllare il terrore e le angosce”. Possiamo sottilmente ritenere che il piccolo bambino maltrattato per soffrire psicologicamente meno “proiettasse se stesso nel padre” identificandosi con lui. Il sentimento ambivalente di affetto e odio, contemporaneamente provati, verso la figura genitoriale facevano provate emozioni anche esse ambivalenti: sofferenza per essere vittima ma soddisfazione di impartire una lezione.

Nei campi di concentramento nazisti la figura dei Kapò è stata molto controversa. Si trattava di prigionieri che venivano scelti per controllare gli altri. Alcuni di questi abusavano del loro potere divenendo, a detta degli altri prigionieri, peggio delle guardie naziste. Qualcuno affermerà: si tratta della banalità del male! Certamente è vero che tutti noi uomini abbiamo accanto a componenti altruiste e buone anche aspetti aggressivi e cattivi. L’esperienza clinica della tendenza a ripercorrere strade di sofferenza da parte di molti individui si salda con l’ipotesi suggestiva che anche i popoli possono imboccare gli stessi errori. Vedere gli israeliani come popolo svolgere il ruolo di aguzzini, perpetrando crimini che ricordano i nazisti, lascia sconcertati e attoniti.

Con questo scritto non desidero lanciare accuse che evocano opposti schieramenti ma sollecitare una autoriflessione in tutti noi.

L'articolo Da vittime ad aguzzini: un’analisi psicologica del caso Israele proviene da Il Fatto Quotidiano.

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¿De verdad tu pareja tiene que hacerte feliz?

Nos han vendido una idea del amor y de las relaciones muy concreta. Y la hemos comprado totalmente. Y cómo no comprarla cuando el cine, la música y los mitos del amor romántico nos han grabado a fuego la idea de que nuestra pareja tiene que hacernos felices.

Fruto de esa idea tan insertada en nuestro 'mindset', empezamos a depositar ciertas expectativas sobre la pareja y esperamos que se cumplan. Esas expectativas suelen construirse alrededor de la idea que tenemos de lo que debe ser una relación de pareja, y lo que yo creo que la otra persona debería darme, sí o sí. En resumen, la relación se acaba convirtiendo en una especie de carta a los Reyes Magos que tiene el objetivo de que todos mis deseos y necesidades se vean cubiertos.

La cuestión es que esto no lo solemos admitir. Ni siquiera nos lo planteamos. Únicamente creemos que empezamos una relación porque nos hemos enamorado de esa persona y lo demás, ya vendrá solo. El tipo de amor que hemos asociado a las relaciones de pareja, nada tiene que ver con el Amor (con mayúscula). El Amor es plenamente consciente de que mi pareja no tiene, en ningún caso, la obligación de hacerme feliz.

Ahora bien, después de haber leído esta última frase, puedes autoevaluar la idea de amor que aplicas a tu relación de pareja. En otras palabras, te estoy invitando a que, en un gesto de honestidad contigo mismo, puedas ver si has sido presa del concepto de amor que usa expresiones del tipo: "quiero hacerte feliz el resto de mi vida". Si la respuesta es sí... tranquilidad, no nos alarmemos. Es lo más habitual.

Hay algo muy importante que conviene entender sobre las relaciones de pareja: gran parte de lo que sentimos que nos faltó emocionalmente en la infancia solemos acabar buscándolo en la pareja, incluso sin ser conscientes de ello. Afirma Joan Garriga, uno de los grandes referentes en el ámbito de las relaciones y la terapia sistémica, que "el encuentro en la pareja no es un encuentro de dos, sino de muchos".

Y quizá esa frase explica más cosas de las que parece. Porque cuando entramos en una relación no llegamos vacíos. Llegamos con nuestra historia, nuestras heridas, y todo aquello que nos faltó en nuestro hogar de origen.

La infancia, clave en nuestras relaciones

Así, por ejemplo, alguien que creció sintiendo distancia emocional por parte de uno de sus progenitores, o de los dos, puede acabar esperando, sin darse cuenta, que su pareja le dé constantemente esa atención, esa validación o esa presencia emocional que echó de menos durante años. Y ahí la relación deja de ser solo un vínculo entre dos personas. También se convierte en el lugar donde intentamos resolver necesidades mucho más antiguas. Porque hay una gran diferencia entre compartir bienestar con alguien y esperar que alguien nos rescate del malestar.

Llegados a este punto, quizá lo importante sea tener claro qué pertenece a una relación sana y qué cosas estamos esperando que la otra persona resuelva por nosotros. En una relación sana las dos personas se relacionan desde la interdependencia. Es decir, dos individuos autónomos, con sus propias vivencias y crecimiento interno.

Esa individualidad bien entendida será la que aporte a la relación los elementos importantes que esta debería tener. Así, la relación se convierte en un espacio de crecimiento mutuo donde las personas pueden sostenerse, acompañarse y compartir la vida sin perderse a sí mismas. No desde la exigencia de que el otro calme constantemente mis inseguridades o vacíos, sino desde la libertad de poder elegirnos sin convertirnos en responsables absolutos del bienestar emocional del otro. Porque una relación sana puede dar amor, apoyo, intimidad y refugio emocional en determinados momentos. Pero lo que no puede hacer es sustituir el trabajo interno que cada persona necesita hacer consigo misma.

Hay una pregunta muy clarificadora que debería ser imprescindible antes de formar una pareja: ¿me escogería a mí como pareja? Si la respuesta es 'no', quizá antes de buscar amor afuera deberíamos empezar por construir una relación más sana con nosotros mismos.

Convertirnos primero en "el amor de nuestra vida" y no ir a la relación para sentirnos completos a través del otro. Porque compartir la vida con alguien puede hacernos profundamente felices. Pero difícilmente podremos construir una relación sana cuando esperamos que ella venga a salvarnos de nosotros mismos.

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