Salário médio só aumenta com aumento de produtivide


Se acerca el verano y con él la temporada álgida de las playas en España. Entre los que más las visitan, sobre todo en la costa del Mediterráneo y los dos archipiélagos, son los británicos.
Este sábado, el diario The Sun publica una información en la que advierte a sus lectores que quieran visitar las costas españolas en los próximos meses que tengan cuidado con un hecho en concreto.
Este medio explica que "es frecuente ver a vendedores ambulantes paseando por la playa ofreciendo mojitos y sangría en vasos de plástico a turistas desprevenidos".
"Muchos bañistas pueden incluso pensar que estas bebidas provienen de establecimientos autorizados o de servicios de playa regulados", advierte el reportaje de The Sun.
Por eso recuerdan las recomendaciones de las autoridades locales. "Las bebidas pueden dejarse al sol durante mucho tiempo, abrirse repetidamente, mezclarse con hielo, rellenarse y luego venderse de nuevo", dice el Ayuntamiento de Palma de Mallorca.
"La gente sufre problemas estomacales durante las vacaciones y luego culpa al hotel o al restaurante. Pero muy a menudo, estas bebidas son las verdaderas culpables", dice el artículo, citando al consistorio mallorquín.
Por eso, el consejo es rechazarlo: "Vayan a un club de playa oficial, restaurante o bar con licencia", dice el artículo. "Es más limpio, más seguro, más fresco y sabes lo que estás bebiendo", concluye.

Ya de vuelta en el Vaticano, el Papa León XIV ha querido dar las gracias a la tripulación del Falcon que este viernes lo trasladó de Canarias a Roma, después de que el avión en el que tenía previsto volar inicialmente sufriese problemas técnicos y provocase el retraso en su viaje de regreso, al término de su visita apostólica a España.
"Muchas gracias por habernos salvado", han sido las palabras que el pontífice ha dirigido a la tripulación del Falcon del Ala 45, tal y como ha revelado este sábado en un mensaje en X el Ejército del Aire.
Este mensaje supone "un reconocimiento a la profesionalidad, dedicación y vocación de servicio de quienes trabajan cada día por España", ha valorado el Ejército en dicha publicación en la red social.
El Papa, junto a parte de la delegación eclesiástica, aterrizó en Roma este viernes por la noche tras concluir su viaje apostólico de siete días a España a bordo de un avión Falcon que le ofreció el Rey Felipe VI.
Estaba previsto que León XIV volase desde el aeródromo de Tenerife Norte en un avión de la compañía Iberia, pero este experimentó problemas técnicos, lo que llevó al pontífice a bajar de la aeronave. Posteriormente, al ver que no la avería no se podía subsanar en el momento, como inicialmente se intentó, el Rey le cedió el Falcon para su viaje de vuelta.
Mientras, el resto de los pasajeros del primer vuelo, principalmente miembros de la delegación vaticana y periodistas, tuvieron que volver en otro avión puesto a su disposición por Iberia, que aterrizó en la capital italiana en la madrugada de este sábado.
A su regreso a Roma, León XIV ha expresado su gratitud por "la cálida acogida y la generosa hospitalidad" que le han brindado durante esta visita, en un mensaje dirigido al Rey Felipe VI y difundido por la Santa Sede.
"Asegurándole a usted y a todos los españoles mis continuas oraciones por la paz y la unidad de la nación, invoco cordialmente sobre cada uno de ustedes abundantes bendiciones divinas", ha añadido.

A seleção brasileira ainda juntava os cacos da eliminação para a Croácia na Copa do Mundo do Catar quando enfrentou o Marrocos em um amisto realizado em Tânger, três meses após o fim do Mundial.
O 2 a 1 marcou a primeira derrota do Brasil para o Marrocos na história. Antes disso, apenas vitórias, em 1997 e 1998.
De lá para cá, enquanto o Brasil passou por diversos testes com muitos nomes convocados e quatro treinadores, Marrocos manteve sua base mesmo trocando de comando – oito jogadores que estiveram em campo foram convocados para o Mundial, e sete deles jogaram como titulares.
Naquele 25 de março, o Brasil começou a partida melhor, mas Marrocos conseguiu equilibrar o jogo e abrir o placar com Boufal em uma falha coletiva de Rony e Emerson Royal.
Casemiro empatou no segundo tempo. O jogador teve chances de colocar a Amarelinha em vantagem no placar, mas os marroquinos acabaram levando a melhor no final do jogo com um gol de Sabiri em mais um erro defensivo.
Marrocos foi a campo com Bono, Hakimi, Saiss, Aguerd e Mazraoui; Amrabat, Ounahi e El Khannouss; Ziyech, Boufal e En-Nesyri no time titular.
Bono, Mazraoui, Amrabat, Ounahi e El Khannouss estão no grupo que enfrenta o Brasil no sábado. Ezzalzouli e Aguerd também entraram em campo na ocasião, mas acabaram cortados nas vésperas da estreia por lesão. Marwane Saadane e Amine Sbai foram incluídos na lista nos seus lugares.
O time titular do Brasil tinha Weverton, Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro e Andrey Santos; Rony , Lucas Paquetá, Vinicius Jr e Rodrygo.
Raphael Veiga, Antony, Yuri Alberto e Vitor Roque saíram do banco de reservas ao longo da partida.
Na época, Walid Regragui era o treinador da seleção marroquina. O treinador deixou o cargo a três meses da Copa alegando exaustão após levar a seleção à final da Copa Africana de Nações.
Mesmo com resultados expressivos, o técnico de 50 anos vinha sendo alvo de críticas de torcedores. Durante toda a sua passagem, de setembro de 2022 a março de 2026, somou 36 vitórias em 49 partidas, além de oito empates e cinco derrotas.
Desde aquela derrota, a Seleção Brasileira também teve uma dança dos técnicos, e três nomes ocuparam o cargo da saída de Tite a chegada de Carlo Ancelotti.
Ramon Menezes ficou de forma interina por pouco mais de 120 dias, de março a julho de 2024. Fernando Diniz, também interino, dividiu o posto de treinador da Seleção com o de treinador do Fluminense de julho de 2023 a janeiro de 2024.
Quem mais teve tempo de trabalho foi Dorival Jr, este, realmente contratado. De janeiro de 2024 a março de 2025, o técnico acumulou marcas negativas e foi demitido após a goleada por 4 a 1 para a Argentina.
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Os ataques do Irã contra Israel nesta semana foram algumas de suas iniciativas mais ousadas até agora para redefinir os limites de um confronto que, durante décadas, foi travado principalmente por meio de grupos aliados, operações encobertas e retaliações cuidadosamente calculadas.
Ao atingir Israel em resposta a ataques no Líbano, Teerã pareceu sinalizar que suas linhas vermelhas já não se limitam às próprias fronteiras — e que seus líderes estão dispostos a assumir riscos maiores.
Desde o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, firmado em 8 de abril, Teerã tem acusado repetidamente Israel e os EUA de enfraquecerem a trégua por meio de ações militares.
Os Estados Unidos realizaram ataques contra alvos iranianos mesmo enquanto negociações indiretas continuavam. Israel, por sua vez, lançou quase 3.500 ataques no Líbano, segundo o primeiro-ministro do país, incluindo ações na capital, Beirute, apesar das restrições impostas pelo acordo de cessar-fogo.
O Irã respondeu com uma série de ataques retaliatórios cuidadosamente calculados contra alvos dos Estados Unidos e de países do Golfo, ao mesmo tempo em que alertou que, caso a diplomacia fracassasse, estaria preparado para retomar a guerra e ampliá-la para além do Golfo Pérsico, potencialmente ameaçando rotas marítimas que se estendem do Oceano Índico ao Mar Vermelho e ao Mediterrâneo.
Entre a noite de terça-feira (9) e a madrugada de quarta-feira (10), ocorreram novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irã após a derrubada de um helicóptero do Exército americano no início da semana, evidenciando a persistente instabilidade na região.
Os ataques desta semana contra Israel, no entanto, pareceram representar um passo além.
Teerã sinalizou que ações militares israelenses contra seus aliados regionais também podem provocar uma resposta direta do Irã.
O objetivo seria romper o impasse diplomático nas negociações para alcançar um acordo de paz provisório e apoiar o grupo Hezbollah.
“Revertemos a lógica do cessar-fogo que existia no papel, mas que vinha sendo repetidamente violada na prática, em campo”, afirmou na segunda-feira (8) Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano nas conversações. “Enquanto não houver uma disposição genuína para construir confiança, a resposta do Irã continuará a mesma.”
O Irã tem insistido que não permitirá que Israel e os Estados Unidos continuem realizando ataques enquanto afirmam permanecer comprometidos com um cessar-fogo que, segundo Teerã, vem sendo repetidamente desrespeitado. “Sob nenhuma circunstância” o país aceitaria tal situação, declarou na segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei.
O movimento sugere uma mudança mais ampla em Teerã, onde uma nova geração de líderes está abandonando cada vez mais a postura cautelosa e reativa que por muito tempo definiu a estratégia da República Islâmica diante de seus adversários.
Em vez de depender principalmente da dissuasão e da paciência estratégica, esses dirigentes parecem mais dispostos a assumir riscos e a utilizar o poder militar, econômico e a influência regional do Irã para moldar os acontecimentos no Oriente Médio.
É também essa mesma liderança iraniana que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu como “mais racional” e “bastante razoável”.
“Os iranianos colocaram tanto os israelenses quanto os Estados Unidos contra a parede agora”, afirmou Aaron David Miller à jornalista Jessica Dean, da CNN. “Eles estão dispostos a correr riscos. Acreditam que estão vencendo. Não acham que o cessar-fogo esteja servindo aos seus interesses.”
Em 2020, o primeiro governo de Donald Trump rompeu um tabu de longa data ao ordenar o assassinato de Qasem Soleimani, a mais alta autoridade iraniana morta pelos Estados Unidos até então.
A resposta de Teerã, sob a liderança do então líder supremo Ali Khamenei, refletiu sua preferência por uma retaliação calculada em vez de uma escalada descontrolada: o Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea americana no Iraque após transmitir avisos prévios que deram às forças dos EUA tempo para buscar abrigo.
Em junho de 2025, quando os Estados Unidos se juntaram a Israel em ataques contra o Irã, Teerã voltou a optar por uma resposta proporcional, sinalizando que, apesar da retórica agressiva, ainda considerava necessário administrar cuidadosamente o risco de uma escalada do conflito.
Os ataques desta semana contra Israel sugerem que esse cálculo pode estar mudando. “Esta é a primeira vez em décadas que uma potência regional possui os meios, a capacidade e a disposição para empregar poder militar direto contra manobras militares israelenses ou atos de agressão contra um terceiro ator”, afirmou Trita Parsi, do Quincy Institute.
Após o ataque, o Irã alertou que estava preparado para “elevar o nível de tensão” a fim de desafiar o que descreveu como pressupostos israelenses e americanos sobre os limites de sua resposta.
“Se os israelenses e os americanos imaginam que, por meio de uma ‘tensão controlada’, podem tornar o Irã e o chamado Eixo da Resistência (rede de aliados e grupos apoiados por Teerã) previsíveis diante de seus crimes, ou limitar o tipo de resposta iraniana, estão cometendo um erro tolo”, afirmou uma fonte militar não identificada, citada pela agência de notícias Tasnim News Agency, considerada próxima à IRGC (Guarda Revolucionária do Irã).
Teerã busca criar uma “nova equação” com o objetivo de impedir que Israel atue não apenas contra o próprio Irã, mas também contra sua rede de aliados e grupos parceiros na região, afirmou Danny Citrinowicz à jornalista Becky Anderson.
“Os acontecimentos das últimas 24 horas demonstraram mais uma vez que a atual liderança iraniana acredita cada vez mais que aquilo que não pode ser alcançado por meio da diplomacia pode, em última instância, ser obtido pelo uso da força”, escreveu ele na rede social X.
O Irã também parece estar testando a aliança entre Estados Unidos e Israel e explorando as crescentes divergências entre os dois países sobre o desfecho do conflito.
Nas últimas semanas, o presidente americano Donald Trump se distanciou publicamente em diversas ocasiões do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, insistindo que um acordo diplomático com Teerã está ao alcance e afirmando que Israel “não terá outra escolha” a não ser aceitá-lo.
Essa estratégia pode estar produzindo resultados.
Depois que o Irã atacou Israel na segunda-feira, o presidente americano Donald Trump agiu rapidamente para evitar uma nova escalada, conversando duas vezes com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em poucas horas, numa tentativa de convencê-lo a não retaliar.
Esmaeil Baghaei, porta-voz da diplomacia iraniana, afirmou que Washington “tem responsabilidade” pelas ações de Israel e advertiu que elas “inevitavelmente” afetariam o processo diplomático.
Enquanto isso, uma autoridade militar israelense ressaltou que as forças dos Estados Unidos não participaram dos ataques contra o Irã, embora tenham ajudado a interceptar os mísseis iranianos lançados em direção a Israel.
O Irã pode ter conseguido forçar Washington a escolher entre apoiar a liberdade de ação militar de Israel ou preservar o caminho diplomático com Teerã.
A pressão exercida por Trump sobre Netanyahu “acrescentou mais uma ficha à mesa” para o Irã, afirmou Aaron David Miller, referindo-se ao novo poder de barganha conquistado por Teerã. “Isso levará à criação de uma nova norma.”
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A França sediará uma cúpula do G7 na próxima semana, mas são os comerciantes da vizinha Suíça que já começaram a proteger seus estabelecimentos, fechando fachadas com painéis de madeira antes de um protesto anti-G7 que deve percorrer Genebra neste fim de semana.
Autoridades de segurança de Genebra apresentaram, na quinta-feira (11), seus planos para o protesto de domingo (14), que deve reunir cerca de 50 mil pessoas. As medidas incluem o fechamento e controle de 27 postos de fronteira entre França e Suíça a partir da noite de sexta-feira (12).
Os líderes do G7 desembarcarão em Genebra, na região francófona do oeste da Suíça, antes de serem transportados pela fronteira até o local da cúpula, na cidade francesa de Évian-les-Bains.
A Suíça está mobilizando 4 mil soldados em seu território para garantir a segurança durante os três dias de reunião dos líderes de Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, além da União Europeia, informou o Exército na semana passada.
A França anunciou o envio de 8 mil policiais para a cúpula em Évian, que começa na segunda-feira.
Dezenas de lojas em Genebra foram protegidas com tapumes devido ao temor de danos durante a manifestação.
Damien Gall, proprietário da empresa de carpintaria Espace, afirmou que sua equipe instalou mais de 2 mil metros quadrados de painéis de madeira para ajudar empresas a proteger seus imóveis.
O taxista Lamine Lasbet disse que os preparativos para o protesto estão causando um impacto “catastrófico” nos negócios. “Vamos ficar em casa, para ser sincero. Serão três ou quatro dias sem trabalhar”, afirmou.
Alguns moradores de Genebra demonstraram preocupação com os efeitos da cúpula na cidade.
“Genebra não fica na França, então o problema está transbordando para outro país”, disse Eric Affolter, dono de uma loja de souvenirs. Ele relembrou os danos causados a propriedades em 2013, quando uma cúpula do então G8 foi realizada em Évian e manifestantes entraram em confronto com a polícia na margem esquerda de Genebra.
Carole-Anne Kast, integrante da administração local, afirmou que o cantão de Genebra provavelmente terá de gastar cerca de US$ 25 milhões em custos de segurança.
Segundo ela, as autoridades têm buscado reduzir ao máximo os riscos de violência e danos ao patrimônio.
Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conocido con el alias Niño Guerrero, fue durante años el máximo líder del Tren de Aragua, la organización criminal surgida en Venezuela que logró extender su influencia por gran parte de América Latina. Nacido en Maracay, estado Aragua, inició su historial delictivo vinculado a robos, tráfico de drogas y otros delitos comunes, hasta convertirse en uno de los criminales más buscados de la región.
Su primera captura ocurrió en 2010, tras ser acusado de diversos delitos, incluido el homicidio de un policía. Aunque fue recluido en la cárcel de Tocorón, logró escapar en 2012. Un año después fue recapturado y regresó a la cárcel, donde reforzó su poder como peligroso criminal. Desde prisión asumió el control del Tren de Aragua y transformó a Tocorón en el principal centro de operaciones de la banda.
Varias investigaciones señalan que bajo su liderazgo la organización fortaleció actividades como la extorsión, el narcotráfico, la trata de personas, los secuestros y los homicidios. Al mismo tiempo, el Tren de Aragua inició una rápida expansión fuera de Venezuela, estableciendo su presencia en países como Colombia, Perú, Ecuador, Bolivia y Chile. Para entonces, la organización ya era considerada una de las principales amenazas del crimen organizado en la región.
El paradero de Guerrero se convirtió en un misterio tras la intervención militar de Tocorón en septiembre de 2023, cuando las autoridades venezolanas retomaron el control de la cárcel sin encontrarlo. Desde entonces permaneció prófugo y era requerido por organismos de seguridad de varios países. Sobre él pesaba una recompensa de cinco millones de dólares ofrecida por Estados Unidos, que además lo acusaba de liderar una estructura criminal transnacional responsable de múltiples delitos en el continente.


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Inscrição tinha sido colocada há menos de seis meses na fachada do Centro John F. Kennedy para as Artes Performativas, em Washington. Remoção do nome do presidente é uma resposta à decisão de um juiz federal que considerou ilegal a mudança de nome do centro. Democratas acusam Trump de “narcisismo”
