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Chega/Açores. Parceria com EUA pode ser solução para porto

Porto está classificado como infraestrutura estratégica no Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA. Obras estimadas em 50 a 60 milhões de euros.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

O Chega/Açores disse esta quinta-feira que uma parceria com os Estados Unidos da América (EUA) pode ser uma solução para a realização de obras
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Portugal está sob uma cortina de medo? — Debate

António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".

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Portugal está sob uma cortina de medo? — Debate

António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".

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Agente apanhado a snifar cocaína é afastado de funções

Agente da PSP foi afastado de funções, mas terá perseguido e ameaçado ex-traficante de droga que divulgou vídeos e fotografias. Caso transitou para PJ e será alvo de inquérito.

© CNN/ rede X

"Ele soube que eu tinha vídeos dele antigos e os policiais começaram a me perseguir para apagar os vídeos e ameaçaram-me de morte"
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Agente apanhado a snifar cocaína é afastado de funções

Agente da PSP foi afastado de funções, mas terá perseguido e ameaçado ex-traficante de droga que divulgou vídeos e fotografias. Caso transitou para PJ e será alvo de inquérito.

© CNN/ rede X

"Ele soube que eu tinha vídeos dele antigos e os policiais começaram a me perseguir para apagar os vídeos e ameaçaram-me de morte"
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Uma cortina de medo tem vindo a descer sobre Portugal?

O primeiro 10 de Junho do Presidente Seguro foi nos Açores, mas foi Miguel Monjardino que se ocupou da reflexão sobre a situação internacional, num discurso onde alertou para “a grande ruptura”.

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PR encontra "antídoto" para polarização: "Palavras do meio"

Primeiro 10 de junho de António José Seguro fica marcado por apelo à moderação e ao diálogo e exigência de "equilíbrio" na relação com os aliados. Miguel Monjardino alerta para "novo ciclo histórico".

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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PR encontra "antídoto" para polarização: "Palavras do meio"

Primeiro 10 de junho de António José Seguro fica marcado por apelo à moderação e ao diálogo e exigência de "equilíbrio" na relação com os aliados. Miguel Monjardino alerta para "novo ciclo histórico".

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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10 Junho: Presidente do Governo dos Açores diz que discursos enfatizaram dimensão do arquipélago

José Manuel Bolieiro

O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, considerou esta quarta-feira que os discursos do 10 de Junho nas cerimónias realizadas na ilha Terceira enfatizaram a dimensão do arquipélago, cuja importância começa a ser mais valorizada.

“Eu estou muito ciente de que se começa agora a valorizar com outra consciência a importância dos Açores, com um investimento que há de ser feito em infraestruturas que dinamizem o crescimento e o desenvolvimento económicos, mas também infraestruturas de duplo uso que assegurem garantias de segurança e defesa para o país, para a União Europeia, para a NATO, para o mundo”, afirmou o chefe do executivo açoriano da coligação PSD/CDS/PPM.

José Manuel Bolieiro falava em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, sobre os discursos do Presidente da República e do presidente da comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal.

O governante disse ter ficado satisfeito com a escolha do arquipélago para a realização das cerimónias, no ano em que se celebram 50 anos de autonomia política, e considerou que os discursos deram uma “ênfase bastante significativa” à dimensão dos Açores na projeção atlântica de Portugal.

“Os Açores estão agora numa centralidade mundial. São, para o seu desenvolvimento socioeconómico, uma ultraperiferia da União Europeia, por isso, uma região de necessidades, mas também são uma região de oportunidades para a dimensão e projeção de Portugal enquanto relevante na União Europeia e no mundo”, frisou.

José Manuel Bolieiro defendeu que “a União Europeia tem de ter uma estratégia nova para o Atlântico” e para os Açores, uma “fronteira que lhe dá outra dimensão de estabilidade e de relevância geopolítica global”.

Considerou ainda que a dimensão marítima do arquipélago lhe dará a “projeção de um desenvolvimento do futuro”.

“Nós temos uma rica história ligada ao mar, mas temos um futuro que será inspirado no mar, na dimensão da economia azul, na dimensão das novas tecnologias e, sobretudo, também da procura de recursos que o mar profundo que temos pode apresentar”, sublinhou.

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