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Conab: produção de grãos pode chegar a 358,6 milhões de toneladas

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A produção brasileira de grãos tem previsão de chegar a 358,6 milhões de toneladas na safra 2025/26. Caso o resultado se confirme, o Brasil baterá novo recorde, com uma alta de 1,8% na comparação com a safra anterior. O percentual corresponde a um aumento de 6,4 milhões de toneladas, ante ao ciclo 2024/25.

A previsão consta do 9º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta quinta-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo a entidade, ele se deve ao aumento na área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares, aliado às condições climáticas favoráveis.

Notícias relacionadas:

Com isso, a produtividade média nacional deverá ficar em 4.295 quilos por hectare.

Soja e milho

“Dentre as culturas cultivadas, a soja se destaca por apresentar incremento de 8,8 milhões de toneladas em relação ao volume obtido na safra anterior. Com a colheita praticamente finalizada, a produção no ciclo 2025/26 está estimada em 180,3 milhões de toneladas”, detalhou a Companhia.

O resultado, acrescenta, reflete o crescimento da área destinada para a oleaginosa, aliado ao bom pacote tecnológico e condições climáticas favoráveis na atual safra.

Já o milho cultivado na 2ª safra tem uma estimativa de produção total de 140,5 milhões de toneladas, somando as três safras.

A colheita da primeira safra abrange 87,7% da área, devendo ter como resultado um total de 29,3 milhões de toneladas a serem colhidas – aumento de 17,7% em relação ao mesmo período da temporada 2024/25.

“Além da maior área destinada ao grão no atual ciclo, a produtividade também apresenta incremento de 7,6%, estimada em 7.110 quilos por hectare, estabelecendo um novo recorde na série histórica da Companhia na primeira safra do grão”, informou a Conab.

A colheita da segunda safra ainda está em sua fase inicial. A expectativa é que chegue a um total de 107,9 milhões de toneladas produzidas. Quanto à terceira safra, em fase de plantio prestes a ser encerrada, é esperada uma colheita de 3,3 milhões de toneladas.

Algodão

De acordo com o levantamento, a produção de pluma de algodão (segunda safra) deve ficar em cerca de 4 milhões de toneladas. Se confirmada, a projeção representa uma queda de 2,5% na comparação com a safra de 2024/25. Segundo a Conab, o resultado se deve à diminuição da área semeada.

“No caso do sorgo, que registra a quinta maior produção entre os grãos analisados pela Companhia, a colheita está estimada em 7,62 milhões de toneladas, incremento de 1,5 milhão de toneladas quando comparado com o volume obtido na safra passada, representando uma alta de 24,9%”, acrescentou.

Arroz e feijão

Com a colheita praticamente finalizada, o arroz deve registrar uma produção de 11,1 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 13,2% na comparação com o volume obtido na safra anterior.

“A queda é reflexo de uma menor área destinada para a cultura diante das condições mercadológicas do cereal”, justificou a Conab.

Projeção de queda também na produção de feijão. A Conab estima um total de 3 milhões de toneladas a serem colhidas ao final das três safras do grão – volume que representa uma “ligeira queda de 0,5% em relação ao resultado obtido na temporada passada”.

Segundo a Conab, o abastecimento do mercado interno está garantido, mesmo com a expectativa de menor produção para os dois alimentos.

Trigo

Já a área destinada à produção de trigo deve apresentar queda na produção, uma vez que a área destinada ao plantio será menor do que a da safra anterior. Atualmente, esta cultura abrange apenas 45,3% do total de área prevista.

As expectativas são de que, ao final do ciclo, sejam produzidas cerca de 6,3 milhões de toneladas do cereal.

 

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Conab: produção de grãos pode chegar a 358,6 milhões de toneladas

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A produção brasileira de grãos tem previsão de chegar a 358,6 milhões de toneladas na safra 2025/26. Caso o resultado se confirme, o Brasil baterá novo recorde, com uma alta de 1,8% na comparação com a safra anterior. O percentual corresponde a um aumento de 6,4 milhões de toneladas, ante ao ciclo 2024/25.

A previsão consta do 9º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta quinta-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo a entidade, ele se deve ao aumento na área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares, aliado às condições climáticas favoráveis.

Notícias relacionadas:

Com isso, a produtividade média nacional deverá ficar em 4.295 quilos por hectare.

Soja e milho

“Dentre as culturas cultivadas, a soja se destaca por apresentar incremento de 8,8 milhões de toneladas em relação ao volume obtido na safra anterior. Com a colheita praticamente finalizada, a produção no ciclo 2025/26 está estimada em 180,3 milhões de toneladas”, detalhou a Companhia.

O resultado, acrescenta, reflete o crescimento da área destinada para a oleaginosa, aliado ao bom pacote tecnológico e condições climáticas favoráveis na atual safra.

Já o milho cultivado na 2ª safra tem uma estimativa de produção total de 140,5 milhões de toneladas, somando as três safras.

A colheita da primeira safra abrange 87,7% da área, devendo ter como resultado um total de 29,3 milhões de toneladas a serem colhidas – aumento de 17,7% em relação ao mesmo período da temporada 2024/25.

“Além da maior área destinada ao grão no atual ciclo, a produtividade também apresenta incremento de 7,6%, estimada em 7.110 quilos por hectare, estabelecendo um novo recorde na série histórica da Companhia na primeira safra do grão”, informou a Conab.

A colheita da segunda safra ainda está em sua fase inicial. A expectativa é que chegue a um total de 107,9 milhões de toneladas produzidas. Quanto à terceira safra, em fase de plantio prestes a ser encerrada, é esperada uma colheita de 3,3 milhões de toneladas.

Algodão

De acordo com o levantamento, a produção de pluma de algodão (segunda safra) deve ficar em cerca de 4 milhões de toneladas. Se confirmada, a projeção representa uma queda de 2,5% na comparação com a safra de 2024/25. Segundo a Conab, o resultado se deve à diminuição da área semeada.

“No caso do sorgo, que registra a quinta maior produção entre os grãos analisados pela Companhia, a colheita está estimada em 7,62 milhões de toneladas, incremento de 1,5 milhão de toneladas quando comparado com o volume obtido na safra passada, representando uma alta de 24,9%”, acrescentou.

Arroz e feijão

Com a colheita praticamente finalizada, o arroz deve registrar uma produção de 11,1 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 13,2% na comparação com o volume obtido na safra anterior.

“A queda é reflexo de uma menor área destinada para a cultura diante das condições mercadológicas do cereal”, justificou a Conab.

Projeção de queda também na produção de feijão. A Conab estima um total de 3 milhões de toneladas a serem colhidas ao final das três safras do grão – volume que representa uma “ligeira queda de 0,5% em relação ao resultado obtido na temporada passada”.

Segundo a Conab, o abastecimento do mercado interno está garantido, mesmo com a expectativa de menor produção para os dois alimentos.

Trigo

Já a área destinada à produção de trigo deve apresentar queda na produção, uma vez que a área destinada ao plantio será menor do que a da safra anterior. Atualmente, esta cultura abrange apenas 45,3% do total de área prevista.

As expectativas são de que, ao final do ciclo, sejam produzidas cerca de 6,3 milhões de toneladas do cereal.

 

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IBGE eleva estimativa de safra de grãos para 350,4 milhões de toneladas

A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 350,4 milhões de toneladas em 2026, segundo estimativa de maio divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O volume representa aumento de 1,2% em relação à safra de 2025, equivalente a 4,3 milhões de toneladas a mais. Na comparação com a estimativa de abril, houve alta de 0,5%, ou acréscimo de 1,7 milhão de toneladas.

A área a ser colhida foi estimada em 83,2 milhões de hectares, crescimento de 2% frente ao ano anterior. Em relação ao levantamento de abril, houve redução de 0,1%, correspondente a 110,4 mil hectares.

Soja, milho e arroz permanecem como os principais produtos da safra brasileira. Juntos, eles representam 92,8% da produção estimada e 87,6% da área a ser colhida. A soja deve atingir 174,6 milhões de toneladas, seguida pelo milho, com 139,4 milhões de toneladas, e pelo arroz em casca, com 11,2 milhões de toneladas.

Entre os demais produtos, o IBGE estima produção de 9,1 milhões de toneladas de algodão herbáceo em caroço, 7,2 milhões de toneladas de trigo e 5,6 milhões de toneladas de sorgo.

Na comparação com 2025, a produção de soja deve crescer 5,1%, enquanto o sorgo apresenta aumento estimado de 3,9%. 

Já arroz, milho, feijão, trigo e algodão registraram projeções inferiores às do ano passado. O milho, por exemplo, deve ter recuo de 1,7%, resultado da redução prevista para a segunda safra.

Soja

A produção de soja foi estimada em 174,6 milhões de toneladas, novo recorde na série histórica do levantamento. O volume é 5,1% superior ao registrado em 2025 e 0,3% maior que a estimativa de abril.

A área cultivada deve alcançar 48,3 milhões de hectares, aumento de 1,1% em relação ao ano anterior. Mato Grosso segue como principal produtor da oleaginosa, com previsão de 50,7 milhões de toneladas.

Milho

A estimativa para o milho é de 139,4 milhões de toneladas, sendo 29,8 milhões de toneladas da primeira safra e 109,6 milhões de toneladas da segunda safra.

Na comparação mensal, a projeção aumentou 0,9%. Em relação a 2025, no entanto, o volume total apresenta redução de 1,7%.

O Rio Grande do Sul lidera a produção da primeira safra, com previsão de 6,4 milhões de toneladas. Já Mato Grosso permanece como principal produtor da segunda safra, com estimativa de 52,7 milhões de toneladas.

Café

A produção brasileira de café, considerando as variedades arábica e canéfora, foi estimada em 4 milhões de toneladas, equivalentes a 66,8 milhões de sacas de 60 quilos.

O volume representa aumento de 16% em relação a 2025 e configura o maior resultado da série histórica do IBGE iniciada em 2002. A produção estimada de café arábica é de 44,4 milhões de sacas, enquanto a de café canephora deve alcançar 22,4 milhões de sacas.

Trigo e feijão apresentam retração

A produção de trigo foi estimada em 7,2 milhões de toneladas, volume 7,8% inferior ao obtido em 2025. Já a produção de feijão, considerando as três safras, deve atingir 2,8 milhões de toneladas, queda de 5,8% na comparação anual.

Minas Gerais aparece como maior produtor nacional de feijão, com previsão de 531,6 mil toneladas, seguido pelo Paraná, com 526,1 mil toneladas.

Concentração produtiva 

A região Centro-Oeste lidera a produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, com estimativa de 175,9 milhões de toneladas, o equivalente a 50,2% do total brasileiro. Em seguida aparecem a Região Sul, com 92,4 milhões de toneladas, e o equivalente a 26,4%; Sudeste, com 30,8 milhões de toneladas e 8,8%.

Em relação a 2025, as regiões Sul e Nordeste apresentam crescimento estimado de 7,1% e 7,5%, respectivamente. Já Centro-Oeste, Sudeste e Norte registram projeções inferiores às do ano anterior.

Entre os estados, Mato Grosso permanece como o maior produtor nacional de grãos, responsável por 31% da produção estimada. Paraná (13,6%), Rio Grande do Sul (10,7%), Goiás (10,6%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (5,5%) aparecem na sequência. Juntos, esses estados respondem por 79,7% da produção brasileira.

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Safra de grãos é estimada em 358,6 milhões de toneladas e pode ser recorde

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) elevou em 600 mil toneladas a estimativa para a safra brasileira de grãos 2025/26, para 358,6 milhões de toneladas. Caso o volume se confirme, será o maior já registrado no país.

A nova projeção representa aumento de 0,2% em relação ao levantamento divulgado em maio e crescimento de 1,8%, ou 6,4 milhões de toneladas, na comparação com a safra anterior.

A revisão em relação ao levantamento de maio foi influenciada principalmente pelos resultados de produtividade observados após a conclusão das colheitas da soja, do arroz e do feijão da primeira safra.

No período analisado pela Companhia, as culturas de primeira safra estavam praticamente colhidas, com exceção de parte das áreas de milho. As lavouras de segunda safra encontravam-se, em sua maioria, nas fases de enchimento de grãos, maturação e início da colheita. Já as culturas de terceira safra e de inverno estavam em fase de plantio.

A área cultivada total foi estimada em 83,5 milhões de hectares, crescimento de 2,2% em relação à safra anterior, o que representa expansão de 1,8 milhão de hectares. O avanço foi impulsionado principalmente pela soja, que ampliou sua área em 2,6%, equivalente a 1,2 milhão de hectares; pelo milho, com aumento de 3,4%, ou 744 mil hectares; e pelo sorgo, cuja área cresceu 31,7%, correspondendo a 516,6 mil hectares.

Soja

No início de junho, a colheita da soja da safra 2025/26 havia alcançado 99,71% da área estimada. Os trabalhos ainda seguiam em algumas áreas do Pará, Maranhão e Santa Catarina.

De acordo com a Conab, apesar da ocorrência de períodos de falta e excesso de chuvas em algumas regiões, as produtividades foram consideradas satisfatórias na maior parte dos estados. Pará e Bahia registraram os maiores índices de produtividade de suas séries históricas.

A área cultivada com soja foi estimada em 48,56 milhões de hectares, enquanto a produtividade média deve alcançar 3.712 quilos por hectare. A produção está projetada em 180,2 milhões de toneladas, volume 5,1% superior ao obtido na safra 2024/25 e o sétimo recorde registrado nas últimas dez safras.

Milho

A colheita da primeira safra de milho atingiu 87,7% da área semeada. Os trabalhos ainda ocorrem na região do Matopiba e estão próximos da conclusão em Minas Gerais e Goiás.

Segundo a Companhia, a redução das precipitações durante maio favoreceu a perda de umidade dos grãos e o avanço da colheita. As produtividades permanecem elevadas nos estados produtores, com destaque para Goiás, Minas Gerais e Paraná.

A produção da primeira safra de milho está estimada em 29,3 milhões de toneladas, crescimento de 17,7% em relação ao ciclo anterior. A produtividade média prevista é de 7.110 quilos por hectare.

Trigo

A produção de trigo foi estimada em 6,3 milhões de toneladas, volume 20% inferior ao registrado na safra passada. A redução é atribuída principalmente à menor área cultivada no Rio Grande do Sul e no Paraná, principais estados produtores do cereal.

Em comparação com o levantamento anterior, a projeção também apresentou recuo, influenciada pela redução da produtividade em Goiás e por ajustes de área observados principalmente no Paraná e em Santa Catarina.

A semeadura da cultura já foi iniciada em todas as regiões produtoras do país. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os trabalhos avançam em ritmo mais intenso. No Paraná, o plantio se aproxima da metade da área prevista. Em Mato Grosso do Sul e São Paulo, a implantação das lavouras foi concluída, enquanto em Minas Gerais e Goiás os trabalhos estão em fase final.

Algodão

A produção de algodão em pluma na safra 2025/26 está estimada em 4 milhões de toneladas, volume 2,5% inferior ao registrado no ciclo anterior. Em relação ao levantamento de maio, a Conab elevou a projeção de produção após observar ganhos de produtividade em estados produtores como Bahia, Piauí e Mato Grosso, apesar de ajustes que reduziram a área cultivada, especialmente em território mato-grossense.

Arroz e feijão

A colheita do arroz está praticamente concluída. A Conab confirmou a redução da área plantada em relação à safra passada, movimento atribuído principalmente às condições de mercado e aos custos de produção. Apesar da menor área cultivada, o desenvolvimento das lavouras foi considerado satisfatório, resultando em bons rendimentos. A área de arroz irrigado foi estimada em 1,25 milhão de hectares, enquanto o cultivo de sequeiro recuou para 265,4 mil hectares.

Já a colheita da primeira safra de feijão foi finalizada. Segundo a Companhia, as condições climáticas foram favoráveis durante boa parte do ciclo, embora o atraso no início das chuvas tenha afetado o calendário de plantio e limitado parte do potencial produtivo da cultura. Ainda assim, a produtividade média ficou acima da registrada na safra anterior. A área destinada ao cultivo apresentou redução em comparação com 2024/25, influenciada por fatores de mercado, condições climáticas e questões fitossanitárias.

 

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Soja avança em Chicago com clima nos EUA e expectativa pelo USDA

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão desta quarta-feira (10) em alta na Bolsa de Chicago. O vencimento julho teve avanço de 0,83% e fechou cotado a US$ 11,23 por bushel, sustentado por fatores climáticos nos Estados Unidos e pela expectativa em torno do relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será divulgado nesta quinta-feira (11).

De acordo com a Agrinvest, o complexo soja registrou um dia positivo em Chicago, com destaque para os ganhos da soja em grão e do óleo de soja. Além do suporte vindo do mercado de energia, impulsionado pela valorização do petróleo, as cotações também encontraram respaldo em fundamentos próprios.

Entre eles está o excesso de chuvas em áreas produtoras do Meio-Oeste norte-americano, que mantém a atenção dos investidores sobre o desenvolvimento da safra. O mercado também acompanha de perto o relatório do USDA, embora a expectativa seja de poucas alterações nos números atuais.

Analistas projetam apenas ajustes pontuais, com possível redução dos estoques de passagem da soja nos Estados Unidos. O órgão também pode revisar as estimativas de exportações e de esmagamento, fatores que contribuem para dar sustentação aos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho encerraram a sessão com leve queda na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em julho fechou cotado a US$ 4,19 por bushel, recuo de 0,12% em relação ao fechamento anterior.

Segundo análise da Granar, o mercado apresentou oscilações moderadas ao longo do dia. A recuperação observada nas primeiras horas de negociação, impulsionada por operações de hedge de fundos de investimento, perdeu força perto do meio-dia após a retomada das liquidações de contratos realizadas por esses participantes.

O milho continua pressionado pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento inicial da safra 2026/27 nos Estados Unidos. O cenário de clima adequado em grande parte das principais regiões produtoras reforça as expectativas de uma boa produção e limita avanços mais consistentes nas cotações.

A exceção está na região central das Grandes Planícies, onde áreas do Nebraska ainda enfrentam déficit hídrico. A necessidade de chuvas mais volumosas no estado mantém a atenção do mercado, mas, por enquanto, o quadro geral segue favorável para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.

Trigo

Os contratos futuros do trigo fecharam em alta nesta Bolsa de Chicago. O vencimento para julho avançou 0,38%, encerrando o dia cotado a US$ 5,87 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o mercado segue atento às condições das lavouras norte-americanas, que permanecem entre as piores registradas desde 2006. O cenário mantém as preocupações com a oferta de trigo nos Estados Unidos e dá sustentação às cotações internacionais.

Na Europa, os contratos negociados na Euronext também avançaram pela segunda sessão consecutiva. O movimento representa uma recuperação técnica após os preços atingirem os menores níveis em cerca de três meses e meio, acompanhando a melhora observada no mercado de Chicago.

A Granar destacou que os ganhos foram impulsionados por operações de hedge realizadas por fundos de investimento, ainda que de forma moderada, após as fortes perdas acumuladas pelos contratos futuros nas últimas duas semanas.

Além disso, os preços receberam suporte da revisão para baixo da estimativa da safra de trigo de inverno norte-americana, divulgada pelo USDA no início da semana, fator que reforçou as preocupações em relação à disponibilidade do cereal.

Clima e degradação redesenham o lucro no agro e impulsionam integração

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Descompactação do solo impulsiona produção de soja, aponta pesquisa

A compactação do solo, considerada um dos principais desafios para a agricultura em regiões sujeitas a estiagens, pode comprometer a infiltração de água, limitar o desenvolvimento das raízes e reduzir a eficiência do sistema de plantio direto, amplamente adotado na produção de grãos no Brasil.

Estudos conduzidos pelo IFRS (Instituto Federal do Rio Grande do Sul) indicam que práticas de descompactação do solo associadas à aplicação de corretivos agrícolas podem melhorar as condições físicas e químicas das áreas cultivadas, o que favorece o desempenho da soja e aumento da capacidade de retenção de água no solo.

As pesquisas avaliaram diferentes estratégias de manejo em sistema plantio direto, incluindo o uso de descompactação mecânica combinada com calcário e gesso agrícola. O objetivo foi verificar como essas práticas influenciam a infiltração de água e o ambiente radicular das plantas, fatores considerados essenciais para a produtividade em períodos de déficit hídrico.

Os resultados mostraram que a combinação entre descompactação mecânica e calagem apresentou os melhores indicadores de correção da acidez em camadas mais profundas do solo. Segundo os pesquisadores, o pH permaneceu mais elevado nas áreas que receberam o tratamento, indicando maior movimentação do calcário para além da superfície.

Enquanto a aplicação convencional de calcário concentrou seus efeitos nos primeiros 10 centímetros do solo, os manejos associados à descompactação apresentaram resultados observados até cerca de 15 centímetros de profundidade, ampliando a melhoria das condições para o crescimento radicular.

Além dos ganhos químicos, os estudos identificaram benefícios diretos para a produção de grãos. As áreas submetidas à descompactação registraram produtividade média da soja próxima de 200 quilos por hectare acima da média geral do experimento.

Também foram observados aumentos no peso de mil grãos nos tratamentos que receberam correção do solo.

De acordo com os pesquisadores, a melhoria da estrutura física do solo favorece a infiltração e o armazenamento de água, aumentando a capacidade das plantas de suportar períodos de estiagem. O resultado pode contribuir para maior estabilidade produtiva em um cenário de eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Para o diretor da Agross do Brasil, Silmo de Ávila, a busca por soluções que ampliem a resiliência das lavouras tem se tornado estratégica para os produtores rurais. “Hoje, quando o produtor enfrenta estiagens mais frequentes e precisa produzir mais sem ampliar área, olhar para a saúde do solo passou a ser uma questão estratégica. O produtor precisa de soluções que tragam resultado prático e ajudem a construir lavouras mais resilientes no longo prazo”, afirmou.

Os pesquisadores destacam que a adoção de práticas voltadas à descompactação e à melhoria da fertilidade pode representar uma ferramenta importante para elevar a eficiência do uso da água e sustentar o potencial produtivo das lavouras de soja e outras culturas de grãos.

Como o produtor financia a safra no Brasil?

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Modelos de producción que aceleran la desaparición de los bosques

Sabes lo que hay detrás del café que tomas por la mañana? ¿O de la soja que alimenta la carne que llega a tu mesa? Muchos de estos productos forman parte de un modelo de producción y consumo que contribuye a la pérdida de millones de hectáreas de bosque en distintas regiones del planeta. Cerca del 90 % de la deforestación mundial está vinculada a la expansión agrícola y ganadera, y de ese porcentaje más de la mitad se debe directamente a la conversión de bosques en tierras de cultivo de alimentos que, en su mayoría, no se consumen localmente sino que abastecen supermercados de ciudades ubicadas a miles de kilómetros. Es lo que se conoce como deforestación importada. Como resume Javier Fernández, fundador y director general de la Fundación COPADE, “la deforestación no empieza donde se tala un árbol, sino donde se consume un producto”.

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Ajustes de la regulación sobre la marcha

El Reglamento Europeo contra la Deforestación (EUDR) nació como gran apuesta para frenar la entrada en el mercado comunitario de productos vinculados a la deforestación tras el 31 de diciembre de 2020. Aprobado en 2023, está en vigor pero su aplicación se ha pospuesto dos veces hasta finales de 2026 para empresas (2027 para las más pequeñas). La CE estima que podría salvar cada año 208.000 hectáreas de bosque y evitar 49 millones de toneladas de CO₂.

La norma ha recibido presiones desde empresas e industria por su complejidad y coste, mientras grupos ecologistas alertan de que puede perder eficacia si se debilita el control. El paquete de “simplificación” que la Comisión acaba de anunciar genera recelos. Propone, detalla Colomina, “excluir productos como cuero o neumáticos recauchutados, incluir derivados como café soluble y flexibilizar obligaciones para operadores posteriores y pequeñas empresas”. WWF advierte de que “podrían debilitar la efectividad de la norma”.

En materias primas forestales (madera, papel, caucho), la Asociación Técnica Internacional de las Maderas Tropicales (ATIBT) subraya que el punto de partida no es el mismo que en otras cadenas. “El sector forestal tropical certificado trabaja con gestión sostenible, trazabilidad avanzada y auditorías independientes”. Y vaticina que el éxito del RDUE” dependerá de una aplicación pragmática, con controles creíbles y armonizados por parte de las autoridades europeas”.

© EVARISTO SA (AFP / GETTY IMAGES) (EL PAÍS)

Área de selva amazónica deforestada mediante incendios ilegales en el municipio brasileño de Labrea, en agosto de 2024.
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Superávit comercial cresce 10,8% em maio puxado por soja e cobre

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O aumento nas exportações de soja e de cobre fez o superávit da balança comercial crescer em maio, divulgou nesta quinta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 7,823 bilhões.

O resultado representa alta de 10,8% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit ficou em US$ 7,059 bilhões. Desde o início da série histórica, em 1989, o superávit é o quarto maior para o mês, só perdendo para maio de 2023 (US$ 10,978 bilhões), de 2021 (US$ 8,536 bilhões) e de 2024 (US$ 8,302 bilhões).

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O valor das exportações e das importações ficou o seguinte:
  • Exportações: US$ 31,904 bilhões, alta de 6,6% em relação a maio do ano passado;
  • Importações: US$ 24,081 bilhões, alta de 5,3% na mesma comparação.

Tanto no caso das exportações como das importações, os valores são o segundo maior para meses de maio desde o início da série histórica. Em relação às exportações, só perde para o mesmo mês de 2023. Em relação às importações, para maio de 2022.

Acumulado

Nos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 32,662 bilhões, valor 34,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Além da recuperação das commodities (bens primários com cotação internacional), o crescimento deve-se à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026.

A composição ficou a seguinte:

  • Exportações: US$ 148,571 bilhões, alta de 8,7% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado;
  • Importações: US$ 115,908 bilhões, alta de 3,2% na mesma comparação.

O superávit acumulado é o terceiro maior da série histórica, só perdendo para os cinco primeiros meses de 2024 (US$ 35,227 bilhões) e de 2023 (US$ 34,540 bilhões).

Setores

Na distribuição por setores da economia, as exportações em maio variaram da seguinte forma em relação ao mesmo mês do ano passado:

  • Agropecuária: +9,8%, com alta de 6,1% no volume e de 2,8% no preço médio;
  • Indústria extrativa: -1,9%, puxada pelo petróleo, com queda de 26,6% no volume e crescimento de 33,8% no preço médio;
  • Indústria de transformação: +9%, com alta de 1% no volume e de 7,4% no preço médio.

Produtos

Os principais produtos responsáveis pela alta das exportações em maio foram os seguintes:

  • Agropecuária: soja (+14,6%); algodão bruto (+45,3%); e milho não moído, exceto milho doce (+267,2%);
  • Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (-9,3%); minério de ferro (-15,2%) compensados pelo crescimento das vendas de minério de cobre (+149,4%);
  • Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+50,2%); combustíveis (+75,2%); e ouro não monetário (+56,7%).

Em valores absolutos, os dois itens que mais puxaram o crescimento mensal foi a soja, com alta de US$ 804,1 milhões nas exportações em relação a maio do ano passado, motivada pela safra e pela alta nos preços. Em seguida, vem o minério de cobre, com alta de US$ 617,9 milhões.

No caso do petróleo bruto, as exportações recuaram US$ 390,8 milhões, com o volume recuando 42,1%, apesar da alta de 56,7% no preço médio, provocada pela guerra no Oriente Médio. A queda no volume está parcialmente relacionada à alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação de petróleo, imposta em meados de março como medida para segurar a alta dos combustíveis após o início do conflito.

Apesar do crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em maio. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 297,6 milhões a menos do que em maio de 2025 (-24,5%). A queda deveu-se à redução de 8,6% no volume e de 13,4% no preço médio.

Importações

Em relação às importações, a alta está vinculada principalmente a veículos, cujas compras do exterior subiram US$ 833,5 milhões em maio na comparação com o mesmo mês de 2025. Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes:

  • Agropecuária: pescados (+38,1%); produtos hortícolas (+26,6%); e soja (+24,4%);
  • Indústria extrativa: fertilizantes brutos (exceto adubos) (+68,4%); carvão não aglomerado (+59,8%); e linhita e turfa (+115,1%);
  • Indústria de transformação: combustíveis (+45,2%); válvulas e tubos termiônicos (+49%); e automóveis de passageiros (+80,1%).

Projeções

Para este ano, o Mdic projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, alta de 5,9% em relação ao resultado positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025.

Segundo o Mdic, as exportações deverão encerrar o ano em US$ 364,2 bilhões, alta de 4,6% em relação a 2025. As importações deverão chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, aumento de 4,2% na comparação com o ano passado.

As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões.

As estimativas do Mdic estão menos otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 76,2 bilhões, projeção que subiu após o início da guerra no Oriente Médio.

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Superávit comercial cresce 10,8% em maio puxado por soja e cobre

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O aumento nas exportações de soja e de cobre fez o superávit da balança comercial crescer em maio, divulgou nesta quinta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 7,823 bilhões.

O resultado representa alta de 10,8% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit ficou em US$ 7,059 bilhões. Desde o início da série histórica, em 1989, o superávit é o quarto maior para o mês, só perdendo para maio de 2023 (US$ 10,978 bilhões), de 2021 (US$ 8,536 bilhões) e de 2024 (US$ 8,302 bilhões).

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O valor das exportações e das importações ficou o seguinte:
  • Exportações: US$ 31,904 bilhões, alta de 6,6% em relação a maio do ano passado;
  • Importações: US$ 24,081 bilhões, alta de 5,3% na mesma comparação.

Tanto no caso das exportações como das importações, os valores são o segundo maior para meses de maio desde o início da série histórica. Em relação às exportações, só perde para o mesmo mês de 2023. Em relação às importações, para maio de 2022.

Acumulado

Nos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 32,662 bilhões, valor 34,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Além da recuperação das commodities (bens primários com cotação internacional), o crescimento deve-se à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026.

A composição ficou a seguinte:

  • Exportações: US$ 148,571 bilhões, alta de 8,7% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado;
  • Importações: US$ 115,908 bilhões, alta de 3,2% na mesma comparação.

O superávit acumulado é o terceiro maior da série histórica, só perdendo para os cinco primeiros meses de 2024 (US$ 35,227 bilhões) e de 2023 (US$ 34,540 bilhões).

Setores

Na distribuição por setores da economia, as exportações em maio variaram da seguinte forma em relação ao mesmo mês do ano passado:

  • Agropecuária: +9,8%, com alta de 6,1% no volume e de 2,8% no preço médio;
  • Indústria extrativa: -1,9%, puxada pelo petróleo, com queda de 26,6% no volume e crescimento de 33,8% no preço médio;
  • Indústria de transformação: +9%, com alta de 1% no volume e de 7,4% no preço médio.

Produtos

Os principais produtos responsáveis pela alta das exportações em maio foram os seguintes:

  • Agropecuária: soja (+14,6%); algodão bruto (+45,3%); e milho não moído, exceto milho doce (+267,2%);
  • Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (-9,3%); minério de ferro (-15,2%) compensados pelo crescimento das vendas de minério de cobre (+149,4%);
  • Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+50,2%); combustíveis (+75,2%); e ouro não monetário (+56,7%).

Em valores absolutos, os dois itens que mais puxaram o crescimento mensal foi a soja, com alta de US$ 804,1 milhões nas exportações em relação a maio do ano passado, motivada pela safra e pela alta nos preços. Em seguida, vem o minério de cobre, com alta de US$ 617,9 milhões.

No caso do petróleo bruto, as exportações recuaram US$ 390,8 milhões, com o volume recuando 42,1%, apesar da alta de 56,7% no preço médio, provocada pela guerra no Oriente Médio. A queda no volume está parcialmente relacionada à alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação de petróleo, imposta em meados de março como medida para segurar a alta dos combustíveis após o início do conflito.

Apesar do crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em maio. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 297,6 milhões a menos do que em maio de 2025 (-24,5%). A queda deveu-se à redução de 8,6% no volume e de 13,4% no preço médio.

Importações

Em relação às importações, a alta está vinculada principalmente a veículos, cujas compras do exterior subiram US$ 833,5 milhões em maio na comparação com o mesmo mês de 2025. Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes:

  • Agropecuária: pescados (+38,1%); produtos hortícolas (+26,6%); e soja (+24,4%);
  • Indústria extrativa: fertilizantes brutos (exceto adubos) (+68,4%); carvão não aglomerado (+59,8%); e linhita e turfa (+115,1%);
  • Indústria de transformação: combustíveis (+45,2%); válvulas e tubos termiônicos (+49%); e automóveis de passageiros (+80,1%).

Projeções

Para este ano, o Mdic projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, alta de 5,9% em relação ao resultado positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025.

Segundo o Mdic, as exportações deverão encerrar o ano em US$ 364,2 bilhões, alta de 4,6% em relação a 2025. As importações deverão chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, aumento de 4,2% na comparação com o ano passado.

As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões.

As estimativas do Mdic estão menos otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 76,2 bilhões, projeção que subiu após o início da guerra no Oriente Médio.

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